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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP ENVOLVIMENTO DA PETROBRAS COM O MEIO AMBIENTE, IMPACTOS AMBIENTAIS E DEGRADAÇÃO AMBIENTAL. PIM VIII São Paulo 2018 UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP ENVOLVIMENTO DA PETROBRAS COM O MEIO AMBIENTE, IMPACTOS AMBIENTAIS E DEGRADAÇÃO AMBIENTAL. PIM VIII Projeto Integrado Multidisciplinar – PIM VIII, apresentado como um dos pré-requisitos para aprovação do bimestre vigente ao Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental. São Paulo 2018 RESUMO Este projeto engloba conceitos e fundamentos trazidos pelas disciplinas de Avaliação de Impactos Ambientais e Gerenciamento de Riscos, de Planejamento Estratégico, de Economia Ambiental e Financiamento de Projetos e de Recuperação de Áreas Degradadas, de forma a movimentar uma verificação e uma análise sobre impactos, falhas, danos e efeitos de degradação causados pela empresa Petrobras, sobre o seu perfil de operação e atuação no mercado nacional e mundial. Há, também, relacionamentos voltados para toda a estrutura trazida pela companhia, de forma que a manutenibilidade esteja voltada para a estrutura de mitigação e dos processos nocivos ao meio ambiente e a estrutura social. Palavras-chave: análise, impactos, degradação, mercado, nocivos. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO........................................................................................................04 2 DESENVOLVIMENTO ......................................................................................... 05 2.1 Avaliação de Impactos Ambientais e Gerenciamento de Riscos –EIA/RIMA....... 05 2.1.1 Grau de Poluição ................................................................................... 05 2.1.2 Consequências de um Impacto Ambiental ............................................. 06 2.1.3 Riscos de Impactos, Avaliação e Legislações Pertinentes .................... 07 2.1.4 Gerenciamento de Riscos, Medidas e Mensuração de Impactos .......... 08 2.2 Planejamento Estratégico .................................................................................... 08 2.3 Economia Ambiental e Financiamento de Projetos .............................................. 09 2.3.1 Importância da Economia Sustentável e Desenvolvimento Sustentável .09 2.3.2 Recursos Naturais e Danos ao Meio Ambiente ...................................... 11 2.4 Recuperação de Áreas Degradadas .................................................................... 12 CONCLUSÃO............................................................................................................14 REFERÊNCIAS..........................................................................................................15 INTRODUÇÃO Operações envolvendo petróleo englobam a estrutura organizacional da Petrobras, sobre um prospecto da sua atuação voltado para a gestão ambiental. Assim, podendo ser evidenciados riscos, causas, consequências e vários outros pontos que são aplicados sobre esse aspecto. A visão apresentada sobre o planejamento estratégico deve ser essencial para uma visibilidade de problemas ambientais. Isso, pois grande parte da estrutura do ecossistema pode ser perdida com um simples acidente, devendo ser implementados conceitos e fomentadas atividades estratégicas para operações quanto a prevenção e a forma de atuação em casos de equívoco. A economia ambiental e o financiamento de projetos, também, estão relacionados com a visão do meio sustentável. Isso, pois grande parte dos envolvimentos causam danos e prejuízos, não apenas ambientais, como também, sociais e financeiros para estruturas empresariais, privadas e públicas. 2. DESENVOLVIMENTO 2.1 Avaliação de Impactos Ambientais e Gerenciamento de Riscos – EIA/RIMA 2.1.1 Grau de Poluição. A Petrobras é tida como uma das maiores empresas mundiais, com uma das maiores rendas e entre as dez maiores companhias petrolíferas e de geração de energia do mundo. Ainda assim, ela é apresentada como, também, uma das maiores empresas poluidoras e que causam maiores impactos na geração de carbono para a atmosfera. Ela se encontra em 20o lugar entre as empresas mais poluidoras, com um total de 73,4 milhões de toneladas de CO2 depositadas e dispersadas na camada. Outros gases causadores do efeito estufa, como o dióxido de carbono, óxido nitroso e metano, também, estão na lista como os mais dispersados pela companhia. Não apenas relacionados com a produção, esses valores, também, são característicos e embasados em conjunto com o desenvolvimento e impermeabilidade da estrutura da comunidade internacional, sendo aplicada sobre problemas ambientais, queimadas, despejamento ilegal ou acidental