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1º PORTIFOLIO DE Genética 1° sem 2019

Portfólio de Genética sobre processos genéticos envolvidos no câncer. Inclui introdução, desenvolvimento, conclusão e referências; descreve os estágios da carcinogênese (iniciação, promoção, progressão), papel de proto‑oncogenes/oncogenes, genes supressores, vírus tumorais, mecanismos (rearranjos, duplicação) e objetivos de testes genéticos.

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1 
 
 
UNIDADE DE ENSINO DE CRUZEIRO DO SUL-ACRE 
Teógenes Araújo Farias - RA: 8064295 
 
 
 
GENÉTICA 
1º Portfólio 
 
 
 
 
 
Cruzeiro do Sul – Ac 
2019 
 
 
 
 
Bacharelado em enfermagem. Tel. (68)99981-1481 
2 
 
 
Teógenes Araújo Farias - RA: 8064295 
 
 
 
 
 
Portfólio de Genética 
 
 
 
 
 
Trabalho da disciplina de Genética, 
proposto pela professora Carla 
Fernanda Coelho de Melo Sampaio 
referente ao 1º Portfólio, que tem 
como abordagem “os processos 
genéticos envolvidos no 
desenvolvimento do câncer”. 
 
 
 
 
 
 
Cruzeiro do sul-Acre 
2019 
 
3 
 
 
SUMÁRIO 
01. Introdução.....................................................................04 
02. Desenvolvimento...........................................................05 
03. Conclusão......................................................................09 
04. Referências....................................................................10 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
O presente trabalho tem como foco o estudo dos processos genéticos envolvidos 
no desenvolvimento do câncer, como também o papel dos oncogenes, genes supressores 
de tumor e vírus tumorais nesses processos. E ainda abordaremos sobre os objetivos dos 
testes genéticos relacionados a esta patologia. 
. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
DESENVOLVIMENTO 
 
 
As mutações são mecanismos importantes, tanto na produção de variações 
genéticas, quanto ao desenvolvimento de doenças. Com base nas leituras dos Conteúdos 
Digitais Integradores da Unidade 2 da obra Genética, responda as questões a seguir: 
 
1. Descreva os processos genéticos envolvidos no desenvolvimento do câncer. 
 O câncer é fundamentalmente uma doença genética. Quando o processo 
neoplástico se instala, a célula-mãe transmite às células filhas a característica 
neoplástica. Isso quer dizer que, no iníciode todo o processo está uma alteração no DNA 
de uma única célula. 
 Esta alteração no DNA pode ser causada por vários fatores, fenômenos 
químicos, físicos ou biológicos. A esta alteração inicial da-se o nome de estágio de 
iniciação. 
 Temos que ter em mente que uma só alteração no DNA não causa câncer. São 
necessários várias mutações em sequência, que ao mesmo tempo não sejam mortais para 
a célula, e causem lesões estruturais suficientes para causarem uma desregulação no 
mecanismo de crescimento e multiplicação. 
 O estágio de promoção é o segundo estágio da carcinigênese. Nele, as células 
geneticamente alteradas, ou seja, “iniciadas”, sofrem o efeito dos agentes cancerígenos 
classificados como oncopromotores. A célula iniciada é transformada em célula 
maligna, de forma lenta e gradual. Para que ocorra essa transformação, é necessário um 
longo e continuado contato com o agente cancerígeno promotor. 
 O estágio de progressão é o terceiro e último estágio e se caracteriza pela 
multiplicação descontrolada e irreversível das células alteradas. Nesse estágio o câncer 
já está instalado, evoluindo até o surgimento das primeiras manifestações clínicas da 
doença. 
 Não podemos encarar o câncer como um processo que tenha uma causa 
específica. A neoplasia é o produto de um processo genético inicial, invariavelmente 
seguido de um outro, e assim por diante, desencadeando algo como uma cascata de 
derrubadas de dominó. Por carcinogênese se entende, portanto, todo o processo que se 
6 
 
inicia na primeira mutação e termina nas alterações moleculares que resultam no câncer 
clinicamente detectado. 
 
2. Qual é o papel dos oncogenes, genes supressores de tumor e vírus tumorais nesses 
processos? 
Proto-oncogenes são genes que normalmente ajudam às células a crescer. 
Quando um proto-oncogene sofre mutações ou existem muitas cópias do mesmo, torna-
se um gene "ruim", que pode ficar permanentemente ligado ou ativado quando não 
deveria ser assim. Quando isso acontece, a célula cresce fora de controle, o que pode 
levar ao câncer. Este gene ruim é chamado de oncogene. 
Podemos comparar a célula a um carro que para funcionar corretamente, é 
preciso ter formas de controlar sua velocidade. Um proto-oncogene normalmente 
funciona de forma muito parecida ao pedal do acelerador. Ajuda a célula a crescer e se 
dividir. Um oncogene pode ser comparado ao mesmo pedal do acelerador só que está 
preso ao chão, o que faz com que a célula se divida fora de controle. 
 Algumas síndromes cancerígenas são causadas por mutações herdadas dos 
proto-oncogenes que fazem com que o oncogene seja ativado. Mas, a maioria das 
mutações que causam câncer envolvendo oncogenes é adquirida, não herdada. 
Geralmente ativam os oncogenes por: Rearranjos Cromossômicos - Alterações nos 
cromossomos que colocam um gene ao lado de outro, o que permite que um ative o 
outro. Duplicação - Ter cópias extras de um gene, pode fazer com se produza maior 
quantidade de determinada proteína. 
Genes Supressores do Tumor são genes normais que retardam a divisão celular, 
reparam erros do DNA ou indicam quando as células devem morrer (processo 
conhecido como apoptose ou morte celular programada). Quando os genes supressores 
do tumor não funcionam corretamente, as células podem se desenvolver fora de 
controle, o que pode levar ao câncer. Um gene supressor de tumor é como o pedal de 
freio em um carro. Normalmente impede que a célula se divida rapidamente, assim 
como um freio impede que um carro ande muito rápido. Quando algo dá errado com o 
gene, como uma mutação, a divisão celular pode sair do controle. 
 Uma diferença importante entre oncogenes e genes supressores do tumor é que 
os oncogenes resultam da ativação de proto-oncogenes, enquanto que os genes 
7 
 
