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UNIVERSIDADE PAULISTA- UNIP 
JAILSON LEANDRO DE BRITO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 NOVA SEDE DA BIBLIOTECA PÚBLICA 
 DO GAMA DF 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BRASILIA – DF 
2019 
JAILSON LEANDRO DE BRITO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NOVA SEDE DA BIBLIOTECA PÚBLICA 
DO GAMA - DISTRITO FEDERAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
Monografia apresentada pelo 
acadêmico JAILSON LEANDRO DE 
BRITO como exigência do curso de 
graduação em Arquitetura e Urbanismo 
da Universidade Paulista sob a 
orientação do professor: BRUNNO 
GUILHERME BARBOSA DE SÁ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BRASILIA – DF 
2019 
FICHA CATALOGRÁFICA 
 
 
 
 
BRITO,Jailson. 
 
Nova sede: Biblioteca Pública do Gama, Jailson L. de Brito, Brasília-Df 
2019. N° Total de páginas: 80 
 
Orientador: Prof º Brunno 
 
Monografia (Graduação) - Universidade Paulista Unip, Brasília-Df, 2019. 
 
1. Biblioteca; 2. Informação; 3. Brasília,Gama, Arquitetura e Urbanismo 
Universidade Paulista – Unip. Nova Sede - Biblioteca Pública. 
UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP 
 
 
 
 JAILSON LEANDRO DE BRITO 
 
 
 
BIBLIOTECA PÚBLICA. 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de (Arquitetura e 
Urbanismo) da Universidade Paulista como requisito parcial para obtenção do 
grau. 
 
 
 
 
Aprovado em: de de 
 
 
 
 
BANCA EXAMINADORA 
 
 
 
 
 
 
 
Professor Convidado: 
 
 
 
 
 
Professor Convidado: 
 
 
 
 
 
 
 
Professor Orientador: 
BRUNNO GUILHERME 
5 
 
 
DEDICO. 
 
 
A Deus e aos meus pais que sempre me apoiaram em todos os momentos, 
em especial a minha mãe Valdelice Brito que com seu imenso coração, carinho e 
muito apoio não mediu esforços para que eu chegasse onde estou hoje. 
6 
 
 
AGRADECIMENTOS. 
 
Primeiramente agradeço a DEUS, por ter sido essencial em minha vida. 
Ao Professor Orientador Brunno, pela paciência e dedicação nas correções e 
orientações no período de aprendizado. 
Aos meus colegas de graduação, por terem feito parte desta luta, por terem 
me apoiado, pois sem vocês eu não teria chegado até aqui. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Somente obedecendo, somente tendo o orgulho humilde, mas 
sagrado, de obedecer, é que se conquista então o direito de 
comandar.....” 
 Benito Mussolini 
 
8 
 
 
 
 
 
 
 
RESUMO. 
 
 
Este projeto è referente a elaboração de um projeto de arquitetura para uma 
nova sede da biblioteca pública no Gama (DF). A biblioteca pública busca oferecer 
acesso à informações para todos, sem discriminação, por meio de um espaço 
educacional e cultural. Esta edificação exerce um importante papel na sociedade, 
não apenas localmente, mas também para todos que precisem de informações de 
maneira rápida e eficiente. É um local onde há interação constante entre usuário e 
uma enorme quantidade de informações. 
 
PALAVRAS CHAVE: Biblioteca pública, Educacional, Informação, Cultura. 
9 
 
 
ABSTRACT. 
 
This project is about the elaboration of an architecture project for a new public 
library headquarters in Gama (DF). The public library seeks to provide access to 
information for all, without discrimination, through an educational and cultural space. 
This building plays an important role in society, not only locally but also for everyone 
who needs information quickly and efficiently. It is a place where there is constant 
interaction between user and a huge amount of information. 
 
KEYWORDS: Public Library, Education, Information, Culture. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
SUMÁRIO. 
 
 RESUMO ................... ............................................................................................ 8 
ABSTRACT ............................................................................................................. 9 
 
LISTA DE ILUSTRAÇÕES .......................................................................................11 
LISTA DE TABELAS ................... ............................................................................11 
 
1 INTRODUÇÃO .......................................................................................................12 
 1.1 JUSTIFICATIVA .................................................................................................13 
1.2 OBJETIVO GERAL..............................................................................................14 
1.3 OBJETIVO ESPECÍFICO........................................................................................14 
 1.4 METODOLOGIA ......................................................................................................14 
 1.5 CRONOGRAMA ......................................................................................................15 
CRONOGRAMA .............................................................................................................16 
 
 2.0 CONTEXTUALIZAÇÃO E CONCEITUAÇÃO .........................................................17 
 
3.0 ESTUDO DE CASO ..................................................................................................23 
 3.1 BIBLIOTECA DE SANTO DOMINGO......................................................................23 
 3.2 BIBLIOTECA PAULO FREIRE ...........................................................................,,,,32 
 3.3 BIBLIOTECA CENTRAL DA UNB ..........................................................................38 
 
4.0 ANALISE E LOCALIZAÇÃO DO TERRENO......................................................43 
4.1 LEGISLAÇÃO...........................................................................................................53 
 4.2 MEIO FÍSICO/DIGNÓSTICO ...................................................................................54 
 
5.0 SNBP-SISTEMA NACIONAL DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS ................................56 
 
6.0 PROPOSTA/PROJETO ............................................................................................57 
6.1 ANTE-PROJETO.......................................................................................................58 
 
7.0 COMPOSIÇÃO VOLUMÉTRICA.............................................................................60 
 
8.0 ORGANOGRAMA.....................................................................................................62 
8.1 FLUXOGRAMA.........................................................................................................63 
 
9.0 ESTRUTURA.............................................................................................................64 
 
10 REPERTÓRIO ..........................................................................................................70 
 
11 CONCLUSÕES ..........................................................................................................72 
 
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..............................................................................73 
ANEXO 1 PRANCHAS DE APRESENTAÇÃO .............................................................76 
ANEXO 2 PRANCHAS TÉCNICAS .......... ....................................................................77 
 
 
 
 
 
11 
LISTA DE ILUSTRAÇÕES. 
 
FIGURA 1 - MUSEION DE ALEXANDRIA ....................................................................18 
FIGURA 2 e 3 - LOCALIZAÇÃO MACRO......................................................................23 
FIGURA 4 - CONTEXTO DA EDIFICAÇÃO E ENTORNO ............................................24 
FIGURA 5 - DIAGRAMA DE PENSAMENTO IDEOLÓGICO ........................................25 
FIGURA 6 - CORTE ........................................................................................................26FIGURA 7 - CORTE ........................................................................................................27 
FIGURA 8 - ESQUEMA DE SEPARAÇÃO PELE E OSSO. ..........................................28 
FIGURA 9 e 10 - CONTEXTO DA EDIFICAÇÃO ...........................................................31 
FIGURA 10 - FACHADAS E VOLUMES ........................................................................32 
FIGURA 12 - LOCALIZAÇÃO ........................................................................................33 
FIGURA 13 - BLOCO 1 ANTIGOS ALOJAMENTOS ....................................................34 
FIGURA 14 - IMPLANTAÇÃO BIBLIOTECA PAULO FREIRE ....................................35 
FIGURA 15 e 16 - CARACTERÍSTICAS ORIGINAIS DA EDIFICAÇÃO ......................37 
FIGURA 17 - FACHADA BIBLIOTECA PAULO FREIRE. ............................................38 
FIGURA 18 - LOCALIZAÇÃO .......................................................................................40 
FIGURA 19 e 20 - PRÉDIO DEFINITIVO BCE ..............................................................41 
FIGURA 21 - PLANTA SETORIZADA TÉRREO ..........................................................42 
FIGURA 22 - PLANTA SETORIZADA PRIMEIRO PAVIMENTO .................................43 
FIGURA 23 - LOCALIZAÇÃO .......................................................................................44 
FIGURA 24 - LOCALIZAÇÃO E ENTORNO .................................................................45 
FIGURA 25 - BIBLIOTECA E ENTORNO HIERARQUIA VIÁRIA. ...............................46 
FIGURA 26 - DEMONSTRATIVO DE ÁREA ................................................................47 
FIGURA 27 - VENTOS E PERCURSO SOLAR ...........................................................48 
FIGURA 28 - ROSA DOS VENTOS ..............................................................................48 
FIGURA 29 - PONTOS DE RUÍDO ...............................................................................49 
FIGURA 29 - PONTOS DE RUÍDO ...............................................................................49 
FIGURA 30 - USO DO SOLO .......................................................................................50 
FIGURA 31 - MAPA DE FOTOS 1 ................................................................................51 
FIGURA 32 - FALTA DE VEGETAÇÃO ADEQUADA .................................................52 
FIGURA 33 - FALTA DE VEGETAÇÃO ADEQUADA .................................................55 
FIGURA 34 - MAPA DE FOTOS 2 ...............................................................................58 
FIGURA 35 - CALÇAMENTO DEFICIENTE ................................................................58 
FIGURA 36 - CALÇAMENTO DEFICIENTE. ...............................................................59 
FIGURA 37 - CALÇAMENTO DEFICIENTE ................................................................50 
FIGURA 38 - LOCAL DE ESTUDOS DA ATUAL BIBLIOTECA .................................60 
FIGURA 39 - ORGANOGRAMA ..................................................................................60 
FIGURA 40 - FLUXOGRAMA ......................................................................................61 
FIGURA 41 - VOLUMETRIA ........................................................................................62 
FIGURA 42 - VOLUMETRIA ........................................................................................62 
FIGURA 43 - VOLUMETRIA ........................................................................................63 
FIGURA 44 - ESCADAS PALÁCIO DO ITAMARATY. ...............................................64 
FIGURA 45 - JARDINS INTERNOS PALÁCIO DO ITAMARATY ..............................65 
FIGURA 46 - MASP EM CONSTRUÇÃO ....................................................................65 
 
 LISTA DE TABELAS. 
 
