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02/06/2019 15 Exercícios de interpretação de texto com gabarito - Toda Matéria
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EXERCÍCIOS › EXERCÍCIOS DE PORTUGUÊS
Exercícios de interpretação de texto
Márcia Fernandes
Professora licenciada em Letras
A interpretação de texto envolve a leitura e a compreensão de textos escritos. A
dificuldade para interpretar textos é resultado de uma leitura menos atenta, sendo um
problema que pode acompanhar a vida do estudante desde muito cedo.
Abaixo, você pode conferir 10 exercícios de interpretação de texto que foram utilizados
em processos de seleção de alunos para o ensino médio e para o ensino superior
(vestibular e Enem). Além disso, também contemplamos exercícios de nível fundamental.
Teste agora seus conhecimentos e confira a sua capacidade de leitura e interpretação de
textos. No fim de cada exercício, você encontrará as respostas das questões.
Questões de interpretação e compreensão de textos
1. (Fuvest 2014 - Primeira Fase) A civilização “pós-moderna” culminou em um progresso
inegável, que não foi percebido antecipadamente, em sua inteireza. Ao mesmo tempo,
sob o “mau uso” da ciência, da tecnologia e da capacidade de invenção nos precipitou na
miséria moral inexorável. Os que condenam a ciência, a tecnologia e a invenção criativa
por essa miséria ignoram os desafios que explodiram com o capitalismo monopolista de
sua terceira fase.
Em páginas secas premonitórias, E. Mandel apontara tais riscos. O “livre jogo do
mercado” (que não é e nunca foi “livre”) rasgou o ventre das vítimas: milhões de seres
humanos nos países ricos e uma carrada maior de milhões nos países pobres. O centro
acabou fabricando a sua periferia intrínseca e apossou-se, como não sucedeu nem sob o
regime colonial direto, das outras periferias externas, que abrangem quase todo o “resto
do mundo”.
: Ernest Ezra Mandel (1923-1995): economista e militante político belga.
O emprego de aspas em uma dada expressão pode servir, inclusive, para indicar que ela
I. foi utilizada pelo autor com algum tipo de restrição;
II. pertence ao jargão de uma determinada área do conhecimento;
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02/06/2019 15 Exercícios de interpretação de texto com gabarito - Toda Matéria
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III. contém sentido pejorativo, não assumido pelo autor.
Considere as seguintes ocorrências de emprego de aspas presentes no texto:
A. “pós-moderna” (L. 1);
B. “mau uso” (L. 2);
C. “livre jogo do mercado” (L.6);
D. “livre” (L. 7);
E. “resto do mundo” (L. 9).
As modalidades I, II e III de uso de aspas, elencadas acima, verificam-se, respectivamente,
em
a) A, C e E
b) B, C e D
c) C, D e E
d) A, B e E
e) B, D e A
2. (Enem 2012 - Segundo Dia) “Ele era o inimigo do rei”, nas palavras de seu biógrafo,
Lira Neto. Ou, ainda, “um romancista que colecionava desafetos, azucrinava D. Pedro II e
acabou inventando o Brasil”. Assim era José de Alencar (1829-1877), o conhecido autor de
O guarani e Iracema, tido como o pai do romance no Brasil.
Além de criar clássicos da literatura brasileira com temas nativistas, indianistas e
históricos, ele foi também folhetinista, diretor de jornal, autor de peças de teatro,
advogado, deputado federal e até ministro da Justiça. Para ajudar na descoberta das
múltiplas facetas desse personagem do século XIX, parte de seu acervo inédito será
digitalizada.
Com base no texto, que trata do papel do escritor José de Alencar e da futura digitalização
de sua obra, depreende-se que
a) a digitalização dos textos é importante para que os leitores possam compreender seus
romances.
b) o conhecido autor de O guarani e Iracema foi importante porque deixou uma vasta
obra literária com temática atemporal.
c) a divulgação das obras de José de Alencar, por meio da digitalização, demonstra sua
importância para a história do Brasil Imperial.
d) a digitalização dos textos de José de Alencar terá importante papel na preservação da
memória linguística e da identidade nacional.
e) o grande romancista José de Alencar é importante porque se destacou por sua temática
indianista.
Alternativa a: A, C e E.Alternativa a: A, C e E.
História Viva, n.° 99, 2011.
