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2016 2 EDUARDO BATISTA DA SILVA MANUAL PARA A ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS QUIRINÓPOLIS 2016 3 edição e organização Eduardo Batista da Silva revisão ortográfica Carolina Santos Melo de Andrade Jean Carlos Vieira Marília Silva Vieira assessoria editorial Lucas Leão conselho editorial Edevaldo Aparecido Souza (docente Geografia) Eduardo Batista da Silva (docente Letras) Eduardo Henrique Barbosa de Vasconcelos (docente História) Fernando Silva (docente Educação Física) Flávia Assunção (docente Ciências Biológicas) Joana Correa (docente Pedagogia) Roberto Barcelos Souza (docente Matemática) Rodrigo Jurucê Mattos Gonçalves (docente História) 4 Sumário APRESENTAÇÃO ..................................................................................................................... 6 1 REGULAMENTO ................................................................................................................... 9 2 PROJETO DE PESQUISA .................................................................................................... 14 2.1 Partes do projeto ............................................................................................................. 14 2.1.1 Tema e delimitação do tema .................................................................................... 15 2.1.2 Justificativa e relevância do tema ........................................................................... 16 2.1.3 Problemas de pesquisa ............................................................................................ 17 2.1.4 Hipóteses ................................................................................................................. 19 2.1.5 Objetivos .................................................................................................................. 20 2.1.6 Fundamentação teórica ........................................................................................... 21 2.1.7 Metodologia ............................................................................................................. 22 2.1.8 Resultados parciais (se houver) .............................................................................. 23 2.1.9 Cronograma/Plano de trabalho .............................................................................. 23 2.2 Sugestão de leitura para a elaboração do projeto ........................................................... 24 3 TRABALHO DE CURSO ..................................................................................................... 27 4 NORMAS DA ABNT ........................................................................................................... 30 4.1 Citações .......................................................................................................................... 30 4.2 Apresentação de trabalhos acadêmicos .......................................................................... 33 4.2.1 Estrutura .................................................................................................................. 34 4.2.2 Regras gerais ........................................................................................................... 37 4.3 Sumário ........................................................................................................................... 45 4.4 Numeração progressiva das seções de um documento ................................................... 47 4.5 Resumo ........................................................................................................................... 48 4.6 Referências ..................................................................................................................... 50 4.6.1 Exemplos de referências .......................................................................................... 57 5 SUGESTÕES PARA O TEXTO ACADÊMICO .................................................................. 61 6 REDAÇÃO ACADÊMICA ................................................................................................... 63 7 EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO............................................................................................... 65 7.1 Citação ........................................................................................................................ 65 7.2 Apresentação de trabalhos acadêmicos ...................................................................... 68 7.3 Sumário ....................................................................................................................... 69 7.4 Resumo ....................................................................................................................... 70 7.5 Referência ................................................................................................................... 71 DOCUMENTOS RELACIONADOS AO TC ......................................................................... 73 ACEITE E COMPROMISSO DE ORIENTAÇÃO DO PROJETO ........................................ 74 ACEITE E COMPROMISSO DE ORIENTAÇÃO DO TC .................................................... 75 5 CONVITE PARA BANCA EXAMINADORA ....................................................................... 76 ORIENTAÇÕES GERAIS PARA AS BANCAS DE TC ....................................................... 77 FICHA DA MÉDIA FINAL DE AVALIAÇÃO DE TC ......................................................... 79 FICHA DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CURSO (TC) ............................................ 80 FICHA DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CURSO (TC) ............................................ 81 COMPOSIÇÃO DE BANCA EXAMINADORA ................................................................... 82 TERMO DE AUTORIZAÇÃO ................................................................................................ 83 MODELO DE CAPA DO TC .................................................................................................. 84 REFERÊNCIAS ....................................................................................................................... 87 6 APRESENTAÇÃO Dentre as várias atividades relacionadas à pesquisa no contexto universitário, encontra- se a elaboração de trabalhos acadêmicos. Para que sejam desenvolvidos de maneira uniforme e orientados de acordo com os mesmos parâmetros, faz-se necessária a consulta a um material de referência atualizado, gratuito, abrangente e de qualidade. Neste contexto, o presente manual é fruto de uma iniciativa da Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso e conta com a contribuição dos professores responsáveis pelas disciplinas de Metodologia Científica e Produção de TC e dos coordenadores de curso da UEG/Câmpus Quirinópolis. Seguindo os mesmos princípios de manuais editados em anos anteriores, o presente manual pretende servir como um guia prático de consulta na fase de desenvolvimento do Trabalho de Curso ou do artigo científico. A novidade da presente edição do ano de 2016 reside na inclusão de três novas seções, a saber: uma seção especialmente destinada à fase de elaboração do projeto de pesquisa; outra com observações sobre a redação acadêmica e, uma seção trazendo exercícios de fixaçãodo conteúdo. Apesar de não contemplar todas as especificidades e idiossincrasias dos cursos do Câmpus, houve a preocupação de apresentar a maior quantidade possível de informações atinentes à estrutura, às normas e ao desenvolvimento do texto científico para as licenciaturas da UEG/Câmpus Quirinópolis em Ciências Biológicas, Educação Física, Geografia, História, Letras, Matemática e Pedagogia. Assim, constam como público-alvo desta publicação não apenas os acadêmicos dos cursos de graduação e da pós-graduação lato sensu, mas também os professores orientadores dos respectivos cursos. As informações constantes aqui refletem diretamente as normas em vigor da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e devem fundamentar o julgamento e avaliação dos trabalhos acadêmicos apresentados às comissões julgadoras. 7 Atualmente, existem 23 normas em vigor, que versam sobre vários aspectos de formatação, estrutura, organização de documentos. Trataremos de seis normas, justamente aquelas com as quais o acadêmico terá mais contato ao longo de sua pesquisa, a saber: • NBR 10520:2002 Citações em documentos • NBR 14724:2011 Trabalhos acadêmicos • NBR 6027:2012 Sumário • NBR 6024:2012 Numeração progressiva das seções de um documento • NBR 6028:2003 Resumo • NBR 6023:2002 Referências Os documentos e modelos de capa foram inseridos nas páginas finais. Os coordenadores de curso possuem o arquivo eletrônico e podem enviá-los aos acadêmicos e professores. De forma a melhorar e maximizar a aplicação do manual, sugestões, dúvidas e críticas podem ser apresentadas na sala 18 da UEG/Câmpus Quirinópolis ou enviadas para o Coordenador Adjunto de Trabalho de Curso no seguinte e-mail: eduardo.silva@ueg.br. Os casos omissos, que trazem especificidades, serão resolvidos nos Projetos Político- Pedagógicos dos cursos, que criarão normas específicas para as suas necessidades. Eduardo Batista da Silva 8 1 REGULAMENTO Nesta seção, serão apresentadas as normas relacionadas ao TC, publicadas pela Pró- reitoria de Pesquisa da UEG. 9 1 REGULAMENTO DEFINIÇÃO, FINALIDADES E OBJETIVOS DO TRABALHO DE CURSO CAPÍTULO I Da definição Art. 57 O Trabalho de Curso de Graduação é caracterizado como monografia, artigo científico, relatório ou outro produto elaborado sob orientação acadêmica, segundo regras que lhe são própria, normatizada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), conforme presente no PPC. CAPÍTULO II Da finalidade Art. 58 É finalidade do Trabalho de Curso sistematizar o conhecimento construído ao longo da formação e a capacitação do acadêmico à iniciação científica, através da pesquisa e investigação de temas de interesse da comunidade acadêmica e da sociedade. CAPÍTULO III Dos Objetivos Art. 59 O objetivo do Trabalho de Curso é fomentar o interesse do acadêmico pela pesquisa, levando-a: I. aprofundar teoricamente o conhecimento da área de sua formação; II. identificar problemas desenvolvendo o interesse para a investigação de suas causas e busca de soluções; III. desenvolver competências e habilidades para a pesquisa científica; IV. capacitar o acadêmico para elaboração de trabalhos científicos, observando a correta elaboração dos mesmos. CAPÍTULO IV Do Coordenador Adjunto de Trabalho de Curso Art. 60 Cada curso poderá ter um Coordenador Adjunto de Trabalho de Curso de acordo com a disponibilidade de carga horária de gestão atribuída a cada Unidade Universitária (Resolução CsA 163/2009). Art. 61 O Coordenador Adjunto de Trabalho de Curso deve ter formação pertinente com o curso e titulação, no mínimo, de especialista, competências e habilidades voltadas para a pesquisa, metodologia do trabalho científico e para as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, comprovadas a partir de sua formação e/ou atuação. Art. 62 Caberá ao Coordenador Adjunto de Trabalho de Curso: I. cadastrar e manter atualizada a lista de professores- orientadores; II. publicar a lista de professores-orientadores, levantar e divulgar as linhas de pesquisa no início de cada ano/período letivo, para as turmas que irão desenvolver o trabalho final no próximo semestre letivo. III. requisitar dos acadêmicos no começo do ano/período em que se inicia o Trabalho de Curso que indiquem o nome do Professor Orientador. IV. elaborar e acompanhar fichas de frequência das orientações do Trabalho de Curso; V. definir juntamente com a Coordenação e Colegiado de Curso o calendário de desenvolvimento das atividades a data de apresentação do Trabalho de Curso ou qualquer outra forma de finalização. 