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4
 
 UNIVERSIDADE PAULISTA 
 EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA
 
 FERNANDO GONÇALVES GOMES
 TÍTULO
Á SEGUNDA GUERRA; ANALISANDO O PROCESSO E O COMPORTAMENTO NACIONAL.
 ARTUR NOGUEIRA- SP
 2019
 
 UNIVERSIDADE PAULISTA
 EDUCAÇÃO Á DISTÂNCIA
 FERNANDO GONÇALVES GOMES
 TÍTULO:
Á SEGUNDA GUERRA; ANALISANDO O PROCESSO E O COMPORTAMENTO NACIONAL.
Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito parcial para a obtenção do título de Licenciatura em História. 
Universidade Paulista – Polo Artur Nogueira- SP. 
Orientação : Prof. Gabriel Lohner Grof.
 ARTUR NOGUEIRA-SP
 2019
RESUMO
Os efeitos e a causa da Segunda Guerra determinaram na História o papel do conflito para aquele período do século XIX, dentre todas as lutas, existe o cenário desse conflito por ideologias, conquistas de territórios, escravização dos mais fracos, invasões, mortes entre outros. Mas o que se adquire com a Guerra, seu resultado assombroso sempre deixou vestígios de traumas e terror.
E as suas lembranças se caracteriza por confrontos de interesses, da disputa entre dois ou mais grupos distintos de indivíduos mais ou menos organizados, utilizando-se de todos os tipos de armas para tentar derrotar o adversário.
A Segunda guerra ocorreu quando grupos de diversas formas como facções políticas dentro do mesmo país (confronto interno) e entre Nações. A Segunda guerra implica em tornar público o pensamento de um Líder. No todo, houve oposição dos grupos oprimidos isoladamente ou em conjunto.
Por isso Guerra sendo um domínio ou ideologia, o nosso dever é sempre buscar a Paz.
Palavras chave: Guerras; Conflitos; Lutas Armadas; Problemas sociais.
ABSTRACT
The effects and the cause of a war have always determined in history the role of that conflict for that period, among all these struggles there is the scene of this conflict by ideologies, territorial conquests, enslavement of the weakest, invasions, deaths among others. But what you get with the War, its astounding result has always left traces of traumas and terror.
And their memories are characterized by confrontations of interests of the dispute between two or more distinct groups of individuals more or less organized, using all types of arms to try to defeat the adversary.
War can occur when groups of diverse forms as tribes, civilizations or political factions within the same country (internal confrontation), between Nations. War implies making the thought of a Leader public. In almost all cases, one can have the opposition of the oppressed groups alone or together.
Hence War being a domain or ideology, must always seek the result of Peace.
key words: Wars; Conflicts; Armed fights; Social problems.
SUMÁRIO
1.INTRODUÇÃO................................................................................................ 4
2. DESENVOLVIMENTO................................................................................... 6
 2.1 A visão da Segunda Guerra Mundial.......................................................... 8
 2.2 A perspectiva.............................................................................................. 9
 2.3 O desejo.................................................................................................... 11
 2.4 O destino................................................................................................... 14
3. SEQUÊNCIA DIDÁTICA
AULA 01.......................................................................................................... 15
3.1 Conteúdo................................................................................................. 15
3.2 Objetivos.................................................................................................. 15
3.3 Recursos.................................................................................................. 16
3.4 Etapas da aula......................................................................................... 16
-  Introdução ao tema
-  Desenvolvimento da aula
- Atividades para os estudantes
3.5 Avaliação................................................................................................. 16
4. AULA 02...................................................................................................... 17
4.1 Conteúdo................................................................................................. 17
4.2 Objetivos................................................................................................. 17
4.3 Recursos................................................................................................. 17
4.4 Etapas da aula........................................................................................ 17
-  Introdução ao tema
- Desenvolvimento da aula
- Atividades para os estudantes
4.5 Avaliação................................................................................................. 18
5. AULA 03...................................................................................................... 18
5.1 Conteúdo................................................................................................. 18
5.2 Objetivos................................................................................................. 18
5.3 Recursos................................................................................................. 18
5.4 Etapas da aula........................................................................................ 18
-  Introdução ao tema
-  Desenvolvimento da aula
- Atividades para os estudantes
5.5 Avaliação................................................................................................ 18
CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................................... 20
REFÊRENCIAS BIBLIOGRÁFICAS.............................................................. 22 
1. INTRODUÇÃO
Na linha do tempo se apresenta um guia de milhares de guerras e campanhas realizadas pela espécie humana, houve diversas participações como de reis e generais onde impuseram suas doutrinações para levarem homens e mulheres a lutarem por seus ideais.
Essas organizações militares nos apresenta uma ordem cronológica no objetivo de vencer. Esse ideal que permeia ao longo do tempo obstinado pelo desejo de querer mais, mostrar uma ambição territorial isso no diz que as batalhas eram motivadas pelo sucesso da conquista seja de liberdade ou domínio.
