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Diferenciação celular Prof. Me. Gleyson Vieira dos Santos Introdução Iniciamos nossa vida como uma célula única: um óvulo fertilizado, também chamado de zigoto. Durante o desenvolvimento, esta célula divide-se repetidamente, produzindo muitas outras células, diferentes entre si, que se organizam de forma complexa e espetacular até formar o corpo do ser humano. O corpo humano possui mais de 200 tipos celulares diferentes, com funções e formas diversas. COMO ELAS SE TORNARAM TÃO DIFERENTES? Introdução As células originadas pelas primeiras divisões do zigoto são classificadas como células-tronco TOTIPOTENTES pois podem dar origem a todos os diferentes tecidos e órgãos que compõem um ser humano Elas também dão origem ao cordão umbilical, à placenta e ao saco amniótico – os chamados anexos embrionários – estruturas que possibilitam a nutrição e o desenvolvimento Introdução Cerca de cinco dias após a formação do zigoto, as células em divisão apresentam a primeira diferenciação, então chamado de estágio de blastocisto Nesse estágio, as CÉLULAS EXTERNAS vão dar origem aos anexos embrionários enquanto as células da massa interna podem dar origem a todos os tecidos e órgãos de um ser humano Às CÉLULAS INTERNA é dado o nome de células-tronco embrionárias, e elas são classificadas como pluripotentes. Introdução Os diferentes tipos de células- tronco presentes no desenvolvimento do embrião. Durante as primeiras divisões do zigoto, as células-tronco são extremamente capazes de se proliferar, sendo consideradas totipotentes; em estágio de blastocisto, são capazes de produzir os anexos embrionários e as diferentes células do futuro bebê, por isso são consideradas pluripotentes. E quando já se diferenciaram, elas não mais podem gerar outros tipos celulares se não o seu próprio, por isso são chamadas unipotentes. Introdução Todos os animais e plantas são multicelulares, ou seja, são formados por inúmeras células que funcionam de maneira integrada e coordenada A diferenciação celular é o processo em que as células de um organismo sofrem transformações em sua forma, função e composição, tornando-se tipos celulares especializados. O QUE É ESPECIALIZAÇÃO CELULAR Inicialmente simples e indiferenciadas, que passam a assumir formas e funções diferenciadas que resultam na formação dos tecidos e órgãos do embrião. Modificações moleculares que resultam no desenvolvimento (embrionário)nos seres pluricelulares. Inicio A vida inicia-se pela fecundação de um óvulo por um espermatozóide. Essa primeira célula formada inicia o processo de divisão até chegar à fase de oito células, na qual recebem a denominação de células-tronco Tecidos A verdadeira multicelularidade é caracterizada por uma associação de células em que existe uma interdependência estrutural e funcional entre elas. Os animais e as plantas são formados por diversos conjuntos de células integradas, especializadas em realizar funções definidas - TECIDOS. Os diversos tipos de tecidos se associam para formar os órgãos Por exemplo, no estômago, existe um tipo de tecido responsável pelo revestimento interno, outro que dá resistência à parede do estômago e outro que realiza as contrações do órgão. Tecidos TECIDOS EPITELIAIS São conhecidos também como epitélios. Desempenham funções no organismo, dependendo de onde estão localizados. Revestimento (proteção); Absorção e secreção de substâncias; Percepção de sensações. Tecidos TECIDOS CONJUNTIVOS Os tecidos conjuntivos se unem e sustentam outros tecidos. Tipos: frouxo, denso, adiposo, cartilaginoso, ósseo e sanguíneo. Características gerais dos tecidos conjuntivos: Poucas células (células dispersas); Muita MEC; Composto por diversos tipos celulares. Podem ser divididos em dois grandes grupos: tecidos conjuntivos propriamente ditos e tecidos conjuntivos especiais. Tecidos TECIDOS CONJUNTIVOS ESPECIAIS TECIDO ADIPOSO É um tipo especial