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LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 1 Aula 2: Tributos na atividade comercial ........................................................................................ 2 ............................................................................................................................. 2 Introdução ................................................................................................................................ 3 Conteúdo Imposto sobre Produtos Industrializados ..................................................................... 3 Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços ..................... 4 Imposto Sobre Serviços de Qualquer Satureza ........................................................... 7 Contribuições sociais incidentes na atividade comercial .......................................... 9 1. Contribuição do salário-educação (FNDE) ............................................................... 9 2. Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT) .......................................... 10 3. Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) ..... 11 4. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) .......... 11 5. Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) ........................................... 12 6. Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (Sescoop) .......................... 12 7. Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) .... 13 8. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) ............................................... 13 9. Contribuição ao Programa de Integração Social (PIS) ......................................... 14 Simples Nacional ............................................................................................................. 14 Tributos envolvidos ......................................................................................................... 15 Superação dos limites ..................................................................................................... 15 Tributo devido .................................................................................................................. 15 Atividade proposta .......................................................................................................... 16 ........................................................................................................................... 17 Referências ......................................................................................................... 17 Exercícios de fixação Notas ........................................................................................................................................... 23 Chaves de resposta ..................................................................................................................... 23 ..................................................................................................................................... 23 Aula 2 Exercícios de fixação ....................................................................................................... 23 LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 2 Introdução Muito se ouve falar que o Sistema Tributário Brasileiro é o pior – ou pelo menos um dos piores, do mundo. Isso se deve em grande parte pela multiplicidade de tributos que temos no Brasil incidindo sobre uma mesma atividade. Veja só: um simples venda de um produto poderá sofrer a incidência de dois impostos (IPI e ICMS), mais possivelmente de duas contribuições (PIS e COFINS), e se junto vir uma prestação de serviço (ISS) e eventualmente uma contribuição previdenciária. Isso é tão complexo que os parlamentares começam a criar regimes próprios para simplificar a arrecadação, sem nenhuma preocupação de esconder a evidência da complexidade. Sim! Fazem isso ao dar o nome de Simples Nacional para um modelo que agrega uma série de tributos em um único procedimento de arrecadação. Vamos nesta aula estudar os impostos e as contribuições que incidem na atividade comercial e também o regime do Simples Nacional. Objetivo: 1. Identificar e estudar os impostos que incidem na atividade comercial; 2. Identificar e estudar as contribuições que incidem na atividade comercial; 3. Analisar o regime simplificado nacional de tributação. LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 3 Conteúdo Imposto sobre Produtos Industrializados Iniciaremos esta aula falando dos impostos sobre a atividade comercial. Vamos entender melhor como funciona os tributos sobre produtos industrializados e algumas de suas características: Fato gerador a) Fato gerador: o Imposto sobre Produtos Industrializados está previsto na Lei nº 4.502/1964. Para que esse imposto