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No livro o que é ciência, Carlos Lungarzo coloca situações para exemplificar o que é o senso comum e o conhecimento científico, ele deixa claro por meio de explicações utilizando situações comuns do dia-a-dia que por mais que essas duas coisas estejam ligadas há diferenças entre essas classes.	
O que é ciência
No livro o que é ciência, o autor Carlos Lungarzo inicia analisando o que é o conhecimento científico e o senso comum, essa análise se estende ao longo do livro detalhando e exemplificando ambos. 
No dia a dia nos questionamos a cerca de diversos casos que ocorrem, visto que ao interagirmos surgem questionamentos. Muito dos conhecimentos que obtemos são derivados do senso comum, um conhecimento mais universal.
Diferentemente do senso comum, o conhecimento cientifico ele é crítico, ele analisa as situações a fundo, o processo para obter informações é elaborado e justificado com base sólida. Para obter o conhecimento cientifico é preciso de um método, a pesquisa tem que passar por testes até que o resultado seja satisfatório. 
Ao falar sobre a ciência o autor relata que ela tem diversos significados. Usualmente ela é a atividade científica geral, todavia ela também pode significar um conhecimento científico mais específico. Ele relata que a ciência como conhecimento tem forte relação com métodos, todavia não há apenas um método para obtenção desse conhecimento. Ao surgir uma dúvida, é necessária a comprovação concreta para se denominar científico, porém há diversos métodos que podem ser utilizados para chegar ao resultado. São eles: dialético, indutivo, dedutivo, fenomenológico, entre outros.
AS CIÊNCIAS
Nesse capítulo o autor fala sobre as ciências e suas divisões, em seu primeiro momento ela é dividida em humanas e naturais, onde a primeira estuda e analisa os fenômenos relativos ao homem, e as naturais estudam os fenômenos da natureza. Por mais que elas tenham campos de estudo diferentes, há zonas que elas se sobrepõem. Do conhecimento cientifico é originado por fatos reais, sejam eles naturais ou humanos, e diante disso iniciou uma discussão a cerca da matemática. Seria a matemática uma ciência visto que ela não lida com fatos naturais nem sociais? A discussão sobre a matemática ser ou não uma ciência se estende até atualmente, alguns ainda acreditam que ela não seja, mas uma grande maioria acredita que ela se constitui uma ciência, por conta disso houve uma divisão, entre as ciências factuais (naturais e humanas) e a ciência abstrata (matemática e lógica).
As ciências abstratas são consideradas por esse nome visto que ela lida com coisas que não são concretas, assim como afirma o autor. O objeto que ela trabalha não são objetos do mundo real, essa ciência trabalha com ideias. Diferentemente dela, a ciência factual trabalha com o conhecimento, como fontes são utilizados dados reais e é necessário a experiência para comprovar o fato. Já a abstrata não é necessário que se faça observação, a única conexão que um matemático tem com a realidade é através da linguagem, que ele precisa para transmitir sua descoberta, ou até mesmo quando a matemática se envolve com outras ciências. 
Essas duas ciências se diferenciam primeiramente pelos objetos, que na factual são reais, empíricos e perceptíveis, enquanto na abstrata são ideias, abstrações, e ‘’ mentais ‘’. A segunda diferença se dá pelo fato dos procedimentos empregados em cada uma dela, enquanto na primeira a cientista lida com atividades práticas, na segunda o cientista apenas pensa ou comunica suas ideias. O método é outra diferença, visto que o matemático utiliza apenas um único método, a dedução. Enquanto os humanistas ou naturalistas utilizam além da dedução, outros métodos, tais como observação, experimentação, dentre outros. 
O autor da uma ênfase maior ao falar mais especificadamente sobre as ciências factuais, de acordo com o mesmo a ciência privilegia o estudo dela em especifico visto que há um gama maior a ser abordada. Ele explica durante o capítulo que essa ciência tem como objetivo fatos, fenômenos ou situações reais.
Ao falar das ciências humanas que também são consideradas factuais, Carlos Lungarzo aborda o fato de que elas não se ocupam só de fenômenos naturais. O interesse dessa ciência são as atividades na qual o homem, a cultura, sociedade e os elementos que fazem parta da comunicação estão relacionados. As ciências que são consideradas factuais não são iguais. O homem e a sociedade não são mecanismos, e não seria certo aplicar a eles as mesmas técnicas, por mais que tenham relações bastante próximas.
O MÉTODO CIENTÍFICO
Nesse capítulo aborda o método que a ciência utiliza para organizar as verdades em um sistema, para poder compará-las e testá-las. O método científico para o autor se denomina como esse conjunto de procedimentos para obtenção de resultados. 
Comparando com a definição do método de outros filósofos vemos que para cada filósofo o método científico se baseia em diferentes maneiras, para Bacon o método se baseia na indução, enquanto para Descartes o método deveria ter como base os raciocínios concatenados, ou seja, raciocínio que possua alguma ligação lógica. Os filósofos têm ideias diferentes a cerca do método científico, mas isso não quer dizer que elas são errôneas, mas que elas podem se complementar.
A visão clássica do mundo
Ao falar da visão clássica, Carlos Lungarzo crítica Bacon por ele em sua opinião ser um filósofo medíocre, todavia afirma que o filósofo estimulou o fato de que os métodos científicos não eram apenas lógicos, como citado anteriormente para Bacon o método tinha como base a indução. 
A indução é o oposto da dedução, enquanto na dedução parte-se do particular para o geral, na dedução faz o inverno. Bacon propôs a indução enumerativa, que teria como base o exame de certas propriedades. Basicamente seria analisar vários casos e dele tirar uma conclusão. 
A procura por métodos científicos aumentou depois da primeira guerra mundial, e isso se dá pelo positivismo lógico, de acordo com esse movimento uma hipóteses só pode ser considerada como válida se ela o que ela prever puder passar por uma experiência, ou seja, apenas pela percepção. Esse movimento encontrou muitos obstáculos por ser rígido, e foi sendo esquecido ao longo dos anos.
Métodos de descoberta
A atividade científica é dividida em duas áreas, a área da descoberta e a área da justificação, onde respectivamente
Métodos de justificação
Interação entre os elementos do método cientifico
TEORIAS CIENTIFICAS
As teorias e a explicação
Testes de teorias
A CIENCIA E OUTRAS FORMAS DE CONHECIMENTO
CIÊNCIA E IDEOLOGIA
A instrumentação ideológica da ciência
O senso comum e o conhecimento científicio são interligados, porém diferentes. Eles são interligados pois conhecemos algo de forma mais aprofundada devido ao senso comum. Diferentes pois o senso comum nos tras algo que vem passado de geração e geração e muitas vezes não conseguimos identifacar a origem do conhecimento. Já o cientifico, é mais exato, os cientistas buscam conhecer e justificar todos os tipos.
No entanto, o que realmente marca as diferenças entre um tipo de itransmissão doconhecimento). O conhecimento científico é crítico, organizado, prognosticador, geral. Já o senso comum, traz-nos dados imediatos, conhecimentos avulsos. 
A ciência é muito abrangente e pode serentendida como a atividade cientifica em geral. Existe uma relação muito estreita entre ciência como teoria e ciência como precesso de conhecimento, pois o cientista deve analisar os fatos reais parapoder adquirir conhecimento. Esse conhecimento faz com que o cientista desenvolva teorias, e essas teorias devem ser expostas na realidade para que possamos testar a sua validade.

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