e vários outros problemas, que acabam por elevar o grau de poluição da companhia. Uma das notas apresentadas pela Petrobras, sobre o seu perfil de poluição foi a de que “diferentemente das demais empresas de petróleo, considera as emissões geradas pelas atividades termelétricas em seu inventário, o que, comparativamente, gera um resultado mais alto no total das emissões”. Consequentemente, esse valor acaba por implementar no seu perfil de poluição, em busca de uma maior geração e produção dos seus serviços. Consequentemente, gera maior relação negativa de atividade para a de poluição mundial. É possível observar que, para que haja uma mudança na estrutura de envolvimento da Petrobras, com a sua relação de produção de gases, deverá haver uma redução de 40% a 70% do quantitativo dos processos executados e que causam a emissão de gases impactantes no perfil ambiental. E, consequentemente, se torna uma das atividades extremamente impossibilitadas de se operar. 2.1.2 Consequências de um Impacto Ambiental. O impacto ambiental é resultado de atuação que causa dano à natureza e pode ser oriundo de alguma atividade degradante, podendo ser acidental ou dolosamente reiterado. Muitos dos problemas e dos danos ambientais causados podem ser extremamente impactantes para a fauna silvestre, gerando grandes causalidades. A Petrobras, como uma empresa de produção e distribuição de petróleo, possui uma grande preocupação quanto a esses acontecimentos e, evidentemente, já foi a produtora de acidentes que causaram grandes perdas ao meio ambiente, sendo realizados em solo terrestre ou em alto mar. Os vazamentos de petróleo em ambientes terrestres, assim como em mares ou rios, também, causam um grande dano a vida animal e ao meio ambiente. É possível observar grandes vazamentos da matéria-prima nociva recobrindo animais, plantas e substancias que são essenciais para a vida. Há vários significados de impacto ambiental, porém, todos eles se referem a qualquer alteração que ocorra em um ou mais componentes do meio ambiente e que foi induzido pela atividade humana. Consequentemente, há diversos outros tipos de impactos ambientais, que podem ser extremamente passivos ou negativos para o meio ambiente. Assim, são apresentados os modelos de impactos ambientais positivos e impacto ambiental negativo para a estrutura da vida ecológica. O impacto ambiental positivo de causa antrópica será avaliado de acordo com os valores específicos capazes de demonstrar os efeitos significativos ao ambiente (BARBOSA, 2014). Segundo Barbosa (2014), os danos provocados pelo impacto ambiental negativo diferem conforme a ação que o gerou. E, em acordo com Barbosa, há uma grande variedade de classificações, seguindo de impactos diretos, indiretos, locais, regionais, estratégicos, imediatos, longo ou médio prazo, temporário e vários outros. 2.1.3 Riscos de Impactos, Avaliação e Legislações Pertinentes. Um impacto ambiental pode causar vários problemas, inclusive reações em cadeia que podem ultrapassar limites internacionais. Por consequência, há acordos e protocolos internacionais, programasde controle ambiental ou outras medidas mitigadoras contra a degradação e poluição ambiental que inserem a sociedade no contexto do desenvolvimento sustentável. AIA ou Avaliação de Impacto Ambiental é um modelo ou instrumento desenvolvido para o aperfeiçoamento e desenvolvimento de atividades que diminuem o risco ou busca a melhor forma de operação quanto a relação do impacto no meio ambiente ou no meio social. Ela também possui o objetivo da avaliação de impacto ambiental de forma a identificar, prever, avaliar e mitigar os efeitos relevantes de uma determinada ação atual, assim como aquelas que são propostas frente às suas consequências futuras. É formada por um conjunto de procedimentos capazes de assegurar desde o início do processo que se faça um exame sistemático da ação proposta (projeto, programa, plano e política) e de suas alternativas, e que seus resultados sejam expostos de forma adequada ao público e aos responsáveis pela tomada de decisões, para que sejam analisados e considerados (MOREIRA, 1992; IAIA, 1999; BASTOS; AMEIDA, 2012). Podemos observar que a grande avaliação que predomina em todo o aspecto ambiental é a preventiva. Isso, pois ela busca prever potenciais impactos a fim de preservar o ambiente e impossibilitar, criando barreiras, de forma que esses impactos negativos e danos não sejam causados ou possam ser minimizados. Diversas políticas são adotadas a fim de buscar maior segurança e manutenção do direito ambiental. Um dos grandes ganhos para a estrutura socioambiental foi o desenvolvimento da política ambiental e do direito ambiental, através da criação e aprovação da Lei n° 6.938, de 31 de agosto de 1981: a Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA). De acordo com Gusmão e Martini Jr. (2009), a Lei n° 6.938, de 31 de agosto de 1981, referente a política nacional do meio ambiente, trouxe inovações importantíssimas, refletidas diretamente no meio ambiente, com definições de degradação da qualidade ambiental, poluição, poluidor e recursos ambientais. Ela foi uma das mais importantes legislações a instituir objetivos e instrumentos de controle para a avaliação dos impactos ambientais, assim como o licenciamento ambiental. De certa forma, foi um ganho para a estrutura nacional de preservação e busca pela saúde ecológica e animal, no meio ambiente. 