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CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DAVID ALEX CARDOSO SILVA
JEOVANA DE CASTRO COUTO
JÉSSICA MAIARA PIMENTA SILVA
MILTON MANOEL DA SILVA JUNIOR
FUNDAÇÕES EM ROCHA
Guanambi-BA
2018
DAVID ALEX CARDOSO SILVA
JEOVANA DE CASTRO COUTO
JÉSSICA MAIARA PIMENTA SILVA
MILTON MANOEL DA SILVA JUNIOR
FUNDAÇÕES EM ROCHA
Projeto de Pesquisa ao curso de Engenharia Civil da Faculdade Guanambi com requisito de avaliação da disciplina Fundações.
Orientador: Humberto Laranjeira de Souza Filho
Guanambi-BA
2018
RESUMO
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
	Fundação é uma componente de uma estrutura que, transfere ao terreno pressuposto a carga ofertada na obra. A fundação, portanto, deverá ter resistência suficiente para sustentar as tensões causadas pelos esforços solicitados na construção. Para que não tenha deformações e rupturas é necessário um solo que apresente resistências e rigidez (CARVALHO, 2013). 
	Para a concretização de uma fundação em excelência é importante que tenha um exame para avaliar a compressão do solo. A sondagem verifica o solo, a espessura das camadas; qual extensão da camada mais resistente para receber as cargas; a profundidade e o qual será o tipo de fundação. O solo é divido em: solo rochoso, arenoso e argiloso (MELLO, 2018).
Em uma fundação sobre rocha, deve-se considerar a continuidade, influência da atitude da rocha devido à estabilidade e a inclinação da rocha, para então fazer a fixação da pressão admissível da fundação. É aceitável o assentamento da fundação sobre uma rocha de superfície inclinada quando haja preparação desta superfície, onde evitará o deslizamento da fundação. Posteriormente às avaliações e preparações, faz-se necessário o preenchimento de concreto, esse deverá possuir resistência conciliável à pressão de trabalho da sapata, para a obtenção de uma superfície plana horizontal (ABNT, 1994).
A pressão admissível da rocha pode ser obtida através de normas e códigos de construção, métodos empíricos, métodos racionais com base na capacidade de carga ou prova de carga em escala real. O método mais indicado é a prova de carga em escala real. Os valores de pressão concedidos pelas normas e códigos de construção são conservadores. A NBR 6122/1996 é um exemplo de norma que fornece as pressões básicas de acordo com o tipo de solo (GUSMÃO FILHO, 2003).
Para que se obtenha fundações em rocha sem problemas de recalque ou capacidade carga, as mesmas não devem ser apoiadas em rochas intemperizadas. Este tipo de fundação de apresentar baixa compressibilidade e resistência elevada (GUSMÃO FILHO, 2003).
2. DESENVOLVIMENTO
TIPOS DE FUNDAÇÕES EM ROCHA
A capacidade de carga e rigidez características dos maciços rochosos são, geralmente, superiores às apresentadas pelos solos. No entanto, as cargas transmitidas por obras de grande porte podem exceder a resistência dos maciços. Sendo assim, é necessário que os mesmos apresentem níveis de segurança não só de imediato, mas também em longo prazo (SILVA, 2013).
As condições geotécnicas do local a ser construído e os esforços que serão solicitados pela estrutura vão determinar o tipo de fundação adequado. As fundações em rocha podem ser superficiais, compostas por sapatas, ou constituídas por estacas embutidas em rocha (SILVA, 2013).
O modelo de fundações deve ser definido a partir da quantidade de conhecimentos geológicos e geotécnicos, para então, determinar um modelo de fundação, adequando todo tipo de descontinuidades para definir as características das possíveis rupturas. A observação das situações em que a rocha de fundação se encontra, deve proteger a qualidade da rocha e a eficiência estrutural. A situação pode ser classificada das informações obtidas nos ensaios in situ, indícios de sondagem, averiguação visual e dados de instrumentação estabelecida (KAPLAN, 2010).