Nesses conflitos, sejam internos ou externos, à diversos tipos e qual a diferença desses confrontos. O grande problema é sempre o fim dela com crises, desabrigados, mortes, um efeito devastador que trás até hoje desespero. Temos tentado aprender como nos unir fazemos tratados de paz, aprendemos outras culturas, se infiltramos em países diversos para nos encaixarmos socialmente num nível de familiaridade, existem alguns pontos da guerra que fica difícil de entender pois todos fazem parte desse problema querendo ou não, mas a sombra de todo esse processo de conflitos é podemos viver isso novamente? Fica essa pergunta no ar.
 Analisando a Segunda Guerra Mundial, veremos como se trabalhou, nas tentativas de negociação diplomáticas por parte de organizações internacionais.
Segundo Sun Tzu diz: A guerra tem importância crucial para o Estado. É o reino da vida e da morte. Dela depende a conservação [footnoteRef:1]ou a ruína do império. Urge bem regulá-Ia. Quem não reflete seriamente sobre o assunto evidencia uma indiferença condenável pela conservação ou pela perda [footnoteRef:2]do que mais se preza. ( Sun Tzu,A Arte da Guerra, p.12 ), se cumprindo o objetivo da batalha que é a vitória existe os que farão o uso dessa situação. O Estado sendo o agentede controle mantém a mesma personalidade no período de calmaria, todos nesse círculo são protagonistas. [1: ] [2: O livro foi traduzido para o francês pelo padre jesuíta Joseph-Marie Amiot, que vivia na China, e publicado em 1772 com o título de Les Treize Articles (Os Treze Artigos). ] 
Na Segunda Guerra Mundial onde Hitler com seus discursos persuasivos levou milhares de pessoas comuns a lavarem as mãos de sangue, nos permite analisar sua influência e a participação da Alemanha nesse cenário. 
Segundo essa frase “a primeira vítima da guerra é a inocência (Platton, 1986.)[footnoteRef:3], quando se diz sobre medo o ato de defesa é viver; independente de quem irá morrer. [3: De Oliver Stone, o filme Platton, 1986. É considerado por vários críticos de cinema como o melhor filme de guerra já feito, tendo vencido prêmios por todo o mundo. Praticamente, quase todos os filmes de guerra que lhe sucederam tiveram-no como referência.
] 
Nesse conflito se criou um personagem, que fez dos bastidores da guerra uma História sem final feliz, revivendo aquele momento, tornando então esses contos uma novela na memória do ocorrido. 
O importante também é destacar e rever alguns eventos nesse contexto comportamental, rever as ideias , e não somente as mortes , mas analisar o processo dessa guerra, levando em conta os impactos sociais, a reação dos alemãs frente, o processo nazista de perseguições e promessas para a Alemanha.
Entender que a paz é alternativa, que nem todos buscam a união, no processo das guerras existe o desejável perfeito, portanto a esfera do conflito é conquistar. Convivemos com crises sociais, desavenças políticas e etc. Buscando informações, vou analisar alguns processos, comportamentos e concluir que a Segunda guerra foi um palco terrível, e ainda sentimos seus escombros em nosso tempo.
2. DESENVOLVIMENTO
Numa breve História das Guerras existe uma sucessão de conflitos que se iniciou com a conquista da Suméria pelo Império dos Acádios, tudo era uma novidade segundo a História, houve uma transição tribal para um conflito mais organizado, as primeiras armas provavelmente eram bastões produzidos com a ajuda do fogo, machados, adagas de pedras, lanças, além de fundas e arcos primitivos.
Com esse desenvolvimento tecnológico ao longo desses conflitos, pulamos para a civilização Micênica.
Os micênicos começaram com a utilização do ferro e do bronze para a produção dos armamentos e, por serem guerreiros, construíram muralhas bastante extensas como forma de proteger seus palácios, além dos grandes edifícios funerários, como era o caso da Tumba de Atreu.[footnoteRef:4]  [4: Publicado em 2009, Estudos de História (Vol 1), por Helena Guimaraes Campos, Monica Liz Miranda e Ricardo Faria] 
 (Estudo das História, Ricardo de moura )
É possível entender que guerra é a definição do abuso de autoridade onde alguns se tornam opositores da ideologia empregada pelo Reino, Ditador entre outros.
No século XVIII, as guerras napoleônicas foram destaques pela personalidade individual de Napoleão, o tão temido,” o tirano do mundo, o pérfido Bonaparte”. (Gazeta do Rio de Janeiro, n.° 69, 30 de Agosto de 1815). Se destacou nas guerras, sua personalidade, o seu comportamento, a sua natureza, o seu nome, a generalidade das suas lutas elaboradas, foram como vento de leste a oeste, percebe-se então o quanto se cria mitos ao longo dos conflitos, assombram-se palavras e isso é notável e importante para os eventuais conflitos, “por meio de inúmeras imagens. Desde o papão, com cujo nome as amas de leite intimidava as crianças, quando essas não queriam dormir à noite, até o «herói que a Córsega vomitou sobre a face da Europa na força de seu furor». Em todas elas, há associações a forças maléficas e a símbolos de violência, constituindo elementos da narrativa que elas pretendiam construir”.