Alternativa d: a digitalização dos textos de José de Alencar terá importante papel naAlternativa d: a digitalização dos textos de José de Alencar terá importante papel na
preservação da memória linguística e da identidade nacional.preservação da memória linguística e da identidade nacional.
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02/06/2019 15 Exercícios de interpretação de texto com gabarito - Toda Matéria
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VEJA TAMBÉM: Português no Enem
3. (Enem 2012 - Segundo Dia) A substituição do haver por ter em construções existenciais, no português do Brasil,
corresponde a um dos processos mais característicos da história da língua portuguesa, paralelo ao que já ocorrera em relação
à aplicação do domínio de ter na área semântica de “posse”, no �nal da fase arcaica.
Mattos e Silva (2001:136) analisa as vitórias de ter sobre haver e discute a emergência de
ter existencial, tomando por base a obra pedagógica de João de Barros. Em textos escritos
nos anos quarenta e cinquenta do século XVI, encontram-se evidências, embora raras,
tanto de ter “existencial”, não mencionado pelos clássicos estudos de sintaxe histórica,
quanto de haver como verbo existencial com concordância, lembrado por Ivo Castro, e
anotado como “novidade” no século XVIII por Said Ali.
Como se vê, nada é categórico e um purismo estreito só revela um conhecimento
deficiente da língua. Há mais perguntas que respostas. Pode-se conceber uma norma
única e prescritiva? É válido confundir o bom uso e a norma com a própria língua e dessa
forma fazer uma avaliação crítica e hierarquizante de outros usos e, através deles, dos
usuários? Substitui-se uma norma por outra?
Para a autora, a substituição de “haver” por “ter” em diferentes contextos evidencia que
a) o estabelecimento de uma norma prescinde de uma pesquisa histórica.
b) os estudo clássicos de sintaxe histórica enfatizam a variação e a mudança na língua.
c) a avaliação crítica e hierarquizante dos usos da língua fundamenta a definição da
norma.
d) a adoção de uma única norma revela uma atitude adequada para os estudos
linguísticos.
e) os comportamentos puristas são prejudiciais à compreensão da constituição
linguística.
4. (UERJ - 2016/1) “Todo abacate é verde. O incrível Hulk é verde. O incrível Hulk é um
abacate.”
Todo argumento pode se tornar um sofisma: um raciocínio errado ou inadequado que
nos leva a conclusões falsas ou improcedentes.
O último parágrafo do texto é um exemplo de sofisma, considerando que, da constatação
de que todo abacate é verde, não se pode deduzir que só os abacates têm cor verde.
Esse é o tipo de sofisma que adota o seguinte procedimento:
CALLOU, D. A propósito de norma, correção e preconceito linguístico: do presente para o passado, In: Cadernos de
Letras da UFF, n.° 36, 2008. Disponível em: www.uff.br. Acesso em: 26 fev. 2012 (adaptado).
Alternativa e: os comportamentos puristas são prejudiciais à compreensão daAlternativa e: os comportamentos puristas são prejudiciais à compreensão da
constituição linguística.constituição linguística.
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a) enumeração incorreta
b) generalização invertida
c) representação imprecisa
d) exemplificação inconsistente
5. (ETEC - 2017/1) "Em um mundo marcado por conflitos em diferentes regiões, as
operações de manutenção da paz dasNações Unidas são a expressão mais visível do
compromisso solidário da comunidade internacional com a promoção da paz e da
segurança.
Embora não estejam expressamente mencionadas na Carta da ONU, elas funcionam como
instrumento para assegurar a presença dessa organização em áreas conflagradas, de
modo a incentivar as partes em conflito a superar suas disputas por meio pacífico – razão
pela qual não devem ser vistas como forma de intervenção armada."
Historicamente, o Brasil envia soldados para participar de operações de paz. Em 2004, foi
criada pelo Conselho de Segurança da ONU a Missão das Nações Unidas para
Estabilização do Haiti (Minustah).
De acordo com o texto, essa missão foi criada para
a) restabelecer a segurança e normalidade institucional do Haiti após sucessivos
episódios de turbulência política e de violência, que marcaram esse país no início do
século XXI.
b) atacar os garimpos ilegais de diamantes no interior do Haiti, que usavam mão de obra
infantil nas minas onde esse minério é encontrado.
c) combater o narcotráfico comandado pelo Cartel de Medelin, que a partir do Haiti
distribuía drogas para todos os países da América Latina.
d) acabar com os problemas ambientais crônicos no Haiti, pois esse país era o principal
responsável pela poluição ambiental no Caribe.
e) extinguir a rede de trabalho escravo existente no Haiti, que utilizava esse tipo de mão
de obra nas plantações de soja e trigo.
