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Resumo sobre o Atlas do Dismorfismo Eritrocitário O Atlas do Dismorfismo Eritrocitário , elaborado pelo Dr. José Antonio Tesser Poloni, apresenta uma proposta inovadora no Brasil, focando na realização de um ensaio de proficiência para a pesquisa de dismorfismo eritrocitário. Este exame é crucial para a identificação de pacientes que apresentam hematúria de origem glomerular, uma condição que pode indicar problemas renais. A ControlLab, responsável pela iniciativa, reconhece as dificuldades enfrentadas pelos laboratórios em manter um controle de qualidade eficaz para este tipo de exame, principalmente devido à instabilidade das amostras. Para superar esses desafios, a ControlLab utiliza tecnologia avançada, permitindo que os casos sejam digitalizados e, assim, aprimorando as habilidades dos analistas clínicos. O atlas contém uma vasta coleção de imagens de eritrócitos, que são células sanguíneas responsáveis pelo transporte de oxigênio. As imagens são obtidas através de técnicas de microscopia de contraste de fase, considerada o padrão-ouro para essa análise, além de microscopia de campo claro, que é amplamente utilizada na maioria dos laboratórios brasileiros. A inclusão de imagens de eritrócitos normais e dismórficos, incluindo acantócitos, permite que os laboratórios identifiquem e classifiquem os diferentes tipos de células, facilitando a aplicação do conhecimento adquirido em suas rotinas diárias. O índice do atlas é extenso, apresentando uma variedade de imagens que vão desde eritrócitos normais até aqueles com dismorfismos, o que é essencial para a formação e atualização dos profissionais da área. A importância deste atlas vai além da simples identificação de células. Ele representa um avanço significativo na qualidade dos exames laboratoriais e na formação dos profissionais de saúde. A capacidade de identificar corretamente os tipos de eritrócitos pode ter implicações diretas no diagnóstico e tratamento de condições renais, contribuindo para melhores resultados clínicos. Além disso, a utilização de tecnologia digital para a análise de amostras pode ajudar a padronizar os procedimentos e melhorar a precisão dos diagnósticos. Portanto, o Atlas do Dismorfismo Eritrocitário não apenas fornece um recurso visual valioso, mas também promove a educação continuada e a excelência na prática laboratorial. Destaques O atlas propõe um ensaio de proficiência inédito no Brasil para a pesquisa de dismorfismo eritrocitário. Utiliza tecnologia digital para aprimorar a formação de analistas clínicos, com imagens de microscopia de contraste de fase e campo claro. Contém uma ampla variedade de imagens de eritrócitos normais e dismórficos, facilitando a identificação e classificação. Contribui para a melhoria da qualidade dos exames laboratoriais e para o diagnóstico de condições renais. Promove a educação continuada e a padronização dos procedimentos laboratoriais.