de tecido conjuntivo frouxo no qual existem células especializadas no armazenamento de gordura (células adiposas). O tecido adiposo possui algumas características: Possui muitas células e pouca substância intercelular; Ocorre na região subcutânea e ao redor dos rins e do coração. Tecidos TECIDOS CONJUNTIVOS ESPECIAIS TECIDO ADIPOSO Funções do tecido adiposo: Acúmulo de energia (gordura externa); Manutenção da homeotermia (gordura interna); Proteção e modelamento da superfície corporal. Tecidos TECIDO CARTILAGINOSO Em alguns animais vertebrados, é o tecido cartilaginoso que forma o esqueleto. Como exemplo, os tubarões e raias. Nos seres humanos, por exemplo, o esqueleto cartilaginoso é encontrado apenas durante o estágio embrionário. À medida que o embrião amadurece, as cartilagens são calcificadas e são substituídas pelos ossos. Mas existem cartilagens que permanecem nos indivíduos adultos, como as que sustentam o nariz, as orelhas, a traquéia, os brônquios, as que revestem as extremidades dos ossos e as que são localizadas entre as vértebras, que amortece o impacto dos movimentos da coluna. As células que formam o tecido cartilaginoso são chamadas de condrócitos. Tecidos TECIDO CARTILAGINOSO Características do tecido cartilaginoso: Tecido com muita substância intersticial rígida (MEC); Desprovido de vasos sanguíneos (deve ser fino para melhor nutrição); Não possuem inervações. Funções do tecido cartilaginoso: Sustentação e modelagem; Proteção (discos intervertebrais); Molde para o crescimento ósseo; Revestimento de superfícies articulares (impedindo o impacto e o atrito entre os ossos). Tecidos TECIDO ÓSSEO É um tipo especial de tecido conjuntivo no qual as células se encontram incrustadas em uma matriz extracelular rica em fibras colágenas e fosfato de cálcio, além de outros íons minerais. A rigidez de um osso se dá pela associação dos cristais de fosfato de cálcio fibras. O osso possui uma rede de canais dotados de vasos sanguíneos e nervos que levam alimento para os osteócitos, denominado sistemas haversianos visto que essas células se encontram em uma matriz mineralizada. Tecidos TECIDO ÓSSEO Funções: Sustentação das partes moles; Apoio ao movimento muscular; Proteção de órgãos vitais; Reserva de cálcio. CLASSIFICAÇÃO E NOMENCLATURA Distúrbios do crescimento e da diferenciação celular Manter a população celular dentro de limites fisiológicos Alterações no controle do ciclo celular (sistema regulatório) Distúrbios do crescimento Distúrbios da diferenciação *os dois ao mesmo tempo Alterações do volume celular Hipertrofia Célula sofre estímulo excessivo, aumentando a síntese de seus constituintes básicos e seu volume (o aumento do volume é acompanhado por aumento das funções celulares) Hipotrofia Célula com volume menor caso sofra agressão que resulta em diminuição da nutrição, do metabolismo e da síntese necessária para renovação de suas estruturas Hipertrofia Célula sofre estímulo excessivo, aumentando a síntese de seus constituintes básicos e seu volume (o aumento do volume é acompanhado por aumento das funções celulares) This is cardiac hypertrophy involving the left ventricle. The number of myocardial fibers does not increase, but their size can increase in response to an increased workload, leading to the marked thickening of the left ventricle in this patient with systemic hypertension. Hipotrofia Célula com volume menor caso sofraagressão que resulta em diminuição da nutrição, do metabolismo e da síntese necessária para renovação de suas estruturas There are some muscle fibers here that show atrophy. The number of cells is the same as before the atrophy occurred, but the size of some fibers is reduced. This is a response to injury by "downsizing" to conserve the cell. In this case, innervation of the small fibers in the center was lost. This is a trichrome stain. The testis at the right has undergone atrophy and is much smaller than the normal