6. (Fatec 2013 - 1º Semestre - Prova) Leia o texto para responder às questões.
O labirinto dos manuais
Há alguns meses troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a
vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails
e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi,
folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu
Alternativa b: generalização invertida.Alternativa b: generalização invertida.
Acesso em: 26.08.2016. Adaptado.
Alternativa a: restabelecer a segurança e normalidade institucional do Haiti apósAlternativa a: restabelecer a segurança e normalidade institucional do Haiti após
sucessivos episódios de turbulência política e de violência, que marcaram esse país nosucessivos episódios de turbulência política e de violência, que marcaram esse país no
início do século XXI.início do século XXI.
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02/06/2019 15 Exercícios de interpretação de texto com gabarito - Toda Matéria
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estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou
um labirinto de instruções!
Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o
vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo,
pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.
— Manual só confunde – disse didaticamente. – Dá uma de curioso.
Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que
agora não consigo botar a campainha de volta!
Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei
um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” – um guia prático, simples e colorido!
Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um
supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça
latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor
gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?
Tudo foi criado para simplificar. Mas até o microndas ficou difícil. A não ser que eu
queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de
pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples.
Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois
em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando.
Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do
ano!
Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para
todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só
aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a
maioria das pessoas acaba fazendo!
1) Livro do escritor russo Liev Tolstói. Com mais de mil páginas e centenas de
personagens, é considerada uma das maiores obras da história da literatura.
Pelos comentários feitos pelo narrador, pode-se concluir corretamente que
a) a leitura de obras-primas da literatura é atividade mais produtiva do que utilizar
celulares e computadores.
b) os manuais cujas diversas instruções os usuários não conseguem compreender e pôr
em prática são improdutivos.
c) a vendedora foi convincente, pois o narrador comprou o celular, embora duvidasse das
qualidades prometidas pelo aparelho.
d) o manual sobre computadores, ao contrário de outros do gênero, cumpria a promessa
assumida nos dizeres impressos na capa.
e) os jovens deveriam ensinar computação aos mais velhos, pois, dessa forma, estes
últimos entenderiam as funções básicas do equipamento.
(Walcyr Carrasco, Veja SP, 19.09.2007. Adaptado)
Alternativa b: os manuais cujas diversas instruções os usuários não conseguemAlternativa b: os manuais cujas diversas instruções os usuários não conseguem
compreender e pôr em prática são improdutivos.compreender e pôr em prática são improdutivos.
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2) Analise as afirmações sobre trechos do texto e assinale a correta.
a) Em – Há alguns meses, troquei meu celular. –, o verbo haver indica tempo decorrido e
pode ser substituído, corretamente, por Fazem.
b) Em – Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. –, o termo
em destaque expressa a ideia de exclusão.
c) Em – Virou um labirinto de instruções! –, o termo em destaque foi empregado em
sentido figurado, indicando confusão, incompreensibilidade.
d) Em – Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. –, o termo em destaque pode ser
substituído, corretamente e sem alteração do sentido do texto, por limitada.
e) Em – Mas não posso me alimentar só de pipoca! –, a conjunção em destaque expressa a
ideia de comparação.
7. (Fuvest 2013 - Primeira Fase) A essência da teoria democrática é a supressão de
qualquer imposição de classe, fundada no postulado ou na crença de que os conflitos e
problemas humanos – econômicos, políticos, ou sociais – são solucionáveis pela educação,
isto é, pela cooperação voluntária, mobilizada pela opinião pública esclarecida. Está claro
que essa opinião pública terá de ser formada à luz dos melhores conhecimentos
existentes e, assim, a pesquisa científica nos campos das ciências naturais e das chamadas
ciências sociais deverá se fazer a mais ampla, a mais vigorosa, a mais livre, e a difusão
desses conhecimentos, a mais completa, a mais imparcial e em termos que os tornem
acessíveis a todos.
