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CAMPOS DOS GOYTACAZES
2019
ANATOMIA PALPATÓRIA
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Coluna Lombar - Osteologia
Palpação Diferencial entre os Processos Espinhosos Lombares e os Ligamentos Supra-espinhais – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DV, braços ao longo do corpo, apoiados na maca.
Terapeuta: em pé, atrás do paciente.
 O terapeuta irá, inicialmente, visualizar os processos espinhosos lombares; irá palpá-los com as polpas de seus dedos; logo após, deslizará seus dedos para os espaços interespinhosos e tentará, somente através da palpação, fazer a diferenciação palpatória entre o tecido ósseo e o ligamentar.
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Coluna Lombar - Osteologia
Processos Espinhosos – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado, com “cifose lombar” Terapeuta: em pé.
 O terapeuta palpará com a polpa de seus dedos os processos espinhosos da região lombar, posicionando-os no sulco sagital mediano, mantendo um afastamento de, aproximadamente, um dedo transverso entre eles.
 Tentará distinguir a palpação do processo espinhoso com a do ligamento supra-espinhal, posicionando a polpa de um dos dedos de sua outra mão em um espaço interespinhoso.
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Sacro
Crista Sacral Mediana – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: DV, colchão sob o quadril.
Terapeuta: em pé, ao lado do paciente.
A crista sacral mediana situa-se no eixo da prega interglútea, no prolongamento dos processos espinhosos lombares.
 
 O terapeuta palpará, com a borda ulnar de sua mão cefálica, os processos espinhosos das vértebras lombares, globalmente;
 Com a polpa dos dedos de sua mão caudal, palpará a crista sacral mediana, no mesmo alinhamento vertical de sua mão cefálica.
No nível do terceiro ou quarto forame sacral posterior termina a crista sacral mediana, e, abaixo dela, situa-se o hiato do sacro.
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Contagem dos Processos Espinhosos – Espaço Interespinhoso L4-L5 – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DL, ou em DV.
Terapeuta: em pé.
 O terapeuta irá demarcar o espaço interespinhoso de L4-L5 para poder iniciar a contagem das vértebras lombares: palpará com o indicador o ápice da crista ilíaca e manterá o seu polegar no mesmo alinhamento horizontal para encontrar, na linha sagital mediana, o espaço interespinhoso L4-L5.
 A partir dessa referência, posicionará as polpas de seus dedos nos processos espinhosos adjacentes.
Coluna Lombar - Osteologia
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Coluna Lombar - Osteologia
L5 – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DV, braços ao longo do corpo, apoiados na maca.
Terapeuta: em pé.
 O terapeuta irá posicionar as polpas de seus dedos em cada lado da crista sacral mediana).
 Deslizará os dedos, empurrando a pele do paciente, em sentido cranial, aproximando um do outro.
 Quando perceber uma barreira rígida ao deslizamento, terá encontrado o processo espinhoso de L5.
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Processos Transversos – Palpação Direta
A dificuldade de palpar os processos transversos lombares reside no fato de que estão situados profundamente à musculatura extensora da coluna vertebral.
Não podemos esquecer que o processo transverso de L1 é o mais curto e o de L5, o mais longo da região.
Posicionamento:
Paciente: em DV.
Terapeuta: em pé.
 O terapeuta posicionará, aproximadamente, três dedos transversos (em direção lateral), a partir de um processo espinhoso lombar, mantendo um alinhamento horizontal para encontrar o ápice do processo transverso correspondente.
Coluna Lombar - Osteologia
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Coluna Torácica - Osteologia
Processos Espinhosos – Palpação Global – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DV, braços ao longo do corpo, apoiados na maca.
Terapeuta: em pé.
 O terapeuta irá palpar os ápices dos processos espinhosos torácicos globalmente, posicionando as polpas de seus dedos no sulco mediano posterior da coluna torácica, mantendo um afastamento de, aproximadamente, um dedo transverso entre eles.
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Coluna Torácica - Osteologia
Processos Transversos – Palpação indireta
Vértebra Subjacente
Posicionamento:
Paciente: em DV, braços ao longo do corpo, apoiados na maca.
