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Subfilo Myriapoda
Universidade Federal de Mato Grosso/CUR
Instituto de Ciências Exatas e Naturais
Curso: Ciências Biológicas
Disciplina: Zoologia dos Invertebrados II
Professora: Luiza Silva Graner
Características Gerais
 Significado de miriápode: “com muitos pés”;
 Centopeias, piolhos-de-cobra, sínfilos e paurópodes;
 Mais de 13.000 espécies;
 Terrestres;
 Ancestrais marinhos;
 Corpo dividido em dois tagmas: cabeça e tronco longo;
 4 pares de apêndices cefálicos:
◦ Antenas, mandíbulas, 1ª maxilas e 2ª maxilas;
 Alguns possuem comportamento inofensivo;
 Detritívoros:
◦ Formadores de solo.
Sínfilos – Classe Symphyla Piolhos-de-cobra – Classe Diplopoda
Centopéia ou lacraia – Classe Chilopoda Paurópodes – Classe Pauropoda
Filogenia
Morfologia externa 
 Chilopoda:
Vista dorsal Vista ventral
Scolopendra heros
Pararhachistes potosinusScutigera coleoptrata
Morfologia externa
 Diplopoda:
Vídeo
 https://www.youtube.com/watch?v=4INB6GeLMAI
Morfologia externa
 Diplopoda:
antena
mandíbula
Morfologia externa
 Paurópodes e Sínfilos: 
◦ Tamanho reduzido (>1 cm);
◦ Máximo de 12 segmentos no corpo;
◦ Sínfilos possuem fiandeiras e pelos 
sensoriais no 12º segmento e télson pós 
segmentar.
Sínfilo
Paurópode
Locomoção
 Quilópodes:
◦ Pernas longas que saem da lateral do corpo:
 Corridas longas e rápidas;
◦ Oscilações laterais;
 Diplópodes:
◦ Pernas curtas que originam-se da região ventral do corpo:
 Corridas lentas, mas movimentos são mais fortes, o que ajuda na 
escavação;
 Movem sincronicamente os dois pares de pernas de cada 
diplosegmento.
Nutrição
 Quilópodes:
◦ Predadores;
◦ Alimentam-se de invertebrados menores e alguns pequenos 
vertebrados (Scolopendra);
◦ Utilizam suas presas e injetam veneno produzido por glândulas;
 Diplópodes:
◦ Detritívoros;
◦ Alimentação de material vegetal morto em decomposição;
◦ Reciclam material vegetal;
◦ Algumas poucas espécies são herbívoras, micófagos e carnívoras.
Digestão
 Trato digestivo típico dos artrópodes:
◦ Estomodeu (anterior):
 Boca, esôfago, glândulas salivares (amolecem e lubrificam o 
alimento, além de conter algumas enzimas), papo e moela 
(armazenamento e separação de partículas);
◦ Mesênteron (mediano):
 Ausência de cecos digestivos;
 Membrana peritrófica (protege o trato digestivo);
 Absorção;
◦ Proctodeu (posterior):
 Ânus.
Circulação
 Coração tubular dorsal:
◦ Localizado no seio pericárdico;
◦ Possui óstios por onde o sangue entra;
◦ Estreita-se na região anterior formando uma aorta;
 Circulação do sangue:
AortaCoração Hemocele
Seio pericárdicoÓstios
Trocas gasosas
 Sistema traqueal:
Excreção e Osmorregulação
 Túbulos de Malpighi:
◦ Quilópodes possuem 1 par;
◦ Diplópodes possuem 2 pares;
 A maioria excreta ácido úrico, mas 
espécies que vivem em ambientes 
úmidos podem excretar amônia;
 Estratégias comportamentais evitam a 
perda d’água:
◦ Habitam ambientes úmidos;
◦ Atividade maior durante o frio;
◦ Escondem-se em locais mais frios e 
úmidos, em baixo de pedras, por 
exemplo.
Sistema Nervoso
 Plano básico dos artrópodes:
◦ Cordão nervoso ventral, com um par 
de gânglios fundidos a cada 
segmento do corpo;
◦ Gânglio cerebral com 3 regiões 
distintas:
 Protocérebro (olhos);
 Deuterocérebro (antenas);
 Tritocérebro;
 Gânglio subesofágico:
 Fusão do 3º, 4º, e 5º gânglios cefálicos 
(peças bucais, glândulas salivares e 
musculatura local).
Órgãos do sentido
 Ocelos:
◦ Quilópodes
 Formado por grupos de ocelos, que variam em número conforme a 
espécie
◦ Diplópodes:
 Possuem de 2 a 80 ocelos;
 Algumas espécies cavadoras não possuem ocelos;
 Antenas:
◦ Possui cerdas táteis e quimiorreceptoras;
◦ Órgão de Tömösvary (detecção de sons ou vibrações) 
Reprodução
 Dióicos;
 Ausência de cópula direta;
 Comportamentos de corte:
◦ Batimento das antenas;
 Deposição do espermatóforo no ambiente pelo macho;
 Ovíparos e vivíparos;
 Desenvolvimento direto:
◦ Jovens podem ou não, ter menos segmentos corporais que os adultos;
 Cuidado parental (Quilópodes).
Acidentes com lacraias
 O veneno das lacraias é pouco 
tóxico para o homem;
 Os sintomas são dor forte e 
inchaço no local da picada;
 Em acidentes com lacraias 
grandes também podem ocorrer 
febre, calafrios, tremores e 
suores, além de uma pequena 
ferida
Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/221_picadas_insetos.html
Acidentes com lacraias
• Medidas preventivas:
• limpar ralos semanalmente com creolina e água quente, e 
mantê-los fechados quando não em uso;
• limpar e manter fechadas as caixas de gordura e os esgotos;
• os jardins devem ser limpos, a grama aparada e as plantas 
ornamentais e trepadeiras devem ser afastadas das casas e 
podadas para que os galhos não toquem o chão;
• porões, garagens e quintais não devem servir de depósito para 
objetos fora de uso que possam servir de esconderijo para as 
lacraias;
• os muros e calçamentos devem ser cuidados para que não 
apresentem frestas onde a umidade se acumule e os animais 
possam se esconder.
Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/221_picadas_insetos.html

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