Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

ELABORAÇÃO DE UMA FICHA DE AVALIAÇÃO DA 
FISIOTERAPIA DO PACIENTE NA UNIDADE DE 
TERAPIA INTENSIVA 
 
 
 
 
 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
MATERIAIS de FISIOTERAPIA para mudar sua carreira: 
 
 
 
● Aperfeiçoamento 100% online de Fisioterapia em oncologia 
● Ventilação Mecânica Invasiva: princípios básicos e modos 
convencionais 
● Maratona de Neonatologia 
● Ventilação Mecânica Invasiva no Adulto 
● Fisioterapia Intensiva Oncológica 1.0 
● Liberação Miofascial - Ventosas + Instrumental+ Manual + Acessórios 
● Eletrotermofototerapia - Curso com Prof. Dr. Thiago Fukuda 
● 10 cursos de Avaliação 
● Curso Online de Fisioterapia Neonatal 
● Curso Online de Fisioterapia Hospitalar 
 
 
entre em grupo no WHATSAPP de FISIOTERAPIA 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
A UTI deve ser lembrada como um ambiente formado por profissionais da 
área da saúde que prestam uma vigilância de forma integrada para os 
pacientes que necessitam de um maior monitoramento e cuidado. 
A melhoria das condições de vida tem aumentado a longevidade da 
população e, conseqüentemente, a quantidade de comorbidades que atingem 
tais pacientes, expondo-os a um risco maior de serem vítimas de 
emergências traumáticas ou não traumáticas, aumentando a chance de 
internação em Unidade de Terapia Intensiva. A porcentagem de leitos de 
Terapia Intensiva necessários varia de 7 a 15%, dependendo das 
características próprias de cada hospital 1. 
A equipe de atendimento numa UTI é multiprofissional e interdisciplinar, 
constituída por Médicos, Enfermeiros, Fisioterapeutas, Nutricionistas, 
Psicólogos, Fonoaudiólogos e Assistentes Sociais. Cada leito contém 
monitores cardíacos, cama elétrica projetada, oximetria de pulso e rede de 
gases 2. 
 
O trabalho do profissional em fisioterapia tem se mostrado eficaz e 
imprescindível, sendo considerado parte integrante da equipe responsável 
pelos cuidados em pacientes de UTIs. Sua função varia consideravelmente 
de uma unidade a outra, dependendo do país, da instituição, do nível de 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
treinamento e da situação do paciente Em alguns países ou instituições o 
fisioterapeuta tem a responsabilidade de avaliar todos os pacientes em UTIs, 
sendo que, em outros locais, participam da equipe de cuidados quando o 
médico responsável solicita sua participação 3,4. 
Este trabalho tem o objetivo de elaborar uma ficha de avaliação 
fisioterapêutica do paciente na UTI, constando os parâmetros necessários a 
serem avaliados nestes pacientes que necessitam de uma maior vigilância. 
METODOLOGIA 
Este trabalho consiste na proposta de elaboração de uma ficha de avaliação 
fisioterapêutica do paciente na UTI. A presente investigação científica é 
classificada como sendo bibliográfica, de caráter qualitativo, já que tem como 
propósito o levantamento da literatura publicada, com a finalidade de colocar 
o pesquisador em contato com o que já foi documentado acerca do apontado 
tema de interesse deste estudo. Foram utilizadas fontes secundarias como 
livros, artigos e revistas cientificas e vivência em UTI`s. Esta pesquisa tem o 
propósito de servir como instrumento facilitador, para acadêmicos e 
profissionais da fisioterapia, para melhor avaliação e segurança dos dados 
coletados sendo armazenados em um prontuário eletrônico. 
1. AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA 
A avaliação da fisioterapia tem como objetivo definir corretamente os 
