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oligofrenia Docente: Tezeu Bomfim Machado Discentes: Jaqueline Viana Menezes, Eleonor de Oliveira Façanha, Josimar Augusto Germano, Michael Almeida e Samantha Litally Maciel. definição Utiliza-se esta designação para classificar todos os indivíduos que, havendo sofrido uma detenção mais ou menos prematura das suas funções psíquicas, apresentam uma deficiência intelectual, de maior ou menor intensidade em rela intensidade em relação à sua idade; Na prática utiliza-se o termo como sinônimo de atraso intelectual ou seja da inteligência. etimologia A palavra oligofrenia deriva dos étimos gregos: Oligo (Gr. Oligos – pequeno, pouco) + Frenia (Gr. Phrenikós – relativo ao diafragma (local onde residia a alma). Formas clínicas • Oligofrenia microcefálica • Oligofrenia mongoloide • Oligofrenia difenilpiruvínica • Cretinismo SINAIS E SINTOMAS Dificuldade no comportamento social educativo; Dificuldade na aprendizagem; Dificuldade na autogestão de situações da vida cotidiana; Dificuldade ao se comunicar; Dificuldade nas habilidades ligadas à linguagem, leitura, escrita, matemática, raciocínio, conhecimento, memória e habilidades sociais. Períodos patogênicos Período embrio - fetal – Atuação dos agentes traumáticos através do plasma germinal e durante a gestação; Nascimento – Passagem da vida passiva para a vida ativa (respirar, alimentar, defecar, urinar); Período infantil – juvenil – Desenvolvimento psicomotor. Adaptação à vida total. (sem tutelas). Mielinização do S.N.C. e periférico; Período adulto – É o período de maior resistência; Período involutivo – Regressão psico-fisiológica. Evolução da aprendizagem 3 anos Começa a construir frases; Completa o esquema corporal; Inicia a fala como forma de comunicação; 4-5 anos Aprendizagem por imitação; “macaco adulto”; Aprendizagem por ensaios e erros; Aprendizagem por condicionamento. 7 anos Raciocínio concreto; Aprendizagem por prazer; Raciocínio intuitivo e início da compreensão. 10-11 anos Pensamento formal. Conceptualização das noções de bem, mal, liberdade. 12 anos Pensamento abstrato. Causas das oligofrenias Prevenção das oligofrenias Consanguinidade Cruzamentos emparceirados Gravidez em idades precoces e tardias (mongoloidismo) Evitar causas infecciosas Evitar causas farmacológicas Evitar causas alimentares e tóxicas da mãe diagnóstico O diagnóstico da existência de um retardo mental pode necessitar de testes cognitivos sofisticados ou ser tão evidente que se capta à primeira impressão; O teste mais conhecido é o de QI (quociente de inteligência), que avalia a relação entre o desempenho intelectual e a idade cronológica da pessoa. tratamento O retardo mental em si mesmo é irreversível, no entanto, algumas medidas devem ser adotadas com relação à pessoa retardada, na dependência do grau de profundidade do problema, indo desde um apoio intermitente, reservado só para situações específicas e mais complexas, até um apoio intensivo e constante, em todas as áreas da vida da pessoa com retardo mental. Obrigada pela atenção de todos!