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Questão 1/5 - Prática Profissional: Artes Visuais - Tridimensional
Leia o fragmento de texto e observe a imagem a seguir:
“A partir do século XX, a escultura, ou melhor dizendo, a arte tridimensional continua forte, agora com um campo vasto de possibilidades. A história da arte nos possibilita detectar algumas nuances que nos ajudam a compreender esse novo rumo do pensar a escultura, da investigação dos variados materiais e da exploração do espaço”. 
No que diz respeito ao contexto histórico mencionado acima e de acordo com o conteúdo abordado no livro-base Entre cores, formas e labirintos: arte tridimensional, relacione os artistas elencados abaixo, com as respectivas características apresentadas na sequência, acerca de suas produções pictóricas:
1. Auguste Rodin
2. Umberto Boccioni
3. Vladimir Tatlin
4. Picasso
(  ) Artista que integrou o cubismo sintético e produziu a obra Violão, que foi produzida em folhas de metal e arame.
(    ) Artista que pode ser considerado o “pontapé inicial” para a transformação da escultura tradicional.
(    ) Artista futurista que acreditava que a escultura deveria unir forma e ambiente.
(    ) Artista construtivista que pretendia transformar as construções pictóricas em objetos reais.
(    ) Artista que tem sua obra ligada à raiz clássica e a um processo que estabelece o equilíbrio como norma. 
	
	C
	4 – 1 – 2 – 3 – 1
Você acertou!
Subcapítulos 1.2.2 Futurismo e construtivismo: “Os artistas, como o expoente principal do movimento Umberto Boccioni (1882–1916), acreditavam que a escultura deveria unir forma e ambiente” / 1.2.3 Picasso e Tatlin: eliminando o contorno: “Vladimir Tatlin (1885–1953) deu o primeiro passo para o construtivismo com a idealização de transformar as construções pictóricas de Pablo Picasso (1881–1973) em objetos reais” – “a obra Violão (Figura 1.7), que foi produzida em folhas de metal e arame.” / 1.2.1 Rodin e a ausência da narrativa: “Rodin pode, assim, ser considerado o pontapé inicial para a transformação da escultura, pois esta ainda é, em muitos casos, ligada à raiz clássica, o que prende o termo a uma forma, a um processo que estabelece o equilíbrio como norma” (p. 22-29).
	
	
	
	
	