problemas dos pacientes, sendo impossível sem esta desenvolver um 
tratamento apropriado. Deve ser realizada constantemente para identificar 
alterações e se os objetivos estabelecidos estão sendo atingidos. É 
necessário um conhecimento teórico para que o tratamento traçado seja 
adequado 5. 
A avaliação pode ser dividida em duas partes: a anamnese (questionário de 
investigação do paciente), e o exame físico 6. 
1.1. Anamnese 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
A anamnese é uma coleta de dados que contém um breve resumo sobre o 
paciente, obtida por meios de informações médicas juntamente com a 
avaliação fisioterapêutica 5,6. 
Dados de Identificação: nome, sexo, idade, data de admissão, diagnóstico, 
encaminhamento médico e número de registro do hospital; 
História da Doença Atual (HDA): resume os problemas atuais do paciente e 
informações clínicas de relevância; 
História da Doença Pregressa (HP): identifica afecções e cirurgias ocorridas 
no passado que podem ou não ter relação com a doença atual; 
História Social (HS): faz alusão aos hábitos, relata ocupação atual e passada 
do paciente, bem como condições de higiene, tabagismo, etilismo e 
habitação; 
História Familiar (HF): doenças graves sofridas por familiares próximos do 
paciente; 
Queixa Principal (QP): transcrição exata do que o paciente relata. 
1.2. Exame Físico 
O exame físico é essencial para avaliação do problema e determinação dos 
efeitos da terapia 7. Este se constitui de quatro etapas: inspeção estática, 
inspeção dinâmica, palpação, e ausculta pulmonar 5. 
A inspeção estática é a avaliação do paciente sem analisar os movimentos 
respiratórios, começando pela observação do mesmo no leito. Neles constam: 
1) Nível de Suporte Ventilatório: observar se o paciente esta respirando 
espontaneamente (em ar ambiente), ou então: 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
● Oxigênio suplementar (através de cateter nasal, máscara facial, 
sistema de Venturi e as frações de oxigênio administradas); 
● Ventilação não invasiva (VNI); 
● Ventilação invasiva (VMI), assim como as interfaces da ventilação 
(máscara, tubo traqueal, traqueostomia), modalidade e parâmetros 
ventilatórios 5. 
2) Avaliação do Nível de Consciência: nível de consciência é o grau de alerta 
comportamental que o indivíduo apresenta, devido a isso nota-se uma grande 
possibilidade de variação desse parâmetro. No cotidiano da equipe de saúde 
se faz necessário a utilização de escalas que permitam a padronização da 
linguagem utilizada para facilitar a comunicação oral e escrita dessas 
informações, bem como, estabelecer um sólido sistema que seja capaz de 
acompanhar a evolução do nível de consciência do paciente. Em nosso meio 
vemos com freqüência a utilização da Escala de Coma de Glasgow (ECG), 
como pode ser visto na tabela 1, que foi elaborada para propor consistente 
avaliação clínica do nível de consciência dos pacientes com dano cerebral 
8,26. 
Um escore menor que 8 é comumente aceito como ponto crítico das 
alterações do nível de consciência e como a pontuação que define um 
indivíduo em estado de coma. A aplicação dessa escala é rápida, de fácil 
compreensão e permite concordância entre avaliadores. Assim como a 
aplicação da Escala de Sedação (tabela 2), utilizada para se definir o nível de 
sedação e analgesia do paciente internado em ambientes de terapia 
intensiva, seus valores variam de 0 à 6 8,26. 
TABELA 1​: Escala de Glasgow 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
 