(Citações, respectivamente, em Carta escrita por L. P. A. P a hum seu patrício da Cidade da Bahia).
O medo é inevitável, a guerra faz vítimas pois trabalha na mente e o seu êxito é tornar o inimigo imbatível, soberano, Napoleão foi um mestre nesse quesito, o terror em pessoa, ao analisarmos sua vida fica evidente que na guerra existe destaques e esses destaques nos dá a percepção da intimidade do Líder com o combate.
Destacando-se então na Segunda Guerra, houve um Líder, audacioso, astuto e será um destaque, nesses argumentos, o importante será entender a sua voz e sua participação na Grande Guerra.
Resumindo ao longo desse texto, alguns acontecimentos, dá para entender a evolução dos conflitos, do pedaço de pau para uma arma de fogo, podemos compreender o quanto a guerra se tornou mortal, portanto a Segunda Guerra teve um papel crucial na História, que foi um dos mais importantes conflitos de toda a história da humanidade. Visto que esta guerra trouxe grandes consequências econômicas, sociais e ambientais. Seus efeitos não foram somente imediatos, mas também a longo prazo. Após o seu término o mundo segue em reconstrução até os dias de hoje.
2.1 A Visão da Segunda Guerra.
Essa visão da Segunda Guerra se destaca no quesito “do comportamento humano; a organização interna dos Estados; o sistema de Estados.( WALTZ, Kenneth, 2004,p. 331). 
Podemos notar os Grandes Líderes se destacando muito mais, do que a influência do próprio Estado unificado, ou seja como representantes do território se nota a autoridade em desenvolver planos para a manipulação e conquista do demais ambientes de conflito, “a aspiração de poder por parte de várias nações, em que cada uma tenta manter ou alterar o “status quo”, leva necessariamente a uma configuração que é chamada de equilíbrio de poder, bem como a políticas que se destinam a preservar esse equilíbrio” (MORGENTHAU, 1985, p.187).
O comportamento acarreta numa consequência mundial, a preservação individual das ideologias empregadas por tais Líderes como, Hitler, Stálin e Churchill. Podemos entender que a Guerra nesse contexto é diferente pois a sociedade está refém aos acontecimentos desencadeados pela luta da supremacia.
Há diversas formas de analisar esses conflitos sociais da época, citando a liberdade que a Alemanha teve frente às ordens internacionais da época, esse diálogo nazista foi visto e não neutralizado e resultou numa epidemia mundial.
O comportamento alemão foi se estendendo ao longo do mundo, até mesmo a ideia da raça superior, que chegou em alguns países, tornando outros grupos interessados no projeto. Nessa análise então, algo sútil se disponibiliza que nos chama a atenção que mesmo com a insatisfação moral, podemos notar uma certa pressão popular em realizar o fantasioso, isso poderia ser uma forma da massa usar a força e procurar um culpado. “É profundamente errôneo representar a luta entre as potências saciadas e as insatisfeitas como uma luta entre moral, de um lado, e a força, do outro. É uma questão na qual, qualquer que seja o envolvimento moral, a política da força predomina em ambos os lados”. (CARR, 1981, p.107, 108).
Observando o cenário é fácil afirmar que a Alemanha vinha numa política de força e predominava uma amargura da Primeira Guerra por meio de tratados e consequências sociais. A moral uma vez ferida, era possível então, restaurar essa dignidade, substituindo agora o desânimo nacional, pelo ideal nazista, que era estar no pódio global, sendo uma referência mundial nos padrões gerais. 
O comportamento social foi dominado, pela sede de estar num patamar elevado de qualquer raça.
Ao analisar os fatos da Segunda Guerra, não é indicado uma autoridade acima da Alemanha, como um influenciador da paz, percebe-se que houve uma ausência de comportamento contra a guerra, ou seja, "a ausência de uma autoridade acima dos Estados para prevenir e conciliar os conflitos que surgem necessariamente de vontades particulares significa que a guerra é inevitável". (WALTZ, Kenneth, 2004,p. 235).
Em vista dessa situação, fica claro que os conflitos surgem partindo de ideias individuais, e como resultado a catástrofe.O comportamento poderia ser diferente, da qual o cidadão alemão estava inserido, mas se estendeu até uma crise onde todos estavam envolvidos.
2.2 A perspectiva.
Numa perspectiva de guerra, muda-se o olhar para uma visão de sobrevivência, inseridos agora no cenário do conflito, o comportamento da sociedade alemã, muda de acordo com as adversidades consequentes desse conflito, cogita-se que nesses bastidores era necessário o convívio com os extremos, e esse ato tornou a sociedade cúmplice dos piores crimes dessa guerra. É indiscutível que a guerra muda comportamentos humanos, conforme uma citação do filme platoon 1986, “ a primeira vítima da guerra, é a inocência’’.