Terapeuta: em pé.
 O terapeuta irá posicionar, aproximadamente, dois dedos transversos, lateralmente a um processo espinhoso da região torácica média para localizar ou palpar, de forma indireta, o processo transverso da vértebra subjacente (que está abaixo).
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Coluna Torácica - Osteologia
Processos Transversos – Palpação indireta
Própria Vértebra
Posicionamento:
Paciente: em DV, braços ao longo do corpo, apoiados na maca.
Terapeuta: em pé.
 O terapeuta irá posicionar, aproximadamente, um dedo e meio ou dois dedos transversos, lateral e cefalicamente a um processo espinho torácico da região dorsal média, para localizar o processo transverso correspondente à própria vértebra.
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Coluna Torácica - Osteologia
Dicas Palpatórias
	A contagem das vértebras torácicas pode ser feita de várias maneiras.
	Uma delas é localizar o processo espinhoso de T1 e realizar a contagem, através dos outros processos espinhosos, em sentido caudal.
	Há uma outra forma de identificar rapidamente o nível vertebral: é fazer uma correspondência entre a coluna torácica e a escápula.
	Normalmente, o espaço interespinhoso situam-se no mesmo alinhamento: 
ângulo superior da escápula - T1 e T2; 
região triangular ou borda vertebral da espinha da escápula - T3 e T4; 
ângulo inferior da escápula - T7 e T8.
	Essas correlações não são exatas, já que estão na dependência de vários fatores, como alterações ou adaptações posturais, variações anatômicas e outras que também fazem parte da individualidade humana; mesmo assim, o artifício de utilizar a escápula para definir a vértebra que se está palpando é bastante prático e útil.
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Costelas
12ª Costela – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DV, braços ao longo do corpo, apoiados na maca.
Terapeuta: em pé, do lado contrário à costela a ser palpada.
 O terapeuta irá posicionar as polpas de seus dedos, aproximadamente, a dois ou três dedos transversos cefalicamente ao ápice da crista ilíaca; a partir desse ponto, irá procurar a 12ª costela; poderá encontrá-la no mesmo alinhamento vertical da crista ilíaca ou ligeiramente à frente.
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Costelas
1ª Costela – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado
Terapeuta: em pé, atrás do paciente.
 O terapeuta posicionará as polpas de seus dedos na saboneteira anatômica, lateralmente à porção clavicular do músculo ECOM.
 Vagarosamente, aprofundará a palpação, até perceber que não é mais possível aprofundá-la.
O terapeuta poderá pedir ao paciente que inspire, para tentar perceber a elevação do arco anterior da 1ª costela durante o movimento respiratório.
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Costelas
2ª Costela – Palpação Direta
Para a palpação da segunda costela, podemos usar como referência o ângulo de Louis – é formada pela junção do manúbrio com o corpo do esterno.
Posicionamento:
Paciente: sentado ou em DD
Terapeuta: em pé.
 O terapeuta iniciará a palpação pelo manúbrio, movimentando a polpa de seu dedo em sentido caudal, até encontrar um pequeno sulco transversal, que corresponde ao ângulo de Louis.
 A partir do ângulo de Louis, deslocará o seu dedo lateralmente, para palpar a cartilagem da segunda costela.
 Ao deslocar o seu dedo um pouco mais lateralmente, entrará em contato com o corpo da mesma costela.
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Esterno
Manúbrio – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado ou em DD
Terapeuta: em pé.
 O terapeuta iniciará a palpação pela incisura jugular.
 A partir dela, deslizará os dedos em sentido caudal, para palpar o manúbrio.
 Para melhor delimitar o manúbrio, o terapeuta deverá colocar quatro ou cinco dedos transversos sobre ele.
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Esterno
Palpação dos Limites Cranial e Caudal do Corpo do Esterno – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado ou em DD
Terapeuta: em pé.
 O terapeuta posicionará as polpas de seus dedos no ângulo deLouis e na borda caudal do esterno.
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Esterno
Processo Xifóide – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DD
Terapeuta: em pé.