FONTE:​ ​http://www.ee.usp.br/REEUSP/upload/html/417/img/02a3.gif 
TABELA 2​: Escala de Sedação de Ramsay 
Ansioso, agitado ou inquieto; 
Tranqüilo, cooperativo, orientado; 
Sedado, sonolento, porém responsivo a comandos; 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
Sedado, dormindo, com resposta rápida à leve toque da glabela ou 
estímulo auditivo alto; 
Sedado, dormindo, responde lentamente a estímulo auditivo alto ou 
toque da glabela; 
Sedado, dormindo, não responsivo (coma farmacológico). 
FONTE​: JACOBI, 2002. 
3) Avaliação dos SinaisVitais: compreende a temperatura corpórea, a 
freqüência cardíaca, saturação de oxigênio e pressão arterial, são as 
mensurações mais utilizadas por serem de fácil obtenção e fornecerem 
informações úteis sobre a condição do paciente. 
● A temperatura corpórea média nos adultos é de aproximadamente 
37ºC. Esta é mantida através do equilíbrio entre a produção e a perda 
de calor. Quando elevada pode ser resultante de uma doença (febre) 
ou atividade normal como exercício 7. 
● Na freqüência cardíaca (FC) devem ser avaliadas a freqüência, o rítimo 
e a força do pulso periférico. A freqüência do pulso normal do adulto é 
de 60 a 100 batimentos por minuto e com rítimo regular. Quando 
ultrapassa 100 é denominada taquicardia e quando inferior a 60 
bradicardia 5. 
● A pressão arterial é a força exercida quanto à parede das artérias 
quando o sangue se move através destas. A pressão arterial sistólica é 
a força máxima exercida nas principais artérias durante a contração do 
ventrículo esquerdo. Normalmente no adulto é de 90 a 140mmHg. A 
pressão arterial diastólica é a força nas principais artérias que 
permanecem apos o relaxamento dos ventrículos e normalmente é de 
60 a 90mmHg 5. 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
● A saturação parcial de oxigênio arterial (SpO2) é a porcentagem de 
hemoglobina saturada com o oxigênio e sua normalidade está nos 
valores acima de 90% 9. 
4) Avaliação da Pele: observa-se a coloração, hidratação e presença de 
cicatrizes. A cianose é a coloração azulada da pele, a Cianose central é 
devida a menor saturação arterial em função transporte insuficiente se 
oxigênio ate o pulmão ou à presença de shunt cardíaco. A cianose periférica 
ocorre devido a vasoconstrição podendo aparecer em varias condições como 
o frio e baixo debito cardíaco 5,7. Úlceras de pressão são úlceras decorrentes 
de isquemia tecidual local, provocadas pela alteração do reflexo de dor em 
pacientes com lesão medular (tetraplégicos, paraplégicos ou hemiplégicos) 
ou pacientes debilitados, idosos ou cronicamente doentes 10. 
5) Avaliação de Edema Periférico: é um sinal de insuficiência cardíaca, mas 
pode ser encontrado em pacientes com baixo nível de albumina, função 
linfática ou venosa reduzida, ou com administração de altas doses de 
esteróides 5. 
6) Presença de Dreno Torácico: a drenagem é um procedimento cirúrgico 
para a introdução de um dreno através da parede torácica na cavidade 
pleural. Indicada para drenagem de líquidos e/ou ar. Observando o aspecto 
do liquido drenado e a oscilação do mesmo 5. 
7) O Teste de Força Muscular Manual destina-se a avaliar a capacidade de o 
músculo desenvolver tensão contra uma resistência. É o método mais 
amplamente utilizado no exame físico da avaliação clínica da força muscular 
11. 
O teste de Força Muscular se baseia em cinco graus para classificar o tipo de 
força muscular que foi desenvolvida 12. Assim tem-se: 
● Grau zero: nenhuma evidência de contração pela visão ou palpação; 
● Grau 01: ligeira contração, nenhum movimento; 
● Grau 02: movimento através da amplitude completa na posição com 
gravidade eliminada; 
● Grau 03: movimento através da amplitude completa contra a gravidade; 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
● Grau 04: movimento através da amplitude completa contra a gravidade 
e capaz de prosseguir contra uma resistência moderada; 
● Grau 05: movimento através da amplitude completa contra a gravidade 
e capaz de prosseguir contra uma resistência máxima. 
8) Para os pacientes cooperativos, o ​Medical Research Council ​(MRC) escore 
usado na avaliação da força muscular periférica demonstra-se bastante 
reprodutível e com alto valor preditivo em vários estudos sobre disfunção 
neuromuscular do paciente crítico. Somando os pontos de 6 músculos de 
cada lado (deltóide, bíceps braquial, extensor do punho, íleo-psoas, 
quadríceps e tibial anterior) 13. 
A inspeção dinâmica ocorre quando avaliamos o comportamento torácico 5. 
São avaliados: freqüência, tipos, ritmos e padrões respiratórios; sinais de 
aumento de trabalho respiratório (cianose, dispnéia, tiragens), volume 
corrente (VC) 14. 
1) Freqüência Respiratória (FR): em um adulto normal pode ser mensurada 
de 12 a 18 respirações por minuto (rpm). A taquipnéia é quando está 
anormalmente elevada sendo associada ao esforço, febre, hipoxemia, 
