Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Urinálise
Prof. Dr. Samuel M Ribeiro de Noronha
Biomedicina/Enfermagem
FMU
I - URINA
APARELHO EXCRETOR – SISTEMA 
URINÁRIO
ANATOMIA DO SIST URINÁRIO
2 SISTEMA EXCRETOR
• 2 RINS;
• 2 URETERES;
• BEXIGA;
• URETRA.
FUNÇÃO: 7 FUNÇÕES DISTINTAS
AÇÕES: Filtração, reabsorção e 
secreção.
Anatomia Renal
721:12
RINS
• DIMENSÕES 11,25x7,5CM
• PESO = 120 A 170G HOMEM E 115 A 155 
MULHER
ANATOMIA – SIST URINÁRIO
• Margem lateral
• Margem 
medial
• Hilo renal
• Seio renal
• Face anterior
• Face posterior
• Pólo superior
• Pólo inferior
• Cápsula fibrosa
Corpo adiposo pararrenal
Parênquima renal
Medula renal
Pirâmides renais
Base da pirâmide
Ápice da pirâmide
Córtex renal
Colunas renais
Artéria renal
Aa. dos segmentos
Aa. interlobares
Aa. arqueadas
Aa. Interlobulares
Veia renal
Vv. dos segmentos
Vv. interlobares
Vv. arqueadas
Vv. interlobulares
1. Cápsula renal
2. Córtex renal
3. Coluna de Bertin
4. Medula renal
5. Pirâmide renal
6. Papila renal
7. Pelve renal
8. Cálice maior
9. Cálice menor
10. Ureter
11. Corpúsculo renal
12. Veia interlobular e Artéria interlobular
13. Veia arqueada e Artéria arqueada
14. Veia interlobar e Artéria interlobar
15. Artéria renal
16. Veia renal
17. Hilo renal
18. Seio renal
19. Veia segmentar e Artéria segmentar
20. Arteríola aferente
21. Arteríola eferente
22. Artéria radial perfurante
23. Veia estrelada
URETERES
• 6 MM DIÂMETRO E 25CM A 30 CM DE 
COMPRIMENTO
• VIA URINÍFERA
• PELVE RENAL
Cálices renais maiores
Cálices renais menores
• URETER
– Parte abdominal
– Parte pélvica
BEXIGA
• Capacidade volumétrica no adulto = 700 a 800 
ml
BEXIGA
• BEXIGA URINÁRIA
• Ápice da bexiga
• Ligamento umbilical mediano
• Corpo da bexiga
• Fundo da bexiga
• Colo da Bexiga
• M. detrusor da bexiga
• Úvula da bexiga
• Trígono da bexiga
– Prega interuretérica
– Óstio do ureter
– Óstio interno da uretra
URETRA
• Masculina de de 15 a 20cm com 8 a 10ml 
diâmetro;
• Feminina de 5cm.
• URETRA MASCULINA
• Parte prostática
• Parte membranácea
• Parte esponjosa (=peniana)
– Parte bulbar da uretra
– Fossa navicular da uretra
– Óstio externo da uretra
• URETRA FEMININA
• Óstio externo da uretra
AS 7 FUNÇÕES DO RIM
DE POETA
1 DEFINIÇÃO
• URINA – líquido subproduto do 
metabolismo de animais;
• Subprodutos ricos em N: uréia, ácido 
úrico e creatinina;
• Eliminados por meio da micção, 
metabólitos solúveis em água.
Filtração - reabsorção + secreção = excreção 
renal ou CLEARANCE
1 filtração
• Separação de sólidos em um líquido (ou gás) 
através de um meio que permite apenas a 
passagem do líquido (filtrado). 
• Entretanto, o processo não é completo, pois 
parte do sólido acompanha o líquido;
A filtração glomerular
1a etapa na formação da urina.
O sangue arterial é conduzido sob alta pressão nos
capilares do glomérulo. Essa pressão, que normalmente é
de 70 a 80 mmHg, tem intensidade suficiente para que
parte do plasma passe para a cápsula de Bowman, onde
as substâncias pequenas - água, sais, vitaminas, açúcares,
aminoácidos e excretas - saem do glomérulo e entram
na cápsula de Bowman. Somente as células sanguíneas
(não é possível filtrar) e as proteínas (devido ao seu alto
peso molecular e à sua carga, que é igual a da barreira de
filtração) não vão ser filtradas. Esse processo resulta em
um líquido que recebe o nome de filtrado glomerular.