10 VI. esclarecer eventuais dúvidas de professores- orientadores e alunos quanto às normas para a execução e apresentação do Trabalho de Curso; VII. receber cópias da versão final do Trabalho de Curso, digital e analógico, para encaminhamento à Banca de Apresentação; VIII. incentivar a divulgação por meio de publicações e apresentações, dentre outros meios, o resultado do Trabalho de Curso. IX. organizar a apresentação dos Trabalhos de Curso: X. reservar auditório e/ou salas de aula e recursos audiovisuais; XI. encaminhar os documentos de avaliação para a Banca de Apresentação; XII. elaborar atas para as apresentações; XIII. solicitar os certificados junto à Secretaria dos cursos e encaminhar para os professores- orientadores e membros da Banca de Apresentação; XIV. encaminhar cópia dos TC’s à Biblioteca da UnU. CAPÍTULO V Do professor – orientador do TC Art. 63 O Professor Orientador de Trabalho de Curso será indicado pelo acadêmico observando a lista de professores orientadores e as linhas de pesquisa; Parágrafo Único. Na hipótese do acadêmico não encontrar Professor Orientador para assumir sua orientação, este será designado pela Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso ou Coordenação de Curso. Art. 64 O Professor Orientador terá que atender aos seguintes requisitos: I. possuir formação e ou experiência na área da orientação; II. possuir titulação mínima de especialista; III. compor o quadro docente da Unidade ou UEG; Art. 65 São atribuições do Professor Orientador: I. orientar os trabalhos de curso dentro das normas estabelecidas pela ABNT e da regulamentação de curso; II. cumprir as datas determinadas pela Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso; III. registrar, em fichas de frequência de orientação, os encontros com o orientando; IV. comparecer à apresentação de seu orientando; V. entregar carta de aceite do seu orientado para defesa, ao coordenador adjunto; VI. conferir se as alterações sugeridas por ele ou pela Banca Examinadora foram realizadas pelo orientando na versão final do Trabalho de Curso; Art. 66 O Trabalho de Curso é uma atividade de natureza acadêmico-científica, portanto o tempo destinado à orientação deverá ser considerado atividade de ensino. Art. 67 A substituição do Professor Orientador será permitida apenas em casos excepcionais, após a análise da Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso e estabelecida no regulamento do Curso. Art. 68 O Professor Orientador poderá orientar até 4(quatro) projetos em cada ano. Os casos excepcionaisdevem ser avaliados e deferidos no Colegiado do Curso. TÍTULO V DA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DE CURSO CAPÍTULO I Do orientando Art. 69 Caberá ao orientando: I. indicar, entre os docentes disponibilizados para orientação, o Professor Orientador e informar à Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso ou a Coordenação de Curso; II. cumprir as normas estabelecidas para a execução e apresentação do Trabalho de Curso, bem como todos os documentos exigidos; III. cumprir os prazos estabelecidos pela Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso; IV. entregar a versão final do Trabalho de Curso conforme calendário previamente definido. 11 CAPÍTULO II Da elaboração do Trabalho de Curso Art. 70 É condição para a elaboração do Trabalho de Curso que o acadêmico esteja cursando o ano/período letivo em que ocorre o início desta atividade, conforme previsto no PPC e matriz curricular. Parágrafo único: A definição, se o trabalho é individual ou em dupla deve constar do PPC. Art. 71 A violação dos direitos autorais, caracterizada em plágios, ou seja, cópia de publicações, sem menção dos autores, é considerada crime. (Lei n. 9.610 de 1998 e Art. 184 do Código Penal) § 1º O Trabalho de Curso, no qual for comprovado o plágio durante o período de orientação, o acadêmico deverá ser refeito ou construído outro dentro do prazo definido pelo Professor orientador. § 2º O Trabalho de Curso, no qual for comprovado o plágio após a entrega ou na apresentação será atribuída a nota zero(0) ao trabalho e o acadêmico deverá elaborar e apresentar um novo trabalho, em um prazo definido pelo Professor orientador. Art. 72 Comprovada falsa autoria, ou seja, trabalho realizado por outro autor que não seja o registrado no trabalho de curso, o acadêmico é reprovado com registro do ocorrido em ata. CAPÍTULO III Da Apresentação do Trabalho de Curso Art. 73 A apresentação do Trabalho de Curso será obrigatória e deverá obedecer ao regulamento constante do PPC. Art. 74 As sessões de apresentação do Trabalho de Curso são públicas e realizadas conforme PPC. Art. 75 A Banca Examinadora deverá ser composta, no mínimo, pelo Professor Orientador e um examinador, que pode ser da instituição ou convidado, sem ônus para UEG, normatizado no Regulamento de TC de cada curso e em comum acordo entre o Professor Orientador e o orientando. Parágrafo Único. A Banca Examinadora do Trabalho de Curso deverá atender os seguintes requisitos: I. possuir formação na área e ou atuação profissional de pesquisa; II. possuir titulação mínima de especialista; III. ter experiência na área em que o trabalho foi desenvolvido. Art. 76 O Trabalho de Curso deverá ser entregue com no mínimo 10 (dez) dias de antecedência, a Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso ou Coordenação de Curso. Parágrafo Único. O período entre a entrega e a apresentação do trabalho é definido no PPC e/ou definido no calendário da UnU. Art. 77 As sugestões de alterações serão de responsabilidade do acadêmico e seu respectivo Prof. Orientador. § 1º O prazo para apresentar as alterações sugeridas será definido no regulamento do curso constante no PPC. § 2º Deverá ser entregue cópia da versão final do Trabalho de Curso em papel e em CD-ROM (para arquivo da biblioteca), devendo constar no Regulamento/PPC do curso. Art. 78 O acadêmico que não entregar o Trabalho de Curso ou não realizar apresentação oral nas datas previstas e não justificar-se antecipadamente, está automaticamente reprovado no Trabalho de Curso. TÍTULO V DO PROCESSO AVALIATIVO E DA AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CURSO CAPÍTULO I Da Avaliação Art. 79 O critério de avaliação do Trabalho de Curso será realizado conforme regulamentação especifica de cada curso constante do PPC. A nota mínima para obtenção de aprovação no Trabalho de Curso será 7,0 (sete) com registro em ata e ficha de avaliação, devidamente preenchidas e assinadas e arquivada no dossiê do aluno. § 1º Caso a nota varie de 5.0 (cinco) a 6.9 (seis pontos e nove décimos), o trabalho deverá ser refeito nos pontos críticos e entregue à banca para uma nova leitura e avaliação, sem a necessidade da apresentação oral. O prazo de reorganização não poderá ser superior a 15 dias. § 2º Caso a nota seja inferior a 5,0 (cinco), o aluno será reprovado, devendo matricular-se, refazer o trabalho e apresentá-lo ao final do período letivo de sua matrícula. 12 TÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 80 Cada curso da Unidade Universitária deverá elaborar a documentação pertinente ao Trabalho de Curso contendo: I. carta de aceitação do tema e orientação do Trabalho de Curso; II. ficha de acompanhamento de orientação; III. ficha de avaliação da Banca Examinadora de apresentação; IV. ata final de apresentação. Art. 81 Os Casos omissos não previstos neste Regulamento serão resolvidos pela Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso, em conjunto com o professor orientador e, havendo necessidade, pelo Colegiado de Curso. Art. 82 Modificações neste Regulamento serão feitas com a aprovação dos Órgãos competentes da UEG, quando se fizerem necessárias. Art. 83 Este Regulamento entra em vigor a partir da data da sua aprovação, revogando-se as disposições em contrário. 13 2 PROJETO DE PESQUISA Nesta seção, serão apresentadas as normas relacionadas ao projeto de pesquisa, adotadas na UEG/Câmpus Quirinópolis – aprovadas pelo Conselho Acadêmico. 14 2 Projeto de pesquisa O projeto de pesquisa pode ser entendido como um protocolo de intenções. Em outras palavras, trata-se de um trabalho com o qual o acadêmico apresenta um conjunto de elementos a partir do quais desenvolverá o Trabalho de Curso ou o artigo científico. Constituindo uma etapa fundamental do percurso investigativo, o projeto de pesquisa destaca-se por três motivos principais: 1) concretiza as ideias – até então, esparsas – em uma estrutura lógica e organizada; 2) auxilia no encaminhamento da pesquisa, deixando claro os pontos que necessitam de reforço e 3) serve de base para a pesquisa a ser desenvolvida. Nos próximos itens, podem ser visualizados os elementos essenciais de um projeto de pesquisa. 2.1 Partes do projeto Os elementos abaixo podem receber mais ou menos atenção do pesquisador, em função das necessidades do curso. Portanto, a sequência abaixo não pretende ser definitiva, mas, sim, reveladora de possíveis encaminhamentos. • Tema e delimitação do tema • Justificativa e relevância do tema • Problemas de pesquisa • Objetivos gerais e específicos • Hipóteses • Fundamentação teórica • Metodologia • Resultados parciais (se houver) • Cronograma/Plano de trabalho • Referências As características de cada um desses elementos serão descritas a seguir. � Vale salientar que as informações de cada um dos elementos podem ser organizadas na forma de tópicos ou, ainda, na forma de texto corrido. A escolha entre uma alternativa e outra depende do professor que ministra a disciplina (na fase do projeto) e do professor orientador (na fase de redação do Trabalho de Curso ou artigo). Adriano RealceAdriano Realce Adriano Realce Adriano Realce Adriano Realce Adriano Realce Adriano Realce 15 2.1.1 Tema e delimitação do tema Uma das primeiras atividades da pesquisa consiste na escolha de um tema. O tema pode ser entendido como o assunto ou a área a ser explorada – servindo como uma rota a partir da qual a pesquisa será direciona. Um acadêmico pode ser interessar por estudar a televisão brasileira, que pode ser um tema de pesquisa, da mesma forma que “ensino de língua inglesa”, “controle de formigas” ou “organização espacial da atividade turística”. Tal direcionamento depende ainda de uma outra tomada de decisão: a delimitação do tema, ou seja, um recorte do tema. A delimitação do tema tornará possível o estudo do objeto de pesquisa. A título de exemplificação, segue uma possibilidade de delimitação no curso de Geografia1. No caso do tema “organização espacial da atividade turística” – que é bastante abrangente –, é possível realizar uma delimitação e chegar, por exemplo, em unidades menores (não menos importantes) como “cidades turísticas” e “artesanato”, para citar apenas duas possibilidades. A delimitação deve chegar em um nível de especificidade que não seja mais possível ou prático realizar mais recortes. Não existe uma regra para delimitar um tema. Portanto, a delimitação é realizada a partir do conhecimento e familiaridade do acadêmico e/ou orientador com o tema. 1 organização espacial da atividade turística 1.1 turismo urbano 1.1.1 hotelaria 1.1.2 cidades turísticas 1.2 turismo rural 1.3 turismo cultural 1.4 turismo criativo popular 1.4.1 artesanato 1.5 turismo sustentável 1.6 ensino e turismo 1.7 lazer 1.8 turismo e patrimônio 1.9 destino turístico Outras subdivisões poderiam ser realizadas no nível de “cidades turísticas”, mas, por questões práticas, não serão apresentadas mais possibilidades. Em uma mesma turma de Geografia, três alunos poderiam estudar “estrutura hoteleira” e desenvolver trabalhos 1 Contribuição do Prof. Dr. Jean Carlos Vieira, docente do curso de Geografia e Coordenador Adjunto de Pesquisa. 