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HT. FUTIDA Consultoria e Assessoria Ltda. 
 Rua Conselheiro Moreira de Barros, 207 
 Santana -Capital - São Paulo
 Fone: 3494-4497 
 CEP 02010-820 e-mail = professorfutidas@uol.com.br
 
NOVAS REGRAS PARA
ORGANIZAÇÃO E
CONTROLE DO
ATIVO IMOBILIZADO – LEI 11.638/2007
Prof. Honório. T. FUTIDA
NOVAS REGRAS PARA ORGANIZAÇÃO E CONTROLE DO ATIVO IMOBILIZADO.
Prof. Honório T. Futida
OBJETIVOS
Apresentar de forma prática as alterações introduzidas pela Lei 11.638/2007 (Nova Lei Contábil), Lei 11.941/2008 (Lei Fiscal), cujas aplicações são obrigatórias a partir do exercício de 2010, para todas as empresas, independentemente do seguimento, tipo ou do tamanho de empresa.
A partir de 2010, todas as empresas deverão contabilizar a depreciação econômicas dos bens imobilizados, com manutenção da depreciação fiscal, para efeito de tributação do Lucro Real, bem como efetuar o Teste de Recuperação (impairment), com reflexo o no Lucro Real e Fcont;
O curso apresentará de forma prática a implementação dessas modificações, na contabilidade de nos registros fiscais, alinhadas com CPCs que tratam do assunto.
Além dessas alterações principais, outras alterações que foram introduzidas no Controle do Ativo Imobilizado serão vistos e discutidos no curso.
A QUEM SE DESTINA
Contadores, administradores, consultores, auditores, engenheiros, empresários em geral e para demais profissionais interessados no assunto.
DURAÇÃO DO CURSO: 16 horas aulas.
 
MATERIAL DE APOIO
Os participantes deste curso deverão trazer lápis, borracha e uma calculadora simples para resolução dos exercícios apresentados no evento. 
CONTEÚDO PROGRAMATICO
Vide detalhe abaixo.
	01- INTRODUÇÀO E COMENTÁRIOS 
	
	02. LEI 11.638/2007 – PADRONIZAÇÃO CONTÁBIL 
2.1. Novas Demonstrações Contábeis Conforme a LEI 11.638/2007 e Lei 11.941/2009.
 02.2- CPC– Comitê de Procedimentos Contábeis - editadas 
	
	03 - NOVO BALANÇO PATRIMONIAL E DEMONSTRAÇÃO RESULTADO 
	
	04- PRINCIPAIS TÓPICOS DA LEI 11.638/2008
a). Ativo Diferido
b). Despesa Diferida
c). Ativo Imobilizado
d). Imparidade/ Impairment
e). Derivativos.
f). Valor Presente
g). Valor Venal de Mercado
h). Ajuste de Avaliação Patrimonial
i). Lucro Acumulado
j). Reservas de Lucros
k). Conta Lucro do Período
l) OCPC-02 – Ativo Imobilizado
m) Resolução CFC 1136/2008 - Depreciação, amortização Econômica.
	
	5- RESOLUÇÃO DO CFC 1.136/2008
5.1. Amortização: 
5.2. Depreciação: 
5.3. Exaustão: 
5.4. Valor bruto contábil: 
5.5. Valor depreciável, amortizável e exaurível: 
5.6. Valor líquido contábil: 
5.7. Valor residual: 
5.8. Vida útil econômica: 
	
	06- CRITÉRIOS DE MENSURAÇÃO E RECONHECIMENTO 
	
	07- MÉTODOS DE DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO 
 7.1. Divulgação da Depreciação, da Amortização e da Exaustão 
7.2. Vida Útil Econômico
7.3. Vida Útil Fiscal
7.4. Taxa Anual de Depreciação Fiscal
7.5. Mapa de Depreciação Econômica e Fiscal – Ajuste e Contabilização
7.6. Parecer Normativo 1/2011 – Ajuste Depreciação Econômica e Fiscal
	
	08- IMPLANTAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE PATRIMÔNIO
8.1. Equipamentos Necessários, Inclusive de Pessoas.
8.2. Autonomia para Montagem do Departamento.
8.3. Estabelecer Responsabilidade Delegada por C. Custos.
8.4. Você é o Mentor do Sucesso, 
8.5. Mão a Obra-:
8.6. Começando a Organizar: 
	
	09. COMPONENTES DO ATIVO IMOBILIZADO TANGÍVEL
 9.1. Ativo Imobilizado 
9.2. Composição do Ativo Imobilizado a partir de 2008.
a) Investimentos: 
b) No ativo imobilizado:
c) No ativo intangível: OCPC-02
9.3. Grau de Recuperação do Ativo Imobilizado, Intangível e Diferido.
9.4. Eliminação da Reserva de Reavaliação Contábil
9.5. Reserva de Reavaliação – OCPC-02
9.6. Conceito de bens:
9.7 Classificação de bens:
9.8. Subdivisão dos bens imobilizados:
9.9. Bens que compõem o ativo imobilizado Bens Tangíveis
9.10. Bens Intangíveis 
9.11. Custo Contábil do Imobilizado
	
	10. INSTITUIÇÃO DE MAPAS E PLANILHAS DE CONTROLES INTERNOS 
10.1. Controle Interno
10.2. Controles Contábeis e Administrativos
10.2.1. Controles Contábeis
10.2.2. Controles Administrativos
10.2.3. Princípios Básicos de Controle Interno
I) Justificativas dos gastos e solicitação de aprovação.
II) Definição de autoridade e responsabilidade:
III) Segregação de funções:
IV) Comprovações e provas independentes:
V) Auditoria interna:
VI) Qualidade do pessoal:
10.2.4. Pontos Fortes de Controle Interno
10.2.5. Benefícios dos Controles Patrimoniais.
10.3. Normas e Controles
10.3.1. Itens Componentes das nNmas de Controle 
	
	11. AS FICHAS INDIVIDUAIS POR BEM OU GRUPO DE BENS
11.1. Controle por Chapas e Fichas
11.2. Modelo de Ficha Analítica de Controle de Bens do Ativo Imobilizado
	
	12. REGRA PARA CHAPEAMENTO
12.1. Chapeamento
12.2. Código de Barras
12.2.1. Método para Chapeamento para identificação do Imobilizado.
12.2.2. Inventários Contábeis do Imobilizado 
12.2.3. Inventários Físicos e Chapeamento/Revisão Física 
12.2.4. Identificação / Chapeamento com Código de Barras
12.2.5. Conciliação / Cotejamento
12.2.6 Alguns Sites de orientação para pesquisa de empresas especializadas em inventário
	
	13. TRANSFERENCIA DE BENS ENTRE DEPARTAMENTOS 
	
	14. ADMINISTRAÇÃO DO CONTROLE ENTRE A VIDA ÚTIL ECONOMICA E VIDA UTIL FISCAL. OCPC 02
14.1. Vida Útil Econômica: 
14.2. Vida Útil Fiscal = 
	
	15. BENS DO ATIVO IMOBILIZADO E DESPESAS OPERACIONAIS COM IMOBILIZADO DE PEQUENO VALOR 
	
	16- REGRAS GERAIS PARA IMOBILIZAÇÕES FISCAIS:
16.1. Compra de Bem Imobilizado:
16.2. Manutenção e Conserto
16.2.1. Manutenção
16.2.2. Conserto
16.3. Substituição de Partes e Peças
16.3.1. Gastos com Reparo e Conservação
16.4. Bens Adquiridos em Consórcio
16.5. Bens do Ativo Imobilizado Importado:
16.6. Bens de Pequeno Valor com Prazo Mínimo de um ano de vida
16.7. Bens Não Ativáveis:
16.9. Programa de Computador (Software)
16.10. Leasing de Bens Imobilizado
16.10.1. Conceito de Leasing
16.10.2. Pis e Cofins- Recuperação
16.11. Leasing Operacional
16.12. Leasing Financeiro 
	
	17. LEASI BACK
	
	18. BENFEITORIA EM BANS DE TERCEIROS
	
	18.1. Benfeitoria em Imóveis Alugados e com Pessoas Ligadas
	
	19. DESPESAS PRÉ-OPERACIONAIS
	
	20. DESPESAS DIFERIDAS
	
	20.1. Despesas Amortizar / Despesas Diferidas
	
	21. Construções em Andamento
	
	22. Gado Nascido e Perecido Durante o Exercício Social
	
	23. Bens Cedidos em Comodato
	
	24. PERMANÊNCIA DE BENS NOS REGISTROS CONTABEIS 
24.1.) Baixa do Bem por Perecimento, Extinção ou Obsolescência.
24.2.) Jurisprudência- Bens Faltantes 
	
	25- DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES
25.1. O que é Depreciação de Bens
25.2 Início da Depreciação
25.3. Taxa de Depreciação para Conjunto de Instalação ou Equipamentos
25.4. Depreciação de Imóvel com Terreno Agregado
25.5. Depreciação Econômica
25.6. Quota de Depreciação RIR/99
25.7. Taxa Anual de Depreciação Fiscal
25.8. Depreciação de Bens Imobilizado Fiscal.
25.9. Bens Não Depreciados no Período- Depreciação Fiscal é Facultativa.
25.10. Depreciação não Aproveitada na Escrituração Comercial não pode ser 
 deduzida por meio do LALUR.
25.11. Animal Vivo. Taxa Anual de Depreciação. 
25.12. Despesas de depreciação. Exclusão do lucro real. Cumulação de valores. 
25.13. Depreciação de Bens Obsoletos ou Retido Temporariamente
25.14. Bens que Podem ser Depreciados
25.15. Bens não Depreciáveis
25.16 Depreciação Acelerada Normal.
25.17. Depreciação Acelerada Incentivada
25.18. Contabilização dos Encargos de Depreciação.
25.19. Amortizações.
25.20. Bens Utilizados Na Exploração Mineral ou Florestal
25.21. Taxas Anuais de Depreciação
25.22. Instrução Normativa SRF 162 de 31 de dezembro de 1998. 
	
	26. COMPUTADORES E PERIFÉRICOS
	
	27. AQUISIÇÃO DE IMOBILIZADOS USADOS
	
	28. CAMINHÃO FORA DE ESTRADA
	
	29. CONCEITO DE VIDA DO EQUIPAMENTO.
29.1.) Vida Real
29.2.) Vida Tecnológica
29.3.) Vida Comercial29.4. Vida Útil Fiscal
29.5. Vida Útil Econômica
	
	30. DIFERENÇA ENTRE INSTALAÇÃO, BENFEITORIA, MANUTENÇÃO.......
	
	31. ESTOQUE DE PARTE E PEÇAS NO ALMOXARIFADO
	
	32. SITUAÇÃO EM QUE SE FAZ NECESSÂRIA A AMORTIZAÇÃO E A EXAUSTÃO
32.1. Controle
32.2. Amortização
32.3. Contrato de Locação ou Arrendamento
32.4. Bem Locado ou Arrendado de Sócios
32.5. Exaustão
32.6. Empresas de Mineração
32.7. Base de Calculo das Quotas de Exaustão 
	
	33. BAIXA DO BEM - IMOBILIZADO EM ANDAMENTO E INATIVOS
33.1 - Ativo Imobilizado Em Construção.
33.2. Imobilizado Inativo e Totalmente Depreciado 
	
	34. VENDA E BAIXA DE BENS DO ATIVO IMOBILIZADO. 
	
	35. PERMUTA DE BENS IMÓVEIS
35.1. Valor da Torna
	
	36. DAÇÃO EM PAGAMENTO COM IMOBILIZADO
	
	37. DOAÇÃO DE IMOBILIZADO
	
	38. GANHOS DE CAPITAL ou LUCRO NA VENDA DE IMOBILIZADO
38.1. No Lucro Presumido
38.2. Ganho de Capital no Simples 
	
	39. RESUMO DO PIS/COFINS – DIREITO AO CREDITAMENTO 
39.1- Bens Utilizados como Insumos ( conserto, reposição e manutenção ):
39.2- Despesas de Aluguéis de Máquinas e Equipamentos Locados 
39.3- Despesas com Aluguéis de Prédios Locados de Pessoas Jurídicas.
39.4- Despesas de Frete/Armazenagem na Operação de Vendas
39.5 - Despesas com Arrendamento Mercantil ( leasing operacional )
39.5.1. Leasing Operacional.
39.5.2. Leasing Financeiro
39.6. Creditamento Pis/Cofins nas Edificações. Lei 11.488/2007
39.7- Bens do Ativo Imobilizado.
39.8- Amortização de Edificações e Benfeitorias em Imóveis.
39.9- Lei 12.561/2011 – Escalonamento do PIS/COFINS ( Reintegra)
39.9- Impostos Pagos na Aquisição de Imobilizado
39.10- Imobilizados Fabricados na Própria Empresa 
26.11 - Imóvel Cedido Gratuitamente aos Sócios e Diretores 
26.12- Veículos Cedidos aos Empregados 
	
	40. IMPOSTOS PAGOS NA AQUISIÇÃO DE IMOBILIZADO
	
	41. IMOBILIZADOS FABRICADOS NA PRÓPRIA EMPRESA- CUSTEIO
	
	42. IMÓVEIS CEDIDOS GRATUITAMENTE AOS SÓCIOS OU DIRETORES
	
	43. VEÍCULOS DA EMPRESA CEDIDO AOS EMPREGADOS.
	
	244 – MODELOS
44.1. Termo de Responsabilidade
44.2. Contrato de Comodato
44.3. Instrumento de Doação
	
	 45. EXERCICIOS PROGRAMADOS
	
	Benfeitoria em Bens de Pessoas Ligadas
	
	Cálculos de Tempos Depreciados e Vida Residual
	
	Lucro na Venda do Ativo Imobilizado
	
	Baixa Contábil nas Vendas de Imobilizado
	
	Consorcio de Imobilizado
	
	Compra de Imobilizado usado.
	
	Financiamento Bancário de Imobilizado
	
	Permuta com Torna
	
	Depreciação Acelerada
	
	Leasing Operacional
	
	Dação em Pagamento
	
	Reavaliação de Maquinismos
	
	Leasi Back
	
	Sinistro – Indenização de Seguros
	
	Leasing Financeiro ( financiamento de imobilizado )
	
	Taxas de Depreciações
	
	Benfeitoria em Bens de Pessoas Ligadas
	
	Cálculos de Tempos Depreciados e Vida Residual
	
	Lucro na Venda do Ativo Imobilizado
	
	Baixa Contábil nas Vendas de Imobilizado
	
	Resumo da Lei 11.638/2007 e Lei 11.941/2009
	
 
 
INTRODUÇÀO E COMENTÁRIOS
Organizar ou implantar um Departamento de Patrimônio no tocante ao Ativo Imobilizado de uma empresa sempre foi uma tarefa árdua, confusa e de pouco resultado, que em várias tentativas se transformaram em uma frustrada organização, incompleta e inacabadas.
No mercado de publicações acadêmicas e técnicas, sequer encontramos literaturas que versam sobre o a organização e planejamento do ativo imobilizado de uma empresa, inclusive em línguas estrangeiras, dificultando a implantação dentro de uma administração moderna e eficaz, do ponto de vista de custo x benefícios.
Pouco ou quase nada se tem escrito a respeito.
Hoje as empresas se deparam com as necessidades de ter um controle efetivo dos seus investimentos permanentes que denominamos de ativo permanente, compostos de veículos, móveis e utensílios, maquinismos, computadores, utensílios e ferramentas, imóveis em geral, custo e apropriação dos imobilizados fabricados ou construídos na própria empresa.
Mensurar exatamente ou aproximadamente o valor real do imobilizado de uma empresa, constitui hoje uma tarefa árdua, ensejando investimentos em pessoal e equipamentos de informática com software específicos que atendam as necessidades.
No decurso da vida útil, ou real de um imobilizado alternam-se as depreciações, correções, manutenções, reposição de peças, consertos, reformas, obsolescência em função do desenvolvimento tecnológico do mundo moderno, trazendo reflexos patrimoniais e nos resultado da empresa com consequências tributárias e fiscais. 
A legislação empresarial brasileira muito tem contribuído para criar obstáculos nos controles do ativo imobilizado com constantes modificações na legislação tributária e fiscal a que estão sujeitas as empresas em geral, senão vejamos:
Critério de tributação na apuração do lucro ou prejuízo na venda de imobilizado;
Recuperação do PIS/COFINS/ICMS/IPI nas aquisições ou pagamento de aluguéis, leasing, comodato, empréstimos, etc. com alíquotas diferenciadas.
Depreciações com base nas vidas úteis determinados pelo Fisco, para cada tipo de bens imobilizados.
Amortizações de gastos com custos ou despesas de bens pertencentes a terceiros.
Entre outros dispositivos legais a que estão sujeitos a movimentação patrimônio imobilizado de uma empresa.
Tratando-se de controles físicos alocados nas filiais, escritórios, departamentos, fábricas, depósitos abertos ou fechados, o responsável pelo patrimônio imobilizado, normalmente encontra dificuldade em obter maiores informações ou implantar normas e procedimentos que visam padronização para efeito de parametrização no sistemas de processamento de dados nas informatizações.
	Não obstante a isso torna-se onerosa investir no controle, com a manutenção dos recursos humanos, tecnologia da informação com utilização de software de micro ou macro computadores que agilizam e facilitam os controles patrimoniais, porém, sempre são cotejados com custos e benefícios de uma implantação de controles patrimoniais, optando pela redução no investimento de controles patrimoniais.
Em resumo, para implantação de um Departamento de Controle Patrimonial será necessário que a direção da empresa (presidente ou superintendente) tenha vontade política e autoridade em implantar e arcar com todas as consequências financeiras, administrativas e operacionais e a serem exigidas, com sanções rígidas, sob pena de naufragar todo empreendimento, as normas e procedimentos a serem implantadas.
	Em algum momento da operacionalidade depararemos com obstáculos nas recepções de informações ou com a cobrança dos cumprimentos das normas e prazo, por envolver subordinações hierárquicas no organograma vertical ou horizontal da empresa. 
	No início da implantação da política de imobilizações, quanto às aquisições, controles, vendas, etc. deverão ter a chancela do diretor responsável com autonomia de comando e direção da política organizacional do Ativo Imobilizado da empresa.
LEI 11.638/2007 – PADRONIZAÇÃO CONTÁBIL
Com o advento da Lei 11.638/2007, Lei de Padronização Contábil, com vigência a partir de 01.01.2008 trouxe grandes alterações nos demonstrativo patrimoniais de uma empresa, principalmente, as consideradas de grande porte sob forma societária de SA, Ltda. e Cooperativas.
	
Considera-se de grande porte, para os fins exclusivos desta Lei, a sociedade ou conjunto de sociedades sob controle comum que tiver, no exercício social anterior, ativo total superior a R$ 240.000.000,00 (duzentos e quarenta milhões de reais) ou receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais).
Para as demais empresas que não se enquadrarem como empresa de grande porte, previsto na Lei 11.638/2007, não estão obrigadas a seguir as normas editadas na referida lei, cuja obrigatoriedade será determinada em legislações posteriores e específicas a serem editadas pelo governo federal.
Uma das maiores alterações refere-se que a partir de2008 uma empresa passa a manter os dados patrimoniais e de resultado econômico diferente dos dados patrimoniais e de resultado fiscal. Os demonstrativos econômicos atendem os interesses societários e os demonstrativos fiscais atendem as bases legais de tributações do IR,CSLL, PIS,COFINS, INSS, entre outros tributos. Assim quaisquer lançamentos de ajustes para fins de atendimento a Lei 11.638/2007 não terá efeito fiscal.
Assim damos abaixo as principais alterações no demonstrativo de Balanço Patrimonial a serem publicadas com dados de 31.12.2008 para as empresas de grande porte, conforme definido na lei.
NOVAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONFORME A LEI 11.638/2007 E LEI 11.941/2009.
Em 28/12/2007 foi publicada a Lei 11.638 que visa uniformizar as regras de contabilidade das sociedades brasileiras aos padrões utilizados internacionalmente e, para tal, trouxe modificações significativas na contabilidade das sociedades de grande porte, sejam elas Sociedades Anônimas ou Sociedades Ltda.
As referidas modificações incluem a alteração das normas das sociedades sobre escrituração e elaboração de demonstrações financeiras e a obrigatoriedade de auditoria dos livros sociais por profissional habilitado perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). 
Assim, estão obrigadas a aplicação da Lei 11.638/2007, as empresas de grande porte (SA, Ltda., Cooperativas) que possuírem no exercício social anterior de um Ativo Total de R$ 240.000.000,00 e uma Receita Bruta Anual, de R$ 300.000.000,00.
Aplica-se o conceito de grande porte, o grupo de empresa e não uma empresa separadamente. Porém, como a partir de 2008, os Balanços Patrimoniais passarão a ser padronizados, na prática, todas as empresas deverão seguir as normas da Lei 11.638/2007 e Lei 11.941/2009.
Portanto, todas as empresas, a partir do exercício de 2009, deverão adequar o seu Plano de Contas Contábeis dentro das novas regras da Lei 11.638/2007. A partir do exercício de 2010, a padronização será obrigatória para todas as empresas, portanto, as empresas deverão desde já ajustar a sua contabilidade. 
CPC – COMITE DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS - EDITADAS
As dúvidas que porventura possam ter, o contabilista deverá se reportar as orientações do Comitê de Procedimentos Contábeis editadas, abaixo.
	CPC N°
	ASSUNTO
	01
	Redução ao Valor Recuperável de Ativos
	02
	Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis 
	03
	Demonstração dos Fluxos de Caixa 
	04
	Ativo Intangível 
	05
	Divulgação sobre Partes Relacionadas 
	06
	Operações de Arrendamento Mercantil 
	07
	Subvenção e Assistência Governamentais 
	08
	Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários 
	09
	Demonstração do Valor Adicionado
	10
	Pagamento Baseado em Ações
	11
	Contrato de Seguros
	12
	Ajuste a Valor Presente
	13
	Adoção Inicial da Lei 1`1.638/2007 e Lei 11.941/2009
	14
	Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Divulgação.
	23
	Políticas Contábeis, Mudança de estimativa e Retificação de erro. 
	24
	Evento Subsequente. 
	25
	Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes. 
	26
	Apresentação das Demonstrações Contábeis. 
	27
	Ativo Imobilizado
	28
	
	20
	Ativo Biológico e Produto Agrícola. 
	30
	Receitas. 
	31
	Ativo não-circulante mantido para venda e operação descontinuada.
	32
	Tributos sobre o Lucro. 
	
	
	OCP
	ORIENTAÇÃO COMITE DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS
	01
	Entidade de Incorporação Imobiliária
	02
	Esclarecimentos sobre Demonstrações Contábeis
	
	
BALANÇO PATRIMONIAL e DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO A PARTIR 2010
	ATIVO
	
	PASSIVO
	
	ATIVO CIRCULANTE
Disponíveis
Estoques
 (-) Provisões para Perdas
Contas a Receber
 (-) Provisões para Perdas
 (-) Duplicatas Descontados
 (-) Créditos Contenciosos
Contas Correntes
Adiantamentos e Empréstimos
Valores e Impostos a Recuperar
Despesas Amortizar
	
	PASSIVO CIRCULANTE
Fornecedores Nacionais
Fornecedores Estrangeiros
Empréstimos e Financiamentos 
 (-) Encargos Financeiros Apropriar
Empréstimos e Financiamentos Estrangeiros
 (-) Encargos Financeiros Apropriar
Impostos e Contribuições a Recolher
Contas a Pagar
Provisões Diversas
	
	ATIVO NÃO CIRCULANTE
Realizável a Longo Prazo
 Contas Correntes com Pessoas Ligadas
 Direitos Realizáveis
 Depósitos Vinculados
 Despesas Amortizar
Investimentos
Imobilizado Técnico
 (-) Depreciações Acumuladas
Intangíveis
 (-) Amortizações
Ativo Diferido ( saldo )
	
	PASSIVO NÃO CIRCULANTE
Exigível a Longo Prazo
 Empréstimos e Financiamentos 
 (-) Encargos Financeiros Incorridos
Empréstimos e Financiamentos Estrangeiros
 (-) Encargos Financeiros Apropriar
Contas Correntes com Pessoas Ligadas
Obrigações Diversas
Receitas Diferidas
 (-)Custo das Receitas Diferidas 
	
	
	
	PATRIMONIO LIQUIDO
Capital Social
 (-) Capital a Realizar
 (-) Gastos com emissão de Ações
Reserva de Capital
 Opção Outorgadas Reconhecidas
Reservas de Lucros
 (-) Ações em Tesouraria
 Ajuste de Avaliação Patrimonial
 Ajustes Acumulado de Conversão. 
Prejuízos Acumulados.
Lucros Acumulados (Ltda.)
	
	TOTAL DO ATIVO
	
	TOTAL DO PASSIVO
	
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCICIO A PARITR 2010.
	CONTAS
	 VALOR
	 TOTAL
	VENDAS BRUTAS.....................................................
	XXXXXX
	
	(-) DEDUÇÕES DE VENDAS.
	
	
	 Devoluções e Cancelamentos
	
	
	 ICMS sobre as Vendas.
	
	
	 PIS sobre Faturamento
	
	
	 COFINS sobre Faturamento
	
	
	 Abatimentos Incondicionais
	
	. .
	(=) VENDAS LIQUIDAS
	
	
	(-) CUSTO DAS VENDAS:
	
	
	 Estoque Inicial
	
	
	 Compras Liquidas
	
	
	 Estoque Final.
	
	. .
	(=) LUCRO BRUTO
	
	
	(-) DESPESAS OPERACIONAIS
	
	
	 DESPESAS ADMINISTRATIVAS
	
	
	 DESPESAS DE VENDAS
	
	
	 DESPESAS DE MARKETING
	
	
	 DESPESAS DISTRIBUIÇÃO
	
	
	 DESPESAS FINANCEIRAS.
	
	
	(+) OUTRAS DESPESAS E RECEITAS
	
	
	 OUTRAS DESPESAS 
	
	
	 Resultado Negativo da Equivalência Patrimonial
	
	
	 Custo Venda Imobilizado/Investimento/Intangível
	
	
	 Perda de Imobilizado/Investimento/Intangível 
	
	
	 OUTRAS RECEITAS
	
	
	 Resultado Positivo da Equivalência Patrimonial
	
	
	 Dividendo Avaliado Custo Aquisição
	
	
	 Venda Ativo Imobilizado/Investimento/Intangível. 
	
	
	 Doações e Subvenções Recebidas. 
	
	._____________.
	(=) RESULTADO OPERACIONAL ANTES CSLL
	
	
	(-) Provisão para Contribuição Social
	
	._____________.
	(=) RESULTADO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA
	
	
	(-) Provisão para Imposto de Renda
	
	
	 (+) Incentivo Fiscal
	
	. .
	(=) RESULTADO ANTES DAS PARTICIPAÇÕES
	
	
	(-) Participações em Debêntures
	
	
	(-) Participações de Empregados, Administradores e Partes Beneficiárias. 
	
	
	(-) Participações em Instituições, Fundo Assistência e Previdência de Empregados. 
	
	
	(-) Participações de Empregados, Administradores e Partes Beneficiárias. 
	
