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NOME: LUIZ HENRIQUE MOREIRA RA:B95956-8 CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NP1 ASSIS 2018 O que é administração financeira A administração financeira tem como principal objetivo aumentar os resultados da empresa por meio da geração de lucro e da adição do patrimônio financeiro. A administração financeira é o conjunto de ações que envolvem o controle, planejamento e análise de todas as movimentações financeiras de uma empresa, residência ou conta bancária. Este tipo de administração permite que o investimento de capital seja realizado de maneira mais racional e otimizada, gerando lucro e economia. O principal objetivo da administração financeira é otimizar e ampliar os resultados da empresa por meio da geração de lucro e do aumento do patrimônio financeiro. Trata-se de uma medida que proporciona uma constante análise e avaliação do fluxo de entrada e saída de capitais, promovendo estabilidade financeira e crescimento dos negócios. A administração financeira pode ser destrinchada em algumas ações, são elas: análise, planejamento financeiro, promoção da boa utilização de recursos financeiros, análise de crédito, avaliação do fluxo de caixa e acompanhamento dos prazos. Com essas ações, o responsável pela administração financeira se torna capaz de tomar algumas decisões relacionadas ao dinheiro, escolher os melhores investimentos e avaliar os retornos obtidos. Em uma empresa, a administração financeira deve ter autonomia para tomar algumas decisões, especialmente no que diz respeito ao orçamento, à estrutura do capital e à administração do capital de giro. Uma boa administração financeira é a chave para a solidez da empresa Conceitos básicos de administração financeira A administração financeira visa a uma maior rentabilidade possível sobre o investimento efetuado pelos sócios ou acionistas, através da melhor utilização de recursos, de modo geral, escassos. Por isso, todos os aspectos de uma empresa estão sob a ótica da administração financeira. Dependendo do nível em que estivermos atuando, a administração financeira pode ser muito complexa. O que não será o nosso caso. Trataremos de conceitos básicos que todo empreendedor individual, micro e pequeno empresário deve saber. Levando em conta empresas já em pleno funcionamento, encontraremos na maioria delas poucos controles financeiros efetivos. E será sobre esse assunto de fundamental importância que iremos tratar. O estoque é tão importante que todo empreendimento deveria designar um “ministro”. O ministro do estoque. É nesse setor que os empreendimentos começam a encontrar problemas crônicos. Estes se refletirão no financeiro: capital de giro, contas a pagar, investimentos e depois na vida pessoal dos sócios. Vejamos o porquê disso. Para que o estoque seja bem administrado é preciso que tenhamos a Curva ABC. Esta curva consiste em listar em ordem crescente ou decrescente (opção do gestor) os produtos que têm participações maiores, medianas e menores tanto em faturamento quanto em volume de vendas. Assim, nela encontraremos os produtos que respondem pelo maior volume de vendas e faturamento; estes não podem faltar. Com base nesses dados faremos as programações de compra e venda. Haverá sempre a necessidade de um estoque mínimo. Mas apenas o suficiente para a empresa suportar um possível atraso na entrega de seus fornecedores. Nada de comprar exageros. Alguns empreendedores acham que se o estoque estiver baixo isso é sinal de que o negócio vai indo mal. Não pega bem junto aos clientes. Ora, o estoque precisa de rígido controle, não necessariamente ser lotado até o teto. O que não pode acontecer é faltar aquele produto responsável pelo maior faturamento da empresa. A Curva ABC serve para dar esse norte para a empresa. É um belíssimo relatório financeiro. A compra de matérias primas ou produtos acabados em excesso traz diversos inconvenientes. Entre eles, o principal é o comprometimento do capital de giro. Afinal, estoque parado é dinheiro que não rende. E esse dinheiro “congelado” fará falta em algum outro momento. Com necessidades de caixa, o gestor buscará socorro junto a bancos, financeiras ou agiotas (isso é muito mau), descontando cheques ou duplicatas. Mas o pior de tudo é quando usa o limite de cheque especial e de cartão de crédito, tanto de pessoa física como de jurídica. Com a chegada do desespero, é muito comum o empreendedor tomar medidas precipitadas, impensadas. Essas poderão levar péssimas consequências ao prosseguimento do negócio. Outro ponto importante é a conciliação bancária, contas a pagar e a receber. Tendo um controle aperfeiçoado sobre o fluxo de caixa, a empresa saberá com antecedência quando haverá sobra ou falta de dinheiro. Com isso, sua programação financeira será realista. Nunca se esquecendo de usar o princípio da prudência: pagará tudo e não receberá nada. Assim, o empreendimento deve contar com um volume tal de recursos que possa suportar todas suas despesas fixas. Além das variáveis (afinal, houve vendas) e com fornecedores (houve compras). Mas se houver excesso no estoque... A melhor maneira de se financiar a custo baixíssimo é através de seus fornecedores de produtos (matéria prima, produtos acabados, maquinários etc). Não que as vendas a prazo não possuam juro embutido. Geralmente há. Entretanto, se houver diferença entre os valores à vista e a prazo, essa diferença será lançada como despesa financeira, e não como custo. Custos é uma arte. E como tal deve ser tratada. De nada adianta uma produção otimizada, a melhor força de vendas, logística impecável, recursos humanos bem treinados e motivados se o preço praticado estiver com sua formação errada. Poderá estar vendendo muito e tendo até mesmo prejuízo, como vendendo abaixo do que poderia justamente porque o preço está superavaliado. Com isso não consegue ganhar mercado. Perdendo faturamento e lucro. Que é o que um negócio deve gerar para seus sócios ou acionistas. Muitos empreendedores compram determinado produto e colocam, por exemplo, um mark up de 2,00, ou seja, acrescentam 100% sobre o preço de custo. Isso apenas na intuição. Quando o correto é fazer uma planilha de custos. Nela, serão colocados os custos fixos e variáveis acrescidos da margem de lucro desejada. Entre os valores em percentuais que devemos lançar nessa planilha estão as despesas administrativas, comerciais, custos de produção (indústria)/comercialização (comércio e serviços), os impostos sobre a venda (ICMS, PIS/COFINS) e, é claro, a margem de lucro. Podemos dizer que preço = custos + despesas + lucro. Assim, o preço alcançado será aquele que atende os objetivos da empresa. A partir daí, comparações com a concorrência poderão ser feitas. Após a elaboração dos custos haverá o controle sobre o lucro, que se destina a corrigi-lo quando o mesmo é insatisfatório. Ou seja, se a meta não for alcançada, correções de rumo precisarão ser efetuadas. Sejam elas nos custos, nas despesas ou no lançamento ou extinção de produtos/serviços. Por outro lado, se o lucro desejado for atingido, a empresa deverá se esforçar ainda mais para que no próximo exercício financeiro esse resultado positivo se repita. O controle deverá ser ainda mais rigoroso na administração financeira do empreendimento. Afinal, o novo ditado é “em time que está ganhando também se mexe”. As micro e pequenas empresas são 98% daquelas em atividades, empregando 67% da mão de obra, tendo participação de 20% do PIB. Segundo dados da pesquisa SEBRAE SP referente ao ano de 2004, 29% das empresas não chegam a concluir o primeiro ano, 42% não atingem o final do segundo ano, 53% encerram suas atividades antes do fim do terceiro ano, 56% não ultrapassam o quarto ano, percentual que se repete ao final do quinto ano. Essa mesma pesquisa detectou as principais causas da mortalidade das empresas abertas na JUCESP entre 1999 e 2003: * características empreendedoras (conhecimentos, habilidades e atitudes insuficientes); * falta de planejamento antes da abertura;* falta de políticas de apoio (peso dos impostos, burocracia, falta de crédito e de política de compras governamentais). * baixo crescimento da economia (demanda fraca e concorrência forte); * problemas de saúde, particulares, com sócios, de sucessão e a criminalidade prejudicam o negócio; e * deficiência na gestão do negócio, após a abertura (ex: aperfeiçoamento de produtos, fluxo de caixa, propaganda e divulgação, gestão de custos e busca de apoio/auxílio). Os números apresentados acima são assustadores. Por isso, não caia na mesma armadilha. Planeje bem seu negócio. Se precisar de ajuda, procure. Não seja orgulhoso. O sucesso será consequência de uma boa administração financeira. 5 conceitos de administração financeira para empreendedores A Administração Financeira, enquanto disciplina, trata da gestão das finanças de empresas e organizações, como o nome já explica. As finanças correspondem a qualquer recurso financeiro que circula dentro e através da empresa, e a sua gestão inclui, portanto, o controle e planejamento de cada recurso disponível, em acordo com as necessidades e prioridades da organização. O conceito de administração financeira empresarial, portanto, se torna prático enquanto ferramenta ou técnica utilizada justamente para controlar, de forma eficaz, todo o espectro das finanças da empresa: quer seja com relação a concessão de crédito para clientes, análise de investimentos, planejamento financeiro ou controle de estoque, a administração financeira pode impulsionar ou quebrar um negócio. O objetivo de uma boa gestão de finanças é justamente o desenvolvimento da empresa, estudando caminhos viáveis para conseguir recursos, evitando gastos desnecessários e pensando sempre na melhor maneira de conduzir os recursos. Por essa razão é que todos os aspectos de uma empresa estão sob a responsabilidade da administração financeira. A escassez de informações financeiras precisas, normalmente devido à falta de planejamento e organização, é responsável pela falência de muitas empresas iniciantes no Brasil. A importância da gestão financeira é, portanto, inegável. Ela oxigena todos os setores da organização com os recursos necessários ao seu bom funcionamento, e quanto melhor é feito e executado o planejamento financeiro, mais chances a empresa tem de crescer e se desenvolver. Administrar com equilíbrio as atividades de captação de recursos e as de aplicação