16 totalmente diferentes. Por exemplo, um aluno pode se preocupar em fazer uma pesquisa sobre a “hotelaria em um contexto histórico”; outro decide estudar “hotelaria em bairros turísticos” e o terceiro, “hotelaria rural”. Conforme visto, quanto mais delimitado o tema, mais específica a pesquisa. tema delimitação do tema Não confundir tema com título do trabalho. O título costuma ser o último elemento a ser definido. 2.1.2 Justificativa e relevância do tema Grosso modo, nesta seção, são apresentados os motivos que justificam a leitura, o mérito, a validade ou, ainda, o desenvolvimento da pesquisa. O texto vai servir para convencer o leitor no que se refere à importância de se ler o projeto em questão. A justificativa e relevância do tema pode ser estruturada a partir de uma série de tópicos (baseados em um substantivo, por exemplo): necessidade de mais discussão acerca do assunto... ausência de um levantamento específico... Alternativamente, a justificativa e relevância do tema pode ser organizada no formato de texto corrido: 17 Frente à necessidade de mais discussão acerca do assunto... Além disso, a ausência de um levantamento específico... 2.1.3 Problemas de pesquisa O problema de pesquisa (ou pergunta de pesquisa) possui a função de demonstrar os questionamentos para os quais o pesquisador procurará encontrar respostas ao longo do trabalho. O problema não deve ser entendido como algo negativo. Gil (2010) destaca as características necessárias para que a consecução dos problemas de pesquisa, mencionando também modelos a serem evitados. Sob esta perspectiva, seguem dois tipos de problemas não científicos: Problema “de engenharia” (1) Como o professor ministra a aula de língua portuguesa? (2) De que maneira a universidade produz conhecimento? Os problemas “de engenharia” não permitem uma resposta baseada no empirismo. Devem ser evitados. Problema valorativo (3) O método de ensino X é melhor que o método Y? (4) Os estudantes devem ser avaliados bimestralmente? Os problemas valorativos (3 e 4) aceitam respostas distintas e variadas em função das crenças do leitor. Para o mesmo problema, um indivíduo pode responder que o método X é superior ao método Y e justificar tal opinião dizendo que o método X, sendo tradicional, é o melhor. Por outro lado, um segundo indivíduo tem a possibilidade de dizer que o método Y é melhor, pelo fato de ser moderno. Problema científico � Problema “de engenharia” � Problema valorativo � O problema científico será justamente aquele que não se assemelha aos dois outros tipos de problemas apresentados há pouco (“de engenharia” e valorativo). 18 Com relação aos problemas científicos, apresentamos algumas possibilidades: causas, consequências, fatores/características e/ou relações entre variáveis. A seguir, alguns exemplos de problemas de pesquisa considerados científicos: � causa problema Quais as causas...? O que provoca...? � problema consequência Qual o efeito…? Em que medida a variável X impacta a variável Y? � problema Que elementos…? Quantos fatores contribuem para o aparecimento de…? � problema variável 1 variável 2 variável 1 + variável 2 variável 1 - variável 2 A presença de tecnologias de informação e comunicação (variável 1) influencia a retenção de informação por parte dos aprendizes (variável 2)? 19 O número de horas de estudo em casa (variável 1) aumenta o rendimento na avaliação escolar (variável 2)? As atuais políticas didático-pedagógicas do Câmpus (variável 1) diminuem a evasão (variável 2)? Com relação ao número ideal de problemas, não existe uma regra. Assim sendo, a quantidade de problemas apresentados vai depender do tema abordado, do conhecimento sobre o assunto, do material disponível para consulta, etc. Pense em seu objeto de estudo e esboce alguns problemas de pesquisa: � � � � 2.1.4 Hipóteses As hipóteses são as respostas preliminares para os problemas de pesquisa. Elas têm o intuito de iniciar uma discussão inicial, que pode (ou não) se confirmar no final da pesquisa. Portanto, cada problema de pesquisa motivará, pelo menos, uma hipótese correspondente. 20 Problema: Qual a consequência da presença de diálogos complexos na fala do protagonista da obra X? Hipótese: Se a narrativa da obra literária apresenta diálogos complexos, então o protagonista será considerado mais astuto. 2.1.5 Objetivos Geralmente, as pesquisas trazem objetivo(s) geral(is) e, em alguns casos, objetivos específicos. Trata-se de uma parte importante do projeto porque vai direcionar a atenção do leitor para as ações que serão desenvolvidas. 21 Objetivo geral � � Objetivos Específicos Todos os objetivos específicos estão subordinados ao(s) objetivo(s) geral(is), uma vez que são verbos que especificam os verbos dos objetivos gerais. � � � 2.1.6 Fundamentação teóricaUma vez que existem diversas maneiras de se enxergar determinado fenômeno, a fundamentação teórica mostrará ao leitor a orientação que o projeto tomará, em função dos autores que embasarão o trabalho. De forma prática, a fundamentação teórica pode ser apresentada pela linha de pesquisa, seguida dos principais autores. 22 Linha de pesquisa � Autores principais � � � � 2.1.7 Metodologia A seção de metodologia apresenta o passo a passo que será seguido na pesquisa. Além disso, apresenta também os recursos (instrumentos, softwares, etc) que serão utilizados. É importante descrever os procedimentos adotados no projeto em ordem lógica e com detalhes. Caso outra pesquisa seja desenvolvida, haverá elementos que permitirão replicá-la. Vale ressaltar que a seção de metodologia costuma ser imprescindível em pesquisas quantitativas. 23 � � � � 2.1.8 Resultados parciais (se houver) Quando projeto de pesquisa já dispuser de resultados, ainda que parciais, é importante destacá-los. No caso de observações de estágio realizadas no terceiro ano do curso (ou 5º e 6º períodos), já é possível recorrer ao material coletado para incluir no projeto. 2.1.9 Cronograma/Plano de trabalho Na sequência, uma sugestão para a elaboração do cronograma de trabalho. Vale salientar que pode haver a supressão ou inclusão de outros itens que se façam relevantes no projeto. 1. Levantamento bibliográfico; 2. Leitura e fichamento das obras; 3. Coleta e seleção de dados; 4. Início da redação do TC; 5. Tabulação de dados (se houver); 6. Primeiro acompanhamento referente às normas da ABNT e normatização do TC; 7. Versão preliminar do TC; 8. Correções sugeridas pelo professor orientador e pelo prof. da disciplina de TC; 9. Segundo acompanhamento referente às normas da ABNT e normatização do TC; 10. Entrega de 3 vias do TC à banca da pré-defesa; 24 11. Correções sugeridas pela banca; 12. Terceiro acompanhamento referente às normas da ABNT e normatização do TC; 13. Defesa da monografia. Cronograma de Atividades Período: fevereiro de 2016 a dezembro de 2016 ATIVIDADE FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 2.2 Sugestão de leitura para a elaboração do projeto ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. COHEN, L; MANION, L; MORRISON, K. Research methods in education. 6th. ed. Routledge: New York, 2007 CRESWELL, J. W. Educational research: planning, conducting and evaluating quantitative and qualitative research. 4th. ed. Boston: Pearson, 2012. ______. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 2. ed. Trad. Magda Lopes. Porto Alegre: Artmed, 2007. DORNYEI, Z. Research methods in Applied Linguistics: quantitative, qualitative and mixed methodologies. Oxford: Oxford University Press, 2007. FELTRIM, V. D.; ALUÍSIO, S. M.; NUNES, M. G. V. Uma revisão bibliográfica sobre a estruturação de textos científicos em português. São Carlos, out. 2000. Disponível em: <http://wiki.icmc.usp.br/images/c/c0/FeltrimEtAl2000.pdf>. Acesso em: 6 fev. 2015. FRAENKEL, J. R.; WALLEN, N. E.; HYUN, H. H. How to design and evaluate research in education. 8th. ed. New York: McGraw Hill, 2011 GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. GRAY, P. S; WILLIAMSON, J. B.; KARP, D. A.; DALPHIN, J. R. The research imagination: an introduction to qualitative and quantitative methods. New York: Cambridge University Press, 2007. 25 LUDWIG, A. C. W. Fundamentos e prática de metodologia científica. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2012. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2013. ______. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. ______. Metodologia científica. 6. ed. rev. ampl. São Paulo: Atlas, 2011. RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 43. ed. Petrópolis: Vozes, 2015. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. atual. São Paulo: Cortez, 2014. 26 3 ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CURSO Nesta seção, será apresentado um roteiro relacionado à elaboração do Trabalho de Curso. 27 3 TRABALHO DE CURSO O roteiro a seguir pode ser utilizado para servir como uma pequena referência na preparação de um Trabalho de Curso (ou ainda para artigos para a submissão à revista científica). • O título reflete o conteúdo? • As palavras utilizadas são apropriadas? • O título é interessante e atrai o leitor? • Existe(m) trabalho(s) com título(s) semelhante(s)? • É necessária a inclusão de um subtítulo para melhor entendimento? TÍTULO • O resumo contém todos os itens necessários (frase de contextualização, objetivo, fundamentação teórica, metodologia, resultados, análise dos dados e discussão) de forma adequada? • O número de palavras do resumo está de acordo com as normas? • As palavras-chave são adequadas? • O resumo em inglês foi revisado? RESUMO • Quais os motivos pessoais que o levaram a pesquisar? (não se aplica a todos os cursos) • Qual é o tema e a delimitação do tema? • Por que foi necessária a realização da pesquisa (justificativa)? • O que já é feito sobre o assunto no Brasil? E em outros países? • O que torna o trabalho relevante (do ponto de vista teórico, metodológico ou empírico)? • Qual é o problema que está sendo respondido? ou Quais as hipóteses testadas? • Os objetivos gerais e específicos estão claros? • A quem se destina o trabalho? • A terminologia adotada foi explicada? • Houve uma breve apresentação da orientação teórica adotada no trabalho? INTRODUÇÃO •A linha de pesquisa foi explicada em detalhes? •Quais autores servirão para embasar a argumentação? •O objeto de estudo foi discutido com base nas obras de referência dos autores? •As citações (diretas e indiretas) aparecem em ordem lógica, de acordo com a argumentação do texto? FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 28 • Qual foi a natureza do estudo (exploratória, descritiva ou explicativa)? • Qual o delineamento da pesquisa (experimental, levantamento, estudo de caso, pesquisa bibliográfica, etc)? • Qual foi o local onde foi realizada a pesquisa? Por quanto tempo? • Qual a amostra utilizada no estudo? • Quais foram os critérios de inclusão e/ou exclusão adotados? • Qual a técnica utilizada para a coleta de dados (questionários, testes, escalas de avaliação, entrevista, observação, etc)? • A técnica foi descrita em detalhes? • Quantas pessoas participaram da pesquisa? • Quais as variáveis estudadas? • Como as variáveis foram mensuradas? • Foram apresentados os detalhes de como foi realizada a análise estatística? • Houve a utilização de softwares? Qual a versão utilizada? Como eles funcionam? Para que servem? METODOLOGIA • Houve a inclusão de tabelas, gráficos, quadros efiguras? • As tabelas, gráficos, quadros e figuras foram discutidas e analisadas? • Alguma citação é necessária para ilustrar a análise de textos? • As tabelas, gráficos, quadros e figuras seguem uma numeração progressiva? • Existe a necessidade de incluir um anexo? RESULTADOS E ANÁLISE DOS DADOS • Foram enfatizados os principais resultados encontrados? • Foram discutidas as limitações do estudo? • Quais são as perguntas não respondidas e as pesquisas futuras? • Qual o significado do estudo? Possíveis mecanismos e implicações? • Qual a contribuição para os estudos linguísticos? CONSIDERAÇÕES FINAIS • As referências seguem as normas da ABNT? •Todos os autores citados no texto constam nas referências?REFERÊNCIAS 29 4 NORMAS DA ABNT PARA A ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CURSO Nesta seção, serão apresentadas algumas normas para a elaboração do Trabalho de Curso ou artigo científico. 