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15/03/17 
1 
PUERPÉRIO 
Leila Beuttenmüller 
PUERPÉRIO 
n  É assim que o PAI vai 
ficar... 
Conceito 
n  Período que equivale após a expulsão do feto, da 
placenta e anexos, prolongando-se por 6 a 8 
semanas 
n  Termina quando todos os órgãos da reprodução 
tenham retornado ao normal não-gravídico. 
Divisão 
n  O puerpério é definido como o período do 
ciclo gravídico-puerperal em que as 
modificações provocadas pela gravidez e 
parto no organismo da mulher retornam ao 
seu estado pré- gravídico, tendo seu início 
após o parto com a expulsão da placenta e 
término imprevisto, na medida em que se 
relaciona com o processo de amamentação 
(Gonçalves AC. A puérpera e o recém nascido em alojamento conjunto. In: Oliveira DL, organizadora. Enfermagem na gravidez, 
parto e puerpério: notas de aula. Porto Alegre: Ed. da UFRGS; 2005. p. 367-86 ). 
Divisão 
n Pós-parto imediato: 2 primeiras 
horas 
n Pós-parto mediato: da 2ª. hora ao 
10º dia 
n Pós-parto tardio: do 11º ao 45º dia 
n Pós-parto remoto: além do 45º dia 
(alguns citam 42º dia) 
Após o parto, a mulher passa por grande estresse fisiológico e psicológico. 
Nesse período de alterações físicas, o puerpério pode ser classificado em 4 
fases distintas: 
 a) imediato (primeiras 24 horas pós-parto), mediato (das 24 às 72 horas 
pós-parto), tardio (de 72 horas até 11 dias pós-parto) e remoto (após 12 
dias em diante). 
 b) imediato (primeiras 2 horas pós-parto), mediato (da 2ª hora até o 10º 
dia pós-parto), tardio (do 11º até o 42º dia pós-parto) e remoto (do 42º 
dia em diante). 
 c) imediato (primeiras 3 horas pós-parto), mediato (de 3 horas até 7 dias 
pós-parto), tardio (de 7 dias pós-parto até o 30º dia pós-parto) e remoto 
(após 30 dias em diante). 
 d) imediato (primeiras 2 horas pós-parto), mediato (da 2ª hora até o 15o 
dia pós-parto), tardio (do 15º dia até o 35º dia pós-parto) e remoto (do 
35o dia em diante). 
 e) imediato (primeiras 24 horas pós-parto), mediato (do 2º até o 16º dia 
pós-parto), tardio (do 17.º até o 50º dia pós-parto) e remoto (do 51º dia 
pós-parto em diante). 
Enfermagem Disciplina - Assunto Assistência de Enfermagem ao Puerpério, 
Saúde da Mulher, nc-UFPR, 2016 
15/03/17 
2 
Após o parto, a mulher passa por grande estresse fisiológico e psicológico. 
Nesse período de alterações físicas, o puerpério pode ser classificado em 4 
fases distintas: 
 a) imediato (primeiras 24 horas pós-parto), mediato (das 24 às 72 horas 
pós-parto), tardio (de 72 horas até 11 dias pós-parto) e remoto (após 12 
dias em diante). 
 b) imediato (primeiras 2 horas pós-parto), mediato (da 2ª hora 
até o 10º dia pós-parto), tardio (do 11º até o 42º dia pós-parto) e 
remoto (do 42º dia em diante). 
 c) imediato (primeiras 3 horas pós-parto), mediato (de 3 horas até 7 dias 
pós-parto), tardio (de 7 dias pós-parto até o 30º dia pós-parto) e remoto 
(após 30 dias em diante). 
 d) imediato (primeiras 2 horas pós-parto), mediato (da 2ª hora até o 15o 
dia pós-parto), tardio (do 15º dia até o 35º dia pós-parto) e remoto (do 
35o dia em diante). 
 e) imediato (primeiras 24 horas pós-parto), mediato (do 2º até o 16º dia 
pós-parto), tardio (do 17.º até o 50º dia pós-parto) e remoto (do 51º dia 
pós-parto em diante). 
Enfermagem Disciplina - Assunto Assistência de Enfermagem ao Puerpério, 
Saúde da Mulher, nc-UFPR, 2016 Puerpério 
n  A gravidez e o parto são eventos sociais que 
integram a vivência reprodutiva de homens e 
mulheres. É processo singular, experiência 
especial no universo da mulher e seu parceiro, 
envolvendo também suas famíl ias e a 
comunidade, constituindo experiência humana 
das mais significativas, para todos que dela 
participam (Ministério da Saúde (BR), Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia, 
Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiras Obstetras. Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher. 
Brasília (DF); 2001). 
Puerpério 
https://www.google.com.br/url?
sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwi1ronJidjSAhXDTZAKHbcLAyAQjB0IBg&url=http%3A
%2F%2Fwww.ensuelofirme.com%2Fdiafragma-y-suelo-pelvico-una-relacion-de-im-
presion&psig=AFQjCNGvNHL7bRoqx0Z_3Lqt0oVdAoZGLQ&ust=1489652344307789 
Puerpério - caracteriza-se por: 
n  Involução e recuperação uterina e da mucosa 
genital 
n  Contrações uterinas –involução do útero; 
n  Liberação dos lóquios; 
n  Períneo; 
n  Redução do edema; 
n  Atenuação das varizes; 
n  Vísceras abdominais retornam a posição 
anterior; 
n  Perda de peso 
MODIFICAÇÕES DO 
PUERPÉRIO 
 ÚTERO 
n  Retração - independe do tipo de parto, da 
amamentação ou não. 
 
