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POLÍTICA E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO

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POLÍTICA E LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO 
Seja bem-vindo 
Os professores responsáveis pela organização e seleção dos conteúdos desta disciplina são 
profissionais reconhecidos por seu mérito na área específica desse conhecimento e responsáveis 
pela seleção de fontes de pesquisas relevantes sobre os temas que formam as trilhas de 
aprendizagem, que norteará você na experiência de uma leitura guiada para sua aprendizagem. 
A boa notícia é que seguindo este roteiro de estudos, você encontra a informação necessária para 
que possa aprender os conteúdos e conseguir sucesso nessa disciplina. 
Não esqueça! O estudo guiado exige a auto responsabilidade do estudante pelo seu percurso de 
aprendizagem, mas você será acompanhado, permanente por professores e tutores para colaborar 
no seu percurso de aprendizagem. 
UNIDADE I – POLÍTICAS PÚBLICAS: COMPREENDENDO SEUS 
PRINCÍPIOS 
 
 
SILVA, G.M. M. A.; SOUSA, H.G. Política e Legislação da Educação. 2016 - Sobral CE. 
 
Neste Tópico: Propõe-se o estudo dos documentos recomendados pelo professor. É essencial, 
iniciar a leitura considerando o resumo, onde estão as principais ideias do documento proposto. 
 
RESUMO 
O assunto Políticas Públicas é binominal, ou seja, possui dois nomes que expressam dois sentidos, 
sendo assim, consideramos necessário explanar sobre cada um. De acordo com a pesquisa feita no 
site significados.com.br, o termo Política é entendido como a ciência da governança de um Estado 
ou Nação e também uma arte de negociação para compatibilizar interesses. O termo tem origem do 
grego politiká, que deriva de polis que designa o que é público. Já o termo Pública, tem origem latina 
publicus, referente a povo (populus). Assim, Pol íticas Públicas é uma ação governamental para 
atender ao interesse do povo, portanto, como a politica e arte de negociar, as ações derivadas das 
Políticas Públicas devem sempre ser compartilhadas coletivamente com o povo. 
De acordo com alguns autores, os conceitos definem pol íticas como ações do governo, e também, 
como objeto de estudo da ciência política, onde os governos além de agir, analisam suas ações para 
promover possíveis mudanças no decorrer das ações. 
Segundo Souza (2006), quando os cientistas definem que, as pol íticas públicas estão prontas a 
resolver problemas, acabam esquecendo os conflitos que envolvem as decisões dos governos. 
Contudo os conceitos do termo, apesar da complexidade, assumem uma visão mais holística da área, 
analisando o termo como um todo, onde a pol ítica pública e a política social são campos diversos, ou 
seja, abrangem vários fatores em um processo. 
Entende-se que o que se idealiza com relação à política pública deve esta voltada para a promoção 
de escolas de qualidade, entre outras ações necessárias desde que satisfaça o bem comum e esteja 
em concordância coma as com as legislações e sendo eficientes. 
Partindo desse conceito os autores complementam enfatizando que, para realização de politicas 
públicas desmitifica-se o entendimento que seriam de responsabilidade só do governo, e considera-
se a participação das instituições privadas nas ações, e através dessas parcerias contribuírem para 
tentar solucionar problemas de grande alcance. 
Conforme já citado existe um complexidade na elaboração do conceito de políticas públicas, que se 
dá devido a complexidade em si mesma e o Estado que aparentemente tem dificuldade em executá-
las. Conforme Saraiva e Ferrarezi (2006) existem passos que devem ser seguidos para elaboração de 
políticas públicas que são: agenda que refere-se a escolha do problema; elaboração que que 
delimita o problema; formulação que define a tomada de decisão; implementação que planeja e 
organiza os recursos para executar a ação; execução que é por os objetivos em prática; 
acompanhamento é a supervisão para possíveis correções e avaliação é a análise dos efeitos 
produzidos nos atores sociais. 
Para avaliar qual a causa das politicas publicas, faz-se necessário entender a importância das 
instituições políticas na formulação das propostas de ações, pois elas condicionam as principais 
decisões, definidas por sua cultura organizacional, definindo suas ações com estilo próprio de 
atuação. 
As políticas públicas são divididas em quatro tipos de acordo com sua intencionalidade, seus 
formuladores e o contexto. Que são: Politicas Públicas Distributivas; Políticas Públicas 
Redistributivas; Políticas Públicas Regulatórias e Instituintes. 
 O termo Politica social surge com ascensão do capitalismo, a revolução industrial e as lutas das 
classes, e é entendida como uma categoria das políticas públicas. Tendo como marco as lutas sociais 
e as mobilizações operárias no século XIX. Na Constituição Federal de 1988, no capítulo II é 
reservado para os direitos sociais e apontam que os brasileiros têm direitos: “ ...a educação, a saúde, 
a alimentação, a o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a 
proteção a maternidade e a infância, a assistência aos desamparados...” (BRASIL, 1988). Então, 
entende-se que as politicas sociais, congregam toda e qualquer ação governamental direcionada a 
atender aos direitos sociais reservados a população, em especial, o direto a educação. 
DOCUMENTO COMPLETO DAS UNIDADES I e II 
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GUIA DE ESTUDO DA UNIDADE I 
1. No texto é possível perceber que as políticas públicas é um termo relacionado a tomada de 
ações somente do Governo, porém, a afirmativa não está totalmente correta. Retorne ao 
texto e justifique a proposição acima. 
2. De acordo com o texto é possível perceber que as políticas públicas necessitam de planejamento 
para que ocorram, devido a sua complexidade na execução junto ao Estado. Relate quais os passos 
citados para a sua elaboração. 
3. Há no texto menção ao campo de conhecimento das políticas públicas, que seria a ciência política. 
Nesse contexto aponte o que traduz as formulações de políticas públicas, dentro desse campo de 
estudo? 
Interagindo 
 
1 - Bloco de Notas 
 
2 - Partilhando Ideias 
 
3 - Avaliar o documento sugerido 
 
4 - Contribua com um documento 
UNIDADE II – A POLÍTICA EDUCACIONAL: CONCEITOS, PRÁTICAS E 
REFLEXÕES. 
 
