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Introdução à Anatomia Vegetal 
Módulo 1 
Sumário 
Introdução à Anatomia Vegetal .................................................................................................... 1 
Módulo 1 ................................................................................................................................... 1 
Aula 1 – A célula vegetal ........................................................................................................... 2 
Aula 2 – Parede celular .............................................................................................................. 4 
Estruturas da parede celular: campos primários de pontoação e pontoações .................... 7 
Aula 3 – Meristemas.................................................................................................................. 9 
Crescimento primário ............................................................................................................ 9 
Crescimento secundário ...................................................................................................... 10 
Meristemas ......................................................................................................................... 11 
Aula 4 – Tecidos simples: parênquima, colênquima e esclerênquima ................................... 14 
Parênquima: ........................................................................................................................ 14 
Colênquima: ........................................................................................................................ 17 
Esclerênquima ..................................................................................................................... 19 
Diferenças entre os tecidos (meristema, parênquima, colênquima e esclerênquima) ...... 22 
Aula 5 – Epiderme ................................................................................................................... 23 
Estômatos ............................................................................................................................ 24 
Aula 6 – Xilema ........................................................................................................................ 28 
 Tipos celulares ............................................................................................................. 29 
Placas de perfuração ........................................................................................................... 30 
Tipos de parede secundária ................................................................................................ 31 
 ................................................................................................................................................. 33 
Aula 7 – Floema ....................................................................................................................... 34 
 
 
 
 
Aula 1 – A célula vegetal 
 Características da célula vegetal: 
o Tem profundidade 
o Grande vacúolo 
o Diversas organelas 
 Componentes da célula vegetal: 
o Citosol 
o Protoplastos  plastídeos 
o Mitocôndrias 
 Fornecimento de energia química 
 Na presença ou não de sol a mitocôndria gera energia utilizando 
a glicose gerado no cloroplasto. 
o Ribossomos 
o Reticulo endoplasmático 
 Liso 
 Rugoso 
o Complexo de Golgi 
 Síntese de compostos pécticos  lamela média 
 Aumento da parede celular 
 Fusão das vesículas 
o Vacúolos 
 Em forma de “saquinho”, contendo água com solutos 
 Regula as funções “líquidas” 
 Em células jovens podem ser ausente ou muito pequenos 
o Peroxissomos 
 Enzimas oxidativa produzem peróxido de hidrogênio  
catalase 
 Fotorrespiração: perda de CO2 na presença de luz 
o Citoesqueleto 
 Microtúbulos  tubulina 
 Formação do fuso e dentro dos desmotúbulos dos 
plasmodesmas 
 Forma não ameboide dos Protoplastos  célula 
vegetal sem parede celular 
 Microfilamentos  actina 
 
 
o Substâncias ergásticas 
 Grãos de amido 
 Cristais 
o Lamela média: preenche espaços entre as células e funciona como um 
cimento que une as células vizinhas 
o Membrana plasmática  transporte de substâncias 
 Substâncias Ergásticas e vacúolo 
1. Cristais 
o Ráfides: cristais em forma de agulha 
o Poliédricos 
o Drusas: formato de estrala 
o Cistólitos 
 Podem ser de oxalato de cálcio ou carbonato 
de cálcio 
2. Pigmentos hidrossolúveis 
o Antocianinas: dá coloração ao vacúolo, gera 
contrastes e possui vários tons conforme o pH 
3. Proteínas 
o Função de reserva 
o Presente em algumas sementes 
o Principal reserva das plantas é o amido 
4. Taninas 
o Compostos fenólicos 
o Função de defesa 
o Dá coloração escura 
 
 Plastídeos 
o Pigmentados 
 Cromoplastos 
 Cloroplastos 
 Xantoplastos 
 Carotenoplastos 
o Não-pigmentados 
 Leucoplastos 
 
 
 Amiloplastos 
 Elaioplastos 
o Etioplasto: não exposto a luz 
 Cloroplastos  fotossíntese 
o Duas fases: escura e clara 
o Se divide sozinho por bipartição 
(tem DNA próprio) 
o O cloroplasto gera a glicose, que 
será utilizada na mitocôndria 
para o fornecimento de energia 
 
Aula 2 – Parede celular 
 Formada externamente à membrana plasmática 
 Principal estrutura para identificar tecidos e constituintes 
 Possui duas camadas 
o Primária: depositada primeiro 
 Presente em todos os tecidos 
 Possui várias orientações das fibrilas 
o Secundária: depositada “depois” 
 Presente no esclerênquima, xilema, ás vezes parênquima 
 Ao final da deposição da parede secundária, a célula morre  
morte programada 
 Mais espessa, possui 3 camadas (S1, S2 e S3) 
 Os componentes que formam a parede secundária vem do 
citoplasma e da membrana plasmática  se deposita sobre a 
camada primária 
 Ordem de deposição: S1  S2  S3 
 S3 é a camada mais interna 
 