Pouco sabemos dos traumas da guerra "certos acontecimentos da vida, sobre os quais não conseguimos nos pronunciar. Podemos chamá-lo, como Freud, de trauma[footnoteRef:5]" (p.137). [footnoteRef:6]Em face da realidade a guerra é um episódio de fantasia para nós, os seus efeitos são devastadores, levando em consideração o aspecto da Segunda guerra, muito se pergunta, poderia ter se evitado o pior? Analisando então, o comportamento de Hitler, depois de frustrações ao longo de sua vida, parece que o efeito social, mudou a sua ideia realista sobre as coisas, essa utopia que se criou em dominar o mundo se juntou ao ódio e ao irreal, “a doutrina judaica do marxismo repele o princípio aristocrático na natureza. Contra o privilégio eterno do poder e da força do indivíduo levanta o poder das massas e o peso-morto do número. Nega o valor do indivíduo, combate a importância das nacionalidades e das raças, anulando assim na humanidade a razão de sua existência e de sua cultura. Por essa maneira de encarar o universo, conduziria a humanidade a abandonar qualquer noção de ordem. E como nesse grande organismo, só o caos poderia resultar da aplicação desses princípios, a ruína seria o desfecho final para todos os habitantes da Terra[footnoteRef:7].“ (Adolf Hitler, Mein Kampf, p.31). [5: A primeira seção de análises, apresenta o trauma tal como exposto nos primeiros trabalhos de Freud entre 1885 e 1887.] [6: ] [7: Publicado em 1925, pela Editora Alemã, Franz-Eher-Verlag. Hitler tinha a intenção de expressar suas ideias antissemitas, anticomunistas e antimarxistas.] 
Ao se examinar esse discurso, o caos foi implacável, num contexto de ordem e falta de humanidade contra as culturas, conduziu-se o seu plano ao caos.
Na guerra os líderes submetem a massa ao irremissível, voltar ao Estado natural das coisas, não é tão fácil como no início do processo, existia meios de fugir do sistema totalitarista, colocar-se em risco era necessário para alguns da sociedade, mas não foi respeitada a decisão de se acovardar do conflito, na guerra não se foge da luta, agora como um cidadão alemão sobre a influência do caos, teria que vestir a camisa do nazismo.
No seu discurso Adolf Hitler, “Quanto mais você aspirar, mais vai crescer“
( Idem ), absorver a ideia, era essencial, o apoio moral forçoso, se fazia para expandir a ideologia nazista, muito se falava, era agora uma matéria nas escolas, o comportamento da sociedade, era multiplicar a doutrina para o maior número de fiéis ao regime.
A provável guerra estava destinada a nação alemã, as alianças fazem parte do processo de progresso, “Qualquer aliança cujo propósito não é a intenção de iniciar uma guerra é sem sentido e inútil.“ ( Idem ), o destino improvável da Alemanha na Segunda Guerra, era iniciar a guerra
2.3 O Desejo.
O famoso aperto de mão entre Hitler e Stalin, foi um conceito superficial de segurança, o Pacto Motolov, era estender as convicções sem agressões á terrenos alheios aos dois regimes, um casamento formidável, uma aliança perfeita, até quando duraria esse processo, o comportamento do público era de satisfação, mas na guerra se trabalha com o orgulho e desse orgulho se provêm o desafiador, enfrentar um concorrente tão potente e agressivo, poderia trazer elogios para Hitler, mas quando esse inimigo tem o mesmo objetivo fica claro que a luta não será tão fácil assim, remilitarizando a Renânia, seria esse o primeiro passo para sua luta, reconquistar a dignidade seria o processo mais doloroso dessa reposição territorial, do que na primeira guerra. Diferente dessa guerra agora teria o Eixo, a Alemanha fortaleceu seus laços com o fascismo italiano e com o Japão, assinando um Pacto Anti-Comintern para o combate ao comunismo; o Pacto de Aço, com a Itália; e o Pacto das Três Potências, [footnoteRef:8]assinado durante a Guerra com a Itália e o Japão. [8: Diversos nomes foram usados para a unificação dos países do Eixo, Triplíce Aliança, Pacto de Aço entre outros.] 
O plano de expansão alemão envolvia então algumas etapas, anexar a Áustria, reivindicar os Sudetos a Tchecoslováquia, não cedendo os pedidos, a guerra seria necessária. Houve então a conferência de Munique, em setembro de 1938, estavam lá representante da Inglaterra, França, sempre no discurso da paz, evitar mais uma catástrofe e perdas irreparáveis era a prioridade, sendo então cedido o anexo dos Sudetos, não foram todos que saíram felizes daquela conferência, a Tchecoslováquia se sentiu prejudicada, o clima ficou tenso.
A promessa foi feita, e logo foi quebrada pela Alemanha, além de dominar a Tchecoslováquia, voltou-se contra a Polônia.
Era necessário rasgar o Tratado de Versalhes pois dizia que Dantzig não fazia, mais parte do território da Alemanha, acordos feitos e recados dados. Era inventável que Hitler não se mante-se calmo, ao longo dessa jornada. 