No trecho “chamadas ciências sociais”, o emprego do termo “chamadas” indica que o
autor
a) vê, nas “ciências sociais”, uma panaceia, não uma análise crítica da sociedade.
b) considera utópicos os objetivos dessas ciências.
c) prefere a denominação “teoria social” à denominação “ciências sociais”.
d) discorda dos pressupostos teóricos dessas ciências.
e) utiliza com reserva a denominação “ciências sociais”.
8. (Unesp 2010 - 1ª fase)
Texto 1
Porque morrer é uma ou outra destas duas coisas: ou o morto não tem absolutamente
nenhuma existência, nenhuma consciência do que quer que seja, ou, como se diz, a morte
Alternativa c: Em – Virou um Alternativa c: Em – Virou um labirintolabirinto de instruções! –, o termo em destaquefoi de instruções! –, o termo em destaque foi
empregado em sentido figurado, indcando confusão, incompreensibilidade.empregado em sentido figurado, indcando confusão, incompreensibilidade.
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(Anísio Teixeira, Educação é um direito. Adaptado.)
Alternativa e: utiliza com reserva a denominação “ciências sociais”.Alternativa e: utiliza com reserva a denominação “ciências sociais”.
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é precisamente uma mudança de existência e, para a alma, uma migração deste lugar
para um outro. Se, de fato, não há sensação alguma, mas é como um sono, a morte seria
um maravilhoso presente. […] Se, ao contrário, a morte é como uma passagem deste para
outro lugar, e, se é verdade o que se diz que lá se encontram todos os mortos, qual o bem
que poderia existir, ó juízes, maior do que este? Porque, se chegarmos ao Hades,
libertando-nos destes que se vangloriam serem juízes, havemos de encontrar os
verdadeiros juízes, os quais nos diria que fazem justiça acolá: Monos e Radamante, Éaco e
Triptolemo, e tantos outros deuses e semideuses que foram justos na vida; seria então
essa viagem uma viagem de se fazer pouco caso? Que preço não seríeis capazes de pagar,
para conversar com Orfeu, Museu, Hesíodo e Homero?
Texto 2
Ninguém sabe quando será seu último passeio, mas agora é possível se despedir em
grande estilo. Uma 300C Touring, a versão perua do sedã de luxo da Chrysler, foi
transformada no primeiro carro funerário customizado da América Latina. A mudança
levou sete meses, custou R$ 160 mil e deixou o carro com oito metros de comprimento e 2
340 kg, três metros e 540 kg além da original. O Funeral Car 300C tem luzes piscantes na
já imponente dianteira e enormes rodas, de aro 22, com direito a pequenos caixões
estilizados nos raios. Bandeiras nas pontas do capô, como nos carros de diplomatas, dão
um toque refinado. Com o chassi mais longo, o banco traseiro foi mantido para familiares
acompanharem o cortejo dentro do carro. No encosto dos dianteiros, telas exibem
mensagens de conforto. O carro faz parte de um pacote de cerimonial fúnebre que inclui,
além do cortejo no Funeral Car 300C, serviços como violinistas e revoada de pombas
brancas no enterro.
Confrontando o conteúdo dos dois textos, pode-se afirmar que:
a) embora os dois textos transmitam concepções divergentes acerca da morte, eles tratam
de visões concernentes à mesma época, a saber, a sociedade atual.
b) sob o ponto de vista filosófico, não há diferenças qualitativas entre uma e outra
concepção sobre a morte.
c) os comentários do texto grego sobre a morte são coerentes com uma filosofia de forte
valorização do corpo em detrimento da alma, e do mundo sensível sobre o mundo
inteligível.
d) o texto de Platão evidencia uma cultura monoteísta, enquanto que o segundo é
politeísta.
e) enquanto no primeiro texto transparece a dignidade metafísica da morte, no segundo
sugere-se a conversão do funeral em espetáculo da sociedade de consumo.
9. (Enem - 2013)
Adolescentes: mais altos, gordos e preguiçosos
(Platão. Apologia de Sócrates, 2000.)
(Funeral tunado. Folha de S.Paulo, 28.02.2010.)
Alternativa e: enquanto no primeiro texto transparece a dignidade metafísica da morte,Alternativa e: enquanto no primeiro texto transparece a dignidade metafísica da morte,
no segundo sugere-se a conversão do funeral em espetáculo da sociedade de consumo.no segundo sugere-se a conversão do funeral em espetáculo da sociedade de consumo.