testis at the left. This is cerebral atrophy in a patient with Alzheimer's disease. The gyri are narrowed and the sulci widened toward to frontal pole. Here is the centrilobular portion of liver next to a central vein. The cells have reduced in size or been lost from hypoxia. The pale brown-yellow pigment is lipochrome that has accumulated as the atrophic and dying cells undergo autophagocytosis. Alterações na taxa de divisão celular Hiperplasia Aumento da taxa de divisão celular acompanhado de diferenciação normal Hipoplasia Diminuição da taxa de proliferação celular Aplasia Ausência de proliferação celular Hiperplasia Aumento da taxa de divisão celular acompanhado de diferenciação normal The prominent folds of endometrium in this uterus opened to reveal the endometrial cavity are an example of hyperplasia. Cells forming both the endometrial glands and the stroma have increased in number. As a result, the size of the endometrium has increased. This increase is physiologic with a normal menstrual cycle. This is an example of prostatic hyperplasia. The normal prostate is about 3 to 4 cm in diameter. The number of prostatic glands, as well as the stroma, has increased. The pattern of increase here is not uniform, but nodular. This increase is in response to hormonal manipulation, but in this case is not a normal physiologic process Here is one of the nodules of hyperplastic prostate. The cells making up the glands are normal in appearance, there are just too many of them Alterações da diferenciação celular Metaplasia Quando as células de um tecido modificam seu estado de diferenciação normal (do gr. meta = variação, mudança) Metaplasia of laryngeal respiratory epithelium has occurred here in a smoker. The chronic irritation has led to an exchanging of one type of epithelium (the normal respiratory epithelium at the right) for another (the more resilient squamous epithelium at the left). Metaplasia is not a normal physiologic process and may be the first step toward neoplasia. Metaplasia of esophageal squamous mucosa has occurred here, with gastric type columnar mucosa at the left. Alterações do crescimento e da diferenciação celular Displasia Proliferação celular e redução ou ausência de diferenciação (do gr. dys = imperfeito, irregular) Neoplasia Proliferação celular autônoma, geralmente acompanhada de perda de diferenciação (do gr. neo = novo) Displasia Proliferação celular e redução ou ausência de diferenciação (do gr. dys = imperfeito, irregular) This is dysplasia. The normal squamous epithelium at the left transforms to a disorderly growth pattern at the right. This is farther down the road toward neoplasia. Outros distúrbios I Agenesia Significa uma anomalia congênita na qual um órgão ou uma parte dele não se forma Distrofia Termo empregado para designar várias doenças degenerativas sistêmicas, genéticas ou não Outros distúrbios II Ectopia ou hetrotopia Presença de um tecido normal em localização anormal Hamartias Crescimentos focais, excessivos, de um determinado tecido de um órgão; e quando formam tumores são chamados de hamartomas Coristia Consiste em erros locais do desenvolvimento em que um tecido normal de um órgão cresce em sítios onde normalmente não é encontrado Morte celular MORTE CELULAR necrose apoptose MORTE CELULAR Conceito de necrose Mecanismo digestão enzimática das células desnaturação de proteinas Morfologia aumento da eosinofilia do citoplasma alterações nucleares cariólise/ picnose/cariorrexe MORTE CELULAR Tipos morfológicos de necrose coagulativa liquefativa caseosa gordurosa (esteatonecrose) hemorrágica gangrenosa MORTE CELULAR LIQUEFATIVA: O tecido necrosado se apresenta amolecido ou liquefeito, devido à ação de enzimas liberadas pelo tecido morto e células inflamatórias. bastante observada no sistema nervoso central, e suas causas podem ser toxinas bacterianas, substâncias tóxicas ou isquemia no sistema nervoso central. MORTE