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INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES * AGENDA Apresentação dos Participantes Objetivo do Curso Modulo I – Conceitos Fundamentais Modulo II – Análise e Solução de Problemas * Módulo I Conceitos Fundamentais * APRESENTAÇÃO DOS PARTICIPANTES NOME ÁREA EM QUE TRABALHA CONHECIMENTO EM INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES ( 0 a 10) EXPECTATIVA EM RELAÇÃO AO CURSO * Eng.º Bruno Luis Soeiro Gomes APRESENTAÇÃO DO INSTRUTOR Auditor Internacional em Sistema de Gestão da Qualidade, Meio Ambiente, Segurança e Saúde Ocupacional, qualificado como Auditor Líder nas normas NBR ISO 9001 e 14001 e OHSAS 18001pela BVQi - IRCA. Engenheiro Químico, especializado em Engenharia de Segurança e pós graduando em Engenharia de Petróleo e Gás * Capacitar os participantes com informações nas técnicas de Análise de Acidentes; Proporcionar a habilidade na participação da comissão de Análise de Acidentes; Orientar a tomada de ações preventivas e corretivas. OBJETIVO DO TREINAMENTO Anomalia Detectada Investigação das Causas Registrar a Anomalia * REFERENCIAS Requisito Legal e Outros Requisitos Lei 8.213/91 Art. 19, 20, 21, 22 e 23 . (CAT) NBR 14.280/2011 – Cadastro de Acidente do Trabalho Diretriz de SMS PB-PG-0V3-00013: Gestão de SMS/ Diretriz 13 – Análise de Acidentes e Incidentes Padrões PP-1E1-00039: Tratamento de Anomalias. PP-3EG-00212 : Tratamento de Anomalias de SMS PB-PP-0V3-00031: Apropriação, Identificação e Tratamento de Anomalias de SMS. * REFERENCIAS Acesso ao SINPEP * REFERENCIAS Acesso ao SINPEP * REFERENCIAS Acesso ao SINPEP Anomalia * CONCEITOS FUNDAMENTAIS Perigo Fonte, situação ou ato com potencial para provocar danos humanos em termos de lesão ou doença, ou uma combinação destas. (OHSAS 18.001:2007). Risco ATO ou Combinação da probabilidade de ocorrência de um evento perigoso ou exposição com a gravidade da lesão ou doença que pode ser causada pelo evento ou exposição. Risco Aceitável Risco que foi reduzido a um nível que pode ser tolerado pela organização, levando em consideração suas obrigações legais e sua própria política de SMS. * CONCEITOS FUNDAMENTAIS Perigo Fonte Risco Ato Risco Aceitável Toleravél * CONCEITOS FUNDAMENTAIS * CONCEITOS FUNDAMENTAIS * Requisito Necessidade ou expectativa que é expressa, geralmente, de forma implícita ou obrigatória. Conformidade Atendimento a um requisito Não Conformidade Não atendimento a um requisito. Quem define um requisito? Requisito Legal ( Legislação); Requisito Normativo ( Normas ABNT, ISO e etc.); Requisito Interno (15 Diretrizes Petrobras). CONCEITOS FUNDAMENTAIS * Anomalia Situação ou evento indesejável que resulte ou possa resultar em danos ou falhas, que afetem pessoas, o meio ambiente, o patrimônio (próprio ou de terceiros), a imagem do Sistema Petrobras, os produtos ou os processos produtivos. Este conceito inclui os acidentes, doenças, incidentes, desvios e não-conformidades. (PG-2SM-00001-C) Perda É a consequência do acidente, relativa a: Pessoas Patrimônio; Meio Ambiente Processo/Tecnologia (ANM, Guinchos e ) CONCEITOS FUNDAMENTAIS * CONCEITOS FUNDAMENTAIS Desvio Qualquer ação (comportamental) que tem potencial para conduzir direta ou indiretamente Dano a pessoa Impacto ao Meio Ambiente Dano ao patrimônio Requisitos legais Procedimentos Desvio Crítico Que tem potencial de causar uma anomalia Classe 4 (Morte ou Lesão com Afastamento) * Conforme – Boa Prática Desvio / Não Conformidade CONCEITOS FUNDAMENTAIS * CONCEITOS FUNDAMENTAIS Incidente È um evento imprevisto e indesejável que PODERIA Resultar em: Dano a pessoa ( Doença) Impacto ao Meio Ambiente Dano ao patrimônio Acidentes É um evento imprevisto e indesejável que RESULTA em: Dano a pessoa ( Doença) Impacto ao Meio Ambiente Dano ao patrimônio * CONCEITOS FUNDAMENTAIS Resultados de Anomalias Meio Ambiente Patrimônio Pessoas * “Os Acidentes e incidentes decorrentes das atividades da empresa devem ser analisados, investigados e documentados, de modo a evitar sua