2.1.4 Gerenciamento de Riscos, Medidas e Mensuração de Impactos. Quanto a estrutura de riscos, ao processo de avaliação e mensuração de um impacto ambiental é observada em acordo com a AIA, que possui a finalidade de identificar os impactos ante um empreendimento ou atividades antes da real tomada de decisão, de forma a subjugar qualquer impacto. De certa forma, o processo para mensuração envolve a apresentação de conjuntos de procedimentos que são organicamente ligados entre si, de forma a atender objetivos de avaliação e de impactos ambientais. Consequentemente, são observadas as necessidades e a estruturação dos envolvidos e das atividades que possam permitir uma dupla conotação. Findada a etapa de mensuração, é importante observar que diretrizes são criadas com o objetivo de abranger todos os aspectos da detecção dos impactos. Assim, sendo realizados para minimizar efeitos significativos e com melhores atuações em conformidade com a atividade e utilidade da gestão ambiental. É imprescindível que haja uma decisão de aprovação ou reprovação de uma proposta para avaliação de impacto ambiental, pois a consulta pública pode ser capaz de determinar a execução do Estudo de Impacto Ambiental e apresentação do Rima ao órgão estadual competente ou a Sema ou, quando couber, ao Município. 2.2 Planejamento Estratégico. Inicialmente, processos que estão ligados a estrutura de um Estudo de Impacto Ambiental são relativos e valorados em acordo com o processo de desenvolvimento do projeto, envolvendo conceitos, objetivos, estruturas, várias descrições, as áreas de influência do projeto, os fatores ambientais, a determinação e avaliação dos impactos ambientais, proposição das medidas preventivas, programas ambientais e monitoramentos. Toda essa estrutura é embasada para a criação de um desenvolvimento crescente e com a aplicabilidade em grande escala. Assim, envolvendo o estudo de impacto ambiental negativo em decorrência da implantação de projetos socioeconômicos. Para o desenvolvimento do projeto, há a necessidade de implantação e apresentação de fórmulas de desenvolvimento baseadas numa metodologia específica, assim, sendo estruturados para obedecer uma sequência lógica de desenvolvimento e que seja capaz de permitir a confecção de uma estrutura com possibilidade de diagnóstico. De acordo com a Resolução Conama nº 1/86, art. 6°, para que seja criado o Estudo de Impacto Ambiental, deve estar apresentável, ao menos, conceitos de diagnóstico de área de influência do projeto, de análise dos impactos ambientais, além da identificação e verificação de previsões de interpretações, busca pela definição de medidas mitigadoras de impactos, e a elaboração de forma de programa. Nesses processos devem ser apresentados os conceitos adotados e, ainda, serem embasados quanto a determinação e validação por um órgão competente, quando finalizado. Assim, deverá estar direcionado para o desenvolvimento de peculiaridades e gerenciamento de características ambientais. Quanto ao diagnóstico ambiental, gerado para a necessidade do Estudo de Impacto Ambiental, deve haver a completa descrição e análise de recursos e ações tomadas e, assim, caracterizar a situação ambiental da área, antes da implantação do projeto. Esse processo acaba por envolver a caracterização dos meios físicos, biológicos, naturais e socioeconômicos. 2.3 Economia Ambiental e Financiamento de Projetos. 