2.2 ESTACAS EM ROCHA
Com o passar dos anos, incontáveis tipos de estacas foram aperfeiçoados, sendo que novos modelos estão cada vez mais sendo introduzidas no mercado, levando em conta melhor produtividade e aplicação nos serviços, com segurança e ótimo desempenho. Pesquisas mais relevante sobre o comportamento de estacas no Brasil concentram-se, normalmente, em solos residuais e sedimentares (ALLEDI; POLIDO; ALBUQUERQUE, 2006).
Em obras que permitem a aplicação de estacas embutidas em rocha, dificilmente são conhecidos o contato concreto-rocha e a capacidade de carga do material. A dificuldade na obtenção desses dados se dá por fatores específicos, valores a serem adotados para adesão concreto-rocha e grau de embutimento. Para amenizar essa deficiência são realizados ensaios de carregamento dinâmico e utilizados métodos como o Método de Poulos e Davis e Método de Cabral e Antunes (CAPUTO; CAPUTO, 2015). 
O procedimento utilizado em uma estaca tipo raiz é estabelecido por quatro tipos; perfuração, instalação da armadura, preenchimento com argamassa e remoção do revestimento (MOURA; MACHADO, 2005). Esse tipo de estaca se estabelece pelo atrito lateral devidamente com o maciço (solo ou rocha) por meio da utilização de carga, pela agilidade dos equipamentos empregados que normalmente acessam locais com áreas confinadas, atingindo grandes profundidades (SILVA, 2013).
A estaca raiz normalmente é concretada “in loco”, variando o diâmetro entre 80 a 410 mm e com tensões elevadas ao longo de todo o fuste, formado de argamassa e cimento, e é totalmente armado em toda sua dimensão. O principal papel das estacas raiz é ligar diretamente ao reforço de antigas fundações, o que geralmente os equipamentos não conseguiriam acessar devido ao seu grande porte. Os equipamentos movidos à eletricidade e de pequeno porte ajudava consideravelmente o acesso a locais restritos (MOURA; MACHADO, 2005).
 PRINCÍPIOS DOS MÉTODOS EMPREGADOS
A verificação e execução de projetos de fundações constituem basicamente em sondagens de simples análise com cravação de amostrador SPT. Quando se trata de fundações em rocha, é recomendável que sejam feitas verificações tanto em campo quando laboratorial com mais detalhes, para tentar minimizar os erros (SILVA, 2013).
2.2.1 Sísmica de Refração
Segundo Silva (2013), a utilização de refração sísmica é fundamentada no principio de gerar ondas sísmicas baseadas em uma fonte de energia (explosivos, marreta ou queda de peso), sendo registrado os sinais com diversos sensores (geofones) que são colocados no terreno em forma de linha. As ondas compressionais deslocam nas rochas disseminando ondas sonoras (Figura 1).
Figura 1 - Método de refração sísmica
Fonte: ResearchGate, 2018.
PATOLOGIAS NAS FUNDAÇÕES
Uma fundação é consequência dos efeitos de transmissão de cargas levadas ao solo em relação à construção de uma determinada estrutura. Esse tipo de comportamento em um longo período pode gerar diversos fatores, levando em consideração o conhecimento do solo, transmitindo o método construtivo e de acontecimentos pós-implantados, contendo uma provável degradação (CONSOLI; MILITITSKY; SCHNAID, 2015).
Segundo os mesmos, levando em conta os inconvenientes provocados pelo surgimento de patologias ou mau comportamento das fundações, deixa claro o interesse em evitar ao máximo esse tipo de situação nas diversas etapas de fase de uma fundação.
A definição dos problemas nas fundações é precisamente complicada, uma vez que ocorram em diversos processos, desde a prospecção, a fase de geração das fundações ou sua aplicação no campo, levando em consideração sua origem que normalmente envolve uma possível degradação dos materiais utilizados na fundação (CARVALHO, 2010).