repetição e/ou assegurar a minimização de seus efeitos” (PG-0V3-00013-G) CONCEITOS FUNDAMENTAIS * TRATAMENTO DE ANOMALIA Identificação e Comunicação Ação imediata e correção; Registro; Investigação e análise das causas; Aprovação da análise; Abrangência Implementação das ações de bloqueio; Verificação da eficácia; * Análise de Anomalia de SMS Classificação segundo as suas consequências; Comunicação Interna e Externa; Atuação sobre as consequências; Investigação; Quantificação das perdas decorrentes de acidentes; Elaboração de Relatório; Adoção de ações de eliminação das causas; Registro, Divulgação Interna e Externa; Análise de Abrangência; Acompanhamento das Ações Preventivas e Corretivas. CONCEITOS FUNDAMENTAIS * Classificação das Anomalias(SMS) Acidentes Gravidade das lesões pessoais; Nº. de Pessoas lesionadas; Impacto ao meio Ambiente; Valor estimado do dano ao patrimônio; Repercussão junto a comunidade, mídia ou órgãos governamentais. Incidentes Alto Potencial Sistêmico Outros Desvios Críticos Sistêmicos Outros ( Comportamental) CONCEITOS FUNDAMENTAIS * CONCEITOS FUNDAMENTAIS Petrobras Contratada * TRATAMENTO DE ANOMALIA PP-3EG-00212 - Anexo A – Lista de Verificação * PP-3EG-00212 - Anexo B – Cálculo Estimado dos Custos Cabe a comissão da CIPA solicitar os valores ao DRH QUANTIFICAÇÃO DAS PERDAS * Investigação e Análise de anomalias de SMS Preservar as evidências e informações; O Gerente do Ativo define a composição da comissão de acordo com a tabela 3 do PP-0V3-00031-L; Formação da Comissão em até 48 horas da anomalia; A partir do Classe 3 – Nomeação Formal através de DIP. Levantamento e coleta de dados; Cronologia do evento; Identificação das causas; Determinação de melhorias a serem implantadas; Proposição de ações corretivas. CONCEITOS FUNDAMENTAIS * RELATÓRIO Itens mínimo do Relatório – Anexo G -PP-0V3-00031 Todas as Anomalias EVENTO DATA E HORA DO EVENTO CLASSE DO EVENTO DATA DE INÍCIO DA INVESTIGAÇÃO DADOS SOBRE O ACIDENTADO (nome, idade, cargo ou função, tempo de empresa, tempo na função, capacitação e habilitação, Atestado de Saúde Ocupacional - ASO), quando houver. IDENTIFICAÇÃO DO LOCAL (ex.: nome do local, Unidade Organizacional etc.) DETALHES DA INVESTIGAÇÃO (Anexar a este relatório os dados coletados relevantes para entendimento da investigação (registros, fotos) DESCRIÇÃO DA ANOMALIA DE SMS CAUSAS IMEDIATAS CAUSAS BÁSICAS APRENDIZADO ** (pontos relevantes para divulgação, quando houver, passar estes dados para o formulário Anexo H - Alerta de SMS) AÇÕES SUGERIDAS PELA COMISSÃO DE INVESTIGAÇÃO ** INVESTIGADO E ANALISADO POR (nome dos membros que participaram da Investigação) * RELATÓRIO Itens mínimo do Relatório – Anexo G -PP-0V3-00031 ANOMALIAS DE SMS CLASSE 2 E 3 Além dos itens mínimos de TODAS AS ANOMALIAS, soma-se a seguinte: VALOR ESTIMADO DAS PERDAS **(incluindo custo das horas-homem perdidas por causa do evento) ANOMALIAS DE SMS CLASSE 4 ** ROTULAR O RELATÓRIO COMO CONFIDENCIAL Além dos itens mínimos das ANOMALIAS DE SMS CLASSES 2 E 3, somam-se as seguintes: RESPOSTAS À EMERGÊNCIA ATENDIMENTO MÉDICO PRESTADO À(S) VÍTIMA(S) APOIO A FAMÍLIA - ASSISTÊNCIA PRESTADA AOS FAMILIARES DA(S) VÍTIMA(S) ** Obs.: EM CASO DE ACIDENTE FATAL, EXCLUIR OS ITENS: APRENDIZADO AÇÕES SUGERIDAS PELA COMISSÃO DE INVESTIGAÇÃOVALOR ESTIMADO DAS PERDA * COMPOSIÇÃO DA COMISSÃO * FASES INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES Coleta de Informações Definição das Causas Raiz Divulgação e Implantação do Plano de Ação Fotografia Entrevistas Fluxograma APR/ HAZOP PT Histórico de eventos Manuais Utilização de Métodos de Análise e Solução de Problemas Obtenção das Causas Raiz Elaboração de Plano de Ação Realização da Abrangência Elaboração de Relatório Implantação do Plano de Ação Avaliação da Eficácia das ações * Controle do acesso ao local do incidente (e qualquer registro associado) para preservar todos os dados do incidente; Entreviste o pessoal de resposta à emergência sobre as observações e fatos sobre o incidente, bem como ações que possam ter