TABELA 1 - PROGRAMA DE NECESSIDADES .......................................................61 
 
 
 
12 
1 INTRODUÇÃO. 
 
No princípio o homem teve que aprimorar sua comunicação, para se 
relacionar uns com os outros, recorrendo a vários recursos, temos dados como 
exemplo, inscrições com pedras em cavernas, tábuas, pergaminho,papiro e papel. 
Com a crescimento da civilização, a comunicação expandiu-se, e os homens 
decidiram criar bibliotecas, para visitar, organizar e conservar os documentos. 
 No que se relaciona às bibliotecas públicas, uma das primeiras que se 
tem notícia teria sido idealizada pelo general Júlio César, que mesmo após sua 
morte, foi construída pelo orador Asínio Pólio, no ano 39.d.C. “estabelecendo 
simbolicamente a primeira biblioteca pública do templo romano da Liberdade” 
(MARTINS, 2002, p. 78). 
Uma biblioteca busca alcançar diferentes objetivos e funções, tais como 
educação, informação e cultura, porém as bibliotecas públicas encontram algumas 
dificuldades para exercer com eficácia esse papel, pois não possuem na maioria das 
vezes uma boa infra-estrutura, falta de verba e falta de profissionais capacitados. 
Através deste trabalho é possível conhecer mais sobre bibliotecas publicas e 
identificar todo o tipo de serviços e trabalhos oferecidos a todos os seus usuários. O 
papel social que representam no âmbito de proporcionar educação, informação e 
cultura para a população, com suas formas tradicionais de apresentação não 
deixando de ser dinâmica e eclética quanto a transição de conhecimento, seja pelo 
acervo físico, salas multimídia ou de informática. 
Neste trabalho será apresentado um novo projeto para a Biblioteca Publica do 
Gama DF, localizada na Praça 01 Lote 01 Setor Central, Pois através de estudos 
realizados em loco conclui-se que a subutilização da atual é causada pela falta de 
estrutura, locais improvisados como na área de estudos, rachaduras nas paredes, 
um amontoado de livros e outras caixas na área externa que serve como uma 
espécie de depósito, como a setor central do Gama DF. , é um forte polo 
educacional esse projeto que está ligado a educação e função social se justifica, 
pois a demanda e necessidade de um local com que contenha a informação de 
forma rápida e eficiente e com o menor tempo de deslocamento para os usuários, 
para fundamentação desse projeto serão estudadas três bibliotecas como referencia, 
analisando programa de necessidades, técnicas construtivas, materiais utilizados 
entre outros aspectos projetuais. 
13 
 
 
1.1 JUSTIFICATIVA 
 
A atual biblioteca localizada na Praça 02- Área Especial - Lote. 02- Gama DF, 
não possui uma infra-estrutura adequada, na área externa calçamentos totalmente 
inadequados e cheios de anomalias, já no interior da edificação muitas rachaduras 
nas alvenarias podendo até ser um sinal de recalque estrutural. Por esse motivo seu 
publico mensal é extremamente baixo, seus 250 metros quadrados comportam um 
acervo que é constituído de cerca de 40 mil exemplares divididos em: acervo geral, 
referência, infanto-juvenil, estante de concursos,jornais antigos, diários de notícias 
locais e nacionais. 
A atual biblioteca é subutilizada, não há uma separação adequada entre 
acervo e aréa de estudos e nem ambientes destinados a cada atividade específica. 
Uma pesquisa rápida, uma proporção de 7 entre 10 pessoas gostariam de um 
espaço melhor e diferente, um espaço que seja condizente com a necessidade e 
demanda do local onde informação direcionada e de qualidade será oferecida e com 
um menor tempo de deslocamento para os usuários, por esse motivo a proposta de 
projeto foi a demolição e realocação em outro terreno. 
A construção da uma nova biblioteca será localizado em um terreno vazio na 
Praça 01 - Área Especial - Lote. 01-Gama DF , onde o acervo será mais direcionado 
á informação técnica tanto para apoiar os universitários, e os demais alunos de 
ensino fundamental e médio, com acervo digital e um espaço para estudos 
adequado. Por essemotivo uma cidade precisa de uma biblioteca publica de valor, 
pois são mais que edificações, são também ponto de referência tanto para cidade 
quanto para os seus usuários. 
14 
 
 
1.2 OBJETIVO GERAL 
 
Projetar uma nova biblioteca publica para a população do Gama DF, e 
oferecer para aos usuários um melhor acesso a informação através de um novo 
espaço e um novo conceito do espaço, incentivar e promover o âmbito de pesquisas 
acadêmicas, leitura e informação, ampliar o conhecimento e dar total apoio para os 
alunos que necessitam de informação especifica e rápida, promover espaços verdes 
e de convivência para uma maior interação dos usuários, promovendo um conforto 
acústico e térmico, laboratórios de informática, um café e salas multimídia. Em geral 
criar uma edificação aconchegante, séria e dinâmica ao mesmo tempo, que preza 
ajudar e incentivar a população. 
 
1.3 OBJETIVO ESPECÍFICO 
 
 
Qualificar o espaço urbano com um equipamento público, promover o acesso 
a informação de qualidade, apoiar toda a população e usuários, mas principalmente 
o público alvo que são jovens adultos de 17 a 30 anos além de transformar o antigo 
conceito de bibliotecas que muitas pessoas ainda possuem por meio de atividades 
informativas e culturais. 
 
1.4 METOLOGIA 
 
Este presente trabalho teve como metodologia de pesquisa bibliográfica, 
estudos de caso sobre o tema biblioteca, e aos temas relacionados à cultura e 
educação através de informações e levantamento de dados, além de visitas e 
levantamentos em geral do sítio, que vão de estudos de topografia á estudos 
acústicos para validar e desenvolver a melhor proposta, juntamente com a 
verificação das normas vigentes para a melhor conjuntura e funcionalidade da 
proposta. 
 
 
 
15 
 
 
1.5 CRONOGRAMA. 
 
 
 
Atividades JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Escolha do tema 
Introdução,objetivo,justificativa 
E metologia. 
 
Conceituação do tema 
Histórico do tema 
Estudo de caso 
Estudo do terreno 
Estudo do sistema viário e acessibilidade 
do local 
 
Estudo de normas e legislação 
Pré entrega TFG 1 
Estudo das formas e croquis do projeto 
Programa de necessidades 
Fluxograma 
Estudo preliminar 
Plantas baixas 
Elevações e cortes 
Memorial justificativo e descritivo 
Entrega TFG 1 
 
Cronograma De Atividades 
16 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Atividades JAN FEV MAR ABR MAI 
Reentrega do caderno corrigido 
Fase projetual 
Fase projetual 
Fase projetual 
Fase projetual 
Fase projetual 
Fase projetual 
NP2 
Fase projetual 
Fase projetual 
Fase projetual 
Banca Final 
--- 
--- 
--- 
--- 
--- 
--- 
Cronograma De Atividades 
17 
 
 
2.0 CONTEXTUALIZAÇÃO E CONCEITUAÇÃO. 
 
 
 
A história da biblioteca está diretamente ligada a história dos registros de 
informações, sendo praticamente impossível destacá-la em um conjunto próprio ou 
amplo, na medida das produções de registro informativo, o homem desenvolveu 
sistemas tão rudimentares quanto a informação registrada. Para não perder tal 
informação tão preciosa, era preciso reter a informação sobre algum suporte 
concreto, logo tornou-se imprescindível a preservação desses suportes informativos, 
não só a preservação mas também sua organização. Quanto mais documentos 
produzidos, maior e necessidade e exigência de um controle. A resposta a grande 
explosão informativa do século XX foi a utilização do computador para ordenar a 
informação registrada. Ou seja, quanto mais a humanidade gerava documentos, 
mais os profissionais especializados no controle da informação buscam instrumentos 
e técnicas que permitem a cada pessoa encontrar o dado que busca. (MILANESI, 
1983) 
Reis antigos, nessa fase da história usavam placas de argila para registrar o 
conhecimento obtido, gravando nelas as inscrições que foram umas das primeiras 
formas de escrita. O conjunto dessas placas de argila pode ser percebido como uma 
biblioteca. Arqueólogos descobriram em Ninive cerca de 22 mil placas, que estavam 
ali desde o século VII a.C. (MILANESI, 1983) 
Um dos principais avanços da escrita foi a utilização do papiro que 
diferentemente das placas de argilas eram mais leves e permitiam reter uma maior 
quantidade de informações, posteriormente o papiro foi substituído pelo pergaminho, 
pele de carneiro ou de outros mamíferos que eram tratadas de uma forma que 
podiam ser enroladas como o papiro. Apesar da importação do papiro ser bastante 
onerosa e a fabricação do pergaminho também cara, havia uma produção literária 
que permitia a formação de acervos, ou seja, bibliotecas. O Museion de Alexandria 
(figura 1) é sempre lembrado como uma espécie de centro cultural, uma casas de 
sábios, supõe-se que chegou a reunir 500 mil volumes, essa biblioteca foi destruída 
em 47 A.C, mas a ideia da formação de acervos estava latente nos sábios e persistiu 
inclusive em Roma, onde no ano de 370 existiam 28 bibliotecas públicas. 
(MILANESI, 1983) 
18 
 
 
 
FIGURA 1 - Museion de Alexandria o maior acervo da época 
 
Fonte:http://www.crystalinks.com/libraryofalexandria.html 
 
 
 
