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Prof. Francisco Silva – Departamento de Geociências (IA)
Métodos de Avaliação de Depósitos Minerais VI
Disciplina: Prospecção e Pesquisa Mineral
Código: IA 277
Professor: Francisco Silva
Departamento de Geociências (IA)
UFRuralRJ
 Prof. Francisco Silva – Departamento de Geociências (IA)
Métodos de Avaliação de Depósitos Minerais VI
Métodos Clássicos de Estimação
Depósitos Aluvionares
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Métodos de Avaliação de Depósitos Minerais VI
Depósitos Aluvionares
• A avaliação de depósitos aluvionares, quando rasos e 
relativamente secos, comumente envolve a abertura de poços 
e/ou trincheiras, para amostragem e observação direta do 
material. 
• No caso dos poços, estes podem ter uma seção retangular ou 
circular. A depender do material escavado, os poços com 
profundidades superiores a 3 m são retangulares e requerem 
uma estrutura em degraus e/ou revestimento.
• A amostragem é, em geral, realizada por canal.
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Métodos de Avaliação de Depósitos Minerais VI
 Exemplo de poço escavado com seção retangular e dois degraus
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Métodos de Avaliação de Depósitos Minerais VI
 Exemplo de poço escavado com seção retangular e vários degraus.
 Aplicação em depósitos aluvionares e outros tipos de mineralização
http://oxfordgeology.com/tag/gold/
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Métodos de Avaliação de Depósitos Minerais VI
 Exemplo de poço aberto por escavadeira hidráulica. Estrutura
com roldana para facilitar a subida de material e segurança.
 Aplicação em depósitos aluvionares e outros tipos de mineralização
http://oxfordgeology.com/tag/gold/
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Métodos de Avaliação de Depósitos Minerais VI
• A quantidade de material a ser amostrada, ou seja, o suporte da 
amostra (comprimento x largura x espessura) vai depender do 
tipo de material.
• Em princípio, quanto maior for a granulometria do material 
maior deverá ser o tamanho da amostra.
• Amostragem em depósitos de placer deve considerar os 
seguintes aspectos:
> Uma amostra relativamente grande é necessária para ser 
representativa. Isto devido a grande variabilidade das 
características físicas do material, que pode variar em 
granulometria de matacão à areia.
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> Estes depósitos representam, comumente, materiais de 
concentrações pequenas e de alto valor intrínsico como, 
por exemplo, ouro, diamante, cassiterita, etc. 
> A distribuição espacial dos teores é geralmente bastante 
errática. Distribuições razoavelmente homogêneas, em 
termos de teores, requerem relativamente poucas 
amostras. Depósitos pouco homogêneos requerem uma 
grande quantidade de amostras.
> A pequena concentração de materiais de alto valor 
intrínsico e a distribuição espacial errática contribuem para 
aumentar o efeito pepita.
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• Outra questão importante na avaliação de depósitos 
aluvionares refere-se ao salgamento (salting), intencional ou 
não. O salting não intencional está, muito comumente, 
associado com poços sem revestimento, erros na coleta do 
material ou mal manuseamento das amostras.
• Ainda a ser considerado na avaliação deste tipo de depósito 
são os valores muito altos. Comumente recorre-se a uma nova 
amostragem do local ou aplica-se o cutting ou corte dos altos 
teores.
• O teor limite do corte (cut), se utilizado, deve ser calculado em 
função da distribuição dos teores e específico para cada 
depósito. Um exemplo: para um determinado depósito aluvionar 
aurífero, todo valor obtido acima de 5000 mg/m3 é convertido 
para este valor. O cutting tem por referência este valor limite.
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• Na indústria mineral especializada em prospecção, avaliação e 
lavra de depósitos aluvionares auríferos, principalmente em 
países anglo-saxônicos, uma das terminologias utilizadas para 
volumes é o cubic yard (yd3), que corresponde a 0.765 m3. 
• Na divulgação dos resultados de pesquisa, estas empresas 
muitas vezes utilizam o bank cubic yard (BCY), o que equivale a 
um cubic yard de material, in situ, sem qualquer modificação 
das suas características originais.
• Na lavra utiliza-se o loose cubic yard (LCY), isto é, o volume de 
material após remoção do local de origem. Para a conversão 
entre estes volumes (BCY e LCY) utiliza-se um fator de 
empolamento específico para cada tipo de material e área.
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• Devido a densidade e características do material, a capacidade 
do equipamento utilizado na lavra é desenhada em função do 
volume e não do peso.
• A unidade de concentração do metal utilizada para este tipo de 
material pode ser mg/m3, g/m3 ou oz/yd3.