	
.____________.
	(=) LUCRO OU PREJUIZO DO EXERCICIO
	
	
PRINCIPAIS TÓPICOS DA LEI 11.638/2007
ATIVO DIFERIDO
Foi eliminado pela Lei 11.638/2007 e MP 449/2008. O saldo remanescente poderá ser diferido, normalmente , ou reclassificado para outras contas. A partir de 2008, as despesas consideradas “diferido” serão despesas normais no momento da compra. Portanto, caso nesse período não houver receita, apurará Prejuízo no período. Caso seja reclassificado na despesa, deverá controlar na parte “B” do Lalur, para efeito fiscal (Lucro Real)
Exemplo : Despesas Pré-Operacionais ou Pré-organizacionais.
Obs: não confundir Despesas Diferidas (AC) com Ativo Diferido (AP)DESPESA DIFERIDA
Como própria nomenclatura enseja, é uma despesa a ser amortizadas por regime de competência. As despesas diferidas ao foram eliminadas, portanto, permanece a forma de contabilização, já existente antes de 2008, para efeito contábil e fiscal.
Exemplo: Premio de Seguros, Assinatura de Revista e Jornais, etc.
ATIVO IMOBILIZADO
Foi desmembrado em : Imobilizado/Ativo Fixo (tangível) e Ativo Intangível (direitos) 
Imobilizado= tangível, corpóreo.
Intangível = incorpóreo, direitos.
IMPARIDADE/ IMPAIRMENT
Vem da palavra impar, portanto, contrário de par. Todo direito que não mais gera receita, ou reciprocidade, deve ser baixado da contabilidade econômica., porém permanece no fiscal.
Exemplo: Direito de uso de Softwer, em desuso, Fundo de Comercio de Aluguel vencido e não renovado, etc.
De acordo com a Lei 11.638/2007 o valor contábil do ativo deve ser submetido a analise ao valor econômico no contexto operacional aferindo se estão ou não em condição produzir e contribuir para geração de receitas.
Nas SAs de capital aberto a CVM através do Oficio 01/2005 já recomendava a analise dos bens do ativo imobilizado para eventuais baixas, total ou parcial de determinados imobilizados que não mais cumprem a sua finalidade.
Por outro lado a legislação tributária permite a constituição das Provisões para Perdas do Ativo Imobilizado, mas a sua contrapartida (perdas) são indedutíveis para efeito do calculo do IR e CSLL.
Quando um bem for devidamente comprovado da sua obsolescência técnica ou econômica, a sua perda monetária, é considerado dedutível, porém deverá estar suportados em documentos hábeis.
O parágrafo 4º do artigo 305 do RIR/99 reza:
“§ 4º -O valor não depreciado dos bens sujeitos à depreciação, que se tornarem imprestáveis ou caírem em desuso, importará redução do ativo imobilizado”. Isso quer dizer que quando o bem se tornar imprestável determina a baixa desse ativo independentemente de qualquer outra providência e a sua contrapartida como Perdas de capital .
A Perda nesse caso , tem caráter operacional, portanto será dedutíveis para efeito do calculo do IR/CSLL.
O art. 31 do Decreto-lei 1.598/77 já admitia a baixa em virtude de perecimento, extinção, desgaste, obsolescência ou exaustão.
Assim, podemos afirmar que a Imparidade – Impairment está relacionada aos efeitos da obsolescência, desuso ou imprestabilidade de um bem do ativo imobilizado ou do intangível.
Dentro ainda desse conceito, a vida útil de um bem poderá ser reformado durante a sua vida útil, desde que devidamente comprovada essa adequação, conforme o enunciado no § 2º do art. 310 do RIR/99.
Objetivo Primordial Perante o CPC 01 e a Redução ao valor Recuperável de Ativos 
Pronunciamento Técnico CPC 01 que ratifica a Redução no Valor Recuperável de Ativos, visa a definir procedimentos que asseguram o registro dos ativos contabilmente de forma correta, este não contendo valor superior àquele passível de ser recuperado no tempo por uso nas operações do empreendimento ou mesmo, na eventual venda do mesmo. Neste aspecto, e escopo, caso seja identificado que o ativo em questão esteja registrado com valor não recuperável no futuro, será necessário que o empreendimento reconheça de forma imediata a sua desvalorização, esta efetuada mediante da constituição de provisão para perdas.
O Alcance Perante o Pronunciamento Técnico CPC 01
O Pronunciamento CPC01 tem por aplicação aos ativos ou conjunto dos mesmos, estes relacionados a atividades de serviços, comerciais, ou mesmo industriais. Sendo que este não se aplica aos ativos resultantes de contratos de construção nas empresas construtoras, aos ativos relacionados com instrumentos financeiros, ou ativos fiscais diferidos. Sendo sua utilização imprescindível no processo de Gestão Patrimonial.
Processo de Identificação, Avaliação e Teste de Impairment
O empreendimento deve fazer avaliações periódicas, sendo interessante que a mesma seja efetuada no mínimo uma vez ao ano, esta por ocasião das demonstrações contábeis, e neste processo, verificar a ocorrência de indicação, ou não, de que os ativos apresentem perde de representatividade econômica, esta sendo considerada relevante. Caso seja identificado a perda por impairment, deve ser efetuado então, avaliação afim de reconhecer contabilmente a eventual perda por depreciação (desvalorização) dos ativos.
Determinação do valor recuperável perante o CPC 01
O Pronunciamento Técnico CPC 01 define por valor recuperável, este sendo como o maior valor entre o preço líquido do ativo na venda, perante seu valor em utilização. Porém, caso pelo menos um desses valores exceda o valor contábil do ativo em questão, não haverá então a desvalorização (impairment), tampouco a necessidade de estimar outro valor (processo relevante ao controle patrimonial).
Para reconhecimento das perdas por impairment, caso o valor recuperável do ativo em questão seja menor que o valor contábil, a diferença existente entre esses valores deve ser ajustada pela constituição de provisão de perdas, em contrapartida ao resultado do período. No caso do processo de reavaliação de ativos, o montante da redução deve reverter uma reavaliação anterior, sendo debitado em reserva no patrimônio líquido. Desta forma, se esta reserva for insuficiente, o excesso da mesma deve ser contabilizado nos resultados do período em questão.
Processo de Divulgação de Ajustes perante a Redução ao Valor Recuperável de Ativos
O empreendimento, deve então, divulgar as informações pertinentes de forma objetiva:
Eventos e circunstâncias que levaram ao reconhecimento ou reversão da desvalorização (perda por Impairment) 
O valor da perda, com as respectivas desvalorizações reconhecidas durante o período em questão, assim como os eventuais reflexos em reservas de reavaliações. 
Caso o valor recuperável em questão for o valor líquido da venda, é necessário divulgação da base a ser utilizada para determinação deste valor, e caso o valor recuperável for o respectivo valor do ativo em uso, informar a taxa de desconto usada nessa estimativa. 
A Relação dos itens que compõem a respectiva unidade geradora de caixa, além de uma descrição das razões que justifiquem a maneira como foi identificada a unidade respectiva. 
DERIVATIVOS
Aquilo que devida, aquilo de oscila, portanto, refere-se as obrigações que oscilam, como dólar, investimentos, IGP, etc.
Portanto, todos os direitos e obrigações indexado a algum tipo de indexador, deve ser demonstrado no Balanço , pelo seu Valor Presente.
VALOR PRESENTE
Valor atualizado, desindexado, ou seja, expurgado do indexador.
VALOR VENAL DE MERCADO
O quanto vale no mercado de compra e venda.
AJUSTE DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL
É a contrapartida do ajuste contábil, econômico, sem reflexo no Lucro Real.
A empresa fica obrigada da revisão periódica determinada pelo Pronunciamento Técnico CPC 13, item 54, a ser efetuada durante o exercício social iniciado a partir de 1o de janeiro de 2009, cuja aplicação em 2009 foi excepcionalizada, deverá ser efetuada na abertura do exercício social iniciado a partir de 1o de janeiro de 2010.
Nessa data também deverão ser efetuados os ajustes ao custo atribuído (deemed cost) pelo valor justo tratados nesta Interpretação e no Pronunciamento Técnico CPC 37 e, como decorrência, no Pronunciamento Técnico CPC 43. Para efeitos comparativos, a não ser que haja evidência forte de que o valor justo desses ativos na abertura do exercício social iniciado a partir de 1o de janeiro de 2009, diminuído da depreciação contabilizada nesse exercício, seja significativamente diferente do valor justo apurado na abertura do exercício social a ser iniciado a partir de 1o de janeiro de 2010.
LUCRO ACUMULADO
Deixou de existir no Balanço Patrimonial . O seu saldo deverá ser reclassificado para Reservas de Lucros.
RESERVAS DE LUCROS
Esta conta não pode ultrapassar 100% do valor do Capital Social. Caso ultrapasse, o valor excedente deverá ser distribuído aos sócios, ou utilizar para o aumento de capital.
CONTALUCRO DO PERÍODO
Pode ter no Plano de Contas e na Contabilidade, porém, este saldo deverá ser dado o destino até 30.04.xx, do ano subsequente, pela Assembleia Geral ou Reunião dos Cotistas.
IMOBILIZADO – VALOR DEPRECIÁVEL - OCPC-02
Com a emissão do Pronunciamento Técnico CPC 27 – Ativo Imobilizado neste exercício de 2009, o CPC tratou do valor depreciável e do período de depreciação, estabelecendo, dessa forma, o conceito de valor depreciável e a necessidade de revisão dos critérios utilizados para a determinação da vida útil estimada dos bens do imobilizado da seguinte forma:
O valor depreciável de um ativo deve ser apropriado de forma sistemática ao longo da sua vida útil estimada.
O valor residual e a vida útil de um ativo são revisados pelo menos ao final de cada exercício, e, se as expectativas diferirem das estimativas anteriores, a mudança deve ser contabilizada como mudança de estimativa contábil, segundo o Pronunciamento Técnico CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro.”
Com isso, a obrigação da revisão periódica determinada pelo Pronunciamento Técnico CPC 13, item 54, a ser efetuada durante o exercício social iniciado a partir de 1o de janeiro de 2009, cuja aplicação em 2009 foi excepcionalizada, deverá ser efetuada na abertura do exercício social iniciado a partir de 1o de janeiro de 2010.
Nessa data também deverão ser efetuados os ajustes ao custo atribuído (deemed cost) pelo valor justo tratados nesta Interpretação e no Pronunciamento Técnico CPC 37 e, como decorrência, no Pronunciamento Técnico CPC 43. Para efeitos comparativos, a não ser que haja evidência forte de que o valor justo desses ativos na abertura do exercício social iniciado a partir de 1o de janeiro de 2009, diminuído da depreciação contabilizada nesse exercício, seja significativamente diferente do valor justo apurado na abertura do exercício social a ser iniciado a partir de 1o de janeiro de 2010, e que os efeitos dessa diferença sejam relevantes e ICPC_10 possam induzir o usuário a erro, poderá ser admitido esse valor como valor justo na abertura do exercício social dessa demonstração comparativa.
RESOLUÇÃO - CFC Nº 1.136 DE 21.11.2008 - Depreciação, Amortização e Exaustão. 
Esta Norma estabelece critérios e procedimentos para o registro contábil da depreciação, da amortização e da exaustão. 
Para efeito desta Norma, entende-se por: 
Amortização: a redução do valor aplicado na aquisição de direitos de propriedade e quaisquer outros, inclusive ativos intangíveis, com existência ou exercício de duração limitada, ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado. 
Depreciação: a redução do valor dos bens tangíveis pelo desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência. 
Exaustão: a redução do valor, decorrente da exploração, dos recursos minerais, florestais e outros recursos naturais esgotáveis. 
Valor bruto contábil: o valor do bem registrado na contabilidade, em uma determinada data, sem a dedução da correspondente depreciação, amortização ou exaustão acumulada. 
Valor depreciável, amortizável e exaurível: o valor original de um ativo deduzido do seu valor residual. 
Valor líquido contábil: o valor do bem registrado na Contabilidade, em determinada data, deduzido da correspondente depreciação, amortização ou exaustão acumulada. 
Valor residual: o montante líquido que a entidade espera, com razoável segurança, obter por um ativo no fim de sua vida útil econômica, deduzidos os gastos esperados para sua alienação. 
Vida útil econômica: o período de tempo definido ou estimado tecnicamente, durante o qual se espera obter fluxos de benefícios futuros de um ativo. 
CRITÉRIOS DE MENSURAÇÃO E RECONHECIMENTO 
Para o registro da depreciação, amortização e exaustão devem ser observados os seguintes aspectos: 
obrigatoriedade do seu reconhecimento; 
valor da parcela que deve ser reconhecida no resultado como decréscimo patrimonial, e, no balanço patrimonial, representada em conta redutora do respectivo ativo; 
circunstâncias que podem influenciar seu registro. 
O valor depreciado, amortizado ou exaurido, apurado mensalmente, deve ser reconhecido nas contas de resultado do exercício. 
O valor residual e a vida útil econômica de um ativo devem ser revisados, pelo menos, no final de cada exercício. Quando as expectativas diferirem das estimativas anteriores, as alterações devem ser efetuadas. 
 	A depreciação, a amortização e a exaustão devem ser reconhecidas até que o valor líquido contábil do ativo seja igual ao valor residual. 
A depreciação, a amortização ou a exaustão de um ativo começa quando o item estiver em condições de uso. 
A depreciação e a amortização não cessam quando o ativo torna-se obsoleto ou é retirado temporariamente de operação. 
Os seguintes fatores devem ser considerados ao se estimar a vida útil econômica de um ativo: 
a capacidade de geração de benefícios futuros; 
o desgaste físico decorrente de fatores operacionais ou não; 
a obsolescência tecnológica; 
os limites legais ou contratuais sobre o uso ou a exploração do ativo. 
A vida útil econômica deve ser definida com base em parâmetros e índices admitidos em norma ou laudo técnico específico. 
Nos casos de bens reavaliados, a depreciação, a amortização ou a exaustão devem ser calculadas e registradas sobre o novo valor, considerada a vida útil econômica indicada em laudo técnico específico. 
Não estão sujeitos ao regime de depreciação: 
bens móveis de natureza cultural, tais como obras de artes, antiguidades, documentos, bens com interesse histórico, bens integrados em coleções, entre outros; 
bens de uso comum que absorveram ou absorvem recursos públicos, considerados tecnicamente, de vida útil indeterminada; 
animais que se destinam à exposição e à preservação; 
terrenos rurais e urbanos. 
MÉTODOS DE DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO E EXAUSTÃO 
Os métodos de depreciação, amortização e exaustão devem ser compatíveis com a vida útil econômica do ativo e aplicados uniformemente. 
Sem prejuízo da utilização de outros métodos de cálculo dos encargos de depreciação, podem ser adotados: 
método das quotas constantes; 
método das somas dos dígitos; 
o método das unidades produzidas. 
A depreciação de bens imóveis deve ser calculada com base, exclusivamente, no custo de construção, deduzido o valor dos terrenos. 
DIVULGAÇÃO DA DEPRECIAÇÃO, DA AMORTIZAÇÃO E DA EXAUSTÃO 
As demonstrações contábeis devem divulgar, para cada classe de imobilizado, em nota explicativa: 
método utilizado, a vida útil econômica e a taxa utilizada; 
o valor contábil bruto e a depreciação, a amortização e a exaustão acumuladas no início e no fim do período; 
as mudanças nas estimativas em relação a valores residuais, vida útil econômica, método e taxa utilizados. 
VIDA ÚTIL ECONOMICO 
A Lei nº. 11.638/07 trouxe a adição, à Lei das S/A, da menção de que as depreciações e amortizações precisam ser efetuadas com base na vida útil econômica dos bens. Sabidamente, não necessariamente essa era a prática no Brasil. Por isso, a modificação nesses procedimentos é obrigatória. 
Atente-se para o fato de que simplesmente não é mais compatível com as práticas contábeis adotadas no Brasil a existência de qualquer ativo, num balanço patrimonial, por valor superior ao que ele é capaz de produzir de caixa líquido para a entidade, pela sua venda ou pela sua utilização. 
 
O CPC emitirá seu Pronunciamento Técnico CPC 17 – Imobilizado em 2009, e recomendará aos reguladores a sua aplicação em 2010. Com isso, ainda podem ser utilizadas no exercício social de 2008 as taxas que a empresa vinha normalmente utilizando, permitida, naturalmente, as mudanças por revisão de estimativas ou correção de erros. Mas, quando da adoção das novas regras em 2010, os efeitos do exercício social de 2009 deverão ser calculados para fins comparativos. Assim, sugerem-se controles para a implantação em breve desses novos procedimentos. 
É o período durante o qual se espera queum bem seja economicamente utilizável por um ou mais usuário.
A vida útil econômica deverá ser de forma consistente, respaldado em documentos ou aprovações de quem de direito, para comprovação junto à Auditoria.
A vida útil econômica deve ser definida com base em parâmetros e índices admitidos em norma ou laudo técnico específico conforme Resolução do CFC 1136/2008
VIDA ÚTIL FISCAL
É a vida prevista de um bem para efeito fiscal e está normatizada na IN-162/98.
RIR/99 - Quota de Depreciação 
Art. 309.  A quota de depreciação registrável na escrituração como custo ou despesa operacional será determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens depreciáveis , de acordo com a IN-162/88.
§ 1º  A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período de apuração com prazo de duração inferior a doze meses, e de bem acrescido ao ativo, ou dele baixado, no curso do período de apuração, conforme PN-CST-/22/87.
Taxa Anual de Depreciação Fiscal
Art. 310.  A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte, na produção de seus rendimentos .
§ 1º  A Secretaria da Receita Federal publicará periodicamente o prazo de vida útil admissível, em condições normais ou médias, para cada espécie de bem, ficando assegurado ao contribuinte o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação de seus bens, desde que faça a prova dessa adequação, quando adotar taxa diferente .
§ 2º  No caso de dúvida, o contribuinte ou a autoridade lançadora do imposto poderá pedir perícia do Instituto Nacional de Tecnologia, ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica, prevalecendo os prazos de vida útil recomendados por essas instituições, enquanto os mesmos não forem alterados por decisão administrativa superior ou por sentença judicial, baseadas, igualmente, em laudo técnico idôneo 
§ 3º  Quando o registro do imobilizado for feito por conjunto de instalação ou equipamentos, sem especificação suficiente para permitir aplicar as diferentes taxas de depreciação de acordo com a natureza do bem, e o contribuinte não tiver elementos para justificar as taxas médias adotadas para o conjunto, será obrigado a utilizar as taxas aplicáveis aos bens de maior vida útil que integrem o conjunto .
 
Exemplo:
MAPA DE DEPRECIAÇÃO ECONOMICA E FISCAL- AJUSTE E CONTABILIZAÇÃO
	IMOBILIZADOS
	VR. Cont
	Depr. Econom
	Depr. Fiscal
	Ajuste Lalur
	
	
	Anos
	Deprec
	Anos
	Deprec
	Diferença
	Computador
	3.000,00
	2
	125,00
	5
	50,00
	(75,00) +
	Veiculo Diretoria
	60.000,00
	10
	500,00
	5
	1.000,00
	500,00 -
	Veiculo Vendedor
	30.000,00
	2
	1.250,00
	5
	500,00
	(750,00) +
	Maquinismos
	90.000,00
	15
	500,00
	10
	150,00
	350,00 +
	Caminhão Ford
	81.000,00
	8
	843,75
	5
	1.350,00
	-506,25 -
	Total Depreciação
	
	
	3.218,75
	
	3.050,00
	168,75 - 
(+) Adição no Lalur 1.175,00
(-) Dedução no RTT 1.006,25
LANÇAMENTO CONTÁBIL
D- DESPESAS COM DEPRECIAÇÃO................. 3.318,75
C- DEPRECIAÇÃO ACUMULADA....................... 3.318,75
LALUR – LIVRO APURAÇÃO DO LUCRO REAL
	AJUSTES
	EXCLUSÕES
	ADIÇÕES
	SALDO
	LUCRO ANTES IR
	
	
	100.000,00
	AJUSTE RTT
	
	
	168,75
	LUCRO APÓS RTT
	
	
	100.168,75
	Adições
	
	
	
	Ajuste Deprec. Econom.
	
	
	
	
	
	
	
	Exclusões
	
	
	
	
	
	
	
	(=) LUCRO REAL
	
	
	100.168,75
	(X) 15% DE IRPJ
AIR DE 10% > 60.000,00
	
	
	15.025,31
4.016,88 
Parecer Normativo nº 1 de 29 de julho de 2011 – Ajuste Depreciação Econômica e Fiscal
As diferenças no cálculo da depreciação de bens do ativo imobilizado decorrentes do disposto no § 3º do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, com as alterações introduzidas pela Lei nº 11.638, de 2007, e pela Lei nº 11.941, de 2009, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real e da base de cálculo da CSLL da pessoa jurídica sujeita ao RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007
 	O contribuinte deverá efetuar o ajuste dessas diferenças no Fcont e, consequentemente, proceder ao ajuste específico no Lalur, para considerar o valor do encargo de depreciação correspondente à diferença entre o encargo de depreciação apurado considerando a legislação tributária e o valor do encargo de depreciação registrado em sua contabilidade comercial.
 
IMPLANTAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE PATRIMÔNIO
Na implantação do controle organizacional de bens imobilizados requer:
Vontade política/interesse da diretoria.
Autoridade e comando efetivo da diretoria, da qual estiver subordinado o departamento.
O Chefe do Patrimônio , muitas vezes, irá se indispor com outras diretorias ( ingerência) Ter qualidade perseverante, muito trabalho pela frente.
O chefe do Patrimônio deverá ser o mentor da implantação porém a glória e os problemas/fracasso deverão ser da diretoria.
Implantação da política da boa vizinhança.
Toda norma deverá estabelecer responsabilidade com punição. (Vide modelo )
EQUIPAMENTOS NECESSÁRIO, INCLUSIVE DE PESSOAS.
É obrigatório as visitas periódicas às feiras de informática para ver as novidades no mercado administrativo do patrimônio.
Admissão de funcionário : Temporário ou Estagiário
AUTONOMIA PARA MONTAGEM DO DEPARTAMENTO.
Evitar ao máximo admissão de parentes na fase inicial da implantação, ficando com total liberdade de fazer modificações ou mesmo dispensa de funcionário.
ESTABELECER RESPONSABILIDADE DELEGADA POR CENTROS DE CUSTOS.
Esta deve ser a política inicial de implantação face a indisponibilidade de recursos humano, para levantamentos iniciais dos bens alocados em diversos centros de custos, setor, departamento, filiais, etc.
VOCÊ É O MENTOR DO SUCESSO, POREM VOCÊ NÃO PODERÁ TER SUCESSO PERANTE TERCEIROS.
Todo o trabalho de implantação, normatização, acompanhamento e emissão de relatórios gerenciais serão de incumbência do novo departamento, porém, de inteira responsabilidade e comando da diretoria da qual está subordinado o departamento.
MÃO A OBRA:
Por onde começo: Pelo final.
Com o que confiro: contabilidade, registros fiscais, compras, contas a pagar.
Como acompanho os dados: através de relatórios
Como Acerto os dados errados: delegando o trabalho aos centros de custos.
Quais os formulários: Criação e implantação de formulário interno.
Quais as penalidades possíveis: penalidade pecuniária, demissão eliminando os problemas nas origens.
Sucesso depende de :
40% Estrutura da empresa
30% Conhecimento e domínio da técnica ( cursos e seminários )
20% Feeling ( experiência )
10% Sorte ou Azar.
COMEÇANDO A ORGANIZAR:
Começando pelo final.
Estabelecer data da implantação das normas e procedimentos( normalmente dentro de 90 dias )
Estabelecer a data de corte para controle de dados anteriores.
Uma vez estabelecida a data de corte, retroagir por período trimestral, observando:
implantação dos controles a partir da data pré-estabelecida.
fazer levantamento contábil x fiscal do último trimestre.
Retroagir trimestralmente ao longo da sua vida útil.
Emitir relatórios trimestrais enviando-as a quem possa interessar.
Ser rígido nas cobranças das tarefas, cumprimento dos prazos, envio de documentos, entre outros.
COMPONENTES DO ATIVO IMOBILIZADO TANGÍVEL
Com o advento da Nova Lei Contábil n° 11.638/07 (Reforma da Lei das S.A), as empresas brasileiras de grande porte - S.A, Ltda., inclusive as Cooperativas - que tiverem no exercício social de 2007, ativo total superior a R$ 240 milhões ou receita bruta anual superior a R$ 300 milhões deverão se enquadrar às Normas Internacionais da Contabilidade – IFRS - International Finance Reporting Standards. 
O principal objetivo da nova Lei, que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2008, que teve sua origem com o projeto de Lei nº 3.741/2000,  é a  atualizaçãodas regras contábeis brasileiras e aprofundar a harmonização dessas regras com os pronunciamentos internacionais, em especial os emitidos pelo International Accouting Standards Board (IASB), por meio dos International Financial Reporting Standards (IFRS).
Com a sua entrada em vigor, as limitadas consideradas de grande porte passam a ser submetidas às regras da Lei 6.404/76, que regula as sociedades anônimas, trazendo, por exemplo, a necessidade de publicação das demonstrações financeiras, auditoria independente e análise dos ativos a preço de mercado.
ATIVO IMOBILIZADO 
É criada a conta de ativo intangível, dentro do ativo permanente, que é destinada ao registro dos direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido;
"Artigo 178. (...)
§ 1º (...) 
c) ativo permanente, dividido em investimentos, imobilizado, intangível e diferido.” 
"Artigo 179. (...) 
(...) 
IV - no ativo imobilizado: os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controle desses bens; 
V - no diferido: as despesas pré-operacionais e os gastos de reestruturação que contribuirão, efetivamente, para o aumento do resultado de mais de um exercício social e que não configurem tão-somente uma redução de custos ou acréscimo na eficiência operacional; 
VI - no intangível: os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido. 
COMPOSIÇÀO DO ATIVO IMOBILIZADO A PARTIR DE 2008.
Investimentos: Investimentos em empresas controladas, coligadas e em outras empresas que façam partes de um mesmo grupo ou que esteja sob controle comum. Continuam neste grupo os investimentos em ouro, obras de arte, etc.
No ativo imobilizado: "Agora, as empresas são obrigadas a demonstrar como ativos permanentes bens de arrendamento mercantil, ou seja, bens dos quais elas se beneficiam 
No ativo intangível: O CPC-02: Para ser registrado como Ativo Intangível, é necessário que o ativo, além de incorpóreo, seja separável, isto é, capaz de ser separado ou dividido da entidade e vendido, transferido, licenciado, alugado ou trocado, seja individualmente ou em conjunto com um contrato, ativo ou passivo relacionado; ou então resulte de direitos contratuais ou de outros direitos legais, quer esses direitos sejam transferíveis quer sejam separáveis da entidade ou de outros direitos e obrigações .
Os ativos intangíveis precisam ser amortizados conforme sua vida útil econômica. No caso dos intangíveis sem vida útil econômica determinada, sua amortização será normal em 2008 (como no caso do goodwill). Todavia, de 2009 em diante essa amortização fica vedada. Por outro lado é requerido o teste de recuperabilidade (impairment) (conforme Pronunciamento Técnico CPC 01). Dessa forma, a aplicação do CPC 01 é requerida para todo o ativo intangível, mesmo em 2008.
Compõe, normalmente, o grupo do Ativo Intangível, além do ágio por expectativa de rentabilidade futura, patentes, direitos de franquia, direitos autorais, marcas, luvas, custos com desenvolvimento de produtos novos, direitos de exploração, direitos de folhas de pagamento, etc. Exemplificações são discutidas ao final do Pronunciamento CPC 04, bem como tratamento especial é dado aos custos com desenvolvimento de website. 
 
GRAU DE RECUPERAÇÀO DO ATIVO IMOBILIZADO, INTANGÍVEL E DIFERIDO.
A Lei n° 11.638/2007 também obriga a companhia a efetuar, periodicamente, análise para verificar o grau de recuperação dos valores registrados no ativo imobilizado, intangível e diferido. 
A CVM, no caso das companhias abertas, já regulou essa matéria ao emitir a Deliberação CVM nº 527/2007 aprovando o Pronunciamento CPC 01 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, estando em linha com as normas internacionais de contabilidade (art. 183, § 3º).
ELIMINAÇÀO DA RESERVA DE REAVALIAÇÃO
Eliminação da Reserva de Reavaliação – ao dar nova redação à letra “d” do § 2º do art. 178, ao § 3º do art. 182 e ao revogar o § 2º do art. 187, a Lei nº 11.638/2007 eliminou a possibilidade de as sociedades por ações efetuarem reavaliações espontâneas do seu ativo imobilizado. A nova lei deu a opção às companhias para manterem os saldos existentes dessa reserva, que deverão ser realizados de acordo com as regras atuais (no caso das companhias abertas, nos termos da Deliberação CVM nº 183) ou de estornarem esses saldos até o final do exercício social em que a lei entrou em vigor, ou seja, até o final do exercício de 2008.
Reserva de Reavaliação – OCPC-02
 A Lei nº. 11.638/07 eliminou todas as menções à figura da reavaliação espontânea de ativos. Assim, prevalecem apenas as menções de que os ativos imobilizados, por exemplo, só podem ser registrados com base no seu efetivo custo de aquisição ou produção. (127) 
Algumas dúvidas têm sido suscitadas quanto à interpretação de que a não menção à reavaliação não impede que ela seja feita espontaneamente. O CPC alerta para o fato de que a reavaliação está sim, impedida, desde o início do exercício social iniciado a partir de 1º. de janeiro de 2008, em função da existência dos critérios permitidos de avaliação para os ativos não monetários. 
OCPC_02 28 ( 128) 
 
Conceito de bens:
Tudo aquilo que satisfaz as nossas necessidades e que tenha um valor econômico.
Classificação de bens:
São classificados em:
* Bens de venda: referem-se aos estoques destinados às vendas.
* Bens numerários: representam um valor monetário, o dinheiro.
* Bens de consumo: destinados ao consumo imediato ou mediato.
* Bens imobilizado: são valores fixos do patrimônio, cujo destino é auxiliar a produção
 das riquezas ( máquinas, imóveis, veículos)
Assim, os bens do Ativo Imobilizado devem ser contabilizados pelo custo de aquisição.
Subdivisão dos bens imobilizados:
Bens imóveis: aqueles que estão impossibilitados de ser removidos, tais como terrenos e construções;
Bens móveis: que podem ser removidos sem alterar sua integridade funcional;
Bens tangíveis: que possuem corpo físico;
Bens que compõem o ativo imobilizado:
Bens Tangíveis
Terrenos
Edifícios
Veículos
Móveis e utensílios
Máquinas e equipamentos
Instalações em bens próprios
Utensílios e ferramentas
Computadores e periféricos
Máquinas em construção
Importação em andamento de imobilizado
Obras em andamento ou Imobilizados em Andamento
Consórcios em andamento
Recursos florestais e minerais
Benfeitorias em bens alugados
Imobilizados em Comodato.
Depreciações Acumuladas
 (-) depreciação acumulada - por conta
 (-) amortização acumulada - por conta
 (-) exaustão acumulada - por conta
Bens Intangíveis
Bens intangíveis: que não possuem corpo físico, tais como ações. marcas e patentes, fundo de comercio, etc.
Marcas e patentes
Fundo de comercio ou Ponto Comercial
Obras de arte
Direito de Uso de Softwer
Direitos Autorais
Capital intelectual.
ISOS
CUSTO CONTÁBIL DO IMOBILIZADO
 
Custo é o valor de aquisição ou construção do ativo imobilizado ou o valor atribuído ou de mercado, no caso de doações.
 