Na idade média as abadias foram o grande repositório literário, mas não só 
os religiosos arquivavam manuscritos, reis e outros personalidades de destaque 
começavam a produzir progressivamente uma pequena coleção particular, as obras 
literárias eram caras e só os mosteiros a produziam, e os homens que possuíam 
grande poder e um grande potencial aquisitivo possuíam um livro. (Milanesi, 1983) 
O surgimento de universidades acelerou a produção de manuscritos, onde 
as obras produzidas podiam ser consultadas, mas nunca retiradas de seu local de 
leitura, a propagação do papel no Ocidente no século XVI barateou as cópias 
manuscritas, um passo mais que significativo na história. A partir dessa época 
permitiu-se que o pensamento humano registrado pela escrita chegasse a um 
número consideravelmente maior de pessoas, os livros deixaram de ser produzidos 
caligraficamente pelos religiosos volume a volume, e passou a ser produzido por 
oficinas barateando e acelerando o processo. Esse fato determinou profundas 
mudanças na história do pensamento humano, a circulação de idéias se difundiu e 
http://www.crystalinks.com/libraryofalexandria.html
19 
 
 
 
deu um salto além do imaginado, definitivamente as bibliotecas saíram dos muros de 
conventos e chegaram a um enorme número de pessoas, literalmente deixaram de 
ser tesouros para se tornarem serviços e os livros perderam o seu valor material 
para se tornarem material de consumo, tornando-se domésticos.os cidadãos 
começaram a formar pequenas coleções em suas casas como formavam os reis pré- 
Gutenberg. (Milanesi, 1983) 
Grandes coleções pertencentes ao estado ou a igreja, eram repositórios 
quase sempre preciosos, onde se conservavam obras raras, tesouros que mais 
davam a grandes bibliotecas a função de museus entendidos como um mostruário 
histórico, a Revolução Francesa tirou os livros das mãos dos nobres e colocou a 
disposição da grande maioria, já no século XX, a Revolução Russa mudou as 
estruturas econômicas daquela sociedade, estabeleceu uma nova prática para o 
ensino e o acesso à informação. Lenin estabeleceu uma política de modificação no 
acesso a informação e isso logo proporcionou um grande desenvolvimento no setor, 
essa tendência se esclareceu a partir do século XIX e veio no seio da Revolução 
Industrial. A biblioteca/Museu deixou de ser a única possibilidade de coleções 
públicas, passando a existir a Biblioteca Serviço oferecida ao público. Essa 
tendência foi se espalhando no rastro da expansão do operariado, logo uma nova 
biblioteca com uma função educativa, caracterizada como um presente filantrópico. 
(Milanesi, 1983 e Oliveira Zita Catarina, 1994)Logo no limite do século XX se sobrepôs a idéia de biblioteca como uma 
forma de organização do saber, apresentou para ela uma nova função que era a de 
sistematizar o acesso as informações. Ter dados a disposição, funcionalmente, 
passou a ser uma necessidade, a informação passou a ser um bem acumulável e de 
valor inestimável, “Um homem bem informado vale por dois”, saber e poder 
passaram a ter uma direção visivelmente paralela. (Milanesi, 1983) 
Em 1971 as bibliotecas públicas foram praticamente transformadas em 
bibliotecas escolares, é nesta data que as pesquisas passaram a se construir num 
comprometimento escolar e como as escolas não dispunham de bibliotecas com 
condições mínimas de uso, as bibliotecas públicas sempre um puco melhores 
passaram a receber os estudantes, daí nascia a necessidade de adaptar a velha 
biblioteca pública a essa nova demanda. A primeira medida foi a compra de obras 
adequadas, antes dessas modificações a biblioteca pública era uma iniciativa de 
20 
 
 
 
claras intenções e uma delas era aprimorar a vida cultural do município ou até 
mesmo estimular a leitura. Depois ela passou a ser um serviço prestado aos 
estudantes que não possuíam o devido acesso as informações ou que não tivessem 
condições de ter esse tipo de matéria em casa, ou seja, de grosso modo uma 
espécie de ajuda aos alunos mais carentes. (Milanesi, 1983) 
Assim as bibliotecas começaram a ganhar certo prestígio e foram sendo 
vistas com outros olhos, foram claramente vistas como instituições de grande 
utilidade. (Milanesi, 1983 e Oliveira Zita Catarina, 1994) 
Essa transformação alterou a idéia de biblioteca pública, e através de 
medidas oficiais se deu um novo papel a ela. Como seria inviável para os 
administradores construir tanto bibliotecas escolares quanto bibliotecas públicas em 
condições adequadas de uso e funcionamento, pelas contingências, escolarizou-se 
a pública, dentro de todas as exigências escolares essa adaptação foi bastante fácil 
daí o fato comum da baixa freqüência à biblioteca, os próprios pais suprem as 
necessidades de seus filhos sem que eles precisarem passar pelo dissabor de 
enfrentar um serviço público. (Milanesi, 1983 e Oliveira Zita Catarina, 1994) 
Não existe uma relação entre as bibliotecas particulares ricas e bibliotecas 
públicas pobres, uma não tem relação com a outra, a particular é espontânea e vem 
do desejo de posse e acúmulo de conhecimento, já as públicas requerem um 
esforça coletivo fundamentado na idéia da utilidade, na construção de um bem para 
ser utilizados por todos sem nem um tipo de discriminação. (Milanesi, 1983) 
As bibliotecas variam em suas organizações, em 1937, com a fundação do 
Instituto Nacional do Livro, no Ministério da Educação e Saúde, pretendeu-se criar 
um incentivo maior as bibliotecas em forma de colaboração com iniciativas já 
tomadas. Tal medida que posteriormente teve continuação propõe um ponto de 
reflexão: “Em que medida o Estado, efetivamente, poderá atuar de forma útil para o 
desenvolvimento das bibliotecas?”, no Brasil sempre estiveram diretamente ligadas 
as escolas tendo também um forte desempenho a igreja católica. Na medida em que 
os governos foram criando escolas públicas, parte da responsabilidade em relação 
as bibliotecas transferiu-se para o poder público sempre e escandalosamente 
confundidos com repartição pública e com a carga negativa que ela carrega, 
prefeituras e municípios também eram encarregados de formar novas bibliotecas, 
existindo em quase todos os municípios do Brasil, algumas apenas sendo um 
21 
 
 
 
empreendimento ou apenas nominalmente de alcance tão curto que se torna difícil 
enquadrá-lo não só como pública, mas também como biblioteca. Outras têm 
somente função de cartão de visita, apenas um dos muitos pontos turísticos de 
algumas cidades, isso por culpa de uma má administração de prefeitos literários. 
Atrás de uma biblioteca imponente há um administrador correspondente, e existe 
ainda uma terceia possibilidade, que são associações civis que organizam em torno 
de uma biblioteca. (Milanesi, 1983) 
“Faltam dados claros sobre a situação da biblioteca pública no Brasil, Por 
isso, torna-se difícil fazer análises. Ao lado de algumas estatísticas encomiásticas, 
jaz uma instituição precária, fragmentada, e que não cumpre o que se poderia 
esperar dela.” MILANESI, Luis, O que é Biblioteca, 1983, pág 60 e 61. 
Não se sabe ao certo quantas bibliotecas públicas estaduais coordenariam 
um conjunto, promovendo aquilo que é essencial. Cabe aos municípios desenvolver 
e aplicar recursos para a manutenção e desenvolvimento das bibliotecas públicas 
locais. Não se sabe qual é o nível de investimento das prefeituras, no entanto se 
julgarmos a situação vemos que não se aplica muito nesse setor, já que sempre foi 
encarado como supérfluo comparado a outros problemas. Há casos em que o 
orçamento é liberado para as bibliotecas públicas, mas essa verba acaba sendo 
remanejada para outros setores, isso quer dizer que esse serviço não recbe do 
poder público a devida atenção que deveria receber. (Milanesi, 1983) 
“Treinamento de bibliotecários enfatizavam o aspecto técnico do trabalho da 
biblioteca, a sua organização. Bibliotecários do interior quando recebiam 
treinamento, muitas vezes visitavam a Biblioteca Nacional e as bibliotecas dos 
ministérios, o que gerava neles dois tipos de reação: complexo de inferioridade ou 
desejo de ter uma biblioteca semelhante para trabalhar.” OLIVEIRA, Zita, A 
Biblioteca Fora Do Tempo-São Paulo- 1994, pag 117. 
“Isso sugere que se pergunte se é viável estabelecer um padrão mínimo 
para as bibliotecas públicas. Ou seja, qual é o numero de livros e área para uma 
determinada cidade. No Brasil as características dos municípios variam de tal forma 
que um padrão correria o risco de parecer insensato. As necessidades de um 
município do interior do Piauí são diversas de uma localidade paulista. 
Arbitrariamente poderia ser dito que uma população de 50 mil habitantes deveria 
contar com uma biblioteca de 10 mil, 15 mil ou 20 mil volumes. Em teoria quanto 
22 
 