• No cálculo da concentração de ouro, a partir de uma 
amostragem por sondagem ou poço, por exemplo, o volume da 
amostra é ajustado pelo fator de empolamento para a obtenção 
do volume teórico (in situ). O peso do ouro recuperado, após o 
tratamento da amostra, é dividido pelo volume corrigido 
(teórico) para a estimativa em mg/m3 ou oz/yd3 in situ..
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• O empolamento representa um aumento de volume quando um 
determinado material passa do seu estado natural para o 
estado solto. Com esta mudança, há um aumento no índice de 
vazios e por, conseguinte, uma diminuição na densidade.
• A taxa de empolamento, expressa em porcentagem, é:
f(%) = ((densidade natural/densidade solto) – 1) * 100
• Se a densidade natural de um material cascalhoso aurífero for 
igual a 1610 kg/m3, e a densidade solta for de 1330 kg/m3, 
então a taxa de empolamento (f) deste material será igual a 
21.05%. O empolamento, deste modo, é igual a 1.2105.
• Se o material escavado (solto) tiver um volume de 600 m3 então 
o volume in situ (natural) será igual a 495.7 m3.
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• Outra importante consideração na avaliação de placeres 
auríferos diz respeito ao grau de pureza do ouro (fineness). 
Esta medida é expressa em partes por 1000, ou seja, se o ouro 
contiver 10% de outros metais, este terá uma pureza de 900.
• Outra medida de pureza, utilizada principalmente na joalheria, é 
a quilatagem. Nesta unidade, o ouro de 24 ct indica que este é 
99.9% puro, enquanto o ouro de 18 ct contém 75% de ouro e 
25% de outros metais (6partes).
• O ouro, mais comumente, se apresenta em liga com a prata e o 
cobre mas também com o zinco, paládio, níquel, bismuto e 
tório.
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Métodos de Avaliação de Depósitos Minerais VI
Exercício
Calcular, de forma expedita, a quantidade
de ouro presente em um pequeno depósito
aluvionar de cascalho, de origem fluvial
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Métodos de Avaliação de Depósitos Minerais VI
Informações disponíveis
• A malha regular quadrada dos poços tem espaçamento de 
100m.
• O teor de corte (cutoff grade) é igual a 90 mg/m3 Au.
• O grau de pureza do ouro (fineness) é igual a 880.
• Utilizar como método de estimação os Polígonos de Thiessen 
sobre malha regular quadrada.
• Onça troy = 31.1035 g
Responda
• Qual o volume total do depósito de placer?
• Qual a espessura média da mineralização?
• Qual o teor médio em mg/m3 Au?
• Qual a quantidade de ouro puro contido em kg e oz? 
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Poço de 
pesquisa
Limite 
da área
100 m
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 6 7 8 9
 1 2 3
 12 13 14
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Poço Início (m)
Esp 
(m)
 Fim 
 (m)
 Teor 
(mg/m3)
1 2.0 0.7 2.7 180
2 2.2 0.8 3.0 155
3 4.4 1.3 5.7 70
4 1.9 0.7 2.6 190
5 4.2 1.2 5.4 280
6 2.1 0.7 2.8 180
7 2.1 0.6 2.7 210
8 2.0 0.8 2.8 160
9 4.1 1.4 5.5 190
10 1.9 0.7 2.6 170
11 4.3 1.5 5.8 305
12 2.1 0.8 2.9 165
13 4.3 1.3 5.6 260
14 4.2 1.4 5.6 270
Limite 
da área
100 m
Poço de 
pesquisa
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Iniciar o exercício desenhando perfis geológicos na
direção EW para compreender a geometria da
 mineralização e planejar como executar a estimação
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Métodos de Avaliação de Depósitos Minerais VI
Qual a geometria do corpo mineralizado?
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Computing ...