destruído algum tipo de evidencia; Leve em consideração tirar algumas fotos da cena do incidente/acidente e compare a cena sem o acidente com a do dia do acidente. ( Normalmente a cena do acidente apresenta elementos importantes que devem ser analisados) CONCEITOS FUNDAMENTAIS * * INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES Planejamento: Identifique as testemunhas; Selecione entrevistador; Defina local adequado para entrevistas; Prepare tópicos principais, documentos e perguntas; Registro e históricos de referencia. Estabelecer empatia: Faça apresentações se necessário; Deixe o entrevistado à vontade; Repita os objetivos da entrevista; Comece com perguntas abertas, para respostas longas Termine com perguntas fechadas, para respostas sim/não Conclusão: Peça opiniões e recomendações Resumo geral para confirmação pela testemunha Identifique itens para follow-up É preciso outra entrevista? Reporte os fatos a equipe de investigação Atualize Tabela de Fatores causais * * O processo de Entrevista Obtenha declarações iniciais; Localize testemunhas potenciais; Selecione um entrevistador e os locais de entrevistas; Marque as entrevistas em local adequado e confortável; Desenvolva os tópicos/assuntos; Documente a entrevista; Providencie as informações de referencia e históricos; Estabeleça e mantenha empatia com o entrevistado; Conduza e conclua a entrevista; Conduza as atividades de acompanhamento. INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES * * Quais pessoas podem ser testemunhas Participantes – atores que contribuíram para a sequência de eventos que resultou no acidente; Vítimas – pessoas que tiveram algum ferimento, dano ou perda; Observadores – pessoas numa posição de perceber as características do acidente; Programadores – pessoas que influenciaram o comportamento do equipamento, dos participantes ou das vítimas; Outros – pessoas que estavam em uma posição de perceber características do processo antes do acidente. INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES * * Levantar todos os dados disponíveis na cena do evento; Descrever instalações, localização de máquinas e equipamentos, condições de iluminamento, ruído etc. ; Os relatos das vítimas e companheiros de trabalho devem ser coletados através de entrevistas; Informações documentais como avaliações de risco, procedimentos e instruções de trabalho, PT e manuais de máquinas e equipamentos; Elaborar esquemas e fotografar o local; Obter histórico e informações de outros eventos ocorridos com os mesmos equipamentos, máquinas, processos e etc. INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES * * O que aconteceu? Quando e onde o evento adverso aconteceu? Quem sofreu dano ou estava envolvido com o evento? Como o evento adverso aconteceu? Quais atividades estavam sendo desenvolvidas no momento do incidente ou acidente? Havia algo incomum ou diferente nas condições de trabalho? Existiam procedimentos de segurança no trabalho e eles foram seguidos? INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES * * Considerações sobre a avaliação de declarações de testemunhas: Problemas com a posição da testemunha – A favor do vento, contra o vento, posição relativa, condições ambientais, posição do sol, número de pessoas por perto; Problemas de ilusão sensorial – Ilusões óticas, movimento relativo, vertigem, efeito de medicações, limitação de visão noturna, refração de luz, estado emocional, sensibilidade individual, idade, condição física, etc. Outros problemas de confiabilidade e credibilidade da testemunha – Conhecimento do processo, ameaça de desemprego, exagero, noção de distância, etc. INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES * * Evidência factual, derivada das atividades de coleta de dados, serve como base para todas as recomendações e conclusões de uma análise de causa raiz; Sem uma coleta de dados e análise bem feitos, o evento adverso (incidente / acidente) não poderá ser fielmente definido e resolvido. O importante não é identificar os erros do