acidose metabólica, ansiedade e dor. A bradipnéia é quando a freqüência 
respiratória está baixa, podendo ocorrem em pacientes com hipotermia. É 
contada observando-se o movimento abdominal ou da parede torácica 7. 
2) Tipo Respiratório: é determinado pelo segmento do tronco que predominar 
durante os movimentos respiratórios. Na respiração normal tanto o abdome 
como o tórax se elevam, mas pode haver predomínio desta elevação. 
Podendo ser: abdominal ou diafragmática, torácica ou costal, mista, 
paradoxal ou invertida (assincronismo entre abdome e tórax) 5. 
3) Ritmo Respiratório: este nos dá informações adicionais sobre tipo e a 
gravidade da doença. A respiração normal deve ser regular com freqüência 
de 12 a 20 (rpm). A inspiração é ativa e a expiração é passiva, sendo a 
relação I: E é de 1:2 5. A apnéia (ausência de respiração por mais de 15 
segundos) pode refletir disfunção do sistema nervoso central ou fadiga 
muscular, devido obstrução das vias áreas ou por distúrbio da condução 
neural; respiração Cheyne-Stokes que consiste em uma fase em que os 
movimentos respiratórios aumentam progressivamente de amplitude, após o 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
qual diminuem até a apnéia, está clinicamente associada a lesões cerebrais 
difusas ou nos hemisférios; respiração Biot caracterizada por irregularidade 
imprevisível com inspirações profundas que ocorrem ao acaso, suas causas 
pode ser lesão cerebral difusa, depressão do centro respiratório, lesão 
medular e compressão do bulbo; e a respiração Kussmaul onde os 
movimentos respiratórioos são rápidos e profundos, tendo como as principais 
causas predisponentes a acidose metabólica, estados de coma e infarto 
agudo do miocárdio, estes são alguns tipos de ritmos anormais 15. 
A palpação permite que as lesões superficiais e profundas sejam mais bem 
examinadas quanto a sua forma, volume e consistência. A sensibilidade 
superficial e profunda, a dor provocada e a espontânea ou qualquer outra 
manifestação dolorosa relatadas pelo paciente devem ser avaliadas 5. É 
utilizada em pacientes selecionados para confirmar ou descartar problemas 
suspeitados sugeridos pelos dados da anamnese e do exame físico 7. 
1) Enfisema Subcutâneo: existe uma característica de creptação da pele, 
onde observa-se presença de ar nos tecidos subcutâneos do tórax, pescoço e 
face 5. 
A ausculta pulmonar é utilizada para identificar ruídos pulmonares normais e 
anormais7. Murmúrio vesicular ou respiratório é um leve som murmurante 
que durante a inspiração é mais longe e nítido e na expiração é mais curto, 
fraco e menos nítido. O aumento ocorre em indivíduos com maior volume de 
ar circulante e a diminuição sempre que houver redução do volume corrente. 
Os ruídos adventícios são aqueles não audíveis em condições normais, 
podendo ter sua origem na árvore brônquica, nos alvéolos ou no espaço 
pleural. São classificados em secos (roncos e sibilos), úmidos (crepitantes e 
subcrepitantes) e atrito pleural5. 
1.3. Gasometria Arterial 
A gasometria arterial é um exame invasivo onde é colhida uma amostra de 
sangue através da artéria radial, braquial oufemoral com intuito de avaliar os 
seguintes dados: concentração de hidrogênio dos líquidos corpóreos (pH), 
pressão arterial de oxigênio (PaO2), pressão arterial de dióxido de carbono 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
(PaCO2), excesso de base (BE), bicarbonato de sódio (HCO3) e a saturação 
de oxigênio (SatO2) 16. 
O pH determina se há uma acidose (a diminuição da concentração dos 
líquidos corpóreos) ou uma alcalose(aumento da concentração desses 
líquidos). Seus valores normais são: 7,35 a 7,45. A PaO2 indica a eficácia 
das trocas de oxigênio entre alvéolos e capilares pulmonares. Os valores 
normais variam entre 80 a 100 mmHg. A PaCO2 exprime a eficácia da 
ventilação alveolar, com grande difusão deste gás. Seus valores oscilam 
entre 35 a 45 mmHg. O BE corresponde ao excesso de base em que seus 
valores normais encontram-se entre -2 a +2 mEq/L. O HCO3 demonstra a 
concentração de bicarbonato no plasma sanguíneo. Os valores habituais 
variam de 22 a 28 mEq/L. A saturação de oxigênio (SatO2) é a porcentagem 
de hemoglobina saturada com o oxigênio e sua normalidade está nos valores 
acima de 90% 9. 
1.4 Capnografia 
A Capnografia é a mensuração e o registro gráfico do dióxido de carbono 
exalado no final da expiração (PETCO2). Além do PETCO2 são colhidas 
também a FR e o capnigrama. A PETCO2 é o parâmetro de maior utilidade 
clínica, pois quando analisado juntamente com a PaCO2, oferece 
informações úteis sobre a ventilação alveolar, o gradiente P(a – ET) CO2 e o 
comportamento do espaço morto. Deve ser monitorizado, quando disponível, 
na rotina dos cuidados à pacientes com vias aéreas artificiais 17. 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
 