n  Este efeito resulta da supressão da secreção de 
gonadotrofina e dos hormônios ovarianos 
durante os 1º meses de lactação. 
n  Na amamentação o reflexo mamário desperta a 
contração uterina. 
0,7cm/d 
MODIFICAÇÕES DO PUERPÉRIO 
 ENDOMÉTRIO 
n  Retração - devido à retração e contração 
abdominal 
n  Epitelização completa e reepitelização 
n  Após 10 dias pós-parto - 50% 
Três estágios do endométrio: folicular, luteal e menstrual. 
Ilustração: vetpathologist / Shutterstock.com 
15/03/17 
3 
n  Endométrio é um tecido ricamente vascularizado 
que reveste a parede interna do útero, formados e 
destruídos periodicamente no período menstrual, 
em resposta às alterações hormonais. 
n  A função do endométrio é acolher e nutrir 
o embrião nos estágios iniciais da gravidez, 
oferecendo condições necessárias para a 
implantação e nutrição do óvulo fecundado, até a 
formação da placenta para permitir o transporte 
de nutrientes e oxigênio, entre mãe e feto. 
n  Este tecido esta sob constante influência dos 
hormônios ovarianos (estrogênio e progesterona) 
n  Disponível em: http://www.infoescola.com/histologia/endometrio/. 
n  Acesso em: 15/03/2017. 
Supressão do Ciclo Menstrual 
Durante a Amamentação 
 HIPOTÁLAMO SUCÇÃO MAMAS 
PROLACTINA AMENORRÉIA 
n  Infiltrado leucocitário (barreira protetora contra 
infecções) + Eliminação de fragmentos de 
tecidos por descamação contínua e progressiva 
= LÓQUIOS 
n  Inicialmente é sanguínea (lóquios vermelhos), 
vai tornando-se serosanguínea (lóquios seroso, 
rosado), (amarelado) e ao término da 2ª/3ª 
semana é uma secreção esbranquiçada (lóquios 
brancos) 
Secreção sero-sanguinolenta que sai pela vagina durante o 
puerpério, apresenta comumente os seguintes tipos: 
 
I - Vermelho ou rubro. 
II - Seroso ou cor rosada. 
III - Amarelo ou flava. 
IV - Branco ou alba. 
 