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02/06/2019 15 Exercícios de interpretação de texto com gabarito - Toda Matéria
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A oferta de produtos industrializados e a falta de tempo têm sua parcela de
responsabilidade no aumento da silhueta dos jovens. “Os nossos hábitos alimentares, de
modo geral, mudaram muito”, observa Vivian Ellinger, presidente da Sociedade Brasileira
de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), no Rio de Janeiro. Pesquisas mostram que, aqui
no Brasil, estamos exagerando no sal e no açúcar, além de tomar pouco leite e comer
menos frutas e feijão.
Outro pecado, velho conhecido de quem exibe excesso de gordura por causa da gula,
surge como marca da nova geração: a preguiça. “Cem por cento das meninas que
participam do Programa não praticavam nenhum esporte”, revela a psicóloga Cristina
Freire, que monitora o desenvolvimento emocional das voluntárias.
Você provavelmente já sabe quais são as consequências de uma rotina sedentária e cheia
de gordura. “E não é novidade que os obesos têm uma sobrevida menor”, acredita
Claudia Cozer, endocrinologista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da
Síndrome Metabólica. Mas, se há cinco anos os estudos projetavam um futuro sombrio
para os jovens, no cenário atual as doenças que viriam na velhice já são parte da rotina
deles. “Os adolescentes já estão sofrendo com hipertensão e diabete”, exemplifica
Claudia.
Sobre a relação entre os hábitos da população adolescente e as suas condições de saúde,
as informações apresentadas no texto indicam que
a) a falta de atividade física somada a uma alimentação nutricionalmente desequilibrada
constituem fatores relacionados ao aparecimento de doenças crônicas entre os
adolescentes.
b) a diminuição do consumo de alimentos fontes de carboidratos combinada com um
maior consumo de alimentos ricos em proteínas contribuíram para o aumento da
obesidade entre os adolescentes.
c) a maior participação dos alimentos industrializados e gordurosos na dieta da
população adolescente tem tornado escasso o consumo de sais e açúcares, o que prejudica
o equilíbrio metabólico.
d) a ocorrência de casos de hipertensão e diabetes entre os adolescentes advém das
condições de alimentação, enquanto que na população adulta os fatores hereditários são
preponderantes.
e) a prática regular de atividade física é um importante fator de controle da diabetes
entre a população adolescente, por provocar um constante aumento da pressão arterial
sistólica.
10. (UERJ - 2016)
DESGUALDO, P. Revista Saúde. Disponível em: http://saude.abril.com.br. Acesso em: 28 jul. 2012 (adaptado).
Alternativa a: a falta de atividade física somada a uma alimentação nutricionalmenteAlternativa a: a falta de atividade física somada a uma alimentação nutricionalmente
desequilibrada constituem fatores relacionados ao aparecimento de doenças crônicasdesequilibrada constituem fatores relacionados ao aparecimento de doenças crônicas
entre os adolescentes.entre os adolescentes.
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A última fala da tirinha causa um estranhamento, porque assinala a ausência de um
elemento fundamental para a instalação de um tribunal: a existência de alguém que
esteja sendo acusado.
Essa fala sugere o seguinte ponto de vista do autor em relação aos usuários da internet:
a) proferem vereditos fictícios sem que haja legitimidade do processo
b) configuram julgamentos vazios ainda que existam crimes comprovados
c) emitem juízos sobre os outros mas não se veem na posição de acusados
d) apressam-se em opiniões superficiais mesmo que possuam dados concretos
11. (Enem 2017 - Primeiro Dia)
Os textos publicitários são produzidos para cumprir determinadas funções
comunicativas. Os objetivos desse cartaz estão voltados para a conscientização dos
brasileiros sobre a necessidade de
a) as crianças frequentarem a escola regularmente.
Alternativa c: emitem juízos sobre os outros mas não se veem na posição de acusadosAlternativa c: emitem juízos sobre os outros mas não se veem na posição de acusados
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02/06/2019 15 Exercícios de interpretação de textocom gabarito - Toda Matéria
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b) a formação leitora começar na infância.
c) a alfabetização acontecer na idade certa.
d) a literatura ter o seu mercado consumidor ampliado.
d) as escolas desenvolverem campanhas a favor da leitura.
12. (UEA -2017)
Leia o trecho de Quincas Borba, de Machado de Assis:
E enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo, meu rico senhor; é a perfeição universal.