	
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Questão 2/5 - Prática Profissional: Artes Visuais - Tridimensional
Leia o fragmento de texto sobre o Construtivismo Russo:
“Para o construtivismo, a pintura e a escultura são pensadas como construções — e não como representações —, guardando proximidade com a arquitetura em termos de materiais, procedimentos e objetivos. O termo construtivismo liga-se diretamente ao movimento de vanguarda russa e a um artigo do crítico N. Punin, de 1913, sobre os relevos tridimensionais de Vladimir Evgrafovic Tatlin (1885–1953)”. 
De acordo com o excerto de texto e o conteúdo do livro-base Entre cores, formas e labirintos: arte tridimensional, sobre o Construtivismo Russo, leia as sentenças a seguir, assinalando V para as Verdadeiras e F para as Falsas:
(  ) A matéria “real” no espaço “real” era a concepção idealizada pelos construtivistas.
(  ) Os construtivistas evitavam o uso da madeira, do vidro, do metal, do arame e do plástico.
(  ) O construtivismo russo foi uma corrente de vanguarda artística liderada por Pablo Picasso.
(  ) Os construtivistas russos focavam os processos que tinham como suporte os materiais industriais e as técnicas da engenharia.
Agora, marque a sequência correta:
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	E
	V – F – F – V
Você acertou!
Subtítulo 1.2.2 Futurismo e construtivismo: “O construtivismo foi uma corrente de vanguarda russa liderada por Vladimir Tatlin. A matéria real no espaço real era o ideal dos construtivistas; portanto, o foco desses artistas era nos processos que tinham como suporte os materiais industriais e as técnicas da engenharia. Abusavam da madeira, do vidro, do metal, do arame e do plástico; a cor também era bem-vinda” (p. 27).
Questão 3/5 - Prática Profissional: Artes Visuais - Tridimensional
Leia o fragmento de texto e observe a imagem:
 “Dinamismo e simultaneidade são termos paradigmáticos da proposta futurista. A ênfase na ação e na pesquisa do movimento aparece tanto no romance Mafarka, o Futurista, de Marinetti, e no Manifesto Técnico da Literatura Futurista (1912) quanto nas artes visuais, por exemplo na escultura Formas Únicas na Continuidade do Espaço (1913), de Boccioni, e nas telas Os Funerais do Anarquista Galli (1911), de Carrà, e Dinamismo de um Cão na Coleira (1912), de Balla. As inspirações nas pesquisas de cor e nos efeitos de luz do pós-impressionismo divisionista assim como nas técnicas das composições cubistas são evidentes, ainda que o futurismo italiano sublinhe na contramão do cubismo a carga emotiva e a expressão de estados de alma na arte (Estados de Alma nº 1. Os Adeuses, 1911, de Boccioni)”.
De acordo com o excerto de texto, a imagem dada e o conteúdo do livro-base Entre cores, formas e labirintos: arte tridimensional, no que diz respeito à obra intitulada Formas únicas na continuidade do espaço (1913), de Boccioni, leia as afirmativas a seguir:
I. O pedestal presente na obra contradiz a ideia de movimento, pois quando observamos a escultura disforme, as linhas dinâmicas sugerem o movimento de um passo.
II. O pedestal vai na direção oposta e segura toda a figura no chão, criando um contraste de estaticidade.
III. Os blocos de bronze parecem dar leveza e “soltar” cada um dos pés indefinidos pelo movimento.
IV. Os artistas começaram a enfatizar a linha de contorno das obras tridimensionais reforçando a sensação de movimento. 
São corretas apenas as afirmativas:
	
	E
	I e II
Você acertou!
Subcapítulo 1.2.2 Futurismo e construtivismo: “O pedestal de Formas únicas na continuidade do espaço (Figura 1.3), porém, rivaliza com a ideia de movimento, pois quando observamos a escultura disforme, as linhas dinâmicas sugerem o movimento de um passo; contudo, o pedestal vai na direção oposta e segura toda a figura no chão, criando um contraste de estaticidade: os blocos de bronze parecem segurar cada um dos pés indefinidos pelo movimento. Esse foi um paradoxo abolido mais adiante, quando os artistas começaram a eliminar o contorno das obras tridimensionais” (p. 25-26).
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Questão 4/5 - Prática Profissional: Artes Visuais - Tridimensional
Leia o fragmento de texto:
“Os trabalhos de arte, nessa concepção, são simplesmente objetos materiais e não veículos portadores de ideias ou emoções. Um vocabulário construído de ideias como despojamento, simplicidade e neutralidade, manejado com o auxílio de materiais industriais – vidro, aço, acrílico etc. –, é o núcleo do programa da minimal art”.
A partir da leitura do trecho acima e do conteúdo abordado no livro Entre cores, formas e labirintos: arte tridimensional, leia as sentenças a seguir, assinalando V para as Verdadeiras e F para as Falsas, no que diz respeito às obras de David Smith (1906–1965) e Anthony Caro (1924–2013):
( ) Smith e Caro gostavam de provocar a impossibilidade e criaram grandes desenhos no espaço, com materiais geralmente pesados e duros, linhas leves e cores fortes compondo formas ao ar livre.
( ) Smith e Caro foram chamados de pintores-construtores, por não se fixarem nos materiais tradicionais, investigando e se aventurando nos diferentes materiais e ferramentas usadas.
( ) Smith criou linhas curvas e sinuosas, conseguindo desenvolver formas delicadas com aço e ferro, como um desenho mesmo, mas que foge do figurativo.
( ) Smith vislumbrava formas e criava com audácia, sem nenhuma preocupação narrativa. Suas obras foram chamadas de novas esculturas.
Agora, marque a sequência correta:
	
