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LEI DE OHM (FORMULAS) 
I => CORRENTE ELÉTRICA: (A, I) “AMPERES” 
I = 
𝐄
𝐑
 I = 
𝐏
𝐄
 𝐈 = √𝐏/𝐑 
 
P => POTÊNCIA ELÉTRICA: (P, W) “WATTS” 
P = I x E P = 
𝐄²
𝐑
 P = R x I² 
 
E => TENSÃO ELÉTRICA: (V, DDP, E, U) “VOLTS” 
E = R x I E = √𝐏𝐱𝐑 E = 
𝐏
𝐈
 
 
R => RESISTÊNCIA ELÉTRICA: (Ω, R) “OHMS” 
R = 
𝐄²
𝐏
 R = 
𝐄
𝐈
 R = 
𝐏
𝐈²
 
 
 
 
Resistência em Série Ω (Omhs). 
Rt => resistência total: Rt = R1 + R2 + R3 +, ... + Rn 
Ex: R1= 12 Ω, R2= 6 Ω, R3= 16 Ω, Rt = 12 + 6 + 16 = 46 Ω 
 
Resistência em Paralelo Ω (Ohms). 
Se tratando de diferentes valores segue formula, Rt = 
𝑹𝟏∗ 𝑹𝟐
𝑹𝟏 + 𝑹𝟐
 
Ex: R1= 6 Ω, R2= 8 Ω, Rt = 
𝟔 ∗ 𝟖
𝟔 + 𝟖
 = 
𝟒𝟖
𝟏𝟒
 = 3,43 Ω 
 
Resistência em paralelo de mesmo valor “Ω”, Rt = 
𝑹𝒙
𝑹𝒏
 
Ex: R1= 10 Ω, R2= 10 Ω, R3= 10 Ω, R4= 10 Ω, Rt = 
𝟏𝟎
𝟒
 = 2,5 Ω 
Rx = Valor da resistência em evidencia. 
Rn = Quantidade de resistências, “Nº de vezes que o resistor se 
repete” no circuito. 
 
GRANDEZAS ELÉTRICAS. 
 
 
Como calcular energia elétrica em KWh 
A energia elétrica é o produto da potência elétrica em Watts pelo 
tempo de uso. 
 E = 
𝑃 ∗ 𝑡 
1000
 * D * V E = 
𝑃 ∗ 𝑡 𝑚𝑖𝑛
60
 / 1000 * D * V 
 
1000 => Fator para transformar Watts => em KWh 
E => Energia Consumida. T => horas de uso. 
P => Potencia em Watts. KWh => Quilowatt-hora 
D => quantidade dias de uso. T min => tempo em minutos 
V => valor da energia em KWh (R$), cobrado pela concessionária 
de energia da sua cidade. 
 
Resistencia do fio “Ω” ou simplesmente resistividade do 
material do fio condutor. R = 
𝑷 ∗ 𝑳
𝑨
 
P => Resistividade do material “fio”. 
L => Comprimento do cabo. 
A => Área do material condutor em mm² “espessura do cabo”. 
 
Resistividade do Material Condutor. 
Prata 0,016 Tungsténio 0,055 
Cobre 0,017 Ferro 0,1 
Ouro 0,023 Níquel-crómio 1 
Chumbo 0,022 Grafite 35 
Alumínio 0,028 
 
FATOR DE POTENCIA 
Em circuitos de corrente alternada (CA) puramente resistivos, as ondas 
de tensão e de corrente elétrica estão em fase, ou seja, mudando a sua 
polaridade no mesmo instante em cada ciclo. Quando cargas reativas estão 
presentes, tais como capacitores ou condensadores e indutores, o 
armazenamento de energia nessas cargas resulta em uma diferença de fase 
entre as ondas de tensão e corrente. Uma vez que essa energia armazenada 
retorna para a fonte e não produz trabalho útil, um circuito com baixo fator de 
potência terá correntes elétricas maiores para realizar o mesmo trabalho do 
que um circuito com alto fator de potência. 
A potência ativa é a capacidade do circuito de produzir trabalho em um 
determinado período de tempo. Devido aos elementos reativos da carga, 
a potência aparente, que é o produto da tensão pela corrente do circuito, será 
igual ou maior do que a potência ativa. 
A potência reativa é a medida da energia armazenada que é devolvida para a 
fonte durante cada ciclo de corrente alternada. É a energia que é utilizada para 
produzir os campos elétrico e magnético necessários para o funcionamento de 
certos tipos de cargas como, por exemplo, retificadores industriais e motores 
elétricos.[1] 
O fluxo de potência em circuitos de corrente alternada tem três componentes: 
potência ativa (P), medida em watts (W). 
potência aparente (S ou N), medida em volt-ampères (VA). 
potência reativa (Q), medida em VAr (volt-ampere reativo), este grafado 
sempre em letras minúsculas. O fator de potência pode ser expresso como: 
FP = 
𝐏
𝐒
 cosφ = 
𝐏𝐞
𝐏𝐚
 
No caso de formas de onda perfeitamente senoidais, P, Q e S podem ser 
representados por vetores que formam um triângulo retângulo, também 
conhecido como triângulo de potências, sendo que: 
S² = P² + Q² ou Pa² = Pe² + Pr², → Pa = √𝑷𝒆𝟐 + 𝑷𝒓² 
 
Triângulo retângulo que representa a relação entre as potências. 
 