deles é a chave. Aqui elencamos cinco conceitos essenciais de administração financeira, especialmente importantes para iniciantes: Controle de estoque - Poucas empresas entendem a importância de um estoque bem planejado, da perspectiva financeira. Muitos problemas em negócios começam nesse setor, quando é negligenciado. Utilizando a Curva ABC, que lista em ordem crescente ou decrescente os produtos dos quais se tem maior ou menor necessidade no que diz respeito ao faturamento e volume de vendas é possível planejar melhor em que investir. Com base nesses dados, é possível programar com precisão compras e vendas, evitando desperdícios e trabalhando com estoque mínimo, aquele que garante apenas o necessário para a empresa conseguir lidar com atraso em entrega dos fornecedores. Assim, o controle de estoque bem feito evita mercadoria parada e contribui para um fluxo de caixa mais dinâmico. Conciliação bancária - Esse conceito trata de contas a pagar e receber. Um controle bem feito sobre o fluxo de caixa antecipa os momentos em que haverá sobra ou falta de recursos. Saber disso facilita a vida do gestor financeiro, que pode elaborar um planejamento financeiro melhor informado. Definição de custos e preços - É essencial ao administrador financeiro que a definição de custos e preços seja baseada nos princípios da administração financeira. Não adianta ter todas as outras partes da empresa em ótimo funcionamento se o preço das mercadorias está super valorizado ou estabelecido com base numa formação errônea. As vendas podem até ter um volume bom, mas um preço abaixo do possível poderia gerar prejuízo; assim como um custo superavaliado pode causar queda de vendas e a consequente perda de mercado. O correto para uma boa precificação é montar uma planilha de custos, onde devem ser inseridos custos fixos e variáveis, com o acréscimo da margem de lucro desejada. Pode-se dizer que preço = custos + despesas + lucro. Dessa forma, o valor estabelecido será aquele que atende aos objetivos da empresa. A partir dele, podem ser feitas comparações com a concorrência. Controle sobre o lucro - Este procura corrigir o lucro, por assim dizer. Na prática, isso quer dizer adaptar o planejamento financeiro aos lucros obtidos. Por exemplo, se uma determinada meta não for alcançada é preciso fazer algum ajuste de rumo quanto aos investimentos, custos, despesas ou portfólio de mercadorias, por exemplo. Quando o lucro desejado é alcançado, a empresa precisa focar em repetir e expandir esse lucro, e a estratégia para isso deve ser inclusa no planejamento financeiro. Destinação do lucro líquido - Aqui é preciso relacionar áreas de investimento, financiamento e uso do lucro líquido da empresa. Por ser este lucro uma fonte de recursos da organização, é preciso determinar quanto dele deve ser retido. Decisões de financiamento e investimento cabem aqui. Para a administração financeira, é importante lembrar que, em relação a investimentos, há um retorno que deve ser alcançado. Usar lucros para financiar aplicações, portanto, só pode ser uma possibilidade quando a alternativa de investir promete retorno maior do que o que os proprietários conseguiriam se aplicassem os recursos eles mesmos. A chave está, portanto, na análise prévia dessas questões, que também deve ser feita em sintonia com as prioridades financeiras da empresa. Objetivos da administração financeira A Administração Financeira ou Finanças, como quase toda ciência, traz em seu escopo as mudanças do mundo contemporâneo. Suas técnicas, métodos quantitativos e estrutura conceitual vêm sendo ampliada, o que aumenta sua relevância para as organizações. Por outro lado, o administrador financeiro passou a ser mais exigido, o que ocasionou a necessidade de especialização e atualização perene. A Administração Financeira enquanto ciência pode ser subdividida em três grandes segmentos: Finanças Corporativas, Mercado Financeiro e Finanças Pessoais, conforme visualização abaixo: Finanças Corporativas, objeto desse artigo, estuda os processos e tomadas de decisão nas empresas. O segmento de Mercado Financeiro debruça-se sobre os comportamentos dos mercados, seus diferentes títulos e valores mobiliários negociados, bem como as instituições que atuam nesse segmento. Finanças Pessoais, por sua vez, estuda os financiamentos e investimentos da pessoa física e suas relações com o Mercado Financeiro. O administrador financeiro, diante da complexidade do mundo empresarial, precisa de uma visão holística da empresa e de seu relacionamento com o ambiente externo. Pois, o conhecimento de técnicas e métricas financeiras isoladas se mostra insuficiente, sendo necessária uma abertura para valores e informações estratégicas. O administrador financeiro moderno precisa de uma visão integral da organização para detectar oportunidades e ameaças, tanto internas, quanto externamente. Também é imprescindível a capacidade de analisar dados e informações e fazer inferências acerca dos comportamentos e ações futuros. Administrar é, em última análise, decidir. Todo administrador financeiro deve ser um especialista em tomar decisões acertadas. A continuidade (sobrevivência) de uma empresa é diretamente dependente da qualidade das