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PIOMETRA EM CARNÍVOROS 
DANIELE FARIAS DE BRITO; MARIA EDUARDA SANTOS SILVA; 
KALU DE ALBUQUERQUE GOUVEIA 
 
INTRODUÇÃO 
 A aplicação indiscriminada de hormônios injetáveis pelos proprietários, que 
visam à castração, é uma das principais razões que provocam o acúmulo de 
secreção purulenta de natureza infecciosa no trato uterino de cadelas e felinas. Esta 
infecção uterina bacteriana é denominada Piometra e se origina no endométrio, que 
sofreu hiperplasia cística em decorrência de estimulação prolongada de hormônios. 
Há anos essa patologia tem se destacado como a principal enfermidade que afeta o 
trato reprodutivo feminino em carnívoros, sendo raro o diagnóstico positivo nas 
demais espécies de animais de companhia (BIDLE & MACINTIRE, 2000) e bastante 
frequente na clínica de pequenos animais. 
 A Piometra pode ser provocada, na maioria dos casos, pelo uso de 
hormônios no animal, onde o estrógeno aumenta o número de receptores de 
progesterona no útero, o que explica o aumento de incidência de piometra em 
animais que recebem estrógenos exógenos durante o diestro para impedir gestação 
(NELSON & COUTO, 2006) porém, em alguns casos, esta doença é resultado de 
falhas naturais desenvolvidas no organismo do indivíduo. Além disto, a fisiopatologia 
desta doença tem se identificado mais complexa, fazendo com que, no decorrer do 
tempo de evolução e do estado geral do paciente, a doença acabe prejudicando 
outros órgãos importantes como os rins e o fígado, além do útero. (EGENVALL et 
al., 2000; DE BOSSCHERE et al., 2001). 
 Normalmente, os animais nulíparos possuem mais chance de obter a afecção 
comparando com as primíparas e pluríparas. Esta patologia é comum em carnívoras 
adultas e não castradas. Possivelmente é a enfermidade mais grave do útero e 
quando não identificada precocemente, pode ser responsável por elevados índices 
de mortalidade (JONES, HUNT e KING, 1996; CARLTON e GALVIN, 1998). 
 No decorrer do ciclo estral, os hormônios responsáveis por essa fase 
provocam mudanças morfológicas no útero (OLIVEIRA et al 2008), o aparecimento 
da Piometra ocorre com maior frequência no diestro, contudo, pode ocorrer em 
qualquer fase do ciclo estral (FERREIRA e LOPES, 2000). No período diestral 
normal, há um arranjo de estrógeno, progesterona e bactérias, dessa forma, a ação 
 
da progesterona é expandida pela ação do estrógeno, fazendo com que ocorram 
alterações no útero e as bactérias auxiliem no processo. 
 A melhor forma de se diagnosticar Piometra é por meio da ultrassonografia. 
Ademais, o tratamento escolhido para animais com comprometimento sistêmico ou 
em casos de cérvix fechado é a ovariosalpingohisterectomia (OSH) (MACINTIRE, 
2004). 
 Os fatores que contribuem para diminuir a mortalidade de fêmeas afetadas e 
para melhorar o prognóstico dos pacientes operados, é o diagnóstico precoce da 
afecção e a determinação de desvios metabólicos (CHU et al., 2001; IWASE et al., 
2001). 
 As bactérias de origem vaginal são capazes de colonizar o útero resultando 
em piometra. A Escherichia coli é o microorganismo mais comumente isolado de 
cadelas com piometra. Embora a infecção bacteriana não desencadeia a patogenia 
de hiperplasia endometrial cística-piometra, ela é a causa da maior parte da 
morbidade e a mortalidade associados a piometra (NELSON & COUTO, 2006). 
Segundo Smith (2006), a piometra pode ser de cérvix aberta ou fechada. Se a cérvix 
encontrar-se aberta (Figura 1), há corrimento vaginal e os cornos uterinos não estão 
muito dilatados. Nestes casos as paredes do útero encontram-se espessadas, com 
hipertrofia e fibrose do miométrio. Por outro lado, se a cérvix estiver fechada (Figura 
2), o útero estará distendido e as paredes uterinas poderão estar delgadas. O 
endométrio estará atrofiado e infiltrado com linfócitos e plasmócitos. De acordo com 
Ettinger & Feldman, (2004), é provável que resulte em septicemia, que pode causar 
choque, hipotermia e colapso. Nas figuras 01 e 02 abaixo, respectivamente, pode-se 
ver esses dois estados da doença. 
 
 
 
Figura 1 - Piometra aberta, com drenagem via vaginal de conteúdo intrauterino 
de aspecto purulento. Fonte: GAL, Veiga et al. (2013) 
 
 
Figura 2 - Piometra fechada e ausência de corrimento vaginal, caracterizando 
a secreção restrita ao lúmen uterino. Fonte: GAL, Veiga et al. (2013). 
 