Verifica-se que estão corretos: 
 a) I, II, III e IV. 
 b) I e III, apenas. 
 c) II, III e IV, apenas 
 d) II e III, apenas. 
 e) I e IV, apenas. 
Enfermagem Disciplina - Assunto Assistência de Enfermagem ao Puerpério, 
Saúde da Mulher, UFCG, 2016 
Secreção sero-sanguinolenta que sai pela vagina durante o 
puerpério, apresenta comumente os seguintes tipos: 
 
I - Vermelho ou rubro. 
II - Serosos ou cor rosada. 
III - Amarelo ou flava. 
IV - Branco ou alba. 
 
Verifica-se que estão corretos: 
 a) I, II, III e IV. 
 b) I e III, apenas. 
 c) II, III e IV, apenas 
 d) II e III, apenas. 
 e) I e IV, apenas. 
Enfermagem Disciplina - Assunto Assistência de Enfermagem ao Puerpério, 
Saúde da Mulher, 2016 
n  Início: 6 a 12 horas/ após o parto 
n  Trocas de decúbitos; 
n  Estímulo a deambulação; 
n  Exercícios metabólicos; 
n  Exercícios respiratórios; 
n  Exercícios perineais; 
n  Controle da dor (lombar, perineal) 
n  Orientações (postura); 
n  Exercícios isométricos para o abdômen 
n  Massagem abdominal 
15/03/17 
4 
n  O fisioterapeuta deve orientar a paciente quanto a 
uma postura correta no leito, como, por exemplo, 
o decúbito lateral para facilitar a eliminação dos 
flatus,incentivar a deambulação precoce e evitar 
posturas antiálgicas, aliviando as tensões 
musculares e promovendo analgesia, estimulando 
sempre uma postura correta (SOUZA, 1999). 
n  Neste período a mulher deve ser orientada e 
conscientizada da importância de continuar o 
acompanhamento fisioterapêutico nas outras fases 
do puerpério (BELEZA e CARVALHO, ____) 
n  A atuação da fisioterapia no puerpério tem 
objetivos amplos: reeducar a função respiratória, 
estimular o sistema circulatório e prevenir 
tromboses, restabelecer a função gastrintestinal, 
promover analgesia da região perineal e da 
incisão da cesariana, retomar o condicionamento 
cardiovascular, reeducar a musculatura 
abdominal e oferecer orientações sobre posturas 
corretas ao amamentar e nos cuidados com o 
bebê (BELEZA, Ana Carolina S., CARVALHO, Giliane de Paula Carvalho. Atuação Fisioterapêutica No 
Puerpério. Hispeci e Lema). 
ASSOALHO PÉLVICO 
n  Fraco – estiramento, 
n  Traumatismo: 
Sustentação do peso 
da gravidez, 
Episiotomia 
Problemas nos músculos 
do assoalho pélvico (dor, 
dificuldade p/ micção) 
Fisioterapia Puerperal 
n  Exercícios perineais 
(precoce, 30x/d) 
X 
 
 
n  Travesseiro aberto no 
me io das pe rnas , 
c r i o t e r a p i a , b o a 
higiene 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
n  RESUMO: Trata-se de estudo caso-controle que 
avaliou se a incontinência urinária (IU) no puerpério 
compromete a qualidade de vida relacionada à 
saúde (QVRS) e em quais aspectos. Incluíramse 
344 puérperas (77 casos e 267 controles) com até 
90 dias pós-parto, que compareceram ao 
ambulatório de obstetrícia de um hospital público e 
de ensino, para revisão pós-parto. Aplicou-se 
questionário formulado e validado para o estudo, o 
International Consultation on Incontinence 
Questionnaire – Short -Form (ICIQ-SF), o King´s 
Health Questionnaire (KHQ) e o Medical Outcomes 
Study 36 – Item Short Form Health Survey (SF-36). 
n  RESUMO: O escore médio do ICIQ-SF foi 13,9 
(dp=3,7). Casos apresentaram pontuação média 
elevada nos domínios impacto da incontinência, 
emoções, limitações de atividades diárias e 
limitações físicas do KHQ. Os grupos diferiram 
significativamente nos domínios aspectos físicos, 
dor, estado geral de saúde, vitalidade, aspectos 
sociais e saúde mental do SF-36. Conclui-se que a 
IU afeta significativamente a saúde física e mental 
de puérperas. 
n  LEROY, Lígia da Silva., LOPES, Maria Helena Baena de Moraes. A 
incontinência urinária no puerpério e o impacto na qualidade de 
vida relacionada à saúde. Rev. Latino-Am. Enfermagem Artigo 
Original 20(2):[08 telas] mar.-abr. 2012. 
 