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                                              Exemplo de terraços fluviais
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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5c/A_series_of_paired_river_terraces.jpg
                                                 Exemplo de terraços fluviais
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Poço Início (m)
Esp 
(m)
 Fim 
 (m)
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(mg/m3)
1 2.0 0.7 2.7 180
2 2.2 0.8 3.0 155
3 4.4 1.3 5.7 70
4 1.9 0.7 2.6 190
5 4.2 1.2 5.4 280
6 2.1 0.7 2.8 180
7 2.1 0.6 2.7 210
8 2.0 0.8 2.8 160
9 4.1 1.4 5.5 190
10 1.9 0.7 2.6 170
11 4.3 1.5 5.8 305
12 2.1 0.8 2.9 165
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Limite 
da área
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 Limite dos corpos mineralizados com base no intervalo aurífero
Poço de 
pesquisa
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Limite 
da área
100 m
Poço Início (m)
Esp 
(m)
 Fim 
 (m)
 Teor 
(mg/m3)
1 2.0 0.7 2.7 180
2 2.2 0.8 3.0 155
3 4.4 1.3 5.7 70
4 1.9 0.7 2.6 190
5 4.2 1.2 5.4 280
6 2.1 0.7 2.8 180
7 2.1 0.6 2.7 210
8 2.0 0.8 2.8 160
9 4.1 1.4 5.5 190
10 1.9 0.7 2.6 170
11 4.3 1.5 5.8 305
12 2.1 0.8 2.9 165
13 4.3 1.3 5.6 260
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 Limite da área de influência (bloco) de cada poço
Poço de 
pesquisa
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Poço Início (m)
Esp 
(m)
 Fim 
 (m)
 Teor 
(mg/m3)
1 2.0 0.7 2.7 180
2 2.2 0.8 3.0 155
3 4.4 1.3 5.7 70
4 1.9 0.7 2.6 190
5 4.2 1.2 5.4 280
6 2.1 0.7 2.8 180
7 2.1 0.6 2.7 210
8 2.0 0.8 2.8 160
9 4.1 1.4 5.5 190
10 1.9 0.7 2.6 170
11 4.3 1.5 5.8 305
12 2.1 0.8 2.9 165
13 4.3 1.3 5.6 260
14 4.2 1.4 5.6 270
Limite 
da área
100 m
Poço de 
pesquisa
 O volume total é a soma da área de cada bloco pela respectiva espessura 
A
B
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Partes não mineralizadas ou estéreis
Ao calcular o teor médio do corpo considera-se que na lavra as 
partes estéreis não serão extraídas (não há cálculo de diluição). Isto 
significa que para estes blocos o volume será menor mas o teor de 
cada um deles se mantém inalterado.
Caso as partes estéreis não possam ser separadas e descartadas 
durante a lavra então o teor médio deverá necessariamente ser 
diluído em função do respectivo volume de estéril.
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Métodos de Avaliação de Depósitos Minerais VI
Qual a percentagem de estéril no blocos 1, 6 e 12?
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Poço Início (m)
Esp 
(m)
 Fim 
 (m)
 Teor 
(mg/m3)
1 2.0 0.7 2.7 180
2 2.2 0.8 3.0 155
3 4.4 1.3 5.7 70
4 1.9 0.7 2.6 190
5 4.2 1.2 5.4 280
6 2.1 0.7 2.8 180
7 2.1 0.6 2.7 210
8 2.0 0.8 2.8 160
9 4.1 1.4 5.5 190
10 1.9 0.7 2.6 170
11 4.3 1.5 5.8 305
12 2.1 0.8 2.9 165
13 4.3 1.3 5.6 260
14 4.2 1.4 5.6 270
Limite 
da área
100 m
Poço de 
pesquisa
A
B
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Percentagem estimada de diluição no bloco
> Bloco 1: 15%
> Bloco 6: 25%
> Bloco 12: 10%
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Por definir
> Estimar a porcentagem de diluição nos blocos 1, 6 e 12
> Bloco A
A espessura é obtida por média aritmética simples (1, 4 e 7)
O teor é obtido por média aritmética ponderada (1, 4 e 7)
> Bloco B
A espessura é obtida por média aritmética simples (9, 11 e 14)
O teor é obtido por média aritmética ponderada (9, 11 e 14)
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Poço Início (m)
Esp 
(m)
 Fim 
 (m)
 Teor 
(mg/m3)
1 2.0 0.7 2.7 180
2 2.2 0.8 3.0 155
3 4.4 1.3 5.7 70
4 1.9 0.7 2.6 190
5 4.2 1.2 5.4 280
6 2.1 0.7 2.8 180
7 2.1 0.6 2.7 210
8 2.0 0.8 2.8 160
9 4.1 1.4 5.5 190
10 1.9 0.7 2.6 170
11 4.3 1.5 5.8 305
12 2.1 0.8 2.9 165
13 4.3 1.3 5.6 260
14 4.2 1.4 5.6 270
Limite 
da área
100 m
Poço de 
pesquisa
A
B
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Estimação da espessura e teor dos blocos A e B
> Teor Bloco A (influência de blocos 1, 4 e 7)
Espessura: 0.67 m
Teor: 192.5 mg/m3 
> Teor Bloco B (influência de blocos 9, 11 e 14)
Espessura: 1.43 m
Teor: 256.2 mg/m3 
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Construa tabelas para cada um dos
corpos segundo o modelo a seguir
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Exercício
Aproveitando o exercício anterior, considere a mesma geometria 
dos corpos estudados mas sendo estes veios de quartzo auríferos. 
Calcule o teor médio do veio mineralizado e o ouro contido em 
toneladas e onças troy. O corpo Ocidental tem um teor médio de 4.6 
g/t Au e densidade igual a 2.88 g/cm3. O corpo Oriental tem um teor 
de 6.3 g/t Au e densidade de 2.96 g/cm3.
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 Segundo notação da indústria mineral 0.42 Mt @ 5.6 g/t Au
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