SILVA, G.M. M. A.; SOUSA, H.G. Política e Legislação da Educação. 2016 - Sobral CE. 
 
Neste Tópico: Propõe-se o estudo dos documentos recomendados pelo professor. É essencial, 
iniciar a leitura considerando o resumo, onde estão as principais ideias do documento proposto. 
 
RESUMO 
 
Conforme Ball e Mainardes (2011), no Brasil a pesquisa voltada para o campo das pol íticas 
educacionais, tem passado por transformações significativas, principalmente, no que diz respeito a 
publicações, grupos de pesquisa e linha de investigação acadêmica. Os autores ainda entendem as 
politicas educacionais como reformas frente às demandas e aos problemas sociais e políticos 
existentes. 
Assim, a pesquisa em política educacional dispõe de várias posições, estilos e preocupações 
colocadas em pontos divergentes em relação aos processos e métodos da reforma relacionados as 
tradições e práticas das ciências humanas. 
As pesquisas em políticas educacionais, não tratam das políticas, desde que, seu objeto de 
estudo/sujeito é professores, a escola ou a sala de aula são delineados fora dos contextos relacionais 
devido ao discurso já formado das pesquisas que culpam sempre os professores, alunos, pais e 
jamais as politicas educacionais. 
Os autores também adiantam que essas pesquisas se realizam com falhas em relação a lugar eespaço, quando não conseguem ultrapassar as fronteiras nacionais, outro ponto é relacionado as 
reformas no instante que a educação se distancia do campo de mudança da política social, assim 
limitam as interpretações e colocam os atores sociais para longe se sua realização social e seus 
diversos desafios. 
Em relação à ética da pesquisa, algumas pesquisas brasileiras, precisamente, a importância dada à 
teoria, a subverter o poder, eles desvirtuam esse sentido, aparentam ficar ao lado dos formuladores 
das politicas, que não vem o professor como intelectual. Em fim a pesquisa se afasta totalmente da 
criticidade, da reflexão e do conhecimento social. 
As politicas educacionais para serem inseridas e aplicadas precisam definir se estão como politica de 
estado ou de governo. A primeira é implantada em longo prazo, além de mandatos de gestores, a 
segunda tem duração limitada, dura um mandato de gestor. 
Os autores Gewirtz e Ball (2011), consideram duas vertentes de gestão educacional: a gestão escolar 
do bem-estar social, e a gestão do novo gerencialismo. No primeiro caso caracteriza-se pelo regime 
de controle interno e organização burocrática, onde o diretor é humanista e comporta-se como um 
funcionário comprometido com o bem comum. Já o segundo caso é um sistema que se caracteriza 
como uma gestão flexível, motivação de pessoas para produzir qualidade e com esforço atingir a 
excelência. 
No entanto, se certo ou errado, se de um jeito ou de outro, gerir as escolas atuais, caminha 
livremente pelos dois modelos. Porem, a legislação brasileira, suas diretrizes e planos direcionam a 
gestão escolar em uma só direção: o de que todos independente da situação socioeconômica, 
politica, ideológica, sexual e territorial, devam aprender a progredir nos estudos. 
No Brasil, as políticas educacionais dispõem de dois nortes: a CF/1988 e a LBD. A primeira é uma 
política pública instituinte, enquanto a segunda é uma política pública regulatória. A LDB 9.394/96 
foi sancionada pelo Presidente da República em mandato Fernando Henrique Cardoso, em 20 de 
dezembro de 1996, e pelo Ministro da Educação Paulo Renato Souza. 
Vale ressaltar que a LDB 9.394/96 foi constituída após a promulgação da Constituição de 1988, por 
isso já carrega em si característica de alguns princípios fundamentais para a construção da cidadania, 
como: democracia, pluralidade, participação, liberdade, tolerância etc. Por isso, aponta-se que a 
LDB/96 é uma das mais completas. 
Já no âmbito do financiamento das políticas educacionais do Brasil, dois fundos controlam os 
recursos para a educação – o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização 
dos Profissionais da Educação – FUNDEB e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Educacional – 
FNDE, ambos, cumprindo a função redistributiva. Indica-se que o FUNDEB deverá ter uma vida útil 
de 14 anos, devendo vigorar até 2020. 
GUIA DE ESTUDO DA UNIDADE II 
1. Conforme o texto relate quais os dois aspectos relacionados às politicas educacionais que 
servem para que sejam conduzidas e executadas? Discorra sobre as suas características. 
2. No Brasil em relação às políticas educacionais e seus suportes legais, quais os nortes que elas 
dispõem? Discorra sobre cada um. 
3. A Lei de Diretrizes Básicas da Educação – LDB de nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996 apresenta 
uma organização do ensino e da estrutura. Discorra sobre essa característica. 
Interagindo 
 
5 - Bloco de Notas 
 
6 - Partilhando Ideias 
 
7 - Avaliar o documento sugerido 
 
8 - Contribua com um documento

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