BARREIRA DE FILTRAÇÃO 
GLOMERULAR
• A) ENDOTÉLIO FENESTRADO
• B) LÄMINA BASAL
• C) PEDICELOS
ENDOTÉLIO
• Endotélio: fenestrado e permeável a água, ao
sódio, a uréia, a glicose e a pequenas
proteínas. As células endoteliais são cobertas
por glicoproteínas de cargas negativas (sulfato
de heparana) que retardam a filtração de
proteínas aniônicas.
LÄMINA BASAL
• Lâmina Basal: Produto das células endoteliais
e dos podócitos, contém colágeno tipo IV,
laminina, fibronectina e proteoglicanos ricos
em sulfato de heparana (glicosaminoglicano)
que também retarda a filtração das proteínas
aniônicas.
Forças atuantes na filtração glomerular
É necessário, para que ocorra filtração glomerular, que exista
uma força resultante que submeta a passagem do plasma
sanguíneo contra a membrana de filtração. Com essa força
contra a membrana filtrante, alguns componentes do plasma
podem ultrapassar ou não a membrana de filtração, e isso
dependerá do tamanho e forma das substâncias plasmáticas.
Essa força resultante, que é a origem da Pressão de Filtração,
é a resultante da soma vetorial de outras forças atuantes no
processo, conhecidas como Forças de Starling, determinadas
pelo balanço entre as pressões hidrostáticas e oncóticas
transcapilares. É por essa força propulsora que o movimento
de fluida atravessa a membrana filtrante. As forças de Starling
são determinadas pelas:
Filtração
No corpúsculo renal, que é composto de um
glomérulo fechado em uma cápsula de
Bowman. Células, proteínas e outras moléculas
grandes são filtradas para fora do glomérulo por
um processo de ultrafiltração, deixando um
ultrafiltrado que se assemelha ao plasma
(exceto que o ultrafiltrado tem algumas
proteínas plasmáticas) para entrar no espaço de
Bowman. A filtração é conduzida pelas forças de
Starling.
reabsoção
• Processo pelo qual os solutos e a água são removidos do fluido
tubular e transportados para o sangue. Chama-se reabsorção (e não
absorção) porque essas substâncias já foram absorvidas uma vez
(particularmente nos intestinos) e porque o corpo as está
recuperando de uma corrente de fluido pós-glomerular que está a
caminho de se tornar urina (isto é, em breve serão perdidos para a
urina, a menos que sejam recuperados).
• 2 etapas
extração ativa ou passiva de substâncias do fluido tubular para
o interstício renal (o tecido conectivo que envolve os néfrons);
transporte dessas substâncias do interstício para a corrente
sanguínea.
Esses processos de transporte são impulsionados pelas forças de
Starling, difusão e transporte ativo.
REABSORÇÃO INDIRETA DE HCO3
-
• In the lumen
– H+ + HCO3
− = H2CO3
– Luminal carbonic anhydrase enzymatically converts 
H2CO3 = H2O + CO2
– CO2 freely diffuses into the cell
• In the epithelial cell
– Cytoplasmic carbonic anhydrase 
– CO2 + H2O (which is abundant in the cell) = H2CO3
– H2CO3 (readily dissociates) = H
+ + HCO3
−
– HCO3
− is facilitated out of the cell's basolateral 
membrane
Hormônios reguladores da reabsorção
aldosterona, que estimula a reabsorção ativa de 
sódio (e a água como resultado) 
hormônio antidiurético (ADH), que estimula a 
reabsorção passiva de água
Ambos os hormônios exercem seus efeitos 
principalmente nos dutos coletores.
A secreção tubular
• Simultanea ä reabsorção do filtrado. 
• Substâncias, geralmente produzidas pelo corpo ou os 
subprodutos do metabolismo celular que podem se tornar 
tóxicos em alta concentração, e algumas drogas (se 
tomadas). 
• pode ser ativa ou passiva ou co-transportadora. 
• Substâncias principalmente secretadas no túbulo renal são; 
H +, K +, NH3, ureia, creatinina, histamina e drogas como a 
penicilina. A secreção tubular ocorre em PCT e DCT;
• por exemplo, no túbulo contornado proximal, o potássio é 
secretado por meio de bomba de sódio-potássio.
PEDICELOS
• Pedicelos: São prolongamentos celulares
interdigitantes dos podócitos que cobrem a
lâmina basal e estão cobertos com uma
camada de glicoproteínas de carga negativa
(1). O espaço entre pedicelos adjacentes é
denominado fenda de filtração(2). O
diafragma da fenda de filtração consiste em
nefrina que filtra a passagem de albumina.