 
 
maior for à disponibilidade de informação para um determinado meio, mais 
beneficiado ele será. No entanto, as bibliotecas, apesar de sua precariedade, têm 
uma procura abaixo de suas possibilidades de atendimento. Ou os serviços 
oferecidos são muito ruins- e então rejeitados- ou não existe mesmo a necessidade, 
o que é raro. De qualquer forma, não há notícia de mobilização popular e protesto 
público contra a indigência das bibliotecas. É mínima a parcela da população que se 
utiliza delas. Quase sempre são os estudantes, fazendo seus deveres escolares de 
acordo com as exigências dos professores. Nesse caso, qualquer infra-estrutura 
basta: o prédio pode ser inadequado, o acervo medíocre, a atendente semi- 
analfabeta, a desorganização geral. Aliás, isso tudo não é estranho às bibliotecas 
públicas brasileiras”. MILANESI, Luis, O que é Biblioteca, 1983, pág 62, 63. 
O cultivo de informações no país, apesar de relativamente pequena encontra 
na biblioteca um estreito canal pelo qual é reduzido o fluxo. Os livros compõem 
aproximadamente a totalidade do acervo. Recursos audiovisuais não foram 
vinculados aos acervos como deveriam. Vídeos, filmes são bastante raros, e isso 
talvez pela contradição fatal de ter um acervo livresco que possa cogitar o cultivo 
editorial do país. “como ter disco se falta livro”? (Milanesi, 1983) 
“O desenvolvimento de bibliotecas públicas como instrumento de 
disseminação da leitura, não apenas literária, mas também utilitária destinada a 
fornecer subsídios à vida profissional.” OLIVEIRA, Zita, A Biblioteca Fora Do Tempo- 
São Paulo- 1994, pag 112. 
A biblioteca pública é vista como museus de livros servem para revelar a 
coleção morta, praticamente inútil. São depósitos na maioria das vezes mal 
cuidados, entregues ao mau humor de funcionários públicos, que porfalta de um 
mínimo de habilitação, abrem e fecham as portas e assinalam os empréstimos. São 
raras as bibliotecas que contam com funcionários catequéticos que trabalham junto 
com a população para melhorar o funcionamento do sistema de informação que é a 
biblioteca pública. (Milanesi, 1983) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
23 
 
 
 3.0 Estudos de caso 
 
 
 
3.1 - Biblioteca de Santo Domingo – Medellín, Colômbia. 
 
 
 
 
FIGURA 2 E 3- localização macro e micro. 
 
Fonte: retirada de wikiarquitetura- adaptada 
 
 
 
Localização. 
 
“O projeto está localizado em uma das colinas que foram afetadas pela 
violência desde os anos 80 por causa da rede de tráfico de drogas que atua 
na cidade de Medellín. Ele faz parte do programa o plano do governo social- 
mestre para dar igualdade de oportunidades econômicas e sociais para a 
população”. (Vitruvius-El arte en la arquitectura de hoy hacia mañana, 2008). 
 
 
 
 
 
 
 
Biblioteca de Santo 
Domingo 
Biblioteca de Santo 
Domingo 
Fonte:Google maps- 
adaptada 
24 
 
 
O programa pediu um prédio com biblioteca, sala de treinamento, sala de 
administração e auditório em um volume único. A proposta era a fragmentação do 
programa em três grupos: a biblioteca, os quartos, e o auditório; em seguida, juntar- 
lhes em uma plataforma inferior que permite flexibilidade e autonomia, melhorando a 
participação das pessoas, considerando cada volume opera de forma independente. 
Medellín é geograficamente montanhosa. (Vitruvius-El arte en la arquitectura de hoy 
hacia mañana, 2008). 
 
A cidade está situada no norte dos Andes, um dos locais topograficamente 
quebrados da Colômbia. Sua principal característica é dada por suas montanhas, 
esta é a geografia que define a identidade é a imagem da cidade, que os seus 
habitantes tomam como uma identificação. 
 
A cidade é composta por uma emaranhada rede de trilhas, um fruto do 
deslocamento na topografia em declive. O projeto está organizado em duas 
estruturas: O primeiro dos edifícios, a paisagem (rochas) e o segundo para uma 
plataforma que integra e transforma o seu baralho em um gazebo quadrado com 
vista para o vale, assim, com a construção reforça o conceito de lugar de encontro, 
multiplicando conexões para a reunião, e permitindo-lhe desenvolver-se como um 
ponto de referência (figura 4). 
FIGURA 4-contexto da edificação e entorno. 
Fonte: https://pt.wikiarquitectura.com/index.php/Biblioteca_Espanha_em_Medell%C3%ADn 
 
 
25 
 
Conceito. 
 
Mais de um edifício, o que é proposto é a construção de uma geografia 
operatório que é parte do vale como um mecanismo para a organização do 
programa e a área, destacando assim escondida parcialmente resolve os contornos 
irregulares de montanha, e não como metáfora mas como uma maneira organização 
do espaço no lugar, dobrado e cortado edifício como as colinas(figura 5). 
 
O Diagrama Trata-se da evolução do partido. Como está situada em uma 
região montanhosa, o partido adotado foi a forma de uma rocha, que começa com 
uma forma simples na coluna 2B e acaba na grande e final forma 2R que é a grande 
rocha propriamente dita. 
 
FIGURA 5- Diagrama de pensamento ideológico / conceito em andamento. 
 
Fonte: https://pt.wikiarquitectura.com/index.php/Biblioteca_Espanha_em_Medell%C3%ADn 
26 
 
 
 
Um edifício paisagem que redefine e tridimensionaliza a estrutura dobrada da 
montanha como forma e espaço, daí surge a sua estrutura fim, negando a idéia de 
paisagem como pano de fundo e aumentar a ambigüidade edifício - paisagem. 
 
Este terreno montanhoso é característico de Medellín, e é essa imagem de 
cidade que aponta a proposta, como parte da paisagem que inspirou a construção. 
 
 
Figura 6 e 7- Cortes para demonstrar formas, alturas, níveis e topografia. 
 
 
 
Figura 6 
 
10 30 40 
Legenda: 
1- Salas polivalentes e entrada para o auditório. 
2- Salas de informática. 
 
3- Sallas destinadas a atividades culturais. 
4- Academia. 
Fonte:https://pt.wikiarquitectura.com/index.php/Biblioteca_Espanha_em_Medell%C3%ADn-Adaptada 
4 
3 
2 
1 
27 
 
 
 
 
Figura 7 
 
 
10 30 40 
 
 
Legenda: 
1 Auditório 
 
 
2 Primeiro nível 
 
 
3 Segundo nível 
 
 
4 Terceiro nível 
 
5 Quarto nível 
Fonte:https://pt.wikiarquitectura.com/index.php/Biblioteca_Espanha_em_Medell%C3%ADn-adaptada 
 
 
O programa de necessidades aponta para um edifício, biblioteca, salas de 
formação, sala de exposições, administração e auditório, em um único volume. 
 
A organização proposta era fragmento apresentou o programa em três grupos 
e integrá-los através de uma plataforma mais baixa, permitindo uma maior 
28 
 
 
 
flexibilidade e autonomia na sua utilização, de modo a que haja uma maior 
participação da comunidade como cada volume pode operar independentemente. 
 
O primeiro nível Este andar está ocupado por uma sala polivalente que é 
acessada através de um hall de entrada e também é inteiramente dedicado à 
Biblioteca, incorporando nele um parque infantil para as crianças mais jovens 
aprenderem brincando. Este nível, e perto da entrada da biblioteca é da recepção., 
onde você pode ver as escadas que levam para os próximos níveis. Segundo nível 
Aqui foi localizado uma sala chamada "Meu bairro”, onde as pessoas locais podem 
se unir para expor diferentes experiências e pontos de vista, ou tentar encontrar 
soluções em uma área onde a pobreza e a violência assombra a maioria dos 
vizinhos. A este nível, três lojas foram adicionadas e também ficam as salas de 
informática, Terceiro nível foi dividido em duas salas de aula, onde há classes de 
treinamento, e quarto nível repita em ambos os pisos de grandes salas dedicadas a 
conferências, palestras, exposições e todos os tipos de reuniões relacionadas com a 
cultura e a erradicação da exclusão social. Voltando ao primeiro nível à esquerda do 
centro se encontra o café e auditório com capacidade para 179 pessoas. Segundo 
nível este nível estava na sala e colocou uma loja onde as dependências são 
tratadas com luzes e som quando um evento ocorre. Este volume ocupará o 
auditório para o terceiro nível, que termina com o telhado embalado para uma 
otimização do uso. O quarto nível é ocupado por uma academia. O parque tem 
também um anfiteatro ao ar livre ambiente e atmosfera. Além de construir um edifício 
icónico que era reconhecível a partir do vale, a outra premissa era desenvolver um 
edifício descontextualizado para o usuário e levá-lo para fora de sua relação com o 
seu ambiente imediato da pobreza, a construção de uma lembrança quente e, a 
partir de entrada de luz em cima, que por sua vez permitiu um ambiente adequado 
para estudar e ler. É por isso que o edifício parece timidamente para a cidade 
através das pequenas janelas que sugerem que a relação com o vale, deixando a 
luz penetrar no topo. 
 
Estas aberturas são organizadas sem plano aparente, e do lado de fora eles 
parecem uma espécie de metal brilhante incrustado na pedra. A disposição das 
29 
 
 
 
janelas não relacionado com a hierarquização, o que é possível graças à separação 
entre a "pele”, e os "ossos" de cada edifício (figura 8). 
 
 
 
FIGURA 8- Esquema de separação de “pele” e “ossos” da edificação 
 
 
 
Fonte: https://pt.wikiarquitectura.com/index.php/Biblioteca_Espanha_em_Medell%C3%ADn 
 
 
 
 
 
Estrutura. 
 