 
 Parede celular secundária se cora de vermelho 
(safranina) e a primária se cora de azul 
 Orientação mais específica 
 Obs.: Regiões que não tem deposição da parede 
são as pontoações 
 
 
 Constituição da parede celular 
o Química: 
 Hemicelulose 
 Celulose 
 Pectinas 
 Agua 
 Sais minerais 
 Glicoproteínas 
 Enzimas 
o Substâncias Incrustantes: 
 Cutina  epiderme 
 Cera  epiderme 
 Suberina  parede secundária, exoderme, endoderme 
 Felema  casca das árvores 
 Lignina  parede secundária, esclerênquima e xilema 
(madeira das árvores) 
 Celulose 
o Polímeros de glicose 
o Cadeia longa e linear 
o Carboidrato hidrofílico 
o Pontes de hidrogênio entre fibrilas: 
Parede primária: hidrofílica 
Lamela média: hidrofílica 
Parede secundária: hidrofóbica 
 
 
 Ligações instáveis 
 Permite extensão da parede 
 Permite crescimento celular 
o Fibrilas: 
 Parede primária: fibrilas em trama 
 Parede secundária: fibrilas paralelas 
 Hemicelulose: 
o Polímero de pentoses 
o Cadeia curta e ramificada 
o Carboidrato hidrofílico 
o Pontes de hidrogênio entre fibrilas 
 Ligações instáveis 
 Permite extensão da parede 
 Permite crescimento celular 
 Pectinas: 
o Polímero de ácido galaturônico 
o Cadeia curta em zig-zag 
o Carboidrato hidrofílico 
o Pontes de hidrogênio entre cadeias: 
 Ligações instáveis 
 Permite extensão da parede 
 Permite crescimento celular 
o Confere flexibilidade 
o Absorve água com facilidade 
 Ligninas: 
o Polímeros de fenilpropano 
o Carboidrato hidrofóbico 
o Só parede secundária 
o Confererigidez e resistência 
o Ligações covalentes estáveis com celulose e matriz  resistem 
a tensões 
 Não permite extensão da parede 
 Não permite crescimento celular 
o Indigestibilidade: defesa contra patógenos e pragas 
 
 
 Parede Primária Parede Secundária 
Espessura Delgada Espessa 
Celulose 
30% 
3 orientações das microfibrilas 
1 camada 
50/80% 
1 orientação das microfibrilas 
3 camadas 
Pectina Muita Pouca 
Hemicelulose Muita Pouca 
Lignina Sem Com (hidrofóbica) 
Hidratada Bastante Pouco 
Estabilizada por Pontes de H Ligações Covalentes 
Tipos de células 
Todos os tecidos Células esclerenquimáticas, 
traqueídes e elementos de vaso 
(xilema) 
 
 
 Síntese da parede celular 
o Célula mãe se divide, parte da parede vai para cada filha e depois é 
depositada centrifugamente (centro  periferia) 
o Síntese da matriz (pectina + hemicelulose) no Golgi e deposição externa 
por vesículas 
o Síntese da celulose nas rosetas da membrana plasmática  deposição 
externa já durante a síntese 
Estruturas da parede celular: campos primários de pontoação e pontoações 
 Campos primários de pontoações 
o Falha na deposição da parede primária 
o Região frouxa da parede primária que comunica duas células vizinhas 
o Nesta área passam numerosos plasmodesmas 
 Plasmodesmas: moléculas de tubulina, fluxo maior ou menor 
 Pontoação 
o Falha na deposição da parede secundária 
o Comunicação entre as células 
o Transporte lateral de seiva 
o Identificação dos tipos celulares do xilema 
 
 
 
o Regiões de uma pontoação: 
 Abertura: em pontoação simples e areolada 
 Canal: em pontoação simples e areolada 
 Câmara: só em pontoação areolada 
 Aréola: só em pontoação areolada 
 Tórus: só em pontoação areolada de Gimnospermas 
 
 Pontoação simples: 
o Diâmetro geralmente uniforme 
o Abertura lenticular 
o Abertura circular 
o Esclereídes 
o Fibras libriformes 
o Elementos de vaso 
 Pontoações areoladas 
o Com Tórus: 
 Traqueídes: condução de seiva em Gimnospermas 
o Sem Tórus: 
 Fibrotraqueídes: sustentação mecânica 
 Elementos de vaso: condução de seiva  
angiospermas 
 
 
 
