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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAMETRO DÁRIO FERREIRA MARTINS TALISSA NAMIE OKAMURA BRANDÃO EXPERIMENTO DE FÍSICA II POLARI BATISTA CORRÊA MANAUS-AM OUTUBRO 2018 SALA: 03 TURMA: ENCG217N01 INTRODUÇÃO MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES (MHS) É quando o corpo oscila periodicamente em torno de uma posição de equilíbrio, descrevendo uma trajetória retilínea, pode-se dizer que este corpo efetua um movimento harmônico simples linear e este ocorre em razão da ação de uma força restauradora. Um oscilador harmônico efetuar um movimento período, cujo intervalo é T para cada repetição do fenômeno realizado para este tipo de grandeza que é a frequência f, que é o número de vezes que um movimento é repetido em um determinado intervalo de tempo. Tendo conhecimento dos outros conceitos e fórmulas dentro da ondulatória, para calcular o Movimento Harmônico Simples (M.H.S.) deve-se levar em conta duas fórmulas provenientes da mecânica: a da 2º Lei de Newton (F = m.a) e a do pulso ou frequência angular (ω = 2π/T). PENDULO SIMPLES É um sistema composto por uma massa acoplada um pivô, que permite sua movimentação livremente. A massa fica sujeita à força restauradora causada pela gravidade. Desprezadas a resistência do ar e as demais forças dissipativas, um fio inextensível com uma massa presa a ele é um exemplo de Pêndulo Simples. Ao ser tirado de sua posição de equilíbrio O, o pêndulo realiza um movimento periódico. Ou seja, realiza o mesmo movimento (ciclo) no mesmo intervalo de tempo. Para pequenos ângulos, o movimento de um pêndulo é considerado um MHS (movimento harmônico simples) cujo período é dado por: 𝑇 = 2𝜋√ 𝐿 𝑔 LEI DE HOOKE A lei de Hooke é uma lei da física que determina a deformação sofrida por um corpo elástico através de uma força. Hooke representou matematicamente sua teoria com a equação: 𝐹 = −𝐾. 𝑥 Em que: F = força elástica K= constante elástica X= deformação A lei de Hooke pode ser utilizada desde que o limite elástico do material não seja excedido. O comportamento elástico dos materiais segue o regime elástico na lei de Hooke apenas até um determinado valor de força, após este valor, a relação de proporcionalidade deixa de ser definida (embora o corpo volte ao seu comprimento inicial após remoção da respectiva força). Se essa força continuar a aumentar, o corpo perde a sua elasticidade e a deformação passa a ser permanente (inelástico), chegando à ruptura do material. O instrumento que usa a lei de Hooke para medir forças é o dinamômetro. OBJETIVO Estudar o movimento harmônico simples. Verificar o comportamento do período em relação à variação da massa, da constante elástica da mola e da amplitude de oscilação. De modo geral medir a constante elástica da onda e o pendulo. METODOLOGIA No laboratório de Física foram usados materiais para ilustrar os tipos de ondas e oscilações do movimento harmônico simples de forma prática. Para demonstrar a classificação das ondas e os movimentos de interferência, foram utilizados os seguintes materiais: mola, diapasão sonoro e cuba de ondas. No experimento da mola suas extremidades foram fixadas e aplicado um movimento de baixo para cima, que no primeiro momento foi em apenas um lado, em seguida o movimento foi compressão da mola em um mesmo sentido. Para demostrar as interferências construtivas e destrutivas o movimento foi de ambos os lados da mola e no cuba de ondas, com o movimento em dois pontos d’água. Figura 01: Experimento das ondas No experimento para medir a constante elástica da mola, os materiais foram os seguintes: um dinamômetro suspenso e quatro massas metálicas com pesos de 0,22 e 0,50 kg. No dinamômetro suspenso, essas massas foram penduradas em sequência, acrescentado massas de valores diferentes de forma a aumentar o peso. O aumento na quantidade de massa