A História já tinha sido narrada em seu livro, era botar em prática seu plano, mais na jornada da guerra, o inimigo é você mesmo, e descumprir acordos, nos torna conhecido diante do inimigo, aparentemente essa era ideia de Hitler ser visto pelo mundo, não como um herói, mas como o controlador. Se você observar bem, essa História de dominar o mundo ficou muito conhecida, General aos 16 anos, rei aos 20, conquistador do império mais poderoso do mundo aos 26, morto aos 33. Alexandre da Macedônia (conhecido como Iskander nas terras muçulmanas) se tornou um ícone de liderança nas lendas tanto do Oriente como do Ocidente[footnoteRef:9].” ( WEIR ,2009, p. 36 ). [9: Alexandre ficou conhecido por formar um grandioso império em um período de aproximadamente doze anos.] 
Seria esse o exemplo de Hitler, a referência das conquistas territoriais, em alguns anos expandir as fronteiras de um pequeno reino europeu até o Mundo inteiro. Fato é que em 1º de setembro de 1939, a Alemanha invadiu a Polônia e a dominou após três semanas de conflitos.
Era isso uma maneira de ofender a Inglaterra que logo declarou guerra, e em seguida a França, que logo foi dominada em 1940, em apenas seis semanas.
Ao analisar os fatos, o contexto da Segunda Guerra poderia ter sido diferente, pois com as investidas de Hitler em dominar solo inglês foi frustrado, a Segunda Guerra seria diferente se Hitler tivesse dominado a Inglaterra.
Logo sem pensar, é claro que poderia ter sido por impulso, atacar a União Soviética, acordar um gigante adormecido não era para qualquer um, mas a audácia de Hitler era evidente, a guerra era inesperada e havia consequências nisso que implicaria na perda de milhares de seus homens.
Por outro lado a Itália avançava também, os iugoslavos e gregos se tornaram reféns das investidas de Mussolini o plano até aquele momento era certo.
O fascismo que tinha chamado atenção até mesmo de Getúlio Vargas, era desnecessário por aquele momento, a ideologia era no papel, mas a guerra era na prática, não tomar conhecimento dos oponentes poderia ser fatal.
Em vista da situação de conquistas, o Japão embarcou nessa investida, na China e na Indochina, nas Filipinas e na Indonésia, passando a ameaçar, inclusive, a Austrália. As conquistas japonesas indicavam o desejo de tornar o Pacífico um oceano japonês. O resultado com suas investidas era formidável, o desejo de ser um potência mundial era tentador, e se fosse preciso se deslocaria 6.189,47 km, para tornar esse sonho uma realidade, a precisão do ataque foi perceptível,Pearl Harbor, a ilha de abrigo da marinha dos Estados Unidos estava em chamas, um resultado imediato, um golpe formidável.
Os Estados Unidos declarou guerra em 1941, agora o conflito era generalizado, a principais potências mundiais em guerra, mostrando as suas tecnologias, se evoluindo nos processos armamentista que logo mais tarde seria também um objeto de conflito entre URSS X EUA.
É difícil abordar , mas pensado numa perspectiva de momento, analiso que as guerras de Moscou e Leningrado foram terríveis, nos dados a seguir:
“Dez quilômetros de barricadas, 24.000 obstáculos antitanque e 46 quilômetros de cerca foram instalados por toda a cidade. As janelas foram protegidas para evitar que o vidro se espatifasse durante os bombardeios. No total, Moscou foi atingida 72 vezes por ataques aéreos durante a guerra, principalmente no outono de 1941, era um momento angustiante, para os cidadãos russos.[footnoteRef:10] [10: Dados tirado do site “RUSSIA BEYOND”.] 
Em virtude de tal cenário na mente do cidadão russo, frases de motivação, era frequentes, inclusive por Joseph Stálin, "O inimigo é cruel e implacável. Pretende tomar nossas terras regadas com o suor dos nossos rostos; tomar nosso cereal, nosso petróleo, obtidos com o trabalho de nossas mãos. Pretende restaurar o domínio dos latifundiários, restaurar o czarismo (...), germanizar os povos da União Soviética e torná-los escravos de príncipes e barões alemães (...). Por isso, o povo deve abandonar toda a benevolência (...), não pode haver clemência para o inimigo (...). E (principalmente) em caso de retirada forçada (...), todo o material rodante tem que ser evacuado. Ao inimigo não se deve deixar um único motor, um único quilo de cereal ou galão de combustível (...). Todos os artigos de valor, inclusive metais, cereais, combustível, que não puderem ser retirados, devem ser destruídos. Nas áreas ocupadas pelo inimigo devem organizar-se guerrilhas, montadas e a pé; devem formar-se grupos de sabotagem para combater o inimigo[footnoteRef:11]". ( Stálin, 1941). [11: Frase dita por Stálin em 1941, no conflito com a Alemanha em seu território, Stalingrado.] 