seja devido não é necessária simplesmente a “industrialização do produto”. Sua base econômica é a “operação com produtos industrializados”. A “operação” é o negócio jurídico que leva à circulação do produto – logo, precisa haver uma compra e venda deste bem. O conceito de produto é mais amplo que o de mercadoria, incluindo aqueles destinados ao uso e consumo pelo adquirente, não somente aqueles que são objeto e estão no comércio. Industrializar significa modificar a sua natureza, aperfeiçoando para o consumo, assim é que simples misturas não são consideradas como industrialização (como é o caso de tintas). Uma simples dica é verificar o que era o produto antes da intervenção e o que é ele depois. Esse imposto comporta três fatos geradores: o desembaraço aduaneiro, a saída do estabelecimento e a arrematação, quando apreendido ou abandonado e levado a leilão. O sujeito passivo será, portanto, o importador, o industrial, o comerciante de produtos sujeitos ao imposto, o arrematante de produtos apreendidos ou abandonados. Função e Princípios b) Função e princípios: quando este tributo é instituído, regulado, o governo federal não pretende arrecadar. Aliás, como ouvimos nos jornais, ele serve para intervir na economia – estimulando ou desestimulando produção e consumo. Sua função é extrafiscal, e por isso é ele em sua totalidade exceção ao princípio da anterioridade, devendo qualquer alteração legislativa, salvo disposição legal LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 4 em sentido contrário, ser aplicada 90 (noventa) dias após a sua publicação – já que não se excepciona do princípio da anterioridade mínima. Igualmente, suas alíquotas poderão ser fixadas pelo Poder Executivo, dispensando a exigência de uma lei aprovada pelo Congresso Nacional. Dois princípios constitucionais específicos a ele também se aplicam. Ele será seletivo, devendo suas alíquotas variar conforme a essencialidade do produto. E será não cumulativo, de forma que, pelos vários processos de industrialização e de circulação na cadeia que leva o bem da origem ao consumidor final, e em que incidir o imposto, servirá como crédito para as operações subsequentes o imposto pago nas operações anteriores, evitando a incidência em cascata. “Quanto devido” c) “Quanto devido”: a base de cálculo do imposto será, conforme o fato gerador: o preço normal – preço segundo situação normal de mercado – acrescido do imposto sobre a importação, taxas exigidas para a entrada do produto no país e dos encargos cambiais, no caso de importação; o valor da operação ou o seu preço corrente, no caso da saída, e, por fim, o preço da arrematação. Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços Imposto sobre as operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipale de comunicação. Fato gerador Fato Gerador: como regulamente básico deste imposto nós temos a LC nºs 87/1996, 92/1997, 99/1999, 102/2000 e a 114/2002, assim como a Resolução do Senado Federal nº 22/1999 e a nº 95/1996. Some-se ainda a lei de cada Estado, o que dificulta a unificação desse importante imposto. Aliás, como visto LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 5 no artigo proposto para esta aula, há uma intenção do governo federal de unificar esse imposto, para simplificar a vida do contribuinte. Podemos afirmar que há mais de uma base econômica para este imposto – ou seja não será somente uma atividade que será por ele tributada, ele não é simplesmente um imposto sobre mercadorias. Inicialmente a Constituição autoriza que ele incida sobre operações relativas à circulação de mercadorias. Assim é que operação significa negócio jurídico, que, relativa à circulação de mercadoria, objeto do comércio. Incidirá, para igualar o tratamento tributário, sobre as operações de importação, por expressa determinação constitucional. Assim, as mercadorias que chegam ao Brasil terão a imposição da mesma carga tributária que a mercadoria nacional. A segunda base econômica é a prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal. Não é o simples transporte, mas a prestação de serviço de transporte. Não se sujeita a este imposto o transporte realizado dentro do município, que sofrerá a incidência de ISS. Interessante registrar que sofrerão a incidência do imposto estadual as atividades desempenhas pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, sendo certo que propiciam o transporte de mensagem. A terceira base econômica é a prestação de serviço de comunicação onerosa, por qualquer meio. A comunicação, de forma singela, é realizar a interligação entre um emissor e um receptor de uma mensagem. Muita controvérsia tem sido levantada em razão dos provedores de acesso à internet, que segundo alguns apenas se utilizam de um meio de comunicação já existente (cabo, telefone etc.) e para outros viabilizam a comunicação constituindo-se em