O custo de um bem do imobilizado compreende: 
 
a) preço de compra, inclusive impostos de importação e impostos não-recuperáveis sobre a compra, deduzidos de descontos comerciais e abatimentos; 
b) custos diretamente atribuíveis para instalar e colocar o ativo em condições operacionais para o uso pretendido; 
Nota: são exemplos de custos diretamente atribuíveis: 
- custos com empregados, incluindo todas as formas de remuneração e encargos proporcionados por uma entidade a seus empregados ou a seus dependentes originados diretamente da construção ou da aquisição do item do imobilizado; 
- custo da preparação do local; 
- custo de entrega inicial e manuseio; 
- custo de instalação e montagem;- custo de testes para verificação do funcionamento do bem, deduzido das receitas líquidas obtidas durante o período de teste, tais como amostras produzidas quando o equipamento era testado; e
- honorários profissionais.
c) custo estimado para desmontar e remover o ativo e restaurar o local no qual está localizado, quando existir a obrigação futura para a entidade.
 
O custo de um bem do imobilizado é o preço pago ou equivalente na data da aquisição.
 
Os encargos financeiros de empréstimos e financiamentos de terceiros para a construção ou montagem de bens do imobilizado devem ser capitalizados até o momento em que o bem estiver em condições de operação.
 
INSTITUIÇÃO DE MAPAS E PLANILHAS DE CONTROLES INTERNOS
CONTROLE INTERNO
A forma objetiva e prática de conceituar o controle interno dentro de uma empresa é defini-lo como procedimentos e métodos, coordenados, que visam proteger os bens de seu patrimônio, assegurar a exatidão e veracidade de seus registros contábeis e extra contábeis e manter e melhorar a política diretiva.
Assim sendo, um sistema de controle interno abrange uma estrutura ampla de controles e informações dirigidos à obtenção da veracidade dos dados que servem para a tomada de decisões na gestão empresarial.
Em um sistema de controle interno, podemos distinguir dois núcleos de controle que, por sua eficiência e adequação, abrangem com amplitude todos os aspectos das operações de uma empresa, a saber:
- controles contábeis relacionados com o patrimônio e 
controle administrativos relacionados com a eficiência das operações.
CONTROLES CONTÁBEIS E ADMINISTRATIVOS
CONTROLES CONTÁBEIS
Compreendem o plano de organização e todos os métodos e procedimentos que têm ligações direta com proteção do patrimônio da empresa e a exatidão e veracidade dos registros contábeis.
O controle do ativo imobilizado em uma empresa pode constituir-se em um grande problema se não for administrado dentro de uma técnica e princípios de controles racionais e práticos para uma boa administração do patrimônio.
CONTROLES ADMINISTRATIVOS
Compreendem o plano de organização e todos os métodos e procedimentos que têm ligação direta com a eficiência das operações e com a política diretiva da empresa.
O controle do Ativo Imobilizado começa com um planejamento dos investimentos a serem efetuados dentro de um plano trimestral, semestral, anual ou até mesmo trienal, estes devidamente contidos no orçamento global da empresa.
PRINCÍPIOS BASICOS DE CONTROLE INTERNO
I) Justificativas dos gastos e solicitação de aprovação.
Uma justificativa bem detalhada e fundamentada dos gastos para cada projeto é de suma importância e devem estar pautadas dentro dos 4 requisitos básicos:
Projeto de expansão = de acordo com previsto no orçamento anual.
Projeto de melhoria do produto = de acordo com o projeto apresentado e devidamente aprovado pela direção da empresa.
Projeto de redução de custo = normalmente refere-se a custo de manutenção, prevenção e substituição de máquinas e equipamentos.
II) Definição de autoridade e responsabilidade:
 A autoridade e responsabilidade dos funcionários de uma empresa devem ser definidas de forma clara e objetiva e limitadas.
III) Segregação de funções:
 As funções operativas e contábeis devem ser segregadas de tal forma que não possibilitem a nenhum funcionário o controle físico e contábil de um bem patrimonial sob sua responsabilidade.
 Para controlar os gastos, as áreas responsáveis pelo controle dos projetos devem manter registros que indiquem os itens detalhados como suporte desses projetos a fim de possibilitar o controle dos gastos previstos com os gastos reais.
IV) Comprovações e provas independentes:
 As comprovações e provas independentes devem verificar os procedimentos do controle interno sem duplicações de trabalho.
 
V) Auditoria interna:
 a auditoria interna compreende a verificação da exatidão, adequação e execução das operações contábeis e do controle interno, bem como dos respectivos comprovantes.
VI) Qualidade do pessoal:
 a necessidade de adequação do funcionário ao trabalho efetuado.
10.2.4. PONTOS FORTES DE CONTROLE INTERNO
a) Existência de uma política por escrito, estabelecendo critérios para capitalização, transferência e baixas do ativo imobilizado.
b) Controles contábeis por conta e registros individuais dos bens no Sistema ( CPD), conciliáveis a qualquer momento.
c) Identificação dos bens do ativo imobilizado por chapeamento. ( código de barras )
d).Controle de localização dos bens e distribuição das parcelas relativas à depreciações aos centos de custos correspondentes
e) Levantamentos físicos periódicos por amostragem para testar os controles e a existência física pela Auditoria Interna ou Externa.
10.2.5. BENEFICIOS DOS CONTROLES PATRIMONIAIS.
Mudar procedimentos antiquados que já não condizem com o avanço e a tecnologia de hoje;
Manutenção e controle dos bens produtivos e administrativos que possam atender a empresa de forma racionalizada.
Perda de Capital através de mau uso, roubo, obsolescência ou em desuso.
Gerenciar o imobilizado com consciência, dando a importância que o Patrimônio da Empresa;
Manutenção e controle dos bens produtivos e administrativos que possam atender a empresa de forma racionalizada
Manter o cadastro dos bens sempre atualizado, devido alterações constantes dos bens em movimento na empresa;
Modernizar e atualizar a empresa que estiver preparando-se para a Qualidade Total - QT. ISO 9002;
Coletar automaticamente dados de patrimônio, agilizando informações, reduzindo ao máximo as possibilidades de erros;
Adotar o Processo de Controle de Patrimônio com Código de Barras que é uma realidade da administração moderna, eficientes e de visão futurista.
Definir melhor os Centros de Custo para que, a alocação das despesas de depreciação sejam direcionadas aos departamentos específicos e corretos.
Criação de despesas dedutíveis para efeito de minimização da carga tributária.
Recuperação dos Impostos ( busca de recurso financeiro junto ao governo com custo zero).
Adequação do Imobilizado técnico para melhoria de qualidade da produção ou de informações gerenciais.
Atendimento da legislação tributária para evitar futuros contratempos com o Fisco ( autuações )
Criar estrutura ágil e eficaz usando Coletores / Leitores Portáteis de Dados;
10.3. NORMAS E CONTROLES
Para implantação de controle do Ativo Imobilizado é necessário, inicialmente, o estabelecimento de NORMAS DE PROCEDIMENTOS E CONTROLES INTERNOS, que devem ser seguidos criteriosamente, a fim de assegurar uma eficiente administração dos bens imobilizados.
O controle deve ser efetuado através da aplicação de técnica administrativa e procedimentos contábeis.
A Norma de Procedimento é necessária para se determinar condutas que devem ser obedecidas quando do cumprimento dos procedimentos administrativos de compras, entrada, registro, aprovação e outros, bem como de responsabilidade física dos bens.
10.3.1. ITENS COMPONENTES DAS NORMAS DE CONTROLE
I - Objetivos:
 Descreve sucintamente o objetivo da norma.
II - Abrangências:
 Estabelece quem deve observar as regras estabelecidas, tais como áreas, setores ou departamentos envolvidos. 
III - Procedimentos:
 
 Estabelece procedimento quando a:
 a) solicitação de compra de bens patrimoniais
 b) aprovação dos pedidos de compras
 c) entrada de bens na empresa
 d) chapeamento e controle ( identificação dos bens )
 e) solicitação de transferência de bens
 f) ordens de serviços
 g) solicitação de baixa e vendas
 h) fiscalização do cumprimento das normas
 i) procedimentos contábeis:
 - de entrada
 - de registro
 - de controles individuais ou coletivos
 - de depreciação, baixa e transferência
 - da guarda de documentação.
 Obs.: Normalmente o controle dos bens patrimoniaisé de responsabilidade de um setor específico da empresa, subordinado ao Departamento de Contabilidade.
 
11. AS FICHAS INDIVIDUAIS POR BEM OU GRUPO DE BENS
O modelo do livro aprovado pela Receita Federal pode ser substituído por fichas, formulários contínuos ou outros, desde que contenham as informações exigidas no modelo oficial.
Nesta ficha deverá constar a localização física, descrição do fabricante, nome do fabricante, data da aquisição, valor, etc. enfim os dados futuramente necessário para identificação do bem.
11.1. CONTROLE POR CHAPAS E FICHAS
O controle do ativo imobilizado deve ser feito através de fichas analíticas, as quais deverão conter todos os dados de identificação dos bens.
A identificação e controle de bens por chapas é também bastante difundida nas empresas. Todo bem controlado por chapa deve ter uma ficha analítica de controle patrimonial.
O aspecto mais importante para controle do ativo imobilizado através de fichas e chapas é manter uma codificação simples, clara e objetiva.
11.2. MODELO DE FICHA ANALÍTICA DE CONTROLE DE BENS DO ATIVO 
 IMOBILIZADO
Exemplo : Compra de um veículo da WV, modelo Kombi , ano 2001 , placa KKB-5050 de no valor de $. 22.700,00.. NF. nr. 54.198 Série U
	 CONTROLE FÍSICO DO ATIVO IMOBILIZADO
	Grupo de Contas: Veículos de Carga e Passageiros
	Subconta: Kombi
	Discriminação: Kombi marca WV, ano de fabricação 2001 , cor cinza, placa Kkb-5050 chassis KB1234S333.
	Fornecedor: Cia Santo Antônio de Veículos Ltda.
	Data de Aquisição: 28.10.2001 Nota Fiscal: 54.198 Série U 
	Centro de Custo: 401 - Serviços Gerais – Manutenção
	
	DATA DA BAIXA / / 
	Documento: Nr. Data: / / 
	Motivo:
12. REGRA PARA CHAPEAMENTO
O controle do Ativo Imobilizado deve ser feito através de fichas analíticas, as quais deverão conter todos os dados de identificação dos bens.
A identificação e controle de bens por chapas é muito usual em empresas, usando-se inclusive chapas coloridas para identificar e diferenciar as áreas administrativas das de produção ou vendas. Para codificarmos um bem, basta colocar os dois últimos dígitos para identificarmos a conta e quatro dígitos para identificarmos o bem daquela conta.
Exemplo de compra de um veículo:
conta: veículos, código " 24 ", por exemplo e código do bem : 001
conta: 24.001 : veículos.
12.1. CHAPEAMENTO
Para todo bem do ativo imobilizado adquirido, é conveniente atribuir um número de inventário, por uma das seguintes formas:
a) chapas de inventário;
b) números pintados ( no caso de veículos motorizados ).
Por ocasião da contabilização das novas aquisições ou simplesmente para fins de conhecimento e anotações, o Controle do Ativo Fixo providenciará:
a) envio da chapa de inventário.
b) a indicação do número a ser pintado no veículo, na parte interna.
Quando for encaminhada através do Controle do Ativo Fixo, a chapa de inventário para um objeto em que será impossível ou desaconselhável sua fixação, a mesma deverá ser devolvida, juntamente com uma " Comunicação Interna - C.I. " indicando a forma mais adequada para sua identificação.
Para fixação das chapas de inventário, utilizam-se rebites, parafusos ou cada de boa qualidade, conforme o caso.
O local escondido para fixação deverá ensejar fácil identificação e segurança contra fatores que possam determinar sua queda e consequência perda.
Os veículos motorizados não recebem chapas de inventário, pois o número correspondente deverá ser pintado na parte interna da tampa do porta-luvas ou nas portas.
A fixação de chapas de inventário é de responsabilidade do Controle do Ativo Fixo. Nos locais em que este não exista, a responsabilidade será da Gerência ou chefe de seção.
12.2. Código de Barras
Ao invés de utilizar processo de chapeamento dos imobilizados inventariados por meio de chapas metálicas durante muito tempo em uso, hodiernamente são utilizados Chapeamento por Código de Barras, facilitando o controle, identificação e processamento no sistema eletrônico de dados ( CPD/TI)
12.2.1. Método para Chapeamento para identificação do Imobilizado.
Os imobilizados devem ser agrupados em 3 ou 4 categorias, de acordo com a política da empresa para controles patrimoniais:
Com vida útil maior que um ano e de valor acima de R$ 327,00.
Nessa categoria haverá controle físico através do plaqueteamento por Código de Barras e Controle Contábil, com emissão de Relatórios mensais por centro de custo.
 Só com Controle Contábil, cuja Placa de controle de Código de Barra, não é afixado ao Imobilizado correspondente, tendo em vista a impossibilidade em fazê-lo.
Exemplo típico é o caso de Software, Animais, Edifícios, terrenos, etc.
Só controle Físico, sem Controle Contábil.
Exemplo típico é o caso dos imobilizados com valores menores que R$ 327,00 porém de vida útil, superior a um ano, cujo imobilizado fora contabilizados diretamente em despesa de “ Despesas com Imobilizado de Pequeno Valor”. Exemplo: Celulares, Calculadoras, Pequenos equipamentos e acessórios, etc.
Sem Controle de Chapeamento, no caso de pequenos imobilizados que pelo valor e vida útil, fora contabilizados diretamente em despesa, tais como Grampeadores, Calculadoras Simples, Utensílios de Copa e Cozinha, Cesto de Lixo, Garrafa Térmica, etc.
Obs.: Estabelecer intervalos de numerações, ou por cores específicas para cada categoria.
12.2.2. Inventários Contábeis do Imobilizado 
Constitui-se na pesquisa da documentação contábil existente, tais como:
diários e razão auxiliar; 
notas fiscais; 
fichas patrimoniais; 
guias de importação. 
Etc.,
A pesquisa deverá ser feita para a formação do inventario analítico de ativo fixo.
Deve iniciar-se desde a constituição da empresa ou da data em que existirem documentos até a data atual, cujos saldos constam no razão auxiliar, ou do último balanço de encerramento fiscal.
Através das pesquisas feitas, pode-se calcular os valores contábeis de cada patrimônio da empresa, de acordo com procedimentos fiscais e legais como:
Cálculos de depreciação desde a aquisição do item (em R$, UFIR e moeda estrangeira);
Cálculos de Correção Monetária; 
Cálculos da diferença de Correção Monetária - Lei 8.200/91; 
Cálculos do Plano Verão;
Apuração do valor do bem em qualquer moeda estrangeira.
12.2.3. Inventários Físicos e Chapeamento/Revisão Física 
Constitui-se na busca pelas instalações da empresa, a fim de identificar todos os bens fisicamente existentes.
Este trabalho deve ser realizado em todas as áreas de patrimônio da empresa em que o bem patrimonial será:
Identificado fisicamente (é afixada chapa de patrimônio metálica comum ou em código de barras, atribuindo número de patrimônio);
Alocado por centro de custo;
Alocado por área de risco;
Alocado de acordo com a sua localização lógica;
Alocado conforme TAG Number. 
Juntamente com a etapa anterior é efetuada a digitação e a conferência dos dados do inventário físico. 
12.2.4. Identificação / Chapeamento com Código de Barras
O processo de inventário não difere do normalmente usado, porém o controle posterior ao inventário físico se torna efetivamente mais ágil e dinâmico.
A identificação dos bens da empresa pode ser realizada através de leitores laser e coletores integrada ao sistema de Controle Patrimonial, que vai emitir relatórios de consistência.
Esse processo elimina os custos dos inventários periódicos uma vez que o mesmo poderá ser executado com uma grande economia de tempo.
12.2.5. Conciliação / Cotejamento
Após o término dos dois inventários, é dado o inicio da confrontação dos dados físicos versus contábeis.
De posse das informações obtidas pelo inventário contábil x inventário físico dos bens patrimoniais, será fornecido relatório com sobras físicas e contábeis para posterior saneamento, o saneamento obedece a trêsetapas:
Igualdade;
Similaridade;
Atribuição de valores contábeis as sobras físicas. 
O serviço final deverá ser fornecida a listagem analítica dos imobilizados e o valor de cada conta contábil.
Poderá também ser fornecida em meio magnético para que, através de Software de controle, o inventário possa ser atualizado na própria empresa. 
Operacionalmente, financeiramente e economicamente a tarefa de inventário físico deve ser terceirizado com contratação de empresas especializadas com know-how comprovado.
O inventário físico requer equipe treinada, equipamentos e sistemas adequados necessitando de pessoal que possam deslocar-se às unidades onde estão alocados os equipamentos, móveis, máquinas, computadores, etc. 
12.2.6 Alguns Sites de orientação para pesquisa de empresas especializadas em inventário
Sispro Inventário Patrimonial | servicos-patrimonio 
O serviço de Inventário e Reorganização Patrimonial ou Inventário Físico, tem por objetivo dar conformidade aos dados registrados no sistema de controle patrimonial e proceder aos ajustes necessários, de forma que represente a real existência dos bens patrimoniais.
www.sispro.com.br  
O serviço de Inventário Patrimonial Inventário -Etiquetas e código de barras
A Planner fabrica etiquetas com código de barras para controle de ativo fixo. Materiais exclusivos de alta resistência com durabilidade de até 30 anos mesmo com exposição ao tempo.
www.plannernet.com.br
 Coletor para inventário de estoque
Aluguel de coletor de dados para inventário, feiras e outros eventos, conte com a experiência e o suporte de profissionais com mais de 20.
www.sbitec.com.br
 Afixcode Consultoria Patrimonial & Avaliações
Controle patrimonial (ativo fixo): levantamento físico, contábil, cotejamento, saneamento, inventário de estoque e avaliações. Software para o controle do ativo já de acordo com toda legislação (PIS/Cofins, Ciap, IN86) e integração com Palm e web.
www.afixcode.com.br
A AfixCode Patrimônio & Avaliações é uma empresa voltada para a prestação de serviços de Inventário Patrimonial, Levantamento Físico e Contábil, Cotejamento, Saneamento, Avaliação, Consultoria Patrimonial, Terceirização, Inventário de Estoque e Implantação do Sistema de Controle Patrimonial. 
A utilização de ferramentas de última geração aliada à gestão de recursos humanos e a integração dos serviços realizados com a tecnologia PALM comunicação Wireless, Plaquetas com Códigos de barras e o AfixPat - Sistema de Controle Patrimonial, leva a AfixCode a uma nova etapa na Administração Patrimonial, com a realização de inventários em tempo reduzido com nível de precisão próximo aos 100% de confiabilidade. 
AfixInv é um software de inventário físico patrimonial desenvolvido pela AfixCode que permite a realização de revisões periódicas, parcial ou completa, do seu imobilizado. Utiliza recursos de comunicação sem fio wireless, atualizando de forma totalmente on-line a base de dados inventariada. Suporta os processos centrais de um inventário, fornece relatórios gerenciais por centro de custo, termo de responsabilidade por setor e gráficos de acompanhamento.
Afixcode Soluções Gráficas – Fabricação de etiquetas patrimoniais com código de barras em diversos tipos de materiais e tamanhos.
http://www.afixgraf.com.br/ 
(11) 3624-4747
 Case Consultoria Patrimonial - Inventário
Inventário físico, ativo fixo, avaliação, reavaliação, ativo imobilizado, controle patrimonial e consultoria patrimonial.
www.casesp.com.br
 Inventários físicos rotativos
A RRK reúne uma equipe de renomados profissionais, habilitados por resultados obtidos para empresas do Brasil e do exterior, garantindo soluções para o exigente mercado globalizado.
www.rrk.com.br
 Inventário de Bens - MTCA Consulting
Controle patrimonial, avaliações, ativo fixo, código de barras, levantamento, inventário e tombamento.
www.mtca.com.br
MERCATTO
www.mercattoltda.com.br
Veja no Site : Aonde.com onde encontrará várias empresas especializadas em inventário patrimonial. Utilize a pesquisa : Imobilizado – controle por código de barra.
13. TRANSFERENCIA DE BENS ENTRE DEPARTAMENTOS
Todas as transferências de bens de um setor para outro, dentro da mesma localidade ou para locais diferentes, deverão ser obrigatoriamente comunicadas ao Controle do Ativo Fixo para as devidas anotações, visando-se o perfeito controle físico dos bens. A aprovação para essas transferências será concedida pela gerência do Departamento emissor.
Em hipótese alguma poderão ser retiradas as chapas de inventário dos bens transferidos. As mesmas deverão acompanhar os bens desde a sua compra até serem baixados.
Para toda e qualquer transferência deverá ser emitido pelo departamento expedidor do bem o formulário ORDEM DE TRANSFERÊNCIA. O Controle do Ativo Fixo somente efetuada o registro da transferência mediante o recebimento da ordem.
Será distribuída para os chefes de Departamento uma relação de seus equipamentos, atribuindo-se a eles responsabilidade sobre os mesmos.
14. ADMINISTRAÇÃO DO CONTROLE ENTRE A VIDA ÚTIL ECONOMICA E VIDA UTIL FISCAL. OCPC 02
 
A partir de 2008 a empresa dever manter nos seus registros contábeis patrimoniais os bens imobilizados e atribuí-los uma vida econômica e vida útil fiscal, distintos conforme a legislação do imposto de renda ( Decreto 3.000/99 controle da vida útil fiscal) e controle da vida econômica conforme a Lei 11.638/2007 – Lei Societária. 
14.1. Vida Útil Econômica: A empresa deve atribuir uma expectativa de vida útil real, em função do prazo durante o qual se possa esperar a utilização econômica do bem na produção de seus rendimentos ou a ser usado na administração ( usufruto).
A vida útil econômica deve ser definida com base em parâmetros e índices admitidos em norma ou laudo técnico específico, conforme Resolução do CFC 1136/2008.
A Lei nº. 11.638/07 trouxe a adição, à Lei das S/A, da menção de que as depreciações e amortizações precisam ser efetuadas com base na vida útil econômica dos bens. Sabidamente, não necessariamente essa era a prática no Brasil. Por isso, a modificação nesses procedimentos é obrigatória. ( 138)
O CPC emitirá seu Pronunciamento Técnico CPC 17 – Imobilizado em 2009, e recomendará aos reguladores a sua aplicação em 2010. Com isso, ainda podem ser utilizadas no exercício social de 2008 as taxas que a empresa vinha normalmente utilizando, permitida, naturalmente, as mudanças por revisão de estimativas ou correção de erros. Mas, quando da adoção das novas regras em 2010, os efeitos do exercício social de 2009 deverão ser calculados para fins comparativos. Assim, sugerem-se controles para a implantação em breve desses novos procedimentos. (139)
 
14.2. Vida Útil Fiscal = É a vida útil atribuída a cada bens imobilizado prevista pelo Fisco na IN-162/98.
Para efeito fiscal, deve ser ajustado no Lucro Real eventual diferença de taxa utilizada, à menor , entre o real e a fiscal, para efeito de calculo do IR e CSLL.
	Para efeito de estudo desta matéria, continuaremos a enfocar os embasamentos legais que suportam procedimentos tributários.
	Quanto aos procedimentos societários cada empresa deve estabelecer critérios consistentes para atribuir as vidas úteis econômicos e as taxas correspondentes para os seus imobilizados técnicos, cujos critérios devem ser explicitados nas Notas Explicativas, para efeitos tributários e de Auditoria Externa.
15. BENS DO ATIVO IMOBILIZADO E DESPESAS OPERACIONAIS COM IMOBILIZADO DE PEQUENO VALOR
Ao permitir registrar, diretamente como despesa operacional, os bens do Ativo Imobilizado cujo custo unitário de aquisição não ultrapasse o limite, a lei fiscal esta desonerando a empresa do trabalho de calcular, registrar e controlar a depreciação desses bens.
Todavia, cabe alertar que, de acordo com os Pareceres Normativos CST n.º 100/78 e 20/80: 
I - a opção para o registro como despesa deve ser exercida por ocasião da aquisição do bem, sendo inadmissível reverter para a despesa o custode bens anteriormente ativados; 
II - o valor unitário deve ser considerado em função do critério da utilidade funcional do bem, isto é, somente poderá ser considerado unitariamente o bem que, por si só, preste ou tenha condições de prestar utilidade a empresa adquirente, como cadeira para uso no escritório, grampeador, cesto de lixo, etc. 
Assim, por exemplo, na aquisição de materiais para a construção não será tomado em conta o valor unitário, pois cada unidade desses bens (telha, tijolo, saco de cimento, etc.), isoladamente considerada, não tem condições de prestar utilidade a empresa adquirente, utilidade essa que somente resultará da construção acabada; 
III - o conceito de valor unitário em função da utilidade que o bem possa prestar, singularmente tomado, não tem aplicação nos casos de exploração de atividade que requeira o emprego concomitante de uma certa quantidade de bens, como, por exemplo, nas aquisições de: 
a) engradados, vasilhames e barris utilizados por empresas distribuidoras de águas minerais, refrigerantes, cervejas e chopes; 
b) cadeiras que empresas de diversões públicas empregam em cinemas e teatros; 
c) botijões utilizados por distribuidoras de gás liquefeito de petróleo.
Nas hipóteses referidas no item III, embora os bens cumpram individualmente a utilidade funcional, esta deverá ser considerada em função do conjunto de bens que satisfaça o objetivo empresarial, o que impede a dedução do custo respectivo como despesa operacional, porque o custo do conjunto de bens adquiridos não se comportará dentro do limite de valor unitário a ser observado. O custo desses bens deverá, então, ser ativado (Ativo Imobilizado) e poderá ser depreciado em função do prazo de vida útil estimado para os bens.
16- REGRAS GERAIS PARA IMOBILIZAÇÕES FISCAIS:
16.1. Compra de Bens Imobilizado:
Bens adquiridos com finalidade de uso na produção, administração ou alocação dos mesmos, cujos valores excederem a 394,13 Ufir ( R$. 326,61) e vida útil superior a um ano, deverá ser contabilizados , obrigatoriamente, no Ativo Imobilizado, conf. Decreto-lei 1.598/77, Leis ns. 8.218/9l e Lei 8.383/92, art. 15, 20 e 3o., respectivamente.
De acordo com IN-11/96 art. 20, os impostos pagos pela pessoa jurídica na aquisição de bens do ativo permanente poderão , a seu critério, ser registrado como custo de aquisição, ou deduzidos como despesas operacionais, saldo os pagos na importação de bens, que se acrescerão ao custo de aquisição.
Para valoração, segue o princípio contábil do “Custo Histórico Como Base de Valor”, traduzindo deve-se considerar como custo de um bem do ativo o valor pago por ele mais os gastos necessários para tê-lo em condições de uso.
Corroborando esse princípio, o PN CST 58/76, determina que deve integrar o custo de aquisição de bens destinados ao ativo imobilizado, os gastos com transporte e seguros, os tributos, exceto IPI quando recuperável, os gastos com colocação do bem à disposição da empresa e os gastos relativos aos atos de aquisição propriamente ditos.
Por outro lado o PN CST 02/79, ou que os impostos pagos na aquisição de bens do ativo permanente devem integrar o custo dos mesmos, exceto na hipótese em que a legislação especial admita a recuperação do imposto destacado em nota fiscal de aquisição do ativo.
Na aquisição financiada de bens do ativo imobilizado, os gastos financeiros não devem ser imobilizados por estarem intimamente vinculado ao valor mutuado e não ao bem adquirido.
O Fisco emitiu o PN CST 127/73 determinando que os juros devidos, assim como todos os demais ônus financeiros incidentes sobre o empréstimo contraído para financiamento do ativo fixo, estão excluídos da abrangências do art. 305 a 312 do RIR/99 , ou seja, os encargos financeiros advindos de empréstimos para a aquisição de bens do ativo permanente devem receber o tratamento contábil de despesas financeiras, não integrando o custo dos bens adquiridos, pois tal remuneração é devida em função da utilização do capital alheio, independentemente da sua vinculação com a aplicação de bens de capital.
PN n.º 58/76 : Devem integrar o custo de aquisição de bens os tributos (exceto o IPI, quando recuperável), as despesas com a colocação do bem à disposição da empresa e as despesas relativas aos atos de aquisição propriamente dita. 
16.2.Manutenção e Conserto
Segundo entendimento do Fisco :
16.2.1.Manutenção= Serviços que objetivam a conservação do bem, destinando-se a mantê-lo em condições eficiente de operação, tais como revisão, lubrificação, manutenção preventiva ou corretiva de máquinas e equipamentos, entre outros serviços. Sofrem retenção dos impostos..
16.2.2 Conserto= Serviço efetuados isoladamente como um mero conserto de um bens defeituoso, deixando em condições de uso. Não sofrem retenção dos impostos.
Os valores referentes a serviços de reparo e manutenção de aparelhos e equipamentos (domésticos ou industriais, como mero conserto) não estão sujeitos à retenção do imposto, a não ser que se trate de bens imóveis.
 Base Legal: Solução Carta Consulta 115/2006; RIR/1999, arts. 647 e 649; Parecer Normativo CST nº 37/1987; Parecer Normativo CST nº 08/1986; Lei nº 9.317, de 1996, art. 9º. 
16.3. Substituição de Partes e Peças PN=CST-22/87:
De acordo com a legislação tributária vigente, o custo das melhorias realizadas em bens do ativo permanente, cuja vida útil ultrapasse o período de um ano, deverá ser imobilizado para posterior depreciação ou amortização.
O PN-CST-22/87 definiu que poderá determinar o valor de "baixa das partes ou peças substituídas" mediante aplicação do percentual de depreciação correspondente à parcela não depreciada do bem, sobre o custo de substituição das partes e peças.
Destarte, se o custo de substituição de um motor de um veículo for de $. 10.000,00 e já tiver sido depreciado em 70%, o valor da baixa do motor substituído será de 30% sobre o valor de $. 10.000,00 , portanto , de $. 3.000,00, cuja contabilização seria:
 D- Veículos.............................................................. 7.000,00
 D- Despesas com Manutenção ............................... 3.000,00
 C- Fornecedor/Banco............................................. 10.000,00
O valor adicionado na conta Veículos , de $. 7.000,00, deverá ser depreciado no prazo restante da vida útil do veículo, restante. Porém, se o veículo tiver sido totalmente depreciado poderá ser depreciado no novo prazo de vida útil esperado em virtude da substituição, porém o valor de $. 10.000,00, exceto quando o aumento da vida útil for inferior a um ano, que poderá ser lançado em despesa operacional dedutível.
16.3.1. Os gastos com reparos, conservação ou substituição de partes e peças de bens do ativo imobilizado quando não resultem em aumento de sua vida útil
Serão admitidas como custo ou despesa operacional as despesas com reparos e conservação de bens e instalações destinadas a mantê-los em condições eficientes de operação (RIR/1999, art. 346).
Somente serão admitidas como dedutíveis as despesas de manutenção, reparo, conservação e quaisquer outros gastos com bens imóveis ou móveis, quando essas se caracterizarem como intrinsecamente relacionadas com a produção ou comercialização dos bens e serviços (RIR/1999, art. 346, § 3º).
A pessoa jurídica que, indevidamente, tiver incorporado ao valor do bem os gastos com reparos nele efetuados poderá:
a)promover a regularização mediante lançamento de ajustes de períodos de apuração anteriores; ou, 
  
b)aplicar sobre o valor agregado taxa de depreciação correspondente ao prazo restante de vida útil do bem, ou ajustar a taxa de depreciação, a ser aplicada sobre o novo valor do bem registrado no ativo, a fim de que ele se encontre totalmente depreciado ao final do prazo restante de sua vida útil prevista no ato de aquisição. 
Exemplo: Tomemos um bem com prazo de vida útil de 10 anos e que se encontra, após 5 anos de utilização, registrado no ativo por R$100.000,00, (depreciação acumulada = R$50.000,00),no qual foram efetuados reparos destinados, tão-somente, a mantê-lo em condições eficientes de operação, no valor de R$40.000,00. Como lhe restam 5 anos de vida útil, sobre o valor dos reparos efetuados poderá ser aplicada a taxa de depreciação de 20% a.a., aumentando a depreciação anual de 10% sobre o valor do bem, R$10.000,00 em mais R$8.000,00, perfazendo R$18.000,00 de depreciação anual. Por outro lado, esses mesmos R$18.000,00 representam, em relação ao valor do bem registrado no ativo, acrescido dos gastos com reparos (R$140.000,00), uma taxa anual de depreciação de 12,86%.
 
