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Semiologia Médica Astério Magalhães Filho Coordenador da Disciplina de Semiologia Médica ITPAC Porto Mestre em Ciências IPEN/USP Especialista em Clínica Médica SBCM/AMB Principais fontes Semiologia Médica: Celmo Celeno Porto; Sétima edição; capítulos de 1 a 6; Editora Guanabara Kooga Bates – Propedêutica Médica Essencial; Lynn S. Bickley; Sexta Edição; capítulos de 1 a 3; Editora Guanabara Kooga Investigação Coleta de dados subjetivos Coleta de dados objetivos Registro de dados Análise de dados Planejamento de ações Aprendizado Cenários Manequins, pacientes reais Aparência Comportamento Relação médico-paciente Método Clínico Sistematização racional Universal (Ocidental) Anamnese Exame físico Formular hipóteses diagnósticas Estabelecer uma boa relação médico-paciente Tomada de decisões Dados subjetivos O que o paciente conta a você Anamnese / entrevista(físicos, culturais e sociais) Sintomas Sinal Síndrome Entidade nosológica (doença) Dados objetivos O que você detecta durante o exame Achados de exame físico Semiotécnica Sinal Preparo do ambiente Registro dos dados Registro de dados Claro e organizado Abrangente e legível Ordem Contribuição dos dados Generalizar X detalhar Abreviaturas Análise de dados Formular hipóteses diagnósticas Proposta propedêutica Proposta terapêutica Diagnóstico sindrômico Diagnóstico etiológico Diagnóstico diferencial Diagnóstico radiológico Diagnóstico ultrassonográfico Diagnóstico tomográfico Diagnóstico endoscópico Diagnóstico anatomopatológico Prognóstico Prever pelo conhecimento Evolução Consequências Intercorrências Conhecimento clínico Exames complementares Exame clínico Anamnese Identificação Queixa principal História da doença atual Interrogatório sintomatológico Antecedentes pessoais e familiares Hábitos de vida Condições socioeconômicas e culturais Exame físico Exame físico geral Exame físico de órgãos ou sistemas Semiotécnica Locais Empatia Proximidade Iluminação Privacidade Duração Anamnese Pilar da medicina Importante / difícil Identificação / cordialidade /humildade Fortalece a relação médico-paciente Norteia as tomadas de decisão Entrevista conduzida Abrangência Reconstituição de fatos Elaboração criteriosa de dados Repetição Duração Relação com o diagnóstico Semiotécnica Escuta ativa Respostas empáticas Questionamento direcionado Comunicação não verbal Formação de parceria Empoderamento do paciente Criança Idoso Personalidades diversas História sexual Saúde mental Uso de drogas Identificação Dados individuais e coletivos Interesse clínico e epidemiológico Função do médico Prontuário Dados fidedignos Capitulo X do Código de ética médica Identificação Nome Idade Fonte da história / confiabilidade Sexo/Gênero Cor/Etnia Branca Preta Parda Identificação Estado civil Profissão Local de trabalho Ocupação atual Ocupação anteriores Naturalidade Identificação Procedência Residência Nome da Mãe Responsável, cuidador/acompanhante Religião Plano de saúde Queixa principal Motivo que levou a procura médica Expressões do paciente Temporalidade Evitar diagnóstico Vários motivos??? HDA Registro cronológico Sintoma guia Determinar o início Descrição minuciosa da evolução Correlações com outros sintomas História Início, meio e fim HDA Inicio Caraterística do sintoma Fatores de melhora ou piora Relação com outras queixas Evolução Situação atual Dor torácica Dor torácica retroesternal Início súbito há 15 min após stress emocional Dor do tipo opressiva Intensidade 8/10 Aumento da intensidade aos esforços Melhoria ao repouso Irradiação para MSE Dor torácica retroesternal Início insidioso há quatro dias após alimentação copiosa Dor do tipo queimação Intensidade 8/10 Aumento de intensidade ao deitar-se Nega fatores de melhora Nega irradiações Cefaleia Cefaleia holocraniana Início súbito há 10 min Nega fator causal Nega quadros anteriores Dor do tipo pulsátil Intensidade 10/10 Associa-se náuseas, vômitos e diplopia Nega fator de melhora ou piora ao repouso Cefaleia hemicraniana Início súbito há três dias após uos de café Dor do tipo pulsátil Intensidade 7/10 Associa-se náuseas, vômitos Melhora em ambientes escuros Piora em ambientes com barulho Semiologia Médica Astério Magalhães Filho Coordenador da Disciplina de Semiologia Médica ITPAC Porto Mestre em Ciências IPEN/USP Especialista em Clínica Médica SBCM/AMB Interrogatório sintomatológico Complemento da HMA Relação com HMA Novas hipótese “Pente fino” Relação médico/paciente Promoção á saúde Checklist Registro de sintomas presentes e negados “Tradução”/ Vocabulário médico Identificação = Investigação Visão holística Parâmetros /Correlação Sistematização segmentar Chato e cansativo Vínculo Exercício clínico Excelência por repetição Modelo no portal Modelo de IS Antecedentes Antecedentes pessoais fisiológicos Antecedentes pessoais patológicos Antecedentes familiares Hábitos de vida Condições socioeconômicas e culturais Antecedentes pessoais fisiológicos Gestação e nascimento Desenvolvimento psicomotor e neural Desenvolvimento sexual Puberdade Menarca Sexarca Menopausa Orientação sexual DUM Método anticoncepcional ou MPF DPP História obstétrica G gestações P partos A abortos C cesarianas G IV PII AI C I Antecedentes pessoais patológicos Doenças Infância / Idade adulta Tempo Acompanhamento médico Internações Tratamento Medicamentos Nome Dose Posologia Tempo de uso Adesão ao tratamento Efeitos colaterais Alergias Alimentares Substancias / Medicamentos Afecções(asma, eczema) Imunizações Calendário vacinal adequado à idade Cirurgias Diagnóstico Tempo Tipo Local Equipe médica Complicações Internações Diagnóstico Tempo Tipo Local Equipe médica Complicações Traumatismos Causas História Consequências Transfusões sanguíneas Numero Motivo Local Antecedentes familiares Parentes de primeiro grau Cônjuge Estado de saúde Demais membros da família Doenças na família Doenças com caráter familiar Óbito Causa Idade Hábitos de vida Alimentação Ocupação atual e anteriores Atividades físicas Hábitos Alimentação Anamnese alimentar Quantitativa e qualitativa Grupos alimentares Idade / sexo Trabalho Cultura Ocupação atual e anteriores Profissão Tipo do trabalho Natureza do trabalho Ambiente laboral Riscos Atividades físicas Laborais / Lazer Tipo Intensidade Frequencia Hábitos Habilidade e descrição Negação é comum Tabaco Tipo Quantidade Frequência Duração / Abstinência Bebidas alcoólicas Omissão / Minimizada Tipo Quantidade Frequência Duração / Abstinência Drogas ilícitas Omissão Tipo Quantidade Frequência Duração / Abstinência Condições socioeconômicas e culturais Habitação Zona rural X Zona urbana Condições insalubres Saneamento básico Coleta de lixo Socioeconômicas Condição econômica / financeira Renda per capita Impacto direto na adesão Condições culturais Escolaridade Religiosidade Tradições Crenças Medicina popular Hábitos alimentares Vida conjugal e familiar Investigar o relacionamento entre membros da família Dificuldade Oportunidade de treinamento Empatia Fortalecimento da relação