1.5 Oxigenoterapia 
Esse recurso consiste na administração de oxigênio em concentrações 
maiores do que a encontrada em ar ambiente, com intuito de prevenir ou 
tratar as manifestações clinicas da hipóxia para manter uma adequada 
oxigenação tecidual e minimizar o trabalho que a hipoxemia gera ao sistema 
cardiopulmonar 18. 
Ainda de acordo com o autor supraciatado, podem ser usados de quatro 
formas: sistemas de baixo (cânula nasal, cateter nasal e cateter 
transtraqueal), sistemas com reservatório (cânula nasal com reservatório e 
circuito de não-reinalação com reservatório), sistemas de alto fluxo 
(arrastamento de ar, misturadores de ar) e os sistemas cercados (tendas de 
oxigênio, capacetes e incubadoras) 19. 
1.6 Monitorização da Mecânica Respiratória 
Em pacientes submetidos a suporte ventilatório prolongado, é importante a 
mensuração de suas condições de força muscular, drive respiratório e da 
mecânica torácica para que ocorra o desmame adequado destes casos 20. 
1.7 Suporte Ventilatório 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
A assistência ventilatória pode ser entendida como a manutenção da 
oxigenação e/ou ventilação dos pacientes de maneira artificial até que estes 
estejam capacitados a reassumi-las. Esta assistência torna-se importante 
para os pacientes submetidos à anestesia geral e para aqueles internados 
nas unidades de terapia intensiva com insuficiência respiratória 17,26. 
1) Modo: A primeira escolha deve ser sempre o modo ser ventilatório, 
mantendo-se limites de volumes ou pressões. A distensão alveolar rápida e 
abrupta é fator predominante na lesão alveolar, deve-se estar atento a 
restrições de volumes de 7 a 8 ml/kg que podem ser suficientes para uma boa 
manutenção das trocas gasosas, todavia o critério de peso é discutível, 
devendo observar estados de hipo ou hiperventilação vendo, ouvindo e 
sentindo. Após trinta minutos de ventilação está indicada a gasometria 
arterial, mantendo controle diário, a cada 24 horas. No modo pressórico, 
manter níveis que proporcionem a manutenção do Volume Minuto maior que 
5 a 6 l/minuto, na dependência do peso, com níveis médios de pico em torno 
de 22 a 25 cm/h2O 17. 
2) Modalidade: É fundamental reconhecer o nível de dependência do VM. De 
modo geral o ciclo ventilatório é passivo (controlado – do Ventilador) e ativo 
(Assistido – do paciente) com ciclos A/C respectivamente. Denominações 
modernas foram ampliadas: 
● Controladas: VCV (Ventilação Controlada a Volume) e PCV (Ventilação 
Controlada a Pressão). 
● Assistidas: SIMV (Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada ), 
sendo a Volume ( SIMV/V) ou Pressão (SIMV/P). 
Todas outras modalidades derivam da A/C 17. 
3) FiO2: Interfere na oxigenação alveolar e arterial, corrigindo a hipoxemia e, 
eventualmente, a acidose metabólica. Deve-se mensurar a saturação de 
oxigênio através do oxímetro de pulso. A FiO2 deve ser controlada de acordo 
com o estado clínico de cada paciente. A FiO2 a 100% sendo utilizada por 
tempo prolongado deixa o paciente susceptível ao risco de toxidade pelo 
oxigênio 17. 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
4) PEEP: Designada de Pressão Expiratória Final Positiva, é responsável 
para manutenção da distensão alveolar no final da expiração, evitando o 
colabamento e atelectasias. A PEEP ideal fisiológica não é consensual, 
trabalhos recentes demonstram níveis médios entre 5 a 8 cm/H2O. É 
consensual a utilização de 5cm/H2O. Distúrbios hemodinâmicos podem 
ocorrer com níveis de PEEP maiores que 12 cm/ H2O ou menos 17. 
5) Pressão de Suporte: A pressão de suporte é uma forma de ventilação 
assistida, que pode ser utilizada durante o desmame e é liberada quando 
uma variação de pressão abaixo da linha de base é detectada (geralmente 
25%), ou seja, se o paciente inspirou e não conseguiu atingir o volume 
corrente preestabelecido, a pressão de suporte será liberada para adequar o 
volume corrente estabelecido. Ajustar o fluxo inspiratório de maneira a que o 
pico de pressão inspiratória (PIP) seja atingido no primeiro terço do Tinsp. 
Desta forma, esse modo ventilatório é ciclado em tempo e limitado pela 
pressão. Lembrando que o paciente para usar esse modo tem que ter drive 
respiratório 17. 
6) Freqüência Respiratória e Sensibilidade: Deve ser mantida entre 10 a 14 
ciclos por minuto. Para manutenção, o controle da sedação e analgesia é 
