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1 ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA – 2º Trimestre 8º. Ano DISCIPLINA: História Observações: 1- Antes de responder às atividades, releia o material entregue sobre Sugestão de Como Estudar. 2 - Os exercícios devem ser resolvidos em folha timbrada e entregues no dia da Prova de Recuperação. Conteúdo: Unidade 8 – O Ouro no Brasil Unidade 9 – O Liberalismo contra o Pacto Colonial Unidade 10 - A família real no Brasil e a Independência Exercícios: 1) A Estrada Real, nos dias de hoje, é a reunião dos vários caminhos construídos no Brasil-Colônia, principalmente nos séculos XVII e XVIII, para o transporte das riquezas do interior para o litoral do Rio de Janeiro, de onde seguiam para a metrópole portuguesa. São 1.512 km que permitem mergulhar na história brasileira. A circulação de pessoas, mercadorias e riquezas era obrigatoriamente feita por aqueles caminhos, constituindo crime de lesa-majestade a abertura de outros não autorizados pela administração metropolitana. Adaptado de http://360graus.terra.com.br A expansão da colonização na América portuguesa, nos séculos XVII e XVIII, ocasionou o surgimento de novas atividades econômicas, de núcleos de povoamento e de caminhos e estradas, como os que compuseram a Estrada Real. 2 Cite a principal atividade econômica que condicionou o surgimento dos caminhos da Estrada Real e identifique dois interesses da Coroa portuguesa em controlar esses caminhos, no decorrer do século XVIII. 2) Onde houve escravidão, houve resistência. E de vários tipos. Mesmo sob a ameaça do chicote, o escravo negociava espaços de autonomias com os senhores ou fazia corpo mole no trabalho, quebrava ferramentas, incendiava plantações, agredia senhores e feitores. Rebelava-se individual e coletivamente. Aqui a lista é grande e conhecida. Houve, no entanto, um tipo de resistência que poderíamos caracterizar como a mais típica da escravidão – a fuga. Adaptado de: SCHIMIDT, Mário. Nova História Crítica. São Paulo: Nova Geração, 2005. p. 207. Escreva sobre a vida do escravo negro africano na região das Minas. 3) "Cada ano, vêm nas frotas quantidade de portugueses e de estrangeiros, para passarem às minas. Das cidades, vilas e recôncavos e sertões do Brasil, vão brancos, pardos e pretos, e muitos índios, de que os paulistas se servem. A mistura é de toda a condição de pessoas: homens e mulheres, moços e velhos, pobres e ricos, nobres e plebeus, seculares e clérigos, e religiosos de diversos institutos, muitos dos quais não têm no Brasil convento nem casa". (André João Antonil, "DAS PESSOAS QUE ANDAM NAS MINAS E TIRAM OURO DOS RIBEIROS", in Cultura e opulência do Brasil, 1a edição 1711) A corrida do ouro às minas brasileiras ocorrida nas primeiras décadas do século XVIII, proporcionou significativas mudanças na economia e na sociedade coloniais. Escreva sobre as principais mudanças ocorridas no Brasil com a mineração. 4) Baseando-se em seus estudos sobre Inconfidência Mineira e Conjuração Baiana, preencha o quadro abaixo: INCONFIDÊNCIA MINEIRA CONJURAÇÃO BAIANA Causas Camadas sociais envolvidas Propostas dos rebeldes Resultados 3 5) Observe a imagem e responda: Na história brasileira, a representação de Tiradentes, um dos protagonistas da Inconfidência Mineira (1788-1789), exemplifica um processo de transformação de alguns de seus personagens em heróis nacionais. Apresente duas propostas políticas da Inconfidência Mineira e justifique a transformação de Tiradentes em herói nacional. 6) Em janeiro de 1808, D. João, Príncipe Regente do Império Português, expediu a seguinte Carta Régia: “Eu, o Príncipe-Regente [...] atendendo à representação que fizestes subir à minha Real presença, [...] sou servido ordenar [...] o seguinte: Primeiro – Que sejam admissíveis nos portos do Brasil todos e quaisquer gêneros, fazendas e mercadorias, transportadas em navios estrangeiros das potências que se conservam em paz e harmonia com a minha Real Coroa [...]. Segundo – Que não só os meus vassalos, mas também os sobreditos estrangeiros possam exportar para os portos que bem lhes parecer, a benefício do comércio e agricultura, que tanto desejo promover, todos e quaisquer gêneros e produções coloniais [...]. O que tudo assim fareis executar com o zelo e atividade que de vós espero.” (Adaptado de Coleção das Leis do Brasil – 1808.) Com base nesse documento e nos conhecimentos históricos, escreva um texto abordando as consequências dessas determinações de D. João sobre o pacto colonial. 4 7) "Houve muita confusão no embarque, e a viagem não foi fácil. Uma tempestade dividiu a frota; os navios estavam superlotados, daí resultando falta de comida e água; a troca de roupa foi improvisada com cobertas e lençóis fornecidos pela marinha inglesa; para completar, o ataque dos piolhos obrigou as mulheres a raspar o cabelo. Mas esses aspectos novelescos não podem ocultar o fato de que, a partir da vinda da família real para o Brasil, transformou as relações Brasil-Portugal, gerando uma reviravolta”. (FAUSTO, Boris. HISTÓRIA DO BRASIL. 2 ed. São Paulo: Edusp, 1995.p.120) Com relação ao evento relatado no texto e a caricatura acima, responda às questões abaixo. a) Por que a Família Real portuguesa resolveu abandonar Portugal e vir para o Brasil? b) Cite duas medidas adotadas pelo governo português no Brasil e que podem ser associadas à "reviravolta" assinalada pelo autor. c) Escreva sobre o processo de independência do Brasil, destacando o retorno de D. João VI à Portugal e as exigências das Cortes em Lisboa.