decisões tomadas por seus administradores. Daí a importância de se combater o amadorismo na gestão financeira, contratando administradores financeiros profissionais, atualizados e especializados para melhorar a qualidade das decisões financeiras e garantir a continuidade da organização e geração de riqueza aos acionistas. O processo de tomada de decisão vem assumindo complexidadee risco cada vez maior no ambiente empresarial brasileiro. As elevadas taxas de juros, carga tributária, o reduzido volume de crédito de longo prazo, as variações inflacionárias, bem como intervenções estatais na economia, alterando as regras de mercado, exigem capacidade analítica e crítica dos administradores financeiros. Responsabilidades da Administração Financeira A administração Financeira é uma ciência que objetiva, basicamente, determinar o mais eficiente processo empresarial de captação de recursos e alocação de capital. Nesse contexto, é necessário levar em conta a problemática da escassez de recursos e a realidade operacional e prática das organizações. Entretanto, não basta apenas captar e alocar capital, é necessário administrar os recursos para gerar resultados financeiros e econômicos, o que garante a continuidade da empresa e cria valor aos seus acionistas (proprietários). A criação de valor é o objetivo máximo da Administração Financeira. O conceito de criar valor é focado no acionista (proprietário). O objetivo é fazer com que o ganho dos investimentos (toda empresa é um investimento) seja superior ao seu custo de financiamento. Em outros termos, a criação de valor ocorre quando o retorno de seus ativos é maior que o custo total de seus passivos e patrimônio líquido. Entretanto, um ganho de investimento superior ao custo de financiamento, por si só, não indica criação de valor. A real criação de valor só ocorre quando os ganhos superam o custo de financiamento e o custo de oportunidade (em termos de oportunidade de investimento renunciada). Criar valor é uma responsabilidade do administrador financeiro que vêm sendo cada vez mais exigida diante do mercado globalizado e da concorrência acirrada. A criação de valor exige atenção e cuidado redobrado na interpretação e uso de modelos matemáticos de avaliação financeira. Em verdade, o administrador financeiro deve ser um especialista em Finanças e Controladoria, pois as decisões financeiras que envolvem o levantamento e aplicação de recursos requerem, atualmente, elevado conhecimento e especialização, além de uma visão holística, estratégica e sinérgica com relação ao futuro da empresa. Diante da crescente complexidade do mercado empresarial, o administrador financeiro não deve ficar restrito apenas ao departamento financeiro. As decisões financeiras devem levar em consideração a empresa como um todo. Em outros termos, todas as atividades empresariais devem ser avaliadas em termos econômicos e financeiros, pois o resultado econômico e financeiro de uma empresa é consequência de todas as decisões e ações empresariais. Em suma, a Administração Financeira deve apresentar uma postura questionadora do comportamento do mercado em geral e da empresa para possibilitar a tomada de decisão empresarial correta. Essa postura facilita o incremento de bases lógicas e completas dos fenômenos financeiros, o que amplia sua esfera de atuação e importância. Funções Financeiras A Administração Financeira, no ambiente empresarial, volta-se essencialmente para as seguintes funções: 1) Planejamento Financeiro: evidenciar a necessidade de crescimento da organização; identificar problemas e desafios futuros; selecionar ativos rentáveis e condizentes com a empresa; estabelecer rentabilidade mínima dos ativos; 2) Controle Financeiro ou Controladoria: acompanhar e avaliar o desempenho financeiro da empresa; analisar desvios dos indicadores financeiros (há pelo menos 200 deles), comparando o previsto com o realizado; definir medidas corretivas básicas; implementar medidas corretivas; verificar eficácia; 3) Administração de Ativos: estabelecer a melhor estrutura em termos de risco e retorno dos ativos; acompanhar defasagens entre entradas e saídas (fluxo de caixa, gestão do capital de giro); 4) Administração de Passivos: gerencia estrutura de capital (financiamentos) da organização; garantir a estrutura de capital mais eficaz em termos de liquidez, risco financeiro e redução de custos. De maneira simplificada, independentemente da natureza da atividade operacional praticada, a organização é tomadora de duas grandes decisões: decisão de investimento, ou seja, aplicação de recursos; e decisão de financiamento, ou seja, captação de recursos. A decisão de dividendos engloba a alocação do resultado liquido da empresa, normalmente inclusa na área de financiamento, pois representa uma alternativa para financiar suas atividades. Dividendo envolve distribuir parte do lucro aos acionistas ou manter esses recursos retidos, com o objetivo de lastrear seus negócios, considerando sempre o custo de oportunidade. Para uma empresa, a tomada de decisão financeira é um processo contínuo e inevitável. Das três decisões (de investimento, de financiamento e de dividendos), a decisão de investimento é considerada a mais importante, pois