fundamental, evitando-se retenções ou altas liberações de CO2 da corrente 
sanguínea. Freqüências altas podem também gerar o auto-peep. A 
sensibilidade é medida em valores de pressão negativa, ou seja, na pressão 
necessária efetuada pelo paciente na inspiração para disparo do ciclo 
ventilatório. Determina quando será liberado o fluxo inspiratório. Isto ocorre 
por pressão (aproximadamente – 2cm/ H2O), 2 cm/ H2O no display, ou 
através do sistema de fluxo de demanda 17,26. 
7) Fluxos, relação I:E: Depende de vários fatores relacionados e interativos. 
O fluxo deverá ser mantido entre 40 a 60 l/min, ou 5 vezes o Volume Minuto. 
A relação I:E fisiológica é de 1:2, na dependência da dinâmica ventilatória 
(VC, FR, Fluxo insp. e pausa insp). Cuidado com a relação 1:1 que pode levar 
a auto-peep 17. 
3. Avaliação Motora 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
A observação dos dados da avaliação osteomioarticular contribui para 
estabelecer o diagnóstico e prognóstico, objetivos de tratamento e resultados 
almejados e para desenvolver e implementar o plano de assistência. É 
também importante para se estimar os resultados no tratamento, tanto 
periodicamente quanto durante o processo de tratamento, e na conclusão da 
terapia. Os propósitos ao se realizar uma avaliação incluem: determinar a 
presença ou ausência de comprometimento envolvendo músculos, ossos e 
estruturas articulares relacionadas e identificar os tecidos específicos que 
estão causando o comprometimento 21. 
A amplitude de movimento articular e a flexibilidade de tecidos moles são 
elementos importantes do movimento funcional. As limitações restringem a 
ação normal dos músculos e alteram oalinhamento biomecânico dos 
seguimentos do corpo e da postura. A imobilização prolongada causa 
contratura, uma resistência fixa resultante da fibrose dos tecidos em torno de 
uma articulação 25. 
É importante a avaliação motora na unidade de terapia intensiva – UTI com 
intuito de saber as reais condições que se encontra o sistema 
musculoesquelético do paciente e desde cedo iniciar o tratamento visando 
principalmente à prevenção de úlceras de decúbitos, contraturas, 
deformidades e conseqüente perda da funcionalidade 25. 
O prontuário do paciente tem por objetivo fornecer informações com maior 
qualidade e de fácil interpretação, onde estas informações estão relacionadas 
com o passado, presente ou futuro da saúde e condições físicas e mentais do 
indivíduo 22. 
O uso de sistemas eletrônicos pode ser recomendado para melhorar sistemas 
de armazenamento e conseqüentemente os resultados dos tratamentos 
fisioterapêuticos, a efetividade do serviço de fisioterapia e reduzir os custos 
evitando a repetição de procedimentos 23. 
A falta de sistemas de armazenamento, recuperação e organização de 
prontuários podem comprometer o desenvolvimento de sistemas de 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
informação e, em conseqüência, a qualidade do atendimento fisioterapêutico 
24. 
Sem evidências documentadas, a efetividade de tratamentos fisioterapêuticos 
não pode ser demonstrada e, possíveis processos legais por negligência ou 
por mau tratamento, mau gerenciamento dos recursos e escassez de 
processos administrativos não podem ser defendidos 23. 
A fisioterapia possui importância fundamental nos cuidados de pacientes 
internados em unidades de terapia intensiva, entretanto a utilização de 
prontuários eletrônicos é uma pratica incomum na atuação do fisioterapeuta. 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Este artigo teve como propósito a elaboração de uma ficha de avaliação 
fisioterapêutica em pacientes na UTI, onde foram explicados todos os tópicos 
da ficha, que se fazem necessário, pra se avaliar pacientes que necessitam 
de uma monitorização contínua. 
Uma das principais necessidades de uma unidade de terapia intensiva é o 
armazenamento organizado dos dados, no sentido de documentar a atenção 
a cada paciente atendido na UTI e facilitar a recuperação das informações. 
A coleta de dados contém informações resumidas e aquelas obtidas pelo 
fisioterapeuta. Na primeira parte deve conter os dados iniciais do paciente, 
como nome, idade, endereço, número de registro do hospital e 
encaminhamento médico, além do diagnóstico e da razão de 
encaminhamento. A segunda parte resume a história clínica e a avaliação 
fisioterapêutica. 
Com a ausência de evidências documentadas sobre a efetividade de 