trabalhador, mas sim conhecer as razões que tornaram os erros possíveis. E também evitar a reincidência da Anomalia ( Acidente/incidente) INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES * * INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES Evite suposições comuns, tais como: “O processo funciona como foi projetado” ; “O Equipamento é adequado para seu uso atual” ; “Os operadores foram bem treinados” ; “Os procedimentos escritos são precisos e claros” ; “As políticas são cumpridas”. Paralelamente à falha humana, há fatores que criam um ambiente no qual “erros humanos” são inevitáveis. * Módulo II Método de Solução de Problemas * FASES INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES Coleta de Informações Definição das Causas Raiz Divulgação e Implantação do Plano de Ação Fotografia Entrevistas Fluxograma APR/ HAZOP PT Histórico de eventos Manuais Utilização de Métodos de Análise e Solução de Problemas Obtenção das Causas Raiz Elaboração de Plano de Ação Realização da Abrangência Elaboração de Relatório Implantação do Plano de Ação Avaliação da Eficácia das ações * Ação Preventiva Ação para eliminar a causa de uma “Potencial” Anomalia ou outra situação potencialmente indesejável. Reduz as probabilidades de ocorrência da Anomalia Definição da Abrangência Significa determinar em que áreas da empresa a anomalia poderá ocorrer, de tal forma que, ações corretivas ou preventivas, sejam definidas levando em consideração esta abrangência. COMO TRATAR OS ACIDENTES? * COMO TRATAR OS ACIDENTES? Ação de Correção Atua sobre o “EFEITO” da Anomalia como por exemplo: Retrabalho Refugo Reparo Re análise Ação Corretiva Atua sobre a “CAUSA RAIZ” da Não Conformidade e elimina a re incidência dos fatos, com por exemplo: “Pneu furado a ação corretiva seria a substituição do pneu. * CORRELAÇÃO DE ACIDENTES 1→ 0 30→ 3 300→30 3.000→300 30.000→3000 AÇÕES SISTÊMICAS Março/2013 * Muitas vezes o profissional passa dias, meses e, até anos, amenizando os efeitos dos problemas existentes no seu processo. Entretanto, a tarefa de corrigir os efeitos não pode entrar na rotina. Para isto, é necessário descobrir a causa raiz dos problemas. Uma das técnicas mais básicas e importantes, em qualquer programa de melhoria, que pode nos auxiliar na busca da causa raiz chama-se: MÉTODOS DE ANÁLISE DE PROBLEMAS * MÉTODO DE ANÁLISE DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS Acidente Incidente Desvio Não conformidade Falha * Há muitas técnicas, com as quais podemos implementar a Análise de Causa Raiz dentre elas: Análise Causal / (Método Brainstorming) Árvore de Causas/ Árvore de Falhas e etc. “A Comissão deve escolher a mais adequada, de acordo com a magnitude do evento em análise” - PP-0BR-00072-H TRATAMENTO DE ANOMALIAS DE SMS MÉTODOS DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS * Método Brainstorming * BRAINSTORMING - COMO FUNCIONA? O Brainstoming desenvolvido pelo publicitário Alex Osborn nosanos 40, foi rapidamente incorporado na linguagem das empresas; Trata-se da mais conhecida técnica de geração de idéias,notadamente eficaz, quando usada adequadamente. De fato, a popularidade do Brainstorming o banalizou a ponto, às vezes, de seus princípios não serem mais considerados. Nesses casos, a chamada tempestade cerebral ( Toró de Palpites) se transforma numa lista de clichês, sem levar em conta seu principal componente, que é a criatividade. * BRAINSTORMING - PRINCÍPIOS O Brainstorming possui duas etapas: Divergente: na qual a proposta é produzir muitas idéias; Convergente: na qual as sugestões são selecionadas, agrupadas e avaliadas. A etapa convergente não é muito diferente do que fazemos no nosso cotidiano: somos todos experts em fazer julgamentos, aprovar, vetar… Já a etapa divergente pode parecer mais difícil: ela exige ousadia, capacidade de combinar soluções e até um certo esforço mental para direcionar o pensamento para além do trivial. * BRAINSTORMING - REGRAS Adiar o julgamento; Visar à quantidade; Combinar e aperfeiçoar idéias alheias – têm sua