CELULAR CASEOSA O tecido necrosado tem aspecto amorfo branco ou amarelado, pastoso e seco(lembrando ricota), devido às células mortas que se tornam uma massa granular friável. Possui limites precisos e pode apresentar focos de calcificação em seu interior, além da presença de núcleos picnóticos e cariorrexis, devido autólise rápida. Acontece devido lesões crônicas e um exemplo clássico é a tuberculose. Há perda da arquitetura e detalhe celular MORTE CELULAR GORDUROSA (ESTEATONECROSE) É um tipo especial de necrose, encontrada principalmente no tecido adiposo peripancreático, numa pancreatite aguda e na necrose gordurosa da glândula mamária Os ácidos graxos presentes no citosol, ao saírem das células, sofrem saponificação com sais alcalinos, formando sabão, que se apresenta na forma de depósitos esbranquiçados, lembrando vela derretida. MORTE CELULAR COAGULATIVA: Com citoplasma eosinofílico devido à coagulação das proteínas celulares, e de aspecto homogêneo com coloração opaca, este tipo de necrose ocorre devido hipóxia celular, toxinas bacterianas e agentes químicos Apesar da necrose, a arquitetura do tecido se mantém preservada por algum tempo Necrose por coagulação em infarto isquêmico de baço. Nesse tipo de necrose, é possível ainda visualizar o contorno celular (setas), apesar de a célula já estar sofrendo um processo de lesão irreversível. Necrose de coagulação: na qual conseguimos perceber por alguns dias uma “sombra” das células necróticas. O tecido é inicialmente firme e pálido ou amarelado. Neste tipo de necrose ocorre desnaturação das proteínas celulares. Ocorre por exemplo no infarto do miocárdio. Necrose de liquefação: o tecido necrótico se liqüefaz rapidamente. Ocorre principalmente nas infecções bacterianas com formação de pus e no sistema nervoso central. Necrose de liquefação em parede de abscesso. É característico nesse tipo de necrose a presença de neutrófilos. A necrose liquefativa é observada principalmente em tecidos agredidos por bactérias. Necrose caseosa: é uma forma diferente de necrose de coagulação, na qual o tecido se torna branco e amolecido. É habitualmente encontrada na tuberculose. Necrose caseosa: é uma forma diferente de necrose de coagulação, na qual o tecido se torna branco e amolecido. É habitualmente encontrada na tuberculose. Necrose gordurosa (ou enzimática): geralmente causada pelo extravasamento e ativação de enzimas pancreáticas que digerem a gordura do pâncreas, do epíplon e do mesentério. Encontrada na pancreatite aguda. Às vezes ocorre por traumatismo que ocasiona ruptura dos adipócitos; encontrada principalmente na mama feminina. Necrose gordurosa (ou enzimática): geralmente causada pelo extravasamento e ativação de enzimas pancreáticas que digerem a gordurado pâncreas, do epíplon e do mesentério. Encontrada na pancreatite aguda. Às vezes ocorre por traumatismo que ocasiona ruptura dos adipócitos; encontrada principalmente na mama feminina. Gangrena: não é propriamente um tipo de necrose, geralmente se referindo à necrose de um membro por perda do seu suprimento sangüíneo, às vezes complicada por infecção bacteriana (gangrena úmida, gangrena gasosa). Fragmentação nuclear e celular em vesículas apoptóticas. Diferente da necrose, não existe liberação do conteúdo celular para o interstício e portanto não se observa inflamação ao redor da célula morta MORTE CELULAR Necrose coagulativa predominio da desnaturação das proteinas inativação das proteases responsáveis pela proteólise das cels preservação do contorno(sombra das cels) MORTE CELULAR Necrose liquefativa predominância da proteólise infecções bacterianas e por fungos enfarte cerebral MORTE CELULAR Necrose caseosa forma de necrose coagulativa associada a tuberculose semelhante a caseum(queijo fresco) massa eosinofílica, granular, com destruição total da arquitetura do tecido MORTE CELULAR Necrose gordurosa(esteatonecrose) traumatismo do tec adiposo