supressores do tumor provocam câncer quando eles são inativados. Alterações 
herdadas do gene supressor do tumor foram encontradas em algumas síndromes 
cancerígenas hereditárias causando certos tipos de câncer, em determinadas famílias. 
Mas, de novo, a maioria das mutações de genes supressores do tumor é adquirida, não 
herdada. Por exemplo, anormalidades do gene TP53 (que codifica a proteína p53) 
foram encontradas em mais de metade dos cânceres humanos. 
 
3. Qual é o objetivo dos testes genéticos relacionados ao câncer? 
 Testes genéticos são exames que permitem identificar, por meio da análise do 
nosso DNA, um maior risco ou propensão a determinadas doenças. Em oncologia, os 
testes genéticos podem ser usados para diagnóstico de câncer hereditário ou do risco de 
desenvolver tumores. É importante esclarecer que todo câncer é resultado de alteração 
genética, isto é, o câncer é uma doença genética, porém, um percentual pequeno é 
hereditário. 
 Para algumas síndromes genéticas o resultado positivo de uma mutação 
patogênica em genes já conhecidos pode ajudar o médico a traçar medidas de prevenção 
para evitar o surgimento do câncer e também medidas de rastreamento diferenciadas da 
população em geral para diagnosticar o tumor nos estágios mais iniciais quando são 
mais passíveis de cura. 
 
4. Na sua opinião podemos tomar medidas para diminuir os riscos de desenvolver um 
tumor? 
 É possível tomarmos algumas medidas para diminuir os riscos de desenvolver 
um tumor. A prevenção do câncer engloba ações realizadas para reduzir os riscos de ter 
essa doença. Uma das regras mais importantes para prevenir o câncer, principalmente o 
de pulmão, cavidade oral, laringe, faringee esôfago, é não fumar, pois através dessa 
prática são liberadas inúmeras substância tóxicas e cancerígenas que são inaladas por 
fumantes e não fumantes. Como também evitar a ingestão de bebidas alcóolicas, pois 
em qualquer quantidade, contribui para o risco de desenvolver o câncer. Além disso, 
combinar bebidas alcóolicas com o tabaco aumenta a possibilidade do surgimento da 
doença. 
8 
 
 Uma ingestão rica em alimentos de origem vegetal como frutas, legumes, 
verduras, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, pode prevenir o câncer. 
Juntamente a alimentação saudável devemos ser fisicamente ativos e manter o peso 
corporal adequado, pois está acima do peso aumenta as chances de desenvolver câncer. 
 Sabendo-se que o câncer de fígado está relacionado à infecção pelo vírus 
causador da hepatite B e A, podemos evitá-lo tomando a vacina de prevenção contra 
esta doença. Como também a prática de sexo seguro, pois isso pode prevenir certos 
tipos de câncer, porque alguns dos vírus transmitidos pelo contato sexual têm potencial 
carcinogênico. 
 Evitar a exposição solar prolongada, pois o excesso de contato com os raios 
ultravioletas e as câmaras de bronzeamento artificial, que inclusive já foi proibida pela 
ANVISA, são o maior fator de risco ambiental para o câncer de pele. Como também 
devemos evitar a exposição a radiação, pois são capazes de danificar o DNA e gerar um 
tumor. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
 
CONCLUSÃO 
 
 
 
 
Ao final deste estudo podemos concluir que o câncer é uma doença genética e 
hereditária. E que a identificação dos genes envolvidos nesta doença proporciona uma 
melhor compreensão acerca da mesma, bem como contribui para novas formas de 
diagnosticá-la mais precocemente, facilitando assim o seu tratamento. Diante do 
exposto, esse estudo foi de fundamental importância, para nós acadêmicos do curso de 
enfermagem, pois sabemos que o câncer é a doença que mais causa mortes no mundo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
 
https://www.ecycle.com.br/component/content/article/67-diaadia/Acesso em 03/04/2019 
 
 
https://www.libbs.com.br/saude/voce-pode-reduzir-seu-risco-de-ter-cancer/Acesso em 
03/04/2019. 
 
 
www.oncoguia.org.br/conteudo/oncogenes-e-genes-supressores-do-tumor/8161/73/ 
Acesso em 03/04/2019

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