Prévia do material em texto
Estática fetal NOMENCLATURA OBSTÉTRICA CABEÇA FETAL Suturas: espaços membranosos Fontanelas: pequenos espaços nas suturas Diâmetros Circunferências SUTURAS Sutura sagital ou interparietal Sutura metópica ou médio-frontal ou inter-frontal Sutura coronária ou fronto-parietal Sutura lambdóide ou occipito-parietal Sutura temporal FONTANELAS Bregma Lambda Ptério Astério BREGMA Anterior ou quadrangular Confluência das suturas metópica, sagital e coronária Forma losangular ou quadrangular Tamanho: 4 x 3cm Não desaparece durante o parto LAMBDA Sinonímia: Fontanela posterior, occipital, triangular, pequena fontanela Confluência das suturas sagital com occipito-parietal Deforma-se no trabalho de parto Compasso de Varnier Mariana Miranda XVIII PTÉRIO Antero-lateral ou temporal anterior Frontal, parietal, temporal e esfenóide Não se identifica pelo toque ASTÉRIO Póstero-lateral ou temporal posterior ou de Gasser Occipital, parietal e temporal Não se identifica pelo toque DIÂMETROS Antero-posteriores Transversais Verticais ANTERO-POSTERIORES Occípito-mentoneiro (OM): 13-13,5cm. Maior diâmetro antero-posterior Occípito-frontal (OF): 12cm. Occipito a raiz do nariz Suboccípito-frontal (SOF): 10,5cm. Suboccipicio a bossa frontal Suboccípito-bregmático (SOBr): 9,5cm. Suboccipito ao bregma TRANSVERSAIS Biparietal (BP): 9,5cm Bitemporal (BT): 8cm Bimalar (BM): 7cm VERTICAL Submento-bregmático: 9,5cm. Ângulo da mandíbula ao meio do bregma CIRCUNFERÊNCIAS Occipito-mentoneira: 37cm Occipito-frontal: 34cm Occipito-bregmática: 32-33cm Submento-bregmática: 33cm CINTURA ESCAPULAR Diâmetro biacromial: 12cm Circ. Biacromial: 34cm Circ. Esterno-dorsal: 32cm CINTURA PÉLVICA Diâmetro bitrocantérico: 9cm Circ. Sacro-tibial Circ. Sacro-femural RELAÇÕES ÚTERO-FETAIS Atitude Situação Apresentação Posição ATITUDE Relação das partes fetais entre si Feto: 50cm 25cm Cavidade uterina: 30cm SITUAÇÃO Relação entre o maior eixo da cavidade uterina e o maior eixo fetal Longitudinal (99,5%) Transversal (NÃO NASCE!) Oblíqua APRESENTAÇÃO Região fetal que se loca na área do estreito superior e nela vai se insinuar (considerar aos 6 meses) Cefálica Pélvica Côrmica: ombro a. APRESENTAÇÃO CEFÁLICA Fletida DefletidaFletida Defletida I II III - Primeiro grau = bregmática - Segundo grau = fronte Comment by Mariana Angélica Miranda: NÃO NASCE! - Terceiro grau = face Comment by Mariana Angélica Miranda: MENTO POSTERIOR NÃO NASCE! b. APRESENTAÇÃO PÉLVICA Completa Incompleta - Modo de nádegas - Modo de joelhos - Modo de pé c. APRESENTAÇÃO CÓRMICA Ombro ALTURA DA APRESENTAÇÃO Alta e móvel: não toma contato com o estreito superior Ajustada: ocupa área do estreito Fixa: não se mobiliza a palpação Insinuada: a maior circunferência da apresentação transpôs a área do estreito superior De Lee = espinhas ciáticas – ZERO Hodge Primeiro plano: promontório-borda superior sínfise púbica Segundo plano: borda inferior da sínfise púbica - segunda vértebra do sacro; Terceiro plano: espinhas ciáticas; Quarto plano: tangencia o cóccix. Assinclitismo posterior – Lietzmann Assinclitismo anterior – Nägelle Sinclitismo POSIÇÃO Escola Francesa: é o lado da mãe para o qual está voltado o ponto de referência da apresentação com o lado esquerdo ou direito materno. Escola alemã: é a relação do dorso fetal com o lado direito (segunda) ou esquerdo (primeira) materno. VARIEDADE DE POSIÇÃO Pontos de referência maternos: Pube eminência ileopectínea diâmetro transverso máximo sinostose sacroilíaca sacro Pontos de referência fetais: Lambda bregma glabela mento, crista sacrococcígea acrômio LINHA DE ORIENTAÇÃO Sutura sagital Sutura sagital e metópica Linha facial Sulco interglúteo NOMENCLATURA Situação Apresentação Posição Variedade de posição Apresentação, posição, referência da bacia (OEA)) FREQUÊNCIA Situação longitudinal: 99,5% Cefálica fletida: 95,5% Cefálica defletida: 1% Pélvica: 3% ( comp. 2% incomp. 1%) Córmica: 0,5% CAUSAS DAS APRESENTAÇÕES Teoria da gravitação Teoria da acomodação de Pajot: todo sólido de superfícies arredondadas e lisas, contido em outro que apresente alternativas de contração e resolução, procura acomodar-se à forma e às dimensões do continente. Teoria da correção: reflexos não partem do feto. ASSOCIAÇÕES COM APRESENTAÇÕES ANORMAIS Diminuição da atividade uterina: multíparas Volume uterino excessivo: polidramnia, prematuridade Alteração de forma da cavidade uterina: miomas, placenta baixa, malformações congênitas (útero) Ovóide fetal modificado: hidrocefalia, gestação múltipla Ausência de atividade fetal: feto morto ou hipoativo