O projeto está organizado em duas estruturas: A primeira é composta de 
rochas artificiais, edifícios verticais como objetos que organizam o programa em três 
seções cujas estruturas são independentes para cada volume, para isso o projeto 
propõe uma estrutura de apoio duplo, o primeiro formadas por uma membrana 
metálica que é o braço articulado auto apoia a pele exterior e com a placa de painéis 
de luz chapeado e uma segunda estrutura de concreto moldado compreende volume 
30 
 
 
 
interno está a pele se dilatam para permitir que a luz do dia a segunda é composta 
da plataforma onde as rochas sãoamarradas edifícios, compostos por uma estrutura 
mista de colunas de aço preenchidos com concreto e gabião retenção de parede de 
pedra e concreto nas costas. (Archidaily- biblioteca parque espana Giancarlo 
Mazzanti, 2008) 
 
Como afirma o arquiteto; "O sistema de construção é um mecanismo que nos 
permite construir e definir os objetivos ou ações que buscam, neste sentido, o 
sistema de construção serve e não se destina a ser um elemento estrutural da 
verdade: você sair do modelo de profundidade em que a estrutura deve responder à 
imagem do edifício, bem como a estrutura é liberado a partir desta carga de verdade 
e se desenvolve como um mecanismo de usar o que realmente nos interessa é a 
forma como a comunidade utiliza e vê seu prédio. O projeto deve ser socialmente útil 
e não simplesmente um objeto que afirma noções de autenticidade como a única 
maneira correta de fazer e experimentar a arquitetura." (Archidaily- biblioteca parque 
espana Giancarlo Mazzanti, 2008) 
 
 
Materiais 
 
Sua estrutura tem sido utilizada principalmente de ferro e concreto. Exterior- 
Cobrindo as lajes de ardósia exteriores foram utilizados, com 30 % de óxido de 
folhas pretas que cobrem Super -Board. No deck de madeira e pisos de pedra. 
Acrílico grande amarelo, verde e vermelho, indicar e destacar o papel que se 
desenrola dentro de cada um dos módulos. Interior-Parte dos pisos interiores são de 
pedra também combinado com diferentes vinis colorido. (Archidaily- biblioteca 
parque espana Giancarlo Mazzanti, 2008) 
 
Para delimitar as diferentes áreas de ensino têm sido utilizados vidros 
laminados com resinas coloridas dentro e diferentes facetas de madeira, tais como 
cobre parte da biblioteca. (Archidaily- biblioteca parque espana Giancarlo Mazzanti, 
2008) 
31 
 
 
 
FIGURA 9- Representa o contexto da edificação, o bairro pobre e violento onde foi 
implantada de um lado, e a biblioteca de outro, uma edificação nobre com um grande intuito social e 
educativo para reduzir ou amenizar a criminalidade na região. 
 
Fonte: https://pt.wikiarquitectura.com/index.php/Biblioteca_Espanha_em_Medell%C3%ADn 
 
 
 
FIGURA 10- Fachadas e volumes da biblioteca de santo domingo. 
Fonte:https://pt.wikiarquitectura.com/index.php/Biblioteca_Espanha_em_Medell%C3%ADn 
 
 
 
 
 
 
 
 
32 
 
 
 3.2 Biblioteca Paulo Freire – Paraná - Brasil. 
 
FIGURA 11 - Localização. 
Fonte: Google maps adaptada 
 
 
A construção da nova biblioteca do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), junto às 
ruínas do Bloco 1(figura 13) dos antigos alojamentos dos construtores de Itaipu teve 
o objetivo de registrar a história da hidrelétrica ao preservar física e metaforicamente 
a situação na qual o PTI iniciou a sua ocupação na área (figura 14) , explicitando a 
espetacular revitalização que os antigos barracões dos barraqueiros sofreram após a 
criação do Parque. 
 
Materiais conhecidos, soluções diferentes. 
 
Entre as diretrizes que pautaram a construção da biblioteca está a adoção de 
sistemas construtivos industrializados, especialmente para a execução da estrutura. 
A preocupação era racionalizar os recursos e garantir a execução precisa das 
características principais do projeto. Para a estrutura principal da biblioteca optou-se 
pelo uso de peças de concreto pré-moldado. As lajes pré-fabricadas adotaram 
componentes de isopor. (Archdaily Biblioteca Paulo Freire, 2014) 
FIGURA 13- Bloco 1, dos antigos alojamentos 
Biblioteca Paulo Freire 
33 
 
 
 
 FIGURA 12 
 
Fonte:http://www.archdaily.com.br/br/759196/biblioteca-paulo-freire-3c-arquitetura-e-urbanismo 
 
Na montagem da laje, as vigotas são dispostas espaçadamente, e nesses 
espaços são colocados elementos leves de enchimento no caso, as peças de isopor. 
Além de serem mais leves que o concreto, o material também tem baixa 
condutibilidade térmica, e por isso o sistema contribui para o conforto térmico do 
prédio. Sobre as vigotas, foi feito capeamento de concreto e posteriormente 
impermeabilização com manta asfáltica. (Archdaily Biblioteca Paulo Freire, 2014) 
 
Para atender aos trechos da estrutura que precisavam vencer pequenos vãos, 
os pilares e vigas chegaram prontos ao canteiro. Já as vigas necessárias para 
vencer os vãos maiores, que chegam a 12,3 m, utilizaram protensão e foram pré- 
moldadas no próprio canteiro, para facilitar o transporte e a montagem. O pé-direito 
no edifício varia entre 3,1m (na área administrativa) e 5,9m (no salão principal, 
abaixo da estrutura de madeira). (Archdaily Biblioteca Paulo Freire, 2014) 
 
A maior parte dos elementos estruturais de concreto foi mantida aparente, 
recebendo apenas tratamento para recuperar partes danificadas durante a 
instalação ou nos locais onde foram chumbados os ganchos para içamento das 
peças a construção transcorreu no período de pouco mais de um ano a partir da 
contratação da Tarobá, empresa que concluiu a obra. (Archdaily Biblioteca Paulo 
Freire, 2014) 
http://www.archdaily.com.br/br/759196/biblioteca-paulo-freire-3c-arquitetura-e-urbanismo
34 
 
 
 
FIGURA 13 – Contexto e implantação da Biblioteca Paulo Freire 
 
 
 
Fonte:http://www.archdaily.com.br/br/759196/biblioteca-paulo-freire-3c-arquitetura-e-urbanismo 
http://www.archdaily.com.br/br/759196/biblioteca-paulo-freire-3c-arquitetura-e-urbanismo
35 
 
 
 
Prevista no Plano Diretor do PTI, a construção de uma nova edificação para a 
biblioteca traz significativa ampliação da área de acervo, pesquisa e consulta, além 
de dar suporte às atividades de pesquisa e desenvolvimento realizadas no Parque. 
Nas abordagens de todas as etapas do Plano o prédio da biblioteca sempre teve 
posição destacada. Além da importância que o próprio programa representa para 
uma instituição que lida essencialmente com desenvolvimento de conhecimento, o 
sítio escolhido para sua implantação tem simbolismo ímpar com a presença de um 
dos mais preservados registros da épica construção de Itaipu, na forma dos 
alojamentos dos barrageiros. Mesmo se encontrando em ruínas, o prédio ainda 
preservava várias das suas características originais e representava singularmente a 
história daquele local desde os anos 1970 (figura 15). (Archdaily Biblioteca Paulo 
Freire, 2014) 
 
 
FIGURA 14 - Características originais da edificação (1970) 
 
 
Fonte:http://www.archdaily.com.br/br/759196/biblioteca-paulo-freire-3c-arquitetura-e-urbanismo 
http://www.archdaily.com.br/br/759196/biblioteca-paulo-freire-3c-arquitetura-e-urbanismo
36 
 
 
 
Com a intenção de preservar esse registro e através dele deixar claro para as 
novas gerações o impacto que a instalação do PTI teve para o local, decidiu-se pela 
manutenção de parte das ruínas e a preservação das marcas do tempo sobre as 
estruturas. Assim formou-se o ponto de partida do projeto e seu conceito através do 
diálogo intertemporal do passado preservado ao futuro prometido através do 
conhecimento. (Archdaily Biblioteca Paulo Freire, 2014) 
 
A área das ruínas, após passar por um processo de limpeza e estabilização, 
vem a se configurar como a entrada principal da edificação, estabelecendo de forma 
didática o diálogo do visitante com o passado e futuro através das ações do Parque 
Tecnológico. (Archdaily Biblioteca Paulo Freire, 2014) 
 
A partir do acesso principal, a biblioteca distribui suas atividades entre salas 
de estudo, áreas administrativas, de apoio, convívio e acervo, criando sucessivas 
interfaces entre o antigo barracão e o novo prédio. A proposta busca ainda oferecer 
a maior flexibilidade possível para as atividades da biblioteca e para a organização 
do seu acervo, áreas de consulta e pesquisa. A adoção de um partido com planta 
livre na área de acervo permite a organização do espaço interno de maneiras 
diversas atendendo a demandas especiais, alterações de uso, aumento ou redução 
de áreas. (Archdaily Biblioteca Paulo Freire, 2014)Um gesto de generosidade se estabelece com o intuito de configurar a 
Biblioteca em um espaço permeável e o projeto prevê a utilização da cobertura como 
percurso para os usuários do Parque. De modo análogo ao conhecimento, a 
extensão da biblioteca ultrapassa o seu espaço físico e se integra com o exterior, 
mesmo em sua cobertura ou na disseminação das atividades da Biblioteca enquanto 
instituição nas demais áreas do PTI. (Archdaily Biblioteca Paulo Freire, 2014) 
37 
 
 
 
 
 
 
 
FIGURA 15 e 16- Representam fachadas da edificação demonstrando as novas e as antigas 
 
 
 
Fonte http://www.archdaily.com.br/br/759196/biblioteca-paulo-freire-3c-arquitetura-e-urbanismo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/759196/biblioteca-paulo-freire-3c-arquitetura-e-urbanismo 
http://www.archdaily.com.br/br/759196/biblioteca-paulo-freire-3c-arquitetura-e-urbanismo
http://www.archdaily.com.br/br/759196/biblioteca-paulo-freire-3c-arquitetura-e-urbanismo
38 
 