Tudo chorando seria monótono, tudo rindo cansativo; mas uma boa distribuição de
lágrimas e polcas , soluços e sarabandas , acaba por trazer à alma do mundo a variedade
necessária, e faz-se o equilíbrio da vida.
 polca: tipo de dança.
 sarabanda: tipo de dança.
De acordo com o narrador,
a) os erros do passado não afetam o presente.
b) a existência é marcada por antagonismos.
c) a sabedoria está em perseguir a felicidade.
d) cada instante vivido deve ser festejado.
e) os momentos felizes são mais raros que os tristes.
13. (Unesp -2011)
O fim do marketing
A empresa vende ao consumidor
— com a web não é mais assim
Com a internet se tornando onipresente, os Quatro Ps do marketing — produto, praça,
preço e promoção — não funcionam mais. O paradigma era simples e unidirecional: as
empresas vendem aos consumidores. Nós criamos produtos; fixamos preços; definimos os
locais onde vendê-los; e fazemos anúncios. Nós controlamos a mensagem. A internet
transforma todas essas atividades.
(...)
Os produtos agora são customizados em massa, envolvem serviços e são marcados pelo
conhecimento e os gostos dos consumidores. Por meio de comunidades online, os
consumidores hoje participam do desenvolvimento do produto. Produtos estão se
tornando experiências. Estão mortas as velhas concepções industriais na definição e
marketing de produtos.
Alternativa b: a formação leitora começar na infância.Alternativa b: a formação leitora começar na infância.
1 2
(Quincas Borba, 1992.)
1
2
Alternativa b: a existência é marcada por antagonismos.Alternativa b: a existência é marcada por antagonismos.
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(...)
Graças às vendas online e à nova dinâmica do mercado, os preços fixados pelo
fornecedor estão sendo cada vez mais desafiados. Hoje questionamos até o conceito de
“preço”, à medida que os consumidores ganham acesso a ferramentas que lhes permitem
determinar quanto querem pagar. Os consumidores vão oferecer vários preços por um
produto, dependendo de condições específicas. Compradores e vendedores trocam mais
informações e o preço se torna fluido. Os mercados, e não as empresas, decidem sobre os
preços de produtos e serviços.
(...)
A empresa moderna compete em dois mundos: um físico (a praça, ou marketplace) e um
mundo digital de informação (o espaço mercadológico, ou marketspace). As empresas
não devem preocupar-se com a criação de um web site vistoso, mas sim de uma grande
comunidade online e com o capital de relacionamento. Corações, e não olhos, são o que
conta. Dentro de uma década, a maioria dos produtos será vendida no espaço
mercadológico. Uma nova fronteira de comércio é a marketface — a interface entre o
marketplace e o marketspace.
(...)
Publicidade, promoção, relações públicas etc. exploram “mensagens” unidirecionais, de
um-para-muitos e de tamanho único, dirigidas a consumidores sem rosto e sem poder. As
comunidades online perturbam drasticamente esse modelo. Os consumidores com
frequência têm acesso a informações sobre os produtos, e o poder passa para o lado
deles. São eles que controlam as regras do mercado, não você. Eles escolhem o meio e a
mensagem. Em vez de receber mensagens enviadas por profissionais de relações
públicas, eles criam a “opinião pública” online.
Os marqueteiros estão perdendo o controle, e isso é muito bom.
A leitura atenta deste instigante artigo de Don Tapscott revela que o tema central de sua
mensagem é:
a) O advento do comércio via internet subverteu as teorias tradicionais de marketing.
b) O comércio via internet confirma todas as teorias de publicidade e marketing vigentes.
c) A aplicação dos princípios tradicionais de marketing se tornou vital para o sucesso do
comércio online.
d) O comércio realizado em lojas físicas é ainda preferível ao realizado online.
e) A lei da oferta e da procura não influencia de nenhum modo o comércio via internet.
14. Leia o texto de Millôr Fernandes e responda às questões abaixo:
A morte da tartaruga
(Don Tapscott. O fim do marketing. INFO, São Paulo, Editora Abril, janeiro 2011, p. 22.)
Alternativa a: O advento do comércio via internet subverteu as teorias tradicionais deAlternativa a: O advento do comércio via internet subverteu as teorias tradicionais de
marketing.marketing.