 
 
S = U * I => Pa = U * I 
S => potência Aparente, KVA. Pa = Potência Aparente. 
P = S * cosφ => Pe = U * I * cosφ 
P => Potencia Ativa, KW. Pe = Potência Efetiva ou Ativa. 
Q = S * senφ => Pr = U * I senφ 
Q => Potência reativa, KVAr. Pr = Potência reativa. 
φ = ângulo de defasagem. => “Fora de fase”. 
cosφ = fator de potência = % da Pa que foi empregada para produzir trabalho útil. 
 
cosφ = 
𝐏𝐞
𝐏𝐚
 ou cosφ = 
𝐏
𝐒
 
O fator de potência (Fp), não pode ser inferior a 0,92 ou (92%), abaixo desse valor é 
cobrada uma multa. O ideal ´´e mais próximo de 1 ou (100%). Fp = 1 
Se φ é o ângulo de fase entre as de ondas de corrente e tensão, e sabendo que a potência 
ativa não pode ser negativa (elementos resistivos não fornecem energia), então o cos φ ≥ 
0, consequentemente: -π/2 ≤ φ ≤ π/2, então o fator de potência é igual a cosφ, e: 
 
Ondas de tensão (V) e corrente (I) em fase. A carga possui característica resistiva (se senoidal 
perfeita, FP=1). Ângulo de fase φ=0°. 
 
Por definição, o fator de potência é um número adimensional entre 0 e 1 “0% E 100%”. 
Quando o fator de potência é igual a zero (0), o fluxo de energia é inteiramente reativo, e a 
energia armazenada é devolvida totalmente à fonte em cada ciclo. Quando o fator de 
potência é 1, toda a energia fornecida pela fonte é consumida pela carga. Normalmente o 
fator de potência é assinalado como atrasado ou adiantado para identificar o sinal do 
ângulo de fase entre as ondas de corrente e tensão elétricas que são geradas. 
O fator de potência é determinado pelo tipo de carga ligada ao sistema 
elétrico, que pode ser: 
• Resistiva 
• Indutiva 
• Capacitiva 
 
Onda de corrente (I) atrasada em relação à onda de tensão (V). A carga possui 
característica indutiva. FP<1 (atrasado). 
 