um plus tributável. O sujeito ativo é o Estado ou o Distrito Federal. No caso de importações, o tributo será devido ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 6 estabelecimento destinatário da mercadoria, bem ou serviço. De resto, o credor será o Estado onde ocorrer o fato gerador. Os contribuintes são aqueles que promovem com habitualidade e volume a circulação de mercadorias, o importador. A lei poderá atribuir a terceiros a responsabilidade pelo recolhimento do imposto. Aliás, é bastante comum a substituição tributária. Assim, é comum que a indústria que estiver no início da cadeia de circulação do bem recolha o tributo por todas as operações seguintes, antecipando a arrecadação e facilitando a fiscalização, que irá somente ao estabelecimento industrial fiscalizar o pagamento do tributo. Função e Princípios Função e princípios: importante fonte de receita dos Estados, este imposto é não cumulativo, assim, dá-se uma sequência de operações de crédito e débito. O crédito se dá na aquisição de mercadorias e da prestação de serviços anteriores. O débito surge na realização do fato gerador pelo contribuinte. Em regra, a isenção ou a não incidência não implicam em crédito para as operações seguintes e acarretam a anulação do crédito relativo às operações anteriores. Por fim, ele poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e serviços. Apesar da Constituição falar em poderá, o critério não poderá ser discricionário, mas sim a essencialidade. “Quanto devido” “Quanto devido”: a base de cálculo é o valor da operação, o valor da prestação de serviço. Temos aqui o que chamamos de base de cálculo por dentro, já que ela é composta pela seguinte equação: valor da mercadoria + ICMS = base de cálculo. O ICMS está dentro de sua própria base de cálculo. A alíquota poderá ser seletiva. Nas operações internas, a média dos Estados é de 18 ou 17% para a circulação de mercadorias, de 25%, nos serviços de comunicação, em média, 4%, nos serviços de transporte aéreo. Quando a circulação ou a prestação é interestadual, e destinadas a contribuintes localizados em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a alíquota será de 12%. Se localizados nos demais Estados, a LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 7 alíquota será de 7%. O ICMS deve ser recolhido pela alíquota interna no Estado de onde saiu a mercadoria para o consumidor final, após a sua fatura, ainda que tenha sido negociada a venda em outro local, através de filial. Imposto Sobre Serviços de Qualquer Satureza a) Fato Gerador: A LC nº 116/2003, bem como o DL nº 406/68 (que não foi inteiramente revogado pela primeira), estabelecem as normas gerais deste imposto municipal. As normas específicas serão definidas pela legislação municipal, o que propõe um grande desafio, já que o Brasil possui 5.564 municípios. A sua base econômica é a prestação de serviços. É o negócio que tem como objeto uma obrigação de fazer, uma atividade, e não um dar. A obrigação de fazer envolve a execução de alguma atividade por uma ou mais pessoas, diferente da entrega de um bem. Este, aliás, é um conceito técnico jurídico que está previsto no Código Civil. Desta forma, qualquer negócio jurídico que não seja definido pelas leis civis como uma prestação de serviços não pode ser objeto desse imposto. Nesse sentido, afasta-se a sua incidência sobre as locações. Também, para que se evite a bitributação, não estão incluídos os negócios jurídicos objeto de outros impostos: crédito, câmbio, seguro, relativos a títulos ou valores mobiliários, com o ouro como ativo financeiro, transporte intermunicipal e interestadual e de comunicação. É importante também que haja uma prestação de serviços realizada por uma pessoa em benefício de outra pessoa. Um fazer pessoal não gera este imposto. Nem todos os serviços poderão sofrer a incidência do ISS, somente aqueles que estão na lista anexa da LC nº 116/2003. Entende o STF que a lista é taxativa em sua totalidade, admitindo, contudo, interpretação extensiva em seus subitens. Por exemplo, no momento de entender o que é um serviço de conservação de cadáveres, o STJ já inclui o serviço de empalhar animais... LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 8 Como regra geral, considera-se o fato gerador ocorrido e o ISS devido no Município onde esteja estabelecido o contribuinte. Mas o STJ discorda desta regra estabelecida na LC nº 116/2003, pois a Constituição fala em prestação de serviço, caso em que não precisamos definir onde ela ocorre. A própria natureza da prestação definirá onde esta ocorreu. Desta sorte, o tributo será devido onde está o tomador de serviço. Além disso, o estabelecimento deve ser entendido como o local onde o prestador concentra as suas atividades e não onde declara estar estabelecido. Isso tem gerado inúmeras fraudes que têm resultado em uma série de