30 4 Normas da ABNT Apresentaremos algumas normas da ABNT que são indispensáveis na consecução do TC. 4.1 CITAÇÕES (NBR 10520:2002) Apresentamos nesta seção, algumas características exigíveis para a apresentação de citações em documentos, transcritas da NBR 10520:2002. Vale salientar que todos os exemplos utilizados são fictícios. A citação é uma “menção de uma informação extraída de outra fonte”. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002, p. 1). Dentre seus diversos empregos, a citação é um recurso importante para ilustrar uma ideia, apresentar um ponto de partida para a argumentação e trazer um contraponto no texto. De acordo com a NBR 10520:2002, existem três tipos de citação: • citação direta: transcrição textual de parte da obra do autor consultado; • citação indireta: texto baseado na obra do autor consultado; • citação de citação: citação direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original. A utilização da citação implica o conhecimento de regras específicas de uso no que se refere à apresentação do texto citado e à identificação do autor, ano da obra e da página da qual o excerto foi retirado. No caso das citações diretas, é necessário indicar sua autoria, bem como o ano em que a obra que abriga a citação foi publicada e o número da página. Nas citações indiretas, são 31 obrigatórios a autoria e o ano (sendo opcional a indicação do número de página). A citação de citação segue os mesmos princípios das citações diretas e indiretas. A seguir, algumas regras fundamentais: • As citações diretas, no texto, de até três linhas, devem estar contidas entre aspas duplas. As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação; Exemplos: Pode-se inferir, então, que as licenciaturas, segundo Borba (1991, p. 100-101) “promovem a formação de professores no nível superior de ensino”. Se por um lado, “os cursos de formação de professores discutem ‘teorias de ensino’ voltadas para a prática docente”, por outro, esses mesmos cursos abordam questões relacionadas à práxis, a partir de uma perspectiva contemporânea. (COLOMBO, 2001, p. 71). Nome do autor fora dos parênteses deve ser digitado em caixa baixa, apenas com a letra inicial maiúscula. � Importante observar que o ponto final é inserido no final do período, desde que esse período não seja encerrado por aspas. � Palavra em língua estrangeira deve ser destacada em itálico. � As aspas simples são empregadas para destacar a ideia do autor da citação, que já se encontrava destacada entre aspas no texto de onde a citação foi retirada. 32 • As citações longas (citações diretas com mais de três linhas) são destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, espaço simples, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas; Nos trabalhos acadêmicos da UEG/Câmpus Quirinópolis, as citações longas receberão fonte 10. • As interferências diretas de terceiros na citação precisam ser devidamente identificadas para que não haja qualquer possibilidade de julgamentos errôneos. Nesse sentido, as supressões, interpolações, comentários, ênfase ou destaques, são registrados da seguinte maneira: a) supressões: [...] b) interpolações, acréscimos ou comentários: [ ] c) ênfase ou destaque: negrito ou itálico. • Para enfatizar trechos da citação, deve-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão grifo nosso entre parênteses, após a chamada da citação, ou grifo do autor, caso o destaque já faça parte da obra consultada. Exemplos: “[...] para que não tenha lugar a producção de degenerados, quer physicos quer moraes, misérias, verdadeiras ameaças à sociedade.” (SOUTO, 1916, p. 46, grifo nosso). “[...] desejo de criar uma literatura independente, diversa, de vez que, aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial [...]” (CANDIDO, 1993, p. 12, grifo do autor). • Quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação, a expressão tradução nossa, entre parênteses. Exemplo: “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa, perversão, ódio de si mesmo [...] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado.” (RAHNER, 1962, p. 463, tradução nossa). 33 • As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados num mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento. • As citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria, publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente, têm as suas datas separadas por vírgula. Exemplos: (ALBUQUERQUE, 1989, 2010, 2014) (LEMOS; LOPES; LEME, 1998, 1999, 2000) • A expressão apud – citado por, conforme, segundo – pode, também, ser usada no texto. Exemplos: No modelo serial de Gough (1972 apud NARDI, 1993), o ato de ler envolve um processamento serial que começa com uma fixação ocular sobre o texto, prosseguindo da esquerda para a direita de forma linear. 4.2 Apresentação de trabalhos acadêmicos (NBR 14724: 2011) Esta norma especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos (teses, dissertações e outros), visando sua apresentação à instituição (banca, comissão examinadora de professores, especialistas designados e/ou outros). Esta norma aplica-se, no que couber, aos trabalhos acadêmicos e similares, intra e extraclasse. 34 4.2.1 ESTRUTURA PARTE EXTERNA Capa 35 Lombada PARTE INTERNA Elementos pré-textuais Folha de rosto (elemento obrigatório) Errata (elemento opcional). 36 Folha de aprovação (elemento obrigatório). Dedicatória (elemento opcional). Agradecimentos (elemento opcional) Epígrafe (elemento opcional) Resumo na língua vernácula (elemento obrigatório) Resumo em língua estrangeira (elemento obrigatório) Lista de ilustrações (elemento opcional) Lista de tabelas (elemento opcional) Lista de abreviaturas e siglas (elemento opcional) Lista de símbolos (elemento opcional) Sumário (elemento obrigatório) 37 Elementos textuais Introdução Desenvolvimento Conclusão Elementos pós-textuais Referências (elemento obrigatório) Glossário(elemento opcional) Apêndice (elemento opcional) Anexo (elemento opcional) Índice (elemento opcional) A formatação das páginas iniciais deverá seguir a seguinte formatação, em espaço simples: Todo o texto das páginas iniciais deve ser escrito com a fonte Times New Roman 12, conforme apresentado acima. 4.2.2 REGRAS GERAIS • Os textos devem ser digitados ou datilografados em cor preta, podendo utilizar outras cores somente para as ilustrações. Se impresso, utilizar papel branco ou reciclado, no formato A4 (21 cm × 29,7 cm); OBS: • Os elementos pré-textuais devem iniciar no anverso da folha, com exceção dos dados internacionais de catalogação-na-publicação que devem vir no verso da folha de rosto. Recomenda-se que os elementos textuais e pós-textuais sejam digitados ou datilografados no anverso e verso das folhas; 38 OBS: • As margens devem ser: para o anverso, esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm; para o verso, direita e superior de 3 cm e esquerda e inferior de 2 cm; OBS: • Recomenda-se, quando digitado, a fonte tamanho 12 para todo o trabalho, inclusive capa, excetuando-se citações com mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, dados internacionais de catalogação, legendas e fontes das ilustrações e das tabelas, que devem ser em tamanho menor e uniforme; Nos trabalhos acadêmicos da UEG/Câmpus Quirinópolis, as citações com mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, dados internacionais de catalogação, legendas e fontes das ilustrações e das tabelas serão digitadas na fonte 10. OBS: • Todo texto deve ser digitado ou datilografado com espaçamento 1,5 entre as linhas, excetuando- se as citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das ilustrações e das tabelas, natureza (tipo do trabalho, objetivo, nome da instituição a que é submetido e área de concentração), que devem ser digitados ou datilografados em espaço simples; 39 OBS: • As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco; OBS: • O indicativo numérico, em algarismo arábico, de uma seção precede seu título, alinhado à esquerda, separado por um espaço de caractere; OBS: 40 ERRADO: CERTO: • Os títulos das seções primárias devem começar em página ímpar (anverso), na parte superior da mancha gráfica e ser separados do texto que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5; OBS: • Da mesma forma, os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5; OBS: 41 • Os títulos, sem indicativo numérico – errata, agradecimentos, lista de ilustrações, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumos, sumário, referências, glossário, apêndice(s), anexo(s) e índice(s) – devem ser centralizados; OBS: ERRADO: CERTO: • Elementos sem título e sem indicativo numérico. Fazem parte desses elementos a folha de aprovação, a dedicatória e a(s) epígrafe(s); OBS: • As folhas ou páginas pré-textuais devem ser contadas, mas não numeradas; OBS: 42 ERRADO: CERTO: O texto da dedicatória pode ser inserido em qualquer parte da página. Não existe norma que especifique a formatação do texto. • Para trabalhos digitados ou datilografados somente no anverso, todas as folhas, a partir da folha de rosto, devem ser contadas sequencialmente, considerando somente o anverso. A numeração deve figurar, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha; OBS: • A sigla, quando mencionada pela primeira vez no texto, deve ser indicada entre parênteses, precedida do nome completo. Exemplo: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); OBS: 43 • No TC, qualquer que seja o tipo de ilustração, sua identificação aparece na parte superior, precedida da palavra designativa (desenho, esquema, fluxograma, fotografia, gráfico, mapa, organograma, planta, quadro, retrato, figura, imagem, entre outros), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos, travessão e do respectivo título. A ilustração deve ser citada no texto e inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. Figura 1 – Logomarca da Universidade