A situação era desconfortante, o inimigo alemão no seu território, lutando, avançando, ou seja na guerra é necessário, morrer como um homem, esse é o prêmio da guerra, sem benevolência somente com a razão de se vencer, de tirar do seu campo o inimigo. Mas esse inimigo, não contava com a experiência de combate a tática então usada pelos russos, foi a mesma no séc. XIX contra os exércitos de Napoleão Bonaparte. Esta pratica consistia em recuar os exércitos e a população para o interior do país, deixando um rastro de terra arrasada, ou seja, queimada e imprópria para cultivo. No seu discurso, podemos notar ele incentivando o povo, a não deixar nada, além de que a terra seria também imprópria para o uso.
O que seria um sonho no começo estava sendo um pesadelo para Hitler, que não contava com a natureza para isso, a lama, e a neve foram seus piores inimigos nesse processo, o que poderia dar mais errado? Analisando então, que de 1939-1945, foram lutas travadas, 7 anos em guerra, todas construções destruídas, cidades em chamas, milhões de perdas, qual a imagem dessa guerra que não foi comovente, Ruth, Eu me perguntava como pode acontecer a Segunda Guerra Mundial, principalmente aquele extermínio em massa, sem a participação ou omissão da maioria das pessoas[footnoteRef:12]. [12: Ruth Weiss nasceu em 26 de junho de 1924 em Fürth, Baviera, na Alemanha, uma sobrevivente da Segunda Guerra.] 
2.4 O destino.
O destino era inevitável, perdas irreparáveis, todo o sintoma da guerra poderia ter sido evitado, mas, “a maioria das pessoas realmente participam de certa forma pela omissão”.
“Erramos e continuamos errando”[footnoteRef:13]. (Anne Franklin, 1941) [13: Anne Franklin nasceu em Frankfurt, 1929, na Almenha, foi uma vítima do Holocausto.] 
Logo essa omissão, esse erro, era notável, com muitas perdas, rendições, logo a Alemanha falhava, o momento de alívio, era vencer, e estar agora livre dos riscos, isso seria um consolo. 
Mas aquele sentimento de fim estava chegando ao final, o inimigo estava vivo, então o dia D, se aproximava.
Itália se rendendo, a reconquista da França, o inimigo japonês era vencido no Atlântico, restava ainda o maquiavélico Hitler, seu personagem tinha sido criado, o mundo inteiro já sabia dos seus planos, no quesito ilustre, esse era o Fuhrer.
 Escrevia então sua História, mas não como contos, com finais felizes, nas tragédias, nos crimes, “O que pode ser dito, pode jamais ser escrito“ 
(Adolf Hitler, Mein Kampf, p.31).
O destino então, deixou uma dádiva, com toda a desordem e confusão, Hitler perdeu o controle do seu plano, e o resultado era inevitável, o fim daquela baderna. Ele agora vulnerável, o adversário era seu ego, que levou a nação á ruina. Sustentar a pressão das perdas, ser um prisioneiro de guerra e pagar pelos seus crimes, não era da sua feição.
Na guerra, nota-se muitas vezes a ignorância, a intolerância, com tudo e mais de pior que posso dizer, o Holocausto deve ser bem lúcido na mente do ser humano, Anne Frank, aquele que é feliz espalha felicidade. Aquele que teima na infelicidade, que perde o equilíbrio e a confiança, perde-se na vida.[footnoteRef:14] [14: Discurso de despedida de Anne Franklin, 1929 a 1945.] 
A Segunda Guerra foi a uma batalha do Eu, do desequilíbrio, do espantoso, do ilimitado, da intolerância, conforme é citado, perdeu-se vida por conta da cobiça, da maldade e isso deve ser sempre um exemplo para nós.
3. SEQUÊNCIA DIDÁTICA.
Etapa de 3 aulas, com a sequência didática para a turma do 2° EFII.
AULA 01. (EFII 2° Médio)
3.1 Conteúdo.
O conteúdo será desenvolvido, numa análise dos conflitos ao longo da História, principalmente da Segunda Guerra Mundial, o comportamento do público, os países envolvidos na Guerra, o processo na abordagem dos conflitos, pedidos de paz e etc, na Segunda Guerra Mundial, os discursos feitos pelos Líderes e a sociedade na perspectiva da aceitação.
3.2 Objetivos.
O objetivo é transmitir as ações que levaram a guerra, o contexto da Alemanha frente o término da Primeira Guerra, a compreensão de que a Alemanha foi livre quanto as ideologias criadas e transmitidas, como poderiam privar suas ideia para a sociedade e se haveria uma forma de refrear a ideologia nazista. O objeto também é o aluno entender como qualquer ideologia política hoje em dia poderia mudar sua concepção frente a sociedade, culturas e etnia. Se também é possível combater algumas ideias que influenciam a sociedade a intolerância em todos os sentidos.
3.3 Recursos.
Será necessário o uso de documentário:
- Hitler uma Carreira, 1977, Joachim Fest, Christian Herrendoerfer.
Para entendermos o discurso causador da agressividade social, teremos que levar em conta as palavras usadas por Hitler, isso causa perguntas, além de evidenciar as falas preconceituosas, a influência do Líder.