Aula 3 – Meristemas 
 Tecidos: 
o Conjunto de células 
o Características semelhantes 
o Mesma origem 
o Mesma função 
 Meristemas produzem sistemas de tecidos no corpo dos vegetais 
o Dérmico: epiderme ou periderme 
o Vascular: floema e xilema 
o Fundamental: 
 Parênquima 
 Colênquima 
 Esclerênquima 
 Tipos conforme a complexidade: 
o Tecido simples: um só tipo celular na mesma região 
 Meristema 
 Parênquima 
 Colênquima 
 Esclerênquima 
 Floema 
 Feloderme 
o Tecidos complexos: mais de um tipo celular na mesma região 
 Epiderme 
 Xilema 
 Floema 
 Tipos de crescimento  crescimento é o aumento de tamanho da planta, que ocorre após 
a proliferação das células dos meristemas 
Crescimento primário 
 Origem a partir de meristemas primários: promeristema, 
protoderme, meristema fundamental e procâmbio 
 Epiderme 
 Parênquima 
 Esclerênquima 
 Xilema primário 
 
 
 Floema primário 
 Crescimento secundário 
 Origem a partir de meristemas secundários: felogênio e câmbio 
vascular 
 Periderme 
 Xilema secundário 
 Floema secundário 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Meristemas presentes em 
embriões: 
- Protoderme origina a 
epiderme 
- Meristema fundamental 
origina parênquima, 
esclerênquima 
- Promeristema origina todos 
os meristemas 
- Procâmbio origina xilema e 
floema 
 
 
Meristemas 
 Tecidos perpetuamente jovens e embrionários 
 Tecido simples, pode ser primário ou secundário 
 Origem: tecidos embrionários e a partir de outro meristema 
o Meristema secundário: desdiferenciação de um tecido permanente 
 Origina: 
o A si próprio 
o Outros meristemas 
o Outros tecidos (permanentes) 
o Características dos meristemas: 
 Células indiferenciadas, com alto potencial de divisão celular 
 Células de tamanho reduzido 
 Tecido compacto, células geralmente cúbicas, espaço 
intercelulares ausentes ou reduzidos 
 Parece celular apenas primária e delgada, com campos 
primários de pontuação 
 Plastídeos não diferenciados (protoplastídios) 
 Núcleo bastante evidente 
 Vacúolos ausentes ou pequenos e escassos 
 Citoplasma denso, pouco volumoso, pouco material de reserva 
o Função: divisão celular para originar a si e aos demais tecidos 
 Meristema primário: 
o São os do embrião e os que derivam diretamente do embrião: 
promeristema, protoderme, meristema fundamental e procâmbio. 
 Promeristema: origina a si próprio e aos demais meristemas; 
possui as menores células, com o citoplasma mais reduzido, 
situado na extremidade e com as células cúbicas ou com menor 
número de faces do que todos os demais meristemas, situa-se 
abaixo da protoderme; 
 Protoderme: origina a si própria e à epiderme; células 
posicionadas lado a lado, cúbicas, formando a camada 
meristemática mais externa, exceto na raiz, onde pode ficar 
abaixo da coifa 
 Meristema fundamental: origina a si próprio, ao parênquima, 
colênquima e esclerênquima; suas células possuem alguns 
 
 
vacúolos (por isto o citoplasma cora-se menos), são mais 
isodiamétricas e com mais faces que as demais células 
meristemáticas e distribuídas abaixo do promeristema, 
ocupando volume maior que os demais meristemas 
 Procâmbio: origina a si próprio, ao xilema primário e floema 
primário; possui células alongadas, fusiformes, muito estreitas, 
com poucas camadas anticlinais, mas formando cordões muito 
longos de células enfileiradas, que acompanham o 
comprimento do órgão; por terem células muito estreitas, os 
cordões procambiais apresentam-se como uma região um 
pouco escura e rodeada por meristema fundamental ou por 
tecidos permanentes, como o parênquima. 
 Meristema secundário: 
o Tipos: 
 Câmbio vascular 
 Felogênio 
o Características: 
 Células altamente vacuoladas 
 Núcleo pouco conspícuo 
 Forma característica alongadas acompanhando o crescimento 
do órgão 
 Tipos de células nos meristemas 
o Promeristema: células iniciais + células derivadas 
 Células iniciais: se autoperpetuam, dividem-se e uma das 
células filhas permanece no meristema desempenhando a 
função de inicial, enquanto a outra continua se dividindo 
(células derivadas) 
 
 
 Células derivadas e células derivadas imediatas: depois de 
várias divisões, ficam maduras, se diferenciam ou se 
especializam formando tecidos permanentes 
 Divisão mitótica 
 Diferenciação: é o processo pelo qual a célula derivada adquire 
características específicas relativas às suas funções no corpo do 
vegetal. Célula diferenciada é célula madura, que tem uma 
função específica. 
 O meristema se diferencia em tecidos permanentes, que são 
epiderme, parênquimas, colênquimas, esclerênquima, xilema e 
floema. 
 Os meristemas apicais: protoderme, meristema fundamental e 
procâmbio formam o corpo primário das plantas 
 
 
 
 
 
 
Divisões 
 Anticlinais: 
perpendicular à 
superfície 
 Periclinais: paralelo à 
superfície 
a. Anticlinal 
b. Periclinal 
c. Anticlinal 
d. Periclinal 
Vermelho: anticlinal 
Azul: Periclinal 
 