 Em resultados encontrados por FOSSUM (2002) e BIRCHARD; SCHERDING 
(2007), relataram que várias bactérias gram negativas e positivas têm sido isoladas 
de infecções uterinas, com destaque para E. coli, que é isolada com mais frequência 
em cultura pura, por ser a bactéria normal do trato reprodutivo feminino. 
 COGGAN et al. (2008) também descrevem como a de maior ocorrência a E. 
coli em 74,1% (146/197) isolamentos. Índice maior foi descrito por FRANSON et al. 
(1997) descrevem 90% (43/48) de isolamento de E. coli (Figura 3). 
 
 
 
Figura 3 - Frequência de agentes bacterianos isolados de casos de piometra 
em cadelas atendidas no HV da UNOPAR em 2009. Fonte: Hospital Veterinário da 
Unopar. 2009. 
 
1. MATERIAL E MÉTODOS 
 
 Os dados deste trabalho foram coletados no Hospital Veterinário da 
Universidade Federal da Paraíba. Foram selecionadas 14 fichas de fêmeas que 
tiveram diagnóstico de Piometra (independente de raça, idade e peso) oriundas do 
atendimento do setor de Clínica de Pequenos Animais, no período compreendido 
entre os anos de 2017 e 2018. Alguns dados cadastrais dos animais em relação a 
anamnese, exame clínico, exames laboratoriais (Hemograma e Leucograma) e 
diagnóstico por imagem (ultrassonografia) foram verificados, analisados e usados 
para se obter conclusões sobre os objetivos do trabalho. 
 O estudo foi desenvolvido no período de março de 2018 a junho de 2018. E, para 
sistematização das informações foi utilizado o software Microsoft Word, Microsoft 
Excel para tabelar os dados e Microsoft Power Point para elaboração do banner. 
 Para uso do Hemograma, foi escolhida a variável Hemoglobina para ser 
comparada entre os anos de 2017 e 2018. No caso do Leucograma, as variáveis 
selecionadas foram os Leucócitos e os Neutrófilos segmentados. Nesta seleção, as 
 
variáveis escolhidas foram as que apresentaram maiores divergências com seus 
valores de referências entre os casos de Piometra. 
 Os dados foram submetidos a teste t(p≤0,05) para comparar as variáveis 
analisadas entre os anos de 2017 e 2018. 
 A partir da anamnese foi possível obter informações sobre o sistema reprodutor 
destas fêmeas, tal como se houve ou não o uso de anticoncepcional, para que a 
partir disto pudesse ser feita a correlação da aplicação hormonal com o 
aparecimento da doença. 
Tabela 1. Dados das variáveis usados no estudo. 
 
2. RESULTADOS E DISCUSSÃO 
 
O uso indiscriminado de contraceptivos é um dos principais fatores que causam a 
doença, contudo, existem casos em que o uso de anticoncepcional não foi aplicado 
e ainda é evidente o índice de animais que não foram identificados de acordo com a 
utilização ou não do contraceptivo (Gráfico 1 e Tabela 1). 
 
2017 
 HEMOGRAMA E 
PLAQUETROGRAMA 
Valor de 
referência 
ANIMAL 
1 
ANIMAL 
3 
ANIMAL 
7 
ANIMAL 
9 
ANIMAL 
10 
ANIMAL 
11 
ANIMAL 
12 
Hemoglobina (g/L) 120-180 134 62 108 152 108 122 80 
 
 
LEUCOGRAMA 
Valor de 
referência 
(x10^9/L) 
ANIMAL 
1 
ANIMAL 
3 
ANIMAL 
7 
ANIMAL 
9 
ANIMAL 
10 
ANIMAL 
11 
ANIMAL 
12 
Leucócitos 6,0 - 17,0 10,2 18,6 32 13 17 13 12 
N. segmentados 3,0 - 11,5 8,46 15,25 29 11 14 9 8,88 
 
2018 
 HEMOGRAMA E 
PLAQUETROGRAMA 
Valor de 
referênciaANIMAL 
2 
ANIMAL 
4 
ANIMAL 
5 
ANIMAL 
6 
ANIMAL 
8 
ANIMAL 
13 
ANIMAL 
14 
Hemoglobina (g/L) 120-180 188 124 102 98 118 135 119 
 
 
LEUCOGRAMA 
Valor de 
referência 
(x10^9/L) 
ANIMAL 
2 
ANIMAL 
4 
ANIMAL 
5 
ANIMAL 
6 
ANIMAL 
8 
ANIMAL 
13 
ANIMAL 
14 
Leucócitos 6,0 - 17,0 8 9 9 53 20 52 26,1 
N. segmentados 3,0 - 11,5 6,56 5,85 6 16 14 41 24,53 
 
 
Gráfico 1. Uso de anticoncepcional em casos de Piometra. 
 
