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Sistema linfático Profa Dra. Karen C. Higa Sistema linfático • Reabsorção (capilares) • Filtragem (linfonodos) • Devolução (ductos) • Imunidade Reabsorção dos excessos de líquidos e proteínas. Evita edemas Estrutura geral de um capilar linfático – valvas impedem refluxo para interstício Células endoteliais - actomiosina Formação da linfa • A partir do fluido intersticial, que flui pelos linfáticos= mesma composição do fluido intersticial ( 2 a 3 L/dia) • Via importante de absorção de nutrientes do TGI (triglicérides) • Bactérias- podem ser eliminadas pelos linfonodos Atividade da bomba linfática Ducto torácico – 50 a 100 mmHg • Contração dos músculos esqueléticos circuncidantes • Movimento de partes do corpo • Pulsações de artérias adjacentes aos linfáticos • Compressão dos tecidos por objetos externos ao corpo • Exercício – aumento da atividade da bomba linfática de 10 a 30x Aumento da eficiência da bomba linfática • Pressão do líquido intersticial • Atividade da bomba linfática Fatores que determinam o fluxo linfático • Algumas vezes, quando estamos doentes, percebemos um pequeno inchaço na região do pescoço. Isso é consequência de: • a) um inchaço nos gânglios linfáticos. • b) um aumento generalizado dos vasos linfáticos. • c) um aumento da deposição de linfa no pescoço. • d) uma multiplicação exagerada e descontrolada de células nessa região. • e) um deslocamento dos gânglios linfáticos. • Algumas vezes, quando estamos doentes, percebemos um pequeno inchaço na região do pescoço. Isso é consequência de: • a) um inchaço nos gânglios linfáticos. • b) um aumento generalizado dos vasos linfáticos. • c) um aumento da deposição de linfa no pescoço. • d) uma multiplicação exagerada e descontrolada de células nessa região. • e) um deslocamento dos gânglios linfáticos.