Parede Abdominal 
n  Pós-parto imediato: diastase dos músculos 
retoabdominais 
n  A recuperação da tonicidade ocorre em 
média 6 semanas após o parto. 
n  Parto cesário ou abdominal – proteção 
tosse, estimular a cicatrização do corte, 
analgesia, postura 
n  Posição em decúbito dorsal com quadril e 
joelhos fletidos através da propriocepção e 
da contração isométrica principalmente do 
transverso abdominal 
 
15/03/17 
5 
O exercício supervisionado ajuda 
na recuperação 
 
n  Se a diastase for inferior a 2 dedos – exercícios 
estáticos e dinâmicos 
n  Pode usar saquinhos de areia no abdômen para 
conter os abdominais; 
n  Trabalho proprioceptivo com respiração; 
n  Contrair isometricamente o abdômen 
n  Se a diastase for maior que 2 dedos – evitar 
flexão lateral e rotação 
n  Critérios de Noble 
O exercício supervisionado ajuda 
na recuperação 
n  
 
https://www.google.com.br/search?q=fotos+massagem+para+constipa%C3%A7%C3%A3o+no+puerp%C3%A9rio&espv=2&tbm=isch&imgil=WWkthQKlivz9tM%253A%253BckB-
Yli9Py1qsM%253Bhttp%25253A%25252F%25252Fwww.misodor.com%25252Fpuerp.html&source=iu&pf=m&fir=WWkthQKlivz9tM%253A%252CckB-Yli9Py1qsM
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O exercício supervisionado ajuda 
na recuperação 
n  
 
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O exercício supervisionado ajuda 
na recuperação 
https://www.google.com.br/search?q=fotos+massagem+para+constipa%C3%A7%C3%A3o+no+puerp%C3%A9rio&espv=2&tbm=isch&imgil=WWkthQKlivz9tM%253A%253BckB-
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Aparelho Cardiovascular 
 
n  O rendimento cardíaco, o volume plasmático e a 
resistência vascular retornam em 6 a 12 semanas. 
n  A pressão arterial aumenta de 10–20 mmHg no 
pós-parto, devido à eliminação da circulação 
placentária e da contração uterina. 
 
Sempre monitorizar na gestação e no pós-parto. 
Aparelho Digestivo 
n  Sede – devido ao trabalho de parto, perda 
de lóquios, suor e urina. 
n  Timpanismo – Parto cesariana: diminui o 
peristaltismo intestinal. 
n  Constipação - devido à impotência dos 
músculos abdominais e perineais e 
inibição antálgica (parto normal) 
15/03/17 
6 
TTO Timpanismo e constipação 
n  Retorno à normalidade: deambulação precoce e 
dieta regular. 
n  Massagem no sentido horário e respiração. 
n  D.D. acumula gases, deitar em D.L. 
n  Movimentar a pelve (melhora o movimento 
 do intestino). 
https://www.google.com.br/search?q=fotos+massagem+para+constipa%C3%A7%C3%A3o+no+puerp
%C3%A9rio&espv=2&tbm=isch&imgil=WWkthQKlivz9tM%253A%253BckB-Yli9Py1qsM%253Bhttp%25253A%25252F%25252Fwww.misodor.com
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n  A normalização da função intestinal deve ocorrer 
até o quarto dia após o parto, para isso são 
realizados exercícios de mobilização da pelve em 
decúbito lateral, dorsal com flexão de quadril e 
joelhos ou sentada na bola suíça, de forma lenta 
com movimentos curtos e repetidos até dez 
vezes, associado à respiração, onde a puérpera 
inspira durante a anteversão e expira na 
retroversão contraindo a musculatura abdominal. 
A deambulação precoce é importante para 
estimular o peristaltismo intestinal que neste 
período está diminuído, além de medida 
profilaxia de tromboembolismo (SOUZA, 1999; 
STEPHENSON E O’CONNOR, 2004). 
TEMPERATURA 
Elevação da temperatura no 3º/4º dia pós-
parto 
 descida do leite proliferação de 
germes vaginais 
que ascendem à 
cavidade uterina 
 