Estadual de Goiás Fonte: Universidade Estadual de Goiás (2016) • No caso de artigo científico, a identificação de todas as ilustrações aparece na parte inferior, segundo a NBR 6022:2003 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2003, p. 5). Fonte: Universidade Estadual de Goiás (2016) Figura 1 – Logomarca da Universidade Estadual de Goiás Os tabelas e quadros também merecem atenção especial devido ao fato de necessitarem de uma formatação específica. Destacamos a definição de tabela: “forma não discursiva de apresentar informações das quais o dado numérico se destaca como informação central” (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2011, p. 4). A norma 14724, que trata da apresentação de trabalhos acadêmicos, atesta que as tabelas devem ser citadas no texto, inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem e padronizadas conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A norma em questão faz alusão à publicação intitulada “Normas de apresentação tabular”, publicada em 1993, ainda em vigência. Levando em consideração as instruções contidas nas “Normas de apresentação tabular”, os TCs da UEG/Câmpus Quirinópolis adotarão a seguinte apresentação para as tabelas: 44 Tabela 1 – Notas e faltas dos acadêmicos Acadêmico Nota Número de Faltas Arlinda 9,8 2 Claudionor 9,1 3 Epaminondas 8,3 4 Vandicleide 7,5 12 Fonte: dados do autor A moldura de uma tabela não deve ter traços verticais que a delimitem à esquerda e à direita (IBGE, 1993, p. 15) e não deve haver linhas entre as informações da tabela. Não fica clara pelas explicações da norma qual a formatação pertinente para os quadros. Na UEG/Câmpus Quirinópolis, a formatação dos quadros dos TCs (com informações de texto, não numéricas) deverá obedecer a seguinte formatação: Quadro 1 – Cursos da UEG/Câmpus Quirinópolis Curso Turno Ciências Biológicas Noturno Educação Física Matutino Geografia Noturno História Noturno Letras Noturno Matemática Noturno Pedagogia Noturno Fonte: Universidade Estadual de Goiás (2016) Portanto, os quadros possuem traços horizontais e delimitação do lado esquerdo e do lado direito. • A numeração das páginas de títulos (seções primárias) deve ficar ocultar. Porém, segue a ordem numérica crescente de paginação. OBS: 45 ERRADO: CERTO: 4.3 Sumário (NBR 6027: 2003) Enumeração das divisões, seções e outras partes de uma publicação, na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede. Esta norma aplica-se, no que couber, aos trabalhos acadêmicos e similares, intra e extraclasse. • O sumário deve ser o último elemento pré-textual; OBS: • A palavra sumário deve ser centralizada e com a mesma tipologiada fonte utilizada para as seções primárias. OBS: 46 • A subordinação dos itens do sumário deve ser destacada pela apresentação tipográfica utilizada no texto. OBS: • Os elementos pré-textuais não devem constar no sumário. OBS: • Os indicativos das seções que compõem o sumário, se houver, devem ser alinhados à esquerda, conforme a NBR 6024. OBS: 47 • Os títulos, e os subtítulos, se houver, sucedem os indicativos das seções. Recomenda-se que sejam alinhados pela margem do título do indicativo mais extenso. OBS: • A paginação deve ser apresentada sob uma das formas abaixo: a) número da primeira página (exemplo: 27); b) números das páginas inicial e final, separadas por hífen (exemplo: 91-143); OBS: 4.4 Numeração progressiva das seções de um documento (NBR 6024:2012) A fim de organizar os títulos e subtítulos do trabalho, faz-se necessário o entendimento da numeração progressiva das seções de um documento. Apresentamos o quadro abaixo, acrescido da formatação correspondente até a seção quaternária. 1 XXXXX XXXXXXX � SEÇÃO PRIMÁRIA 1.1 Xxxxx xxxxxxx � seção secundária 1.2 Xxxxx xxxxxxx � seção secundária 1.2.1 Xxxxx xxxxxxx � seção terciária 1.2.2 Xxxxx xxxxxxx � seção terciária 1.3 Xxxxx xxxxxxx � seção secundária 1.3.1 Xxxxx xxxxxxx � seção terciária 1.3.2 Xxxxx xxxxxxx � seção terciária 1.3.2.1 Xxxxx xxxxxxx � seção quaternária 1.3.2.2 Xxxxx xxxxxxx � seção quaternária 2 XXXXX XXXXXXX � SEÇÃO PRIMÁRIA 2.1 Xxxxx xxxxxxx � seção secundária 2.2 Xxxxx xxxxxxx � seção secundária 48 Conforme o esquema acima, as seções primárias são destacadas em caixa alta e negrito. As seções secundárias, caixa baixa e negrito. As seções terciárias, caixa baixa e itálico. As seções quaternárias, caixa baixa e redondo. Na leitura oral não se pronunciam os pontos. Exemplo: em 2.1.1, lê-se dois um um. Não se utilizam ponto, hífen, travessão ou qualquer sinal após o indicativo de seção ou de seu título. A mesma formatação utilizada na numeração progressiva deve ser aplicada no sumário. 4.5 Resumo (NBR 6028: 2003) • O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento; • O resumo deve ser composto de uma sequência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos; • Recomenda-se o uso de parágrafo único; • A primeira frase deve ser significativa, explicando o tema principal do documento; • As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão Palavras-chave:, separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto; • Quanto a sua extensão, os resumos de trabalhos acadêmicos (teses, dissertações e outros) devem ter de 150 a 500 palavras. OBS: 49 PARTES DO RESUMO INTRODUÇÃO/CONTEXTUALIZAÇÃO OBJETIVO(S) FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA METODOLOGIA RESULTADOS DISCUSSÃO/CONCLUSÃO 50 4.6 Referências (NBR 6023: 2002) Os elementos essenciais são: autor(es), título, edição, local, editora e data de publicação. Autor(es) Pessoa(s) física(s) responsável(eis) pela criação do conteúdo intelectual ou artístico de um documento. • Indica(m)-se o(s) autor(es), de modo geral, pelo último sobrenome, em maiúsculas, seguido do(s) prenome(s) e outros sobrenomes, abreviado(s) ou não. Recomenda-se, tanto quanto possível, o mesmo padrão para abreviação de nomes e sobrenomes, usados na mesma lista de referências. Os nomes devem ser separados por ponto-e-vírgula, seguido de espaço. 51 Exemplos: 1 autor SOARES, José Eugênio ou SOARES, J. E. 2 autores ABRAVANEL, Senor; LIBERATO, Antônio Augusto de Moraes ou ABRAVANEL, S.; LIBERATO, A. A. M. 3 autores CARVALHO, Marilda Alves Adão; COSTA, Rosângela do Nascimento; SILVA, Eduardo Batista da. ou CARVALHO, M. A. A.; COSTA, R. N.; SILVA, E. B. • Quando existirem mais de três autores, indica-se apenas o primeiro, acrescentando-se a expressão et al. Exemplo: PEREZ, Carla MELLO, Scheilla ARAÚJO, Viviane � PEREZ, Carla et al. BOLINA, Daniele SATO, Sabrina • Quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra, em coletâneas de vários autores, a entrada deve ser feita pelo nome do responsável, seguida da abreviação, no singular, do tipo de participação (organizador, editor, coordenador, etc.), entre parênteses. Exemplos: NORRIS, C. (Org.). SPIELBERG, S. (Coord.). PITT, B. (Ed.). autor(es) entidade(s): Instituição(ões), organização(ões), empresa(s), comitê(s), comissão(ões), evento(s), entre outros, responsável(eis) por publicações em que não se distingue autoria pessoal. 52 • As obras de responsabilidade de entidade (órgãos governamentais, empresas, associações, congressos, seminários, etc.) têm entrada, de modo geral, pelo seu próprio nome, por extenso. Exemplos: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS. CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERDISCIPLINAR. Autoria desconhecida Em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita pelo título. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido. Exemplo: DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. AS ARMADILHAS da ortografia em língua portuguesa. *** • Eventualmente, o(s) nome(s) do(s) autor(es) de várias obras referenciadas sucessivamente, na mesma página, pode(m) ser substituído(s), nas referências seguintes à primeira, por um traço sublinear (equivalente a seis espaços) e ponto. Exemplos: BONEMER JÚNIOR, W. ______ . LIMA, Nivaldo Batista. ______ . Título • O recurso tipográfico (negrito, grifo ou itálico) utilizado para destacar o elemento título deve ser uniforme em todas as referências de um mesmo documento. • Título e o subtítulo (se for usado) devem ser reproduzidos tal como figuram no documento, separados por dois-pontos. Exemplos: SILVA, Francisco Everardo Oliveira. A arte de escrever. CADY, I. M. D. S. Vai rolar a festa: o povo do gueto mandou avisar. 53 *** • Apenas a primeira letra do título aparece em letra maiúscula, com exceção dos nomes próprios; • O subtítulo não recebe nenhum recurso tipográfico de destaque. OBSERVAÇÕES: Edição Todos os exemplares produzidos a partir de um original ou matriz. Pertencem à mesma edição de uma obra todas as suas impressões, reimpressões, tiragens etc., produzidas diretamente ou por outros métodos, sem modificações, independentemente do período decorrido desde a primeira publicação. • Quando houver uma indicação de edição, esta deve ser transcrita, utilizando-se abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra edição, ambas na forma adotada na língua do documento. Exemplos: GÓMEZ BOLAÑOS, R. A narrativa da série televisiva. 5. ed. BRAGA, R. C. O romantismo nas letras de músicas nos anos 1970. 6. ed. • Indicam-se emendas e acréscimos à edição, de forma abreviada. Exemplo: ANDRADE, M. S. Minha vida na televisão. 3. ed. rev. e aum. *** OBSERVAÇÕES: 54 Local O nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como figura no documento.Exemplo: SANTOS JÚNIOR, N. S. Introdução ao marketing esportivo. Quirinópolis: • No caso de homônimos de cidades, acrescenta-se o nome do estado, do país etc. Exemplos: Viçosa, AL Viçosa, MG Viçosa, RJ • Quando houver mais de um local para uma só editora, indica-se o primeiro ou o mais destacado. • Quando a cidade não aparece no documento, mas pode ser identificada, indica-se entre colchetes. Exemplo: LEONAR, Jayla. Questões sobre neologismos na área de alimentação. [São Paulo]: • Não sendo possível determinar o local, utiliza-se a expressão sine loco, abreviada, entre colchetes [S.l.]. Exemplos: OS GRANDES clássicos das poesias líricas. [S.l.]: *** 55 OBSERVAÇÕES: Editora Casa publicadora, pessoa(s) ou instituição responsável pela produção editorial. Conforme o suporte documental, outras denominações são utilizadas: produtora (para imagens em movimento), gravadora (para registros sonoros), entre outras. • O nome da editora deve ser indicado tal como figura no documento, abreviando-se os prenomes e suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial, desde que sejam dispensáveis para identificação. Exemplos: PAULA FILHO, Francisco Anysio de Oliveira. O texto humorístico. 4. ed. São Paulo: Atlas, (Nota - Na publicação: Editora Atlas) RAMOS, C. A. A. Jogos e educação: tudo que você sempre quis saber. Rio de Janeiro: Ática, 1985. (Nota - Na publicação: Editora Ática) • Quando houver duas editoras, indicam-se ambas, com seus respectivos locais (cidades). Se as editoras forem três ou mais, indica-se a primeira ou a que estiver em destaque. Exemplo: COSTA, Dolores Gonçalves (Coord.). Um século de história: o mapa do conhecimento. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura; São Paulo: EDUSP, • Quando a editora não puder ser identificada, deve-se indicar a expressão sine nomine, abreviada, entre colchetes [s.n.]. Exemplo: RAVAGNANI, H. C. Que gracinha. Brasília, DF: [s.n.], • Quando o local e o editor não puderem ser identificados na publicação, utilizam-se ambas as expressões, abreviadas e entre colchetes [S.l.: s.n.]