tratamentos fisioterapêuticos fica comprometida sem o arquivamento dos 
procedimentos realizados e efeitos alcançados com a conduta da fisioterapia. 
Com o prontuário eletrônico existi uma maior facilidade de encontrar esses 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
dados e documentar em trabalhos científicos e na literatura sobre a 
efetividade da Fisioterapia. 
UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA – ADULTO 
FICHA DE ADMISSÃO FISIOTERAPÊUTICA 
—————————————————— 
Leito: ___________ Data da Admissão: ______/______/______ 
Hora:______:_______ 
Nome:_________________________________________________________
_____________ 
Idade:___________ Sexo:_________ Peso:________ Altura:________ 
Estado Civil:__________ 
Cor:____________ Profissão:____________________ 
Procedência:_______________________ 
Plantonista Fisioterapeuta:_____________________ 
Médico:____________________________ 
Diagnostico:____________________________________________________
_____________ 
Motivo da Admissão – 
HDA:___________________________________________________ 
Doenças 
Anteriores:_____________________________________________________
______ 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
Fumo ( ) , Álcool ( ) , Bronquite ( ) , Asma ( ) , Diabetes ( ) , HAS ( ) , 
Emagrecimento ( ) , 
Alergias ( ) a: _________________________ 
Outras:__________________________________ 
Cirurgias 
Anteriores:_____________________________________________________
____ 
Observações:___________________________________________________
_____________ 
EXAME FISICO 
Sinais Vitais : FC: ________ bpm FR:_____irpm PA ______x______ mmHg 
Tax: ______º C 
Estado Nutricional:__________________________ 
Abdome:__________________________ 
Curativos / Feridas:_________________________Drenos / Sondas 
:____________________ 
Cianose : ____________________________ 
Edema:________________________________ 
Sudorese: __________________________ Úlceras de 
Decúbito:_______________________ 
Fraturas: _____________________ Luxações: 
______________Deformidades: __________ 
AVALIAÇÃO RESPIRATÓRIA 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
Dispineia: Sim ( ) Não ( ) Tipo: _________________ Tipo de 
Tórax:___________________ 
Padrão Ventilatório: ____________________ Ritmo 
Respiratório:_____________________ 
Expansibilidade: 
_____________________Deformidades:____________________________ 
Simetria Torácica: _______________________ Percussão Torácica 
:________________ 
Tiragens: Sim ( ) Não ( ) _____________________ 
Esforço:______________________ 
Tosse: ______________________________________ Enfisema 
Subcutâneo: Sim ( ) Não ( ) 
Secreção:___________________Ausculta Respiratória: 
______________________________ 
Imagem 
Radiológica:____________________________________________________
______ 
DADOS GASOMÉTRICOS 
pH _____(7,35 a 7,45) – PaO2 ________( 80 a 100 mmHg) – PaC02 
_______ ( 35 a 45 mmHg) 
HCO3 ________ ( 22 a 26 molEq) – BE _____ ( +2 a -2) Resutado: 
____________________ 
SUPORTE VENTILATORIO 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
Oxigenioterapia: _________________Vent. Não Invasiva: ___________;
_______LO2/min 
Ventilador Mecânico: Modelo: 
__________________________________________________ 
Vent. Mecânica: Modo: _______ TOT( ), TQT( ) Numero: _______ Posição 
:______ Pressão do Cuff:______Parâmetros: VC ______ FR ____ Fluxo 
_____ Peep_____FiO2 ______ PIP________PS________ I:E______ 
Sens______ SpO2 _______PMVA_______________ 
AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA E MOTORA 
Nível de Consciência: ___________ Escala de Sedação de Ramsay: 
____________________ 
Pupilas: _______________________ 
Face:_______________________________________ 
Fala: ____________________________________________Mobilidade: Ativa 
( ), Passiva ( ) 
Tônus Muscular:______________________ Força 
Muscular:__________________________ ADM: 
__________MRC:_______________________Sensibilidade:_____________
_______ 
Outras Informações: 
__________________________________________________________ 
OBSERVAÇÕES 
FINAIS:____________________________________________________ 
ESCALA DE GLASGOW Total:_______________ 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
ATENDIMENTO 
INICIAL:___________________________________________________ 
Instituição, ______ de _____________________ de _____________ as 
_______:_______ horas. 
____________________________________________ 
Fisioterapeuta 
 