pancreatites (liberação de lipases) lesão em pingo de vela (saponificação dos ac. graxos) MORTE CELULAR Necrose gangrenosa ação de fatores externos sobre o tecido necrótico gangrena úmida/seca /gasosa MORTE CELULAR Necrose hemorrágica necrose + hemorragia enfarte hemorrágico MORTE CELULAR Apoptose morte celular programada processo fisiológico eliminação de células indesejadas MORTE CELULAR Funções da apoptose destruição de células durante a embriogênese manter a população de celúlas do tecido em niveis normais destruição de cels imunes eliminação de células lesadas Involução hormônio dependente MORTE CELULAR Morfologia da apoptose retração nuclear condensação da cromatina formação de corpúsculos apoptóicos Não há associação de reação inflamatória Apoptose Apoptosis=grego para ‘falling off’ (Caír, desfazer) Processo fisiológico de morte celular programada Processo activo Inibição deste processo é activa e altamente regulada Fases: A Célula Compacta-se A membrana forma invaginações A cromatina condensa O DNA Fragmenta-se A célula morta divide-se em vesículas membranares (corpos apoptóticos) que são fagocitados Os processos bioquímicos da apoptose Proteólise Fragmentação genómica Perda de assimetria da membrana celular Fragmentação celular www.nih.gov/sigs/Aboutapo.html Apoptose versus Necrose Apoptose Determinada genéticamente Ocorre dentro dos intervalos fisiológicos Célula compacata-se Resulta de diversos passos intrinsecamente regulados Participa no equilibrio homeostático do organismo Fenómeno individual celular (suícidio celular) Nunca ocorre perda de estanquicidade membranar As vesículas formadas são removidas por fagocitose, num processo muito rápido que não deixa vestígios Necrose Determinada genéticamente Resulta da alteração súbita de um ou mais intervalos fisiológicos (pH, Temperatura, [iónicas], etc) Citoplasma “incha” Resulta da inviabilização metabólica da célula Não tem funções homeostáticas Fenómeno colectivo a todas as células vizinhas Resulta na perda de estanquicidade da membrana O derramamento do fluido celular inicia processos tecidulares (inflamação) que duram horas ou dias e originam marcas duradouras (cicatrizes) Controlo da apoptose A apoptose em condições biológicas é uma resposta celular a variações subtis no meio extracelular Na membrana citoplasmática No interior da célula O mesmo estímulo pode desencadear apoptose num tipo de célula, ser inócuo noutro, e desencadear a proliferação noutro A resposta de um tipo de célula a um dado estímulo pode ser variável pois depende de outros factores celulares (ex:fase de maturação) e ambientais (outros estímulos) Funções da apoptose Moldar os tecidos na embriogénese Eliminar células alteradas (ex. cancro) Eliminar células que deixaram de ser necessárias (ex. Sistema Imunológico) Anomalias da apoptose Malformações congénitas Doenças Neurodegenerativas Disfunções imunológicas Tumores Características Atinge células individualmente; A célula se encolhe e o citoplasma fica denso; A cromatina se torna condensada e disposta em grumos colados à carioteca; Características O núcleo se fragmenta (cariorrexe); A membrana citoplasmática emite projeções e forma brotamentos que contêm fragmentos do núcleo; Características Fragmentação das células em múltiplos brotos (corpos apoptóticos). *Fagocitose por MO Características Características Importância Regulação celular Crescimento celular do câncer por supressão da morte celular Deleção de células anormais danificadas, por radiação, toxinas ou outros estímulos CARACTERÍSTICAS NECROSE APOPTOSE Estímulo Patológico Fisológico ou Patológico Ocorrência Grupo de Células Células Individuais Reversibilidade Irreversível Irreversível Ativação de Endonucleases Não Sim Liberação de Enzimas Lisossomais Sim Não Inflamação Exsudativa Presente Ausente Alterações Nucleares Presente Presente (Cariorrexe) Morfologia Tumefação e Lise Celular Corpos Apoptóticos NECROSE E APOPTOSE