envolve a identificação, avaliação e seleção da melhor opção de alocação de recursos capaz de auferir o maior resultado econômico futuro. A decisão acertada não é aquela que gera um resultado econômico futuro, mas a que gera o maior resultado econômico futuro possível. Entretanto, a decisão de investimento sempre envolve um risco, pois há um grau variável de incerteza com relação à realização futura de lucros, o que demanda estudos probabilísticos e estatísticos para a avaliação da relação risco-retorno. Criar valor é o objetivo último da decisão de investimento. A criação de valor ocorre quando o retorno do investimento excede a taxa de retorno exigida pelos credores e acionistas, ou seja, o custo de capital. A decisão de investimento deve levar em consideração o planejamento estratégico (plano futuro para a condução da empresa), em busca da manutenção da continuidade e viabilidade do negócio. Outro importante elemento a ser levado em consideração é a taxa de retorno exigida pelos proprietários (o quantum o empresário quer ter de lucro). A Administração e, por conseguinte, a Administração Financeira, é uma ciência voltada para objetivos. Não se trata de administrar por administrar, mas sim administrar por uma meta, por um objetivo. Os objetivos devem ser mensurados e enquadrados numa dimensão temporal, isto é, devemos saber o quanto a empresa pretende obter de lucro e em quanto tempo ela pretende realizar esse objetivo. A decisão de financiamento, por sua vez, objetiva o menor custo de capital possível. Esse custo de capital reduzido é obtido quando escolhemos as melhores fontes de financiamento e estabelecemos a melhor proporção entre capital de terceiros e capital próprio. Fazemos isso por meio de modelos matemáticos (ponto de equilíbrio, alavancagem, etc.). A decisão de financiamento busca preservar a capacidade de pagamento (viabilidade financeira) e a capacidade de auferir ganhos superiores aos seus custos (viabilidade econômica). Em outras palavras, as decisões de financiamento devem adequar o passivo aos parâmetros de rentabilidade e liquidez da aplicação desses recursos. Riscos inerentes às decisões financeiras As decisões financeiras devem considerar o risco econômico com base no lucro operacional (resultado gerado pelos ativos antes das despesas financeiras), e o risco financeiro, isto é, o custo de captação de capital de terceiros e o custo do capital próprio. O resultado operacional é consequência exclusiva dos ativos da empresa, ou seja, é o retorno oriundo das decisões de investimento. Com base nele, avaliamos o grau de atratividade econômica do empreendimento e suas condições de continuidade. O resultado operacional evidencia o resultado do empreendimento, ou seja, da atividade principal da organização. Como é calculado antes da dedução das despesas financeiras, seu valor não é influenciado pela forma como os ativos são financiados. A viabilidade de um empreendimento pode ser: a) Econômica: relação retorno / custo total dos recursos aplicados. A viabilidade econômica ocorre quando o lucro operacional é maior que o custo total de capital da empresa. b) Financeira: sincronia entre capacidade de geraçãode caixa e o fluxo de desembolsos. Quando a sincronia é perdida, surge o desequilíbrio financeiro resultante de decisões de investimento incompatíveis com as decisões de financiamento. De maneira similar à viabilidade, os riscos das decisões financeiras também podem ser econômicos e financeiros: a) Risco econômico: refere-se diretamente a atividade operacional da organização e seu mercado. Independe da forma como a empresa é financiada e envolve sazonalidade, tecnologia, alterações na demanda, variações macroeconômicas, etc. b) Risco financeiro: refere-se diretamente as decisões de financiamento, e envolve liquidez e solvência. Empresas com baixo endividamento apresentam reduzidos riscos de financiamento. Entretanto, algum grau de endividamento é necessário, pois permite alavancar os resultados. O risco total da organização e de seu valor de mercado envolve o desempenho dos riscos financeiros e econômicos. Esses riscos não são independentes, uma vez que uma decisão pode afetar a outra. De forma pragmática, pode se dizer que objetivo da Administração Financeira é estabelecer o equilíbrio na relação risco-retorno de suas decisões que possibilite máxima rentabilidade a um nível de risco com o fito de maximizar o valor de mercado da empresa. O objetivo da empresa no contexto da Administração Financeira O processo de tomada de decisão financeira deve começar pela definição, por parte da empresa, do objetivo a ser perseguido, de forma que o processo de decisão seja totalmente orientado para a escolha do melhor curso de ação que permita a consecução dos objetivos pretendidos. O objetivo permite, ainda, avaliar o grau de eficácia das decisões tomadas em relação aos resultados obtidos. Atkinson (2011) classifica os objetivos empresariais em primários e secundários: a) Objetivos primários: Nas empresas privadas é o lucro e a riqueza de seus proprietários. Nas organizações sem fins lucrativos e governo, são objetivos multidimensionais geradores de bem estar social. b) Objetivos secundários: São os meios que