2.3.1 Importância da Economia Sustentável e Desenvolvimento Sustentável. A economia sustentável permite que a atividade e o progresso humano sejam desenvolvidos de forma sustentável. Assim, é possível que haja a correlação das atividades de forma a manter uma superação e a proposição de economias que não estejam atreladas a escassez. A complexidade ambiental pode se tornar um fator crítico e acabar sendo envolvida em processos que dificultam a respectiva resolução das atividades ligadas a sustentabilidade. Aqui, a Petrobras entra como uma estrutura que, em grande parte da sua atuação, acaba por gerir um grande impacto negativo para o meio ambiente. Essa aplicabilidade pode ser apresentada em acordo com a visibilidade da estrutura sustentável, fomentando a criação de políticas que permeiam a manutenção das atividades e garantem um retorno maior, ainda que com um gasto, também, maior. Neste caso, a sustentabilidade econômica é entendida como um conjunto de práticas, capaz de englobar ativos econômicos, financeiros e administrativos. Em conjunto com as atividades do desenvolvimento sustentável, tende a trazer maior retorno para a companhia, gerando lucro. A Petrobras é responsável pela geração de energia e desenvolve suas atividades baseadas no desenvolvimento sustentável, como biocombustíveis e energias eólicas e elétricas. Esses são exemplos de atividades economicamente sustentáveis que são trazidas pela sua renovação e impactam minimamente no ambiente em que estão localizadas. De certa forma, elas são capazes de fomentar políticas de desenvolvimento e de estruturas, garantindo melhor operação e atuação para o perfil humano e estrutural em que está sendo aplicado. No Brasil, diversos incentivos, assim como a punição e a fiscalização, acabam por incentivar e controlar os procedimentos ambientais. Algumas das vantagens que são trazidas pela Petrobras, em sua busca pela economia sustentável são as atitudes que podem valorar o crescimento em médio ou longo prazo, visando lucros financeiros. Há, também, a imagem das empresas para a priorização do meio ambiente diante dos cidadãos, fomentando a visibilidade da companhia e agregando a natureza e a marca (vantagem competitiva). 2.3.2 Recursos Naturais e Danos ao Meio Ambiente. Os recursos naturais, muitasdas vezes, são os mais impactados quanto aos danos ambientais causados. Em alguns casos, classificados como não renováveis, os recursos naturais são atingidos no nível máximo de dano ou em menor impacto necessitando de muito tempo para sua renovação, para o caso de recursos renováveis. Mierzwa (2002), aplica que a humanidade deveria utilizar os recursos naturais numa taxa menor em relação à taxa de renovação, bem como só se deveria gerar a quantidade de resíduos que o ecossistema pudesse assimilar. Podemos verificar que, embora a maioria dos recursos naturais sejam limitados, o ser humano não consegue estabelecer com precisão as normas de acesso a eles e, em muitos casos, acabam por não gerir com segurança o desenvolvimento ambiental. Mierzwa (2002), também, apresenta que quando se explora uma floresta, seria preciso levar em consideração a quantidade de energia solar necessária para sua organização, assim como quando pensamos numa estação de tratamento de água deveríamos levar em consideração as nascentes que formam o rio que a alimenta. Esses recursos são essenciais para o desenvolvimento não apenas da vida animal, mas também, da vida humana e deve ser aplicado com respeito e consciência. Casos como danos ao meio ambiente podem e inutilizam diversos recursos. Podemos observar os recursos hídricos, sendo limitados pela poluição humana. Há diversos instrumentos de cobrança que são aplicados quanto aos danos causados aos recursos naturais. Diversas taxas, relativas ao custo, podem ser aplicadas por meio de cobrança individualizada, quando necessário, de acordo com caraterísticas do devedor. Em certos pontos, é imprescindível que as políticas ambientais se espelhem nas reais necessidades da sociedade e dos indivíduos, com relação ao meio ambiente e com perfis de crescimento e desenvolvimento observados em determinação ao processo de crescimento natural. 2.4 Recuperação de Áreas Degradadas. Para que haja a recuperação das áreas degradadas pelo impacto ambiental é necessário verificar quais são os esforços necessários e que pode ser empenhado para o desenvolvimento de atividades. Ainda assim, essa atividade depende do tempo e decorre da possibilidade ou dificuldade de acesso ao ambiente. Como a grande maioria dos problemas acarretados pela Petrobras estão em evidente conceptualização das águas, há uma grande necessidade de limitar o vazamento e a área em que está sendo degradada. Isso, pois o movimento dos oceanos é capaz de espalhar e transportar o material sendo que, quanto maior a quantidade, maior será a área afetada. Como o óleo possui densidade diferente da água, não há mistura e o líquido se forma em manchas na superfície, com centímetros de espessura. Geralmente, as atividades executadas para a remoção envolvem barcos recolhedores com esteiras mecânicas que são capazes de extrair o óleo ou o petróleo dos ambientes marítimos, despejando em tanques seguros. Após a utilização dos sistemas de recolhimento, são aplicadas, na água, substâncias químicas chamadas de dispersantes. Essas, são capazes de quebrar a mancha de óleo em partes menores e, consequentemente, permitir