16.4. Bens adquirido por Consorcio
A pessoa jurídica que adquirir bens por meio de consórcio poderá se defrontar com duas fases distintas, que refletem necessariamente procedimentos diversos: a primeira evidencia o período que antecede o recebimento do bem, mas que implica desembolso efetivo do consorciado; a segunda surge com o recebimento do bem, seja mediante sorteio ou antecipação de quotas (lance), remanescendo ou não saldo devedor.
Nestas condições, deverá registrar:
a)na primeira fase, os desembolsos iniciais como adiantamento a fornecedores, ou seja, as parcelas pagas antes do efetivo recebimento do bem, em conta do ativo imobilizado, sendo admissível, a critério exclusivo da pessoa jurídica, o registro no circulante ou realizável a longo prazo, considerando-se os princípios contábeis recomendados para cada caso específico; 
b)na segunda fase, por ocasião do recebimento do bem, em conta específica e definitiva do ativo permanente, pelo valor constante na nota fiscal pela qual o bem foi faturado (PN CST no 1, de 1983). 
Por ocasião do recebimento do bem, a conta específica do ativo permanente que registrar o valor do bem constante da nota fiscal terá como contrapartida:
a)conta do ativo que registrou as antecipações pagas, conforme o disposto no item "a" da pergunta 257; 
  
b)conta do passivo que irá registrar o saldo devedor na época do recebimento do bem (número de parcelas vincendas multiplicado pelo valor destas na data do recebimento do bem). 
A diferença, positiva ou negativa, resultante do somatório dos valores consignados em "a" e "b", em confronto com o valor constante da nota fiscal, deverá ser tratada como variação monetária ativa ou passiva, conforme o caso (PN CST no 1, de 1983).
As variações do saldo devedor que ocorrerem no futuro, decorrentes da modificação no valor das prestações, serão refletidas nas contas que registram a obrigação, sendo sua contrapartida considerada como variação monetária passiva (ou ativa) (PN CST no 1, de 1983).
16.5. Bens do Ativo Imobilizado Importado:
Todas as despesas com importação tais como despesas com desembaraço alfandegário, corretagem, emolumentos, fretes , seguros marítimo devem compor o custo de aquisição do imobilizado. De acordo com o art. 41 da Lei 8.981/95, os impostos pagos na importação de bens do ativo permanente, obrigatoriamente, devem ser acrescidos ao custo de aquisição. 
Exemplo: 
Importação de uma Besta com os seguintes gastos:
a) Fatura do Despachante Aduaneiro:
 Despesas Guia, seguros e outros...................... R$ 200,00
 Imposto de Importação...................................... R$. 4.900,00
 IPI 25%............................................................. R$. 1.750,00
 ICMS 18%....................................................... R$. 1.260,00
 Tarifa Aduaneira............................................... R$. 140,00
 Honorário do Despachante 1,5%...................... R$. 105,00
 Total da Fatura nr. 040, pago em cheque........ R$. 8.355,00
Lançamento contábil:
 D- Importação em Andamento.............. 8.355,00
 C- Banco................................................ 8.355,00
b) Recebimento da Fatura:
 Fatura de Importação nr. 49.734 no valor de U$ 7.526,88 ( U$ 1,43 )
Lançamento contábil:
Cálculo em Reais: 7.526,88 (x) 1,43 = 10.763,44
 D- Importação em Andamento......................... 10.763,44
 C- Fornecedor Estrangeiro.............................. 10.763,44
c) Liquidação do Contrato de Câmbio a U$ 1,88, pago por cheque nr. 041
 
Lançamento contábil:
Cálculo em Reais: Contrato de Câmbio 7.526,00 (x) 1,88 = 14.150,53
 Valor da Fatura contabilizada................... = 10.763,44
 (=) Variação Cambial................................ = 3.387,09
 
 D- Despesas de Variação Cambial.................. 3.387,09
 C- Fornecedor Estrangeiro............................... 3.387,09
 Pela baixa da importação e contabilização do veículo:
 D- Veículos.................................................. 19.118,44
 C- Importação em Andamento..................... 19.118,44
 Pelo pagamento da fatura ao fornecedor estrangeiro:
 D- Fornecedor Estrangeiro.......................... 14.150,53
 C- Banco...................................................... 14.150,53
16.6. Bens de Pequeno Valor com Prazo Mínimo de um ano de vida
Valor de bem não superior a r$. 326,61 ou prazo de vida útil que não ultrapasse um ano poderão ser lançados como despesas operacionais, conf. IN-13/92 e art. 301 do RIR/99, na conta denominada “Despesas com Bens Imobilizado de Pequeno Valor “
16.7. Bens Não Ativáveis:
A partir de 1.992 através da IN-13/92, e art. 301 do RIR/99 o custo de aquisição de bens do ativo permanente quando de valor inferior a 394,13 Ufir , ( R$. 326,61 ) ou de vida útil inferior a um ano , poderá ser escriturado diretamente em despesas operacionais. Este valor refere-se a unidade de compra tais como Jogo, Peça, Kit, etc. 
As despesas com empréstimos e financiamentos, juros, comissões pagas para compra de imobilizado são considerados como despesas operacionais, conf. IN- 127/73, desde que , evidentemente, os valores estejam dentro dos limite cobrados no mercado; o eventual excedente deve ser escriturados como despesas não dedutíveis.
16.8. Programa de Computador ( Software)
Os Softwares adquiridos ou desenvolvidos na própria empresa, os seus custos devem ser contabilizados no Ativo e ser depreciado no prazo de 5 anos conf. a IN 04/85 de 30.01.85.
Caso tratando-se de aquisição de direito e uso do programa por tempo determinado, o custo de aquisição do Software deverá ser amortizado durante a vigência do contrato conf. determina a IN-04/85.
16.9. Furto ou Apropriação Indébita de Bens Imobilizado.
Quando praticado por terceiros, ou seja, por pessoas estranhas à empresa e desde que devidamente instruído por Boletim de Ocorrência Policial, poderá ser contabilizados como Perdas Operacionais, conf. o art. 364 do RIR/99, exceto quando praticados por diretor sócio.
 Caso ocorra, mesmo que a empresa mova uma ação penal contra esse diretor, inclusive com Boletim de Ocorrência Policial, deverá ser contabilizado em Contas Correntes do Sócio, como adiantamento de distribuição de lucros ou de patrimônio, daí a razão de não ser considerado como despesas dedutível.
De acordo com o art. 364 do RIR/99, são dedutíveis como despesas os prejuízos por desfalque, apropriação indébita e furto, cometidos por empregados ou terceiros, quando: 
a) houver inquérito instaurado nos termos da legislação trabalhista; ou 
b) for apresentada queixa perante autoridade policial. 
Observe-se, todavia que a dedução não está condicionada à conclusão dos processos. A empresa pode deduzir o prejuízo no período base de sua ocorrência, desde que, previamente, tenha tomado uma das providências citadas em "a" e "b" (conforme o caso) e possua os respectivos documentos comprobatórios, que devem ser mantidos em boa guarda para apresentação ou exibição, quando solicitados, à autoridade fiscal (tem 9 do Parecer Normativo CST n° 50/73).
16.10. Leasing de Bens do AtivoImobilizado.
Leasing ( aluguel/arrendamento mercantil ) Resolução CFC 921/2002
O contrato de arrendamento mercantil, também denominado “leasing”, é regulado pela Lei 6.099/1974, posteriormente alterada pela Lei 7.132/1983 .
16.10.1.Conceito
 Considera-se arrendamento mercantil o negócio jurídico realizado entre pessoa jurídica, na qualidade de arrendadora, e pessoa física ou jurídica, na qualidade de arrendatária, e que tenha por objeto o arrendamento de bens adquiridos pela arrendadora, segundo especificações da arrendatária e para uso próprio desta.
16.10.2. PIS/COFINS Recuperação
Quanto ao PIS/COFINS o art. 3º Inciso V da Lei 10.833/2003, permite o creditamento do PIS/COFINS sobre o valor das contraprestações de operações de arrendamento mercantil de pessoa jurídica.
A Resolução do Bacen 2.309/96 e a Resolução CFC 921/2002 separa o leasing em Leasing Operacional e Leasing Financeiro.
A pessoa jurídica deve contabilizar tal operação em conta específica do ativo permanente, subgrupo do imobilizado, com contrapartida no passivo, podendo considerar como dedutível apenas a quota de depreciação respectiva.
Por falta de previsão legal, os valores desembolsados mensalmente não podem ser excluídos do lucro líquido para fins de determinação do lucro real e da base de cálculo da CSLL mediante o seu registro no Lalur, eis que o referido livro é destinado a registrar valores que, por sua natureza eminentemente fiscal. 
16.11- LEASING OPERACIONAL – OCPC-02
Pronunciamento Técnico CPC 06 – Operações de Arrendamento Mercantil 
Por esse Pronunciamento, a Essência precisa prevalecer sobre a Forma na classificação e na contabilização das operações de arrendamento mercantil, como deve ocorrer, aliás, em todas as transações. Quando os riscos e benefícios inerentes à propriedade de um ativo arrendado são transferidos ao arrendatário, a operação deve ser contabilizada como venda financiada. Se permanecem no arrendador, deve ser reconhecida como arrendamento operacional. A essência é a base da análise, da classificação e da contabilização, e não a forma jurídica apresentada no contrato se esta não representar a essência econômica da transação. 
Quando o arrendamento mercantil é operacional, a arrendadora mantém o bem arrendado em seu ativo e ela e a arrendatária devem reconhecer a receita e a despesa, respectivamente, numa linha reta, ou seja, em prestações constantes, OCPC_02 15 mesmo que os pagamentos não sejam assim estipulados – ou seja, mesmo no caso de arrendamento operacional, se o contrato prever, por exemplo, 30% do pagamento na primeira prestação, mais 12% na última, e os restantes 58% distribuídos 1% ao mês durante os outros 58 meses de um contrato de 5 anos, contabilmente não se pode registrar, na arrendadora, a receita de 30% no primeiro mês, o mesmo com a despesa na arrendatária, etc. É necessário que o total seja distribuído, como receita numa e despesa na outra, à base de 1/60 por mês. 
Quando o arrendamento for classificado como financeiro, o bem deve ser tratado como vendido pela arrendadora ou um terceiro diretamente à arrendatária, que o ativa e reconhece sua dívida perante a arrendadora, e esta classifica o desembolso como um recebível. A arrendatária deverá espelhar na contabilidade o valor do Imobilizado segregado dos encargos financeiros a pagar ( T. price ) em contrapartida o valor do Leasing a Pagar, segregados em curto e longo prazo.
Os pagamentos das prestações do arrendamento mercantil financeiro não caracterizam uma despesa e, dessa forma serão registrados: parte como amortização parcial do saldo devedor da dívida e parte como pagamento de encargos financeiros. O ativo deve ser depreciado pela sua vida útil, e não pelo prazo do contrato. 
No CPC 06 a figura do arrendador é genérica, não se restringindo à de uma sociedade de arrendamento mercantil, a um banco ou semelhante, podendo figurar como arrendador o próprio fabricante do bem ou um terceiro qualquer. 
 Nesta modalidade de leasing não há a figura do valor residual pago antes, durante ou no fim do contrato, portanto, caracteriza aluguel de equipamento. No final do contrato o bem é devolvido ao locador.
Deve ser dado o tratamento de despesas com Leasing.
Exemplo : Leasing de um equipamento no valor de R$ 5.000,0 , mensal.
D- DESPESAS COM LEASING 4.537,50
D- PIS A RECUPERAR............. 82,50
D- COFINS RECUPERAR........ 380,00
C- BANCOS..... .......................... 5.000,00
16.12 LEASING FINANCEIRO ( FINANCIAMENTO)
Nesta modalidade de leasing há a figura do pagamento do valor residual, antes, durante ou no fim do contrato, e o bem fica com o locatário ao término do prazo contratual.
Esta operação é considerada como financiamento de bens, mas o RIR/99, artigo 356, não foi revogada impedindo que seja considerada como despesas de leasing. Portanto podemos seguir o Regulamento do Imposto de Renda considerando o Leasing Financeiro, também como despesa dedutível.
Exemplo: leasing de uma máquina no valor de R$ 20.000,00 a ser pago em 24 prestações de R$ 1.500,00 com valor residual amortizado na prestação de R$ 300,00.
Pelo Contrato de Leasing:
D- MAQUINISMOS......................................... 18.150,00 depreciar em 120 meses
D- PIS/COFINS A RECUPERAR.................. 1.850,00 compensar em 48 meses
D- DESPESAS COM LEASING AMORTIZAR 16.000,00 amortizar em 24 meses
C- LEASING PAGAR…..................…............ 36.000,00 pagar em 24 meses
Obs.: a partir de agosto/2004 não é mais permitida à recuperação do PIS/COFINS, sobre bens usados.
Observação 
Aluguel de veículo não dá direito ao creditamento de PIS/COFINS
Só dão direito ao creditamento do PIS/COFINS aluguel de máquinas e equipamentos.
Leasing dá direito ao creditamento do PIS/COFINS, independentemente de ser de máquinas, equipamentos, usados na atividade da empresa, inclusive na área administrativa conf. Art. 3º inciso V da Lei 10.833/2003 e 10.637/2002.
De acordo com o artigo 356 do RIR/99, os valores relativos às contraprestações pagas ou creditadas por força de contratos de arrendamento mercantil são considerados como custo ou despesa operacional dedutíveis na apuração do lucro real da arrendatária. 
A partir de 01.01.1996, para efeito de apuração do lucro real e da base de cálculo da contribuição social sobre o lucro, as contraprestações de arrendamento mercantil somente serão dedutíveis quando se tratar de bens relacionados diretamente com a produção ou comercialização dos bens e serviços (artigo 13, inciso II da Lei 9.249/95).
Dependendo da modalidade do arrendamento mercantil, o contrato pode prever o pagamento antecipado, pela arrendatária, do valor residual garantido em qualquer momento de sua vigência, sem que isso caracterize a opção de compra.
Neste caso, as parcelas do valor residual pagas antes do término do contrato devem compor o ativo da arrendatária.
No final do contrato de arrendamento mercantil, a arrendatária poderá ficar com o bem objeto do arrendamento. Neste caso, o bem deverá ser registrado no Ativo Imobilizado da arrendatária pelo valor pago, à arrendadora, pela opção de compra.
Exemplo 1 : Leasing de uma máquina industrial no valor de R$ 20.000,00 com pagamento mensal de R$ 1.500,00 por prazo de 24 meses, e , amortização do valor residual incluso no valor da prestação de R$ 300,00. Com assinatura do Termo de Opção de Compras. ICMS 12%
Pelo contrato de Leasing.
D- MAQUINISMOS......................... 15.750,00 depreciar
D- ICMS A RECUPERAR............... 2.400,00compensar 1/48
D- PIS/COFINS RECUPERAR........ 1.850,00compensar 1/48
D- DESP. LEASING AMORTIZAR 16.000,00 compensar 1/24
C- LEASING A PAGAR.................. 36.000,00 pagar 1/24
 DEPRECIAÇÃO FISCAL : 120 MESES ( 10 ANOS )
	DEPRECIAÇÃO ECONOMICA = 180 MESES ( 15 ANOS)
	NA CONTABILIDADE É OBRIGATÓRIA A DEPRECIAÇÃO ECONÔMICA.
 QUOTA DE DEPRECIAÇÃO MENSAL ECONÔMICA = 15.750,00/ 180 = 87,50
	D- DESPESAS COM DEPRECIAÇÃO................ 87,50
	C- DEPRECIAÇÃO ACUMULADA...................... 87,50 mensalmente
	
NO LUCRO REAL -ANUAL
	Adição 
	Depreciação econômica dos Leasing contabilizado................... 1.050,00
	Amortização Desp. Leasing no período...................................... 8.000,00
	Dedução:
	Contraprestação do leasing financeiro do período.................... 18.000,00
	Observação:
	Controlar o maquinismos com leasing na parte “B” do Lalur, para estornar as depreciações contabilizadas durante 180 meses, pois a despesa de leasing fora consideradas pelas contraprestações de leasing em 24 meses.
17. OPERAÇÕES DE LEASE BACK.
A operação de “lease Back” pode ajudar a empresa que precisa de capital de giro, porém é necessário que a empresa possua bens como máquinas e veículos.
A transação é parecida com leasing. A diferença é que a instituição financeira compra o bem do próprio cliente e faz um contrato de arrendamento para ele, que continua usando o bem normalmente.
Para concessão desse crédito as instituições financeiras exigem uma avaliação do bem , feita por empresas especializadas com emissão de laudo contendo uma avaliação técnica do bem e outro contendo uma avaliação ao valor de mercado e, para a concessão de crédito será o valor de mercado. Em caso de falta de pagamento pelo arrendatário o bem é tomado pela instituição financeira.
Quanto ao aspecto legal tributário as definições estão contidas no PN-CST n. 22/82.
Quando o bem é vendido para empresa de arrendamento mercantil for menor que o valor contábil a diferença não poderá ser deduzido como prejuízo no lucro real, pois será uma despesa não dedutível.
Não fosse essa proibição, a empresa arrendatária venderia o bem pelo valor menor, sabendo-se que a opção de compra lhe garantiria de volta o bem, além da vantagem de ter lançado o prejuízo como parcela dedutível do imposto de renda e por outro lado a empresa arrendadora, também, imobilizaria pequeno valor. O Lease Back é uma operação vantajosa numa economia inflacionária muito alta, pois não geraria a correção monetária credora, que é tributável pelo imposto de renda. 
Contabilmente deverá ser dada a baixa do bem , normalmente, com apuração eventual do ganho ou perda na operação.
Pelos pagamentos mensais do valor do lease-back e o respectivo valor residual procede-se as contabilizações idênticas ao de um Leasing.
18. BENFEITORIAS EM BENS DE TERCEIROS.
Esses gastos devem ser contabilizados no Ativo Imobilizado, a ser amortizado no prazo contratual
As aplicações de recursos em despesas que contribuirão para formação do resultado de mais de um exercício social, poderão ser recuperadas mediante amortizações em cada período-base, computando na determinação do lucro real , como despesa.
As aplicações de recursos mais comuns em despesas amortizáveis são:
a) Benfeitorias em bens locados ou arrendados ou em bens de terceiros, quando não houver cláusula de ressarcimento. 
b) Custo de aquisição, prorrogação ou modificação de contrato e direitos de qualquer natureza, inclusive de exploração de fundos de comercio.
c) Custo de aquisição de patentes de invenção, fórmulas e processos de fabricação.
Para o locador:
a) os custos das construções e benfeitorias não indenizáveis são contabilizados no ativo imobilizado na conta de Benfeitorias em Imóveis Próprios.
b) os custos das construções e benfeitorias indenizáveis não serão contabilizados pelo Locador, pois será despesa do locatário.
c) depreciar os custos das construções e benfeitorias escrituradas no seu ativo imobilizado, à taxa 4% a.a. na forma da Portaria 417/76, desde a data em que a locatária fizer uso.
d) os custos das construções e benfeitorias indenizáveis terá como contrapartida de lançamento na conta do passivo exigível.
Para o locatário:
a) os custos das construções e benfeitorias não indenizáveis são contabilizados na despesa diferidas ou a amortizar.
b) os custos das construções e benfeitorias indenizáveis são contabilizados no ativo circulante ou realizável a longo prazo, em contas correntes do Locador.
c) amortizar os custos escriturados, no prazo restante do contrato de locação quando por prazo determinado ou no prazo de 25 anos quando não tiver prazo determinado conf. PN CST 869/71 e 85/76.
18.1.-BENFEITORIAS EM IMÓVEIS PERTENCENTES ÀS PESSOAS LIGADAS 
Os custos das construções ou benfeitorias em imóvel de sócios, acionistas, dirigentes ou participantes nos lucros da pessoa jurídica ou respectivos parentes ou dependentes deverão ser obrigatoriamente indenizados conf. PN CST 869/71. Caso no Contrato não preveja a indenização, o Locatário deverá amortizar em 25 anos, independentemente da rescisão contratual, para evitar a figura da Distribuição Disfarçada de Lucros conf. Previsto no art. 464 do RIR/99
Exemplo:
Pelas compras de materiais e mão-de-obra gastos em benfeitoria em imóvel alugado:
 D- Benfeitorias em Imóveis Alugados a Amortizar
 C- Bancos ou Fornecedores................
Após a conclusão das benfeitorias, inicia-se as amortizações mensais de acordo com o prazo de 25 anos para amortização e não por prazo do contrato firmado.
 D- Despesas com Benfeitorias
 C- Benfeitorias em Imóveis Alugados a Amortizar.
O custo das construções e benfeitorias em bens locados, desde que intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização, quando não houver direito ao recebimento de seu valor, pode ser amortizado na forma do art. 325 do RIR/99. Esta faculdade, todavia , não se aplica se a operação enquadrar-se na forma de distribuição disfarçada de lucros. Presumir-se-á distribuição disfarçada de lucros se os negócios de que tratam os incisos I a VI do art. 464 do RIR/99 forem realizados com sociedade na qual a pessoa ligada tenha, direta ou indiretamente, interesse.
19. DESPESAS PRÉ-OPERACIONAIS . 
A partir de 2008, deixam de existir as despesas pré-operacionais.
Assim sendo, todas as despesas feitas na fase pré-operacional serão consideradas, para todos os efeitos despesas operacionais comuns, compondo normalmente a conta de resultado do período.
O saldo existente em 31 de dezembro de 2008 no ativo diferido que, pela sua natureza, não puder ser alocado a outro grupo de contas, poderá permanecer no ativo sob essa classificação até sua completa amortização, sujeito à análise sobre a recuperação de que trata o § 3o do art. 183., conf. Art. 37 da MP 449/2008
Essas despesas eram escrituradas no ativo diferido para posterior amortizações conf. determina o art. 179 da Lei 6.404/76
Durante a fase pré-operacional somente as despesas administrativas, financeiras e de vendas eram contabilizadas, normalmente, em conta específica de despesas e no final de cada exercício as mesmas eram transferidas para conta de “Despesas Pré-Operacionais a Amortizar “.
As demais despesas ou custos de produção ou custos de bens ou produtos em andamento tinham suas apropriações contabilizadas agregando-se em contas específicas que controlam o seu custo final.
. Depreciação de Veículos e Máquinas: 
 Na fase pré-operacional eram escrituradas para compor o Ativo Diferido a Amortizar. A partir de 2008 , são despesas normais de depreciação.
. As despesas pré-operacionais poderiam ser amortizados a partir do início das operações, num prazo mínimo de 5 anos.
O PN CST 110/75, admite o método linear, crescente ou decrescente para o cálculo das taxas de amortização, mas determina que a quota máxima em cada período base é de 20%.
20. DESPESAS DIFERIDAS
Despesas diferidas são aquelas que, embora registradas no período de apuração, devam ser transferidas, amortizadas, apropriadas nos períodos de apuração futuros por não competirem ao período em que foram registradas (regime de competência), ou que devam influenciar resultados de períodos subsequentes.
20.1 Despesas Amortizar e Despesas Diferidas
Despesas do período de apuração seguinte são aquelas que,embora registradas no período de apuração em curso, são de competência do período de apuração subsequente e, como tal, classificáveis no ativo circulante. Exemplo: parte do prêmio do seguro correspondente ao período-base seguinte; aluguéis antecipados nas mesmas condições, despesas com financiamentos, despesas bancarias etc. Sobre o conceito de despesas diferidas.
21. CONSTRUÇÕES EM ANDAMENTO
Para as empresas que não explorem a atividade imobiliária as aplicações que representem construções em andamento devem ser classificadas em conta do ativo permanente (imobilizado). No caso de empreendimento que envolva a construção de bens de naturezas diversas, a empresa deverá fazer a distribuição contábil dos acréscimos de maneira a permitir, no término da construção, a correta identificação de cada bem, segundo sua natureza e taxas anuais de depreciação a eles aplicáveis (PN CST no 2, de 1983).
22. GADO NASCIDO E PERECIDO DURANTE O EXERCÍCIO SOCIAL.
As crias nascidas e o gado que perecer durante o ano-calendário devem ser contabilizados nas conta de “Superveniência Ativas ou Insubsistências Ativas” mediante os seguintes critérios:
22.1-Crias Nascidas:
Devem ser debitadas à conta do Ativo a que se destinam, segundo a sua finalidade:
- No Ativo Circulante, se destinadas a venda ou a consumo na produção de bens para venda.
- No Ativo Imobilizado quando não destinadas a venda sob a denominação de conta:
a) Gado Reprodutor: 
 Constituído de touros puros de origens, puros de cruza, vacas puras de cruza, vacas puras de origem e do plantel destinado à inseminação artificial, além de suínos, ovinos equinos destinados à reprodução.
b) Gado de Renda:
 Representado por bovinos, suínos, ovinos e equinos que a empresa explora para a produção de bens que constituam objeto de suas atividades.
c) Animais de Trabalho:
 Compreende os equinos, bovinos, muares, asininos destinados ao trabalho agrícolas, sela e transporte.
Seja qual for a finalidade da cria, a contrapartida do lançamento contábil será a crédito da Receita Operacional, na conta “Superveniências Ativas” .
O valor do lançamento deve corresponder ao preço real de custo ou do preço corrente da cria de mercado, devendo ser computado no resultado do mês ou ano para a determinação do lucro real.
22.2-Gado Perecido:
Para as reses que perecerem deve ser feito lançamento a crédito da conta do Ativo em que estavam registradas ( no Ativo Circulante ou no Imobilizado). A contrapartida, em qualquer dos casos, deve ser a débito de Despesas Operacionais, na conta “Insubsistência Ativas”, pelo valor real de custo ou ao preço corrente da cria no mercado, conf. PN CST 57/76
23. BENS CEDIDOS EM COMODATO
Comodato é o empréstimo gratuito de coisas não fungíveis, para uso durante certo prazo e posterior devolução da coisa emprestada, findo o prazo do empréstimo. O comodato se completa com a tradição do objeto.
A gratuidade do empréstimo é indispensável, pois se houver ônus ou pagamento não será comodato, e sim contrato de locação da coisa.
Exemplo: empréstimo de um computador, de uma máquina, etc., sem ônus.
Recepcionado no Código Civil – Lei nº 10.406/2002, Artigos 579 a 585
Art. 579. O comodato é o empréstimo gratuito de coisas não fungíveis. Perfaz-se com a tradição do objeto. 
O comodato tem as seguintes características:
a) gratuidade do contrato;
c) conclusão do contrato com a tradição da coisa.
b) infungibilidade do objeto;
Destaque-se que embora o empréstimo seja gratuito, no comodato o comodatário pode assumir o ônus com manutenção do objeto ou mesmo, em caso de imóvel, pagar o condomínio, taxas e impostos do bem, sem contudo descaracterizar o comodato.
Os bens do ativo imobilizado cedido em comodato, vinculado à atividade do comodante , por exemplo cedido a um cliente ou fornecedor, as depreciações respectivas são dedutíveis para o comodante.
A depreciação será deduzida somente pelo contribuinte que suportar o encargo econômico do desgaste ou obsolescência de acordo com as condições de propriedade, posse ou uso do bem (RIR/1999, art. 305, § 1o).
Não é admitida a dedutibilidade de quotas de depreciação de bens que não estejam sendo utilizados na produção dos rendimentos, nem nos destinados à revenda (RIR/1999, art. 305, § 5o).
Pelo exposto, se os bens cedidos em comodato estiverem intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização dos bens ou serviços fornecidos pela cedente, considera-se a depreciação reconhecida desses bens despesa necessária, usual e normal naquele tipo de atividade, e, estando a relação entre as partes devidamente amparada por documentação legal, hábil e suficiente, admite-se a dedutibilidade das quotas de depreciação para estes bens
24. PERMANÊNCIA DE BENS NOS REGISTROS CONTABEIS 
O simples fato de a depreciação acumulada de um bem do Ativo Imobilizado haver atingido 100% do custo do bem, corrigido monetariamente, não autoriza a sua baixa contábil, ainda que o bem tenha se tornado imprestável para a finalidade a que se destinava. Isto porque a baixa contábil só poderá ser efetuada quando o bem for baixado fisicamente, isto é, sair em definitivo do patrimônio da empresa (P.N. CST nº 146/75).
Enquanto não ocorrer a baixa física do bem, devem permanecer registrados na escrituração o seu custo de aquisição e a respectiva depreciação acumulada, embora o seu valor contábil (custo corrigido menos a depreciação acumulada) seja zero.
Apesar de permanecerem registrados no Ativo Imobilizado, os bens cuja depreciação acumulada já tenha atingido 100% do custo corrigido não poderão mais, obviamente, ser objeto de cálculo de quotas de depreciação (par. 3º do art. 305 do RIR/99).
24.1.) Baixa do Bem por Perecimento, Extinção ou Obsolescência.
Conforme foi dito, a baixa contábil de bem totalmente depreciado somente será admitida quando ocorrer a sua baixa física.
Importa observar que o P.N. CST nº 146/75 esclareceu que, embora a lei não imponha formalidade especial para a eliminação do ativo, em qualquer caso fica o contribuinte sujeito a comprovar, pela forma estabelecida nas leis comerciais e fiscais, o ato ou fato econômico que serviu de base aos lançamentos contábeis efetuados. O que o Fisco quis dizer é que os registros contábeis devem estar lastreados em documentação hábil e idônea. A propósito, veja-se o que diz o art. 923 do RIR/99 (cuja matriz legal é o par. 1º do art. 9º do Decreto Lei 1.598/77): 
"§ 1º - A escrituração mantida com observância das disposições legais faz prova a favor do contribuinte dos fatos nela registrados e comprovados por documentos hábeis, segundo sua natureza, ou assim definidos em preceitos legais." 
Normalmente, a baixa física de um bem do Ativo Imobilizado decorre da sua venda, ainda que como sucata, hipótese em que a nota fiscal de venda será o documento hábil a comprovar a baixa física e lastrear a baixa contábil. Estando o bem totalmente depreciado, todo o valor obtido na sua venda constitui ganho de capital tributável.
Portanto, quando um bem perecer, extinguir-se, tornar-se obsoleto, ou ainda for totalmente desgastado, antes do término do seu prazo de vida útil estimado, seja em decorrência de força maior ou caso fortuito, a legislação do Imposta de Renda permite que o seu valor contábil seja dedutível como perda de capital por ocasião da baixa do bem, desde que lastreada em documento hábil de baixa como B.O., NF de Doação, Sucata, Dação em Pagamento, etc. 
No caso de obsolescência, sucateamento, ( quando não for possível a sua saída ) deve estar suportados por laudo interno com aprovações por pessoas competentes e se possível com fotos para prova posterior junto ao Fisco.
Para efeito de apuração do lucro real, o valor contábil residual (custo corrigido menos depreciação acumulada) de bens que tenham se tornado imprestáveis antes de decorrido o seu prazo de vida útil, somente poderá ser baixado por ocasião da efetiva baixa física do bem (PN CST nº 146/75).
Deste modo, se não restar ao bem nenhum valoreconômico apurável, o valor contábil residual baixado somente poderá ser considerado dedutível, para fins de apuração do lucro real, se houver comprovação, por meio de documentação de indiscutível idoneidade, a saída física do bem do patrimônio da empresa (PN citado). 
Caso a empresa não tenha como comprovar a saída física do bem, o valor contábil da baixa será tratado como prejuízo não operacional indedutível na determinação do Lucro Real e da CSL. 
24.2.) Jurisprudência:
	É aceito Laudo de autoridade fiscal chamada ao local para certificar a destruição ou falta do bem (AC.1ºCC 101-76.186/85 - DOU .Orientamos tomar esta atitude, somente em caso de ocorrência de sinistro.
25- DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES
25.1. O que é Depreciação de Bens 
A depreciação de bens do ativo imobilizado corresponde à diminuição do valor dos elementos ali classificáveis, resultante do desgaste pelo uso, ação da natureza ou obsolescência normal.
Referida perda de valor dos ativos, que têm por objeto bens físicos do ativo imobilizado das empresas, será registrada periodicamente nas contas de custo ou despesa (encargos de depreciação do período de apuração) que terão como contrapartida contas de registro da depreciação acumulada, classificadas como contas retificadoras do ativo permanente (RIR/1999, art. 305).
A partir de 1o/01/1996, tendo em vista o fim da correção monetária das demonstrações financeiras, as quotas de depreciação a serem registradas na escrituração como custo ou despesa serão calculadas mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o valor em Reais do custo de aquisição registrado contabilmente.
25.2 Início da Depreciação
Qualquer que seja a forma de registro desse encargo, na escrituração trimestral ou mesmo anual, a quota de depreciação somente será dedutível como custo ou despesa operacional a partir do mês em que o bem é instalado, posto em serviço ou em condições de produzir (RIR/1999, art. 305, § 2º).
O bem somente poderá ser depreciado após instalado, posto em serviço ou em condições de produzir (RIR/1999, art. 305, § 2º).
25.3. Taxa de Depreciação para Conjunto de Instalação ou Equipamentos
Quando o registro do imobilizado for feito por conjunto de instalação ou equipamentos, sem especificação suficiente para permitir aplicar as diferentes taxas de depreciação de acordo com a natureza do bem, e o contribuinte não tiver elementos para justificar as taxas médias adotadas para o conjunto, será obrigado a utilizar as taxas aplicáveis aos bens de maior vida útil que integrem o conjunto (RIR/1999, art. 310, § 3º).
25.4. Depreciação de Imóvel com Terreno Agregado
Somente os edifícios e construções, quando este for o objeto social, ou utilizados pela pessoa jurídica na produção dos seus rendimentos podem ser objeto de depreciação. Quando o valor do terreno não estiver separado do valor da edificação que sobre ele existir deve ser providenciado o respectivo destaque para que seja admitida dedução da depreciação do valor da construção ou edifício. Para isso, o contribuinte poderá servir-se de laudo pericial para determinar que parcela do valor contabilizado que corresponde ao valor do edifício ou construção, aplicando, sobre esta, o coeficiente de depreciação efetivamente suportado, limitado, para efeito tributário, ao admitido para essa espécie de bem (PN CST nº 14, de 1972).
25.5. Depreciação Econômica
A empresa deve manter os controle de depreciação:
Econômica: com base nas vidas úteis atribuídas pela administração da empresa. Sugerimos de haja Normas Internas para Taxas de Depreciação de móveis, equipamentos, maquinas, computadores, veículos, refrigeradores, caminhões, etc.
A vida útil econômica deve ser definida com base em parâmetros e índices admitidos em norma ou laudo técnico específico, conforme Resolução do CFC 1136/2008.
 