3.4 Etapas da aula
-  Introdução ao tema
Quando conversamos sobre Guerra, existe uma delas marcada na História, falando de guerra, quem não conhece sobre a Segunda Guerra, mas o que vem sempre a mente é o número de mortos ou que os judeus foram brutalmente assassinados, talvez o que deixamos de entender é o porque dessa Guerra, é necessário entender a mente do ser humano, e o quanto pode absorver das influências e como notar um discurso de ódio.
-  Desenvolvimento da aula
Será necessário o uso do documentário, questionar as falas, anotar o discurso de Hitler, e colocar suas palavras nos dias de hoje,” existe ainda discursos de preconceito?”, então será realizado um debate sobre ideologias políticas e suas diferenças.
- Atividades para os estudantes
Ou ser feito o debate será feito um texto sobre preconceito, “como devemos nos comportar diante de falas intolerantes?”.
3.5 Avaliação.
Serão avaliados por um questionário sobre o documentário assistido, e será feito uma apresentação em grupo com a defesa dos argumentos de Hitler.
AULA 02.
4.1 Conteúdo.
Nesse conteúdo a Guerraserá analisado, não apenas a Alemanha em sim, mas o conteúdo geral da guerra, as lutas do atlântico, pearl harbor, a URSS, a entrada dos EUA, as defesa da Inglaterra nas investidas da Alemanha.
4.2 Objetivos.
Analisar o processo da guerra, o ataque do Japão foi mesmo correto, a resposta dos EUA com as bombas de Hiroshima e Nagazaki, qual o critério do combate, tudo pode na guerra, analisar as lutas de Leningrado e Stalingrado.
4.3 Recursos.
Será necessário o uso de documentário:
- Segunda Guerra a Cores, 2009, Jonathan Martin.
Esse documentário é muito completo, pois mostra o processo geral da Segunda guerra, além de detalhes não conhecidos no meio escolar, não tem muitas cenas fortes, é didático e interessante o conhecimento da forma abordada.
4.4 Etapas da aula
-  Introdução ao tema
A Segunda Guerra foi um conflito militar que perdurou 6 anos, tomando proporções globais.
-  Desenvolvimento da aula
Será montado um mapa mental com o desenvolvimento da Segunda Guerra mundial.
- Atividades para os estudantes
Pesquisa sobre a Segunda Guerra de trás para frente, do fim ao inicio.
4.5 Avaliação.
Será feito uma atividade de rotação com cruzadinha, caça palavras e desenvolvimento de mapa mental.
Obs: Já trabalho como professor na rede estadual, essa atividade é para os alunos memorizarem o desenvolvimento da Segunda Guerra, será feito um quiz com a temática estudada e pesquisada.
AULA 03.
5.1 Conteúdo.
O dia D foi o período final da guerra, com a ajuda da FEB, a batalha de Berlim, o suicídio de Hitler, o processo final da Guerra.
5.2 Objetivos.
Entender a entrada do Brasil na Segunda Guerra, a revisão do contexto geral da Segunda Guerra Mundial.
5.3 Recursos.
Será usado um material de Histórias em quadrinhos.
- O diário de Anne Franklin em quadrinhos, 2017, por Ari Folman.
5.4 Etapas da aula
-  Introdução ao tema
Podemos entender o processo do Holocausto, lendo as Histórias das vítimas da Segunda guerra, é necessário a análise dos problemas sofridos.
Além de entender o processo final da Segunda guerra, o dia D, os países envolvidos, os números de combatentes, 
-  Desenvolvimento da aula.
Os alunos terão que usar as imagens de mapa mental e montar o processo da guerra, ao montar será feita a análise das imagens e os momentos que a imagem está mostrando.
- Atividades para os estudantes
Será desenvolvido uma charge de qualquer fase da Segunda Guerra.
Com a criação de um quadrinho, com alguma História sobre o evento. 
5.5 Avaliação.
Será feito um jogo de tabuleiro com cartolina com os principais momentos da Guerra.
E será aplicado uma prova do tema estudado.
CONSIDERAÇÕES FINAIS.
Apesar das incertezas que o futuro nos reserva, a guerra continuará a ser uma questão de poder, creio que continuaremos a assistir a guerras provocadas pela alteração de relações de forças entre atores não estatais e os estados, guerras irregulares e em, “ambiente subversivo, sem regras, sem princípios, sem frente ou retaguarda, onde os objetivos são fluidos, na boa compreensão que a única legitimidade é a do seu exercício”. (Proença, 2009.)
A única certeza que temos quanto às guerras deste século que agora se inicia é que o fator surpresa é permanente, o fluir da História e a diversidade dos cenários, pelo que “a guerra é uma constante histórica que persistirá”.
( Proença, 2009.)