exigências de municípios como Rio de Janeiro e São Paulo, em detrimento dos contribuintes que devem comprovar que efetivamente estão estabelecidos em outro município. Quando o prestador de serviço se dirigir a outro município para atender um cliente deve procurar saber se é necessário fazer algum cadastro para evitar que tenha de pagar o imposto nos dois municípios. O contribuinte é o prestador de serviço não vinculado por uma relação de emprego ou trabalho. Não é contribuinte a cooperativa de serviços que na realidade não presta serviços – contribuintes são seuscooperados. Os Municípios poderão estabelecer a responsabilidade para terceira pessoa, normalmente o tomador de serviço. b) Função e princípios: este é um imposto fiscal – sua função é exclusivamente arrecadatória. O município se preocupa exclusivamente em obter recursos. Por isso, ele segue todos os direitos fundamentais do contribuinte e não tem nenhuma peculiaridade. c) “Quanto devido”: a base de cálculo será o preço do serviço, como regra geral. Quando a atividade ultrapassar o território de um Município, deverá ser calculado percentual para cada Município. No caso de prestação de serviço pessoal, veda o DL nº 406/1968, neste tanto ainda em vigor, que seja utilizado o valor da prestação de serviços como base de cálculo. LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 9 Cabe à lei complementar fixar as alíquotas máximas e mínimas. Hoje elas são de 2% e 5%. Contribuições sociais incidentes na atividade comercial O estudo que vamos fazer agora demonstra a complexidade do nosso sistema tributário. Como o propósito não é prover a você conhecimentos contábeis exaurientes, mas permitir que você possa planejar o desenvolvimento da atividade comercial com todos os seus custos – cabendo-nos o custo tributário, vamos tratar de maneira objetiva cada uma das contribuições selecionadas incidentes sobre a atividade comercial. Aqui faremos uma abordagem diferente do estudo dos impostos, pois as contribuições são diferenciadas pela base de cálculo (ou seja, pelo que sofre a aplicação do percentual do tributo devido) e não pelo que fazemos para que haja a tributação. 1. Contribuição do salário-educação (FNDE) a) Legislação aplicável. Este tributo foi estabelecido no Artigo 212, § 5º, da Constituição, e nas Leis nºs 9.424, de 24 de dezembro de 1996, e 9.766, de 18 de dezembro de 1998, e regulado pelo Decreto nº 6.003/2006 – onde você poderá encontrar informações mais precisas sobre ele. b) Base de cálculo e destino da arrecadação. Esta contribuição é calculada com base no total da remuneração paga ou creditada, a qualquer título, aos segurados empregados, ressalvadas as exceções legais. E a alíquota é hoje de 2,5% (dois inteiros e cinco décimos por cento). É fiscalizada e cobrada pela Secretaria da Receita Previdenciária. LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 10 Atenção Você vai ver que muitas outras contribuições oneram a folha de pagamento. Isso cria uma realidade muito infeliz para a nossa economia, uma vez que a demissão de um empregado gera uma economia maior do que simplesmente o seu salário. c) Contribuintes. Devem recolher essa contribuição as empresas em geral e as entidades públicas e privadas vinculadas ao Regime Geral da Previdência Social. Assim, qualquer firma individual ou sociedade que desenvolva alguma atividade econômica. Mas há isenção para algumas pessoas como os próprios entes públicos, instituição públicas de ensino, escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas, organizações culturais e as hospitalares e de assistência social que cumpram alguns requisitos legais. 2. Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT) a) Legislação aplicável. Está prevista na Constituição no inciso XXVIII do artigo 7º, inciso I do artigo 195 e inciso I do artigo 201. Na legislação infraconstitucional é regulado pela Lei nº 8.212/1991. b) Base de cálculo e destino da arrecadação. Essa contribuição também incide sobre o total das remunerações pagas ou creditadas, no decorrer do mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos em um percentual que varia conforme o risco de acidentes (leve – 1%, médio – 2% e grave – 3%). O destino desses recursos é o financiamento dos benefícios decorrentes do acidente de trabalho. c) Contribuintes. Essa contribuição é devida exclusivamente pelas empresas. LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 11 3. Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) a) Legislação aplicável Esta contribuição foi instituída pela Lei nº 8.029/1990 e já teve a sua constitucionalidade questionada no STF. Mas o STF decidiu que era constitucional – uma espécie de contribuição de intervenção no domínio econômico pois tem como propósito o custeio de políticas voltadas ao apoio das micro e pequenas empresas, da promoção de exportações e de desenvolvimento industrial. b) Base de cálculo e destino da arrecadação Ela é cobrada como um adicional às alíquotas das contribuições sociais relativas ao chamado Sistema S (SENAI, SENAC, SESI e SESC), em alíquotas que variaram de 1991 até 1993, a partir de quando ela se manteve fixa em 0,3% daquelas contribuições. c) Contribuintes Será contribuinte deste tributo aquela empresa que é contribuinte das Contribuições do Sistema S. 4. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) a) Legislação aplicável. Esta contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial foi instituída pelo DL nº 8.621/1946. b) Base de cálculo e destino da arrecadação. Mais uma vez estamos diante de uma contribuição que incide sobre a folha de pagamentos, já que ela é devida no proporcional de um por cento sobre o montante da remuneração paga à totalidade dos seus empregados. Assim, é entendido como montante da remuneração o mesmo que servir de base à incidência da contribuição de previdência social, devida à respectiva instituição de aposentadoria e pensões. LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 12 c) Contribuintes. É devida pelos estabelecimentos comerciais cujas atividades, de acordo com o quadro a que se refere o Artigo 577 da Consolidação das Leis do Trabalho, estiverem enquadradas nas Federações e Sindicatos coordenados pela Confederação Nacional do Comércio. 5. Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) a) Legislação aplicável. Ela está prevista no DL nº 9.853/1946. b) Base de cálculo e destino da arrecadação. É uma contribuição de 2% (dois por cento sobre o montante da remuneração paga aos empregados. c) Contribuintes. É devida pelos estabelecimentos comerciais enquadrados nas entidades sindicais subordinadas à Confederação Nacional do Comércio. 6. Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (Sescoop) a) Legislação aplicável É regulada hoje pela MP nº 2.168-40/2001. Esta medida provisória se tornou definitiva, e por uma emenda constitucional não precisou ser convertida em lei. Ela substitui para as cooperativas as contribuições do SENAI, do SESI, do SENAC, do SESC, do SENAT, do SEST e do SENAR. b) Base de cálculo e destino da arrecadação Ela é uma contribuição mensal compulsória a ser recolhida a partir de 1o de janeiro de 1999, pela Previdência Social, de 2,5% (dois vírgula cinco por cento) sobre o montante da remuneração paga a todos os empregados pelas cooperativas. c) Contribuintes Os contribuintes são as cooperativas de maneira geral. LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 13 7. Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) a) Legislação aplicável. Foi instituída pela LC nº 70/1991 e é regulada hoje pela Lei nº 9.718/1998. b) Base de cálculo e destino da arrecadação. Diferente das demais ela não vai onerar a folha de pagamento, pois incide sobre a totalidade das receitas auferidas pela pessoa jurídica, sendo irrelevante o tipo de atividade por ela exercida e a classificação contábil adotada para as receitas. Sua alíquota geral é de 3% (a partir de 01.02.2001) ou 7,6% (a partir de 01.02.2004) na modalidade não cumulativa. Entretanto, para determinadas operações,a alíquota é diferenciada. c) Contribuintes. É devida pelas pessoas jurídicas de direito privado em geral, inclusive as pessoas a elas equiparadas pela legislação do Imposto de Renda, exceto as microempresas e as empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional. 8. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) a) Legislação aplicável. Criada pela Lei nº 7.689/1988, em vigor até hoje. b) Base de cálculo e destino da arrecadação. Ela é um tributo reflexo ao imposto de renda, pois a ela se aplicam as mesmas regras de apuração e de pagamento do imposto de renda das pessoas jurídicas. Então, se a pessoa jurídica optar pela apuração pelo Lucro Real, Presumido ou Arbitrado deverá recolher a Contribuição Social sobre o Lucro Presumido pela forma escolhida. Na atividade comercial, a base de cálculo da CSLL, devida pelas pessoas jurídicas optantes pelo lucro presumido corresponde a 12% (doze por cento) da receita bruta nas atividades comerciais e de 9% (nove por cento) para as optantes pelo lucro real. LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 14 c) Contribuintes. São contribuintes todas as pessoas jurídicas tributadas domiciliadas no Brasil. 