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02/06/2019 15 Exercícios de interpretação de texto com gabarito - Toda Matéria
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O menininho foi ao quintal e voltou chorando: a tartaruga tinha morrido. A mãe foi ao
quintal com ele, mexeu na tartaruga com um pau (tinha nojo daquele bicho) e constatou
que a tartaruga tinha morrido mesmo. Diante da confirmação da mãe, o garoto pôs-se a
chorar ainda com mais força. A mãe a princípio ficou penalizada, mas logo começou a
ficar aborrecida com o choro do menino. “Cuidado, senão você acorda seu pai”. Mas o
menino não se conformava. Pegou a tartaruga no colo e pôs-se a acariciar-lhe o casco
duro. A mãe disse que comprava outra, mas ele respondeu que não queria, queria aquela,
viva! A mãe lhe prometeu um carrinho, um velocípede, lhe prometeu uma surra, mas o
pobre menino parecia estar mesmo profundamente abalado com a morte do seu
animalzinho de estimação.
Afinal, com tanto choro, o pai acordou lá dentro, e veio, estremunhado , ver de que se
tratava. O menino mostrou-lhe a tartaruga morta. A mãe disse: – “Está aí assim há meia
hora, chorando que nem maluco. Não sei mais o que faço. Já lhe prometi tudo mas ele
continua berrando desse jeito”. O pai examinou a situação e propôs:
– “Olha, Henriquinho. Se a tartaruga está morta não adianta mesmo você chorar. Deixa
ela aí e vem cá com o pai”. O garoto depôs cuidadosamente a tartaruga junto do tanque e
seguiu o pai, pela mão. O pai sentou-se na poltrona, botou o garoto no colo e disse: – “Eu
sei que você sente muito a morte da tartaruguinha. Eu também gostava muito dela. Mas
nós vamos fazer pra ela um grande funeral”. (Empregou de propósito a palavra difícil). O
menininho parou imediatamente de chorar. “Que é funeral?” O pai lhe explicou que era
um enterro. “Olha, nós vamos à rua, compramos uma caixa bem bonita, bastante balas,
bombons, doces e voltamos para casa. Depois botamos a tartaruga na caixa em cima da
mesa da cozinha e rodeamos de velinhas de aniversário. Aí convidamos os meninos da
vizinhança, acendemos velinhas, cantamos o Happy-Birth-Day-To-You pra tartaruguinha
morta e você assopra as velas.
Depois pegamos a caixa, abrimos um buraco no fundo do quintal, enterramos a
tartaruguinha e botamos uma pedra em cima com o nome dela e o dia que ela morreu.
Isso é que é um funeral! Vamos fazer isso? O garotinho estava com outra cara. “Vamos,
papai, vamos! A tartaruguinha vai ficar contente lá no céu, não vai? Olha, eu vou apanhar
ela”. Saiu correndo. Enquanto o pai se vestia, ouviu um grito no quintal. “Papai, papai,
vem cá, ela está viva!” O pai correu pro quintal e constatou que era verdade. A tartaruga
estava andando de novo, normalmente. “Que bom, hein?” – disse – “Ela está viva! Não
vamos ter que fazer o funeral!” “Vamos sim, papai” – disse o menino ansioso, pegando
uma pedra bem grande – “Eu mato ela”.
Moral: O importante não é a morte, é o que ela nos tira.
1) Quais foram os artifícios utilizados pela mãe e pelopai para que o menino parasse de
chorar?
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A mãe ofereceu coisas que ele conhecia, tais como uma tartaruga nova, um carrinho,A mãe ofereceu coisas que ele conhecia, tais como uma tartaruga nova, um carrinho,
entre outros.entre outros.
O pai sugeriu que fizessem algo que o menino não sabia o que era, um funeral.O pai sugeriu que fizessem algo que o menino não sabia o que era, um funeral.
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2) A mãe ofereceu uma surra ao menino, mas antes tinha oferecido um carrinho ou um
velocípede. Por que?
3) Que palavra difícil o pai do menino usou na conversa com ele?
4) O que fez o menino parar de chorar?
5) Por que o menino quis matar a tartaruga?
15. Leia esse texto, mais uma crônica de Millôr Fernandes, e responda:
Cão! Cão! Cão!