“Apesar de tudo eu ainda creio na bondade humana”, ( Anne Frank, 1941), 
é possível acreditar na bondade, o homem com seus muitos problemas e impulsos sociais ainda pode produzir o remédio social universal, apesar das muitas inquietações e conflitos que o ser humano tem, cria-se a esperança da paz coletiva. Hoje em dia a sociedade se encontra anestesiada, as lutas da atualidade estão focadas num conjunto de necessidades superficiais, a agitação do dia a dia silencia a população.
O século tornou alguns eventos dispensáveis, como por exemplo a Guerra, uma fábula do passado, se fala muito de política, as maneiras corretas de ser e abordar isso na sociedade, o que aceitar ou não dos lideres políticos. 
Fazendo uma comparação com o passado, temos muito mais conhecimento, mas pouca vontade. No passado do pouco de informação, era tirado muito, a Segunda Guerra mesmo foi um palco de tecnologia enorme, o processo de inovação militar, com tanques, armas e recursos, é muito admirado até os dias de hoje. 
Revendo os acontecimentos que marcaram as épocas, isso não quer dizer que eventualmente não pode ocorrer algo, o homem está satisfeito nesse século, o entretenimento tem preenchido os pedidos que ocorreria pelos cidadãos do passado.
A Segunda Guerra marcou nossa geração "2019 não está muito longe de 1930", diz escritora judia sobrevivente do nazismo”. (WEISS, 2019.)
Não podemos deixar a História da Segunda guerra ser abafada, o mundo tendencioso pode tornar-se novamente um palco de caos assim como foi de 1939-1945. O objetivo de refrescar a memória em nossa época é evidenciar o terror, o quão rápido e talvez num estalar de dedos, tudo pode mudar.
Que a paz não seja a alternativa, mas a solução de qualquer conflito, de qualquer intolerância, que se preserve a vida, e bons momentos, não deixemos se corromper com o poder, o ódio, a cobiça, mas que possamos estar unidos, apesar da etnia ou crença, que possamos estar atentos, a não contribuir para eventos fatais que passaram despercebidos pelo sociedade alemã, e que sejamos simpatizantes do bem e embaixadores da paz.
Que nenhuma mudança social, política, cultura, venha a nos levar a um momento de caos como foi naquele período, que a Segunda guerra possa sempre ser a base, trazendo para a nossa História, as cenas, as perdas, a restruturação da vida que é objeto mais valioso em todos os tempos.
“A paz é a única forma de nos sentirmos realmente humanos”.
(EINSTEIN, Turnê no Japão, 1922).
Que a paz seja o única virtude a ser disputada pelos homens, aos sentirmos ela, que seja compartilhada e ensinada de geração a geração. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
Textuais
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Brackman, Romano Arquivo Secreto de Joseph Stalin: Uma Vida Oculta (2001) p. 341 ↑ «Historiadores russos defendem o Pacto Molotov-Ribbentrop.
Boniface, Pascal – Guerras do Amanhã, p. 122, 2001.
CANAVEZ, Fernando. O Trauma e os tempos, vol.18 no.1 Rio de Janeiro Jan./June 2015.
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DUPRET, Psicol. Esc. Educ. (Impr.) vol.6 no.1 Campinas, Junho 2002.
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GAZETA do RJ. Napoleão, Rio de Janeiro, 2015.
HITLER, Adolf, Minha Luta, Franz-Eher-Verlag, Alemanha, Julho 1925.
MAGNOLI, D. A História das Guerras, São Paulo, Editora Contexto, outubro 2006.
PAZ, José. ALBERT EINSTEIN, A FAVOR DA PAZ E DA CIÊNCIA, PGL.gal 2019. Disponível em: < https://pgl.gal/albert-einstein-favor-da-paz-da-ciencia/./ Acesso em: 14 de nov de 2019.
PROENÇA, Hélder, Guerras, Bolima, 2009.
Ruth Weiss, Os Löws – Postlúdio. Uma saga familiar judaica na Alemanha" 2019.
STALIN, de Emil Ludwig, Editorial Calvino Ltda, Rio de Janeiro, 1943.
Silva Hélio, 1942 Guerra no Continente Civilização Brasileira, 1972.
SOUM,V. Sofrimento humano em guerras causa mais trauma que ser baleado, Texto traduzido do original, Norwegian, 21 de junho de 2019.
TELO, António – «Reflexões sobre a revolução militar em curso», p. 222, 2008.
TOMÁS MAYER PETERSEN, O que você precisa saber sobre as Guerras Napoleônicas, 2019.
TULLO VEGANI, segunda guerra mundial o ambiente internacional que ameaca a paz gera a guerra e desencadeia o genocidio, 2010.
TZUN, S. Arte Da Guerra, São Paulo: Edição: Jardim dos livros, 2007.
Vídeo/ Filme.
HITLER uma carreira. Direção Joachim Fest, Christian Herrendoerfer. ALE:Cores, 1977. 1 DVD ( 156 min.).
PLATOON. Direção Oliver Stone. Estados Unidos: Cinema 86, 1987. 1 DVD
( 120min.).
SEGUNDA Guerra em cores. Direção Jonathan Martin. Estados Unidos, 2009. (13 episódios de 50 min.).

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