Onda de corrente (I) adiantada em relação à onda de tensão (V). A carga possui 
característica capacitiva. FP<1 (adiantado). 
Se uma carga puramente resistiva é conectada ao sistema, a corrente e a tensão mudarão 
de polaridade em fase, nesse caso o fator de potência será unitário (1), e a energia elétrica 
flui numa mesma direção através do sistema em cada ciclo. Cargas indutivas tais 
como motores e transformadores (equipamentos com bobinas) produzem potência reativa 
com a onda de corrente atrasada em relação à tensão. Cargas capacitivas tais 
como bancos de capacitores ou cabos elétricos enterrados produzem potência reativa com 
corrente adiantada em relação à tensão. Já motores síncronos podem ter sua potência 
reativa tanto atrasada quanto adiantada simplesmente alterando-se a corrente de campo. 
Ambos os tipos de carga absorverão energia durante parte do ciclo de corrente alternada, 
apenas para devolver essa energia novamente para a fonte durante o resto do ciclo. 
Por exemplo, para se obter 1 kW de potência ativa quando o fator de potência é unitário 
(igual a 1), 1 kVA de potência aparente será necessariamente transferida (1 kVA = 1 kW ÷ 
1). Sob baixos valores de fator de potência, será necessária a transferência de uma maior 
quantidade de potência aparente para se obter a mesma potência ativa. Para se obter 
1 kW de potência ativa com fator de potência 0,2 será necessário transferir 5 kVA de 
potência aparente (1 kW = 5 kVA × 0,2). 
Frequentemente é possível corrigir o fator de potência para um valor próximo ao unitário. 
Essa prática é conhecida como correção do fator de potência e é conseguida mediante o 
acoplamento de bancos de indutores ou capacitores, com uma potência reativa Q contrário 
ao dacarga, tentando ao máximo anular essa componente. Por exemplo, o efeito indutivo 
de motores pode ser anulado com a conexão em paralelo de um capacitor (ou banco) junto 
ao equipamento. 
As perdas de energia aumentam com o aumento da corrente elétrica transmitida. Quando 
a carga tem fator de potência menor do que 1, mais corrente é requerida para suprir a 
mesma quantidade de potência útil. As concessionárias de energia estabelecem que os 
consumidores, especialmente os que possuem cargas maiores, mantenham os fatores de 
potência de suas instalações elétricas dentro de um limite mínimo, hoje 0,92 estuda-se 
aumentar para 0,96 caso contrário serão penalizados com cobranças 
adicionais. Engenheiros frequentemente analisam o fator de potência de uma carga como 
um dos indicadores que afetam a eficiência da transmissão e geração de energia elétrica. 
Componentes não-senoidais[editar | editar código-fonte] 
Em circuitos que têm apenas tensão e corrente alternadas, o efeito do fator de potência 
cresce somente com a diferença de fase entre ambas. Isso é conhecido como "fator de 
potência de deslocamento". Este conceito pode ser generalizado para fatores de potência 
reais onde a potência aparente inclui componentes de distorção harmônica. Isso possui 
uma importância prática em sistemas de potência que contém cargas não-lineares tais 
como retificadores, algumas formas de iluminação elétrica, fornos a arco, equipamentos 
de solda, fontes chaveadas, entre outros. 
Um exemplo particularmente importante são os milhões de computadores pessoais que 
possuem fontes chaveadas com potência variando entre 150 W a 500 W. Historicamente, 
essas fontes de baixo custo incorporam um retificador simples de onda completa que 
conduzem apenas quando a tensão instantânea excede a tensão no capacitor de entrada. 
Isso produz altos picos de corrente de entrada, que, por sua vez, produzem distorções no 
fator de potência e problemas de carregamento, tanto dos condutores fase como neutro 
das instalações e dos sistemas elétricos. 
Um multímetro típico fará leituras incorretas de correntes que possuam componentes 
harmônicas. Será necessário um multímetro que meça o valor true RMS para se medir o 
valor real das correntes e tensões (e a potência aparente por consequência). Para medir a 
potência ativa ou reativa será necessário escolher adequadamente o wattímetro, para que 
faça medições de correntes não-senoidais. 
Legislação[editar | editar código-fonte] 
No Brasil, a Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL estabelece que o fator de 
potência nas unidades consumidoras deve ser superior a 0,92 capacitivo durante 6 horas 
da madrugada e 0,92 indutivo durante as outras 18 horas do dia. Esse limite é 
determinado pelo Artigo nº 95 da Resolução ANEEL nº414 de 09 de setembro de 2010[2], e 
quem descumpre está sujeito a uma espécie de multa que leva em conta o fator de 
potência medido e a energia consumida ao longo de um mês.[carece de fontes] 
A mesma resolução estabelece que a exigência de medição do fator de potência pelas 
concessionárias é obrigatória para unidades consumidoras do Grupo A (supridas com mais 
de 2300 V) e facultativa para unidades consumidoras do Grupo B (abaixo de 2300 V, como 
prédios comerciais, estruturas comerciais, residências em geral, entre outros). A cobrança 
para o Grupo B, na prática, raramente ocorre, pois demandaria a instalação de medidores 
de energia reativa em cada uma das unidades consumidoras, o que ainda não compensa 
financeiramente. 
No Brasil, ainda não existe legislação para regulamentar os limites das 
distorções harmônicas nas instalações elétricas. 
 
 
Potência em corrente alternada trifásica 
 
Relação → √𝟑 = 1,73, onde 220v * 1,73 = 380,6v, e 120v * 1,73 = 207,6v 
Pa = U * I * √𝟑 (VA) → Pa = 
𝐏𝐞
𝐅𝐩
 
Pe = U * I * cosφ * √𝟑 (W) → Pe = HP * 746 → I = 
𝐏𝐚
𝐔∗ √𝟑
 
Pr = U * I senφ * √𝟑 (Var) → Pr = √𝐏𝐚² − 𝐏𝐞² 
Formulas quando tiver o rendimento do equipamento: 
Pe = U * I * cosφ * √𝟑 * ɳ → Pe = Pa * cosφ * √𝟑 * ɳ → Pa = 
𝐏𝐞
𝐜𝐨𝐬𝛗 ∗ ɳ
 
In = 
𝐏 (𝐖)
(𝐔∗ √𝟑)∗𝐜𝐨𝐬𝛗 ∗ ɳ 
 onde P pode ser em CV ou Hp 
Ex: qual corrente circula por um motor trifásico 60HZ, alimentado com 220v, gerando 
uma potência de 5,4 KW, quando seu fator de potência está em 0,94? Relação √𝟑. 
I = ? Pe = U * I * cosφ * √𝟑 
U = 220v 5400 = 220 * I * 0,94 * 1,73 
Pe = 5400W 5400 = I * 357,76 
Cosφ = 0,94 
𝟓𝟒𝟎𝟎
𝟑𝟓𝟕,𝟕𝟔
 = I → I = 15,09A 
Ex: se a potência aplicada em um circuito trifásico é 8,9KVA e a potência transformada em 
trabalho é de 8KW, calcule a potência perdida. O fator de potência aceito é de 0,92? 
Justificar. 
Pa = 8,9KVA Pa² = Pe² + Pr² Pr = √𝟏𝟓, 𝟐𝟏 
Pe = 8KW 8,9² = 8² + Pr² Pr = 3,9 KVAr 
Pr =? 79,21 = 64 + Pr² Cosφ = 
𝐏𝐞
𝐏𝐚
 = 
𝟖
𝟖,𝟗
 = 0,899 
Cosφ > 0,92? Pr ² = 15,21 a Justificativa é que não é aceito pois está abaixo de 0,92. 
Diz-se que o motor elétrico tem duas potências: a requerida da rede elétrica (de onde 
calculamos sua corrente nominal) e a entregue na ponta do eixo (energia entregue na 
forma mecânica). 
Ex: Um motor de 20cv independente do seu rendimento ou tensão de alimentação (desde 
de que seja alimentado com tensão indicada e correta ligação das bobinas), quer dizer 
que ele entrega 20cv de potência no seu eixo, em forma de energia mecânica. 
Assim a formula: P = U * I 
P → A potência em cavalo-vapor (CV) é a potência de prioridade do motor. 
U → Tensão. 
I → Corrente, tanto a tensão como a corrente, são de linhas. 
Calculo da corrente: 
Motor monofásico Motor trifásico 
I = 
𝟕𝟑𝟔 ∗ 𝐏(𝐂𝐕)
𝐔 ∗ ɳ ∗ 𝐂𝐨𝐬𝛗
 I = 
𝟕𝟑𝟔 ∗ 𝐏(𝐂𝐕)
√𝟑∗ 𝐔 ∗ ɳ ∗ 𝐂𝐨𝐬𝛗
 