Vida útil fiscal. = Conforme constante da IN-162/98.
É a vida prevista de um bem para efeito fiscal e está normatizada na IN-162/98.
25.6. Quota de Depreciação RIR/99
Art. 309.  A quota de depreciação registrável na escrituração como custo ou despesa operacional será determinada mediante a aplicação da taxa anual de depreciação sobre o custo de aquisição dos bens depreciáveis (Lei nº 4.506, de 1964, art. 57, § 1º).
§ 1º  A quota anual de depreciação será ajustada proporcionalmente no caso de período de apuração com prazo de duração inferior a doze meses, e de bem acrescido ao ativo, ou dele baixado, no curso do período de apuração.
§ 2º  A depreciação poderá ser apropriada em quotas mensais, dispensado o ajuste da taxa para os bens postos em funcionamento ou baixados no curso do mês.
25.7. Taxa Anual de Depreciação Fiscal
Art. 310.  A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar utilização econômica do bem pelo contribuinte, na produção de seus rendimentos (Lei nº 4.506, de 1964, art. 57, § 2º).
§ 1º  A Secretaria da Receita Federal publicará periodicamente o prazo de vida útil admissível, em condições normais ou médias, para cada espécie de bem, ficando assegurado ao contribuinte o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação de seus bens, desde que faça a prova dessa adequação, quando adotar taxa diferente (Lei nº 4.506, de 1964, art. 57, § 3º).
§ 2º  No caso de dúvida, o contribuinte ou a autoridade lançadora do imposto poderá pedir perícia do Instituto Nacional de Tecnologia, ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica, prevalecendo os prazos de vida útil recomendados por essas instituições, enquanto os mesmos não forem alterados por decisão administrativa superior ou por sentença judicial, baseadas, igualmente, em laudo técnico idôneo (Lei nº 4.506, de 1964, art. 57, § 4º).
§ 3º  Quando o registro do imobilizado for feito por conjunto de instalação ou equipamentos, sem especificação suficiente para permitir aplicar as diferentes taxas de depreciação de acordo com a natureza do bem, e o contribuinte não tiver elementos para justificar as taxas médias adotadas para o conjunto, será obrigado a utilizar as taxas aplicáveis aos bens de maior vida útil que integrem o conjunto (Lei nº 4.506, de 1964, art. 57, § 12).
25.8. Depreciação de Bens Imobilizado Fiscal.
Todos os bens imobilizados possuem vidas úteis, conforme constantes na IN-162/98.
Vida útil representa a vida estimada de um bem à disposição da empresa para o fim que se destina.
A depreciação seria comparativamente a um “aniversário” e a depreciação acumulada a “idade do bem “, traduzidos economicamente.
Contabilmente representa a mensuração econômica de um desgaste sofrido pelos valores de uso patrimonial; ela representa uma autêntica despesa operacional graduada de acordo com o tempo de vida útil do bem.
Assim, podem ser depreciados todos os bens físicos sujeitos a desgaste pelo uso, causas naturais ou por obsolescência normal.
A cota de desgastes mensal ou anual de um bem é determinada pela Legislação do Imposto de Renda para que seja considerada despesa dedutível do lucro operacional, sendo considerada parcela tributável, todo o excesso verificado.
A quota de depreciação é apropriáveis a partir do mês em que o bem é instalado, posto em serviço ou em condições de produzir. Qualquer bem o ativo imobilizado em estoque, no almoxarifado, não poderá ser depreciado, conf. P/R 468 /2003 da SRF
Já a Depreciação Acumulada corresponde a Idade do bem, porém limitada a sua vida útil.
Portanto, o montante acumulado das quotas de depreciação, nunca poderá ultrapassar o custo de aquisição do bem, corrigido monetariamente.
A Vida Residual de um bem corresponde a vida residual diminuído da idade, ou seja, da depreciação acumulada. O que ultrapassa a vida útil denomina-se Ganho ou Perda. 
Um bem imobilizado com vida residual, considerado obsoleto ou imprestável, poderá ser baixado da contabilidade, cujo valor residual comporá o ganho ou perda de capital pela venda ou baixa do bem.
É a mensuração econômica do desgaste de um bem pelo uso, ação da natureza,ou obsolescência normal, em relação a sua vida útil.
E, todos os bens do ativo imobilizado possui a sua vida útil ( vida prevista, vida estimada pelo Fisco) 
A depreciação está previsto no RIR/99 nos seus artigos 305 e 312 e as amortizações nos seus artigos 324 a 329.
A quota de depreciação é apropriável a partir da data em que o bem é instalado, posto em serviços ou em condições de produzir.
O bem do ativo imobilizado em estoque, no almoxarifado, não poderá ser depreciado.
O montante acumulado das quotas de depreciação, não poderá ultrapassar o custo de aquisição do bem, corrigido monetariamente.
Para os bens de impossível individualização, a baixa dos que se tornaram imprestável poderá ser feita excluindo-se do ativo imobilizado, em primeiro lugar, os bens postos em uso há mais tempo ( pelo método FIFO/PEPS) conf. faculta o PN 214/73.
25.9. Bens Não Depreciado no Período- Depreciação Fiscal é Facultativa.
De acordo com a orientação contida no PN CST 79/76, a depreciação de bens é facultativo, ou seja, a legislação tributária fixa percentuais máximos e períodos mínimos de depreciação, não proibindo a empresa de apropriar quotas inferiores às permitidas, ou mesmo deixar de depreciar.
Porém se a empresa adotar qualquer taxa de depreciação inferior à permitida, as importâncias não apropriadas não poderão ser recuperadas posteriormente através da utilização de taxas superiores às máximas anualmente permitidas para cada exercício e cada bem em especial, com isto, a empresa postergará a sua vida útil, na mesma proporção do período não depreciado.
25.10. DEPRECIAÇÃO NÃO APROVEITADA NA ESCRITURAÇÃO COMERCIAL NÃO PODE SER DEDUZIDA POR MEIO DO LALUR
SOLUÇÃO DE CONSULTA 262 SRRF 8
 ª RF DE 04.06.2007 
A depreciação de bens do ativo permanente é uma faculdade, que pode ser exercida integralmente ou não, independentemente de laudo de avaliação, desde que os percentuais máximos e períodos mínimos das referidas realizações estejam em conformidade com a legislação tributária. 
Por falta de previsão legal, é vedada a exclusão, no Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR), das diferenças remanescentes entre a depreciação a que teria direito a interessada, em virtude da legislação fiscal, e aquela efetivamente computada na apuração do lucro contábil em consonância com a legislação comercial. 
DISPOSITIVOS LEGAIS: Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, art. 6º, § 3º; Decreto nº 3.000, de 1999, art. 250, 305; Parecer Normativo CST nº 79, de 8 de outubro de 1976 (DOU de 18-11-76); Parecer Normativo CST nº 96, de 31 de outubro de 1978 (DOU de 8-11-78).
25.11. ANIMAL VIVO. TAXA ANUAL DE DEPRECIAÇÃO. A taxa anual de depreciação de animal vivo, classificado no Ativo Imobilizado da pessoa jurídica, que não conste das relações anexas à IN SRF nº 162, de 1998, poderá ser identificada a partir de laudo pericial do Instituto Nacional de Tecnologia ou de outra entidade oficial de pesquisa científica e tecnológica que ateste o prazo de vida útil daquele bem. Solução da Carta Consulta 30/2007.
25.12. DESPESAS DE DEPRECIAÇÃO. EXCLUSÃO DO LUCRO REAL. CUMULAÇÃO DE VALORES. Inadmissível a exclusão do lucro real de despesas de depreciação que poderiam ser deduzidas na apuração da base de cálculo do IRPJ em período de competência anterior, mas que assim não o foram. Essas despesas apenas poderão ser computadas fiscalmente até o limite preconizado pelas normas tributárias, as quais estabelecem as taxas de depreciação aplicáveis a cada bem num determinado período. Solução da Carta Consulta 135/2007.
25.13. DEPRECIAÇÃO DE BENS OBSOLETOS OU RETIDO TEMPORARIAMENTE
A depreciação e a amortização não cessam quando o ativo torna-se obsoleto ou é retirado temporariamente de operação, conforme Resolução do CFC 1.136/2008 Item 8 e 9
Os seguintes fatores devem ser considerados ao se estimar a vida útil econômica de um ativo:
(a)	a capacidade de geração de benefícios futuros;
(b)	o desgaste físico decorrente de fatores operacionais ou não;
(c)	a obsolescência tecnológica;
(d)	os limites legais ou contratuais sobre o uso ou a exploração do ativo.
25.14. BENS QUE PODEM SER DEPRECIADOS
Podem ser objeto de depreciação todos os bens físicos sujeitos a desgaste pelo uso, por causas naturais, obsolescência normal, inclusive edifícios e construções, bem como projetos florestais destinados à exploração dos respectivos frutos (para projetos florestais vide PN CST nº 18, de 1979). A partir de 1º/01/1996, somente será admitida, para fins de apuração do lucro real, a despesa de depreciação de bens móveis ou imóveis que estejam intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização de bens e serviços objeto da atividade empresarial (RIR/1999, arts. 305 e 307).
25.15. Bens não Depreciáveis
Não é permitida contabilizar como despesa ou custo a quota de depreciação do custo de aquisição de Terrenos e nem tampouco prédios em construções ou bens não utilizados na produção de rendimentos e bens de caráter de investimento, tais como obras de arte, ouro ou bens não necessários para produção ou administração da empresa.
Assim, se na compra de um imóvel não houver separado o valor do terreno do valor do edifício, deverá ser providenciado o laudo de avaliação para separação de valores conf. o PN 14/72. O parecer visa evitar que a empresa considere o maior valor para a edificação, para beneficiar-se da quota de depreciação, o que não poderá ser feito com o terreno.
Para as benfeitorias realizadas , sem indenização, o PN -104/75, determina que as benfeitorias poderá ser depreciada e a taxa de depreciação será de 4% a.a. conf. PN-417/76.
Quando o imóvel for cedido para fins residenciais dos sócios, diretores, administradores e empregados o PN-126/75 determina que as depreciações eventualmente contabilizadas são indedutíveis para o cálculo do lucro real. Esta definição está ratificada também na Lei 9.249/95, no seu art. 13.
25.16 Depreciação Acelerada Normal.
De acordo com o art. 312 do RIR/99 prevê a depreciação acelerada de bens móveis em função dos números de horas diárias trabalhadas ( máquinas e veículos), utilizando os seguintes coeficientes:
 1) coeficiente 1,0 para um turno de 8 horas de operação.
 2) coeficiente 1,5 para dois turnos de 8 horas de operação.
 3) coeficiente 2,0 para três turnos de 8 horas de operação.
A empresa pode usufruir o direito da depreciação acelerada, sem nenhuma formalidade legal, ou consulta prévia à Secretaria da Receita Federal, bastando apenas manter em boa guarda os documentos comprobatórios tais como cartão de ponto, relatório de produção, apontamento de horas trabalhadas, e outros, para comprovar ao fisco quando solicitado.
25.17. Depreciação Acelerada Incentivada
O Governo Federal visando incentivar a implantação , renovação ou modernização de instalações de equipamentos industriais, comerciais ou de prestação de serviços concede o incentivo da depreciação acelerada para compra de equipamentos novos em um determinado período através da edição de Leis ou Decretos, previstos nos art. 313 a 323 do RIR/99.
Para efeito de incentivo fiscal são utilizadas as taxas de depreciação, usualmente admitidas, sem prejuízo da depreciação normal, sendo que a parcela da depreciação acelerada que exceder a depreciação normal constituirá exclusão do lucro líquido e será escriturada no livro de apuração do lucro real. O total da depreciação acumulada , incluída a normal e a parcela excedente, não poderá ultrapassar o custo de aquisição do bem.
Portanto, a partir do mês em que for atingido o limite de 100% de depreciação , a depreciação normal registrada na escrituração comercial , deverá ser adicionada na apuração do lucro real.
Em síntese a contabilidade registra a depreciação, normalmente, durante o prazo de sua vida útil, mais a depreciação acelerada incentivada no mesmo percentual até alcançar a depreciação de 100%. A partir desta data, as depreciações normais contabilizadas deverão ser estornadas através da apuração do lucro real, adicionando-as.Com esta atitude o Governo visa antecipar as despesas de depreciação, com consequente pagamento à menor de imposto de renda e da contribuição social por um período que corresponde a 50% da vida útil do equipamento, objetivando a manutenção do capital de giro e criação de novos recursos operacionais. A matéria está regulamentada no arts. 313 a 323 do Dec. 3.000/99 .
25.18. Contabilização dos Encargos de Depreciação.
Eventuais diferença de valores entre a depreciação fiscal e a depreciação econômica, e se este for menor, deverá ser ajustado na apuração do Lucro Real. Lalur. 
Até o ano-base de 1995, o valor da aquisição do bem era dividido pelo valor da UFIR da mesma data, obtendo-se assim quantidade de UFIR do bem, e, essa quantidade era multiplicada pelo valor da UFIR no final de cada período para obtenção do valor do bem corrigido e o consequente valor da correção monetária do bem, do período, cuja contabilização levava a débito da conta do ativo imobilizado e a crédito da conta de resultado da correção monetária.
A partir de 1996 a quota de depreciação será o valor da aquisição dividido pelo número de meses que corresponderá a sua vida útil.
25.19. Amortizações .
A partir de 2008 o ativo diferido deverá ser lançado como despesa normalmente, e eventual saldo existente em 31.12.2008, poderá ser amortizado conforme a legislação anterior.
Poderá ser computada, como custo ou encargo, em cada período-base, a importância correspondente a recuperação do capital aplicado, ou dos recursos aplicados em despesa que contribuam para a formação do resultado de mais de um período-base. Art. 265 e 266 do RIR/94.
Poderão ser amortizados:
I- Capital aplicado na aquisição de direitos cuja existência ou exercício tenha duração limitada, ou bens cuja utilização pelo contribuinte tenha o prazo legal ou contratualmente limitado tais como:
a) patente de invenção, fórmulas e processos de fabricação, patentes de fabricação, direitos autorais, licenças, autorizações e concessões.
b) investimentos em bens que, nos termos da lei ou contrato que regule a concessão de serviços públicos, devem reverter ao poder concedente, ao fim do prazo de concessão, sem indenização.
c) custo de aquisição, prorrogação ou modificação de contratos e direitos de qualquer natureza, inclusive de exploração de fundos de comercio.
d) custos das construções ou benfeitorias em bens locados ou arrendados, ou bem bens de terceiros, quando não houver direito ao recebimento de seu valor.
e) o valor dos direitos contratuais de exploração de florestas de que trata o art. 313 do RIR/99.
II- os custos, encargos ou despesas, registrados no ativo diferido, que contribuirão para a formação do resultado de mais de um período-base, tais como:
a) as despesas de organização pré-operacionais ou pré-industriais.
b) as despesas com pesquisa científicas ou tecnológicas, inclusive com experimentação para criação ou aperfeiçoamento de produtos, processos, fórmulas e técnicas de produção, administração ou venda.
c) as despesas com prospecção e cubagem de jazidas ou depósitos, realizadas por concessionárias de pesquisa ou lavra de minério.
d) os custos e as despesas de desenvolvimento de jazidas e minas ou de expansão de atividades industriais, classificados como ativo diferido até o término da construção ou da preparação para exploração.
e) a parte dos custos, encargos e despesas operacionais registrados como ativo diferido durante o período em que a empresa, na fase inicial da operação, utilizou apenas parcialmente o seu equipamento ou a as suas instalações..
f) os juros durante o período de construção e pré-operação.
g) os juros pagos ou creditados aos acionistas durante o período que anteceder o início das operações sociais, ou de implantação do empreendimento inicial
h) os custos, despesas ou outros encargos com a reestruturação, reorganização ou modernização da empresa.
25.20. Bens Utilizados Na Exploração Mineral ou Florestal
Pode ser determinada a quota anual de amortização em função do prazo de concessão ou do contrato de exploração, ou, ainda, em função do volume da produção de cada ano e sua relação com a possança conhecida da mina ou dimensão da floresta explorada.
25.21. Taxas Anuais de Depreciação
A Secretaria da Receita Federal, através das IN- 162/98 e 130/99, divulgou relação de bens e respectivos prazos de vida útil e taxa de depreciação, para fins de determinação da quota a ser registrada na escrituração da pessoa jurídica, 
Segue abaixo alguns dos mais importante e usuais :
25.22. Instrução Normativa SRF 162 de `31 de dezembro de 1998
O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no art. 253, § 1º, do Regulamento do Imposto de Renda, aprovado pelo Decreto nº 1.041, de 11 de janeiro de 1994, RESOLVE: 
Art. 1º. A quota de depreciação a ser registrada na escrituração da pessoa jurídica, como custo ou despesa operacional, será determinada com base nos prazos de vida útil e nas taxas de depreciação constantes dos anexos: 
I - Anexo I: bens relacionados na Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM);
ANEXO I 
Ver alterações dadas a este anexo conforme artigo 1º da I.N. SRF nº 130 de 10.11.1999 
Referência NCM	
TABELA DE DEPRECIAÇÃO FISCAL CONF. IN-162/98 E DEPRECIAÇÃO ECONÔMICA.
Cálculo da Depreciação= Será o valor da aquisição menos os impostos, dividido pelo número de meses correspondente a Vida Útil Fiscal ou Econômica.
	BENS
	 FISC
	ECON
	Capítulo 01 ANIMAIS VIVOS	 	 
0101	ANIMAIS VIVOS DAS ESPÉCIES CAVALAR, ASININA E MUAR 
0102	ANIMAIS VIVOS DA ESPÉCIE BOVINA				 
0103	ANIMAIS VIVOS DA ESPÉCIE SUÍNA			
0104	ANIMAIS VIVOS DAS ESPÉCIES OVINA E CAPRINA	
0105	GALOS, GALINHAS, PATOS, GANSOS, PERUS, PERUAS E 
	GALINHAS-D'ANGOLA (PINTADAS), DAS ESPÉCIES
 DOMÉSTICAS, VIVOS 
	
5
5
5
5
2
	
	Capítulo 39	OBRAS DE PLÁSTICOS
3923 	ARTIGOS DE TRANSPORTE OU DE EMBALAGEM, DE PLÁSTICOS
3923.10-Caixas, caixotes, engradados e artigos semelhantes 
3923.30 -Garrafões, garrafas, frascos e artigos semelhantes
3923.90 -Outros vasilhames 
3926 OUTRAS OBRAS DE PLÁSTICOS E OBRAS DE OUTRAS 
 MATÉRIAS 	DAS POSIÇÕES 3901 A 3914 	 
3926.90 Correias de transmissão e correias transportadoras	
3926.90 Artigos de laboratório ou de farmácia	. 	
	