levam ao atingimento dos objetivos primários. Qualidade, satisfação do cliente, inovação, qualificação de funcionários, posição competitiva no mercado, produtividade, eficiência, qualidade da administração, competitividade no mundo globalizado, responsabilidade pública e social da empresa, responsabilidade ambiental, etc. Os objetivos secundários nada mais são que meios para se atingir os objetivos primários. O ponto de partida, portanto, é o retorno exigido pelos proprietários da empresa. Num sistema de livre empresa em uma economia de mercado, o empresário deve buscar maximizar sua riqueza, pois ao fazê-lo ele possibilita a realização dos objetivos da sociedade como um todo. Desta forma, o propósito de maximização da riqueza (bem estar econômico) dos proprietários é totalmente coerente com o objetivo da Administração Financeira: criar valor. Medição do objetivo da Administração Financeira A Administração Financeira, com o objetivo de maximizar a riqueza dos proprietários da empresa, deve dedicar-se a avaliação da empresa e das decisões financeiras em termos de seu impacto na criação de valor. O propósito de criar valor pode ser desmembrado em subobjetivos: I. Maximizar o lucro: O lucro é uma boa medida de eficácia organizacional. Entretanto, está sujeito a diversas restrições e questionamentos. O lucro é determinado por princípios contábeis amplamente aceitos, não evidenciam a capacidade de pagamento da organização, pois se baseia no regime de competência, e não no de caixa. Outra crítica é que o lucro contábil não mensura o risco inerente à atividade empresarial, pois as projeções não levam em consideração o risco de variações nos fluxos de rendimento. O lucro, portanto, é uma (e não a única) das medidas de desempenho das empresas. II. Maximizar o valor de mercado da empresa: O valor de mercado é considerado um dos melhores critérios para a tomada de decisões financeiras. De fato, os benefícios operacionais podem ser expressos em termos de fluxo de caixa, que devem ser descontados a valor presente mediante uma taxa mínima de atratividade. Essa taxa deve refletir a remuneração mínima aceitável para os acionistas diante do risco assumido. Duas variáveis são determinantes para o cálculo do valor de mercado da empresa: o retorno de caixa esperado e a taxa de oportunidade envolvida. O que importa aqui é a capacidade de gerar resultado futuro, e não o histórico de resultado acumulado. Portanto, o objetivo é promover a maximização do valor de mercado da ação da empresa. III. Maximizar a riqueza e garantir a continuidade do empreendimento: A elevação da riqueza do acionista é conseguida mediante incremento no valor econômico da ação da empresa, o que constitui o objetivo principal das empresas. Esse processo envolve a detecção de oportunidades, e a implementação de avanços na gestão, tecnologia e inovação. O objetivo de geração de riqueza (objetivo primário) não deve ser visto de forma isolada, mas sim como consequência da consecução dos objetivos secundários. Modernamente, as empresas devem incorporar objetivos ambientais e sociais, visando atender aos anseios da sociedade, o que possibilita a sustentabilidade empresarial. A sustentabilidade é alcançada quando a empresa busca atender ao conjunto dos seusstakeholders (partes interessadas) com transparência e ética. Desta forma, a sustentabilidade e a maximização da riqueza contribuem para preservar os recursos ambientais e culturais e reduzir a desigualdade social. Conclusões A Administração Financeira, ao buscar maximizar a riqueza econômica dos acionistas, é perfeitamente coerente com os objetivos das empresas. Uma empresa deve ser lucrativa o suficiente para remunerar adequadamente o capital investido. Ao fazê-lo, a organização garante sua continuidade, eleva suas expectativas de crescimento, gera empregos e trabalhos sociais. Não há, portanto, qualquer conflito entre o objetivo da empresa e os objetivos da sociedade. O empresário, em busca do bem estar econômico, contribui para a elevação do número de participantes no mercado, elevação do PIB (soma de tudo o que é produzido no país), aumento na arrecadação tributária, nível de emprego, melhoria de indicadores macroeconômicos e etc. Outra vantagem da busca contínua pela maximização da riqueza é o incremento na eficiência das empresas. Em outros termos, para gerar riqueza é necessário racionalizar custos, melhorar a qualidade dos produtos e serviços, o que beneficia significativamente os consumidores. NOME: LUIZ HENRIQUE MOREIRA RA:B959568 CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NP2 ASSIS 2018 Administração Financeira – A importância para as empresas A administração financeira deve ocupar uma condição de destaque e prioridade nas empresas. Assim como as empresas podem caminhar mais intensamente para o sucesso com uma boa administração financeira, a ausência e má execução dessa atividade pode representar a decadência de um negócio. Essencialmente falando, trata-se de uma atividade que lida com a administração das finanças de uma empresa ou organização, visando planejá-las, controlá-las e utilizá-las para obter o melhor resultado possível para o negócio. A administração financeira empresarial está diretamente