 
Aula 4 – Tecidos simples: parênquima, colênquima e esclerênquima 
 
 Tecidos permanentes: ocupam determinada função, perpetuam durante a vida da 
planta 
 O parênquima, o colênquimae o esclerênquima são tecidos simples, presentes no 
corpo primário da planta, pertencentes ao sistema fundamental e são originados a 
partir do meristema fundamental. 
Parênquima: 
o Célula já diferenciada 
o Origina-se do meristema fundamental 
o Tecido mais abundante no crescimento primário 
o Geralmente suas células possuem apenas paredes primárias delgadas, com 
grandes vacúolos e espaços intercelulares característicos. 
o Funções essenciais como: fotossíntese, reserva, transporte, secreção e 
excreção. 
o Características 
 Células multifacetadas  poliedro 
 Células vivas: vacuoladas, formatos diversos, campos primários de 
pontoação 
 Espaços intercelulares 
 Parede primária, mas pode apresentar parede secundária 
 Apresentam totipotência  potencial meristemático 
 Grande vacúolo ocupando quase toda a célula  organelas ficam 
espremidas contra a parede 
 Razão núcleo/citoplasma pequena 
 Comumente o parênquima se especializa para determinada função, 
podendo-se distinguir três tipos básicos de parênquima: 
 Preenchimento ou fundamental 
o Proporciona comunicação entre diversos órgãos 
o Transporte de substâncias 
o Apresenta células aproximadamente 
isodiamétricas, vacuoladas, com pequenos espaços 
intercelulares. 
 
 
 
 Reserva 
o O parênquima pode atuar como tecido de reserva, 
armazenando diferentes substâncias ergásticas, 
como por exemplo, amido, proteínas, óleos, etc., 
resultantes do metabolismo celular. 
o Tipos: 
 Amilífero: amido 
 Aerênquima: as angiospermas aquáticas e 
aquelas que vivem em solos encharcados 
desenvolvem parênquima com grandes 
espaços intercelulares, o aerênquima. O 
aerênquima promove a aeração nas 
plantas aquáticas, além de conferir-lhes 
leveza para a sua flutuação. Podem ser 
isodiamétricos ou braciformes. 
 Aquífero: as plantas suculentas de regiões 
áridas, como certas cactáceas, 
euforbiáceas e bromeliáceas possuem 
células parenquimáticas que acumulam 
grandes quantidades de água - parênquima 
aquífero. Neste caso, as células 
parenquimáticas são grandes e 
apresentam grandes vacúolos contendo 
água e seu citoplasma aparece como uma 
fina camada próxima à membrana 
plasmática. 
 
 
 
 
 Fotossintético: clorofiliano  clorênquima (faz 
fotossíntese) (=/= de colênquima) 
o Suas células apresentam paredes primárias delgadas, 
numerosos cloroplastos e são intensamente vacuoladas. 
o Tecido está envolvido com a fotossíntese 
o Tipos: 
 Parênquima paliçádico: cujas células cilíndricas se 
apresentam dispostas perpendicularmente à epiderme; 
células + altas que largas 
 Otimizar o alcance de luz 
 Parênquima lacunoso: cujas células, de formato irregular, se 
dispõem de maneira a deixar numerosos espaços intercelulares; 
células + isodiamétricas 
 Difusão rápida de CO2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Parênquima secretor: 
o Laticíferos, glândulas de óleo, resina ou com mucilagem 
o Possuem um canal ou duto que é comprido 
o Forma de bolsa 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Colênquima: 
o Localiza-se abaixo da epiderme 
o Células vivas, subepidérmicas 
o Possui parede primária com espessamento irregular, com campos primários 
de pontoação 
o Possui função de sustentação em regiões onde o crescimento é primário 
o Substâncias pécticas: muito hidratada  sustentação mecânica flexível 
o Pode ter vacúolos 
o Às vezes o colênquima pode sofrer 
espessamento mais acentuado e lignificar-se, 
sendo convertido em esclerênquima. 
o Tipos de colênquima 
 Angular: quando as paredes são mais 
espessas nos pontos de encontro entre 
três ou mais células  reforço angular 
 Lamelar ou tangencial: as células mostram um maior espessamento 
nas paredes tangenciais internas e externas  reforço em lamelas 
(paredes periclinais) 
A folha quando dobrada ou 
oscilando ao vento não quebra 
pois possui nervura com 
colênquima  sustentação 
mecânica flexível 
Ervas possuem somente 
crescimento primário e são 
sustentadas por colênquima 
 