RESPIRAÇÃO 
n  Retorno da Capacidade 
 ventilatória 
n  Maior consumo de O2 
 e da ventilação alveolar 
 
n  Tto: aumentar expansão torácica; alongar 
diafragma. Na expiração contrair abdômen 
e períneo. 
RESPIRAÇÃO - GESTAÇÃO PERDA DE PESO 
n  5-6 Kg logo após o parto (saída do feto e 
seus anexos e perda de sangue) 
n  2-5 Kg devido à diurese, sudorese, 
involução uterina e lóquios. 
n  Grandes substratos metabólicos (gorduras, 
lactose, derivadada glicose, fosfato de 
cálc io) são drenados da mãe na 
amamentação 
15/03/17 
7 
 POSTURA 
n  Após o parto: 
cifose e retroversão 
 
 
 
vísceras internas tendem ir para o períneo 
 
 
 
peso e descida 
TTO - POSTURA 
n  Incentivar lordose, andar com o abdômen 
contraído. 
n  Orientação quanto à postura: 
 maior elasticidade dos l igamentos 
enfraquecimento da cinta abdominal 
n  Dor nas costas: 
 analgesia 
MAMAS 
 
n  Ingurgitamento mamário prévio (seios 
quentes, cheios e doloridos), precedido da 
eliminação do colostro (mais proteína e 
sais minerais e menos açúcar e gordura). 
n  Observar: simetrias, condição mamilar e 
colostro. 
Recomendação 
n  Evitar o ingurgitamento e 
mamadas prolongadas, 
higienização adequada 
dos mamilos antes e após 
cada mamada, posição da 
amamentação 
APÓS O NASCIMENTO 
n  Logo após o parto: secreção da prolactina diminui 
a valores não gravídicos. 
n  Com a amamentação - estímulo do mamilo - 
hipotálamo = aumento da prolactina 
 
Inibição dos estrógenos e progesterona 
-  permite os efeitos lactogênicos da prolactina 
-  2-3 dias as mamas começam a secretar grandes 
quantidades de leite ao invés de colostro. 
FISIOLOGIA DA AMAMENTAÇÃO 
n  OCITOCINA - (DESCIDA DO 
LEITE). 
n  Inibição da Ejeção: 
problemas na amamentação 
fatores psicológicos 
15/03/17 
8 
Sempre que as condições da mãe e do recém-nascido permitirem, estes 
devem permanecer juntos após o parto. O alojamento conjunto vem 
sendo recomendado e valorizado desde a década de 70. Assinale a 
alternativa incorreta em relação ao alojamento conjunto. 
 
 a) O alojamento conjunto aumenta o risco de infecção hospitalar pela 
proximidade do binômio mãe-filho. 
 b) O alojamento conjunto possibilita maior interação entre a mãe e 
sua família e os profissionais de saúde responsáveis pela atenção à 
criança. 
 c) O alojamento conjunto possibilita a troca de experiências com 
outras mães quando compartilham o mesmo quarto, em especial com 
mães mais experientes que também estão cuidando dos seus filhos. 
 d) O alojamento conjunto possibilita maior envolvimento dos pais e/ou 
de outras pessoas significativas no futuro cuidado com a criança. 
Enfermagem Disciplina - Assunto Assistência de Enfermagem ao Puerpério, 
Saúde da Mulher, MS-concursos, 2016 
Sempre que as condições da mãe e do recém-nascido permitirem, estes 
devem permanecer juntos após o parto. O alojamento conjunto vem 
sendo recomendado e valorizado desde a década de 70. Assinale a 
alternativa incorreta em relação ao alojamento conjunto. 
 