5
2
5
	
	Capítulo 40 OBRAS DE BORRACHA	 	 
4010 	CORREIAS TRANSPORTADORAS OU DE TRANSMISSÃO, DE 
	BORRACHA VULCANIZADA
	
2
	
	Capítulo 42	OBRAS DE COURO	 	 
4204 	Correias transportadoras ou correias de transmissão 
	
2
	
	Capítulo 44		OBRAS DE MADEIRA	 	 
4415 CAIXOTES, CAIXAS, ENGRADADOS, BARRICAS E EMBALAGENS 
	SEMELHANTES, DE MADEIRA; CARRETÉIS PARA CABOS, DE 
	MADEIRA; PALETES SIMPLES, PALETES-CAIXAS E OUTROS 
	ESTRADOS PARA CARGA, DE MADEIRA; TAIPAIS DE PALETES, 
	DE MADEIRA 							
4416 	BARRIS, CUBAS, BALSAS, DORNAS, SELHAS E OUTRAS OBRAS 
	DE TANOEIRO 
	
5
	
	Capítulo 57 TAPETES E OUTROS REVESTIMENTOS PARA PAVIMENTOS, DE MATÉRIAS TÊXTEIS	 
	
5
	
	Capítulo 63		OUTROS ARTEFATOS TÊXTEIS CONFECCIONADOS 
6303	CORTINADOS, CORTINAS E ESTORES; SANEFAS E ARTIGOS
 SEMELHANTES PARA CAMAS PARA USO EM HOTÉIS E HOSPIT 
6305 	SACOS DE QUAISQUER DIMENSÕES, PARA EMBALAGEM 
6306 	ENCERADOS E TOLDOS; TENDAS; VELAS PARA MBARCAÇÕES, 
	PARA PRANCHAS À VELA OU PARA CARROS À VELA; ARTIGOS 
	PARA ACAMPAMENTO
	
5
5
4
	
	Capítulo 69 PRODUTOS CERÂMICOS	 	 
6909 APARELHOS E ARTEFATOS PARA USOS QUÍMICOS OU PARA 
	OUTROS USOS TÉCNICOS, DE CERÂMICA; ALGUIDARES, 
	GAMELAS E OUTROS RECIPIENTES SEMELHANTES PARA 
	USOS RURAIS, DE CERÂMICA; BILHAS E OUTRAS VASILHAS
	PRÓPRIAS PARA TRANSPORTE OU EMBALAGEM, DE CERÂMICA
	
5
	
	Capítulo 70	OBRAS DE VIDRO 	 	 
7010 	GARRAFÕES, GARRAFAS, FRASCOS, BOIÕES, VASOS, 
	EMBALAGENS TUBULARES, AMPOLAS E OUTROS 
	RECIPIENTES, DE VIDRO, PRÓPRIOS PARA TRANSPORTE 
	OU EMBALAGEM; BOIÕES DE VIDRO PARACONSERVA
	
5
	
	Capítulo 73	OBRAS DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO	 
7308 	CONSTRUÇÕES, DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO, 
	EXCETO AS CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS DA POSIÇÃO 
 9406	 	 
7308.10 -Pontes e elementos de pontes 			
7308.20 	-Torres e pórticos 						 
7309	RESERVATÓRIOS, TONÉIS, CUBAS E RECIPIENTES 
 SEMELHANTES PARA QUAISQUER MATÉRIAS (EXCETO GASES
 COMPRIMIDOS OU LIQUEFEITOS), DE FERRO FUNDIDO, FERRO
 OU AÇO, DE CAPACIDADE SUPERIOR A 300 LITROS, SEM 
 DISPOSITIVOS MECÂNICOS OU TÉRMICOS, MESMO COM 
 REVESTIMENTO INTERIOR OU CALORÍFUGO		
7311 	RECIPIENTES PARA GASES COMPRIMIDOS OU LIQUEFEITOS, 
	DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO			 
7321 	AQUECEDORES DE AMBIENTES (FOGÕES DE SALA), 
 CALDEIRAS DE FORNALHA, FOGÕES DE COZINHA (INCLUÍDOS 
 OS QUE POSSAM SER UTILIZADOS ACESSORIAMENTE NO
 AQUECIMENTO CENTRAL), CHURRASQUEIRAS RELHADORES), 
 BRASEIRAS, FOGAREIROS A GÁS, AQUECEDORES DE PRATOS,
 E APARELHOS NÃO ELÉTRICOS SEMELHANTES, DE USO
 DOMÉSTICO, DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO 
7322 	RADIADORES PARA AQUECIMENTO CENTRAL, NÃO 
 ELÉTRICOS, DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO; 
 GERADORES E DISTRIBUIDORES DE AR QUENTE (INCLUÍDOS
 OS DISTRIBUIDORES QUE POSSAM TAMBÉM FUNCIONAR 
	COMO DISTRIBUIDORES DE AR FRIO OU CONDICIONADO), 
	NÃO ELÉTRICOS, MUNIDOS DE VENTILADOR OU FOLE COM 
	MOTOR, DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO
	
4
25
25
10
5
10
10
	
	Capítulo 76 OBRAS DE ALUMÍNIO	 	 
7610 	CONSTRUÇÕES DE ALUMÍNIO 
7611 	RESERVATÓRIOS, TONÉIS, CUBAS E RECIPIENTES 
 SEMELHANTES PARA QUAISQUER MATÉRIAS (EXCETO GASES 
 COMPRIMIDOS OU LIQUEFEITOS), DE ALUMÍNIO, DE
 CAPACIDADE SUPERIOR A 300 LITROS, SEM DISPOSITIVOS 
 MECÂNICOS OU TÉRMICOS, MESMO COM REVESTIMENTO
 INTERIOR OU CALORÍFUGO .
7613 	RECIPIENTES PARA GASES COMPRIMIDOS OU LIQUEFEITOS, 
	DE ALUMÍNIO
	
25
10
5
	
	Capítulo 82FERRAMENTAS	 	 
8201	PÁS, ALVIÕES, PICARETAS, ENXADAS, SACHOS, FORCADOS 
	E FORQUILHAS, ANCINHOS E RASPADEIRAS; MACHADOS, 
	PODÕES E FERRAMENTAS SEMELHANTES COM GUME; 
	TESOURAS DE PODAR DE TODOS OS TIPOS; FOICES E 
	FOICINHAS, FACAS PARA FENO OU PARA PALHA, 
	TESOURAS PARA SEBES, CUNHAS E OUTRAS 
	FERRAMENTAS MANUAIS PARA AGRICULTURA, 
	HORTICULTURA OU SILVICULTURA 	.
8202 	SERRAS MANUAIS; FOLHAS DE SERRAS DE TODOS OS 
	TIPOS (INCLUÍDAS AS FRESAS-SERRAS E AS FOLHAS NÃO 
	DENTADAS PARA SERR
8203 	LIMAS, GROSAS, ALICATES (MESMO CORTANTES), TENAZES, 
	PINÇAS, CISALHAS PARA METAIS, CORTA-TUBOS, CORTA-
 PINOS, SACA-BOCADOS E FERRAMENTAS SEMELHANTES, 
 MANUAIS :	 	 
8203.20-Alicates (mesmo cortantes), tenazes, pinças e ferramentas 
 semelhantes 
8203.30 -Cisalhas para metais e ferramentas semelhantes 
8203.40 -Corta-tubos, corta-pinos, saca-bocados e ferramentas 
 semelhantes 	 
8204 	CHAVES DE PORCAS, MANUAIS (INCLUÍDAS AS CHAVES 
	DINAMOMÉTRICAS); CHAVES DE CAIXA INTERCAMBIÁVEIS, 
	MESMO COM CABOS 			 
8205 	FERRAMENTAS MANUAIS (INCLUÍDOS OS CORTA-VIDROS) 
	NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS EM OUTRAS 
	POSIÇÕES, LAMPARINAS OU LÂMPADAS DE SOLDAR 
 (MAÇARICOS) E SEMELHANTES; TORNOS DE APERTAR, 
 SARGENTOS E SEMELHANTES, EXCETO OS ACESSÓRIOS OU
 PARTES DE MÁQUINAS-FERRAMENTAS; BIGORNAS; FORJAS-
 PORTÁTEIS; MÓS COM ARMAÇÃO, MANUAIS OU DE PEDAL 
8206	FERRAMENTAS DE PELO MENOS DUAS DAS POSIÇÕES
 8202 A 8205 . 
8210 	APARELHOS MECÂNICOS DE ACIONAMENTO MANUAL, 
 PESANDO 	ATÉ 10kg, UTILIZADOS PARA PREPARAR, 
 ACONDICIONAR OU SERVIR ALIMENTOS OU BEBIDAS
8214	MÁQUINAS DE TOSQUIAR
	
5
5
5
5
5
5
5
5
10
5
	
	Capítulo 83		OBRAS DIVERSAS DE METAIS COMUNS	 	 
8303	COFRES-FORTES, PORTAS BLINDADAS E COMPARTIMENTOS 
	PARA CASAS-FORTES, COFRES E CAIXAS DE SEGURANÇA E 
	ARTEFATOS SEMELHANTES, DE METAIS COMUNS	
8304 	CLASSIFICADORES, FICHÁRIOS (FICHEIROS*), CAIXAS DE 
	CLASSIFICAÇÃO, PORTA-CÓPIAS, PORTA-CANETAS, 
	PORTA-CARIMBOS E ARTEFATOS SEMELHANTES, DE 
	ESCRITÓRIO, DE METAIS COMUNS, EXCLUÍDOS OS MÓVEIS
	DE ESCRITÓRIO DA POSIÇÃO 9403 		
Capítulo 84-REATORES NUCLEARES, CALDEIRAS, MÁQUINAS, APARELHOS E INSTRUMENTOS MECÂNICOS :	 	 
8401 	REATORES NUCLEARES; ELEMENTOS COMBUSTÍVEIS
	(CARTUCHOS) NÃO IRRADIADOS, PARA REATORES 
	NUCLEARES; MÁQUINAS E APARELHOS PARA A SEPARAÇÃO 
	DE ISÓTOPOS		
8402 	CALDEIRAS DE VAPOR (GERADORES DE VAPOR), 
	EXCLUÍDAS AS CALDEIRAS PARA AQUECIMENTO CENTRAL 
	CONCEBIDAS PARA PRODUÇÃO DE ÁGUA QUENTE E VAPOR 
	DE BAIXA PRESSÃO; CALDEIRAS DENOMINADAS "DE ÁGUA 
	SUPERAQUECIDA" 		
8403 	CALDEIRAS PARA AQUECIMENTO CENTRAL, EXCETO AS DA
	POSIÇÃO 8402 		
8404 	APARELHOS AUXILIARES PARA CALDEIRAS DAS POSIÇÕES 
	8402 OU 8403 (POR EXEMPLO: ECONOMIZADORES, 
	SUPERAQUECEDORES, APARELHOS DE LIMPEZA DE 
	TUBOS OU DE RECUPERACAO DE GÁS); CONDENSADORES
	PARA MÁQUINAS A VAPOR
8405 	GERADORES DE GÁS DE AR (GÁS POBRE) OU DE GÁS DE 
	ÁGUA, COM OU SEM DEPURADORES; GERADORES DE 
 ACETILENO E GERADORES SEMELHANTES DE GÁS, 
 OPERADOS A ÁGUA, COM OU SEM DEPURADORES 
8406 	TURBINAS A VAPOR			 
8407 	MOTORES DE PISTÃO, ALTERNATIVO OU ROTATIVO, DE 
	IGNIÇÃO POR CENTELHA (FAÍSCA) (MOTORES DE 
 EXPLOSÃO) 	 
8408 	MOTORES DE PISTÃO, DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO 
	(MOTORES DIESEL OU SEMI-DIESEL) 
8410 	TURBINAS HIDRÁULICAS, RODAS HIDRÁULICAS, E SEUS
	REGULADORES 			 
8411 	TURBORREATORES, TURBOPROPULSORES E OUTRAS 
	TURBINAS A GÁS 		 
8412 	OUTROS MOTORES E MÁQUINAS MOTRIZ 
8413 	BOMBAS PARA LÍQUIDOS, MESMO COM DISPOSITIVO 
 MEDIDOR; 	ELEVADORES DE LÍQUIDOS				 
8414 	BOMBAS DE AR OU DE VÁCUO, COMPRESSORES DE AR OU DE 
	OUTROS GASES E VENTILADORES; COIFAS ASPIRANTES 
	(EXAUSTORES*) PARA EXTRAÇÃO OU RECICLAGEM, COM 
	VENTILADOR INCORPORADO, MESMO FILTRANTES 
8415 	MÁQUINAS E APARELHOS DE AR-CONDICIONADO CONTENDO 
	UM VENTILADOR MOTORIZADO E DISPOSITIVOS PRÓPRIOS 
	PARA MODIFICAR A TEMPERATURA E A UMIDADE, INCLUÍDOS 
	AS MÁQUINAS E APARELHOS EM QUE A UMIDADE NÃO SEJA 
	REGULÁVEL SEPARADAMENTE 
8416 	QUEIMADORES PARA ALIMENTAÇÃO DE FORNALHAS 
	DE COMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS, COMBUSTÍVEIS SÓLIDOS 
	PULVERIZADOS OU DE GÁS; FORNALHAS AUTOMÁTICAS, 
	INCLUÍDAS AS ANTEFORNALHAS, GRELHAS MECÂNICAS, 
	DESCARREGADORES MECÂNICOS DE CINZAS E DISPOSITIVOS 
	SEMELHANTES 	
8417 	FORNOS INDUSTRIAIS OU DE LABORATÓRIO, INCLUÍDOS OS 
	INCINERADORES, NÃO ELÉTRICOS Ver Nota (1 
8418 	REFRIGERADORES, CONGELADORES ("FREEZERS") E OUTROS 
	MATERIAIS, MÁQUINAS E APARELHOS PARA A PRODUÇÃO DE 
	FRIO, COM EQUIPAMENTO ELÉTRICO OU OUTRO; BOMBAS 
	DE CALOR, EXCLUÍDAS AS MÁQUINAS E APARELHOS DE AR-
	CONDICIONADO DA POSIÇÃO 8415 
8419 	APARELHOS E DISPOSITIVOS, MESMO AQUECIDOS 
	ELETRICAMENTE, PARA TRATAMENTO DE MATÉRIAS 
	POR MEIO DE OPERAÇÕES QUE IMPLIQUEM MUDANÇA 
	DE TEMPERATURA, TAIS COMO AQUECIMENTO, COZIMENTO, 
	TORREFAÇÃO, DESTILAÇÃO, RETIFICAÇÃO, ESTERILIZAÇÃO, 
	PASTEURIZAÇÃO, ESTUFAGEM, SECAGEM, EVAPORAÇÃO, 
	VAPORIZAÇÃO, CONDENSAÇÃO OU ARREFECIMENTO, 
	EXCETO OS DE USO DOMÉSTICO; AQUECEDORES DE ÁGUA 
	NÃO ELÉTRICOS, DE AQUECIMENTO INSTANTÂNEO OU DE 
	ACUMULAÇÃO 			
8420 	CALANDRAS E LAMINADORES, EXCETO OS DESTINADOS AO 
	TRATAMENTO DE METAIS OU VIDRO, E SEUS CILINDROS
8421 	CENTRIFUGADORES, INCLUÍDOS OS SECADORES 
 CENTRÍFUGOS; APARELHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR 
 LÍQUIDOS OU GASES . 
8422 	MÁQUINAS DE LAVAR LOUÇA; MÁQUINASE APARELHOS PARA 
	LIMPAR OU SECAR GARRAFAS OU OUTROS RECIPIENTES; 
	MÁQUINAS E APARELHOS PARA ENCHER, FECHAR, 
	ARROLHAR OU ROTULAR GARRAFAS, CAIXAS, LATAS, 
	SACOS OU OUTROS RECIPIENTES; MÁQUINAS PARA APSULAR 
	GARRAFAS, VASOS, TUBOS E RECIPIENTES SEMELHANTES; 
	OUTRAS MÁQUINAS E APARELHOS PARA EMPACOTAR OU 
	EMBALAR MERCADORIAS (INCLUÍDAS AS MÁQUINAS E 
	APARELHOS PARA EMBALAR COM PELÍCULA TERMO-
 RETRÁTIL); MÁQUINAS E APARELHOS PARA GASEIFICAR 
 BEBIDAS 
8423 	APARELHOS E INSTRUMENTOS DE PESAGEM, INCLUÍDAS 
	AS BÁSCULAS E BALANÇAS PARA VERIFICAR PEÇAS USINADAS
	(FABRICADAS*), EXCLUÍDAS AS BALANÇAS SENSÍV
 BALANÇAS 	 
8424 	APARELHOS MECÂNICOS (MESMO MANUAIS) PARA PROJETAR, 
	DISPERSAR OU PULVERIZAR LÍQUIDOS OU PÓS; EXTINTORES, 
	MESMO CARREGADOS; PISTOLAS AEROGRÁFICAS E 
	APARELHOS SEMELHANTES; MÁQUINAS E APARELHOS DE 
	JATO DE AREIA, DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO 
	SEMELHANTES 					 
8425 	TALHAS, CADERNAIS E MOITÕES; GUINCHOS E ABRESTANTES; 
 MACACOS							 
8426 	CÁBREAS; GUINDASTES, INCLUÍDOS OS DE CABO; PONTES 
	ROLANTES, PÓRTICOS DE DESCARGA OU DE MOVIMENTAÇÃO, 
	PONTES-GUINDASTES, CARROS-PÓRTICOS E CARROS-
 GUINDASTES 
8427 	EMPILHADEIRAS; OUTROS VEÍCULOS PARA MOVIMENTAÇÃO 
	DE CARGA E SEMELHANTES, EQUIPADOS COM DISPOSITIVOS 
	DE ELEVAÇÃO 					 
8428 	OUTRAS MÁQUINAS E APARELHOS DE ELEVAÇÃO, DE 
	CARGA, DE DESCARGA OU DE MOVIMENTAÇÃO (POR 
 EXEMPLO:
	ELEVADORES OU ASCENSORES, ESCADAS ROLANTES,
	TRANSPORTADORES, TELEFÉRICOS)	 
8429 	"BULLDOZERS", "ANGLEDOZERS", NIVELADORES, RASPO-
	TRANSPORTADORES ("SCRAPERS"), PÁS MECÂNICAS, 
	ESCAVADORES, CARREGADORAS E PÁS CARREGADORAS, 
	COMPACTADORES E ROLOS OU CILINDROS COMPRESSORES, 
	AUTOPROPULSORES					 
8430 	OUTRAS MÁQUINAS E APARELHOS DE TERRAPLENAGEM, 
	NIVELAMENTO, RASPAGEM, ESCAVAÇÃO, COMPACTAÇÃO, 
	EXTRAÇÃO OU PERFURAÇÃO DA TERRA, DE MINERAIS 
	OU MINÉRIOS; BATE-ESTACAS E ARRANCA-ESTACAS; LIMPA-
	NEVES				 
8432 	MÁQUINAS E APARELHOS DE USO AGRÍCOLA, HORTÍCOLA 
	OU FLORESTAL, PARA PREPARAÇÃO OU TRABALHO DO 
	SOLO OU PARA CULTURA; ROLOS PARA GRAMADOS 
	(RELVADOS), OU PARA CAMPOS DE ESPORTE	 
8433 	MÁQUINAS E APARELHOS PARA COLHEITA OU DEBULHA 
	DE PRODUTOS AGRÍCOLAS, INCLUÍDAS AS ENFARDADORAS 
	DE PALHA OU FORRAGEM; CORTADORES DE GRAMA 
	(RELVA) E CEIFEIRAS; MÁQUINAS PARA LIMPAR OU 
	SELECIONAR OVOS, FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS 
	AGRÍCOLAS, EXCETO AS DA POSIÇÃO 8437	 
8434 	MÁQUINAS DE ORDENHAR E MÁQUINAS E APARELHOS PARA
	A INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS 
8435 	PRENSAS, ESMAGADORES E MÁQUINAS E APARELHOS 
	SEMELHANTES, PARA FABRICAÇÃO DE VINHO, SIDRA, 
	SUCO DE FRUTAS OU BEBIDAS SEMELHANTES	 
8436 	OUTRAS MÁQUINAS E APARELHOS PARA AGRICULTURA, 
	HORTICULTURA, SILVICULTURA, AVICULTURA OU 
	APICULTURA, INCLUÍDOS OS GERMINADORES EQUIPADOS 
	COM DISPOSITIVOS MECÂNICOS OU TÉRMICOS E AS 
	CHOCADEIRAS E CRIADEIRAS PARA AVICULTURA 
8437 	MÁQUINAS PARA LIMPEZA, SELEÇÃO OU PENEIRAÇÃO 
	DE GRÃOS OU DE PRODUTOS HORTÍCOLAS SECOS; 
	MÁQUINAS E APARELHOS PARA A INDÚSTRIA DE MOAGEM 
	OU TRATAMENTO DE CEREAIS OU DE PRODUTOS HORTÍCOLAS 
	SECOS, EXCETO DOS TIPOS UTILIZADOS EM FAZENDAS 
8438 	MÁQUINAS E APARELHOS NÃO ESPECIFICADOS NEM 
	COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES DO PRESENTE 
	CAPÍTULO, PARA PREPARAÇÃO OU FABRICAÇÃO INDUSTRIAIS 
	DE ALIMENTOS OU DE BEBIDAS, EXCETO AS MÁQUINAS E 
	APARELHOS PARA EXTRAÇÃO OU PREPARAÇÃO DE ÓLEOS 
	OU GORDURAS VEGETAIS FIXOS OU DE ÓLEOS OU GORDURAS 
	ANIMAIS					 	 
8439 	MÁQUINAS E APARELHOS PARA FABRICAÇÃO DE PASTA 
	DE MATÉRIAS FIBROSAS CELULÓSICAS OU PARA FABRICAÇÃO 
	OU ACABAMENTO DE PAPEL OU CARTÃO		 
8440 	MÁQUINAS E APARELHOS PARA BROCHURA OU 
 ENCADERNAÇÃO, INCLUÍDAS AS MÁQUINAS DE COSTURAR
 CADERNOS 
8441 	OUTRAS MÁQUINAS E APARELHOS PARA O TRABALHO DA 
	PASTA DE PAPEL, DO PAPEL OU CARTÃO, INCLUÍDAS AS 
	CORTADEIRAS DE TODOS OS TIPOS	 	 
8442 	MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAL (EXCETO AS MÁQUINAS-
	FERRAMENTAS DAS POSIÇÕES 8456 A 8465), PARA FUNDIR 
	OU COMPOR CARACTERES TIPOGRÁFICOS OU PARA 
	PREPARAÇÃO OU FABRICAÇÃO DE CLICHÊS, BLOCOS, 
	CILINDROS OU OUTROS ELEMENTOS DE IMPRESSÃO; 
	CARACTERES TIPOGRÁFICOS, CLICHÊS, BLOCOS, 
	CILINDROS OU OUTROS ELEMENTOS DE IMPRESSÃO; 
	PEDRAS LITOGRÁFICAS, BLOCOS, PLACAS E CILINDROS, 
	PREPARADOS PARA IMPRESSÃO (POR EXEMPLO: 
 APLAINADOS, GRANULADOS OU POLIDOS 
8443 	MÁQUINAS E APARELHOS DE IMPRESSÃO, INCLUÍDAS AS
	MÁQUINAS DE IMPRESSÃO DE JATO DE TINTA, EXCETO 
	AS DA POSIÇÃO 8471; MÁQUINAS AUXILIARES PARA
 IMPRESSÃO 
8444	MÁQUINAS PARA EXTRUDAR, ESTIRAR, TEXTURIZAR OU 
	CORTAR MATÉRIAS TÊXTEIS SINTÉTICAS OU ARTIFICIAIS 
8445 	MÁQUINAS PARA PREPARAÇÃO DE MATÉRIAS TÊXTEIS; 
	MÁQUINAS PARA FIAÇÃO, DOBRAGEM OU TORÇÃO, DE 
	MATÉRIAS TÊXTEIS E OUTRAS MÁQUINAS E APARELHOS PARA 
	FABRICAÇÃO DE FIOS TÊXTEIS; MÁQUINAS DE BOBINAR 
	(INCLUÍDAS AS BOBINADEIRAS DE TRAMA) OU DE DOBAR 
	MATÉRIAS TÊXTEIS E MÁQUINAS PARA PREPARAÇÃO DE 
	FIOS TÊXTEIS PARA SUA UTILIZAÇÃO NAS MÁQUINAS DAS
	POSIÇÕES 8446 OU 8447		
8446 	TEARES PARA TECIDOS 				 
8447 	TEARES PARA FABRICAR MALHAS, MÁQUINAS DE 
	COSTURA POR ENTRELAÇAMENTO ("COUTURE-TRICOTAGE"), 
	MÁQUINAS PARA FABRICAR GUIPURAS, TULES, RENDAS, 
	BORDADOS, PASSAMANARIAS, GALÕES OU REDES; MÁQUINAS 
	PARA INSERIR TUFOS	
8448 	MÁQUINAS E APARELHOS AUXILIARES PARA AS MÁQUINAS 
	DAS POSIÇÕES 8444, 8445, 8446 OU 8447 (POR 
	EXEMPLO: RATIERAS, MECANISMOS "JACQUARD", QUEBRA-
	URDIDURAS E QUEBRA-TRAMAS, MECANISMOS TROCA-
	LANÇADEIRAS)					
8449	MÁQUINAS E APARELHOS PARA FABRICAÇÃO OU CABAMENTO 
	DE FELTRO OU DE FALSOS TECIDOS, EM PEÇA OU EM FORMAS 
	DETERMINADAS, INCLUÍDAS AS MÁQUINAS E APARELHOS ARA 
	FABRICAÇÃO DE CHAPÉUS DE FELTRO; FORMAS PARA 
 CHAPÉUS 	E PARA ARTEFATOS DE USO SEMELHANTE
8450 	MÁQUINAS DE LAVAR ROUPA, MESMO COM DISPOSITIVOS 
	DE SECAGEM 		
8451 	MÁQUINAS E APARELHOS (EXCETO AS MÁQUINAS DA POSIÇÃO 
	8450) PARA LAVAR, LIMPAR, ESPREMER, SECAR, PASSAR, 
	PRENSAR (INCLUÍDAS AS PRENSAS FIXADORAS), BRANQUEAR, 
	TINGIR, PARA APRESTO E ACABAMENTO, PARA REVESTIR OU
	IMPREGNAR FIOS, TECIDOS OU OBRAS DE MATÉRIAS TÊXTEIS 
	E MÁQUINAS PARA REVESTIR TECIDOS-BASE OU OUTROS 
	SUPORTES UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE REVESTIMENTOS 
	PARA PAVIMENTOS, TAIS COMO LINÓLEO; MÁQUINAS PARA 
	ENROLAR, DESENROLAR, DOBRAR, CORTAR OU DENTEAR 
	TECIDOS 	
8452 	MÁQUINAS DE COSTURA, EXCETO AS DE COSTURAR 
 CADERNOS DA POSIÇÃO 8440; MÓVEIS, BASES E TAMPAS, 
 PRÓPRIOS PARA MÁQUINAS DE COSTURA; AGULHAS PARA
 MÁQUINAS DE COSTURA						 
8453	MÁQUINAS E APARELHOS PARA PREPARAR, CURTIR OU 
	TRABALHAR COUROS OU PELES, OU PARA FABRICAR 
	OU CONSERTAR CALÇADOS E OUTRAS OBRAS DE COURO 
	OU DE PELE, EXCETO MÁQUINAS DE COSTURA 
8454 	CONVERSORES, CADINHOS OU COLHERES DE FUNDIÇÃO, 
	LINGOTEIRAS E MÁQUINAS DE VAZAR (MOLDAR), PARA 
	METALURGIA, ACIARIA OU FUNDIÇÃ		 
8455 	LAMINADORES DE METAIS E SEUS CILINDRO
8456 	MÁQUINAS-FERRAMENTAS QUE TRABALHEM POR ELIMINAÇÃO 
	DE QUALQUER MATÉRIA, OPERANDO POR "LASER" OU POR 
	OUTROS FEIXES DE LUZ OU DE FÓTONS, POR ULTRA-SOM, 
	ELETRO-EROSÃO, PROCESSOS ELETROQUÍMICOS, FEIXES 
	DE ELÉTRONS, FEIXES IÔNICOS OU POR JATO DE 
 PLASMA	 	 
8457 	CENTROS DE USINAGEM (CENTROS DE MAQUINAGEM*),
 MÁQUINAS 	DE SISTEMA MONOSTÁTICO ("SINGLE STATION") E
 MÁQUINAS DE ESTAÇÕES MÚLTIPLAS, PARA TRABALHAR
 METAIS 
8458	TORNOS (INCLUÍDOS OS CENTROS DE TORNEAMENTO) PARA 
	METAIS				 
8459 	MÁQUINAS-FERRAMENTAS (INCLUÍDAS AS UNIDADES COM 
	CABEÇA DESLIZANTE) PARA FURAR, MANDRILAR, FRESAROU ROSCAR INTERIOR E EXTERIORMENTE METAIS, POR 
	ELIMINAÇÃO DE MATÉRIA, EXCETO OS TORNOS (INCLUÍDOS 
	OS CENTROS DE TORNEAMENTO) DA POSIÇÃO 8458	 
8460 	MÁQUINAS-FERRAMENTAS PARA REBARBAR, AFIAR, 
	AMOLAR, RETIFICAR, BRUNIR, POLIR OU REALIZAR 
	OUTRAS OPERAÇÕES DE ACABAMENTO EM METAIS OU 
	CERAMAIS ("CERMETS") POR MEIO DE MÓS, DE 
	ABRASIVOS OU DE PRODUTOS POLIDORES, EXCETO 
	AS MÁQUINAS DE CORTAR OU ACABAR ENGRENAGENS DA
	POSIÇÃO 8461					 
8461	MÁQUINAS-FERRAMENTAS PARA APLAINAR, PLAINAS-
	LIMADORAS, MÁQUINAS-FERRAMENTAS PARA ESCATELAR, 
	BROCHAR, CORTAR OU ACABAR ENGRENAGENS, 
	SERRAR, SECCIONAR E OUTRAS MÁQUINAS-FERRAMENTAS 
	QUE TRABALHEM POR ELIMINAÇÃO DE METAL OU DE 
	CERAMAIS ("CERMETS"), NÃO ESPECIFICADAS NEM 
	COMPREENDIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES	 
8462	MÁQUINAS-FERRAMENTAS (INCLUÍDAS AS PRENSAS) PARA 
	FORJAR OU ESTAMPAR, MARTELOS, MARTELOS-PILÕES 
	E MARTINETES, PARA TRABALHAR METAIS; MÁQUINAS-
	FERRAMENTAS (INCLUÍDAS AS PRENSAS) PARA ENROLAR, 
	ARQUEAR, DOBRAR, ENDIREITAR, APLANAR, CISALHAR, 
	PUNCIONAR OU CHANFRAR METAIS; PRENSAS PARA 
	TRABALHAR METAIS OU CARBONETOS METÁLICOS, NÃO 
	ESPECIFICADAS ACIMA 					 
8463	OUTRAS MÁQUINAS-FERRAMENTAS PARA TRABALHAR 
	METAIS OU CERAMAIS ("CERMETS"), QUE TRABALHEM 
	SEM ELIMINAÇÃO DE MATÉRIA
8464 	MÁQUINAS-FERRAMENTAS PARA TRABALHAR PEDRA, 
	PRODUTOS CERÂMICOS, CONCRETO (BETÃO), 
	FIBROCIMENTO OU MATÉRIAS MINERAIS SEMELHANTES, 
	OU PARA O TRABALHO A FRIO DO VIDRO 
8465 	MÁQUINAS-FERRAMENTAS (INCLUÍDAS AS MÁQUINAS 
	PARA PREGAR, GRAMPEAR, COLAR OU REUNIR 
	POR QUALQUER OUTRO MODO) PARA TRABALHAR 
	MADEIRA, CORTIÇA, OSSO, BORRACHA ENDURECIDA, 
	PLÁSTICOS DUROS OU MATÉRIAS DURAS SEMELHANTES. 
8467 	FERRAMENTAS PNEUMÁTICAS, HIDRÁULICAS OU DE 
	MOTOR, NÃO ELÉTRICO, INCORPORADO, DE USO 
 MANUAL	 	 
8468 	MÁQUINAS E APARELHOS PARA SOLDAR, MESMO DE 
	CORTE, EXCETO OS DA POSIÇÃO 8515; MÁQUINAS E 
	APARELHOS A GÁS, PARA TÊMPERA SUPERFICIAL	 
8469 	MÁQUINAS DE ESCREVER, EXCETO AS IMPRESSORAS 
	DA POSIÇÃO 8471; MÁQUINAS DE TRATAMENTO DE 
 TEXTOS 	 
8470 	MÁQUINAS DE CALCULAR QUE PERMITAM GRAVAR, 
	REPRODUZIR E VISUALIZAR INFORMAÇÕES, COM 
	FUNÇÃO DE CÁLCULO INCORPORADA; MÁQUINAS 
	DE CONTABILIDADE, MÁQUINAS DE FRANQUEAR, 
	DE EMITIR BILHETES E MÁQUINAS SEMELHANTES, 
	COM DISPOSITIVO DE CÁLCULO INCORPORADO; CAIXAS 
	REGISTRADORAS 	 	 
8470.21 	-Máquinas eletrônicas de calcular com dispositivo impressor 
	incorporado 							 
8470.29 -Outras máquinas eletrônicas de calcular, exceto de bolso
8470.30-Outras máquinas de calcular	
8470.40-Máquinas de contabilidade 				 
8470.50-Caixas registradoras				 	 
8470.90Máquinas de franquear correspondência 
8471 	MÁQUINAS AUTOMÁTICAS PARA PROCESSAMENTO DE DADOS 
	E SUAS UNIDADES; LEITORES MAGNÉTICOS OU ÓPTICOS,
	MÁQUINAS PARA REGISTRAR DADOS EM SUPORTE SOB 
	FORMA CODIFICADA, E MÁQUINAS PARA PROCESSAMENTO 
	DESSES DADOS, NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREENDIDAS 
	EM OUTRAS POSIÇÕES 			 
8472 	OUTRAS MÁQUINAS E APARELHOS DE ESCRITÓRIO 
	[POR EXEMPLO: DUPLICADORES HECTOGRÁFICOS OU A 
	ESTÊNCIL, MÁQUINAS PARA IMPRIMIR ENDEREÇOS, 
	DISTRIBUIDORES AUTOMÁTICOS DE PAPEL-MOEDA, MÁQUINAS 
	PARA SELECIONAR, CONTAR OU EMPACOTAR MOEDAS, 
	APONTADORES (AFIADORES) MECÂNICOS DE LÁPIS, 
	PERFURADORES OU GRAMPEADORES] 
8474 	MÁQUINAS E APARELHOS PARA SELECIONAR, PENEIRAR, 
	SEPARAR, LAVAR, ESMAGAR, MOER, MISTURAR OU AMASSAR 
	TERRAS, PEDRAS, MINÉRIOS OU OUTRAS SUBSTÂNCIAS 
	MINERAIS SÓLIDAS (INCLUÍDOS OS PÓS E PASTAS); MÁQUINAS
	PARA AGLOMERAR OU MOLDAR COMBUSTÍVEIS MINERAIS 
	SÓLIDOS, PASTAS CERÂMICAS, CIMENTO, GESSO OU OUTRAS 
	MATÉRIAS MINERAIS EM PÓ OU EM PASTA; MÁQUINAS PARA 
	FAZER MOLDES DE AREIA PARA FUNDIÇÃO 
8475 	MÁQUINAS PARA MONTAGEM DE LÂMPADAS, TUBOS 
	OU VÁLVULAS, ELÉTRICOS OU ELETRÔNICOS, OU DE 
	LÂMPADAS DE LUZ RELÂMPAGO ("FLASH"), QUE TENHAM
	INVÓLUCRO DE VIDRO; MÁQUINAS PARA FABRICAÇÃO 
	OU TRABALHO A QUENTE DO VIDRO OU DAS SUAS OBRA 
8476 	MÁQUINAS AUTOMÁTICAS DE VENDA DE PRODUTOS 
	(POR EXEMPLO: SELOS, CIGARROS, ALIMENTOS OU 
	BEBIDAS), INCLUÍDAS AS MÁQUINAS DE TROCAR DINHEIRO 
8477 	MÁQUINAS E APARELHOS PARA TRABALHAR BORRACHA 
	OU PLÁSTICOS OU PARA FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DESSAS 
	MATÉRIAS, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS 
	EM OUTRAS POSIÇÕES DESTE CAPÍTULO 
8478	MÁQUINAS E APARELHOS PARA PREPARAR OU 
	TRANSFORMAR FUMO (TABACO), NÃO ESPECIFICADOS 
	NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES DESTE
 CAPÍTULO	 
8479 	MÁQUINAS E APARELHOS MECÂNICOS COM FUNÇÃO 
	PRÓPRIA, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS 
	EM OUTRAS POSIÇÕES DESTE CAPÍTULO 	 	 
8479.10 	-Máquinas e aparelhos para obras públicas, construção civil ou 
 trabalhos semelhantes						 
8479.20	-Máquinas e aparelhos para extração ou preparação de óleos
 ou gorduras vegetais fixos ou de óleos ou gorduras animais.
8479.30	-Prensas para fabricação de painéis de partículas, de fibras de
 madeira ou de outras matérias lenhosas, e outras máquinas e 
 aparelhos para tratamento de madeira ou de cortiça			 
8479.40	-Máquinas para fabricação de cordas ou cabos	 
8479.50-Robôs industriais, não especificados nem compreendidos em 
 outras posições 
8479.60-Aparelhos de evaporação para arrefecimento do ar	
8479.8	-Outras máquinas e aparelhos 	 	 
8479.81 --Para tratamento de metais, incluídas as bobinadoras para enrolamentos elétricos 					 
8479.82 --Para misturar, amassar, esmagar, moer, separar, peneirar, 
	homogeneizar, emulsionar ou agita		 
8479.89--Outros 					 
8480 	CAIXAS DE FUNDIÇÃO; PLACAS DE FUNDO PARA MOLDES; 
	MODELOS PARA MOLDES; MOLDES PARA METAIS (EXCETO 
	LINGOTEIRAS), CARBONETOS METÁLICOS, VIDRO, MATÉRIAS 
	MINERAIS, BORRACHA OU PLÁSTICOS 
	