 
 Lacunar: quando o tecido apresenta espaços intercelulares e os 
espessamentos de parede primária ocorrem nas paredes celulares 
que limitam estes espaços.  Espaços intercelulares 
 Anelar ou anular: quando as paredes celulares apresentam um 
espessamento mais uniforme, ficando o lume celular circular em 
secção transversal  reforço uniforme 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Esclerênquima 
o Tecido de sustentação mecânica lenhosa 
o Tecido simples, totalmente diferenciado 
o Origem: meristema fundamental 
o Parede primária + parede secundária 
o Sem totipotência  não tem capacidade de desdiferenciar 
o Comunicação por pontoações simples ou areolada sem Tórus 
o O esclerênquima é um tecido de sustentação, normalmente possui células 
mortas com parede secundária espessa e uniforme, possuindo cerca de 35% 
de lignina, o que lhe fornece um revestimento estável, evitando ataques 
químicos, físicos ou biológicos 
 
 
o Podem ser: 
 Fibras: células longas e largas, com paredes secundárias espessas e 
lignificadas, suas extremidades são afiladas e possuem a função de 
sustentar partes do vegetal que não se alongam mais  células 
longas, acompanham o órgão, sem ramificação 
 Tipos de fibra: 
o Fibrotraquídeo: pontuações areoladas sem Tórus 
o Libriformes: pontoações simples, extremidade 
aguda 
o Fibras do floema: similar a libriformes 
o Fibras gelatinosas 
 Esclereídes: células isoladas ou em grupos esparsos, distribuídas por 
todo o sistema fundamental da planta. Possuem paredes 
secundárias espessas, muito lignificadas, com numerosas 
pontuações simples.  Curtas, ramificadas 
 Tipos de Esclereídes: 
o Células pétreas (braquiesclereides): isodiamétricas 
o Osteoesclereídeo: esclereídes alongadas, com as 
extremidades alargadas, lembrando a forma de um 
osso 
o Astroesclereides: com a forma de uma estrela, com 
as ramificações partindo de um ponto mais ou 
menos central. 
o Macroesclereídes: são células alongadas ou 
colunares distribuídas em paliçadas 
o Tricoesclereídes: esclereídes alongadas, 
semelhante à tricomas, ramificados ou não. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Diferenças entre os tecidos (meristema, parênquima, colênquima e esclerênquima) 
 Meristema Parênquima Colênquima Esclerênquima 
Formato das Células Cúbicas Poliédricas Poliédricas Alongadas ou 
curtas e 
ramificadas 
Tipos Celulares - - - Fibras ou 
esclereídes 
Capacidade mitótica Altíssima Baixa Muito baixa Nula 
Parede 
Primária/Secundária 
Só primária, 
campo 
primário de 
pontoação 
Só primária, 
campo primário 
de pontoação 
Só primária, 
campo 
primário de 
pontoação 
Primária e 
secundária, 
pontoação 
simples 
Espessura da parede Muito delgada Delgada Delgada Muito espessa 
Densidade do 
citoplasma 
Muito denso Pouco denso Pouco denso Ausente 
Vacúolos Raros Grande Grande - 
Diferenciação das 
células 
Indiferenciados Diferenciadas Diferenciadas Totalmente 
diferenciadas 
Totipotência das 
células 
Altíssima Baixa Muito baixa Nenhuma 
Proporção 
núcleo/citoplasma 
Alta Baixo Baixa Nula 
Funções Formar outros 
tecidos 
Preenchimento, 
fotossíntese e 
armazenamento 
Sustentação 
mecânica 
flexível 
Sustentação 
mecânica 
lenhosaAula 5 – Epiderme 
 A epiderme é o tecido mais externo dos órgãos vegetais em estrutura primária, 
sendo substituída pela periderme em órgãos com crescimento secundário. 
 Tem origem nos meristemas apicais, mais precisamente na protoderme.  
divisões anticlinais 
 Sua principal função é de revestimento, podendo desempenhar várias outras 
funções. 
 Possui uma cutícula que diminui a evaporação da água 
 Tecido complexo  vários tipos celulares e estruturas presentes: estômatos, 
tricomas, hidatódios, células silicosas, células buliformes, escamas, etc. 
 A disposição compacta das células previne de choques mecânicos e a invasão 
de agentes patogênicos (defesa), além de restringir a perda de água. 
 Realiza trocas gasosas através dos estômatos, absorve água e sais minerais por 
meio de estruturas especializadas, como os pelos radiculares, protege a planta 
contra a radiação solar devido à presença de cutícula espessa e presença de 
tricomas 
 Características 
o Células vivas e vacuoladas 
o Células justapostas, sem espaços intercelulares 
o Pode conter: 
 Taninos 
 Mucilagem 
 Pigmentos 
o Origem: divisões 
anticlinais da protoderme 
 Epiderme múltipla: protoderme 
 Hipoderme: meristema fundamental 
 Células epidérmicas comuns 
o São de formas variáveis 
o Possuem plastídeos pouco desenvolvidos, armazenando 
amido e cristais proteicos 
o Função: comunicação intercelular através dos campos de pontoação 
 Parede celular e cutícula 
o Cutícula  cutina + ceras 
 
 
o A cutina é uma substância de natureza lipídica, que pode aparecer tanto 
como incrustação entre as fibrilas de celulose, como depositada 
externamente sobre a parede, formando a cutícula. 
o A cutícula ajuda a restringir a transpiração; por ser brilhante ajuda a 
refletir o excesso de radiação solar e por ser uma substância que não é 
digerida pelos seres vivos, atua também como uma camada protetora 
contra a ação dos fungos e bactérias 
 