Velocidade motor elétrico 
Os motores elétricos trifásicos de corrente alternada são os 
mais utilizados porque na maioria dos casos a distribuição de energia 
elétrica é feita em corrente alternada (Leia nosso artigo sobre 
fechamento de motores elétricos) e também em função de 
simplicidade, robustez e baixo custo, sendo adequado para quase 
todos os tipos de máquinas encontradas, este tipo de motor é 
largamente encontrado na indústria. Possui velocidade constante 
podendo variar em função de alguns fatores como cargas aplicadas a 
seu eixo. (Recomendamos também que leia nossa página Comandos 
Elétricos. 
Seu princípio de funcionamento é baseado no campo magnético 
girante, que surge quando um sistema de correntes alternada trifásico 
é aplicado em polos defasados fisicamente de 120º. Dessa forma, 
surge através desta defasagem um campo magnético em cada 
conjunto de bobinas do motor, estes campos magnéticos gerados 
formam o que chamamos de Campo Magnético Girante. 
 
Velocidade Síncrona 
O Motor de indução funciona normalmente com velocidade 
constante proporcionada pelo campo magnético girante, logo a 
velocidade do campo é chamada de velocidade síncrona, e é em 
função de, basicamente, dois fatores, são eles: 
A. Polos magnéticos gerados em função de sua construção física 
B. Frequência da rede elétrica a qual está instalado 
Portanto, dizemos que: A velocidade do motor elétrico de 
indução é diretamente proporcional a frequência e inversamente 
proporcional a quantidade de polos magnéticos 
Sendo assim podemos definir a seguinte equação 
 Ns = velocidade Síncrona em RPM 
 Ns = 
𝟏𝟐𝟎∗𝐟
𝐩
 f = Frequência em Hz 
 p= Número de polos 
Escorregamento em porcentagem e RPM 
 S = Escorregamento em % 
S = 𝐍𝐬 − 𝐍
𝐍𝐬
 * 100 Ns = Velocidade síncrona em Rpm 
 N = Velocidade média no rotor em RPM 
 
Sendo assim a velocidade real no eixo do motor elétrico será a 
diferença entre a velocidade síncrona e o escorregamento. Esta 
recebe o nome de Velocidade Nominal. 
 N – Velocidade Nominal RPM 
N = Ns – S Ns – Velocidade Síncrona em RPM 
 S – Escorregamento em RPM 
PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS 
 
 
RECOMENDAÇÕES DA 
NORMAABNT NBR5410:2004 
Prever pelo menos um ponto de luz no teto, 
comandado por um interruptor de parede; 
Nas áreas externas, a determinação da 
quantidade pontos de luz fica a critério do 
instalador; 
Arandelas no banheiro devem estar distantes, 
nomínimo,60cm do limite do box ou da 
banheira, para evitar o risco de acidentes com 
choques elétricos. 
 
60 CM DO LIMITE DO BOX OU DA BANHEIRA 
 
 
DIMENSIONAMENTO DOS ELETRODUTOS 
Dimensionar eletrodutos é determinar o tamanho nominal do 
eletroduto para cada trecho da instalação. 
 
REDIMENSIONAMENTO DOS ELETRODUTOS 
recomenda-se que os condutores não ocupem mais que 40% da 
área útil dos eletrodutos. Proceda da seguinte maneira em cada 
trecho da instalação: 
 
Conte o número de condutores que passarão pelo trecho, 
Dimensione o eletroduto a partir do condutor com a maior 
seção(bitola)que passa pelo trecho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DIMENSIONAMENTO DOS ELETRODUTOS: 
NÚMERO DE CONDUTORES ISOLADOS COM 
PVC, EM ELETRODUTO DE PVC. 
 
DIMENSIONAMENTO DOS ELETRODUTOS: NÚMERO DE CONDUTORES 
ISOLADOS COM PVC, EM ELETRODUTO DE AÇO. 
 
