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Chordata I UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Centro Acadêmico de Vitória - CAV Ciências Biológicas Disciplina: Zoologia II EVOLUÇÃO DA MANDÍBULA Uma das mais importantes aquisições evolutivas dos vertebrados MANDÍBULAS Podem ter evoluído para AUMENTAR A FORÇA E A EFETIVIDADE DA VENTILAÇÃO DAS BRÂNQUIAS e mais tarde elas foram modificadas para agarrar e segurar presas. Uma das mais importantes aquisições evolutivas dos vertebrados Condição dos Agnatha Condição dos Gnathostomata FUNÇÃO DAS MANDÍBULAS * Usadas para prender o alimento alvo. * Dentes utilizados na trituração dos alimentos e para moer alimentos duros. * Manipulação de objetos como seixos e vegetação para a construção dos ninhos. * Escavação de galerias. * Defesa contra predadores. * Agarrar o parceiro durante a corte. * Incubação dos ovos e juvenis durante o cuidado parental. Possibilitaram aos peixes sofrerem grande irradiação, ocupando novos nichos e alimentando-se de presas maiores. Novos recursos alimentares tornaram- se disponíveis quando evoluíram as maxilas e os Gnatostomados tornaram-se maiores do que os Agnatos. TIPOS DE SUSPENSÃO MANDÍBULA: 3. Hiostílica - a articulação da mandíbula é realizada totalmente pelo hiomandibular. - maioria dos peixes ósseos e seláquios (tubarões e raias viventes). 2. Anfístilica - há apoio tanto do hiomandibular como também uma conexão direta com a caixa craniana. - muitos peixes sarcopterígios, condrícties, alguns osteícties e acontódios. 3. Autostílica - condição ancestral, o hiomandibular não funciona como elemento de suporte. - a maxila se auto-sustenta, conectando-se diretamente ao crânio. - quimeras e placodermes (peixes mandibulados primitivos). Condição dos Agnatha Condição dos Gnathostomata Evolução da coluna vertebral em peixes VÉRTEBRAS: FORMAS DOS CENTROS VERTEBRAIS: NOTOCORDA PERSISTE NOS ADULTOS – notocorda dos adultos é grande e elástica (bainha elástica externa + bainha interna, rija e fibrosa) VÉRTEBRAS COMPOSTAS APENAS POR ARCOS NEURAIS QUE APENAS CIRCUNDAM A NOTOCORDA E ALGUNS POSSUEM ARCOS HEMÁTICOS PELO MENOS NA CAUDA. AGNATOS (LAMPRÉIAS E FEITICEIRAS), PLACODERMES, CLADOSELACHII (TUBARÕES E RAIAS FÓSSEIS), QUIMERAS E ACANTÓDIOS. Agnatos e placodermes não possuem costelas EVOLUÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL Feiticeiras não apresentam vértebras (arcos neurais) INTERRUPÇÃO DA NOTOCORDA POR CENTROS VERTEBRAIS E A ELABORAÇÃO DE ARCOS E PROCESSOS. VÉRTEBRAS COM CENTROS VERTEBRAIS FIRMES QUE SE ARTICULAM UNS COM OS OUTROS. TUBARÕES E RAIAS VIVENTES E PEIXES ÓSSEOS Evolução da coluna vertebral EVOLUÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL SELACHII (tubarões e raias viventes): * centros vertebrais compostos por uma placa neural e uma placa interneural e em contato contínuo assim como os arcos também. * VÉRTEBRAS ANFICÉLICAS. EVOLUÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL PEIXES ÓSSEOS: vértebras com centro vertebral, um arco neural com um espinho e, na cauda há um arco hemático com espinho. Não existe diferenciação regional na coluna vertebral de peixes cartilaginosos e ósseos, apenas na região caudal pode haver arcos hemáticos e ausência de facetas das costelas. Estrutura e evolução das cinturas peitoral e pelvina em peixes Nadadeiras medianas: dorsal, anal e caudal. Nadadeiras pares: peitorais e pélvicas. NADADEIRAS Dinamizaram a locomoção: - Nadadeiras dorsal e anal funcionam para impedir a arfagem (girar em torno do eixo vertical) e a guinada (girar em torno do eixo longitudinal). - atuam como freios, produzem elevação e podem fornecer impulso durante a natação. - nadadeiras com espinhos podem ser usados como defesa. - são usadas para enviar sinais visuais para parceiros, rivais e predadores. NADADEIRAS Estrutura das nadadeiras dorsais de peixes cartilaginosos e ósseos: NADADEIRAS Ceratotríquios – raios delgados, não segmentados e córneos. Lepidotríquios – raios maiores, segmentados, emparelhados proximalmente e ósseos. NADADEIRA CAUDAL Tipos de nadadeiras caudais: * aumenta a área da cauda dando mais impulso durante a propulsão. A cauda reflete o estilo de vida adotado pelo tubarão, principalmente no que tange a locomoção: Tubarão tigre: cauda heterocerca (com o lóbulo superior bem mais desenvolvido do que o inferior) - promove uma rápida aceleração e manobrabilidade. Tubarões oceânicos (branco e o mako): cauda homocerca (com os dois lóbulos do mesmo tamanho) - faz com que os tubarões consigam manter uma velocidade alta e constante durante longos períodos de tempo. Tubarão raposa: possui a cauda com o lóbulo superior exageradamente grande, quase do mesmo tamanho do resto do corpo. Ele a utiliza para arrebanhar cardumes de peixes e lulas. Cação lixa: é quase desprovida de lóbulo inferior. Locomove-se com movimentos oscilatórios do corpo (enguia e moréias). Além disso, a ausência de uma cauda muito larga facilita a perseguição de presas em fendas estreitas nas rochas e corais. Estrutura e evolução das cinturas CINTURA PEITORAL * É a mais antiga, maior e mais complicada do que a cintura pelvina. * É formada por um ou mais elementos cartilaginosos ou ossos de substituição e diversos ossos dérmicos derivados de escamas ou placas de armaduras ancestrais. PEIXES CARTILAGINOSOS: elementos dérmicos estão ausentes e as metades direita e esquerda da cintura estão fundidas na linha mediana – cintura em forma de “U”, formada por uma peça denominada escápulo-coracóide. PEIXES ÓSSEOS: elemento de substituição é também chamado de escápulo- coracóide, mas pode ossificar-se em várias partes. * Ossos dérmicos unem a cintura ao crânio, sendo o cleitro o elemento dérmico básico. * A clavícula é perdida nos peixes teleósteos derivados. * O número de ossos entre o cleitro e o crânio varia. Estrutura e evolução das cinturas CINTURA PELVINA * As nadadeiras pelvinas dos peixes são fracamente sustentadas por um único elemento esquelético em cada lado do corpo, os quais são ósseos, exceto nos peixes cartilaginosos e nos peixes pulmonados. PEIXES ÓSSEOS: as 2 peças geralmente estão separadas, mas podem imbricar-se ou articular-se, uma com a outra. PEIXES CARTILAGINOSOS: as 2 peças unidas na linha mediana ventral por uma ponte cartilaginosa.