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CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL UNINTER ESCOLA SUPERIOR POLITÉCNICA BACHARELADO EM ENGENHARIA ELÉTRICA DISCIPLINA DE MICROPROCESSADORES E MICROCONTROLADORES ATIVIDADE PRÁTICA ALUNO: MÁRCIO ALVES SANTOS PROFESSOR: SÉRGIO LUIZ VEIGA PATOS DE MINAS - MG 2019 i ii SUMÁRIO 1 INTRODUCAO ........................................................................................................................................ 3 2 DESENVOLVIMENTO .......................................................................................................................... 3 2.1 HISTÓRICO ....................................................................................................................................................................................... 3 2.2 CARACTERÍSTICA ............................................................................................................................. 5 2.3 ESPECIFICAÇÃO ................................................................................................................................6 2.4 APLICAÇÕES TÍPICAS....................................................................................................................... 7 CONCLUSÕES ................................................................................................................................................. 8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.............................................................................................................. 8 3 1 INTRODUCAO Nesta atividade prática será apresentado o controlador lógico programável “CLP” fabricante Rockwell Automation modelo Micro 830, são projetados para aplicações de controle de máquinas autônomas de baixo custo que exigem comunicações flexíveis e recursos de E / S. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 HISTÓRICO Os Controladores Lógicos Programáveis (CLP's) foram criados em na década de 60, nos Estados Unidos, com a finalidade de substituir painéis de relés que eram muito utilizados nas indústrias automobilísticas para executar controles baseados em lógicas combinacional e sequencial. Por serem eletromecânicos, os relés que eram utilizados nos dispositivos de controle apresentavam diversas desvantagens como problemas nos contatos, desgastes devido ao contato repetitivo, dificuldade na modificação da lógica de controle e necessidade de manutenções periódicas. A montadora americana de automóveis GM (General Motors) passava por dificuldade em atualizar seus sistemas automáticos de montagem, pois sempre que mudava um modelo de automóvel ou método de produção, os técnicos perdiam muito tempo executando modificações nos painéis de controle, este tempo levava horas e até mesmo semanas. Mudando fiação e instalando mais relés, algo que trazia à empresa grande ociosidade e baixa produtividade. Diante desses e outros inconvenientes, e com a evolução dos processadores, a GM desenvolveu o primeiro projeto de CLP para automatizar de forma eficiente os processos em sua linha de montagem. A partir deste momento, várias outras indústrias adotaram CLP's em suas linhas de produção e nos anos seguintes, com a aceleração de tecnologias eletrônicas os controladores lógicos programáveis foram cada vez mais difundidos. O projeto do CLP foi de um equipamento com seguintes características: 1. Facilidade de programação; 2. Facilidade de manutenção com conceito plugin; 3. Alta confiabilidade; 4. Dimensões menores que painéis de Relés, para redução de custo 5. Preço competitivo; 6. Expansão em módulos; 7. Mínimo de 4000 palavras na memória. 4 Pode-se dividir os CLP's historicamente de acordo com o sistema de programação por ele utilizado: 1ª Geração: Os computadores de primeira geração se caracterizam pela programação intimamente ligada ao hardware do equipamento. A linguagem utilizada era o Assembly que variava de acordo com o processador utilizado no projeto do CLP, ou seja, para poder programar era necessário conhecer a eletrônica do projeto do CLP. Assim a tarefa de programação era desenvolvida por uma equipe técnica altamente qualificada, gravando-se o programa em memória EPROM, sendo realizada normalmente no laboratório junto com a construção do CLP. 2ª Geração: Aparecem as primeiras “Linguagens de Programação” não tão dependentes do hardware do equipamento, possíveis pela inclusão de um “Programa Monitor “ no CLP, o qual converte (no jargão técnico, “compila”), as instruções do programa, verifica o estado das entradas, compara com as instruções do programa do usuário e altera os estados das saídas. Os Terminais de Programação (ou maletas, como eram conhecidas) eram na verdade Programadores de Memória EPROM. As memórias depois de programadas eram colocadas no CLP para que o programa do usuário fosse executado. 3ª Geração: Os CLP's passam a ter uma Entrada de Programação, onde um Teclado ou Programador Portátil é conectado, podendo alterar, apagar, gravar o programa do usuário, além de realizar testes (Debug) no equipamento e no programa. A estrutura física também sofre alterações sendo a tendência para os Sistemas Modulares com Bastidores ou Racks. 4ª Geração: Com a popularização e a diminuição dos preços dos microcomputadores (normalmente clones do IBM PC), os CLP's passaram a incluir uma entrada para a comunicação serial. Com o auxílio dos microcomputadores a tarefa de programação passou a ser realizada nestes. As vantagens eram a utilização de várias representações das linguagens, possibilidade de simulações e testes, treinamento e ajuda por parte do software de programação, possibilidade de armazenamento de vários programas no micro, etc. 5ª Geração: Atualmente existe uma preocupação em padronizar protocolos de comunicação para os CLP's, de modo a proporcionar que o equipamento de um fabricante “converse” com o equipamento outro fabricante, não só CLP's, como Controladores de Processos, Sistemas Supervisórios, Redes Internas de Comunicação e etc., proporcionando uma integração a fim de facilitar a automação, gerenciamento e desenvolvimento de plantas industriais mais flexíveis e normalizadas, fruto da chamada Globalização. Existem Fundações Mundiais para o estabelecimento de normas e protocolos de comunicação. A grande dificuldade tem sido uma padronização por parte dos fabricantes. Com o avanço da tecnologia e consolidação da aplicação dos CLPs no controle de sistemas automatizados, é frequente o desenvolvimento de novos recursos dos mesmos.Com os CLP's temos um aumento na praticidade de processos industriais, não mais necessitando de relés eletromagnéticos, com isso aumentando a velocidade e produtividade de processos industriais. 5 2.2 CARACTERÍSTICA. Figura 1 Oferece controladores de 10 pontos, 16 pontos, 24 pontos e 48 pontos Inclui contador de alta velocidade de velocidade de 100KHz (HSC) em modelos de 24V DC Suporta até cinco módulos plug-in Micro800 ™ Fornece recursos de movimento incorporados, suportando até três eixos com saída de trem de pulso (PTO) Fornece comunicações incorporadas via porta de programação USB e porta serial não isolada (para comunicações RS-232 e RS-485) Opera em temperaturas de -20 a 65 ° C (-4 a 149 ° F) Suporta cartão microSD ™ para transferência de programa, registro de dados e gerenciamento de receita através do módulo plug-in. 6 2.3 ESPECIFICAÇÃO Tabela 017 2.4 APLICAÇÕES TÍPICAS Separação materiais: Figura 02. Posicionamento placa solar: Figura 03. Máquinas de vedação e preenchimento vertical: Figura 04. 8 CONCLUSÕES Diante das literaturas pesquisadas, ficou evidente que a pesquisa é de fundamental para reforçar a teoria aprendida nas aulas teóricas e um excelente método para fixação do aprendizado, através da pesquisa é possível conhecer a história, conceito e a evolução dos controladores. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Controlador Micro 830 Disponível em: https://ab.rockwellautomation.com/pt/Programmable-Controllers/Micro830> Acesso em: 30 abr. 2019. História CLP Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Controlador_l%C3%B3gico_program%C3%A1vel#Hist% C3%B3ria Acesso em: 30 abr. 2019.