relacionada, portanto, à maneira como uma empresa lida com suas finanças e os resultados e benefícios que consegue obter através do seu manuseio. Vamos nesse artigo explorar algumas questões sobre a importância e ação dessa disciplina dentro das empresas. Dentro dessa mesma temática, você pode aprofundar o seu conhecimento através dos artigos do blog da Intelliplan Consultoria Empresarial: Como administrar uma pequena empresa – Passos fundamentais Por que uma pequena empresa deve investir em um sistema de gestão financeira Separando as finanças pessoais e empresariais A importância da administração financeira Há alguns preceitos básicos que todas as pessoas e empresas conhecem:Não se deve gastar mais do que as próprias receitas; Não ter as informações corretas pode levar a tomada de decisões precitadas e errôneas; É preciso investir para crescer, mas investir corretamente; Entre outros. Podemos, por um lado, afirmar que essas são questões básicas de uma boa gestão financeira, seja pessoal ou empresarial. Ainda assim, por outro lado, muitas são as pessoas e empresas que descuidam dessas atividades, que são o coração da administração financeira. É por isso que uma boa gestão financeira está relacionada não somente às situações presentes, mas também e principalmente à situação futura da empresa. É papel dos administradores financeiros, em primeiro lugar, ter conhecimento – isto é, possuir o registro – de toda movimentação financeira da empresa; então, com essas informações, tomar as melhores decisões, ou fornecer relatórios para que outros decidam, que favoreçam o crescimento da empresa. O princípio de tudo está, portanto, no registro de todas as informações financeiras e atualização desses dados. Sem isso não será possível uma boa administração. Sua empresa tem cumprido bem essa etapa? O que pode ser melhorado? Essas informações registradas permitirão, além da tomada de decisões, acompanhar o desempenho da empresa através de indicadores. Ainda que os indicadores financeiros não sejam os únicos que demonstrem se uma empresa está alcançando os seus objetivos, eles têm um grande peso nessa análise. Para entender melhor esse assunto, confira esses 2 artigos: A importância de medir o desempenho da empresa Desempenho organizacional: como melhorar com consultoria empresarial Outro fator que torna fundamental a boa administração financeira diz respeito à estratégia empresarial. Toda empresa necessita de uma estratégia para crescer e se desenvolver; mas como seria possível desenvolver uma estratégia consistente e realista sem dados confiáveis sobre a situação financeira da empresa? Cabe ainda aos administradores financeiros a tomada de decisões que podem direcionar o negócio para o sucesso. Os três tipos principais de decisões financeiras são: Destinação do lucro líquido; Investimentos; Financiamento. Assim, considerando que em toda a empresa há movimentação financeira (é possível identificar tais movimentações no departamento de compras, recursos humanos, produção, logística, e em tantos outros), é também essencial que o gestor financeiro esteja integrado com todas as empresas e seja alimentado das informações relevantes. A realidade em micro e pequenas empresas Quando tratamos de micro e pequenas empresas, é sabido que a realidade por elas vivida não permite, na maioria dos casos, ter um administrador destinado apenas às finanças. Além disso, são poucas aquelas empresas onde se pode encontrar sócios ou funcionários especialistas em finanças. Justamente pela falta de conhecimento e experiência, e por um foco grande na área produtiva e comercial, muitas empresas desses portes acabam por não cuidar devidamente da gestão financeira, o que traz malefícios com o decorrer do tempo, e até mesmo impede o crescimento tão desejado. Nessas empresas pode ser um divisor de águas, permitindo impulsionar o seu crescimento, contar com um auxílio externo para regularizar e aperfeiçoar a administração financeira. Uma das opções é a contratação de uma consultoria empresarial especialista em micro e pequenas empresas. Ferramentas para administração financeira Obviamente, todo esse trabalho pode ser melhor realizado com as ferramentas corretas e atuais. Infelizmente, ainda há um grande número de empresas resistentes à adoção de sistemas e ferramentas que auxiliam na administração. Há ainda aquelas que, apesar já possuírem alguma planilha ou sistema, pouco exploram das funcionalidades disponíveis, e se restringem mais às funções operacionais (como registrar as entradas e saídas). Além das já consagradas planilhas eletrônicas que auxiliam na gestão financeira, há sistemas e softwares acessíveis para empresas de todos os portes. Para as empresas que preferem as planilhas eletrônicas, é possível encontrar modelos gratuitos disponíveis na internet dos mais variados tipos: Fluxo de caixa; Movimentação financeira; Controle de inadimplência; Planejamento financeiro; Custos de funcionários; Contas a pagar e a receber; Entre outras. Já as empresas que desejam uma solução mais completa e robusta, que além de ajudar no controle das informações ofereça relatórios e ferramentas para a tomada de decisões estratégicas, é um bom caminho a contratação de um