Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

A capitulo sob comento de Jack Katz Massacre Justo trata-se de uma explicação de o que o assassino está tentando fazer num homicídio típico, que copreensão ele tem de si mesmo, da sua vitima e da cena no momento fatal e ainda em que sentido e em que sensualidade ele é compelido a agir.		O autor de inicio nos apresenta que o homicídio criminal típico é uma forma de o assassino defender a sua moral, o “bem” como ele coloca no texto. “O homicidio criminal típico é uma tentativa apaixonada de realizar um sacrifício para corporificar uma outra versão do “bem”.
O homicidio acontece geralmente de forma cotidiana e rotineira, como os casos sexuais relatados no texto e de forma “justificada” como quando o senhor Jones descobre que seu amigo está tendo um caso com a sua esposa, e não foi aceito como crime pelo júri. “O Sr. Jones suspeitara dos dois e tentara flagrá-los em pleno ato. O júri se recusou a aceitar as acusações contra ele. Tecnicamente – isto é, de acordo com o tratamento oficial –, esse homicidio não foi u crime”
As três coisas primordiais para um “massacre justamente irado” é que o assassino deve identificar o comportamento da vitima de forma especifica que a vitima está atacando o que ele vê como valor eterno humano eterno, precisa passar da humilhação para a ira e honrar a ofensa que sofreu de com um ato violento.
O autor argumenta que chegar a cometer o homicidio é a ultima posição em defesa da respeitabilidade, que o assassino se sente provocado pela vitima e para por um fim ao desafio ele comete o crime.
A provocação por parte da vitima em geral é física, mas o significado de seu ataque é também moral. No mínimo os estudos sobre esse fenômeno indicam que, numa alta porcentagem dos casos, a pessoa que acaba por se tornar a vitima não estava tentando escapar. Para o assassino (final) , a vitima (final), ao não tentar fugir ou evitar o conflito, está dedicando que nenhum dos dois pode escapar das implicações daquilo que vai acontecer.
Da humilhação a ira esse é um passo a ser seguido por um assassino típico. Apesar de serem coisas destintas

Mais conteúdos dessa disciplina