TABELA DO USO DE 
ANTICONCEPCIONAIS 
Uso de 
anticoncepcional 
Sem uso do 
anticoncepcional Não informado 
Casos em 2017 3 0 4 
Casos em 2018 4 2 3 
Número de animais (Total) 7 2 7 
Tabela 2. Uso de anticoncepcionais em casos de Piometra 
 
 Dentre as substâncias sanguíneas identificadas nos hemogramas coletados de 
14 animais, é possível identificar, comparando todos os animais, que as taxas que 
sofreram uma variação mais notória foram as de hemoglobina, leucócitos e 
neutrófilos segmentados. 
 As taxas de hemoglobina foram consideradas estatisticamente iguais, pelo teste t 
(Gráfico 2 e Tabela 2). 
 
 
Gráfico 2. Taxas de Hemoglobina em casos de Piometra. 
 
HEMOGLOBINA 
TESTE F 
F Tabelado 4,28 
F Calculado 1,054 
TESTE T 
T Tabelado 1,782 
T Calculado -1,040 
Tabela 3. Resultados dos testes F e T para as taxas de hemoglobina 
 
Os índices de leucócitos entre os anos foram iguais estatisticamente, pelo 
teste t (Gráfico 3 e Tabela 3) 
 
 
Gráfico 3. Taxas de Leucócitos em casos de Piometra. 
 
 
 
LEUCÓCITOS 
TESTE F 
F Tabelado 4,28 
F Calculado 7,4620 
TESTE T 
T Tabelado 1,682 
T Calculado -1,1144 
Tabela 4. Resultados dos testes F e T para as taxas de leucócitos 
 
 Os índices de neutrófilos segmentados são considerados iguais, assim como as 
médias das taxas dos animais selecionados (Gráfico 4 e Tabela 4). 
 
 
Gráfico 4. Taxa de N. segmentados em casos de Piometra. 
 
NEUTRÓFILOS SEGMENTADOS 
TESTE F 
F Tabelado 4,28 
F Calculado 3,0888 
TESTE T 
T Tabelado 1,782 
T Calculado 0,4884 
Tabela 5. Resultados dos Testes F e T para as taxas de neutrófilos 
segmentados 
 
Os sinais clínicos mais frequentes, comuns às duas formas clínicas, são 
apatia, anorexia e emese (FERREIRA, 2006; HAGMAN et al., 2006). 
7,25 
8,46 
15,25 
28,98 
10,5 
14,45 
8,97 8,88 
6,56 5,85 6,2 
16,02 
41 
24,53 
0 
5 
10 
15 
20 
25 
30 
35 
40 
45 
Valor de 
referência 
(x10^9/L) 
ANIMAL 1 ANIMAL 3 ANIMAL 7 ANIMAL 9 ANIMAL 10 ANIMAL 11 ANIMAL 12 
 (
x
1
0
^
9
/L
) 
Taxas de N. segmentados em casos de Piometra 
Casos em 2017 Casos em 2018 
 
O diagnóstico é concluído relacionando o histórico clínico do paciente com o 
exame físico e exames complementares. Os quais como o exame radiográfico e o 
exame ultra-sonográfico, os exames laboratoriais atuam no sentido de concluir o 
diagnóstico de piometra, tais como o hemograma e o leucograma. 
Segundo Rabelo (2005) e Fossum (2008), para detectar as alterações 
associadas à sepse e avaliar a função renal são necessários hemograma e 
leucograma completo. A leucometria de cadelas com piometra é quase sempre 
característica de inflamação supurativa ou purulenta, isto é leucocitose, neutrofilia 
com desvio à esquerda, presença de formas imaturas e monocitose substancial. 
Nos dados coletados dos leucogramas de 14 animais, as taxas de leucócitos 
e N. segmentados estão maiores do que o valor de referência, e segundo Fossum 
(2008), o aumento da contagem de leucócitos é diretamente proporcional à 
gravidade da doença. 
Os resultados obtidos no gráfico de hemoglobina (Gráfico 2) mostraram que 
nos anos de 2017 e 2018 houve uma diferença considerável no níveis de 
hemoglobina no sangue em relação à média de referência, que diminuíram 
consideravelmente. A anemia se dá pela perda de eritrócitos e hemoglobina. Slatter 
(1998) e Rabelo (2005) afirmam que o hematócrito pode estar diminuído, mas a 
gravidade da anemia pode ser mascarada pela desidratação. 
“A piometra é uma doença inflamatória crônica, não é difícil encontrar uma 
discreta anemia normocítica normocrômica não regenerativa (VG 28 a 35 %), a 
anemia é resolvida uma vez que a piometra for corrigida” (FELDMAN e NELSON, 
1996; FERREIRA e LOPES, 2000; FOSSUM, 2008). 
A administração frequente de progestágenos é um fator predisponente para o 
desenvolvimento de infecção uterina no animal. Segundo Nelson e Couto (2006) a 
piometra pode ser causada pelo uso de anticoncepcional (hormônios) no animal. 
Cerca de 50% dos animais estudados com piometra, os responsáveis utilizaram o 
uso de anticoncepcional, em torno de 36% não sabia a resposta e 14% não 
apresentava o uso de anticoncepcional. 
 
 
 
3. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
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