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Resumo sobre tuberculose bovina: cobre o agente Mycobacterium bovis, sinais e lesões, epidemiologia e espécies suscetíveis, vias de transmissão e patogênese, diagnóstico (tuberculinização, baciloscopia, PCR) e medidas de controle/PNCEBT e pasteurização.

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Luiza Dias

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TUBERCULOSE BOVINA:
SAÚDE ANIMAL E SAÚDE PÚBLICA
Érika Falcão
Gracy Eveliny
Iury Puppim
Lara Pignaton
Luiza Helena
 
O QUE É ?
AGENTE CAUSADOR
 Mycobacterium bovis
A espécie M. bovis, juntamente com M. tuberculosis, M. bovis BCG, M. africanum, M. caprae, M. canettii e M. microti, formam o “Complexo M. tuberculosis” 
 Parede celular espessa
 Crescimento lento
 Resistentes em ambientes úmidos
Pulmão e linfonodo bovino com a presença de nódulos característicos de tuberculose.
CARACTERÍSTICAS DA TUBERCULOSE BOVINA
 
 Desenvolvimento lento e duradouro; 
 Apresenta lesões nodulares (tubérculos);
 Se localizam principalmente no sistema respiratório.
Segundo a OIE (Organização Internacional das Epizootias), a tuberculose bovina é considerada uma doença de notificação compulsória;
Os animais infectados devem ser abatidos em até 30 dias;
Afeta principalmente os rebanhos leiteiros;
Barreira sanitária;
Agente zoonótico.
IMPACTOS ECONÔMICOS E SANITÁRIOS
 EPIDEMIOLOGIA
 Domesticação do gado bovino;
 Permitiu a passagem de um patógeno micobacteriano de animais domésticos para seres humanos;
 Na adaptação de um novo hospedeiro, a bactéria teria evoluído para uma espécie mais próxima de M. tuberculosis (NEILL et al.,2005). 
 No Brasil, estima-se a existência de 200 mil bovinos infectados entre uma população total de aproximadamente 170 milhões (LEITE et al., 2003)
http://www.agricultura.gov.br
http://www.agricultura.gov.br
http://www.agricultura.gov.br
ESPÉCIES SUSCETÍVEIS
•Mamíferos 
Bovinos
Bubalinos 
Suínos
Caprinos
Ovinos 
Equinos
Elefantes
Cães
Gatos 
Humano (Zoonose)
TRANSMISSÃO
Pelo ar
Lugares fechados e Aglomerações
Oral
Bacilos presentes no solo/alimentos
Leite e derivados contaminados
Lesões na pele
Doença Ocupacional
Transmissão de humano a humano
Rara
c
C
TRANSMISSÃO
Como é transmitida entre bovinos?
Transmissão dentro do rebanho em pastagem
Instalações inadequadas
Fezes, Colostro e Sêmen
Pelo solo e/ou silagem
Via água potável
Via artrópodes vetores
COMO SE DÁ A INFECCÇÃO?
90% das infecções por M. bovis  - Via respiratória
No alvéolo, o bacilo é capturado pelas células de defesa
Multiplicação e disseminação
Resposta imune tenta destruir e isolar o bacilo
Formação de granulomas
LESSÕES
Podem ser encontrada nos pulmões, linfonodos, fígado e rins.
 IMUNIDADE DO HOSPEDEIRO 
A resposta imune é extremamente complexa e dinâmica; 
Resposta imune inespecífica; 
Bacilos novamente fagocitados; 
Parede celular das micobactérias, é extremamente complexa, contendo muitas proteínas, lipídios e carboidratos. 
Os macrófagos secretam citocinas, enzimas e óxido nítrico; 
PROGRESSÃO DA DOENÇA
90%  Infecções por Vias Respiratórias;
Formação Fago-lisossomo;
Interação Hospedeiro – Patógeno;
Necrose Caseosa: Formação Cápsula;
Estado de Latência;
Complexo Primário;
Lesão Liquefeita;
Tuberculose Miliar: Grandes números de bacilos nas Circulação;
Tuberculose Protraída: Menor número, acomete linfonodos, pulmão, fígado, etc.
PROGRESSÃO DA DOENÇA
LESÕES CLÍNICO PATOLÓGICAS
Algumas infecções com poucos sinais clínicos e outras são amplamente diferenciadas; 
A maior parte das lesões se encontram nos pulmões, linfonodos pulmonares e linfonodos craniais;
Dispnéia pode ser aparentes em casos avançados; 
Tuberculose generalizada; 
M. tuberculosis
DIAGNÓSTICO IMUNOLÓGICO
TUBERCULINIZAÇÃO;
Resposta em 72 hrs;
 Anergia: < 40 dias;
 Fêmeas 30 dias antes e 
depois do Parto. 
DIAGNÓSTICO IMUNOLÓGICO
TUBERCULINIZAÇÃO:
DIAGNÓSTICO post mortem
MÉTODOS LABORATORIAIS:
BACILOSCOPIA: Diagnóstico Histopatológico. 
Direta: Microtomia, lâmina da lesão.
Indireta: detectando granuloma, considerado lesão característica da doença.
DIAGNÓSTICO MOLECULARES
REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE:
 Teste rápido e preciso, amplifica a sequência do material genético de um organismo a partir de quantidades reduzidas DNA>;
CONTROLE
Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) 
Identificação das fontes de infecção
Abate dos animais reagentes 
Teste dos animais na origem antes da introdução no rebanho
Controle de trânsito animal 
Certificação de propriedades livres de tuberculose
Inspeção de carcaças e controle dos rebanhos
CONTROLE
 Controle da transmissão de M. bovis para seres humanos
Inspeção sanitária dos produtos de origem animal destinados ao consumo humano e a pasteurização ou esterilização do leite e derivados.
 Monitorar a saúde dos trabalhadores das propriedades rurais.
Prevenir a doença é a melhor forma de controle, sempre!
CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS
MURAKAMI, P.S. Tuberculose bovina: saúde animal e saúde pública. Arq. CIência Vet. Zool. Unipar, v.12, .1, p. 67-74. Paraná, 2009.
LOPES, P.R. Perfil epidemiológico da tuberculose bovina no laboratório nacional agropecuário de minas gerais, 2004 a 2008. Dissertação - Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais. Minas Gerais, 2010;
Disponível em: < http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sanidade-animal-e-vegetal/saude-animal>. Acesso em: 4 de nov. de 2018;
OBRIGADA PELA ATENÇÃO!