REFERÊNCIAS 
1. PEREIRA JÚNIOR, G.A; et al. ​O papel da unidade de terapia intensiva 
no manejo do trauma​. Medicina. 1999. 
2. O’SULLIVAN, S. B. ​Fisioterapia: avaliação e tratamento​. São Paulo: 
Mamole, 2004. 
3. STILLER, K. Physiotherapy in Intensive Care. Towars an evidence – bases 
practice. ​Chest 2000. 
4. JERRE, G; et al. Fisioterapia em paciente sob ventilação mecânica. ​Rev. 
bras. ter. intensiva. ​v.19 n.3 São Paulo jul./set. 2007. 
5. VASSOLER, C.A, SARMENTO, G.J.V. Avaliação fisioterapêuticaem UTI. 
In: Sarmento GJV. ​Fisioterapia respiratória no paciente crítico​. 2ª ed. São 
Paulo: Manole; 2007. p. 23-30. 
6. GUTMANN, A. Z. ​Fisioterapia Atua​. 4 edição. São Paulo: Pancast, 1991. 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
7. SCANLAN,CL; WILKINS,RL; STOLLER,JK. ​Fundamentos da Terapia 
Respiratória de Egan. ​São Paulo: Manole, 2000. 
8. JACOBI, J; et al. Clinical practice guidelines for the sustained use of 
sedatives and analgesics in the critically ill adult. ​Crit Care Med 2002​; 
30:119–141. 
9. WEST, J.B. ​Fisiopatologia Pulmonar Moderna​. 4 ed. São Paulo: Manole, 
1996. 
10. COSTA, M.P. ​Epidemiologia e tratamento das úlceras de pressão​: 
experiência de 77 casos​. Acta Ortop. Bras., Santa Cecília, v. 13, n. 3, p. 
124-133, 2005. 
11. VASCONCELOS, W. L.R; PEREIRA, A. P. J. T. ​PROPOSTA DE FICHA 
DE AVALIAÇÃO GONIOMÉTRICA E DE TESTE DE FORÇA MUSCULAR 
PARA A CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA. ​Centro de Ciências da 
Saúde/Departamento de Fisioterapia/MONITORIA. XI Encontro de Iniciação à 
Docência, 2005. 
12. REESE, N. B. ​Testes de função muscular e sensorial. ​Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2000. 
13. LANGER, D. et al. Guia para a Prática Clínica: fisioterapia em pacientes 
com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). ​Revista Brasileira de 
Fisioterapia.​ Publicado em 02/04/2009. Com ISSN 1413-3555. 
14. PRESTO, B. L. V.; PRESTO, L. D. N.. ​Fisioterapia Respiratória: Uma 
nova visão​. Ed.Bruno Presto – Rio de Janeiro 2003. 
15. EMMERICH, J. C.​Monitorização respiratória: ​fundamentos. 2. ed. Rio 
de Janeiro: Revinter, 2001. 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
16. SILVEIRA, I. C.; ​O Pulmão na prática médica​. 3º ed – Rio de Janeiro. 
Ed. de Publicações Médicas, 1992. 
17. BENITO, S.; NET, À. ​Ventilação Mecânica​. Ed. 3ª. Rio de Janeiro. 
Revinter, 2002. 
18. CARVALHO, C. R . R.​Ventilação Mecânica​. Vol .2. São Paulo: Atheneu, 
2000. 
19. TELLES, M.R. Manobra de Recrutamento Alveolar. In: Vil Curso de 
Fisioterapia Respiratória em UTI. São Paulo: HAOC, 1998. apud PAULIN, 
Fernanda Viana. Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) e 
Manobra de Recrutamento Alveolar. ​Revista Intensiva​, v III, n.3 São Paulo, 
jan, 2005. 
20. LUCE, J.; PIERSON, D; TYLER, M. ​Tratamento Respiratório Intensivo​. 
2ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1995. 
21. WHITE, LJ. ​Exercise and multiple sclerosis​. Sports Med 2004. 
22. MURPHY, G.F. HANKEN, M.A. WATERS, K.A. Electronic ​Health 
Records​: Changing the Vision. Philadelphia: W.B. Saunders Company, 1999. 
23. COSTA, C.G.A da. “​Desenvolvimento e Avaliação Tecnológica de um 
Sistema de Prontuário Eletrônico do Paciente, Baseado nos Paradigmas 
da World Wide Web e da Engenharia de Software​.” Tese de Dissertação 
(Mestrado em Computação) – UNICAMP, Campinas, 2001. 
24. M’KUMBUZI, V.R.P. AMOSUN, S.L. “​Retrieving physiotherapy patient 
records in selected health care facilities in South Africa – is record 
keeping compromised?” Disability and rehabilitation, 2004, vol 26, no18, 
p.1110-116. 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
25. SULLIVAN, S. B.; SCHMITZ, T. J​. Fisioterapia, avaliação e tratamento​. 
2 ed. São Paulo: Manole,1993. 
26. FORTIS, E.A.F.; MUNECHIKA, M. Ventiladores em anestesia. In: 
MANICA, J. e colaboradores ​ANESTESIOLOGIA Princípios e Técnicas​. 
Porto Alegre. Artmed, 1997. p. 142-167. 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00. 
MATERIAIS de FISIOTERAPIA para mudar sua carreira: 
 
 
 
● Aperfeiçoamento 100% online de Fisioterapia em oncologia 
● Ventilação Mecânica Invasiva: princípios básicos e modos 
convencionais 
● Maratona de Neonatologia 
● Ventilação Mecânica Invasiva no Adulto 
● Fisioterapia Intensiva Oncológica 1.0 
● Liberação Miofascial - Ventosas + Instrumental+ Manual + Acessórios 
● Eletrotermofototerapia - Curso com Prof. Dr. Thiago Fukuda 
● 10 cursos de Avaliação 
● Curso Online de Fisioterapia Neonatal 
● Curso Online de Fisioterapia Hospitalar 
 
 
entre em grupo no WHATSAPP de FISIOTERAPIA 
 
Guia Fisioterapia Hospitalar completo por - de R$ 25,00.

Mais conteúdos dessa disciplina