• Filtração ocorre no corpúsculo renal
HISTOLOGIAdo NÉFRON
21:12 34
Funções dos Rins
• Processamento da vitamina D
35
Provitamina D3
(7-deidrocolesterol)
Vitamina D3
(colecalciferol)
25-hidroxicalciferol 
FÍGADO 
1,25 -dihidroxicalciferol
(calcitriol)
RIM
forma biológicamente ativa  hormônio que atua na regulação da absorção de 
cálcio no intestino e regulação dos níveis de cálcio no tecido ósseo.
PELE 
21:12
3 – A UNIDADE FUNCIONAL
• NECESSÁRIOS 3 
CONCEITOS:
FILTRAÇÃO 
,
REABSORÇÃO
SECREÇÃO
Néfron = unidade funcional
3721:12
Histofisiologia
3821:12
• NECESSÁRIOS 3 
CONCEITOS:
FILTRAÇÃO 
,
REABSORÇÃO
SECREÇÃO
ÓRGÃO PRODUTOR DE ADH – ADENO-
HIPÓFISE
Reflexo de micção
• 2 fases
• Enchimento
• Esvaziamento
• O reflexo da micção é um reflexo completamente 
autonômico da medula espinhal, mas pode ser 
inibido ou facilitado por centros do cérebro.
ENCHIMENTO
Mm esfíncteres int e ext contraídos detrusor
(ativ simpática recs beta) relaxado (ativ
simpática recs alfa);
ESVAZIAMENTO
1. Eleva V, receptores no trígono sinalizam 
distenção do m detrusor – af: n. pélvicos 
p/segmentos sacrais da medula e ef: 
contração musc (reflexo);
2. Impulsos nervosos ascendentes tornam 
consciente;
ESVAZIAMENTO
3. reflexos de micção tornam-se mais freqüentes
mais intensos causando contrações também
cada vez maiores do músculo detrusor, num
ciclo repetitivo e contínuo, até que a bexiga
atinja um alto grau de contração;
4 .outro reflexo é desencadeado determinado o
relaxamento esfincteriano int;
ESVAZIAMENTO
5. contração do detrusor associada ao
relaxamento voluntário esfincteriano e dos
músculos elevadores do ânus, permitindo o
fluxo, enquanto o córtex inibe o relaxamento
simpático da bexiga;
6. A ativação dos receptores colinérgicos
parassimpático no músculo detrusor estimula a
sua contração e a micção começa.
ATIVIDADE
• FORME DUPLA;
• REESCREVA O REFLEXO DE MICÇÃO EM QUE 
CADA UM RELEMBRA UM PASSO ENQUANTO 
O OUTRO ESCREVE;
• COMECE PELO ENCHIMENTO, SERÃO 7 PASSOS 
NO TOTAL.
10 min
Ganho e perda d’água se equivalem 
em nosso corpo
AS CONEXÕES DE SISTEMAS
DESSA MANEIRA...
O EXCRETOR RETIRA DO SANGUE;
• OS METABÓLITOS TÓXICOS
• EXCESSO DE ÁGUA;
• AÇÚCARES;
• URÉIA (ELEVADAS CONCENTRAÇÕES);
• ETC.
4 MICÇÃO
• ENTRE GRANDES MAMÍFEROS:
• Duração: 21s + ou – 13s;
• Menores (rato, morcego) não produzem jato, 
mas gotas.
5 - QUANTITATIVOS
• MÉDIA: 1,4 L (0,6 A 2,6L) DIA/PER CAPTA;
• 6 A 8 MICÇÕES /DIA DEPENDENDO:
Grau de hidratação, nível de atividade, 
condições ambientais, saudável, peso, etc.
6 - EXTREMOS
Excesso ou ausência de urina são condições que 
requerem cuidados médicos:
• Poliúria = excesso – mais de 2,5l/dia;
• Oligúria = redução – menos de 400ml/dia;
• Anúria = extrema redução – menos de 100ml/dia.
7 COMPONENTES
• ÁGUA – 91 A 96%;
• SAIS INORGÂNICOS;
• ORGÂNICOS (HORMÔNIOS, PROTEÍNAS, ETC);
A - SÓLIDOS TOTAIS
• 59g DE SÓLIDOS POR DIA/PESSOA;
• 65 A 85% DOS SÓLIDOS SÃO ORGÂNICOS;
• MAIS DA METADE DOS SÓLIDOS É URÉIA.