software de gestão financeira (ou mesmo um ERP – Enterprise Resources Planning). Nós tratamos sobre esse assunto aqui no blog da Intelliplan Consultoria Empresarial no artigo Por que uma pequena empresa deve investir em um sistema de gestão financeira. Aproveite para ler. Planejamento financeiro Uma das atividades mais importantes quando se fala em administração de finanças é o planejamento financeiro. Fundamental para toda empresa, é esse planejamento que deve guiar as ações da empresa e ajudar no controle da movimentação financeira. Para ajudar as empresas no desenvolvimento desse planejamento, a Intelliplan disponibiliza a Planilha de Planejamento Financeiro Anual. O download é gratuito e ela oferece um bom caminho para preparar o futuro da empresa. Como uma consultoria empresarial pode ajudar Reconhecendo a importância de uma boa administração financeira, como fazer quando uma empresa não possui as competências para realizá-la? É sempre válido que os profissionais destinados a essa atividade busquem o aperfeiçoamento profissional através de cursos e treinamentos (além da experiência prática). Porém, é também válido contar com o auxílio de uma consultoria empresarial para ajudar a organizar as finanças, traçar um bom planejamento e auxiliar no alcance dos objetivos organizacionais. O Administrador Financeiro A administração financeira serve para manusear da melhor forma os recursos financeiros com o objetivo de otimizar o máximo possível o valor agregado dos produtos e serviços da empresa a fim de se ter uma posição competitiva mediante um mercado competitivo, garantindo o retorno positivo a tudo o que foi investido, crescimento financeiro e satisfação aos investidores. Mas quem é o administrador financeiro? Quais são as principais características? Segundo Chiavenato (2003, p. 03), “existem três tipos de habilidades importantes para o desempenho administrativo bem-sucedido: as habilidades técnicas, humanas e conceituais”. Tais habilidades podem ser vistas na figura abaixo, separadas por níveis organizacionais. De acordo com Chiavenato (2003), as habilidades técnicas envolvem o uso de conhecimento especializado (conhecimento de contabilidade, programação de computador, engenharia, etc.). As habilidades humanas estão relacionadas com o trabalho com pessoas e referem-se à facilidade de relacionamento interpessoal e grupal. Já as habilidades conceituais, envolvem a visão da organização ou da unidade organizacional como um todo bem como a facilidade em trabalhar com ideias e conceitos, teorias e abstrações. A combinação destas habilidades torna-se importante para o administrador. Contudo, tais habilidades requerem certas competências pessoais para serem colocadas em ação com êxito e constituem o maior patrimônio pessoal do administrador. Então, para administrar com eficiência e eficácia, há a necessidade de se ter habilidades (conceituais humanas e técnicas). Mas, como vimos anteriormente, isso também não é suficiente, pois precisamos ter competências para colocar tais habilidades em prática. Mas quais são as competências necessárias ao administrador ou gerente? Segundo Chiavenato (2003, p. 04), “o administrador - para ser bem-sucedido profissionalmente, precisa desenvolver três competências duráveis: o conhecimento, a perspectiva e a atitude”. A figura abaixo faz uma representação clara de como ser um administrador bem-sucedido. Mas, qual dessas três competências é a maisimportante? Para Chiavenato (2003), não há dúvidas de que a atitude é a mais importante competência para o Administrador. Sabem por quê? Porque não basta ter conhecimento, ter perspectiva se não souber fazer com que as coisas aconteçam. Deve-se partir do princípio de que o administrador é o agente de mudanças na organização, portanto, é preciso que desenvolva certas características pessoais que o tornem um verdadeiro líder na organização. A seguir há, resumidamente, aspectos ou atividades típicas da área financeira: Contabilidade geral. Auditoria interna. Contabilidade fiscal. Orçamentação e custos de produtos já fabricados. Análise dos resultados contábeis. Plano de contas e normas contábeis. Planejamento e controle orçamentário. Planejamento fiscal e tributário. Demonstrativos financeiros e contábeis. Estudo das margens dos produtos e serviços. Aplicações financeiras. Descontos de duplicatas de clientes. Operações de financiamento bancário. Programação financeira. Relacionamento geral com bancos. Seguros. Controle de contas a pagar e a receber. Faturamento, crédito e cobrança. Aprovação de créditos aos clientes. Reconciliação bancária. Estudo da situação econômica e financeira da empresa e do país. REFERÊNCIAS https://meusucesso.com/artigos/financas/5-conceitos-de-administracao-financeira-para-empreendedores-153/ http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/conceitos-basicos-de-administracao-financeira/38478/ http://www.coachfinanceiro.com/portal/o-que-e-administracao-financeira/ http://www.intelliplan.com.br/administracao-financeira https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/administracao/o-administrador-financeiro/11863 http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/objetivos-da-administracao-financeira/69169/