. 56 Exemplo: MERKEL, Angela Dorothea. Raízes germânicas. [S.l.: s.n.], *** OBSERVAÇÕES: Data A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos. Por se tratar de elemento essencial para a referência, sempre deve ser indicada uma data Exemplo: MIRANDA, M. O. B. Freak le boom boom. São Paulo: Espacial, 1987. • Se nenhuma data de publicação, distribuição, copirraite, impressão etc. puder ser determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes, conforme indicado: Exemplos: [1971 ou 1972] um ano ou outro [1969?] data provável [1973] data certa, não indicada no item [entre 1906 e 1912] use intervalos menores de 20 anos [ca. 1960] data aproximada [197-] década certa [197-?] década provável [18--] século certo [18--?] século provável *** OBSERVAÇÕES: 57 4.6.1 Exemplos de referências Apresentamos a seguir exemplos de referências de materiais diversos. Vale salientar que “as referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto”. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002, p. 3). Com relação ao espaçamento entre as referências, “devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco”. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2011, p. 10). Artigo de jornal OLIVEIRA, G. A capital das luzes. O Popular, Goiânia, p. 6, 25 dez. 2010. OBS: 58 Artigo de revista científica (periódico) SILVA, E. B. A preparação de material terminológico por meio de ferramentas linguístico- computacionais. Trabalhos em linguística aplicada, Campinas, v. 50, n. 1, p. 119-132, jan./jun. 2011. OBS: Capítulo MATOS, L. L. B. O desenvolvimento cognitivo e a prontidão para a alfabetização. In: CARRARO, T. N. (Org.). Aprender pensando. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 1991. p. 31-40. OBS: Lei BRASIL. Lei nº 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Altera a legislação tributária federal. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 8 dez. 1999. Disponível em: <http://www.in.gov.br/ mp_leis/leis_texto.asp?ld=LEI%209887>. Acesso em: 22 dez. 1999. OBS: Obra integral QUIRINO, A. B. C. Expoentes de Quirinópolis e região. Rio Verde: Geográfica, 2015. OBS: 59 Site SISTEMA ESTADUAL DE GEOINFORMAÇÃO. Estatísticas Georreferenciadas. Disponível em: <http://www.sieg.go.gov.br>. Acesso em: 10 abr. 2016. OBS: Software SCOTT, M. Wordsmith Tools. Version 5. Oxford: Oxford University Press, 2005. 1 CD- ROM. OBS: O software não recebe destaque em negrito. Trabalho apresentado em evento SILVA, B. W. M. As licenciaturas do Câmpus Quirinópolis. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL DAS LICENCIATURAS, 7., 2012, Goiânia. Anais... Goiânia: Acadêmica, 2013. OBS: Trabalhos de Conclusão de Curso/Dissertações/Teses EUCLIDES, M. L. Sistemas informacionais: a capacitação do usuário em estratégias de busca. 2012. 73 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Letras) – Universidade Estadual de Goiás, Quirinópolis, 2012. FABRON, E. M. G. A aquisição da escrita. 1994. 192 f. Dissertação (Mestrado em Estudos Linguísticos) – Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista, São José do Rio Preto, 1994. BUENO, M. S. S. O salto na escuridão: pressupostos e desdobramentos das políticas atuais para o ensino médio. 1998. 257 f. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 1998. 60 OBS: 61 5 Sugestões para o texto acadêmico 1 LÉXICO 1.1 Utilize os adjetivos com parcimônia; OBS: 1.2 Lembre-se de optar pelas variantes da norma culta; OBS: 1.3 Saiba o significado dos conectivos, locuções, etc. OBS: 2 PARÁGRAFO 2.1 Estruture o parágrafo com uma sentença-tópico, uma ideia secundária, uma ideia terciária, etc.; OBS: 2.2 Escreva períodos de no máximo duas ou três linhas; OBS: 2.3 Não inclua ideias vagas, inconclusivas. OBS: 62 3 PONTUAÇÃO 3.1 Vírgula; OBS: 3.2 Ponto e vírgula. OBS: 63 6 REDAÇÃO ACADÊMICA A fim de estruturar e facilitar a redação acadêmica, a argumentação pode seguir o sistema apresentado abaixo: SENTENÇA-TÓPICO + IDEIAS SECUNDÁRIAS + IDEIAS TERCIÁRIAS Cada parágrafo pode seguir essa orientação. É preciso atenção para que haja coesão e coerência tanto dentro dos períodos no interior do parágrafo quanto entre os parágrafos. SENTENÇA-TÓPICO A sentença-tópico apresenta uma contextualização do assunto. A sentença-tópico pode apresentar uma ideia principal, que será desenvolvida com mais detalhes nas frases seguintes. A extensão da sentença-tópico pode variar entre 1 e 3 frases, mas não existe uma regra. IDEIAS SECUNDÁRIAS As ideias secundárias servem para dar suporte ao que foi dito anteriormente, trazendo argumentos relacionados, detalhes, exemplos, etc. Sua extensão podevariar entre 1 e 3 frases, mas não existe uma regra. IDEIAS TERCIÁRIAS Caso sejam necessárias, as ideias terciárias expandem as ideias secundárias, de forma a torná-las mais explícitas ou ainda, trazendo contrapontos. Sua extensão pode variar entre 1 e 3 frases, mas não existe uma regra. 64 EXEMPLO 1 Não parece haver dissenso sobre a presença da língua inglesa em vários países e esferas de atividade e, consequentemente, sobre a necessidade da língua inglesa nos meios acadêmicos. Essa que é a língua na qual se veicula grande parte do conhecimento produzido no mundo (MOITA LOPES, 2003) e na qual também o conhecimento que é produzido aqui poderia ou deveria ser veiculado (LEFFA, 2001). Não menos raro é o discurso de resistência em relação a essa língua, expresso muitas vezes por um antiamericanismo. (ASSIS- PETERSON e COX, 2007; LACOSTE, 2005). EXEMPLO 2 Não obstante as decisões tomadas pelas/os professoras/es da área para lidar com essa situação, a heterogeneidade linguística é vista em contextos educacionais como uma das maiores dificuldades enfrentadas, pois, como se pode ver, divide as/os estudantes em dois grupos opostos: o das/os que sabem e o das/os que não sabem a língua-alvo, quando, na verdade, elas/es apresentam diferentes níveis de conhecimento dessa língua e, além disso, diferentes identidades, diferentes experiências educacionais, diferentes conhecimentos, diferentes experiências de vida etc. Por isso, essa oposição binária deve ser desnaturalizada, ou seja, é preciso que as/os estudantes se afirmem como pessoas que são mais do que apenas aprendizes da língua-alvo e que têm mais do que simplesmente dois níveis de conhecimento linguístico (sabem tudo ou não sabem nada) e que professoras/es de língua reconheçam e valorizem essas outras identidades que as/os estudantes trazem para sala de aula. EXEMPLO 3 O discurso da universalidade imposta da língua inglesa depende fortemente de uma pressuposta "necessidade virtual da língua inglesa": é a língua inevitável, de valor e prestígio acumulado. Essa língua "universal" deve estar virtualmente disponível, ainda que seus objetivos práticos deslizem frouxamente – reforçando o aspecto virtual dessa necessidade. Notamos um bom exemplo disso no trecho de A3, em que a necessidade de saber inglês vai desde uma demanda "na universidade" genericamente definida, passando por supostos problemas de tradução de textos com inglês como língua-fonte, até a pronúncia das palavras. OBS: Todos os excertos acima foram retirados de artigos científicos aprovados e publicados em uma revista de circulação nacional: Trabalhos em Linguística Aplicada. 65 7 Exercícios de fixação 7.1 Citação 1 ESCOLHA A ALTERNATIVA CORRETA. 1 Para compreender a complexidade das palavras e seus diversos significados, é necessário considerar o contexto sóciocultural de uso no texto, assim como apontam diversas pesquisas acadêmicas (WIDDOWSON, NAGY, SCOTT, 2005, 2000, 1978). ( ) de acordo com a NBR 10520:2002 ( ) em desacordo com a NBR 10520:2002 2 “Cunningham e Smith (2005, p. 46) apresentam dois mecanismos para tal efetivação: exposição às modalidades oral e escrita da língua. Cabe ainda salientar que o vocabulário pode ser adquirido de forma acidental ou indireta, pela exposição a palavras no contexto em que o aprendiz se insere, assim também como revelam muitos estudos sobre a aprendizagem lexical publicado fora contexto acadêmico brasileiro.” ( ) de acordo com a NBR 10520:2002 ( ) em desacordo com a NBR 10520:2002 3 Com base na proposta de Pennycook (1998) e Ferreira (2006), as aulas críticas foram planejadas e conduzidas em torno de cinco temas principais: 1) o inglês na era da globalização; 2) a questão do corpo no mundo contemporâneo; 3) raça e classe no Brasil; 4) cultura e identidade e 5) gênero e sexualidade. ( ) de acordo com a NBR 10520:2002 ( ) em desacordo com a NBR 10520:2002 4 Conforme defende Rajagopalan (2005, p. 147), não se pode ingenuamente acreditar que o domínio linguístico do inglês [tanto na modalidade escrita quanto na falada] teria se concretizado a partir de uma escolha, em escala mundial, por uma língua para possibilitar a comunicação entre povos de diferentes nações. ( ) de acordo com a NBR 10520:2002 ( ) em desacordo com a NBR 10520:2002 66 5 As pessoas empenhadas em uma interação face a face estabelecem e mantêm uma relação definida por “percepções mútuas em um processo de interdependência comunicativa [...]”. ( ) de acordo com a NBR 10520:2002 ( ) em desacordo com a NBR 10520:2002 6 “[...] desejo de criar uma literatura independente, diversa, de vez que, aparecendo o classicismo como manifestação de passado colonial [...]” (Candido, 1993, p. 12). ( ) de acordo com a NBR 10520:2002 ( ) em desacordo com a NBR 10520:2002 7 Pode-se entender que a iniciativa privada pode fornecer contribuições relevantes para a economia local de forma inequívoca (DREYFUSS, 1989, 1991, 1995). ( ) de acordo com a NBR 10520:2002 ( ) em desacordo com a NBR 10520:2002 8 Segundo Silva (1983 apud ABREU, 1999, p. 3), a literatura possui relações com a história de um povo. ( ) de acordo com a NBR 10520:2002 ( ) em desacordo com a NBR 10520:2002 9 Atualmente a manipulação de textos via computador no domínio da Lingüística e das Ciências Humanas transformou o editor de textos em uma banalidade. De fato, essa nova tecnologia apresenta grandes vantagens sobre os sistemas tradicionais de escrita como qualquer autor de um texto – escritor, jornalista, professor ou advogado – pode atestar. Não podemos nos imaginar sequer escrevendo sem um computador (BIDERMAN, 2001, p. 75). ( ) de acordo com a NBR 10520:2002 ( ) em desacordo com a NBR 10520:2002 10 Na Lingüística de Corpus [também no sudoeste goiano], trabalha-se com dados reais tão exaustivos quanto possível e que, portanto, possam reproduzir com a máxima fidelidade a realidade lingüística (BIDERMAN, 2001, p. 81). ( ) de acordo com a NBR 10520:2002 ( ) em desacordo com a NBR 10520:2002 11 Não é possível realizar uma citação direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original. ( ) verdadeiro ( ) falso 12 Uma citação direta pode ser entendida como sendo uma transcrição textual de parte da obra do autor consultado. ( ) verdadeiro 67 ( ) falso 13 As interpolações são indicadas do seguinte modo: […] ( ) verdadeiro ( ) falso 14 Citações em língua estrangeira podem aparecer no corpo do texto. ( ) verdadeiro ( ) falso 15 Nas citações indiretas, com mais de três linhas, a letra é menor que aquela utilizada no texto. ( ) verdadeiro ( ) falso 16 A citação de citação só vai aparecer no texto com fonte menor (10). ( ) verdadeiro ( ) falso 17 Uma citação indireta nunca aparecerá entre aspas duplas. ( ) verdadeiro ( ) falso 18 As aspas simples são utilizadas para indicar citação no interior da citação. ( ) verdadeiro ( ) falso 19 As supressões podem aparecer mais de uma vez em uma citação. ( ) verdadeiro ( ) falso 20 Nas citações diretas, com quatro linhas ou mais, o recuo deve ser de 4 cm. ( ) verdadeiro ( ) falso 68 7.2 Apresentação de trabalhos acadêmicos 1 Dentre os elementos pré-textuais de um trabalho acadêmico, os agradecimentos são obrigatórios.