Prévia do material em texto
TEORIA DA LITERATURA III 4a aula Lupa Vídeo PPT MP3 Exercício: CEL0294_EX_A4_201709086831_V3 27/08/2019 Aluno(a): DANIELLE VIEIRA BRAGANÇA 2019.3 EAD Disciplina: CEL0294 - TEORIA DA LITERATURA III 201709086831 1a Questão Na obra Introdução à análise estrutural da narrativa (1966), Roland Barthes afirmou que não seria necessário investigar todas as narrativas do mundo para chegar à essência do discurso narrativo. Assim, o conhecimento de um número considerável de exemplos poderia levar à compreensão das regras segundo as quais se articulam as demais narrativas. Com tal proposta, Barthes estabeleceu que o estruturalismo adotou, desde o início, como metodologia: o método dedutivo de conhecimento. o método intuitivo de conhecimento. o método indutivo de conhecimento. o método psicanalítico de conhecimento. o método inventivo de conhecimento. Respondido em 27/08/2019 15:41:45 2a Questão "Todo mundo pode testemunhar que o prazer do texto não é seguro: nada nos diz que este mesmo texto agradará uma segunda vez." (Roland Barthes.O Prazer do texto) O fragmento acima trata da fruição do texto, da instabilidade da fruição e do gosto ao se ler um livro pela primeira ou segunda vez. O texto de Barthes enfoca principalmente a figura do: Leitor Autor Personagem Narrador Crítico Respondido em 27/08/2019 15:41:49 3a Questão Estudamos que a análise textual e a semiológica de Barthes, inicialmente, ficaram concentradas em seus ensaios "A morte do autor" e "Da obra ao texto". Com base nesses ensaios, ele desarticulou a concepção tradicional da literatura ao desconstruir os conceitos de obra e autor, pois, além de privilegiar o leitor e o texto literário, irá privilegiar também a: A leitura e a memória. A leitura e a inspiração. A leitura e a escritura. A leitura e a ideia. A leitura e a sociedade. Respondido em 27/08/2019 15:41:53 Gabarito Coment. 4a Questão Foi a partir dos estudos desse crítico que a análise estrutural da narrativa ultrapassou o nível da linguagem e atingiu o nível do discurso, ao objetar-se para além da estrutura linguística e funcional, e almejar a estruturação do enunciado e da enunciação do texto. Segundo o crítico a compreensão de um texto evidencia-se pelos níveis funcionais das ações que determinam o curso da narração, e não apenas pela linearidade e encadeamento dos episódios, segundo uma progressão sequencial. Assinale o nome do crítico literário responsável por esta mudança: Claude Levi-Strauss Roland Barthes Vladimir Propp Jacques Lacan Ferdinand Saussure Respondido em 27/08/2019 15:41:57 Gabarito Coment. 5a Questão Para Roland Barthes o autor é: d) Oriundo de uma lógica positivista e uma psicologia romântica, onde a realidade gira e é produzida em torno do Eu. b) Oriundo de uma lógica positivista e uma sociologia romântica, onde a realidade gira e é produzida em torno do Eu. c) Oriundo de uma lógica cartesiana e uma sociologia romântica, onde a realidade gira e é produzida em torno do Eu. e) Oriundo de uma lógica determinista positivista e uma sociologia romântica, onde a realidade gira e é produzida em torno do Eu. a) Oriundo de uma lógica cartesiana e uma psicologia romântica, onde a realidade gira e é produzida em torno do Eu. Respondido em 27/08/2019 15:42:01 Gabarito Coment. 6a Questão Roland Barthes, crítico pós-estruturalista, na sua obra "S/Z. Trad. Maria de Santa Cruz e Ana Mafalda Leite. Lisboa: Edições 70", indica um método de leitura em que o leitor deixa de ser um mero decodificador de palavras, uma vez que completa a obra. Ele decompôs o conto Sarrazine, de Balzac, em um número de unidades menores, e aplicou a essas unidades do léxico os cinco códigos nomeados por ele da seguinte forma: código hermenêutico, código sêmico, código cultural, código das ações o código simbólico. Quando apontamos: é a voz do fazer, das organizações que denotam ações e desencadeiam sequências, refere-se à causalidade e a consequência. Estamos nos referindo ao código? Código das ações Código simbólico Código hermenêutico Código cultural Código sêmico Respondido em 27/08/2019 15:42:06 Gabarito Coment. 7a Questão Na obra 'O prazer do texto', de 1973, verdadeira ruptura de Barthes com o projeto semiológico anterior, chamado por ele, mais tarde, de 'delírio científico', da mesma forma em 'S/Z', texto de 1970, ele rompera com a 'análise estrutural das narrativas', defendida por ele mesmo em plena euforia semiológica, e propusera um novo tipo de análise, mais fina e mais aberta à história cultural do que as análises mecânicas e pretensamente universais da fase estruturalista." http://revistacult.uol.com.br/home/2010/03/roland-barthes-e-o-prazer-da-palavra/ Com base no texto acima, podemos afirmar que Roland Barthes pretende, com o seu método, a passagem da análise estrutural para: Análise morfológica Análise semântica Análise textual Análise estruturalista Análise gramatical Respondido em 27/08/2019 15:42:10 Gabarito Coment. 8a Questão Segundo Orlando Pires, Barthes estabelece o modo pelo qual um texto pode ser desconstituído em sua pluralidade de sentidos ao dividi-lo em lexias (unidades de leitura, como uma frase ou trecho de frase, pequeno grupo de frases ou até mesmo uma palavra) e em seguida reorganizá-lo segundo os códigos (campos associativos) possíveis. (PIRES, Orlando. Manual de teoria e técnica literária. Rio de Janeiro: Presença, 1985. p. 169-170) "é a voz do saber humano transmitido pela escola e pelos livros, é o saber estereotipado e convencional." Caracteriza o código: Simbólico Cultural Sêmico Comunicação Hermenêutico