 
PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS EM BAIXA TENSÃO 
ROTEIRO DE DIMENSIONAMENTO 
1) PROJETO ARQUITETÔNICO EM PLANTA BAIXA 
a) A planta deverá estar na escala 1:50; com cotas externas; sem as convenções 
detalhadas de portas, esquadrias e móveis. Deve ser uma planta “limpa”. 
 
2) PREVISÃO DE CARGAS – MONTAGEM DO QUADRO DE CARGAS DE 
ILUMINAÇÃO E TOMADAS 
a) Elencar em uma tabela um quadro que mostre a previsão de iluminação por área de 
ambiente ou por procedimento luminotécnico devendo conter as seguintes colunas: 
ambiente, área, quantidade de lâmpadas e potência de iluminação (VA). 
b) Elencar em uma tabela um quadro que mostre a previsão de tomadas de uso geral 
devendo conter as seguintes colunas: ambiente, área e perímetro, quantidade de 
tomadas e potência (VA). 
c) Elencar em uma tabela um quadro que mostre a previsão de tomadas de uso 
específico devendo conter as seguintes colunas: ambiente, quantidade de tomadas, 
tipo e potência(W). 
d) Criar uma tabela com um quadro que junte todas as cargas calculadas 
anteriormente, para fins de dimensionamento. 
 
3) DIMENSIONAMENTO DAS DEPENDÊNCIAS DA EDIFICAÇÃO – CÁLCULO 
DE ÁREAS E PERÍMETROS 
a) Com a planta baixa em mãos, calcule a área e o perímetro de cada ambiente e 
distribua as informações nas tabelas criadas. 
 
4) NBR 5410/04 – CARGAS DE ILUMINAÇÃO 
a) Definir a carga de iluminação para cada ambiente de acordo com a norma técnica 
ou através de cálculos luminotécnicos 
b) É importante detalhar na tabela de iluminação a quantidade de lâmpadas de acordo 
com a sua potência. 
 
5) NBR 5410/04 – CARGAS DE TOMADAS DE USO GERAL – TUG´s 
a) Definir a carga de TUG´s de acordo com a norma técnica. 
 
6) NBR 5410/04 – CARGAS DE TOMADAS DE USO ESPECÍFICO – TUE´s 
a) Definir a carga de TUE´s de acordo com a tabela 3.1, página 62 do livro didático do 
Hélio Creder. 
 
7) CÁLCULO DA POTÊNCIA ATIVA TOTAL 
a) Cálculo da potência ativa de iluminação e TUG´s. Fatores de potência. Página 17 do 
livro conceitos básicos de eletricidade. Inclusa no slide. 
b) Cálculo da potência ativa total: 
- cálculo da potência ativa de iluminação e TUG´s: P = VA x FP (ilum) e P = VA x 
FP (TUG´s). 
- cálculo da potência ativa total: 
Potência de iluminação..........P = valor 
Potência ativa TUG´s..............P = valor 
Potência ativa TUE´s ..............P = valor 
Total........................................P = total 
 
c) Tabela: 
Item Tipo de Circuito Fator de Potência 
1 Circuitos de iluminação em geral FP = 1,0 
2 Circuitos de tomadas de Uso Geral – TUG´s FP = 0,8 
3 Circuitos de tomadas de Uso Específico – TUE´s: 
 • Circuitos resistivos, como chuveiro, 
aquecedor, etc. 
FP = 1,0 
 • Circuitos indutivos, como por exemplo 
aparelho de ar condicionado, motobomba, 
etc 
 
Verificar o FP do aparelho 
 
8) TIPO DE FORNECIMENTO – PROVÁVEL DEMANDA OU DEMANDA 
MÁXIMA PREVISTA (PD) 
a) Cálculo da provável demanda pela expressão: PD = (Ilum. + TUG´s).FD + 
TUE´s.FD 
b) Fatores de demanda. Tabela 3.20, página 99 do livro hélio Creder ou tabelas 15.1 e 
15.2 do livro Conceitos Básicos de Eletricidade em anexo nos slides. 
Fator de Demanda para iluminação e TUG´s: Pilum + PTUG´s (tab. 15.1) 
Fator de Demanda para TUE´s: soma os circuitos de TUE´s. 
 
Tab. 15.1 – Fatores de Demanda para iluminação e TUG´s. 
 
Linha Potência(W) FD 
01 0 a 1.000 0,86 
02 1.001 a 2.000 0,75 
03 2.001 a 3.000 0,66 
04 3.001 a 4.000 0,59 
05 4.001 a 5.000 0,52 
06 5.001 a 6.000 0,45 
07 6.001 a 7.000 0,40 
08 7.001 a 8.000 0,35 
09 8.001 a 9.000 0,31 
11 9.001 a 10.000 0,27 
12 Acima de 10.000 0,24 
 
Tab. 15.2 – Fatores de Demanda para TUE´s. 
 