 
 
 
 
Estômatos 
o O complexo estomático faz parte da epiderme presente nos órgãos aéreos e 
regula as trocas gasosas da planta com o ambiente 
o Constituído por: 
 Duas células-guarda 
 Ostíolo (abertura) 
 Câmara subestomática 
 Células subsidiárias  clorofiladas 
o Os componentes do complexo estomático participam 
do seu mecanismo de abertura e fechamento 
o Estão presentes nos caules, flores e frutos, sendo abundantes nas 
folhas, notadamente na face abaxial (inferior) 
o A abertura e o fechamento do ostíolo são determinados por 
mudanças no formato das células-guarda 
o Função: É através dos estômatos que as plantas captam o CO2 de 
atmosfera e liberam o oxigênio 
 
 
o Origem: divisão anticlinal assimétrica da célula protodérmica 
o Formato: 
 Reniformes  rins (eudicotiledôneas) 
 Halteriformes  halteres (monocotiledôneas) 
 
 Classificação: 
o Epiestomático: adaxial (superior) 
o Hipoestomático: abaxial (inferior) 
o Anfiestomático: ambas 
 Posição: 
o Acima  salientes 
o No nível da folha 
o Abaixo  depressão 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Classificação de acordo com o número de células subsidiárias 
o Anomocítico: não possui células subsidiárias 
o Anisocítico: 3 células subsidiárias de tamanhos 
diferentes 
o Ciclocítico: 4 ou mais células subsidiárias 
dispostas em anel ao redor das 2 células guarda 
o Diacítico: 2 células subsidiárias que ficam 
perpendiculares em relação às células guarda 
o Paracítico: 2 células subsidiárias que ficam 
paralelas em relação às células guarda 
o Tetracítico: 4 células subsidiárias que ficam 
ordenada 
 
Diacítico Tetracítico Anomocítico 
 
 
 
 
 
 
 
 
Anisocítico Paracítico 
 
 
 
 
 
 Classificação: 
o Tectores 
 Redução da perda de água 
 Diminuição da incidência luminosa 
 Barreira mecânica 
o Glandulares: 
 Produção de secreções: óleos, néctar, 
sucos digestivos, resinas 
o Peltados 
 Disco formado por várias células que repousa 
sobre um pedúnculo que se insere na epiderme 
 Pelos radiculares: são projeções das células epidérmicas 
que se formam inicialmente como pequenas papilas na 
epiderme da zona de absorção de raízes jovens das plantas. 
Estes são vacuolados e apresentam paredes delgadas, 
recobertas por uma cutícula delgada e estão relacionados com absorção de água do 
solo sais. 
 
 Células especializadas 
o Células suberosas: armazenam suberina, que é rica em energia 
o Células silicosas: armazenam silício que atua no combate à herbivoria 
o Buliformes: enrolamento foliar 
o Papilas: atração de pássaros e insetos 
o Escamas: proteção 
o Litocistos e cistólitos: defesa e armazenamento 
o Mucilaginosas: proteção através do espessamento da membrana 
o Osmóforos: secreção de substâncias voláteis que conferem perfume 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aula 6 – Xilema 
 Tecido complexo: elementos traqueais, células parenquimáticas e fibras 
 Sistema vascular das traqueófitas 
 Origina-se a partir do procâmbio no crescimento primário, ou do cambio 
vascular no crescimento secundário 
 Elementos condutores são mortos na maturidade, sendo denominados de 
elementos de vaso (exclusivos das angiospermas) e traqueídes (pteridófitas, 
gimnospermas e angiospermas primitivas) 
 Presente em todos os órgãos das plantas 
o Cilindro central do caule e raiz 
o Nervura das folhas, sépalas e pétalas 
o Feixes nos estames, carpelo e frutos 
 Função: 
o Condução da seiva bruta e nutrientes do solo absorvidos 
pelo sistema radicular 
 Pega a água que fica nos pelos e conduz na planta 
o Sustentação mecânica  fibras (esclerênquima) 
o Ocasionalmente reserva de substâncias ergásticas 
o Transporte: sentido longitudinal e lateral 
 Predominante: ascendente (de baixo para cima) 
 Se o galho estiver para baixo: descendente 
 Origem: procâmbio e câmbio vascular 
o Procâmbio: origina xilema e floema primário 
o Câmbio vascular: câmbio fascicular (origem procâmbio) + câmbio 
interfascicular (origem: parênquima interfascicular) 
 