( ) verdadeiro ( ) falso 2 A diferença entre apêndice e anexo encongtra-se basicamente na quantidade de informações apresentadas. ( ) verdadeiro ( ) falso 3 As margens devem ser para o anverso, esquerda e superior de 2 cm e direita e inferior de 3 cm. ( ) verdadeiro ( ) falso 4 Tanto as notas de rodapé quanto as citações com mais de três linhas são digitadas com fonte 10. ( ) verdadeiro ( ) falso 5 Todo texto deve ser digitado com espaçamento duplo entre as linhas. ( ) verdadeiro ( ) falso 6 As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco. ( ) verdadeiro ( ) falso 7 O indicativo numérico, em algarismo arábico, de uma seção precede seu título, alinhado à esquerda, separado por um espaço de caractere. ( ) verdadeiro ( ) falso 8 Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. ( ) verdadeiro ( ) falso 9 Os títulos, sem indicativo numérico – errata, agradecimentos, lista de ilustrações, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumos, sumário, referências, glossário, apêndice(s), anexo(s) e índice(s) – devem ser centralizados. ( ) verdadeiro ( ) falso 10 Qualquer que seja o tipo de ilustração, sua identificação aparece na parte inferior, precedida da palavra designativa (desenho, esquema, fluxograma, fotografia, gráfico, mapa, organograma, planta, quadro, retrato, figura, imagem, entre outros), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos, travessão e do respectivo título.. ( ) verdadeiro ( ) falso 69 7.3 Sumário 1 Com relação à sua inserção no trabalho acadêmico, o sumário deve ser o primeiro elemento pré- textual. ( ) de acordo com a NBR 6027:2003 ( ) em desacordo com a NBR 6027:2003 2 A palavra sumário deve ser alinhada à esquerda. ( ) de acordo com a NBR 6027:2003 ( ) em desacordo com a NBR 6027:2003 3 A tipologia da fonte utilizada para as seções primárias nunca é a mesma aplicada ao sumário. ( ) de acordo com a NBR 6027:2003 ( ) em desacordo com a NBR 6027:2003 4 Os itens do sumário devem ser destacados da mesma forma que os títulos e subtítulos do trabalho. ( ) de acordo com a NBR 6027:2003 ( ) em desacordo com a NBR 6027:2003 5 No sumário, é essencial que haja indicação das páginas nas quais se encontram os elementos pré-textuais. ( ) de acordo com a NBR 6027:2003 ( ) em desacordo com a NBR 6027:2003 6 A paginação deve ser apresentada preferencialmente com números das páginas inicial e final (91-143). ( ) verdadeiro ( ) falso 7 Os pontos entre os itens do sumário e o número da página são opcionais. ( ) verdadeiro ( ) falso 8 A página na qual o sumário se encontra não é numerada. ( ) verdadeiro ( ) falso 9 No sumário, os títulos sempre recebem negrito e caixa alta. ( ) verdadeiro ( ) falso 10 No sumário, a “introdução”, por ser padrão em trabalhos, recebe o número 1: “1 Introdução” ( ) verdadeiro ( ) falso 70 7.4 Resumo 1 Quanto a sua extensão os resumos de trabalhos acadêmicos (teses, dissertações e outros) devem ter até 350 palavras. ( ) de acordo com a NBR 6028:2003 ( ) em desacordo com a NBR 6028:2003 2 O parágrafo do resumo deve ter um recuo de 4 cm. ( ) de acordo com a NBR 6028:2003 ( ) em desacordo com a NBR 6028:2003 3 O resumo pode ser composto de enumeração de tópicos. ( ) de acordo com a NBR 6028:2003 ( ) em desacordo com a NBR 6028:2003 4 As palavras-chave são separadas entre si por vírgula e finalizadas por ponto. ( ) de acordo com a NBR 6028:2003 ( ) em desacordo com a NBR 6028:2003 5 Deve haver, no mínimo, cinco palavras-chave. ( ) de acordo com a NBR 6023:2002 ( ) em desacordo com a NBR 6023:2002 6 O alinhamento do texto do resumo deve ser justificado. ( ) verdadeiro ( ) falso 7 A fonte do resumo deve ser 10. ( ) verdadeiro ( ) falso 8 Recomenda-se a utilização de espaçamento duplo nas entrelinhas do resumo. ( ) verdadeiro ( ) falso 9 No resumo, a metodologia pode ser omitida, desde que os resultados sejam apresentados. ( ) verdadeiro ( ) falso 10 Com relação à ordem das partes que constituem o resumo, pode haver alguma inversão. ( ) verdadeiro ( ) falso 71 7.5 Referência 1 ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. [S.l]: Pontes, 1998. ( ) de acordo com a NBR 6023:2002 ( ) em desacordo com a NBR 6023:2002 2 ______. Parâmetros atuais para o ensino de português. São José do Rio Preto, SP: Pontes, 1997. ( ) de acordo com a NBR 6023:2002 ( ) em desacordo com a NBR 6023:2002 3 BROWN, H. D. Principles: Language Learning and Teaching. New York: Longman, 2000. ( ) de acordo com a NBR 6023:2002 ( ) em desacordo com a NBR 6023:2002 4 FLICK, U. Introdução à pesquisa qualitativa. Tradução José Silva. 3a. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. ( ) de acordo com a NBR 6023:2002 ( ) em desacordo com a NBR 6023:2002 5 TELLES, J. A. A trajetória narrativa: histórias sobre a prática pedagógica e a formação do professor de línguas. In: GIMENEZ, T. (org.). Trajetórias na formação de professores de línguas. Londrina: Universitária, 2002. p. 15-38. ( ) de acordo com a NBR 6023:2002 ( ) em desacordo com a NBR 6023:2002 6 Não é indicada a edição na referência quando existe apenas uma edição de determinada obra. ( ) verdadeiro ( ) falso 7 A partir de três autores, a autoria é indicada pelo sobrenome do primeiro autor e da expressão “et al”. ( ) verdadeiro ( ) falso 8 As obras de responsabilidade de entidade tem entrada pelo seu próprio nome, por extenso. ( ) verdadeiro ( ) falso 9 Em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita pelo título. ( ) verdadeiro ( ) falso 72 10 Quando a editora não puder ser identificada, deve-se usar a expressão sine nomine: [s.n.]. ( ) verdadeiro ( ) falso 73 DOCUMENTOS RELACIONADOS AO TC DOCUMENTOS RELACIONADOS AO TRABALHO DE CURSO Nesta seção, serão apresentados os documentos relacionados ao TC. 74 ACEITE E COMPROMISSO DE ORIENTAÇÃO DO PROJETO À Coordenação de TC do Curso de XXXXXXX, Professor XXXXXXX, Comunico à Coordenação de TC do Curso de XXXXXXX da Universidade Estadual de Goiás/Câmpus Quirinópolis, que assumo a orientação durante o corrente ano letivo do(a) acadêmico(a) infra-mencionado(a), tanto na execução da pesquisa quanto no desenvolvimento do PROJETO do Trabalho de Curso. Título provisório do trabalho: .......................................................................................................................................................Nome completo do(a) orientador(a): ....................................................................................................................................................... Telefone e e-mail: ....................................................................................................................................................... Nome completo do(a) acadêmico(a): ....................................................................................................................................................... Telefone e e-mail: ....................................................................................................................................................... Fico responsável em informar por escrito a esta Coordenação se a orientação for interrompida por iniciativa de qualquer uma das partes: orientador (a) ou orientado(a). Tenho ciência de que devo estar familiarizado com as normas referentes à elaboração de trabalhos científicos estabelecidas pala Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); com as normas gerais que regem as orientações na UEG (disponíveis online) e com o Manual Técnico para Trabalhos Científicos, disponível na UEG/Câmpus Quirinópolis. Assumo ainda o compromisso de verificar, durante as correções, se o PROJETO está livre de plágio (integral, parcial e/ou conceitual). Quirinópolis, XXXXXXX de 2016 _____________________________________ Assinatura do(a) orientador(a) 75 ACEITE E COMPROMISSO DE ORIENTAÇÃO DO TC À Coordenação de TC do Curso de XXXXXXX, Professor XXXXXXX, Comunico à Coordenação de TC do Curso de XXXXXXX da Universidade Estadual de Goiás/Câmpus Quirinópolis, que assumo a orientação durante o corrente ano letivo do(a) acadêmico(a) infra-mencionado(a), tanto na execução da pesquisa quanto no desenvolvimento do Trabalho de Curso. Título provisório do trabalho: ....................................................................................................................................................... Nome completo do(a) orientador(a): ....................................................................................................................................................... Telefone e e-mail: ....................................................................................................................................................... Nome completo do(a) acadêmico(a): ....................................................................................................................................................... Telefone e e-mail: ....................................................................................................................................................... Fico responsável em informar por escrito a esta Coordenação se a orientação for interrompida por iniciativa de qualquer uma das partes: orientador (a) ou orientado(a). Tenho ciência de que devo estar familiarizado com as normas referentes à elaboração de trabalhos científicos estabelecidas pala Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); com as normas gerais que regem as orientações na UEG (disponíveis online) e com o Manual Técnico para Trabalhos Científicos, disponível na UEG/Câmpus Quirinópolis. Assumo ainda o compromisso de verificar, durante as correções, se o TC está livre de plágio (integral, parcial e/ou conceitual). Quirinópolis, XXXXXXX de 2016 _____________________________________ Assinatura do(a) orientador(a) 76 CONVITE PARA BANCA EXAMINADORA Cara professora XXXXXXX, Pelo presente, temos a satisfação de convidar V. Sa. para ser membro de duas bancas de avaliação de trabalho de conclusão de curso, desenvolvidos no curso de Letras da UEG/Câmpus Quirinópolis. As bancas serão realizadas a distância, por videoconferência (Skype). Data: 00/00/0000 Horário: 00h – 00h Discente: XXXXXXX Título: XXXXXXX Orientador: Prof. XXXXXXX Data: 00/00/0000 Horário: 00h – 00h Discente: XXXXXXX Título: XXXXXXX Orientador: Prof. XXXXXXX O exemplar do trabalho de conclusão de curso será entregue até 00/00/0000. Caso V. Sa não possa comparecer para participar da banca de avaliação, solicitamos comunicar o mais breve possível. Desde já, agradecemos pela atenção dispensada. Quirinópolis, 00 de XXXXXXX de 2016 _______________________________________ ASSINATURA Nome do professor orientador 77 ORIENTAÇÕES GERAIS PARA AS BANCAS DE TC DURAÇÃO • A apresentação/defesa pública consistirá em uma exposição oral de, no máximo, 20 minutos, na qual será feita uma síntese do trabalho. Quando o tempo da apresentação se esgotar sem que o acadêmico tenha concluído sua fala, o presidente da banca concederá mais 5 minutos para a conclusão, sem prejuízo da avaliação oral; • Na arguição pública, o arguidor 1 terá à disposição o tempo máximo de 20 minutos. Ao discente, será concedido o tempo