Nº Circuitos de TUE´s FD 
01 1,00 
02 1,00 
03 0,84 
04 0,76 
05 0,70 
06 0,65 
07 0,60 
08 0,57 
09 0,54 
10 0,52 
11 0,49 
12 0,48 
13 0,46 
14 0,45 
15 0,44 
16 0,43 
17 0,41 
18 – 19 – 20 0,40 
21 – 22 – 23 0,39 
24 – 25 0,38 
 
c) Definição do tipo de fornecimento de energia. Macapá 
Monofásico → F + N → ≤ 8.000W → 8 Kva 
Bifásico → 2F + N → 8.000W < D ≤ 15.000W 
Trifásico → 3F + N → ≥ 15.000W 
 
9) QUADRO DE CARGAS – DIVISÃO EM CIRCUITOS 
a) Compor tabela com cargas definidas até o momento realizando a divisão das cargas 
em circuitos terminais. 
b) Cada circuito poderá agrupar cargas até o limite de 1200W em 127V e 2200W em 
220V, como potência nominal máxima, exceto para TUE´s. 
c) Os circuitos terminais devem ser individualizados pela função dos equipamentos de 
utilização que alimentam. Em particular, devem ser previstos circuitos terminais 
distintos para iluminação e tomadas. 
d) Devem ser previstos circuitos individuais para TUG´s da cozinha, copa e área de 
serviço. 
e) Para cada TUE deve ser previsto circuito exclusivo. 
f) Devem ser previstos circuitos independentes para equipamentos de corrente 
nominal superior a 10ª. 
g) Nos circuitos alimentados com duas ou três fases, as cargas devem ser distribuídas 
entre as fases, de modo a equilibrá-las. 
 
10) QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO – POSICIONAMENTO 
a) Posicionar o quadro de distribuição em local adequado. 
b) Deve ser colocado em locais de fácil acesso. Ex.: cozinha, área de serviço e 
corredores. 
c) De preferência o mais próximo possível do medidor. 
d) Em locais onde haja maior concentração de cargas de potências elevadas, como por 
exemplo: cozinhas e área de serviço. 
 
11) INTERLIGAÇÃO DOS CIRCUITOS – TRAÇADO DE ELETRODUTOS 
a) Representar na planta o traçado dos eletrodutos , interligando todos os pontos de luz 
e tomadas, partindo do quadro de distribuição e a representação da fiação. 
 
12) CÁLCULO DA CORRENTE DE PROJETO (IP) 
a) Ip = P/V (A) 
 
13) CÁLCULO DA CORRENTE DE PROJETO CORRIGIDA (IC) 
a) A correção sefaz em função do fator: FCA: Fator de Correção de Agrupamento de 
circuitos instalados 
 
14) INDICAR NA PLANTA A SEÇÃO DOS CONDUTORES 
a) Inserir na planta baixa a informação sobre a seção do condutor encontrada para o 
circuito. 
 
15) DIMENSIONAMENTO DOS DISJUNTORES (proteção contra sobrecarga) 
a) Proteção contra corrente de sobrecarga. Condições: 
IC ≤ In ≤ Iz 
In : corrente nominal do disjuntor 
 Iz : corrente máxima do cabo 
 
 
16) BALANCEAMENTO DE FASES 
a) Completar a tabela Quadro de Cargas com as informações adquiridas. 
b) Fazer a distribuição das potências entre as fases, mantendo, na medida do possível o 
equilíbrio entre elas. 
 
17) DETERMINAR A CARGA INSTALADA 
 
Somatória de todas as potências 
 
18) DETERMINAR A DEMANDA (DISJUNTOR GERAL - QL). 
 
 Deve-se levar em conta o Fator de demanda 
 
18) DETERMINAR A CORRENTE EM FUNÇÃO DA DEMANDA (DISJUNTOR 
DO MEDIDOR DE ENERGIA). 
 
19) DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTOS. 
 
20) PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA. 
 
21) ESQUEMA MULTIFILAR DO QUADRO DE LUZ – QL. 
 
22) RELAÇÃO DE MATERIAIS. 
 
 
 
 
 
 
Divisão da instalação em circuitos 
 
Prever circuito de iluminação separados dos circuitos de 
tomadas TUG e TUE. 
 
Prever circuito TUE sempre que a corrente for superior a 10A 
a carga de iluminação é de 1080VA; 
No mínimo dois circuitos de iluminação. 
Circuito 1: dormitório1, dormitório2, banheiro e hall: 620VA 
Circuito 2: copa, cozinha, área de serviço e área externa: 
460VA 
 
Divisão da instalação em circuitos para TUG (220v) 
A carga total de TUG é 6900VA 
6900 / 220v = 31,36 A; 
Regra para evitar condutores carregados 31,36 A / 10A = 
3,136 ou seja 4 circuitos TUG. 
 