9. Contribuição ao Programa de Integração Social (PIS) a) Legislação aplicável. O Programa de Integração Social foi criado pela LC nº 7/1970. b) Base de cálculo e destino da arrecadação. Desde fevereiro de 1999 a base de cálculo da contribuição é a totalidade das receitas auferidas pela pessoa jurídica, sendo irrelevante o tipo de atividade por ela exercida e a classificação contábil adotada para as receitas. A alíquota do PIS é de 0,65% ou 1,65% sobre a receita bruta ou 1% sobre a folha de salários, nos casos de entidades sem fins lucrativos. Entretanto, para determinadas operações como a importação, a alíquota é diferenciada. Isso veremos na próxima aula. c) Contribuintes. São contribuintes do PIS as pessoas jurídicas de direito privado e as que lhe são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda, inclusive empresas prestadoras de serviços, empresas públicas e sociedades de economia mista e suas subsidiárias, excluídas as microempresas e as empresas de pequeno porte submetidas ao regime do Simples Nacional. Simples Nacional A LC nº 123/2006 estabeleceu o Estatuto Nacional da microempresa e Empresa de pequeno porte, mais conhecida como Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. O seu objetivo é criar um ambiente favorável ao empreendedorismo. O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado e simplificado para arrecadação de tributos e contribuições devidas pelas Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP). Também se aplica ao Microempreendedor individual (MEI). LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 15 Tributos envolvidos Este regime é chamado de Simples Nacional, pois diferente do antigo Simples, ele envolve seis tributos federais (IRPJ, IPI, CSLL, COFINS, PIS e CPP-INSS), o ICMS dos Estados e o ISS dos Municípios em uma única guia de recolhimento. Quem pode optar por ele? É estabelecida como ME aquela empresa que tem receita bruta anual de até R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais), como EPP aquela cuja receita bruta anual é superior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil) até R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais), e como MEI até R$ 60.000,00 (sessenta mil reais). É claro que se a atividade se iniciou neste ano, os valores serão estabelecidos proporcionalmente pela quantidade de meses no ano de início. Superação dos limites Na hipótese de superação destes limites R$ , se o excesso for superior a 20% (vinte por cento), a exclusão se dará a partir do mês subsequente ao da ocorrência do excesso. Se o excesso não for superior a 20% (vinte por cento), a exclusão se dará no ano-calendário subsequente. Além disso, você deve observar se o ramo de atividade é permitido pelo regime do Simples Nacional. Para isso devem ser verificados o Anexo VI e VII da Resolução CGSN nº 94/2011, que estabelecem, respectivamente, os códigos de CNAE impeditivos ao Simples Nacional, e os códigos de CNAE que abrangem concomitantemente atividade impeditiva e permitida pelo Simples Nacional. No caso do MEI, deverá observar o Anexo XIII da mesma Resolução. Tributo devido Qual é o tributo devido? LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 16 A legislação estabelece, portanto, uma alíquota que na atividade comercial seguirá a seguinte tabela: Atividade proposta Consulte o site do http://www.sebraesp.com.br/arquivos_site/biblioteca/guias_cartilhas/na_medid a_tributacao.pdf Sebrae e confira a cartilha sobre controle dos custos tributários. Nela você deve identificar os tipos de opções tributárias na microempresa. Chave de resposta: Lucro real, lucro presumido e lucro arbitrado, além do Simples Nacional. LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 17 Referências LOPES, Mauro Luís Rocha. Direito tributário. 4. ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2013. BELTRÃO, Irapuã Gonçalves de Lima. Curso de direito tributário. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2013. MELO, José Eduardo Soares de. ICMS: teoria e prática. 12. ed. São Paulo: Dialética, 2012. BORGES, Humberto Bonavides. Gerência de impostos: IPI, ICMS e ISS. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2011. PAULSEN, Leandro; VELLOSO, Andrei Pitten. Contribuições - teoria geral - contribuições em espécie. 2. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2012. Exercícios de fixação Questão 1 Acerca do Imposto sobre Produtos Industrializados, de competência da União, assinale a afirmativa que contempla duas de suas características: a) É imposto ordinário e caracterizado pela seletividade. b) É imposto real e caracterizado por ser direto. c) É imposto monofásico e qualificado como indireto. d) É imposto interno e lançado por declaração. e) É imposto pessoal e caracterizado por ser direto. Questão 2 De acordo com o regramento constitucional, é correto afirmar, a respeito do ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação), que atenderá ao seguinte: a) A isenção ou não incidência, salvo determinação em contrário da legislação, não acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. b) A isenção ou não incidência, salvo determinação em contrário da legislação, implicará crédito para compensação com o montante nas operações ou prestações seguintes. LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 18 c) Poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. d) Poderá ser cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal. e) Poderá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. Questão 3 Um determinado município paulista, ao instituir o ISS, imposto de competência municipal, criou, na mesma lei ordinária, várias obrigações acessórias, no interesse da arrecadação e fiscalização desse imposto. Com relação à referida lei ordinária, é correto afirmar que: a) Ela não poderia ter criado obrigações acessórias, pois isso é atribuição de decreto. b) Ela não poderia ter criado obrigações acessórias, pois isso é atribuição de normas regulamentares e infrarregulamentares. c) Não há irregularidade alguma em ela ter criado obrigações acessórias. d) Lei ordinária só pode criar obrigação principale normas infralegais só podem criar obrigações acessórias. e) Cabe à lei complementar criar tanto obrigações principais, como obrigações acessórias. Questão 4 Os impostos que possuem as características de seletividade, em função da essencialidade, e de não cumulatividade são: a) IPI e ICMS b) IOF e IPI c) ICMS e ISS d) IPI e ISS e) IPI, ICMS e ISS LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 19 Questão 5 Assinale a opção correta acerca do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (ICMS). a) Lei complementar federal determina que o ICMS constitui imposto obrigatoriamente seletivo em razão da essencialidade das mercadorias e dos serviços. b) A isenção do ICMS em determinada operação jamais acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. c) Incide o ICMS sobre as operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive no fornecimento de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares. d) O ICMS não incide sobre operações que destinem mercadorias para o exterior, mas constitui fato gerador do imposto os serviços prestados a destinatários no exterior. e) O ICMS incide somente sobre a circulação de mercadorias. Questão 6 Indique as afirmativas corretas quanto à contribuição do salário-educação: I – Esta contribuição é calculada com base na remueração paga ou creditada aos segurados empregados; II – A alíquota desta contribuição hoje é de 2,5%; III – Esta contribuição é fiscalizada e cobrada pelos Estados, Distrito federal e Municípios. a) Somente a I está correta b) Somente a II está correta c) I e II estão corretas d) I e III estão corretas e) II e III estão corretas LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 20 Questão 7 A Contribuição do Seguro Acidente de Trabalho: a) Tem como contribuintes, simultaneamente, o empregado e o empregador, na proporção de 8% e 12% respectivamente. b) Se presta ao financiamento de benefícios decorrentes do acidente de trabalho. c) Será devido em alíquotas não variáveis. d) É uma contribuição para intervenção no domínio econômico. e) É um contribuição estabelecida pelos Estados. Questão 8 Quanto às contribuições do sistema S devidas pela atividade comercial pode se afirmar que: a) A Contribuição ao Sebrae terá como contribuinte aquelas empresas que não contribuem para nenhuma das Contribuições do Sistema S. b) A contribuição devida ao Senac é devida no proporcional de um por cento sobre o montante da remuneração paga à totalidade dos seus empregados. c) As cooperativas em geral recolherão uma única contribuição ao Sistema S - Sescoop. d) A Contribuição ao Sesc é devida pelos estabelecimentos comerciais ainda quando não enquadrados nas entidades sindicais subordinadas à Confederação Nacional do Comércio. e) A contribuição ao Sescoop incide sobre o total faturado por todos os cooperativados. Questão 9 Indique as afirmativas corretas: I – A COFINS incide sobre a folha de pagamento. II – A COFINS é devida pelas pessoas jurídicas de direito privado em geral, inclusive as pessoas a elas equiparadas pela legislação do Imposto de Renda, exceto as microempresas e as empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional. LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 21 III – Para a COFINS, a alíquota geral é de 3% (a partir de 01.02.2001) ou 7,6% (a partir de 01.02.2004) na modalidade não cumulativa. a) I e II estão corretas b) II e III estão corretas c) I e III estão corretas d) Todas estão corretas e) Nenhuma está correta Questão 10 Toda pessoa jurídica domiciliada no Brasil deve recolher: a) Contribuição ao Sescoop b) Contribuição do PIS c) Contribuição da COFINS d) Contribuição ao Sesc e) CSLL Questão 11 Assinale a alternativa correta: a) A adoção do Simples Nacional é compulsória para as microempresas e para as empresas de pequeno porte. b) A empresa que aufira, em cada ano-calendário anterior, receita bruta igual ou inferior a R$ 4.000.000,00 (quatro milhões e seiscentos mil reais) pode optar pelo Simples Nacional. c) A arrecadação dos tributos abrangidos pelo Simples Nacional é realizada de forma