 
 
 3.3 – Biblioteca Central Unb – Distrito Federal, Brasil 
 
FIGURA 17 - Locaização 
 
 
 
Legenda: 
 
 
 
 
Via L2 Norte 
Via L3 Norte 
 
Fonte: Figura 18 Google maps adaptada 
 
 
A BCE (Biblioteca Central) é o órgão da Universidade de Brasília 
responsável pelo provimento de informações às atividades de Ensino, Pesquisa e 
Extensão da Universidade. Mantém um rico acervo, atendendo às demandas dos 
discentes, docentes e comunidade. Sua equipe é composta por bibliotecários, 
auxiliares administrativos, auxiliares operacionais e estagiários preparados para 
atender aos usuários, orientando-os em suas necessidades informais a Biblioteca 
Central da Universidade de Brasília foi criada, em 1962, opondo-se à tradição da 
época de múltiplas bibliotecas dispersas nas várias unidades de ensino 
39 
 
 
 
das universidades – um sistema oneroso que gerava duplicações desnecessárias de 
acervo e de processos técnicos e administrativos. (bce unb teses e dissertações) 
Em julho de 1962, a Biblioteca Central foi transferida para a Sala dos 
Papiros, localizada em um dos primeiros edifícios construídos no campus da UnB, 
atualmente ocupado pela Faculdade de Educação. Nesse período, a Biblioteca 
contava com um incipiente serviço de referência, aquisição, catalogação e registro 
de periódicos. Foi solicitado à Fundação Ford auxílio ao desenvolvimento do acervo, 
o que resultou na vinda de dois de seus consultores ao Brasil. Firmou-se então um 
convênio para um programa quinquenal, iniciado no primeiro semestre de 1963 e 
concluído em outubro de 1968, que previa, entre outros benefícios, o pagamento de 
assessoria especializada para a elaboração de um programa de especificações 
destinadas a orientar o planejamento do prédio definitivo da Biblioteca. Considerado 
um centro de subversão, em 9 de abril de 1964, o campus da UnB foi invadido pela 
Polícia Militar do Estado de Minas Gerais. Todo material passível de investigação foi 
coletado e armazenado na Biblioteca Central, a qual foi interditada e permaneceu 
fechada mesmo após a liberação do restante do campus. (bce unb teses e 
dissertações) 
Cinco anteprojetos foram elaborados pelo Centro de Planejamento da 
Universidade de Brasília (CEPLAN), entretanto não lograram aprovação do BID por 
não atenderem as regras requeridas em 1968 uma nova equipe de arquitetos do 
CEPLAN elaborou novo projeto que foi aprovado. Participaram deste trabalho os 
arquitetos José Galbinski, Miguel Alves Pereira, Jodete Rios Sócrates, Walmir 
Santos Aguiar e os bibliotecários Rubens Borba de Moraes, Edson Nery da Fonseca, 
Antônio Agenor Briquet de Lemos e Elton Eugenio Volpini construção e Ocupação 
do Prédio Definitivo (figura 19) (bce unb teses e dissertações) 
O edifício de 16.000 m², com capacidade para um milhão de volumes e dois 
mil usuários, localiza-se na Praça Maior da UnB, lugar destinado por Lúcio Costa e 
Oscar Niemeyer. A mudança definitiva da BCE para o seu prédio ocorreu em março 
de 1973. 
Nesses 50 anos, a Biblioteca Central da Universidade de Brasília tem atuado como 
um centro de integração do conhecimento e tem caminhado com o propósito de 
contribuir para a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão. Vem trabalhando 
40 
 
 
 
para manter seu acervo diversificado e para a modernização de seus serviços, a fim 
de melhor atender aos diversos segmentos da comunidade acadêmica, pois a busca 
pela excelência no atendimento às necessidades de informação dos usuários é a 
razão primeira de sua existência. 
 
FIGURA 18- Prédio definitivo da bce em construção. 
Fonte: http://www.bce.unb.br/sobre-a-bce/ 
 
 
A Biblioteca Central da UnB foi organizada em três pavimentos: subsolo 
(figura 20), térreo (figura 21) e pavimento superior (figura 22). Já nos blocos 
localizados nas extremidades do edifício principal, o arquiteto distribuiu o programa 
em apenas dois pavimentos. Os pavimentos são interligados por circulações 
verticais através de escadas, não possuindo elevadores. 
O pavimento superior do edifício central, com uma área menor que o térreo, 
destina-se ao acervo de coleções e obras raras além de áreas amplas de leitura, que 
também são utilizadas para exposições. Conta ainda com setor administrativo com 
salas para chefia e pessoal. 
http://www.bce.unb.br/sobre-a-bce/
41 
 
 
 
FIGURA 19- Planta setorizada subsolo 
 
Fonte: www.cultura.df.gov.br 
 
 
 
 
 
Figura 20- Planta setorizada térrea 
 
 
Fonte: www.cultura.df.gov.br 
1
0 
 30 40 
http://www.cultura.df.gov.br/
http://www.cultura.df.gov.br/
42 
 
1
0 
 30 40 
 
 
FIGURA 21- Planta setorizada primeiro pavimento 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: www.cultura.df.gov.br 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.cultura.df.gov.br/
43 
 
 
 
 
4.0 Análises e Localização do Terreno. 
 
 
 
 
FIGURA 22- Localização 
Fonte:Google Maps adaptada 
 
 A localização esta biblioteca será no centro da cidade do Gama DF , e com 
várias escolas em sua rota, e a execução deste prédio, pode suprir a demanda local. 
 
 
 
 
 
 
 
 
44 
 
Localização da Biblioteca atual 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FIGURA 23- Localização e entorno biblioteca pública atual 
 
 
 
 
 
 
Legenda: 
 v ia do Hospital 
 
 
 
 
 
 
 
45 
 
 
 Biblioteca entorno imediato e hierarquia de vias 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 FIGURA 24 Fonte: AUTOCAD adaptada 
 
 
 Legenda 
 
 
 via arterial 
 
 - Via coletora; 
 
 -Via local. - Estacionamentos 
 
 - Sentido do fluxo de veículos 
 - Acesso Principal. 
 
 -Acesso 
 secundário. 
46 
 
 
 
 Demonstrativo de área e topografia do terreno. 
 
Figura 25 
 
 
Fonte: Projeto AUTOCAD adaptada 
 - Terreno para estudo. 
. 
 Volumetria do terreno 
 
 
Fonte: Projeto Sketchup adaptada 
 
 
 
 
 
47 
 
 
 
 
 Ventos e Percurso . Solar. 
 
 
 
 FIGURA 26 Fonte: Projeto AUTOCAD adaptada 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Legenda: 
 
 
 
 - Terreno proposto. 
 
 
 
 - Ventos Predominantes Leste.- Outros Vent 
 
48 
 
Em relação ao clima se aproxima a um clima típico do cerrado, costuma-se 
racionalizar a informação sobre o clima de Brasília, dizendo-se que lá existem 
apenas dois períodos climáticos no ano: o seco e o chuvoso, o primeiro, de abril a 
meados de outubro e o segundo, de meados de outubro a março. Invariavelmente, o 
mês mais seco do ano é agosto. O mês mais frio é julho. No restante do ano, o clima 
é ameno e agradável, com temperatura média de 24 graus. Raramente a 
temperatura atinge 30° de máxima e 15° de mínima. O normal é oscilar entre 22 e 28 
graus. 
Durante a estação chuvosa a predominância dos ventos é do quadrante 
NORTE com variações NO (noroeste) e NE (nordeste), neste período os ventos mais 
fortes sopram do NO. A partir do mês de março, predominam os ventos na direção 
Leste. Durante a estiagem as incidências dos ventos Sul e Sudeste aumentam 
consideravelmente e no mês de março ocorre o maior número de calmarias em 
relação ao ano, como demonstrado na (figura 28). 
FIGURA 27 - Rosa dos ventos. FIGURA 28 - Rosa dos ventos. 
 
 
 
Fonte: Programa Sol-Ar analises adaptada Velocidade predominantes dos ventos 
 
 
49 
 
 Estudo Acústico. 
 
O terreno estudado é localizado setor central do Gama , e sofre um impacto 
de 87 dB, estudo produzido através Sol-Ar analises, o grande fluxo de ônibus, é 
acima do permitido pela legislação para a região. Ao longo do tempo, a exposição 
pode causar problemas de saúde, como fadiga, perturbações do sono, doenças 
cardiovasculares, perdas auditiva, estresse, distúrbios digestivos, falta de 
concentração etc, conforme demonstrado na (figura 29). 
 
. Fonte: Projeto AUTOCAD adaptado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 29 – Pontos mais altos de ruídos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
50 
 
 
 
 Uso de Solo. Figura 30 
 
 
. 
 . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Projeto AUTOCAD adaptada 
 
LEGENDA 
- Residencial -Educacional 
-Institucional. 
 _Comercial. 
 - Religioso. 
 - Misto Comercial e Instiutcional. 
 - Vazio. 
 - Terreno proposto (Misto); 
 
 
 
 
 
 
 
 
51 
 
 Gabarito de Altura. 
 
Figura 31 
 
Fonte: Projeto AUTOCAD adaptada 
Legenda: 
 - Edifício com 14 pavimentos, 
 - Edifício com 12 pavimentos . 
 - Edifício com 3 pavimentos. 
 - Edifício com pavimento térreo. 
 - Edifício com 2 pavimentos . 
 - Vazio 
 - Terreno para estudo.(3 pavimentos). 
 
 
 
 
 
 
52 
 
 Equipamentos e Mobiliário urbano. 
 
