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* Amálgama Dental Liga de mercúrio, prata, cobre e estanho Liga de amálgama X Amálgama * Amálgama de Prata Vantagens Durabilidade Relação custo benefício Simplicidade de técnica Benefício à saúde pública Tempo Sujeito a correção Desvantagens Aspecto metálico Descarte de resíduos Necessita de retenções na cavidade Não reforça estrutura dental enfraquecida Frágil Corrente galvânica * Composição das ligas para amálgama dental Até 1960 – semelhante a composição proposta por Black em 1896: Ag: 65 – 74% Sn: 25 – 29% Cu: 0 – 6% Zn: 0 – 2% ( Ligas sem Zn ≤ 0,01 > ligas com Zn) * Composição Ag: Principal constituinte, resistência, diminui deformação plástica (creep) e aumenta a expansão de presa. Sn: Facilita a amalgamação, reduz a expansão da prata, >27% há contração e redução da resistência e dureza da liga, assim como aumento do escoamento. * Composição Cu: Substitui parcialmente a prata, contribuindo para dureza e resistência mecânica, diminuindo o escoamento e a corrosão. Zn: Agente anti oxidante. Índio e Paládio:Diminuem o creep, aumenta a resistência a compressão e diminuem a quantidade necessária de mércurio para a amalgamação, reduzem o brilho e aumentam a rugosidade superficial. * Classificação quanto as partículas Forma Irregular ou tipo limalha Esférica (< área de superfície, quantidade de Hg e endurecimento mais rápido) Mistura Tamanho: 15 – 35 µm Quanto < partícula: > lisura de superfície; mais facilidade de escultura; < corrosão; > resistência inicial; mais rápido endurecimento; > área de superfície e quantidade de Hg; e mais fase γ1 e γ2. * Classificação quanto as partículas Limalha Esférica Mistura * Classificação quanto as partículas Forma irregular ou de mistura X esférica < resistência à condensação = esférica < quantidade de Hg = esférica (< área de superfície por volume) * Composição das ligas para amálgama dental Innes e Youdelis - 1963: Adição da liga eutética de partículas esféricas Ag – Cu (71,9% Ag e 28,1% Cu em peso) a liga em forma de limalha com baixo teor de Cu - ligas ricas em cobre (6 – 30% em peso) de fase dispersa * Composição das ligas para amálgama Controlada pela especificação ISO1559 * Amalgamação e Trituração Amalgamação: Reação entre as partículas Ag – Sn da liga e o Hg. Trituração: mecânica ou manual Mistura plástica e com tempo de trabalho adequado * Amalgamação e reação de presa de ligas com baixo teor de cobre Dissolução da Ag e Sn no Hg e formação de compostos binários que se precipitam e cristalizam: Ag2Hg3 (fase γ1) e Sn7-8Hg (fase γ2) Ag3Sn ( γ ) + Hg γ1 + γ2 + γ Dureza e resistência a corrosão: Fase γ > γ1 > γ2 * Amalgamação – desenvolvimento da microestrutura do amálgama de baixo teor de cobre quando misturado com Hg Compostos binários formados com uma liga em forma de limalha * Amalgamação de ligas com alto teor de cobre Ligas de fase dispersa Fase γ + eutético Ag – Cu + Hg γ1 (Ag2Hg3) + η (Cu6Sn5)+ partículas não consumidas Ligas de composição única Partículas da liga γ (Ag3-Sn) + ϵ (Cu3Sn)+ Hg γ1(Ag2Hg3) + η (Cu6Sn5)+ partículas não consumidas * MEV- Amálgama de baixo teor de cobre (G1=gama 1, G2=gama2, P=partículas não reagidas) * Amálgama com alto teor de cobre de composição única G1=gama1, P=partículas não reagidas, H=eta * Ligas com alto teor de cobre Maior resistência a compressão inicial Menos corrosão e escoamento (creep) Melhor integridade marginal Valamento marginal * Alterações dimensionais Expansão X Contração Inicialmente contração pela dissolução da Ag e Sn e formação de fase γ1. Posteriormente expansão devido aos cristais γ1 enquanto houver Hg suficiente para plasticidade Trituração: Amalgamação mecânica favorece a contração Conteúdo de Hg: Favorece a expansão Contaminação por umidade (amálgamas com Zn) expansão tardia * Resistência Trituração: Subtriturado Supertriturado Normal Normal * Resistência Conteúdo de Hg : Presença em maior quantidade de fases mais fracas Condensação: Eliminação de Hg Porosidade: Plasticidade da mistura e condensação Velocidade de cristalização: aumenta resistência inicial * Condensação Importante na adaptação e resistência * Creep (escoamento) Maior nas ligas tradicionais Prejudica a integridade marginal Aumenta deterioração marginal Valamento marginal Bastões da fase η travam o escoamento e deformação Fase γ2 apresenta > creep Relação Hg / liga alta Valamento marginal em decorrência de microfraturas marginais * Observar recidiva de cárie na restauração em resina composta e falta de integridade marginal no amálgama sem cárie Observar manchamento na estrutura dentária e prejuízo da estética , porém sem recidiva de cárie * Relação liga - mercúrio Técnica do mercúrio mínimo ou de Eames: relação liga / Hg mínima Relação 1:1 Cápsula para ser ativada Cápsulas que não necessitam de ativação porque apresentam um pistilo no seu interior * * * * * * * * * * * *