Recalques Admissíveis
O recalque admissível é de grande importância em duas formas: na etapa que consiste a “análise e projeto de fundações”, onde consiste o cálculo e estimativa do recalque ocorrido nas fundações, onde se analisaa melhor decisão a ser tomada sobre os resultados obtidos, com um determinado comportamento esperado da estrutura. A outra etapa consiste quando acontece um controle de recalques, essa fase ocorre durante a construção da fundação ou existindo dúvidas relacionadas a resultados adversos (CONSOLI; MILITITSKY; SCHNAID, 2015).
Investigação com Falhas
As investigações com falhas ocorrem geralmente durante a execução das fundações, devido à distinção entre os resultados atingidos no processo de sondagem e a prática quando levado a consideração durante o processo de execução; os problemas mais pertinentes são as diferenças de comprimentos das estacas de projeto, o aparecimento de rochas em oposição, presença ou não de água no subsolo, espessuras de camadas que não consta nos estudos de sondagens, etc. Esses problemas podem ser evitados, contratando empresas ou profissionais da área especializadas com conhecimento na área, levando em conta que todos os trabalhos devam ser fiscalizados pelo contratante (CARVALHO, 2010).
3. CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6122 - Projeto e execução de fundações. Rio de Janeiro, 1996.
ALLEDI, Carla Therezinha Dalvi Borjaille; POLIDO, Uberescilas Fernandes; ALBUQUERQUE, Paulo José Rocha De. Provas de Carga em Estacas Hélice Contínua Monitoradas em Solos Sedimentares. Provas de Carga em Estacas Hélice Contínua Monitoradas em Solos Sedimentares, Campinas - SP, p. 1-1, out. 2006.
CAPUTO, A. N.; CAPUTO, H, P. Mecânica dos Solos e suas aplicações: Mecânica das Rochas, Fundações e Obras de terra. 7 ed. v.2. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
CARVALHO, Décio Manuel De Carvalho De. Dissertação apresentada à Universidade da Madeira para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do Grau de Mestre em Engenharia Civil. PATOLOGIAS DAS FUNDAÇÕES: FUNDAÇÕES EM DEPÓSITOS DE VERTENTE NA CIDADE DE MACHICO, Funchal, jun. 2010.
GUSMÃO FILHO, J. A. Fundações de Pontes Hidráulica e Geotécnica. Recife: Universitária – UFPE, 2003.
KAPLAN, Eduardo. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL. PEQUENAS BARRAGENS PARA O ABASTECIMENTO DE ÁGUA DO MUNICÍPIO DE CAXIAS DO SUL/RS: AVALIAÇÃO E PROPOSIÇÃO DE MÉTODOS DE RECUPERAÇÃO E CONSERVAÇÃO, Porto alegre, p. 1-34, jun. 2010. Disponível em: <https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/26030/000755006.pdf?sequence=1&isAllowed=y>. Acesso em: 02 out. 2018.
MILITITSKY, JARbas; CONSOLI, Nilo Cesar; SCHNAID, Fernando. Patologia das fundações: Fundações: Patologias. 2 ed. [S.L.]: Oficina de Textos, 2015.
MELLO, T. Fundações – Campo Grande, MS, 2018. 71p.
MOURA, Alfran Sampaio; MACHADO, Pedro Pimentel; COELHO, Tiago Brasileiro. Estaca Raiz. Revista Tecnologia, Fortaleza-CE, v. 26, n. 2, p. 155-162, dez. 2005. Disponível em: <periodicos.unifor.br/tec/article/download/99/4426>. Acesso em: 01 out. 2018.
SILVA, M. D. Caracterização geotécnica do maciço rochoso e fundações em estacas embutidas em rocha. Recife: O Autor, 2013. 169f. Disponível em: <https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/12309/1/DISSERTA%C3%87%C3%83O%20Marilia%20Dantas%20da%20Silva.pdf>. Acesso em: 23 set. 2018.
RESEARCHGATE. Propagação da onda paralela à superfície de separação dos meios. Disponível em: <https://www.researchgate.net/figure/figura-2-propagacao-da-onda-paralela-a-superficie-de-separacao-dos-meios-fonte-neogeo_fig1_309227101>. Acesso em: 02 out. 2018.

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