Figura 32 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Projeto AUTOCAD adaptada 
 
Legenda: 
 
 
- Semáforo (mobiliário urbano). - Parada de ônibus. (mo.urbano). 
 
- Ponto de Táxi. (mobiliário urbano). - Lixeira. (mobiliário urbano). 
 
 - Praça. (equipamento urbano) - Estacionamento. (mob. urbano) 
 
 - Hidrante. (mobiliário urbano). - Ponto de telefone público. (mob. urbano) 
 
- Instituição Financeira (Banco) . (equipamento urbano) 
 Postes de iluminação pública (equipamento urbano) 
 
 -- Banca de jornal (mobiliário urbano). 
 
- - Igreja . (equipamento urbano) 
 - Caixa coletora dos correios. (mobiliário urbano) 
 
 
 
53 
 
4.1. Legislação. 
Destinação do terreno de estudo, conforme a PDL (Plano Diretor Local) do 
Gama D.F. 
O uso permitido no terreno proposto deverá seguir as seguintes normas: 
 
Nível de restrição - R 2. permitido uso residencial, comercial de bens e 
serviços, uso coletivo ou institucional e e uso industrial; 
 
Área : 3.200,00 m². 
Coeficiente de aproveitamento: 
Área do terreno x 3,0 = 9.600,00m²; 
Taxa de permeabilidade: Área do terreno x 30% = 960.00m² 
 
Inserido no PDL, Lei Complementar Nº 728, de 18 de Agosto de 2006 
Art. 32. O Lote 1 da Praça 1 do Setor Central será destinado a equipamento 
público comunitário (Biblioteca Pública do Gama), com nível de restrição R2 
Número de pavimentos : 
Determinado pela altura máxima da edificação. 
Subsolo: Optativo para garagem ou depósitos. Obs: As rampas, escadas, 
poços de iluminação e ventilação deverão de desenvolver dentro dos limites 
do lote. 
 A área em subsolo não será computada na taxa máxima de construção. 
Sobre a cobertura somente será permitida a construção de terraço, 
caixas d'água e casa de máquinas, e não será. computada na taxa máxima de 
construção. 
Estacionamento ou garagem: 
Obrigatório 1 vaga para cada 45 m2 da área de construção. 
Tratamento das fachadas: Não será permitido avanços além do limite do lote.
54 
 
4.2 - Meio Físico/Diagnóstico: 
 
A atual biblioteca localizada na Praça 02- Área Especial - Lote. 02- Gama DF, 
não possui uma infra estrutura adequada, na área externa calçamentos totalmente 
inadequados e cheios de anomalias, já no interior da edificação muitas rachaduras 
nas alvenarias podendo até ser um sinal de recalque estrutural, amontoados e áreas 
improvisadas, conforme demonstrado nas (Fotos 01 e 02) 
Fonte: imagem produzida pelo autor 
 
 
 
 
 
 
 
Fotos 01 Fotos 02 
O sombreamento natural é um dos grandes problemas encontrados 
atualmente na área de ambiência. Como e construção da nova biblioteca será em 
um terreno vazio, a incidência solar é bastante alta. A falta de informações por parte 
das pessoas que cuidam dessa área com relação às espécies arbóreas a serem 
recomendadas para fornecer sombra de qualidade, é extremamente limitante à 
utilização adequada de espécies arbóreas para o conforto térmico em geral, na 
região de estudo nota-se a falta de sombreamento tanto pela falta de edificações 
vizinhas quanto pela falta de árvores, conforme demonstrado nas (Foto 03) 
 Foto 03 Fonte: imagem produzida pelo autor 
 
 
 
 
 
 
 
 
Falta de vegetação adequada no sítio. 
55 
 
Mapa das Fotos 
 
 
Figura 33 
Fonte: Projeto AUTOCAD adaptada 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
56 
 
 
 
5.0 SNBP - Sistema Nacional De Bibliotecas Públicas 
 
 
 
O sistema nacional de bibliotecas públicas é instituído como um órgão 
subordinado diretamente à Fundação Biblioteca Nacional (FBN), instituição 
vinculada ao Ministério da Cultura (MinC). 
Desde sua criação em 1992 trabalha de maneira articulada com os Sistemas 
Estaduais, Municipais e do Distrito Federal de Bibliotecas Públicas, respeitando o 
princípio federativo, com o objetivo de fortalecer suas ações e estimular o trabalho 
em rede e colaborativo. Sua gestão tem por premissa básica o diálogo, a 
transparência, a responsabilidade e o estímulo ao controle social, dentro de um 
modelo de gestão integrado com as Coordenações dos Sistemas Estaduais de 
Bibliotecas Públicas. 
O SNBP sugere diretrizes e apontamentos para as bibliotecas públicas onde sua função e 
uso dependem muito de escolhas em projeto, segundo esses apontamentos essa proposta 
se encaixa nesse padrão de biblioteca, que é a BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA. 
Que tem por objetivo apoiar as atividades de 
ensino, pesquisa e extensão por meio de seu acervo e 
dos seus serviços. Atende alunos, professores, 
pesquisadores e comunidade acadêmica em geral. É 
vinculada a uma unidade de ensino superior, podendo ser 
uma instituição pública ou privada. A Biblioteca 
Universitária dá continuidade ao trabalho iniciado pela 
Biblioteca Escolar. 
 
 
 
 
 
 
http://www.bn.br/portal/
http://www.cultura.gov.br/
http://snbp.culturadigital.br/sistemas-estaduais/
http://snbp.culturadigital.br/sistemas-estaduais/
http://snbp.culturadigital.br/sistemas-estaduais/
57 
 
6.0 – Proposta/ProjetoMemorial: 
 
Conforme o tema o partido arquitetônico adotado proposto, sua volumetria faz 
alusão a dois livros.Os dois abertos: um frontal com uma parte em 45º e -45º que 
será a biblioteca, e faz alusão a um livro aberto na posição vertical , e um posterior 
que será projetado o auditório, que também faz alusão a um livro aberto na posição 
horizontal e um terceiro volume proposto para instalação da caixa d’água.A proposta 
da posição deste projeto é exclusiva para iluminação e aeração do edifício. 
O programa de necessidades (Tabela 1) foi composto tendo como base os 
estudos de caso, principalmente com base na biblioteca de Medellín onde as salas 
de informática e auditório além da integração do público com o projeto foram 
decisivos para isso. No programa temos uma divisão setorial e um agrupamento foi 
realizado por funções e tarefas conforme organizado e demonstrado na biblioteca de 
Santo Domingo. 
Ainda com base no programa de necessidades o pré-dimensionamento dos 
ambientes também foi idealizado com base nos estudos de caso, mas dessa vez 
com embasamento maior na biblioteca central da Unb. 
A implantação preza pelo aconchego de um lugar calmo e tranqüilo, soluções 
simples para reduzir consideravelmente os níveis de ruídos foram adotadas, como 
massas de vegetações, as plantas baixas foram idealizadas com o intuído de fluxo 
continuo e facilitado (Figura 34 e 35), mas também tendo base o “aconchego”, um 
lugar onde o usuário sinta-se a vontade para realizar suas atividades seja elas os 
estudos ou trabalhos complexos. Composição volumétrica (Figuras 36, 37 e 38) 
 
 
 
 
 
 
 
58 
 
6.1 Ante-Projeto. 
Figura 34 
Fonte: Projeto AUTOCAD adaptada 
 
 
1º Estudo Preliminar 
 
Figura 35 
Fonte: Projeto AUTOCAD adaptada 
 
 
 2º Estudo Preliminar 
59 
 
 
3º Estudo Preliminar final 
 
 
Figura 36 
Fonte: Projeto AUTOCAD adaptada 
 
 
 
 
60 
 
7.0 Composição volumétrica 
 
Fonte: Figura 37 - imagem produzida pelo autor, utilizando o programa Revit. 
 
 
 
 
 
F
o
n
t
e
:
 
 
 
 Fonte:Figura 38 - Imagem produzida pelo autor, utilizando o programa Revit. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Fonte: Figura 39 Imagem produzida pelo autor, utilizando o programa Revit. 
61 
 
Tabela 01 - Programa de necessidade 
 
SETORIZA 
ÇÃO 
AMBIENTE ATIVIDADE ÁREA(m²) 
 
 
 
 
SETOR 
ADMINIST 
RATIVO 
Sala 
administrativa 
Sala da 
Coodernação,
Sala de 
Bibliotecarios, 
Achados e 
Perdidos, 
Atendimento. 
Processos administrativos, serviço administrativo 
interno, controle dos achados e perdidos. 
75.00m² 
 
 
Recepção 
Informação, criação de cadastros e identificação dos 
usuários. 
12.38m² 
Reprografia 
Cópias e digitalização para acervos e documentos 
administrativos 
4.28m² 
 
Subtotal por setor 
91.66m² 
 
 
 
SETOR DE 
SERVIÇOS 
Depósitos e 
DML 
Armazenamento de detritos e ou objetos, materiais de 
limpeza, e alimentos, 
6.38m² 
Carga e 
Descarga 
(VUC) 
(VUC)= veiculo urbano de carga, pequenos e 
compactos ideais para pequenas cargas. 
176.03m² 
Café e Cozinha Atendimento aos usuários 30.15m² 
Copa Uso exclusivo de funcionários da biblioteca 40.95m² 
Sala de 
Descanso Uso exclusivo de funcionários da biblioteca 
18.83m² 
Vestiários Uso exclusivo de funcionários da biblioteca 45.76m² 
Subtotal por setor 
318.22m² 
 
 
SETOR DE 
CONVÍVIO 
Área de 
acervo/ estudo 
Abrigar o acervo físico e digital além de proporcionar 
um ambiente adequado de estudos. 
 