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3
	
	Capítulo 85 MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS, 
	PARELHOS DE GRAVAÇÃO OU DE REPRODUÇÃO DE SOM, 
	APARELHOS DE GRAVAÇÃO OU DE REPRODUÇÃO DE IMAGENS
	E DE SOM EM TELEVISÃO:	 	 
8501 	MOTORES E GERADORES, ELÉTRICOS, EXCETO OS GRUPOS 
	ELETROGÊNEOS				 
8502 	GRUPOS ELETROGÊNEOS E CONVERSORES ROTATIVOS, 
 ELÉTRICOS	 
8504 	TRANSFORMADORES ELÉTRICOS, CONVERSORES ELÉTRICOS 
	ESTÁTICOS (RETIFICADORES, POR EXEMPLO), BOBINAS DE 
	REATÂNCIA E DE AUTO-INDUÇÃO				 
8508 	FERRAMENTAS ELETROMECÂNICAS DE MOTOR ELÉTRICO 
	INCORPORADO, DE USO MANUAL	 
8510 	APARELHOS OU MÁQUINAS DE TOSQUIAR DE MOTOR
 ELÉTRICO 	INCORPORADO						 
8514 	FORNOS ELÉTRICOS INDUSTRIAIS OU DE LABORATÓRIO, 
	INCLUÍDOS OS QUE FUNCIONAM POR INDUÇÃO OU POR 
	PERDAS DIELÉTRICAS; OUTROS APARELHOS INDUSTRIAIS 
	OU DE LABORATÓRIO PARA TRATAMENTO TÉRMICO DE 
	MATÉRIAS POR INDUÇÃO OU POR PERDAS DIELÉTRICA 
8515 	MÁQUINAS E APARELHOS PARA SOLDAR (MESMO DE CORTE) 
	ELÉTRICOS(INCLUÍDOS OS A GÁS AQUECIDO 
 ELETRICAMENTE), A "LASER" OU OUTROS FEIXES DE LUZ OU 
 DE FÓTONS, A ULTRA- 	SOM, A FEIXES DE ELÉTRONS, A 
 IMPULSOS MAGNÉTICOS OU A JATO DE PLASMA; MÁQUINAS E 
 APARELHOS ELÉTRICOS PARA PROJEÇÃO A QUENTE DE 
 METAIS OU DE CERAMAIS ("CERMETS")	 
8516	APARELHOS ELÉTRICOS PARA AQUECIMENTO DE AMBIENTES, 
	DO SOLO OU PARA USOS SEMELHANTES		 
8517 	APARELHOS ELÉTRICOS PARA TELEFONIA OU TELEGRAFIA, 
	POR FIO, INCLUÍDOS OS APARELHOS TELEFÔNICOS POR FIO 
	CONJUGADO COM UM APARELHO TELEFÔNICO PORTÁTIL 
	SEM FIO E OS APARELHOS DE TELECOMUNICAÇÃO POR 
	CORRENTE PORTADORA OU DE TELECOMUNICAÇÃO DIGITAL; 
	VIDEOFONES		 
8520 	GRAVADORES DE DADOS DE VÔO			
8521 	APARELHOS VIDEOFÔNICOS DE GRAVAÇÃO OU DE 
 REPRODUÇÃO, MESMO INCORPORANDO UM RECEPTOR DE 
 SINAIS VIDEOFÔNICOS: 	 	 
8521.10 Gravador-reprodutor de fita magnética, sem sintonizador 
8521.90Gravador-reprodutor e editor de imagem e som, em discos, por 
 meio magnético, óptico ou opto-magnético			 
8524 	DISCOS, FITAS E OUTROS SUPORTES GRAVADOS, COM
 EXCLUSÃO DOS PRODUTOS DO CAPÍTULO 37 	 	 
8524.3	-Discos para sistemas de leitura por raio "laser":
8524.40-Fitas magnéticas para reprodução de fenômenos diferentes do
 som e da imagem			
8524.5	-Outras fitas magnética		
8524.60-Cartões magnéticos			 
8525 	APARELHOS TRANSMISSORES (EMISSORES) PARA 
	RADIOTELEFONIA, RADIOTELEGRAFIA, RADIODIFUSÃO 
	OU TELEVISÃO, MESMO INCORPORANDO UM APARELHO 
	DE RECEPÇÃO OU UM APARELHO DE GRAVAÇÃO OU 
	DE REPRODUÇÃO DE SOM; CÂMERAS DE TELEVISÃO; 
	CÂMERAS DE VÍDEO DE IMAGENS FIXAS E OUTRAS 
	CÂMERAS ("CAMCORDERS")				 
8526 	APARELHOS DE RADIODETECÇÃO E DE RADIOSSONDAGEM 
	(RADAR), APARELHOS DE RADIONAVEGAÇÃO E APARELHOS 
	DE RADIOTELECOMANDO	 
8527 	APARELHOS RECEPTORES PARA RADIOTELEFONIA, 
	RADIOTELEGRAFIA OU RADIODIFUSÃO, EXCETO DE USO 
	DOMÉSTICO		 
8543 	MÁQUINAS E APARELHOS ELÉTRICOS COM FUNÇÃO PRÓPRIA, 
	NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS 
 POSIÇÕES 	DO PRESENTE CAPÍTULO	 
	
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5
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3
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10
	
	Capítulo 86	VEÍCULOS E MATERIAL PARA VIAS FÉRREAS OU 
 SEMELHANTES, 	APARELHOS MECÂNICOS (INCLUÍDOS OS 
 ELETROMECÂNICOS) DE SINALIZAÇÃO PARA VIAS DE 
 COMUNICAÇÃO	 	 
8601 	LOCOMOTIVAS E LOCOTRATORES, DE FONTE EXTERNA 
	DE ELETRICIDADE OU DE ACUMULADORES ELÉTRICOS 
8602 	OUTRAS LOCOMOTIVAS E LOCOTRATORES; TÊNDERES 
8603 	LITORINAS (AUTOMOTORAS), MESMO PARA CIRCULAÇÃO 
	URBANA, EXCETO AS DA POSIÇÃO 
8604 	VEÍCULOS PARA INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DE VIAS 
	FÉRREAS OU SEMELHANTES, MESMO AUTOPROPULSORES
	(POR EXEMPLO: VAGÕES-OFICINAS, VAGÕES-GUINDASTES, 
	VAGÕES EQUIPADOS COM BATEDORES DE BALASTRO, 
	ALINHADORES DE VIAS, VIATURAS PARA TESTES E
 DRESINAS) 
8605 	VAGÕES DE PASSAGEIROS, FURGÕES PARA BAGAGEM, 
	VAGÕES-POSTAIS E OUTROS VAGÕES ESPECIAIS, PARA VIAS 
	FÉRREAS OU SEMELHANTES (EXCLUÍDAS AS VIATURAS DA
	POSIÇÃO 8604)					 
8606 	VAGÕES PARA TRANSPORTE DE MERCADORIAS SOBRE VIAS 
	FÉRREAS							
8608 	Aparelhos mecânicos (incluídos os eletromecânicos) de sinalização,
 de segurança, de controle ou de comando para vias férreas ou 
 semelhantes, rodoviárias ou fluviais, para áreas ou parques de
 estacionamento, instalações portuárias ou para aeródromos 
8609 	CONTEINERES (CONTENTORES), INCLUÍDOS OS DE 
 TRANSPORTE DE FLUIDOS, ESPECIALMENTE CONCEBIDOS E 
 EQUIPADOS PARA UM OU VÁRIOS MEIOS DE TRANSPORTE 
	
10
10
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10
10
10
	
	Capítulo 87		VEÍCULOS AUTOMÓVEIS, TRATORES, CICLOS E 
 OUTROS VEÍCULOS TERRESTRES	 	 
8701 	TRATORES (EXCETO OS CARROS-TRATORES DA POSIÇÃO 
 8709)	 
8702 	VEÍCULOS AUTOMÓVEIS PARA TRANSPORTE DE 10 PESSOAS 
	OU MAIS, INCLUINDO O MOTORISTA	 
8703 	AUTOMÓVEIS DE PASSAGEIROS E OUTROS VEÍCULOS 
	AUTOMÓVEIS PRINCIPALMENTE CONCEBIDOS PARA 
	TRANSPORTE DE PESSOAS (EXCETO OS DA POSIÇÃO 8702),
	INCLUÍDOS OS VEÍCULOS DE USO MISTO ("STATION WAGONS") 
	E OS AUTOMÓVEIS DE CORRIDA	
8704 	VEÍCULOS AUTOMÓVEIS PARA TRANSPORTE DE 
	MERCADORIAS 	
8705 	VEÍCULOS AUTOMÓVEIS PARA USOS ESPECIAIS (POR 
	EXEMPLO: AUTO-SOCORROS, CAMINHÕES-GUINDASTES, 
	VEÍCULOS DE COMBATE A INCÊNDIOS, CAMINHÕES-
 BETONEIRAS, VEÍCULOS PARA VARRER, VEÍCULOS PARA 
 ESPALHAR, VEÍCULOS-OFICINAS, VEÍCULOS RADIOLÓGICOS),
 EXCETO OS CONCEBIDOS PRINCIPALMENTE PARA 
 TRANSPORTE DE PESSOAS OU DE MERCADORIAS
8709 	VEÍCULOS AUTOMÓVEIS SEM DISPOSITIVO DE ELEVAÇÃO, 
	DOS TIPOS UTILIZADOS EM FÁBRICAS, ARMAZÉNS, 
	PORTOS OU AEROPORTOS, PARA TRANSPORTE DE 
	MERCADORIAS A CURTAS DISTÂNCIAS; CARROS-TRATORES 
	DOS TIPOS UTILIZADOS NAS ESTAÇÕES FERROVIÁRIAS 
8711 	MOTOCICLETAS (INCLUÍDOS OS CICLOMOTORES) E OUTROS 
	CICLOS EQUIPADOS COM MOTOR AUXILIAR, MESMO COM 
	CARRO LATERAL; CARROS LATER 
8716 	REBOQUES E SEMI-REBOQUES, PARA QUAISQUER VEÍCULOS; 
	OUTROS VEÍCULOS NÃO AUTOPROPULSORES	
	
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4
5
4
4
10
4
5
	
	Capítulo 88	AERONAVES E APARELHOS ESPACIAIS: 			 
8801 	BALÕES E DIRIGÍVEIS; PLANADORES, ASAS VOADORAS E 
	OUTROS VEÍCULOS AÉREOS, NÃO CONCEBIDOS PARA 
	PROPULSÃO COM MOTOR 
8802 	OUTROS VEÍCULOS AÉREOS (POR EXEMPLO: HELICÓPTEROS, 
	AVIÕES); VEÍCULOS ESPACIAIS (INCLUÍDOS OS SATÉLITES) E 
	SEUS VEÍCULOS DE LANÇAMENTO, E VEÍCULOS 
 SUBORBITAIS	 	 
8804 	PÁRA-QUEDAS (INCLUÍDOS OS PÁRA-QUEDAS DIRIGÍVEIS 
	E OS PARAPENTES) E OS PÁRA-QUEDAS GIRATÓRIAS
8805 	APARELHOS E DISPOSITIVOS PARA LANÇAMENTO DE 
	VEÍCULOS AÉREOS; APARELHOS E DISPOSITIVOS PARA 
	ATERRISSAGEM DE VEÍCULOS AÉREOS EM PORTA-AVIÕES 
	E APARELHOS E DISPOSITIVOS SEMELHANTES; APARELHOS 
	SIMULADORES DE VÔO EM TERRA 
	
10
10
10
10
	
	Capítulo 89		EMBARCAÇÕES E ESTRUTURAS FLUTUANTES: 	 
8901	TRANSATLÂNTICOS, BARCOS DE CRUZEIRO, "FERRY-BOATS", 
	CARGUEIROS, CHATAS E EMBARCAÇÕES SEMELHANTES, 
 PARA O TRANSPORTE DE PESSOAS OU DE MERCADORIAS
8902 	BARCOS DE PESCA; NAVIOS-FÁBRICAS E OUTRAS 
	EMBARCAÇÕES PARA O TRATAMENTO OU CONSERVAÇÃO 
	DE PRODUTOS DA PESCA		
8903 	IATES E OUTROS BARCOS E EMBARCAÇÕES DE RECREIO OU 
	DE ESPORTE; BARCOS A REMOS E CANOAS: 	 	 
8903.10-Barcos infláveis
8903.9	-Outros 						 
8904	REBOCADORES E BARCOS CONCEBIDOS PARA EMPURRAR 
 OUTRAS EMBARCAÇÕES 		
8905 	BARCOS-FARÓIS, BARCOS-BOMBAS, DRAGAS, GUINDASTES 
	FLUTUANTES E OUTRAS EMBARCAÇÕES EM QUE A 
 NAVEGAÇÃO É ACESSÓRIA DA FUNÇÃO PRINCIPAL; DOCAS OU 
 DIQUES FLUTUANTES; PLATAFORMAS DE PERFURAÇÃO OU E 
	EXPLORAÇÃO, FLUTUANTES OU SUBMERSÍVEIS	 
8906 	OUTRAS EMBARCAÇÕES, INCLUÍDOS OS NAVIOS DE 
	GUERRA E OS BARCOS SALVA-VIDAS, EXCETO OS BARCOS A 
	REMO 		
8907 	OUTRAS ESTRUTURAS FLUTUANTES (POR EXEMPLO: BALSAS, 
	RESERVATÓRIOS, CAIXÕES, BÓIAS DE AMARRAÇÃO, BÓIAS DE
	SINALIZAÇÃO E SEMELHANTES) 	 	 
8907.10	-Balsas infláveis		
8907.90 		-Outras	
 
	
20
20
5
10
20
20
20
5
5
	
	Capítulo 90		INSTRUMENTOS E APARELHOS DE ÓPTICA, 
 FOTOGRAFIA OU CINEMATOGRAFIA, MEDIDA, CONTROLE OU 
 DE PRECISÃO; INSTRUMENTOS E APARELHOS MÉDICO-
 CIRÚRGICOS:	 	 
9005 	BINÓCULOS, LUNETAS, INCLUÍDAS AS ASTRONÔMICAS, 
	TELESCÓPIOS ÓPTICOS, E SUAS ARMAÇÕES; OUTROS 
	INSTRUMENTOS DE ASTRONOMIA E SUAS ARMAÇÕES, 
	EXCETO OS APARELHOS DE RADIOASTRONOMIA	 
9006 	APARELHOS FOTOGRÁFICOS; APARELHOS E DISPOSITIVOS, 
	EXCLUÍDAS AS LÂMPADAS E TUBOS, DE LUZ-RELÂMPAGO 
	("FLASH"), PARAFOTOGRAFIA 			 
9007 	CÂMERAS E PROJETORES, CINEMATOGRÁFICOS, MESMO COM 
	APARELHOS DE GRAVAÇÃO OU DE REPRODUÇÃO DE SOM
	INCORPORADO	
9008 	APARELHOS DE PROJEÇÃO FIXA; APARELHOS 
	FOTOGRÁFICOS, DE AMPLIAÇÃO OU DE REDUÇÃO 
9009 	APARELHOS DE FOTOCÓPIA, POR SISTEMA ÓPTICO OU POR 
	CONTATO, E APARELHOS DE TERMOCÓPIA 
9010 	APARELHOS DOS TIPOS USADOS NOS LABORATÓRIOS 
	FOTOGRÁFICOS OU CINEMATOGRÁFICOS (INCLUÍDOS 
	OS APARELHOS PARA PROJEÇÃO OU EXECUÇÃO DE 
	TRAÇADOS DE CIRCUITOS SOBRE SUPERFÍCIES 
	SENSIBILIZADAS DE MATERIAIS SEMICONDUTORES); 
	NEGATOSCÓPIOS; TELAS PARA PROJEÇÃO	 
9011 	MICROSCÓPIOS ÓPTICOS, INCLUÍDOS OS MICROSCÓPIOS 
	PARA FOTOMICROGRAFIA, CINEFOTOMICROGRAFIA OU 
	MICROPROJEÇÃO						 
9012	MICROSCÓPIOS (EXCETO ÓPTICOS) E DIFRATÓGRAFOS 
9015 	INSTRUMENTOS E APARELHOS DE GEODÉSIA, TOPOGRAFIA, 
	AGRIMENSURA, NIVELAMENTO, FOTOGRAMETRIA, 
	HIDROGRAFIA, OCEANOGRAFIA, HIDROLOGIA, METEOROLOGIA 
	OU DE GEOFÍSICA, EXCETO BÚSSOLAS; TELÊMETROS 
9016 	BALANÇAS SENSÍVEIS A PESOS IGUAIS OU INFERIORES A 5cg, 
	COM OU SEM PESOS 
9017 	INSTRUMENTOS DE DESENHO, DE TRAÇADO OU DE CÁLCULO 
	(POR EXEMPLO: MÁQUINAS DE DESENHAR, PANTÓGRAFOS, 
	TRANSFERIDORES, ESTOJOS DE DESENHO, RÉGUAS DE
 CÁLCULO E DISCOS DE CÁLCULO); INSTRUMENTOS DE 
 MEDIDA DE 	DISTÂNCIAS DE USO MANUAL (POR EXEMPLO: 
 METROS, MICRÔMETROS, PAQUÍMETROS E CALIBRES), NÃO 
 ESPECIFICADOS 	NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS
 POSIÇÕES DO PRESENTE 
	
CAPÍTULO 							 	 
9018 	INSTRUMENTOS E APARELHOS PARA MEDICINA, CIRURGIA, 
	ODONTOLOGIA E VETERINÁRIA, INCLUÍDOS OS APARELHOS 
	PARA CINTILOGRAFIA E OUTROS APARELHOS 
 ELETROMÉDICOS, BEM COMO OS APARELHOS PARA TESTES
 VISUAIS :	 	 
9018.1	-APARELHOS DE ELETRODIAGNÓSTICO (INCLUÍDOS OS 
 APARELHOS DE 	EXPLORAÇÃO FUNCIONAL E OS DE 
 VERIFICAÇÃO DE PARÂMETROS FISIOLÓGICOS) 
9018.20 -APARELHOS DE RAIOS ULTRAVIOLETA OU 
 INFRAVERMELHOS 
9018.4	-OUTROS INSTRUMENTOS E APARELHOS PARA 
 ODONTOLOGIA	: 	 
9018.41 --APARELHOS DENTÁRIOS DE BROCAR, MESMO 
 COMBINADOS NUMA BASE COMUM COM OUTROS 
 EQUIPAMENTOS DENTÁRIOS	 
9018.49--OUTROS INSTRUMENTOS E APARELHOS PARA 
 ODONTOLOGIA	 
9018.50-OUTROS INSTRUMENTOS E APARELHOS PARA 
 OFTALMOLOGIA	 
9018.90-OUTROS INSTRUMENTOS E APARELHOS	 
9019 	APARELHOS DE MECANOTERAPIA; APARELHOS DE
 MASSAGEM; APARELHOS DE PSICOTÉCNICA; APARELHOS DE 
 OZONOTERAPIA, 	DE OXIGENOTERAPIA, DE 
 AEROSSOLTERAPIA, APARELHOS 	RESPIRATÓRIOS DE 
 REANIMAÇÃO E OUTROS APARELHOS DE 	TERAPIA
 RESPIRATÓRI			
9020 	OUTROS APARELHOS REPIRATÓRIOS E MÁSCARAS
	CONTRA GASES, EXCETO AS MÁSCARAS DE PROTEÇÃO 
	DESPROVIDAS DE MECANISMO E DE ELEMENTO
 FILTRANTE 	AMOVÍVEL 
9022 	APARELHOS DE RAIOS X E APARELHOS QUE UTILIZEM 
	RADIAÇÕES ALFA, BETA OU GAMA, MESMO PARA 
	USOS MÉDICOS, CIRÚRGICOS, ODONTOLÓGICOS OU 
	VETERINÁRIOS, INCLUÍDOS OS APARELHOS DE
 RADIOFOTOGRAFIA OU DE RADIOTERAPIA, OS TUBOS DE
 RAIOS X E OUTROS DISPOSITIVOS GERADORES DE RAIOS X,
 OS GERADORES 	DE TENSÃO, AS MESAS DE COMANDO, AS
 ELAS DE VISUALIZAÇÃO, AS MESAS, POLTRONAS E SUPORTES 
	SEMELHANTES PARA EXAME OU TRATAMENTO	 
9024 	MÁQUINAS E APARELHOS PARA ENSAIOS DE DUREZA, 
	TRAÇÃO, COMPRESSÃO, ELASTICIDADE OU DE 
	OUTRAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DE MATERIAIS 
	(POR EXEMPLO: META 
9025 	DENSÍMETROS, AREÔMETROS, PESA-LÍQUIDOS E 
 INSTRUMENTOS FLUTUANTES SEMELHANTES, ERMÔMETROS,
 PIRÔMETROS, BARÔMETROS, HIGRÔMETROS E 
 PSICRÔMETROS, REGISTRADORES OU NÃO, MESMO
 COMBINADOS ENTRE SI 		 
9026 	INSTRUMENTOS E APARELHOS PARA MEDIDA OU CONTROLE 
	DA VAZÃO (CAUDAL), DO NÍVEL, DA PRESSÃO OU DE OUTRAS 
	CARACTERÍSTICAS VARIÁVEIS DOS LÍQUIDOS OU GASES 
	[POR EXEMPLO: MEDIDORES DE VAZÃO (CAUDAL),
	INDICADORES DE NÍVEL, MANÔMETROS, CONTADORES DE 
	CALOR], EXCETO OS INSTRUMENTOS E APARELHOS DAS 
	POSIÇÕES 9014, 9015, 9028 OU 90
9027 	INSTRUMENTOS E APARELHOS PARA ANÁLISES FÍSICAS 
	OU QUÍMICAS [POR EXEMPLO: POLARÍMETROS, 
	REFRATÔMETROS, ESPECTRÔMETROS, ANALISADORES 
	DE GASES OU DE FUMAÇA]; INSTRUMENTOS E APARELHOS 
	PARA ENSAIOS DE VISCOSIDADE, POROSIDADE, 
	DILATAÇÃO, TENSÃO SUPERFICIAL OU SEMELHANTES OU 
	PARA MEDIDAS CALORIMÉTRICAS, ACÚSTICAS OU 
	FOTOMÉTRICAS (INCLUÍDOS OS INDICADORES DE TEMPO 
	DE EXPOSIÇÃO); MICRÓTO 
9028 	CONTADORES DE GASES, LÍQUIDOS OU DE 
	ELETRICIDADE, INCLUÍDOS OS APARELHOS PARA 
	SUA AFER 
9029 	OUTROS CONTADORES (POR EXEMPLO: CONTADORES DE 
	VOLTAS, CONTADORES DE PRODUÇÃO, TAXÍMETROS, 
	TOTALIZADORES DE CAMINHO PERCORRIDO, PODÔMETROS); 
	INDICADORES DE VELOCIDADE E TACÔMETROS, EXCETO 
	OS DAS POSIÇÕES 9014 OU 9015; ESTROBOSCÓPIOS 
9030 	OSCILOSCÓPIOS, ANALISADORES DE ESPECTRO E OUTROS 
	INSTRUMENTOS E APARELHOS PARA MEDIDA OU CONTROLE 
	DE GRANDEZAS ELÉTRICAS; INSTRUMENTOS E APARELHOS 
	PARA MEDIDA OU DETECÇÃO DE RADIAÇÕES ALFA, BETA, 
	GAMA, X, CÓSMICAS OU OUTRAS RADIAÇÕES IONIZANTE
9031 	INSTRUMENTOS, APARELHOS E MÁQUINAS DE MEDIDA 
	.OU CONTROLE, NÃO ESPECIFICADOS NEM COMPREENDIDOS 
	EM OUTRAS POSIÇÕES DO PRESENTE CAPÍTULO; 
 PROJETORES DE PERFIS 
9032 	INSTRUMENTOS E APARELHOS PARA REGULAÇÃO OU
 CONTROLE, AUTOMÁTICOS 					 
	
10
10
10
10
10
10
10
10
10
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10
10
10
10
10
10
10
10
10
10
	