razão de ser: Quando direcionamos o pensamento num determinado sentido, potencializamos nossa capacidade mental. Ex: (quanto mais observamos detalhes, maior a nossa capacidade de percebê-los. Da mesma forma, quanto mais idéias temos, maior a nossa capacidade de produzi-las). É por isso que nessa fase, não importa se as sugestões são boas ou não, o que importa é a fluência de idéias. Além disso, as propostas ditas malucas são justamente aquelas que têm mais potencial para inspirarem idéias originais e válidas. * As causas do problema são levantadas em reuniões do tipo “Brainstorming”. As causas mais prováveis podem ser discutidas entre a equipe, e após descobrir as causas dos problemas, os participantes podem propor ações que ajudem na prevenção desses problemas no futuro. Análise Causal - Brainstorming * ESTRUTURADO Método Definido NÃO ESTRUTURADO Sem formalização Formas de Uso- Brainstorming * Nesta forma, todas as pessoas do grupo devem dar uma idéia a cada rodada, ou “passar” até que chegue sua próxima vez. Isto geralmente obriga até mesmo os mais “tímidos” a participarem mas pode criar certa pressão sobre a pessoa. Brainstorming Estruturado * Nesta forma, os membros do grupo simplesmente dão idéias conforme elas surgem em suas mentes. Isto tende a criar uma atmosfera mais relaxada, mas também há riscos de dominação pelos mais extrovertidos. Brainstorming Não Estruturado * Nunca criticar idéias !!! Escrever num flip-chart ou quadro negro todas as idéias. A exposição das idéias a todos, ao mesmo tempo, Evita mal-entendidos e serve de estímulo para novas idéias. Todos devem concordar com a questão ou então esta deve ser repensada. Reescrever a nova redação. Em ambas as formas !!! * Exemplo de Brainstorming Estruturado: Tema: “Video Acidente com Moto” Equipe: Alunos do Curso de Formação da CIPA Instrutor Líder ou condutor da sessão: Instrutor do Curso Workshop - Brainstorming * Video – Acidente com Moto * Possíveis causas: Listar as Causas Perdeu a visao temporaria Perdeu a conciencia Passou mau Cansaco fisico Ausencia de identificacao na pista Durmiu Imprudencia do motoqueiro e caminhoneiro Falta de atencao Vacuo do caminhao Distracao Alcolizado Workshop - Brainstroming * Possíveis causas: Listar as Causas Vácuo do caminhão; Sonolência ao pilotar a moto; Problema mecânico no guidom da moto; Desatenção no transito; Moto com baixa cilindrada não pode transitar em rodovias; Workshop - Brainstroming * Possíveis causas: Listar as Causas Tentativa de ultrapassagem indevida; Imprudência do caminhão (Motorista acelera ao termino da faixa dupla); Workshop - Brainstroming * Árvore das Falhas/ Porquês Técnica estruturada para modelagem de combinações de erros humanos, falhas de equipamentos, e eventos externos que podem produzir a anomalia ou problema a ser avaliado Começa com um evento conhecido (Evento Principal ) e descreve todas as combinações possíveis de eventos que podem levar ao problema ou anomalia. Utiliza de simbologia “Booleana” para demonstrar graficamente combinações potenciais de eventos levando a um incidente. * Análise de Árvore de Causas Falhas * Árvore de Causas/ Porquês Uso do “E” Para um evento ocorrer, ou situação existir: múltiplos elementos precisam estar presentes. * Árvore de Falhas/ Causas Uso do “OU” Para um evento ocorrer, ou situação existir: Qualquer um dos elementos podem estar presentes; Qualquer item pode falhar; Qualquer um ou mais de vários caminhos (Fluxo, Pressão, Corrente,etc.) num estado específico (aberto ou fechado) permite a ocorrência do evento ou situação. * Elaborar Árvore de Causas Formar Grupos de 6 a 8 pessoas Desenhar no Flip Chart / Power Point Workshop – Árvore de Causa * Workshop – Árvore das Causas Queda da Moto * Workshop – Árvore das Causas Queda da Moto * IDENTIFIQUEI AS CAUSAS E AGORA? Alcançado o prazo para implantação da ação; Verificar se a ação corretiva ou preventiva foi implantada; Verificar a eficácia da implantação da ação; Se a ação foi eficaz e eliminou a reincidência a ação proposta de correção está