discricionária. d) Compete à Lei Complementar a definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as empresas de pequeno porte. e) O Simples Nacional engloba apenas tributos federais. Questão 12 A lanchonete Comer Bem é uma empresa de pequeno porte enquadrada entre aquelas às quais a CF oferece tratamento diferenciado, nos termos de LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 22 legislação complementar. Essa empresa está sujeita, em razão de seu porte, à norma constitucional aplicável especificamente a esse grupo, que se refere a: a) Tratamento diferenciado relativamente a impostos mas não a respeito de contribuições federais. b) Uniformidade geográfica. c) Regime único de arrecadação de impostos e contribuições federais, além do ICMS e do ISS. d) Recolhimento descentralizado de impostos e contribuições. e) Vedação ao compartilhamento da arrecadação. Questão 13 Da relação abaixo, indique qual tributo não se submete à arrecadação pelo Simples Nacional: a) Imposto de renda da pessoa jurídica. b) Imposto sobre produtos industrializados. c) Contribuição social sobre o lucro líquido. d) Imposto sobre serviços de qualquer natureza. e) Contribuição previdenciária retida dos empregados. Questão 14 Indique as afirmativas corretas: I – Não basta ter a receita bruta limitada ao máximo de R$ 3.600.000,00. II – Determinadas atividades estão proibidas de aderirem ao regime do Simples Nacional. a) A II justifica a I b) I e II estão corretas e não tratam do mesmo tema c) I e II estão incorretas d) Somente a I está correta e) Somente a II está correta Questão 15 Na hipótese de uma empresa que aderiu ao Simples Nacional superar o limite: LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 23 a) A exclusão será imediata. b) Se o excesso for superior a 20%, a exclusão se dará a partir do mês subsequente ao da ocorrência do excesso. c) Se o excesso não for superior a 30%, a exclusão se dará no ano-calendário subsequente. d) A exclusão somente se dará no próximo ano-calendário. e) A exclusão só se dará se o excesso permanecer por mais de 3 meses. DL: Decreto-Lei LC: Lei Complementar STF: Supremo Tribunal Federal – competente para julgar questões que afrontam a Constituição. Aula 2 Exercícios de fixação Questão 1 - A Justificativa: (OAB – 2012): O IPI é um imposto que não precisa de nenhuma situação excepcional para ser instituído, além disso, se submete a regra segundo a qual deverá ser considerada a essencialidade para cálculo do montante devido. Questão 2 - C Justificativa: (VUNESP-2014): Assim como o IPI, o ICMS se submete a regra segundo a qual deverá ser considerada a essencialidade para cálculo do montante devido. LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 24 Questão 3 - C Justificativa: (FCC-2012): Reunindo o conhecimento já acumulado, verifica-se que se trata de um tributo municipal, que será regulado por lei municipal em todos os seus aspectos. Questão 4 - A Justificativa: (FCC-2009): De todas as opções, é indicada aquela que arrola o IPI e o ICMS pois estes dois possuem a característica da seletividade (regra segundo a qual deverá ser considerada a essencialidade para cálculo do montantedevido, e da não cumulatividade (regra segundo a qual o tributo recolhido nas operações anteriores servirá de crédito nas operações subsequentes). Questão 5 - C Justificativa: (CESPE-2008): Esta é a previsão constitucional encontrada no Artigo 155, II. Questão 6 - C Justificativa: Estas informações estão disponíveis em sua legislação: Leis nºs 9.424, de 24 de dezembro de 1996, e 9.766, de 18 de dezembro de 1998 e regulado pelo Decreto nº 6.003/2006 Questão 7 - B Justificativa: Esta contribuição tem como destino, na forma do Artigo 195 I e do Artigo 201 da Constituição, o financiamento dos benefícios decorrentes do acidente de trabalho. Questão 8 - B Justificativa: Esta é a previsão do DL nº 8.621/1946 LOGÍSTICA E LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA 25 Questão 9 - B Justificativa: Estas são as informações obtidas na LC nº 70/1991 e na Lei 9.718/1998. Questão 10 - E Justificativa: Todas as demais contribuições são devidas por determinados tipos de pessoas jurídicas, especialmente quanto a suas atividades. Questão 11 - D Justificativa: (IESES-2012): Está instituído pela Lei Complementar nº 123/2006, na forma do Artigo 146, III, “d”, da Constituição. Questão 12 - C Justificativa: (CESPE-2008): Trata-se de empresa beneficiada pelo Simples Nacional. Questão 13 - E Justificativa: Somente a contribuição previdenciária patronal se submete ao Simples Nacional. Questão 14 - A Justificativa: Além do limite estabelecido por lei, há determinadas atividades que não podem aderir ao regime por expressa vedação legal. Questão 15 - B Justificativa: A lei estabelece esse limite de forma a não proceder à exclusão em caso de excessos de receita eventuais.