58 elementos de adulto de 70kg
B – EM TERMOS DE ELEMENTOS 
QUÍMICOS
• CARBONO = 6,87g/L;
• NITROGÊNIO = 8,12g/L;
• OXIGÊNIO = 8,25g/L;
• HIDROGÊNIO = 1,51g/L.
• Proporções variam com a dieta e com o estado de 
saúde.
8 COR
• Cor 
varia principalmente com 
o estado de hidratação;
NORMAL – solução 
transparente, variando 
de âmbar até 
descolorida, mas, 
geralmente, é amarela 
pálida.
A medieval chart showing the medical
implications of different urine color
8 - COR
• UROBILINA é a molécula responsável pela cor 
amarelada;
• UROBILINA é o produto final da degradação 
do grupo heme da hemoglobina de eritrócitos 
desgastados.
URINA DILUÍDA
• Sem cor;
• Supra-hidratação;
• Em testes, pode indicar tentativa de esconder 
algum soluto;
URINA CONCENTRADA
• Sinal de desidratação.
HEMATÚRIA
• Presença de sangue 
na urina.
URINA ROSA
• CONSUMO DE 
BETERRABA
9 ODOR
• Reflete o que foi consumido recentemente pelo 
indivíduo ou se há alguma patologia.
• DIABETES – URINA c/ cheiro adocicada;
• Aspargo – ácido asparágico;
• Café, etanol, atum e cebola deixam odores 
remanescentes e típicos, pois são metabolizados 
parcialmente antes de deixarem o corpo.
• Após eliminação, ação bacteriana transforma 
uréia em amônia (cheiro forte).
10 - TURVIDEZ
• Urinas turvas indicam infecção bacteriana ou 
excesso de fosfato de cálcio;
11 - pH
• ÁCIDO – variando de 5,5 até 7. média = 6,2;
• HIPERUCOSÚRIA – elevada acidez da urina –
pode causar cálculo nos rins, nos ureteres ou 
na bexiga.
DIETA E pH
• Carnes, laticínios e etanol podem tornar a 
urina mais ácida;
• K e ácidos orgânicos podem tornar a urina 
mais alcalina, assim como bicarbonato de 
sódio;
• Cranberries (oxicoco) não acidificam pH (lenda 
urbana).
VALORES DE REFERÊNCIA URINA
12 - CURIOSIDADES
Não é tóxica, mas contém substâncias 
eliminadas do corpo;
Pode ser irritante para olhos e pele;
Devidamente processada, pode gerar água 
potável;
Survival uses
The US Army Field Manual[26] advises against
drinking urine for survival. These guides explain
that drinking urine tends to worsen rather than
relieve dehydration due to the salts in it, and that
urine should not be consumed in a survival
situation, even when there is no other fluid
available. In hot weather survival situations where
other sources of water are not available, soaking
cloth (a shirt for example) in urine and putting it on
the head can help cool the body.
13 USOS
• MELHERES PÓS-MENOPAUSADAS – RICA EM 
GONADOTROFINAS (FSH E LH) - Pergonal;
• Grávidas no 1º trimestre – rica em hCG;
• Potranca grávida – E2 e P4 – Premarin.
• Outros: fertilizante, pólvora, produto de 
limpeza.
• Atualmente, cor, 
odor e turvidez são 
grossamente 
analisados.
• Atenção aos 
componentes da 
urina.
TESTES DE URINA
• Estado de saúde;
• Estado hormonal;
• Uso de drogas de 
abuso.
II URINÁLISE
Coleta
• É muito importante colher a urina em
recipiente limpo e seco.
• Urocultura: o material biológico deverá ser
coletado em frasco estéril.
• Colocar uma etiqueta no frasco (não na
tampa) com o nome do paciente, data e hora
da coleta.
• Levar ao laboratório o mais rápido possível,
• Não congelar a amostra.
Urina Tipo I
(EAS – Elementos Anormais e 
Sedimentares)
• Primeira amostra da manhã.
• Jato médio.
• De preferência deve ser colhida no laboratório, se não
for possível o frasco com o material deve ser levado ao
laboratório dentro de 1 hora.
• Este tipo de amostra é essencial para evitar
resultados falsos negativos no teste de gravidez e para
avaliar a protenúria ortostática (deitado).
• Trata-se de uma amostra mais concentrada o que
garante a detecção de substâncias que podem estar
presentes nas amostras aleatórias, porém, diluídas.