	B
	V – F – V – V
Você acertou!
Subcapítulo 3.1.2 O desenho no espaço: “Quando falamos em pintar ou desenhar, logo pensamos em lápis, papéis e tintas. Mas, depois de ver a pintura saltar da tela, que tal desenhar no espaço? Em vez de lápis, usaríamos o ferro e o aço, e o substituto do pincel seria o metal. Com certeza alguém diriaque isso é impossível, ou completamente impraticável, mas dois artistas abstratos conseguiram tal façanha. O artista norte-americano David Smith (1906-1965) e o inglês Anthony Caro (1924-2013) gostavam de provocar a impossibilidade e criaram grandes desenhos no espaço, com materiais geralmente pesados e duros, linhas leves e cores fortes compondo formas ao ar livre. Em Paisagem do Rio Hudson, de 1951 (Figura 3.5), Smith criou linhas curvas e sinuosas, conseguindo desenvolver formas delicadas com aço e ferro, como um desenho mesmo, mas que foge do figurativo. O artista vislumbrava formas e criava com audácia, sem nenhuma preocupação narrativa. Essa nova escultura, como chamou Clement Greenberg (2001, p. 71), desfruta da vantagem, segundo ele, “de ser a arte a que menos adere uma conotação de ficção ou ilusão”. O autor, ainda, chama os artistas dessas novas esculturas, como Smith e Caro, de escultores-construtores, por não se fixarem nos materiais tradicionais, investigando e se aventurando nos diferentes materiais e ferramentas usadas” (p. 74-75).
	
	
	
	
	
	
	
	
	
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Questão 5/5 - Prática Profissional: Artes Visuais - Tridimensional
Leia o fragmento de texto: 
“Segundo as palavras de Duchamp, a ‘escolha do ready-made é sempre baseada na indiferença visual e, ao mesmo tempo, numa ausência total de bom ou mau gosto” [...]; ela não reflete uma postura arbitrária, sendo, ao contrário, o resultado de uma atenção cuidadosa à procura de um estado estético que não pode ser sustentado nem negativa nem afirmativamente. O ready-made não é, portanto, um objeto qualquer tomado do mundo, e nem mesmo um elemento cujo aspecto entra em confronto com os padrões predominantes no universo artístico”..
Segundo o fragmento de texto e o conteúdo do livro-base Entre cores, formas e labirintos: arte tridimensional, sobre o trabalho de Duchamp, podemos afirmar que o artista:
	
	
	
	
	
	
	
	C
	tinha uma atitude provocativa, negando a técnica e as habilidades artísticas.
Subcapítulo 2.2 Objeto artístico: “Como já observamos, muitos trabalhos tridimensionais que estão sendo produzidos desde o início do século XX possuem uma influência do dadaísmo, movimento que buscava incitar as normas da “velha” arte para criar uma arte nova, que saísse dos padrões ou regras. O dadaísmo transformou objetos do dia a dia em arte, muitas vezes, apenas tirando-os do seu contexto cotidiano, sem nenhuma interferência na forma, como é o caso de A fonte (Figura 2.3), o urinol masculino invertido apresentado por Marcel Duchamp (1887-1968), assinado com o pseudônimo R. Mutt, que foi seu primeiro ready-made enviado para uma exposição. Como é de se imaginar, foi um ato provocativo em relação à técnica e às habilidades do artista. Agora o artista não faz, apenas escolhe e decide o que é arte. De acordo com Michael Archer (2001, p. 3), com esses ready-mades, “Duchamp pedia que o observador pensasse sobre o que definia a singularidade da obra de arte em meio à multiplicidade de todos os outros objetos” (p. 49-50).
	
	
	
	
	
	
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