 
 
Xilogênese 
1. Célula do procâmbio ou do câmbio cresce 
2. Deposição da parede secundária, exceto nas pontoações 
3. Vacúolo cresce com o armazenamento de proteinases e nucleases 
4. Vacúolo lisa e libera as enzimas 
5. Golgi, retículo endoplasmática se expandem e se arrebentam, 
núcleo, plastídeos e mitocôndrias são destruídos 
6. Placas de perfuração são formadas nas extremidades 
7. A água atravessa os orifícios das placas de perfuração 
 
 Tipos celulares: 
o Células condutoras: perderam seus protoplasmas, tornando-se 
aptos para o transporte de água e sais minerais 
 Traqueídes: são células imperfuradas e mais encontradas 
em gimnospermas 
 Elemento de vaso: dotados de placas de perfuração e mais 
frequentes em angiospermas 
o Células parenquimáticas: 
 Parênquima axial: xilema primário e secundário 
 Parênquima radia: crescimento secundário 
o Fibras: 
 Fibrotraqueíde: pontuação areolada sem Tórus, 
abertura em fenda 
 Fibra libriformes 
 Fibra gelatinosa: S2 e S3 não lignificada 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Traqueíde 
 
Elemento de vaso 
 
Sem perfurações Placas de perfuração simples ou composta 
Mais longos e estreitos Mais curtos e largos 
Parede primária e secundária Parede primária e secundária 
Pontoações areoladas com tórus Pontoações simples ou areoladas sem tórus 
Menos eficientes Mais eficientes 
Pteridófitas, gimnospermas e angiospermas Angiospermas 
 
Placas deperfuração 
o Multiperfurada: 
 Escalariforme: barras paralelas (escada) 
 
 Reticulada: padrão semelhante a rede 
 
 Foraminada: várias perfurações circulares 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
o Simples: 
 Uma só perfuração 
 Tipo mais eficiente e evoluído 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 No xilema primário podemos encontrar o protoxilema e o metaxilema. No 
início do desenvolvimento da planta surge o protoxilema, que se desenvolve 
pouco e apresenta menor diâmetro quando comparado ao metaxilema, que 
amadurece mais tarde e possui maior diâmetro 
o A deposição de parede secundária pode variar de acordo com o 
desenvolvimento do sistema vascular da planta (Figura 24). Essa 
deposição pode ocorrer de duas formas: ocupando pouca área da 
parede primária, com a vantagem de extensibilidade, representado 
pelos padrões anelar e helicoidal (protoxilema); ou ocupando quase 
toda a área, tendo a resistência como vantagem maior e sendo 
representado pelos padrões escalariforme, reticulado e pontoado 
(metaxilema) 
Tipos de parede secundária 
o Anelar 
o Helicoidal 
o Escalariforme 
o Reticulado 
o Pontoado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 O xilema secundário apresenta os mesmos tipos celulares 
básicos do sistema primário. A diferença é que os tipos celulares 
do xilema primário estão organizados apenas no sistema axial, 
enquanto que no secundário, além do sistema axial, ocorre 
também o sistema radial. 
. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Xilema primário: origina-se do 
procâmbio 
- Só possui o sistema axial 
- Protoxilema: o primeiro a se 
diferenciar 
- Metaxilema: xilema que 
aparece em regiões mais 
desenvolvidas do caule em 
crescimento primário 
Xilema secundário: origina-se do 
câmbio vascular 
- Sistema axial e radial 
- Madeira 
 
 
Aula 7 – Floema 
 
 O floema é o tecido vascular que transporta a seiva elaborada  
fotoassimilados 
 Esse tecido pode apresentar-se como primário (originado do procâmbio), ou 
secundário (formado a partir do câmbio). 
 Tecido complexo formado por elementos crivados, células parenquimáticas, 
células especializadas (células companheiras, de transferência e albuminosas), 
fibras e esclereídes 
 Seus elementos condutores diferenciados possuem protoplasto, mas são 
anucleados, podendo ser de dois tipos: 
o Células crivadas: células estreitas e longas, que possuem apenas áreas 
crivadas em suas paredes celulares terminais e laterais 
o Elementos de tubo crivado: células mais curtas e mais larga que as 
células crivadas e apresentam placas crivadas nas paredes terminais e 
áreas crivadas nas paredes laterais 
 Características dos elementos condutores 
o Células mais especializadas do floema 
o Parede: 
 Só parede primária 
 Mais espessa que das células 
parenquimáticas adjacentes 
 Celulose e substâncias pécticas 
 Sem lignina 
o Citoplasma: 
 Vivo na maturidade 
 Núcleo, tonoplasto e parte do citoplasma 
destruídos 
 Baixo metabolismo 
 
 
 
 
 
 
 