máximo de 10 minutos para as explicações; • Da mesma forma, o arguidor 2 terá à disposição o tempo máximo de 20 minutos. Ao discente, será concedido o tempo máximo de 10 minutos para as explicações. NOTAS • Após a apreciação do conteúdo e estrutura do TC e da apresentação oral, serão avaliados pelos membros da comissão julgadora, em sessão secreta, os itens descritos na FICHA DE AVALIAÇÃO. A saber, conteúdo e estrutura do TC (até 7 pontos) e apresentação oral (até 3 pontos); • A nota mínima para a aprovação no TC será 7,0; • Caso a nota varie entre 5,0 e 6,9, o trabalho deverá ser refeito nos pontos críticos e entregue à banca para uma nova leitura e avaliação, sem a necessidade da apresentação oral. O prazo de reorganização não poderá ser superior a 15 dias; • Caso a nota seja inferior a 5,0, o aluno será reprovado; • Em caso de plágio comprovado, será atribuída nota zero ao trabalho e o aluno terá que apresentar um novo trabalho, em um prazo definido pelo professor orientador ou pelo professor da disciplina de TC. 78 ENTREGA DA VERSÃO FINAL • O volume final para arquivamento, já com as devidas correções, só será aceito pelo professor da disciplina ou pela coordenação de TC, se estiver validado pelo professor orientador, indicando sua concordância com o conteúdo do mesmo; • As sugestões de alterações serão de responsabilidade do discente e de seu respectivo professor orientador; • Deve ser entregue uma cópia do TC em CD em arquivo único no formato PDF. Na identificação do CD (capa), devem constar: Nome da instituição Curso Título do TC Nome do Discente Professor Orientador Local/ano. • O CD deverá vir acompanhado do TERMO DE AUTORIZAÇÃO para disponibilização de textos eletrônicos no banco de artigos e monografias da Unidade Universitária dos autores para a liberação de empréstimo nas bibliotecas; • O acadêmico que não entregar a versão final do TC ou não realizar a apresentação oral nas datas previstas, sem justificar-se antecipadamente, estará automaticamente reprovado; 79 FICHA DA MÉDIA FINAL DE AVALIAÇÃO DE TC Título do TC: ______________________________________________________________ __________________________________________________________________________ Discente: __________________________________________________________________ MEMBROS DA BANCA EXAMINADORA Orientador(a): _________________________________________________________________________ Arguidor(a) 1: _________________________________________________________________________Arguidor(a) 2: _________________________________________________________________________ QUESITOS ARGUIDOR(A) 1 ARGUIDOR(A) 2 1 Conteúdo e estrutura do TC 2 Apresentação oral e argumentação Total MÉDIA No quesito Conteúdo e estrutura da monografia, a banca examinadora avaliou a organização sequencial, a argumentação, a profundidade do conteúdo, a correção gramatical e a adequação do conteúdo temático. No quesito Apresentação oral e argumentação, a banca examinadora avaliou o domínio do conteúdo, a organização da apresentação, a capacidade de comunicação e de argumentação. APÓS A DEFESA E CÁLCULO DA MÉDIA FINAL, ESTA FICHA DEVERÁ SER ENTREGUE DIRETAMENTE AO PROFESSOR RESPONSÁVEL PELA DISCIPLINA DE TC. Quirinópolis, _____ de ______________________ de 201___ _____________________________________________ Presidente da banca examinadora 80 FICHA DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CURSO (TC) Discente:___________________________________________________________________ Arguidor(a) 1: ______________________________________________________________ Data: ______________________ Avaliar o trabalho escrito considerando os itens 1.1 a 1.5: Quesito Valor Nota 1. CONTEÚDO E ESTRUTURA DO TC 1.1 Adequação do objeto à pesquisa do ponto de vista epistemológico. 0 a 1 1.2 Articulação teórica e consistência científica. 0 a 3 1.3 Adequação às normas presentes no manual de TC da unidade. 0 a 1 1.4 Estruturação textual e domínio da norma culta da língua portuguesa. 0 a 1 1.5 Adequação e relevância das referências bibliográficas utilizadas na pesquisa. 0 a 1 TOTAL 0 a 7 Avaliar a apresentação oral e a argumentação considerando os itens 2.1 a 2.3: Quesito Valor Nota 2. APRESENTAÇÃO ORAL E ARGUMENTAÇÃO 2.1 Introdução do assunto e desenvolvimento dos tópicos importantes do TC. 0 a 1 2.2 Explanação consistente aos questionamentos. 0 a 1 2.3 Utilização da norma culta da língua portuguesa (considerar uso de gírias, erros de concordância verbal e impropriedade terminológica) e domínio da linguagem científica. Comunicação clara, com boa dicção e entonação de voz. 0 a 1 TOTAL 0 a 3 OBS: 81 FICHA DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CURSO (TC) Discente:___________________________________________________________________ Arguidor(a) 2: ______________________________________________________________ Data: ______________________ Avaliar o trabalho escrito considerando os itens 1.1 a 1.5: Quesito Valor Nota 1. CONTEÚDO E ESTRUTURA DO TC 1.1 Adequação do objeto à pesquisa do ponto de vista epistemológico. 0 a 1 1.2 Articulação teórica e consistência científica. 0 a 3 1.3 Adequação às normas presentes no manual de TC da unidade. 0 a 1 1.4 Estruturação textual e domínio da norma culta da língua portuguesa. 0 a 1 1.5 Adequação e relevância das referências bibliográficas utilizadas na pesquisa. 0 a 1 TOTAL 0 a 7 Avaliar a apresentação oral e a argumentação considerando os itens 2.1 a 2.3: Quesito Valor Nota 2. APRESENTAÇÃO ORAL E ARGUMENTAÇÃO 2.1 Introdução do assunto e desenvolvimento dos tópicos importantes do TC. 0 a 1 2.2 Explanação consistente aos questionamentos. 0 a 1 2.3 Utilização da norma culta da língua portuguesa (considerar uso de gírias, erros de concordância verbal e impropriedade terminológica) e domínio da linguagem científica. Comunicação clara, com boa dicção e entonação de voz. 0 a 1 TOTAL 0 a 3 OBS: 82 COMPOSIÇÃO DE BANCA EXAMINADORA À coordenação de TC do curso de XXXXXXXX Eu, Prof.(a).............................................................................................., sugiro à coordenação de TC do Curso de XXXXXXXX da UEG/Câmpus Quirinópolis, para compor a banca examinadora de defesa o(a) professor(a) infra-citado(a). Estou ciente de que existe a possibilidade de convidar avaliador externo para integrar a banca examinadora e considero como avaliador externo não apenas aquele vinculado à outra instituição de ensino superior, mas, também, a outro curso da UEG/Câmpus Quirinópolis, desde que sejam observados os requisitos do Art. 75 do Caderno 2, elaborado pela Pró-reitoria de Graduação: 1) possuir formação na área e ou atuação profissional de pesquisa; 2) possuir titulação mínima de especialista e 3) ter experiência na área em que o trabalho foi desenvolvido. Estou ciente de que as cópias dos trabalhos devem ser entregues para a apreciação dos membros da comissão julgadora com pelo menos 10 (dez) dias de antecedência. Discente:....................................................................................................................................... Título: …................................................................................................................................... ...................................................................................................................................................... Docente convidado(a):................................................................................................................ Docente convidado(a):............................................................................................................... Preferência por dia/horário para essa banca Indicar até 3 possibilidades # dia horário 01 02 03 _______________________________________ Assinatura do(a) professor(a) orientador(a) Quirinópolis, outubro de 2016 83 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS (Criada pela Lei n. 13.456 de 16 de abril de 1999, publicado no DOE-GO de 20 de abril de 1999) (Decreto de Credenciamento n. 6.568 de 06 de novembro de 2006, publicado no DOE em 09 de novembro de 2006) TERMO DE AUTORIZAÇÃO Eu, _____________________________________________________ portador(a) do RG n.° ______________ Org. Exp. __________, inscrito no CPF sob n.° ___________________________, domiciliado no(a) ___________________________________________________, na cidade de ___________________________________, estado de ________________________________, na qualidade de titular dos direitos de autor que recaem sobre o meu Trabalho de Curso, intitulado _____________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ defendido em ____/______/________, junto à banca examinadora do curso, com fundamento nas disposições da lei n.° 9.610 de 19 de fevereiro de 1998, ( ) NÃO AUTORIZO ( ) AUTORIZO ( ) AUTORIZO PARCIALMENTE No caso da liberação parcial deverão ser disponibilizadas apenas as seguintes seções do trabalho: _____________________________________________________________________________ a Universidade Estadual de Goiás/Câmpus Quirinópolis a disponibilizar gratuitamente a obra citada, sem ressarcimento de direitos autorais, para fins de leitura, impressão e/ou download pela internet, a título de divulgação da produção científica gerada a partir desta data. Estou ciente de que: 1. Em caso de liberação parcial, esta será mantida durante um ano a partir da data de publicação. Para a extensão deste prazo, devo manifestar-me junto ao Sistema de Bibliotecas da UEG. Se não houver manifestação, o texto completo do trabalho de conclusão será liberado em sua totalidade. 2. O conteúdo disponibilizado é de minha inteira responsabilidade. Quirinópolis, ______de dezembro de 2016. ____________________________________________ Assinatura do(a) autor(a) 84 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS CÂMPUS QUIRINÓPOLIS LICENCIATURA EM XXXXXXX MODELO DE CAPA DO TC Nome do Aluno TÍTULO DO TC QUIRINÓPOLIS DEZEMBRO/2016 85 Nome do Aluno TÍTULO DO TC LINHA DE PESQUISA: XXXXXXXXXXXX CONCENTRAÇÃO: XXXXXXXXXXXX Projeto de pesquisa apresentado à Universidade Estadual de Goiás/Câmpus Quirinópolis como exigência da disciplina Produção de Trabalho de Curso, sob a responsabilidade do Prof. Dr. XXXXXXXXXXXX. Orientador: Prof. XXXXXXXX 86 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS CÂMPUS QUIRINÓPOLIS LICENCIATURA EM XXXXXXX Nome do Aluno TÍTULO DO TC TC defendido e aprovado em 00 de XXXXX de 2016 pela Banca Examinadora constituída pelos seguintes professores: BANCA EXAMINADORA ___________________________________________ ASSINATURA Maria das Graças Meneghel Universidade Estadual de Goiás Professor Orientador ___________________________________________ ASSINATURA Edson Arantes do Nascimento Universidade Estadual Paulista Arguidor 1 ___________________________________________ ASSINATURA Sabrina Sato Universidade Federal de Uberlândia Arguidor 2 87 Referências ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002a. ______. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002b. ______. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio Janeiro, 2003a. ______. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Rio Janeiro, 2003b. ______. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Rio Janeiro, 2003c. ______. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Rio de Janeiro, 2003d. ______. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2011. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 1993.