815.89m² 
Auditório Cap. 
224 pessoas. 
Abrigar o acervo físico e digital além de proporcionar 
um ambiente adequado de estudos. 
 
191.09m² 
Gibiteca 
Proporcionar uma leitura descontraída aos usuários. 
 
51.77m² 
Acesso à 
internet Reprodução de material didático audiovisual. 
 
44.99m² 
Hemeroteca Abrigar o acervo de revistas e jornais 
36.16m² 
Subtotal por setor 
1.139,90m² 
 
 
SETOR 
SOCIAL 
Estacionamento 
Interno 
 
Abrigar os veículos de usuários e funcionários / abrigar 
depósitos em geral. 
 
811.30m² 
Hall Proporcionar espaços de convivência e lounges no 
interior da edificação. 
 
24.91m² 
Banheiros 
 
Utilização dos usuários para suas necessidades 
básicas. 
 
154.80m² 
Circulação 
vertical 
Garante acesso a todos os pavimentos da edificação. 
 
29.34m² 
Subtotal por setor 1.020,35m² 
 Área Total 2570.13 m² 
62 
 
 
 
 
 
 
 
 
8.0 - Organograma 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 IMAGEM 34 Fonte: Imagem produzida pelo autor - AutoCad 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
63 
 
 
 
 
. 8.1 FLUXOGRAMA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fluxograma IMAGEM 35 Fonte: Imagem produzida pelo autor - AutoCad 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
64 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 9.0 ESTRUTURAS: 
 
 
 
 
 
 Figura 33 
 
65 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
66 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
67 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
68 
 
 
 
 
 
 
10 – Repertório. 
 
 
 
Repertório são elementos e conceitos arquitetônicos de um ou vários 
projetos que se inserir em um projeto , nesse caso um dos elementos adotados foi a 
escada do Palácio do Itamaraty, projetado por Oscar Niemeyer, conforme (figura 44). 
 
FIGURA 44 – Escada do Palácio do Itamaraty. 
Fonte:http://www.nosnomundo.com.br/2012/09/o-jardim-suspenso-do-palacio-do-itamaraty-em- 
brasilia/ 
 
 
 
Ainda tendo como repertório o Palácio do Itamaraty os jardins suspensos 
foram mais um elemento de grande apelo visual, e não só isso questões de conforto 
climático também são proporcionados por jardins internos, microclimas são gerados 
na edificação trazendo conforto para o usuário, no projeto os jardins não foram 
utilizados dessa forma mas a intenção de conter algum tipo de vegetação no interior 
da edificação justifica essa escolha. (Figura 45). 
http://www.nosnomundo.com.br/2012/09/o-jardim-suspenso-do-palacio-do-itamaraty-em-
69 
 
 
 
FIGURA 45 – Jardins internos Pálácio do Itamaraty. 
 
 
Fonte:http://www.nosnomundo.com.br/2012/09/o-jardim-suspenso-do-palacio-do-itamaraty-em- 
brasilia/ 
 
O sistema construtivo teve como conceito o sistema do Masp que utiliza o 
concreto protendido, que basicamente o aço revestido com concreto, para obtenção 
de vãos maiores e isso permite uma seção menor de vigas e pilares porém com uma 
resistência enorme e isso é o que se busca com essa referência .(Figura 46) 
 
Figura 43 – masp em construção, estrutura aparente. 
 
FONTE: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/07.084/245 
http://www.nosnomundo.com.br/2012/09/o-jardim-suspenso-do-palacio-do-itamaraty-em-
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/07.084/245
70 
 
 
 
11.0 – Conclusões 
 
 
 
Este trabalho partiu da necessidade de uma proposta para a biblioteca 
pública, não como uma específica, mas sim no âmbito geral. 
O papel da biblioteca pública é vital e sua relevância é proporcional ao real 
valor atribuído á ela, e a toda informação útil que se pode gerar, além de atua para 
diminuir as desigualdades existentesna sociedade brasileira. 
O projeto visa tornar a biblioteca uma edificação de grande valor estético 
mas que seja também funcional, oferecendo o conforto adequado a seus usuários, 
fazendo o uso de novos materiais e novas tecnologias além de almejar ser ponto de 
referência cultural no âmbito educacional e cultural, além de se tornar mais um 
grande marco arquitetônico. 
71 
 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
LIVROS: 
ANDRADE, MÁRIO. Bibliotecas populares. Revista livro, v.2 1957. 
 
 
OLIVEIRA, Zita Catarina Prates. A biblioteca fora do tempo ; politicas 
governamentais de bibliotecas públicas no Brasil, 1937-1989. 1994. 
TESE (DOUTORADO) – UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, SÃO PAULO, 1994. 
 
 
O que é Biblioteca, MILANESI, Luis 1983, Editora Brasiliense volume 1. 
 
 
SUAIDEN, Emir J. Biblioteca pública brasileira; desempenho e perspectivas. 
SÃO PAULO : LISA, 1980. 
 
SUAIDEN, Emir J. Biblioteca pública e informação à comunidade. São Paulo 
: GLOBAL, 1995. 112 P. 
 
A Biblioteca Pública Em Contexto, José Fernando Modesto Da Silva, Editora 
THESAURUS; EDIÇÃO: 1ª (1 DE JANEIRO DE 2015) 
 
SITES: 
 
Archdaily Library Espana ,Disponívelem:<http://www.archdaily.com/2565/espana- 
library-giancarlo-mazzanti> acessado em 02/05/2016 ás 10:00 horas 
 
Archdaily Biblioteca Paulo Freire, Disponível 
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urbanismo> acessado em 02/05/2016 ás 14:00 horas. 
 
Au Educação, A estrutura do Masp, de Lina bo bardi, Disponível 
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bardi-333984-1.aspx> acessado em 10/05/2016 ás 15:00 horas 
http://www.archdaily.com/2565/espana-
http://www.archdaily.com.br/br/759196/biblioteca-paulo-freire-3c-arquitetura-e-
http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/249/a-estrutura-do-masp-de-lina-bo-
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Universidade de Basilia, biblioteca central Da Unb Disponível em: 
<http://www.bce.unb.br/sobre-a-bce/> acessado em 05/05/2016 ás 16:00 horas 
 
 
Governo de Brasília, Secretaria de estado de cultura do Distrito Federal 
Disponível em: <www.cultura.df.gov.br> acessado em 05/05/2016 ás 14:00 horas 
 
Ibram Df disponível em: <http://www.ibram.df.gov.br> acessado em 05/05/2016 ás 
22:00 horas 
 
Unicamp Disponível 
em:<http://www.iar.unicamp.br/lab/luz/ld/Arquitetural/Pesquisa/luz%20natural 
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Caminho de geografia revista on line Disponível 
em:<http://www.mundogeomatica.com.br/Publicacoes/Artigo25.pdf> acessado em 
05/05/2016 ás 20:00 horas 
 
 
UNB Brasília Repositório-Disponível em: 
<http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/10010/1/2011_MarianaArrabalRocha> 
acessado em 06/05/2016 ás 15:00 horas 
 
Téchne engenharia Disponível, Estabilidade dimensional e resistência 
mecânica, disponível em <http://techne.pini.com.br/engenharia- 
civil/208/estabilidade-dimensional-e-resistencia-mecanica-determinaram-a-madeira- 
laminada-colada-319280-1.aspx> acessado em 02/05/2016 ás 16:00 horas . 
 
 
 
Legislação Distrital isponívelem:<http://www.vordf.com.br/legislacao/distrital/indice- 
lc-df.html> acessado em 10/05/2016 ás 12:00 horas 
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http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/10010/1/2011_MarianaArrabalRocha
http://techne.pini.com.br/engenharia-
http://www.vordf.com.br/legislacao/distrital/indice-lc-df.html
http://www.vordf.com.br/legislacao/distrital/indice-lc-df.html
73 
 
 
 
Vitruvius Arquitextos, revista read, Disponível em: 
<http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/07.084/245> acessado em 
10/05/2016 ás 16:00 horas. 
 
Vitruvius Minha cidade, revista read, Disponível em: 
<http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/09.097/1881> acessado em 
02/05/2016 ás 22:00 horas. 
 
Sistema nacional de bibliotecas públicas SNBP Disponível 
em:<http://snbp.culturadigital.br/historico/ > acessado em 10/07/2016 ás 16:00 
horas. 
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/07.084/245
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/09.097/1881
http://snbp.culturadigital.br/historico/
 
 
 
 
 
 
ANEXO 1 - PRANCHAS DE APRESENTAÇÃO. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO 2 – PRANCHAS TÉCNICAS. 
 
 
 
 
 
 
 
76 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
77 
 
 
 
. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
78 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
79 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
80 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
76 
 
 
 
	UNIVERSIDADE PAULISTA- UNIP JAILSON LEANDRO DE BRITO
	BRASILIA – DF 2019
	DEDICO.
	AGRADECIMENTOS.
	Primeiramente agradeço a DEUS, por ter sido essencial em minha vida.
	Ao Professor Orientador Brunno, pela paciência e dedicação nas correções e orientações no período de aprendizado.
	Aos meus colegas de graduação, por terem feito parte desta luta, por terem me apoiado, pois sem vocês eu não teria chegado até aqui.
	Localização.
	Conceito.
	Estrutura.
	Materiais
	Materiais conhecidos, soluções diferentes.
	5.0 SNBP - Sistema Nacional De Bibliotecas Públicas
	Memorial:
	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS LIVROS:
	TESE (DOUTORADO) – UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, SÃO PAULO, 1994.
	: GLOBAL, 1995. 112 P.
	SITES:
	ANEXO 1 - PRANCHAS DE APRESENTAÇÃO.
	ANEXO 2 – PRANCHAS TÉCNICAS.

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