Circuito 3: Copa = 1900VA 
Circuito 4: Cozinha = 1900VA 
Circuito 5: Sala, dorm. 1, banheiro e hall = 1500VA 
Circuito 6: Dorm. 2, área serviço = 1600VA 
Divisão da instalação em circuitos para TUE (220V) 
A carga total de TUE é 12100W 
Circuito 7: Chuveiro = 5600W 
Circuito 8: Torneira elétrica = 5000W 
Circuito 9: Lavadora = 1000W 
Circuito 10: Geladeira = 500W 
 
 
Cálculo do circuito de distribuição (Geral) 
Potência de iluminação + Potência TUG = 1080w + 5520w = 
6600w, sem considerar fator de demanda na tabela é 0,40. 
FD = 0,4 => 6600 * 0,4 = 2640W 
 
Fator de demanda TUE 
Potência TUE 12100W; 
Fator de demanda na tabela TUE é 0,76 
FD = 0,76 => 12100 * 0,76 = 9196W 
 
Potência total considerada demanda: 
2640W + 9196W = 11836W 
 
Fator de potência considerado neste caso é FD = 0,95 
S (total) = P 
(total) / FP = 11836 / 0,95 = 12,459KVA 
 
Corrente do circuito de distribuição considerado neste caso 
é (380/220/ bifásica) 3 condutores FFN 
I = S / V => I = 12459 / 380V = 32,78A 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Agrupamento do circuito 
 
 
 
 
 
Número do circuito Número, circuitos agrupados 
1 2 
2 2 
3 3 
4 3 
5 2 
6 3 
7 1 
8 1 
9 2 
10 3 
 
 
 
Dimensionamento de condutores 
• Tipos de Condutores 
• Condutores isolados 
• Condutores unipolar 
• Condutores multipolar 
• Critérios para dimensionamento: 
• Capacidade de condução de corrente; 
• Queda de Tensão; 
• Seção mínima; 
• Sobrecarga; 
• Curto-circuito; e 
• Choques elétricos. 
 
 
 
Tipos de Condutores 
 
• Condutor Isolado: possui condutor 
metálico e isolação. 
• Cabo Unipolar: possui condutor, 
isolação e uma camada de 
revestimento, chamada cobertura, 
para proteção mecânica 
• Cabo Multipolar: possuem sob a 
mesma cobertura, dois ou mais 
condutores isolados, denominados 
veias. 
 
 
 
Métodos de Instalação 
 
• Definir parâmetros de instalação 
• O método de instalação influencia a 
capacidade de troca térmica entre os 
condutores e o ambiente, alterando a 
capacidade de condução de corrente 
dos condutores. 
• Exemplo de Instalação: 
• Os condutores podem ser instalados 
em eletrodutos ou bandejas. 
• Os eletrodutos podem ser embutidos 
em alvenaria ou podem ser aparentes. 
 
Parâmetros de Instalação dos cabos 
 
• NBR 5410:2004 
• Tabela 33 — Tipos 
de linhas elétricas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Onde: 
• IB: corrente de projeto; 
• P : potência ativa total do circuito; 
• V : tensão do circuito; 
• FP :fator de potência total do circu 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Fatores de Correção à Corrente de Projeto: 
• Corrigir corrente de projeto (IB) de acordo com k1, k2 e k3. 
• k1- fatores de correção para temperaturas ambientes diferentes. 
• k2- Correção de resistividade do solo 
• k3- fator de correção de agrupamento (agrupamento de mais de um 
circuito em um mesmo eletroduto). 
 
k1- Fatores de Correção para Temperaturas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Utilizado para temperaturas 
ambientes diferentes de 30ºC 
para linhas não subterrâneas e de 
20ºC (temperatura do solo) para 
linhas subterrâneas. 
Conforme NBR5410:2004, item6.2.5.3 – pg. 106 
 
k2- Correção de resistividade do solo 
 
 
 
Utilizado em linhas subterrâneas, caso a resistividade térmica do solo seja diferente de 2,5 K.m/W, caso típico de 
solos secos, deve ser feita uma correção adequada nos valores da capacidade de condução de corrente. Solos 
úmidos possuem valores menores de resistividade térmica, enquanto solos muito secos apresentam valores 
maiores 
 
 
 
 
 
 
 
FCA - Fator de Correção de Agrupamento 
 
Conforme NBR5410:2004, item6.2.5.5 – pg. 107 
 
 
Exemplo: 
 
• Um circuito de iluminação de 1200 W, fase-neutro, passa no interior de 
um eletroduto embutido de PVC, juntamente com outros quatro 
condutores isolados de outros circuitos em cobre. A temperatura 
ambiente é de 35ºC. Determinar a seção do conduto. 
 
Critério da Queda de Tensão 
Efeitos dos Níveis Anormais das Tensões de 
Alimentação 
• A queda de tensão não deve ser superior aos limites máximos estabelecidos pela norma 
NBR 5410, a fim de não prejudicar o funcionamento dos equipamentos de utilização 
conectados aos circuitos terminais ou de utilização. 
• A queda de tensão de uma instalação elétrica, desde a origem até o ponto mais 
afastado de utilização de qualquer circuito de utilização, não deve ser superior aos 
valores prescritos pela norma, dados em relação ao valor da tensão nominal da 
instalação 
• A queda de tensão nos circuitos alimentadores e terminais (pontos de utilização) de 
uma instalação elétrica produz efeitos que podem levar os equipamentos desde à 
redução da sua vida útil até a sua queima (falha). 
• Essa queda de tensão faz com que os equipamentos recebam em seus terminais uma 
tensão inferior aos valores nominais, prejudicando o seu desempenho. 
Roteiro para dimensionamento dos condutores 
pelo critério do limite de queda de tensão 
 