Amostra em Jejum
• É resultado da segunda micção após um
período de jejum, por isso é diferente da
primeira amostra da manhã. Essa amostra não
contém nenhum metabólito proveniente do
metabolismo dos alimentos ingeridos antes do
início do período de jejum e é recomendado
para a monitorização de glicosúria (glicose na
urina).
Amostra 2h após refeição
• Urinar, pouco antes de se alimentar
normalmente, colher uma amostra 2 horas após
comer. Faz-se a prova de glicosúria e os
resultados são utilizados principalmente para
controlar a terapia com insulina em pessoas com
diabetes mellitus.
• Pode-se fazer uma avaliação mais completa do
estado do paciente se for feita uma comparação
entre os resultados da amostra colhida 2 horas
apósa refeição e os da amostra colhida em jejum.
Urina 24hrs
• Muitas vezes é necessário medir a quantidade exata de
determinada substância química na urina, ao invés de registrar
apenas sua presença ou ausência. Deve-se usar uma amostra
colhida cronometrada cuidadosamente para conseguir resultados
quantitativos exatos. A amostra pode ser colhida por um período
mais curto.
• Iniciar o período de colheita com a bexiga vazia. Pegar no
laboratório recipiente devidamente limpo e seco para coleta, já que
o volume será bem maior que o normal.
• 1º dia – 7 h da manhã: Urinar e descartar a amostra. O paciente
então colhe toda urina nas próximas 24 horas, as amostras colhidas
devem ser mantidas refrigeradas.
2º dia – 7 h da manhã: o paciente urina novamente e coloca este
material junto com aquela previamente colhida. Depois leve até o
laboratório todo volume que foi recolhido.
Urocultura
• Coletar em pote (frasco) estéril.
• Útil para realização de cultura em urinas 
suspeitas de infecção bacteriana.
ATIVIDADES III
Como Coletar
Mulheres:
• De preferência no vaso sanitário, sentar com as pernas
afastadas, fazer assepsia da vagina, lavando com bastante
água e sabão, enxaguar bem e secar. Destampar o frasco,
estéril ou não.
• Com uma das mãos afastar os grandes lábios e com a outra
segurar o frasco já destampado. Desprezar o primeiro jato
(primeira porção da urina que sai).
• Colher a porção média no frasco estéril, urinando em jato
para que a urina não escorra na região genital. Desprezar o
restante da micção. Tampar o frasco imediatamente.
• Evitar coletar em período menstrual.
Como Coletar
Homens:
• Fazer assepsia do pênis, lavando com bastante água e 
sabão, enxaguar bem e secar. Destampar o frasco estéril.
• Retrair o prepúcio com uma das mãos e com a outra 
segurar o frasco já destampado. Desprezar o primeiro jato 
de urina que sair.
• Colher a porção média no frasco estéril urinando em jato 
para que a urina não escorra na região genital. Desprezar o 
restante da micção. Tampar o frasco imediatamente. Não é 
necessário colher grande volume, 10 a 20 ml é ideal.
• Os tipos de amostras e coletas mais usuais são estas, 
existem outros tipos de amostras que podem ser colhidas, 
dependendo da análise que é necessário ser realizada além 
do estado de saúde em que se encontra o paciente.
fim
Cor
• Amarelo pálido: urina diluída: (diabetes, consumo
excessivo);
• Amarelo: urina normal ;
• Âmbar: urina concentrada, pigmentos de bilirrubina;
• Marrom: Bilirrubina, hemoglobina e metahemoglobina;
• Verde: Bilirrubina oxidada, azul de metileno, medicações.
• Vermelho/rosa: porfirinas, mioglobina, hemoglobina,
medicações;
• Laranja: Medicações;
• Preta: Melanina e ácido homogentísico.
Aspecto
• Refere-se a transparência da amostra.
• Aspecto X Patologias;
• Recipiente transparente. 
• Termos utilizados: ƒ Transparente/Límpido. ƒ 
Semi-turvo ƒ Turvo/Opaco. ƒ Leitoso.
Fitas Reagentes
• Meio simples e rápido de realizar várias
análises bioquímicas simultâneas.
• Quadrados de papeis absorventes
impregnados por substâncias químicas e
presos em tiras de plástico.
Fitas Reagentes
• Não devem ser utilizadas após a data de
expiração;
• Devem ser guardadas em frasco original;
• Não expor à luz nem umidade;
• Frascos bem fechados em temperatura
adequada;
• Retirar pequenas quantidades para uso;
• Evitar usar tiras de diferentes frascos.