Célula crivada Elemento de tubo crivado 
Células longas e estreitas Células curtas e largas 
Áreas crivadas em todas as paredes (laterais 
terminais não possuem placas crivadas) 
Áreas crivadas nas paredes laterais + placas 
crivadas nas paredes terminais 
Com ou sem células albuminosas Uma ou mais células companheiras 
Pteridófitas e Gimnospermas Angiospermas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Floema é um tecido complexo, pois além dos elementos condutores que os 
constituem, possuem células parenquimáticas e esclerenquimáticas associadas 
 No crescimento primário, xilema e floema constituem feixes vasculares, que podem 
ser colaterais, bicolaterais, concêntricos anfivasais ou concêntricos anficrivais 
 O floema é um tecido facilmente distinguível, porque situa-se ao lado do xilema, 
possui células apenas com parede primaria e no caso das angiospermas, apresenta 
células de diâmetro maior situadas ao lado de células menores 
 
 
 
 
 
 
Crivo  falha na deposição da 
parede primária 
 
 
 Áreas crivadas: 
o Poros menores 
o Sem calose 
o Geralmente nas paredes laterais 
o Em células crivadas e em elementos de 
tubo crivado (todas as plantas vasculares) 
 Placas crivadas: 
o Poros maiores 
o Com calose 
o Localizam-se nas extremidades do 
elemento de tubo crivado 
o Só em angiospermas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FLOEMA PRIMÁRIO FLOEMA SECUNDÁRIO 
Origem: procâmbio Origem: câmbio vascular 
Possui somente o sistema axial (não possui raios) Possui sistema axial e radial 
Grupos isolados de células = feixes vasculares Anel contínuo 
 
Protofloema + metafloema 
 
 
PROTOFLOEMA METAFLOEMA 
Em regiões que ainda vão se alongar Em partes da planta que já se alongaram 
grande tensões Poucas tensões 
São destruídos, sendo comprimidos pelo 
metafloema 
Permanente em ervas 
Com ou sem células companheiras ou 
albuminosas 
Com células companheiras ou albuminosas 
associadas 
Diâmetro menor Diâmetro maior 
Fibras na periferia do protofloema Geralmente sem fibras 
 
 
 
 
 Características do floema primário: 
o O floema primário é constituído pelo protofloema e pelo metafloema, 
assim como ocorre com o xilema em estrutura primaria. O protofloema 
ocorre nas regiões que ainda estão em crescimento por alongamento e, 
assim, seus elementos crivados sofrem estiramento e logo param de 
funcionar, eventualmente podem ficar obliterados. O protofloema é 
constituído por elementos crivados geralmente estreitos e não 
conspícuos, podendo ou não ter células companheiras. Podem estar 
agrupados ou isolados entre as células parenquimáticas. O metafloema 
diferencia-se mais tarde e nas plantas desprovidas de crescimento 
secundário constitui o único floema funcional nas partes adultas da 
planta. As células condutoras do metafloema são, em geral, mais largas 
e numerosas quando comparadas às do protofloema, As fibras estão, 
em geral, ausentes. 
 Características do floema secundário: 
o O floema secundário é proveniente do câmbio. A quantidade do floema 
produzida pelo câmbio é em geral menor que a do xilema. No caso de 
algumas gimnospermas o sistema axial (longitudinal e vertical) contém 
 
 
células crivadas, células albuminosas, células parenquimáticas, fibras e 
esclereides. O sistema radial (transversal ou horizontal) é constituído 
por raios unisseriados com células albuminosas e células 
parenquimáticas. 
o Fibras estão presentes em pinheiros, porém ocorrem em outras 
espécies de gimnospermas. Nas angiospermas, nos grupos inferiores e 
extintos, o sistema axial é formado por tudo crivado, células 
companheiras e células parenquimáticas. As fibras podem estar 
ausentes ou presentes e, neste caso, formam uma faixa contínua ao 
redor de toda a circunferência do órgão (caule e raiz) ou faixas isoladas. 
o O sistema radial formado pelos raios unicelulares ou pluricelulares 
compõe-se de células parenquimáticas, podendo ainda conter 
esclereídes ou células parenquimáticas esclerificadas com cristais. Os 
raios podem aparecer dilatados como consequência de divisões 
anticlinais radiais das células em resposta ao aumento da circunferência 
do eixo. 
Resumo: Nathália Araujo 
Referências: 
 Introdução à Biologia Vegetal - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTODE FÍSICA DE 
SÃO CARLOS 
 Anatomia Vegetal – Editora UFV – Beatriz Appezzato-da-Glória e Sandra Maria Carmello-
Guerreiro 
 Álbum didático de Anatomia Vegetal - Professores responsáveis: Denise M. T. Oliveira 
Silvia R. Machado. Instituto de Biociências de Botucatu, 2009. 
 Apostila de Anatomia Vegetal (disponível em 
http://portal.virtual.ufpb.br/biologia/novo_site/Biblioteca/Livro_4/7-
Anatomia_Vegetal.pdf )

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