• Determinar 
• Tipo de isolação do condutor 
• Método de instalação 
• Material do eletroduto 
• Tipo do circuito (monofásico ou trifásico) 
• Tensão do circuito ( V ) 
• Corrente de projeto ( IB) e potência (S) 
• Fator de potência 
• Comprimento do circuito em km ( L ) 
• Queda de tensão admissível “e(% )” 
• Cálculo da queda de tensão unitária 
• Escolha do condutor 
 
Queda de tensão unitária 
 
• Queda de tensão unitária: 
• 𝑈𝑢𝑛𝑖𝑡 = 
𝑒 % 𝑉 
𝐼𝐵𝐿 
• Com o valor da queda de tensão unitária calculado, entra-se na Tabela 10.22, 
verifica-se o método de instalação de condutores, e encontra- se o valor 
cuja queda de tensão seja igual ou imediatamente inferior à calculada, 
obtendo desta forma a seção do condutor correspondenteExemplos 
 
• Exemplo 1: dimensionar os condutores para um chuveiro, tendo como 
dados: P=5400 W, V=220 V, FP=1, isolação de PVC, eletroduto de PVC 
embutido em alvenaria; temperatura ambiente: 30°C; 
comprimento do circuito: 15 m. 
 
 
 
 
Exemplos 
 
• Exemplo 2: dimensionar os condutores para um circuito de tomadas da 
cozinha, tendo como dados: S=2000 VA, V=127 V, isolação de PVC, eletroduto 
embutido em alvenaria; temperatura ambiente: 30°C; comprimento 
do circuito: 10 m. 
 
 
 
 
 
Critério de Queda de Tensão (Trechos) 
 
• Roteiro para dimensionamento dos condutores pelo critério do limite de 
queda de tensão. 
• Determinar: 
• Tipo de isolação do condutor 
• Método de instalação 
• Material do eletroduto 
• Tipo do circuito (monofásico ou trifásico) 
• Temperatura ambiente 
• Corrente de projeto ( IB) e potência (S) 
• Δvunit.(Tabela 10.22) 
• Queda de tensão trecho por trecho 
• Escolha do condutor 
 
Critério de queda de tensão 
• 
𝑒 % = 
100.𝑈𝑢𝑛𝑖𝑡 𝐼𝐵𝐿 
𝑉 
• Calcula-se o valor da queda de tensão nos trechos do circuito, caso o valor de queda de tensão supere o valor admitido em norma, é 
necessário refazer o cálculo para uma seção nominal maior. 
• A seção nominal do circuito todo será a maior seção dos trechos. 
 
Critério de Queda de Tensão (Trechos) 
 
• Exemplo 3: supondo um circuito terminal com cargas distribuídas, 
conforme a figura vista a seguir: eletroduto de PVC embutido em 
alvenaria, temperatura: 30°C 
 
 
 
Resposta 
• S=3x600+2x100=2000VA 
• IB=2000/127=15,7A 
• Na tabela procura-se ∆Vunit=16,9 
 
• Calculando para o primeiro trecho: ∆e=2,1% 
 
 
 
 
 
 
 
• Repete-se o procedimento para cada trecho de tubulação 
• E assim sucessivamente para cada trecho e vai lançando os valores na tabela 
seguinte: 
 
• A queda de tensão do trecho B é maior do 4%. Deve-se refazer o cálculo para um 
seção nominal maior do que 2,5 mm2 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Repete-se o procedimento para cada trecho de tubulação 
• E assim sucessivamente para cada trecho e vai lançando os valores na tabela 
seguinte: 
 
 
 
 
 
• Os valores calculados para queda de tensão para todos os trechos do 
circuito são menores do 4%. Assim, a seção nominal do condutor 
adotada é 4,0 mm2 
 
Critério de Queda de Tensão (Trechos) 
 
• Exemplo 4: considerando um circuito de iluminação de um 
estacionamento, conforme o seguinte esquema: eletroduto de PVC 
embutido no solo, temperatura: 25 °C, utilizando lâmpadas a vapor de 
mercúrio de 250 W, com reator de 220 V e fator de potência de 0,88 ( 284 
VA = 250 W x 0,88 ) 
 
 
Resposta 
• S=5x284=1420VA 
• IB=1420/220=6,45A 
• Na tabela procura-se ∆Vunit=27,6 
 
• Calculando para o primeiro trecho: ∆e=2,42% 
 
 
 
 
 
 
 
• Repete-se o procedimento para cada trecho de tubulação 
• E assim sucessivamente para cada trecho e vai lançando os valores na tabela 
seguinte: 
 
 
 
 
 
• Os valores calculados para queda de tensão para todos os trechos do 
circuito são menores do 4%. Assim, a seção nominal do condutor 
adotada é 1,5 mm² 
 
Critério da Secção Mínima 
 
 
 
Seção Mínima - Neutro 
 
 
 
 
Seção Mínima - Proteção

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