 O terapeuta irá iniciar a palpação pela porção mais distal do corpo do esterno.
 A partir dessa referência, deslizará os seus dedos em sentido caudal até perceber ou uma pequena depressão, ou uma superfície óssea bem mais estreita que a do corpo do esterno; terá alcançado o processo xifóide.
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Coluna Cervical - Osteologia
C7 – Processo Espinhoso – Palpação Direta (Manobra Diferencial entre C7 e T1)
Posicionamento:
Paciente: sentado
Terapeuta: em pé, atrás do paciente.
 O terapeuta irá, inicialmente, visualizar a região cervical do paciente, para tentar identificar o processo espinhoso mais proeminente da região.
 Normalmente, podemos encontrar dois processos espinhosos proeminentes, que podem corresponder ao de C7 e T1; para diferenciá-los, o terapeuta posicionará a polpa de seu indicador no processo espinhoso que acredita ser o de C7, e a polpa do 3º dedo da mesma mão, um dedo transverso abaixo, aproximadamente, no processo espinhoso que acredita ser o de T1.
 Para executar a manobra de diferenciação palpatória entre eles, fará uma:
 Rotação da cabeça do paciente; perceberá que o processo espinhoso de C7 tem a tendência de rodar junto e o processo espinhoso de T1 permanecer imóvel;
 Extensão passiva da cabeça do paciente; perceberá que o processo espinhoso de C7 tem a tendência a se deslocar à frente de forma mais pronunciada que o de T1. 
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Áxis – Processo Espinhoso – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado
Terapeuta: em pé, atrás do paciente.
 O terapeuta palpará, inicialmente, a protuberância occipital externa, que é uma saliência de formato ligeiramente arredondado situada na linha sagital mediana, na escama do osso occipital.
 Descerá os dedos, no mesmo alinhamento vertical, até encontrar uma saliência óssea que corresponde ao processo espinhoso do áxis. 
Coluna Cervical - Osteologia
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C1 - Tendo como referência o processo mastóideo, o examinador deslizará seu dedo sensitivo posteriormente e em sentido caudal, para poder palpar o acidente ósseo. 
C2 - Tendo com o referência o ângulo da mandíbula, o examinador deslizará seu dedo sensitivo até a região
látero-posterior do pescoço, e pressionará para palpar o acidente ósseo. 
C3 - Tendo com o referência o osso hioideo, o examinador deslizará seu dedo sensitivo látero-posterior e posteriormente ao músculo ECOM, pressionará seu dedo sensitivo para sentir um a estrutura rígida. 
C4 - Tendo com o referência a proeminência laríngea (Cartilagem tireoide), o examinador deslizará seu dedo sensitivo látero-posterior e posteriormente ao músculo ECOM, pressionará seu dedo sensitivo para sentir um a estrutura rígida . 
C5 - O examinador localiza a proeminência laríngea e coloca um dedo inferior para palpar a base do laringe (1 dedo transverso abaixo da cartilagem tireoide). Em seguida, o examinador deslizará seu dedo sensitivo látero-posterior e posteriormente ao músculo ECOM, pressionará seu dedo sensitivo para sentir um a estrutura rígida . 
C6 - Tendo com o referência a cartilagem cricoide, o examinador deslizará seu dedo sensitivo látero-posterior e posteriormente ao músculo ECOM, pressionará seu dedo sensitivo p ara sentir um a estrutura rígida.
Coluna Cervical - Osteologia
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Coluna Cervical - Osteologia
Processos Transversos – Palpação Indireta
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Hióide - Osteologia
Hióide – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado ou em DD, com o mento elevado.
Terapeuta: em pé, à frente do paciente.
 O terapeuta iniciará a palpação pela porção central da região submentoniana, com as polpas do polegar e indicador.
 Seus dedos deslizarão sobre a região, em sentido caudal, até encontrarem uma superfície pontiaguda, que corresponde à face ventral do osso hióide.
 Sem perder contato com o osso, afastará os dedos para palpar o restante do corpo e alcançar o seu corno maior. 
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