validada. * Investigação da Causa É imprescindível que antes da definição da ação corretiva ou preventiva façamos investigação da causa da anomalia. Definir as ações corretivas ou preventivas conforme a anomalia encontrada seja real ou potencial, levando-se em conta a abrangência; Definir os responsáveis pela implantação e prazo. Pode-se utilizar a técnica dos 5W2H para Plano de Ação. What – O que será feito (etapas) Why – Por que será feito (justificativa) Where – Onde será feito (local) When – Quando será feito (tempo) Who – Por quem será feito (responsabilidade) How – Como será feito (método) How much – Quanto custará fazer (custo) Opcional para SMS COMO TRATAR OS ACIDENTES? * EXEMPLO DE PLANO DE AÇÃO - 5W2H * INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES Coleta de Informações Definição das Causas Raiz Divulgação e Implantação do Plano de Ação Fotografia Entrevistas Fluxograma APR/ HAZOP PT Histórico de eventos Manuais Utilização de Métodos de Análise e Solução de Problemas Obtenção das Causas Raiz Elaboração de Plano de Ação Realização da Abrangência Elaboração de Relatório Implantação do Plano de Ação Avaliação da Eficácia das ações * * Interna Externa COGEST da Unidade Organizacional. Força de trabalho de forma que garanta que o conhecimento dos perigos e riscos chegue ao trabalhador. (CIPA) COGEST da Área de Negócio, as anomalias de classe 4 e as de classe 3 definidas por este Comitê. ! Outras UOs da mesma Área de Negócio, onde ocorreu a anomalia de SMS Classe 3: existir atividade similar e quando as informações agreguem conhecimento ou experiência relevante para a Força deTrabalho (FT). Classe 4: todas devem ser compartilhadas. Divulgação para a corporação das anomalias de SMS classe 4 PP-0V3-00031 Apropriação, Identificação e Tratamento de Anomalias de SMS Item 6.5.6 apresentadas no Comitê de Negócio da Petrobras; apresentadas em videoconferências para toda a PB, pelo GG da UO onde ocorreu; o desdobramento da videoconferência deve ser feito pelas UOs, para toda a FT. DIVULGAÇÃO DO RESULTADO DA INVESTIGAÇÃO DAS ANOMALIAS DE SMS * * EMISSÃO DE ALERTAS DE SMS ! PP-0V3-00031 –L Apropriação, Identificação e Tratamento de Anomalias de SMS Item 6.5.6.4 É emitido no caso de acidentes classe 4 e quando forem detectados fatos relevantes (aprendizado) antes ou duranteo processo de investigação e análise. * * Alertas de SMS - Exemplo * * Classes 1, 2, 3 e 4 Acidente Fatal recomendável realizar análises de abrangência após o recebimento do Alerta de SMS; caso sejam necessárias ações de bloqueio, utilizar sistema informatizado com ações, responsáveis e prazo e que permita verificar a eficácia na prevenção de ocorrências similares. SMES Corporativo efetua análise sistêmica das causas das anomalias de SMS de classe 4, com o objetivo de orientar as melhorias na gestão de SMS da PB. ! Após a videoconferência, o SMES emite DIP para as Áreas de Negócio com o Alerta de SMS. Com o Alerta de SMS e as mídias da videoconferência, deve ser feita análise da abrangência e pertinência de implementação das ações aprovadas. é recomendável que as causas aprovadas sejam analisadas para permitir identificação de outras ações locais de bloqueio em relação ao processo envolvido na anomalia. PP-0V3-00031 Apropriação, Identificação e Tratamento de Anomalias de SMS Item 6.5.7 ANÁLISE DE ABRANGÊNCIA * É clara a necessidade de encontrar a causa raiz dos problemas que vivenciamos no dia-a-dia, e que essa é uma tarefa que deve ser feita em equipe, sempre que possível. Afinal, nem sempre a causa de um problema é tão visível ou fácil de ser encontrada, como por exemplo: problemas de ergonomia, Problemas de operação na Plataforma e etc. Mas com certeza é imprescindível uma minuciosa investigação das causas por parte da CIPA das Anomalias visando a melhoria contínua e a prevenção de acidentes. CONCLUSÃO * Duvidas? * Bruno Luis Soeiro Gomes UO-BS/SMS/SEG Chave:B1R5 Rota:7594180 Obrigado * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * Explicar o fluxo do alerta de SMS * * *