suspensa pelo dinamômetro é acompanhado do aumento no seu comprimento. Além dos matérias também foi utilizado a expressão matemática da lei de Hooke para auxiliar no resultado do experimento proposto. Figura 02: Experimento constante elástica da mola �⃗� = −𝐾 ∙ 𝑋 Equação 01: Expressão matemática da lei de Hooke Os matérias utilizados no experimento do pêndulo simples foram: Pêndulo simples com fio de comprimento alterável e massa cilíndrica em sua extremidade, cronômetro do celular e uma trena. O experimento começou com um fio à 10 cm do ponto de rotação até a massa cilíndrica, que foi aumentando mais 10 cm ao fim de cada teste, chegando a 50 cm no fim do experimento, que consistia em elevar o pêndulo a um ângulo aproximado de 10º a partir da posição de equilíbrio e solta-lo, cronometrando o tempo para dez oscilações completas. Assim como na constante elástica, para os cálculos dos períodos do pêndulo simples também foi utilizado uma expressão matemática. Figura 03: Experimento do pêndulo simples 𝑇 = 2𝜋√ 𝐿 𝑔 Equação 02: Pêndulo simples, pequena amplitude RESULTADOS Pelo movimento gerado a partir de uma das extremidades da mola, assim como gerado em um ponto no cubo de ondas, pode-se observar que a onda é transversal, pois tem movimento local vertical e movimento de propagação horizontal, formando um ângulo de 90º. Já a onda que foi gerada pela compressão da mola, possui apenas o movimento local de propagação, com ângulo de 0º, caracterizando uma onda longitudinal. A constante elástica da mola está relacionada com a deformação, portando quanto maior a massa peso, maior será a constante elástica dessa mola, no experimento foram utilizados cinco pesos diferentes e observou-se a variação da constante elástica de acordo com a mudança do peso, para chegar esse resultado utilizamos a seguinte expressão: (�⃗� = −𝐾 ∙ 𝑋), isolando o K, ( 𝐾 = 𝐹 𝑋 ), onde (F= m∙g) e X é igual a deformação dos pesos, teremos os seguintes valores: MASSA(Kg) 𝐾 = 𝐹 𝑋 M1=0,05 𝐾 = 13,27 𝑁/𝑚 M2=0,072 𝐾 = 14,58 𝑁/𝑚 M3=0,10 𝐾 = 18,88 𝑁/𝑚 M4=0,15 𝐾 = 19,09 𝑁/𝑚 Tabela 01: Medidas da constante elástica No teste do pendulo simples, o período é o tempo necessário para uma massa sair de uma posição e voltar para a mesma posição de origem, logo o valor do período não depende da amplitude e nem da massa do corpo preso à extremidade do fio, esse caso ocorre somente no MHS onde o ângulo será até 15º, então o que definio os diferentes períodos foram as medidas do fio ideal, preso à massa do pêndulo, quando menor o fio, menor também era o tempo para uma as dez oscilações. Para o cálculo usamos a seguinte expressão: (𝑇 = 2𝜋√ 𝐿 𝑔 ), onde L é o comprimento do fio ideal e g é a gravidade, temos: L(m) Te 𝑇𝑡 = 2𝜋√ 𝐿 𝑔 0,10 𝑇𝜖 = 𝑇1 + 𝑇2 + 𝑇3 + 𝑇4 + 𝑇5 5 𝑇𝑡 = 0,63 0,20 𝑇𝑡 = 0,89 0,30 𝑇𝑡 = 1,09 0,40 𝑇𝜖 = 1,04 𝑇𝑡 = 1,26 0,50 𝑇𝑡 = 1,42 Tabela 02: Medida do período do pêndulo simples CONDIDERAÇÕES FINAIS Conclui-se que o movimento harmônico simples, torna-se relevante no estudo das oscilações e ondas. É um movimento periódico de velocidade e aceleração variáveis, gerado por forças do tipo das forças elásticas. Viu-se que a constante elástica de uma mola depende da massa m do ponto material da constante elástica K. No geral, foi possível comprovar os conhecimentos obtidos em sala de aula. As incertezas dos valores obtidos no experimento. A lei de Hooke é válida, a mola pode sercomprimida ou alongada, retornando a uma mesma posição de equilíbrio. A lei como citado no relatório é dada pela equação F= -k.x. Neste caso, temos uma constante de proporcionalidade K e a variável independente de x. A partir dessa equação pode-se concluir que essa força é negativa, ou seja, oposta da aplicada. REFERÊNCIA RESNICK, R., HALIDAY, D., WALKER - Fundamentos de Física,Volume II, 8 edição. MHS – Movimento Harmônico Simples. Disponível em: Acessado em: <http://www.fisica.net> 27/09/15.