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Relatório
Prática 4 – Célula animal 
Diana Liz Jimenez Rolão
P3
1° Semestre – Biotecnologia
Biologia Celular
Prof. Dr. Marcos Gino Fernandes
Dourados – MS 
2019
Introdução 
Células vegetais e células animais possuem características que as diferenciam, exemplo disso é a presença de parede celular (polissacarídeo estrutural das plantas) nos vegetais e sua ausência nos animais. Além disso uma diferença muito aparente é a do tamanho dos vacúolos, que nas plantas é muito maior do que nos animais (JORDÃO, 1998)
Durante a aula prática foi realizar o procedimento de observação de células da mucosa bucal em microscópio óptico. Esse procedimento é simples, e permite conhecer com maior clareza a organização celular das células eucariontes: membrana, citoplasma (limite celular) e núcleo, conteúdos que vimos antes nas aulas teóricas. 
Membranas mucosas são estruturas que forram superfícies úmidas de cavidades do corpo e que se comunicam com o meio externo. A mucosa bucal reveste toda a
cavidade bucal. Apresenta células epiteliais pavimentosas estratificadas e não queratinizadas, com formato irregular, núcleo central e esférico, citoplasma granuloso e bordos dobrados, quando observadas as lâminas histológicas (tais células não têm parede celular rígida, típica de células vegetais) (JUNQUEIRA e CARNEIRO, 2004). A membrana plasmática, por ser muito fina, não é observada com microscopia óptica. Porém, evidenciamos a sua presença através do limite celular.
Para a preparação da lâmina da mucosa bucal é preciso fazer um esfregaço na bochecha e outro na lâmina de microscopia, pois isso permite espalhar as células, propiciando uma melhor observação. Essas células, além de serem pequenas, não
apresentam contraste entre os seus constituintes, por isso é necessária a utilização
de corante. Sendo assim de acordo com os constituintes a observar, deve-se empregar o corante certo. Para esta atividade será utilizado o azul de metileno, um
corante básico que atua preferencialmente sobre o núcleo, corando-o de azul. Ele é um corante supra vital, ou seja, usado para corar células vivas (que contém moléculas de natureza ácida e, portanto, basófilas) recém removidas do organismo, sem alterar muito sua estrutura (por ser pouco tóxico).
Objetivos 
· Preparar lâmina “a fresco” das células da mucosa bucal com e sem coloração.
Material 
· Palitos de madeira (Swab);
· Lâmina e lamínula;
· Solução salina 2%;
· Azul de metileno;
· Papel de filtro;
· Conta-gotas;
· Óleo de imersão.
Procedimento A
1. Raspar a mucosa bucal com o auxílio de um palito de madeira (Swab);
2. Com o material colhido fazer um esfregaço fino e transparente sobre uma lâmina seca;
3. Deixar a lâmina secar movimentando-a no ar;
4. Pingar uma gota de solução salina sobre o material;
5. Cobrir com lamínula e observar ao microscópio nos aumentos de 40x, 100x e 400x;
6. Esquematizar o material observado no aumento de 400x.
Procedimento B
1. Retirar a lâmina do microscópio;
2. Substituir, por capilaridade, a solução salina da mesma prepara- ção pelo corante azul de metileno;
3. Esperar cinco minutos para corar bem e, em seguida, observar ao microscópio;
4. Esquematizar o material observado nos aumentos de 100x, 400x e 1000x, identificando as estruturas celulares reconhecidas
Resultados
A. 				B.
 						 
Aumento de 400x – Sem corante Aumento de 100x – Com corante
C.	D.	
											
Aumento de 400x – Com corante Aumento de 1000x – Com corante
Discussão:
1. Quais as estruturas observadas nas células coradas e não coradas?
R: Na corada se vê o limite celular, o citoplasma e o núcleo, já nas não coradas é possível observar apenas o citoplasma e dessa forma deduzir a limite celular.
2. Qual foi a ação do corante vital utilizado nas células?
R: Corar o núcleo de uma célula viva.
3. Foi possível observar a membrana plasmática? O que é o limite celular?
R: Não é possível observar a membrana plasmática e sim o limite celular. O limite celular é uma das funções da membrana plasmática, que consiste em separar o conteúdo interno da célula do meio externo.
4. Que diferença foi possível observar entre o citoplasma das células da mucosa bucal e das células vegetais?
R: O citoplasma vegetal é quase todo constituído pelo vacúolo e já no citoplasma animal mesmo possuindo vacúolos, são bem menores. É possível observar que a célula da mucosa bucal tem o citoplasma granuloso e os vegetais não. 
5. Descreva a forma das células da mucosa bucal.
R: Possuem formas poligonais irregulares pela falta de rigidez que a ausência de uma parede celular proporciona. Além disso, as células animais apresentam formas ovais e arredondados. 
6. Qual a forma do núcleo e que posição ocupa nessas células?
R: O núcleo possui um formato arredondado, encontrando-se geralmente no centro da célula. 
7. Por que há a necessidade de fazer o esfregaço para observação adequada dessas células?
R: Essa técnica é para ampliar a quantidade e a área onde se encontrarão células da mucosa bucal, pois, em alguns casos, é possível que as células ficam sobrepostas e aparentem ter dois núcleos, quando, na verdade, nada mais é do que uma célula em cima da outra.
Conclusão
Com o estudo da diferenciação de células vegetais e animais, nessa aula foi observado as células da mucosa bucal (célula animal), identificando estruturas celulares como núcleo, citoplasma e o limite celular (já que a parede celular é incrivelmente fina). Além disso, mais uma vez adquiriu-se experiência em uma aula prática (preparação do estudo de observação), sendo ressaltada a importância de corante para a visualização de partes específicas das células, no caso o núcleo. 
Referências
ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN, K.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P. 2011. Fundamentos da Biologia Celular. 3ª Edição brasileira. Artmed, Porto Alegre.
	
JORDÃO, Berenice Quinzani; ANDRADE, Célia Guadalupe Tardeli de Jesus; RUAS,Claudete de Fátima; CÓLUS, Ilce Mara de Syllus; BUIM, Marcieli Elisa. Práticas de Biologia Celular. Londrina: Ed. UEL, 1998. 163p.
JUNQUEIRA, L.C. & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 7a edição. Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 2000. 339 p.
JUNQUEIRA, Luíz C.; CARNEIRO, José. Biologia Celular e Molecular. Ed. 7. Pag. 188,189. São Paulo: Guanabara. SOUZA, Jose, Carlos, Junior. Controle de qualidade em lâminas histológicas: importância da metodologia de h/e no diagnóstico médico. Disponível em: http://www.unifafibe.com.br/revistasonline.

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