 a) O alojamento conjunto aumenta o risco de infecção 
hospitalar pela proximidade do binômio mãe-filho. 
 b) O alojamento conjunto possibilita maior interação entre a mãe e 
sua família e os profissionais de saúde responsáveis pela atenção à 
criança. 
 c) O alojamento conjunto possibilita a troca de experiências com 
outras mães quando compartilham o mesmo quarto, em especial com 
mães mais experientes que também estão cuidando dos seus filhos. 
 d) O alojamento conjunto possibilita maior envolvimento dos pais e/ou 
de outras pessoas significativas no futuro cuidado com a criança. 
Enfermagem Disciplina - Assunto Assistência de Enfermagem ao Puerpério, 
Saúde da Mulher, MS-concursos, 2016 
CUIDADOS PÓS-PARTO 
Objetivo: 
n  Promover o bem estar da puérpera. 
n  P r e v e n i r , r e c o n h e c e r e t r a t a r 
complicações. 
n  TTO de alterações músculo-esqueléticas, 
circulatórias e respiratórias. 
Monitoramento 
 
n  FC 
n  FR 
n  PA 
n  Volume urinário 
n  Temperatura 
n  Sangramento Vaginal 
n  Observar quanto a hematoma, infecção, 
deiscência 
n  Orientar quanto à higiene 
Inspeção da Ferida Cirúrgica 
n  Na região perineal: epsiorrafia 
n  Na região suprapúbica: incisão 
abdominal 
Mobilização no leito 
n  Mobilização ativa dos MMII 
Infecção Puerperal 
n  Registros de febre entre o 1º e o 10º dia 
pós-parto 
 
 
Endometrite 
n  10 a 20x mais 
 frequente 
nos partos abdominais 
n  Quando o endométrio é atacado por um 
germe, acontece a endometrite, que é 
a inflamação do endométrio. 
13-50% cesários 
 
1-3% normais 
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Ingurgitamento Mamário 
n  Superprodução inicial 
de leite, obstrução 
ductos, esvaziamento 
ineficiente 
n  m a m a s f i r m e s , 
e d e m a c i a d a s , 
nodulares, distendidas, 
s e m h i p e r e m i a e 
quentes. 
n  TTO: retirada do leite, 
compressa de gelo, 
banhos quentes, U.S. 
FISSURA MAMILAR 
ü  Mamilos rachados e 
doloridos 
ü  Devido má posição 
do bebê 
ü TTO: 
reposicionamento, 
expor os mamilos à 
luz solar, pomadas 
cicatrizantes 
Mastite 
n  Infecção na pele, atingindo o 
 tecido interno através dos mamilos 
 danificados 
n  Devido ao ingurgitamento. 
n  Geralmente unilateral. 
n  Dor rubor, calor local, febre, calafrios, tremores, 
taquicardia, mal estar. 
n  Se não cuidada pode transformar num abscesso 
n  TTO: antibióticos, suporte mamário, compressa 
de gelo, drenagem mamária e analgésicos 
Distúrbios Emocionais 
n Depressão pós-parto 
n  Ansiedade, 
n  hipersensibilidade melancólica 
n  depressão 
n  psicose 
n  síndrome do pânico 
n  perda da libido. 
 