uma maior facilidade para o trabalho de bactérias que degradam o petróleo de forma natural. Como alguns desses produtos podem ser tóxicos à fauna e à flora, seu uso só é permitido com autorização dos órgãos ambientais, de forma a manter a vida animal existente no ambiente, muitos dessas substâncias não são utilizadas no meio aquático. Para salvamento de animais que foram infectados ou entraram em contato com o óleo, os biólogos utilizam panos para a retirada do excesso de óleo. Após, os animais são levados para contêineres onde recebem banhos com água morna e detergentes. Em seguida, eles são medicados com uma aplicação de carvão ativado, que consegue diminuir a absorção de petróleo pelo organismo, e passam por um período de repouso antes de serem devolvidos à natureza. Uma das formas mais radicais de se remover o petróleo no ambiente aquático é ateando fogo à mancha de petróleo. O incêndio, porém, deve ser calculado e mantida uma barreira inflável de revestimento à prova de chamas. Assim, o ambiente deve ser capaz de resistir à queima do óleo na água. Essa é uma prática proibida no Brasil, porém, é extremamente eficaz e faz parte do combate em países como os Estados Unidos. Esse processo acaba por englobar o processo de recuperação do ambiente, a fim de destruir o óleo. Esse processo é considerado seguro quando realizado longe da costa ou de ambientes com navios ou docas. CONCLUSÃO “Atuar na indústria de petróleo e gás de forma ética, segura e rentável, com responsabilidade social e ambiental, fornecendo produtos adequados às necessidades dos clientes e contribuindo para o desenvolvimento do Brasil e dos países onde atuamos” refere-se `a missão da Petrobrás e nela contém conceitos abordados na pesquisa de relatório de impactos ambientais. O petróleo é conhecido como matéria-prima principal de produtos como a gasolina, o querosene, diesel, óleo lubrificante, asfalto, entre outros. Mas, além disso, o petróleo serve de base para a fabricação de vários produtos usados no nosso dia a dia, como cosméticos, tintas, acessórios, roupas e produtos plásticos. Trata-se de combustível fóssil não renovável, isto significa que é finito. Pode causar impactos ambientais irreversíveis ao meio ambiente, que mesmo medidas mitigatórias, compensatórias ou multas e taxas conseguem mudar o cenário. A adoção de uma política organizacional estruturada em conceitos de sustentabilidade, preservação ambiental e minimização de impactos através de projetos é essencial. Os impactos gerados pela Petrobras são geridos estrategicamente na busca de recuperação de áreas degradadas pelos vazamentos dos seus projetos. Muitos casos de degradação de áreas da Petrobras estão relacionados com óleos e ambientes marítimos, fomentando essas áreas de necessidade. Em relação ao meio ambiente, todas as atividades executadas para que haja uma ação de influência positiva, acaba por necessitar de empenhos empresariais e públicos, em apoio a estrutura da vida. Por esse motivo, ações comunitárias voltadas para a saúde são extremamente importantes para que os objetivos de promoção da saúde sejam alcançados, assim como o de manutenção e de sustentabilidade nos recursos naturais. REFERÊNCIAS AGENCIABRASIL. MPF e MP-SP processam Petrobras e Transpetro por crime ambiental. Disponível em: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-06/mpf-e-mp-sp-processam-petrobras-e-transpetro-por-crime-ambiental>. Acesso em: 07 nov. 2018. CONJUR. Petrobras e mais quatro empresas são condenadas por desastre ambiental. Disponível em: <https://www.conjur.com.br/2017-jun-05/petrobras-empresas-sao-condenadas-desastre-ambiental>. Acesso em: 03 nov. 2018. FIGUEIREDO, Cláudia Ferreira dos Santos Ruiz. Recuperação de áreas degradadas. / Claudia Ferreira dos Santos Ruiz Figueiredo. Olivia Beloto da Silva, – São Paulo: Editora Sol, 2015. 128 p., il. G1.GLOBO. MP pede indenização de R$ 322 milhões a Petrobras por dano ambiental em São Sebastião, SP. Disponível em: <http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/mp-pede-indenizacao-de-r-322-milhoes-a-petrobras-por-dano-ambiental-em-s-sebastiao-sp.ghtml>. Acesso em: 01 nov. 2018. MIERZWA, J. C. O uso racional e o reuso como ferramentas para o gerenciamento de águas e efluentes na indústria: estudo de caso da Kodak Brasileira. 2002. Tese (Doutorado em Engenharia). Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002 MORAES, Renato Bulcão de. Planejamento estratégico. / Renato Bulcão de Moraes. – São Paulo: Editora Sol, 2012. 136 p., il. OLIVEIRA, Luiz Antônio Cesário de. Economia ambiental e Financiamento de Projetos. / Luiz Antônio Cesário de Oliveira. – São Paulo: Editora Sol, 2015. 72 p., il. PETROBRAS. 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