Análise
• Manual;
• Semi-automatizada; ƒ 
• Automatizada.
Análise
• Ambiente bem iluminado;
• Homogeinizar bem a urina não centrifugada; ƒ
• Submergir completamente todas as áreas da fita;
• Retirar a fita imediatamente de dentro do
recipiente;
• Eliminar o excesso de urina em papel
absorvente; ƒ
• Aguardar o tempo recomendado para a reação; ƒ
• Fazer a leitura de acordo com orientação do
fabricante
pH
• Papel na regulação do equilíbrio ácido básico; ƒ
• Detecção de possíveis distúrbios eletrolíticos
sistêmicos de origem metabólica ou
respiratória. ƒ
• Valores de referência: 5,5 a 6,5
Densidade
• Propriedade física;
• Avaliação da capacidade renal de reabsorção e 
concentração. ƒ 
• Apenas solutos iônicos.
• Valores de referência: 1015 a 1025. ƒ
• Valores próximos a 1000: Confirmar por outro 
método.
Proteína
• Albumina.
• Proteinúria: Indicador de doença renal;
• Valores de referência: Negativo;
• Quando positivo: expresso em + a ++++ ou em 
mg/dL.
Glicose
• Avaliação de Diabetes Mellitus, e distúrbios de 
reabsorção tubular. ƒ 
• Valores de referência: Negativo. ƒ 
• Quando positivo pode ser liberado em + a 
++++ ou mg/dL.
Cetonas
• Avaliação de Diabetes Mellitus (cetoacidose), jejum 
prolongado. ƒ 
• Valores de referência: negativo. ƒ 
• Quando positivo expresso por : ƒ + a ++++ ou mg/dL;
• Traços, pequena, moderada e grande quantidade;
• Fita positiva sem diabetes: Dieta rica em proteínas e 
pobre em carbohidratos, dieta cetogênica, medic 
ações; ƒ 
• Fita negativa em pacientes com aparente cetoacidose: 
Lembrar a volatilidade dos corpos cetônicos, o exa me 
deve ser realizao o mais rápido possível.
Sangue
• Detecção e avaliação das hematúrias. ƒ
• Valores de referência: negativo. ƒ
• Quando positivo, liberado em traços, pequena,
moderada ou grande quantidade ou de + a +++.
• Fita positiva e sedimento negativo: Lise,
peroxidases microbianas, agentes oxidantes,
mioglobina, hemoglobina; ƒ
• Fita negativa e sedimento positivo: Ácido
ascórbico, oxalato, leveduras, captopril,
densidade, hipocromia.
Bilirrubina
• Indicação precoce de hepatopatias. ƒ 
• Valores de referência: negativo; ƒ 
• Quando positivo deve ser liberado em + a +++ ou 
pequena, moderada ou grande quantidade.
• Fita negativa na presença de icterícia:Demora na 
realização do exame, aumento da BI, Aumento da 
[] Vit. C, carotenemia; ƒ 
• Fita positiva sem icterícia: Excreção rápida da 
bilirrubina, antes do aparecimento clínico, uso de 
medicações.
Urobilinogênio
• Avaliação de distúrbios hepáticos e 
hemolíticos. ƒ 
• Valores de referência: < 1mg/dL. 
Nitrito
• Avaliação de processos infecciosos do trato 
urinário (ITU). ƒ 
• Valores de referência: negativo.
Leucócitos
• Avaliação de processos infecciosos e 
inflamatórios do trato urinário (ITU). 
• Pode ocorrer com ou sem bacteriuria; ƒ 
• Valores de referência: negativo. ƒ 
• Quando positivo liberar em + a +++ ou traços, 
pequena, moderada ou grande quantidade.
Avaliação do sedimento urinário
• A terceira etapa da urinálise consiste na 
avaliação microscópica do sedimento urinário. 
• Os resultados do sedimento urinário devem 
ser interpretados juntamente com o 
conhecimento do método de coleta, exame 
químico e exame físico.
Avaliação do sedimento urinário
• Cilindros: Uma urina normal pode conter poucos
cilindro hialinos e granulosos, mas uma
quantidade maior destas estruturas reflete uma
patologia renal, mais precisamente uma doença
tubular aguda.
• Células: Baixas quantidades de eritrócitos e
leucócitos podem ser encontrados em urinas
normais.
• Cristais: A presença de cristalúria é influenciada
pelo pH urinário, densidade urinária, saturção de
precursores na urina e presença de promotores
ou inibidores de cristais.

Mais conteúdos dessa disciplina