Sentimentos 
n  Assim, em relação à cesárea, como eu tive um parto 
normal da outra vez dou muita preferência ao parto 
normal, porque dá uma dorzinha muito chata, tu fica na 
cama várias horas (M9). 
n  Ele tem que aprender a mamar que é o mais 
angustiante pra gente é quando eles não mamam 
direito, né? (M12). A dificuldade maior foi na 
amamentação, mesmo quando o peito começa a doer 
(M2). 
n  Cada hora é uma coisa, pode ser fome, pode ser a fralda 
que tá suja e tu tenta correr atrás, dá mama, olha fralda 
e tenta toda hora adivinhar; sempre é um choro 
diferente (M8). 
Sentimentos 
n  A gente não dorme porque não tá acostumado com 
aquilo, como é primeiro filho, qualquer sonzinho a gente 
fica meio alerta (M2). 
n  As maiores necessidades eu digo que são em relação a, 
humm [...]. Como hoje em dia a gente pensa em 
carreira, né? Então é pensar como que eu vou ser uma 
boa mãe, digamos assim, porque na realidade a gente 
passa mais tempo longe (M3). 
n  Eu acho que tem que ter o apoio da família e o carinho, 
porque quando a gente tá com o nenê na barriga a 
gente é o centro, mas depois que o nenê sai o nenê é o 
centro das atenções, então, mesmo assim tem que ter 
uma união familiar muito boa (M10) 
 Strapasson MR, Nedel MNB. Puerpério imediato: desvendando o significado da maternidade. Rev Gaúcha Enferm., Porto Alegre 
(RS) 2010 set;31(3):521-8. 
 
 
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30/40 Dias 
n  exame ginecológico completo 
n  integridade de períneo 
n  involução uterina 
n  mamas 
n  anticoncepção 
n  Após 45 dias exercícios aeróbicos 
Objetivo da Fisioterapia 
n  Promover a recuperação do pós parto 
n  Orientar quanto às alterações fisiológicas 
do puerpério e cuidados com o bebê 
n  Restituir o funcionamento normal do 
mecanismo respiratório, evitando e 
tratando problemas respiratórios 
Objetivo da Fisioterapia 
n  Reestabelecer a circulação adequada, 
evitando ou tratando problemas 
 
n  Orientar sobre os cuidados durante a 
amamentação, prevenindo transtornos 
como fissuras, ingurgitamentos e mastites 
Objetivo da Fisioterapia 
n  Melhorar capacidade 
d e r e l a x a m e n t o , 
a l o n g a m e n t o , 
fortalecimento 
n  Promover um preparo 
cardiovascular seguro 
n  Realizar o reforço do 
assoalho pélvico 
Objetivo da Fisioterapia 
n  Refazer as curvas da coluna: ajuste 
da postura 
n  Realizar exercícios abdominais 
 após o fechamento da diastáse 
n  Proporcionarum retorno mais 
rápido às AVD’s 
n  RESUMO: O controle da dor no trabalho de 
parto e no parto, assim como a prevenção 
do sofrimento são alguns dos objetivos da 
equipe obstétrica, a qual deve trabalhar 
para garantir à mulher um parto seguro e 
satisfatório. Há diversos recursos que 
podem ser utilizados pelo fisioterapeuta 
enquanto membro da equipe obstétrica para 
proporcionar confiança, conforto e alívio da 
dor à parturiente durante o trabalho de 
parto. 
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n  RESUMO: O suporte fisioterapêutico inclui banhos, 
crioterapia, massagens, técnicas respiratórias, 
d e a m b u l a ç ã o , p o s i ç õ e s v e r t i c a i s e a 
neuroeletroestimulação transcutânea (TENS). 
Através da pesquisa bibliográfica realizada 
concluiu-se que a TENS para analgesia ainda 
aparece com resultados inconclusivos. Todavia, 
todos os outros recursos aparecem na literatura 
como vantajosos e que devem ser estimulados 
durante o período de dilatação e expulsão. O 
fisioterapeuta mostrou-se útil no acompanhamento 
da mulher durante o processo parturitivo, 
ajudando na redução da percepção dolorosa e na 
diminuição do tempo de trabalho de parto. 
 BAVARESCO, Gabriela Zanella at al. O fisioterapeuta como profissional de suporte à parturiente. 3265Ciência & 
 Saúde Coletiva, 16(7):3259-3266, 2011. 
 
 
 
 
https://www.google.com.br/search?q=fotos+massagem+para+constipa%C3%A7%C3%A3o+no+puerp%C3%A9rio&espv=2&tbm=isch&imgil=WWkthQKlivz9tM%253A%253BckB-
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PUERPÉRIO 
n  É ASSIM QUE VOCÊS VÃO FICARRRR.....

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