Abriu a porta e viu o amigo que há tanto não via. Estranhou apenas que ele, amigo, viesse
acompanhado de um cão. O cão não muito grande mas bastante forte, de raça indefinida,
saltitante e com um ar alegremente agressivo. Abriu a porta e cumprimentou o amigo,
com toda efusão. "Quanto tempo!". O cão aproveitou as saudações, se embarafustou casa
adentro e logo o barulho na cozinha demonstrava que ele tinha quebrado alguma coisa.
O dono da casa encompridou um pouco as orelhas, o amigo visitante fez um ar de que a
coisa não era com ele. "Ora, veja você, a última vez que nos vimos foi..." "Não, foi depois,
na..." "E você, casou também?" O cão passou pela sala, o tempo passou pela conversa, o
cão entrou pelo quarto e novo barulho de coisa quebrada. Houve um sorriso amarelo por
parte do dono da casa, mas perfeita indiferença por parte do visitante. "Quem morreu
definitivamente foi o tio... você se lembra dele?" "Lembro, ora, era o que mais... não?"
O cão saltou sobre um móvel, derrubou o abajur, logo trepou com as patas sujas no sofá
(o tempo passando) e deixou lá as marcas digitais de sua animalidade. Os dois amigos,
tensos, agora preferiam não tomar conhecimento do dogue. E, por fim, o visitante se foi.
Se despediu, efusivo como chegara, e se foi. Se foi.
Primeiro a mãe sentiu pena e quis acalmar o filho, mas o seu choro contínuo e asPrimeiro a mãe sentiu pena e quis acalmar o filho, mas o seu choro contínuo e as
tentativas falhadas fizeram ela perder a paciência.tentativas falhadas fizeram ela perder a paciência.
Assim, acreditando que somente com a ameaça de uma surra o menino se calasse,Assim, acreditando que somente com a ameaça de uma surra o menino se calasse,
recorreu a ela.recorreu a ela.
FuneralFuneral
A novidade da realização de um grande funeral para a tartaruga.A novidade da realização de um grande funeral para a tartaruga.
Porque se a tartaruga estivesse viva o funeral não seria realizado.Porque se a tartaruga estivesse viva o funeral não seria realizado.
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Mas ainda ia indo, quando o dono da casa perguntou: "Não vai levar o seu cão?" "Cão?
Cão? Cão? Ah, não! Não é meu, não. Quando eu entrei, ele entrou naturalmente comigo e
eu pensei que fosse seu. Não é seu, não?"
Moral: Quando notamos certos defeitos nos amigos, devemos sempre ter uma conversa
esclarecedora.
1) Por que o amigo visitante não se manifestou ao perceber que o cão tinha partido algo
na cozinha?
2) Por que os amigos estavam tensos?
3) O que significa “sorriso amarelo” e por que o dono sorriu dessa forma?
4) Quem é o dono do cão?
5) O que torna a crônica engraçada?
Leia:
Dicas de interpretação de texto
A importância da leitura
Estratégias de leitura
Tipos de textos
Tipos de redação
Produção de textos - Como começar?
Porque não se sentia à vontade para comentar o estrago feito pelo cão, que julgava ser doPorque não se sentia à vontade para comentar o estrago feito pelo cão, que julgava ser do
dono da casa.dono da casa.
Em decorrência dos estragos que o cão estava fazendo.Em decorrência dos estragos que o cão estava fazendo.
Significa um sorriso sem vontade ou falso. O dono sorriu assim porque não queria brigarSignifica um sorriso sem vontade ou falso. O dono sorriu assim porque não queria brigar
com o amigo por causa do cão, mas estava perdendo a paciência com a situação.com o amigo por causa do cão, mas estava perdendo a paciência com a situação.
Não sabemos.Não sabemos.
O fato de os amigos não falarem sobre o comportamento do cão porque cada um achavaO fato de os amigos não falarem sobre o comportamento do cão porque cada um achava
que o cão pertencia ao outro amigo e não queriam se desentender por conta disso.que o cão pertencia ao outro amigo e não queriam se desentender por conta disso.
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Perguntas e respostas de conhecimentos gerais
Márcia Fernandes
Professora, pesquisadora, produtora e gestora de conteúdos on-line. Licenciada em Letras pela Universidade Católica de Santos.
 
Exercícios de concordância verbal
Exercícios de Pronomes
Exercícios de Substantivos
Exercícios de Figuras de linguagem
Exercícios de crase
Exercícios: Substantivos Simples e Compostos
Língua Portuguesa Exercícios Exercícios de Português
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Artigo revisado em 28/05/19 
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