	Capítulo 94		MÓVEIS; MOBILIÁRIO MÉDICO-CIRÚRGICO; 
 CONSTRUÇÕES 	PRÉ-FABRICADAS	 :				
9402	MOBILIÁRIO PARA MEDICINA, CIRURGIA, ODONTOLOGIA OU 
	VETERINÁRIA (POR EXEMPLO: MESAS DE OPERAÇÃO, MESAS 
	DE EXAMES, CAMAS DOTADAS DE MECANISMOS PARA 
	USOS CLÍNICOS, CADEIRAS DE DENTISTA); CADEIRAS 
	PARA SALÕES DE CABELEIREIRO E CADEIRAS 
	SEMELHANTES, COM DISPOSITIVOS DE ORIENTAÇÃO E
	DE ELEVAÇÃO		 
9403 	OUTROS MÓVEIS PARA ESCRIO
9406	CONSTRUÇÕES PRÉ-FABRICADAS	 
	
10
10
25
	
	Capítulo 95		ARTIGOS PARA DIVERTIMENTO OU PARA ESPORTE 
9506	ARTIGOS E EQUIPAMENTOS PARA CULTURA FÍSICA E 
	GINÁSTICA; PISC
9508	CARROSSÉIS, BALANÇOS, INSTALAÇÕES DE TIRO-AO-ALVO E 
	OUTRAS DIVERSÕES DE PARQUES E FEIRAS; CIRCOS, 
	COLEÇÕES DE ANIMAIS E TEATROS AMBULANTES 
	
10
10
	
	Notas: 
(1) Os fornos para a indústria de vidro, classificados na posição 8417, serão depreciados em 3 anos à taxa de 33,3 % 
(2) As máquinas, equipamentos e instalações industriais constantes deste anexo, utilizadas na indústria química, serão depreciadas em 5 anos à taxa de 20 % 
(3) Os acessórios e as partes dos aparelhos, equipamentos e máquinas constantes deste anexo: 
a) não serão objeto de depreciação enquanto não incorporadas a referidos aparelhos, equipamentos e máquinas; 
b) integrarão a base de cálculo da quota de depreciação dos aparelhos, equipamentos e máquinas, a partir da data em que a eles forem incorporados. 
II - Anexo II: demais bens.
ANEXO II 
Bens			Prazo de vida útil (anos)			Taxa anual de depreciação
Instalações			10					10 %
Edificações			25					4 % 
 
	
	
	
	
	
 Art. 2º. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.
							Everardo Maciel
							DOU de 07.01.99.
26. COMPUTADORES E PERIFÉRICOS
Foram também fixados em 5 anos, pela IN SRF nº 4, de 1985:
o prazo de vida útil para fins de depreciação de computadores e periféricos (hardware), taxa de 20% (vinte por cento) ao ano; 
O prazo mínimo admissível para amortização decustos e despesas de aquisição e desenvolvimento de logicais (software) utilizados em processamento de dados, taxa de 20% (vinte por cento) ao ano. 
- Segundo o Ac. do 1.º C.C. n.º 105-3.511/89 no DOU de 17-05-90 e 103-09.493/89 no DOU de 23-01-90, os gastos com implantação de programas de computador devem ser capitalizados e depreciados no prazo de vida útil e não registrados como despesas do próprio exercício em que foram adquiridos.
 Quanto aos gastos com a manutenção dos direitos dos programas de computador, podem ser escrituradas diretamente como despesas operacionais porque são necessárias à continuidade das operações da empresa e não aumentam a utilidade ou vida útil do bem, sendo equiparada à locação.
27. BENS ADQUIRIDOS USADOS
O prazo de vida útil admissível para fins de depreciação de bem adquirido usado é o maior dentre os seguintes (RIR/1999, art. 311):
metade do prazo de vida útil admissível para o bem adquirido novo; 
restante da vida útil do bem, considerada esta em relação à primeira instalação ou utilização desse bem. 
28. Caminhão “ Fora de Estrada”
Serão considerados "fora-de-estrada" os caminhões construídos especialmente para serviços pesados, destinados ao transporte de minérios, pedras, terras com pedras e materiais semelhantes, utilizados dentro dos limites das obras ou minas.
 29. CONCEITO DE VIDA DO EQUIPAMENTO .
29.1.) Vida Real
 Corresponde ao número de período em que provavelmente o equipamento será de uso para a
 empresa, no desempenho do serviço técnico para o qual foi comprado.
Normalmente usa se este conceito no cálculo de depreciação para fins contábeis e para efeito de Imposto de Renda ( depreciação legal ).
É pouco usado para efeito de decisões sobre o investimento.
29.2.) Vida Tecnológica
 Refere-se ao período de tempo que decorrer antes que apareça um novo equipamento que torna o atual obsoleto. É quase certo que de tempos em tempos surgem equipamentos mais aperfeiçoados e quando estes estão no mercado, torna-se muito difícil achar uma resposta no momento em que se está estudando um determinado projeto. Por outro lado, deve-se fazer a suposição de que o investimento num determinado projeto ou num determinado equipamento cessará de proporcionar lucro quando for substituído por um outro ainda melhor.
29.3.) Vida Comercial
 Embora o equipamento possa estar em excelente condição física e embora possa não haver equipamento melhor disponível, sua vida econômica terminou tão logo a empresa cesse de distribuir o produto feito pela máquina.
A vida de mercado do produto da máquina pode terminar porque a operação particular que a mesma executada tornou-se desnecessária pela mudança de estilo, pela mudança de processo ou porque o próprio mercado do produto desaparece.
29.4. Vida Útil Fiscal
 Representa a vida estimada, vida prevista de um bem para efeito tributário determinada pela IN-.162/98.
29.5. Vida Útil Econômica
Período de tempo definido ou estimado tecnicamente, durante o qual se espera obter fluxos de benefícios futuros de um ativo.
30. DIFERENÇA ENTRE:
INSTALAÇÃO= Visa melhoria de qualidade ou quantidade de produção.
BENFEITORIA = Visa embelezamento, deleite, capricho, segundo o art. 96 do NCC.
MANUTENÇÃO = Representa o valor do Serviço, da Mão-de-Obra cobrado pelo conserto, troca, reposição, reforma, etc.
CONSERTO = deixar em condição de uso pela simples troca, reposição de pequenas peças de valores irrelevantes.
REFORMA – Representa consertos em grande monta
31. ESTOQUES DE PARTES E PEÇAS DE REPOSIÇÃO 
Dependendo do porte e do tipo de atividade desenvolvida pela empresa, faz-se necessária a estocagem de peças, partes e até mesmo de máquinas e equipamentos de reposição.
A manutenção em almoxarifado desses materiais tem por finalidade manter constante o exercício normal das atividades da pessoa jurídica, e os mesmos devem ser classificados: 
a) no ativo circulante ou longo prazo, no caso de partes e peças com vida útil inferior a um ano, intervalo de tempo no qual devem ser substituídas; ou 
b) no ativo imobilizado, no caso de partes, peças, máquinas, equipamentos de reposição com vida útil superior a um ano.
As formas de contabilização citadas em "a" e "b" acima aplicam-se, inclusive, quando a empresa adquire partes e peças de determinado equipamento, máquina, veiculo etc., e não substitui a peça ou parte defeituosa de imediato.
No tocante ao material classificado no ativo circulante (letra "a" acima), o respectivo valor torna-se despesa ou custo quando a parte ou peça nova for aplicada no bem a ser consertado.
A SRF na sua resposta a pergunta 253/2005, responde:
As contas que registram recursos aplicados para manutenção em almoxarifado de partes e peças, máquinas e equipamentos de reposição, que têm por finalidade manter constante o exercício normal das atividades da pessoa jurídica, devem ser classificadas no ativo imobilizado sempre que sua utilização representar acréscimo de vida útil superior a um ano ao bem no qual ocorrer a sua aplicação. De acordo com o art. 346 do RIR/1999, a vida útil do bem é aquela prevista no ato de sua aquisição. Nestas condições, serão agregadas ao valor do bem por ocasião de sua utilização.
As demais partes e peças que não representem, quando aplicadas ao bem, acréscimo de vida útil superior a um ano, são classificadas como estoques, sendo levadas a custos ou despesas por ocasião de sua utilização (RIR/1999, arts. 301 e 346; e PN CST no 2, de 1984).
32. SITUAÇÃO EM QUE SE FAZ NECESSÂRIA A AMORTIZAÇÃO E A EXAUSTÃO
32.1. Controle
O controle será feito adotando-se o mesmo critério aplicado para correspondente conta e subconta do bem.
32.2. Amortização
A legislação do Imposto de Renda permite às pessoas jurídicas apropriar, como custo da produção ou encargo operacional, a título de amortização, importância correspondente à recuperação de capitais ( classificados no Ativo Imobilizado ) aplicados, com objetivo de manutenção das atividades da empresa, em bens materiais ( direitos ) com prazo de fruição limitado e em bens materiais cujo prazo de utilização, por disposição legal ou contratual, tenha duração inferior ao prazo de vida útil do bem ( RIR/99 art.313 a 323. ).
32.3. Contrato de Locação ou Arrendamento
Gastos com instalação devem ser depreciados e não amortizados conforme PN CST 210/73 e 104/75. Já o valor da locação ou do arrendamento deverá ser registrado como Despesa operacional.
32.5. Exaustão
Deve ser reconhecida na contabilidade quando corresponder à perda do valor decorrente da exploração de recursos minerais ou florestais, no prazo da exaustão.
32.6. Empresas de Mineração
São empresas com objetivo de realizar aproveitamento de jazidas minerais no território nacional e que estejam devidamente autorizadas a funcionar mediante alvará do Ministério das Minas e Energia.
- Jazida: é toda massa individualizada de substância mineral ou fóssil, aflorando à superfície ou existente no interior da terra, e que tenha valor econômico ( art. 4.Decreto-Lei 227/67 ).
- Lavra: correspondente ao conjunto de operações coordenadas que têm por objetivo o aproveitamento industrial da jazida desde a extração das substâncias minerais úteis que contiver até o beneficiamento das mesmas ( art. 36 do Decreto-lei 227/67 )...
32.7. Base de Calculo das Quotas de Exaustão
A quota de exaustão é calculada com base no volume de produção no período e sua relação com a possança conhecida da mina, ou em função do prazo de concessão; este critério é conhecido como Exaustão Normal ou Real.
Exemplo prático:
O custo corrigido da jazida em 31-12-00 corresponde a $ 3.500,00; a possança conhecida em 3.000 toneladas; produção do ano de 150 toneladas e prazo de concessão de 10 anos.
I) COM BASE NA PRODUÇÃO
a) determinação do percentual da produção:
 150 x 100 = 5% 
 3.000
b) determinação da quota de exaustão:
 3.500,00 ( : ) Ufir de 31.12.95 de 0,8287= 4.223,4825 Ufir 
Quotade exaustão: 4.223,4825 UFIR (x) 5% = 211,1741 UFIR de quota de exaustão anual em UFIR, que multiplicada pelo valor da UFIR de 31.12.95 de $. 0,8287 resulta no valor de R$. 175,00 que será a exaustão, anual.
b) Com base no prazo de concessão de 10 anos:
 4.223,4825 Ufir (x) 10% = 422,2382 Ufir (x) 0,8287 = R$. 350,00.
33. BAIXA DO BEM – IMOBILIZADO EM ANDAMENTO E INATIVOS 
Tanto o valor da venda ou o valor residual contabilizado como Custo da Venda de Imobilizado devem ser contabilizados no grupo de contas de " não operacional ".
Quando os ativos forem construídos pela companhia, as importâncias capitalizadas devem incluir, além do custo das unidades completas adquiridas por compra, conforme mencionado acima, o valor faturado referente aos matérias usados na construção, mão-de-obra ( incluindo custos relacionados com as folhas de pagamento ) e as despesas indiretas, quando aplicáveis.
Os bens obtidos em troca de títulos, hipotecas, ações de capital ou outros meios, que não representam desembolso de numerário, devem ser contabilizados pelo equivalente ao seu preço justo e razoável. Este, tanto poderá ser o preço justo do ativo adquirido como o preço do título dado em troca, dependendo do que for mais claramente evidente. A determinação específica de tal preço deverá ser decidida pela diretoria.
Os juros, quando incluídos no total da dívida contraída em relação à aquisição, devem ser contabilizados como despesas financeiras.
33.1 - Ativo Imobilizado Em Construção.
Quando a empresa constrói alguns de seus ativos imobilizados, é convenientes que se mantenha um controle contábil adequado de apropriação de gastos.
É comum a utilização para os ativos em construção do sistema de controle através de ordens de serviço.
Os registros de contabilidade mantidos de acordo com o sistema típico de ordens de serviços incluem:
a) autorização do gasto, onde está descrito o projeto; finalidade do mesmo, justificativa e custo orçado;
b) folhas de custo, resumido os gastos por períodos e por classes principais e de custos para comparação com importâncias orçadas;
c) evidência comprobatória dos custos lançados, como faturas de fornecedores, requisições de material, cartões de ponto e distribuição de custos indiretos.
O arquivo de ordens de serviços deve conter também detalhes da transferência do total dos dispêndios para as contas do ativo imobilizado e de despesa.
Assim que encerradas, as ordens de serviço constantes de um determinado projeto devem ser transferidas para as respectivas contas definitivas no ativo imobilizado.
É conveniente que , quando de sua capitalização, as ordens de serviço sofram uma análise dos custos nelas incluídos, com o intuito de se determinar a existência de itens que, por sua natureza, deveriam ser lançados às despesas.
Quando as ordens serviço são muito prolongadas, atravessando mais de um exercício contábil, a análise das folhas de custos supracitadas pode ser efetuada em períodos regulares.
33.2. Imobilizado Inativo e Totalmente Depreciado
As importâncias correspondentes a imobilizados inativos ou não operativos e os imobilizados totalmente depreciados ainda em uso devem ser demonstrados, se forem importantes. Deve-se estudar a possibilidade de se apresentar separadamente no balanço os imobilizados inativos ( não como parte dos bens imóveis, instalações e equipamentos em serviço ), sobretudo quando tais imobilizados são destinados à venda. Bens inativos, quando destinados à venda, devem ser demonstrados por uma importância nunca maior do que o estimado para sua realização.
34. VENDA E BAIXA DE BENS DO ATIVO IMOBILIZADO.
A partir de 10. Agosto de 2000 foi estabelecidas novas regras para apropriação de crédito, destacando-se que ela será feita à razão de 1/48 por mês, e a primeira parcela lançadas no mês da entrada do bem no estabelecimento.
Determinado também que na alienação dos bens antes de decorridos 4 anos não será admitido o creditamento em relação á fração que corresponderia ao restante desse período e que, ao final do 48º mês contados da data da entrada do bem, o eventual saldo remanescente deverá ser cancelado.
Fundamento legal: Lei Complementar 102/2000.
Cálculo do Valor Residual:
 Corresponde ao valor da conta de registro do bem devidamente corrigido menos a depreciação
 acumulada corrigida, enquanto não baixado na contabilidade.
Valor do Custo da Venda de Imobilizado:
 Corresponde ao valor residual contábil baixado por venda.
As contabilizações seriam:
Pela venda de imobilizado a prazo;
 D- Caixa/Bancos/NP. a Receber ( contas do ativo circulante)
 C- Venda do Ativo Imobilizado. ( receita não operacional)
Pela baixa do imobilizado:
 D- Custo das Vendas do Imobilizado. ( conta de resultado )
 D- Depreciação Acumulada de... ( conta retificativa do ativo imobilizado)
 C- Conta do imobilizado............ (conta do ativo imobilizado)
35. Baixa por Permuta de Bens Imóveis.
Os procedimentos a serem observados na determinação do Lucro Real foram disciplinadas pela IN-107/88 de 14.07.88.
Na permuta pura e simples sem diferença de valor a pessoa jurídica deverá considerar como preço da alienação do imóvel dado em permuta o valor contábil desse imóvel e como custo de aquisição do imóvel recebido em permuta aquele mesmo valor, conf. determina a IN-107/88, portanto não havendo a figura de torna.
Contabilização:
 D- Imobilizado ( novo) 150.000,00
 C- Imobilizado ( velho) 150,000,00
35.1. Valor da torna.
Torna representa no nosso vocabulário, aquilo que, além do objeto que se troca por outro, se dá para igualar o valor deste; volta ( aquele valor que se dá de volta)
Quando uma das partes envolvidas na operação pagar diferença de preço existente entre as unidades imobiliárias, esta diferença é denominada de torna pela IN-107/88 e o valor pago deverá acrescer ao custo de aquisição da nova unidade e a parte que receber a diferença deverá apurar o Ganho de Capital.
 E para apurar o ganho de capital o custo da torna será apurada mediante aplicação sobre o valor contábil, na data da operação, do percentual obtido pela divisão do valor da torna pelo somatório desta com o valor do custo contábil da unidade data em permuta.
Exemplifiquemos:
O custo atualizado do imóvel dado em permuta ( valor residual ) é de $. 200.000,00 e a diferença de preço recebido é de $. 30.000,00 o custo da parcela recebida será de:
 30.000,00
 % do custo = --------------------------------- = 13,04%.
 30.000,00 + 200.000,00
Portanto o custo será: 200.000,00 (x) 13,04% = 26.080,00.
As contabilizações seriam:
Para quem paga a Torna: Pelo Pagamento: 
 D- Imóvel ( novo) 200.000,00 D- Imóvel ( novo) 30.000,00 
 C- Imóvel ( velho) 200.000,00 C- Bancos........... 30.000,00
Com este lançamento o custo do novo imóvel será de $. 250.000,00.
Para quem recebe a Torna ( apurar o ganho de capital)
 D- Imóvel ( novo ) 200.000,00
 C- Imóvel ( velho ) 200.000,00
Pelo recebimento da Torna de................................................ $. 30.000,00
 D- Banco............................................. . 30.000,00
 C- Receita de Torna (não operacional) 30.000,00
Pela apuração do custo do Torna de $. 26.080,00
 D- Custo de Torna ( não operacional ) 26.080,00
 C- Imóvel ( novo )................................. 26.080,00
Com este lançamento o custo do imóvel novo passa a ser de $. 173.920,00, conf. IN-107/88.
Este critério legal é injusto porquea parte que recebe torna sempre paga imposto mesmo que a operação não tenha gerado ganho real.
36. Baixa de Bens Imobilizado por Dação em Pagamento 
Dação em Pagamento é a entrega de coisa em substituição em dinheiro, como forma de pagamento, desde que o credor assim o consinta
O tratamento contábil será o mesmo de uma venda e compra de imobilizado, apurando-se ganho ou perda de capital, normalmente. Deve-se corrigir o valor do bem desde a data da sua aquisição até a data da venda, o mesmo acontecendo com o valor da depreciação acumulada do mesmo período para se apurar o valor residual contábil que será o custo da venda de imobilizado.
37. Doação de Bens Imobilizado
A partir do exercício financeiro de 1.980 em função do Decreto-lei 1.730/79, as doações compõem o Lucro Real, ou seja é tratado como receita ou despesa não operacional. As doações feitas pelo poder público e desde que registradas como reservas de capital a ser utilizadas para absorver prejuízos ou para aumento de capital não compõem o lucro real.
O custo de aquisição do bem doado de acordo com o PN 113/78, é o seu preço corrente de mercado
38. GANHOS DE CAPITAL ou LUCRO NA VENDA DE IMOBILIZADO
Corresponde a diferença entre o valor da Venda e o Valor Contábil do Bem.
Entende-se pelo valor contábil do bem , o valor original da compra menos a depreciação acumulada.
38.1. No Lucro Presumido
No Lucro Presumido considera-se Ganho de Capital nas alienações de bens classificáveis no ativo permanente a diferença positiva verificada entre o valor da alienação e o respectivo custo contábil conforme art. 521 a 523 do Decreto 3.000/99 e IN-93/97 art. 4º , § 2º , III.
A não comprovação dos custos pela pessoa jurídica implicará a adição integral da receita à base de cálculo do lucro presumido.
Considera-se o custo ou valor contábil de bens e direitos, para efeito de cálculo dos ganhos de capital o custo de aquisição, diminuído dos encargos de depreciação, amortização ou exaustão acumulada.
Fundamento legal : Regulamento do Imposto de Renda , Decreto 3.000/99
38.2. Ganho de Capital no Simples 
Art. 5º da IN-608/2005
§ 4º O ganho de capital será tributado mediante a incidência da alíquota de 15% (quinze por cento) sobre a diferença positiva entre o valor de alienação e o custo de aquisição diminuído da depreciação, amortização ou exaustão acumulada, ainda que não mantenha escrituração contábil.
§ 5º Para efeito do disposto no § 4º, a pessoa jurídica optante pelo Simples que não mantiver escrituração contábil deverá comprovar, mediante documentação hábil e idônea, o valor e data de aquisição do bem ou direito e demonstrar o cálculo da depreciação, amortização ou exaustão acumulada.
§ 6º O imposto de renda calculado na forma dos §§ 4º e 5º, decorrente da alienação de ativos, deverá ser pago até o último dia útil do mês subsequente ao da percepção dos ganhos.
§ 7º O imposto a que se refere o § 6º deverá ser recolhido ao Tesouro Nacional, por meio de DARF, com utilização do código de receita 6297.·.
39. RESUMO DO PIS/COFINS – DIREITO AO CREDITAMENTO 
Este procedimento complementa e substitui as nossas orientações datadas de 07.05.2005, tendo em vista algumas alterações implementadas pelas orientações constantes na DIPJ-2005 e ADE 2/2005.
39.1- BENS UTILIZADOS COMO INSUMOS ( Conserto, Reposição e Manutenção ):
As despesas com compras de peças ou substituições geram crédito do PIS/COFINS, desde que sejam de máquinas industriais, atendendo o limite de R$ 326,61. Se ultrapassar o valor de R$. 326,61, o mesmo deverá ser objeto de imobilização ou amortizações. As quotas de depreciação ou amortização geram o creditamento do PIS/COFINS, observando a vida útil ou prazo contratual
Fundamento legal: Lei 10.637/2002 , Lei 10.833/2003 e IN-358/2003, art. 66
39.2- DESPESAS DE ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS LOCADOS DE PESSOAS JURÍDICAS.
Dão direito ao creditamento do PIS/COFINS os aluguéis de máquinas e equipamentos utilizados nas atividades da empresa, inclusive atividades administrativas. ( Manual DIPJ 20/05 )
A partir de 1º de agosto/2004 é vedado o desconto de créditos relativos a aluguéis de máquinas e equipamentos que já tenham integrado o patrimônio da empresa, conforme o art. 31 da Lei 10.865/2004.
39.3- DESPESAS COM ALUGUÉIS DE PRÉDIOS LOCADOS DE PESSOAS JURÍDICAS.
Dão direito ao creditamento do PIS/COFINS os aluguéis de imóveis utilizados nas atividades da empresa, inclusive atividades administrativas ( Manual DIPJ 20/05 ) b)
 b) A partir de 1º de agosto/2004 é vedado o desconto de créditos relativos a aluguéis de imóveis que já tenham integrado o patrimônio da empresa, conforme o art. 31 da Lei 10.865/2004.
c) Observação: Também não dá direito ao creditamento do PIS/COFINS a aquisição de bens usados conforme a IN-457/2004, art. 1º - II.
39.4. DESPESAS DE FRETE/ARMAZENAGEM NA OPERAÇÃO DE VENDAS
A partir de fevereiro/2004 é permitido o desconto do crédito sobre armazenagem e fretes na operação de vendas, quando o ônus for por ele suportado, conforme ADE 2/2005 e Manual DIPJ-2005 - 20/07.
39.5- DESPESAS COM ARRENDAMENTO MERCANTIL ( LEASING OPERACIONAL )
	Fundamento Legal Resolução 921/2002 do CFC.
Dão direito ao desconto dos créditos o leasing operacional pagos às pessoas jurídicas. Considera-se leasing operacional, quando o bem é devolvido ao locador, no final do contrato.
O Leasing Financeiro, aquele em que o bem fica com o locador ao final do contrato. Neste caso, deverá ser dado o tratamento de Financiamento de Bens.
Tratamento contábil:
39.5.1.Leasing Operacional:
Quando do leasing em que o bem é devolvido ao locatário no final do contrato, e não prever o pagamento do valor residual, poderá recuperar PIS/COFINS.
D- DESPESAS COM LEASING
D- PIS RECUPERAR S/ LEASING
D-COFINS RECUPERAR S/ LEASING
C- BANCOS............................................
 39.5.2. Leasing Financeiro. ( financiamento de bens através de leasing )
Nesta modalidade de leasing o bem, no final do contrato, ficará com o locatário. No contrato de Leasing figura o pagamento do valor residual nas parcelas de pagamentos mensais.
Exemplo: Leasing de uma máquina industrial no valor de R$ 20.000,00 com pagamento mensal de R$ 1.500,00 por prazo de 24 meses com valor residual de R$ 250,00 incluso na prestação mensalmente pago na prestação.
 Pelo Contrato de Leasing:
D- MAQUINISMOS............................................ 18.150,00 depreciar em 120 meses
D- PIS/COFINS A RECUPERAR....................... 1.850,00 compensar em 48 meses
 D- DESPESAS COM LEASING AMORTIZAR 16.000,00 amortizar em 24 meses
C- LEASING PAGAR…..................…............... 36.000,00 pagar em 24 meses
39.6. CREDITAMENTO PIS/COFINS NAS EDIFICAÇÕES.
 MP 351/2007 transformada em LEI 11.488/2007
 Do Desconto de Créditos de Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS de Edificações
Art. 6o  As pessoas jurídicas poderão optar pelo desconto, no prazo de vinte e quatro meses, dos créditos da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS de que tratam o inciso VII do art. 3o da Lei no 10.637, de 30 de dezembro de 2002, e o inciso VII do art. 3o da Lei no 10.833, de 29 de dezembro de 2003, na hipótese de edificações incorporadas ao ativo imobilizado, adquiridas ou construídas para utilização na produção de bens destinados à venda ou na prestação de serviços.
§ 1o  Os créditos de que trata o caput serão apurados mediante a aplicação, a cada mês, das alíquotas referidas no caput do art. 2o da Lei no 10.637, de 2002, ou do art. 2o da Lei no 10.833, de 2003, conforme o caso, sobre o valor correspondente a um vinte e quatro avos do custo de aquisição ou de construção da edificação.
§ 2o  Para efeito do disposto no § 1o, no custo de aquisição ou construção da edificação não se inclui o valor:
I - de terrenos;
II - de mão-de-obra paga a pessoa física; e 
III - da aquisição de bens ou serviços não sujeitos ao pagamentodas contribuições previstas no caput em decorrência de imunidade, não incidência, suspensão ou alíquota zero da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS.
§ 3o  Para os efeitos do inciso I do § 2o, o valor das edificações deve estar destacado do valor do custo de aquisição do terreno, admitindo-se o destaque baseado em laudo pericial.
§ 4o  Para os efeitos dos incisos II e III do § 2o, os valores dos custos com mão-de-obra e com aquisições de bens ou serviços não sujeitos ao pagamento das contribuições, deverão ser contabilizados em subcontas distintas. 
CONCLUSÃO DA OBRA.
§ 5o  O disposto neste artigo aplica-se somente aos créditos decorrentes de gastos incorridos a partir de 1o de janeiro de 2007, efetuados na aquisição de edificações novas ou na construção de edificações.
§ 6o  Observado o disposto no § 5o, o direito ao desconto de crédito na forma do caput aplicar-se-á a partir da data da conclusão da obra.
39.7- BENS DO ATIVO IMOBILIZADO.
Dão direito ao creditamento do PIS/COFINS sobre as depreciações de máquinas e equipamentos adquiridos e utilizados na produção:
A partir de 30.04.2004 = 1/48, mensais, sobre o valor de aquisição.
A partir de 26.07.2004 = 1/12, mensais, sobre o valor de aquisição de vasilhames de vidros retornáveis, classificados no código 7010.90.21 da Tipi, destinados ao envasamento de refrigerantes e cervejas, classificados nos códigos 22.02 e 22.03 da Tipi.
A partir de 1º de outubro de 2004 = 1/24 , mensais, sobre o valor da aquisição de máquinas e aparelhos, instrumentos e equipamentos, novos, relacionados no Decreto 4.955/2004, Decreto 5.173/2004 e Decreto 5.222/2004, adquiridos e utilizados nos processos industriais. IN-457/2004
A partir de 1º agosto/2004, não geram crédito de PIS/COFINS os encargos de depreciação de bens adquiridos até 30.04.2004
Fundamento legal : Lei 10.833/2003, Lei 11.051/2004 art. 2º .
39.8- AMORTIZAÇÃO DE EDIFICAÇÕES E BENFEITORIAS EM IMÓVEIS.
Dão direito ao creditamento do PIS/COFINS as amortizações de Edificações e Benfeitorias em Imóveis de Terceiros utilizados nas atividades da empresa, inclusive administrativas, aplicando a taxa de amortização em função do número de anos restantes do contrato de aluguel. Manual DIPJ-20/10.
39.9. LEI 12.526/2011 – REINTEGRA
PIS/Cofins - Crédito Acelerado sobre Máquinas e Equipamentos
O artigo 4o ratifica a nova redação do artigo 1o da Lei 11.774/2008, a qual determina que as pessoas jurídicas, nas hipóteses de aquisição no mercado interno ou de importação de máquinas e equipamentos destinados à produção de bens e prestação de serviços, poderão optar pelo desconto acelerado dos créditos do PIS e Cofins, de forma gradativa, partindo de um prazo de 11 meses, para aquisições em agosto/2011, até chegar a apropriação imediata, para aquisições posteriores a julho/2012.
 Créditos sobre ativo imobilizado – Alteração
O art. 4º da Lei nº 12.546/2011 alterou a regra para apropriação dos créditos de PIS/PASEP e COFINS não cumulativos sobre o ativo imobilizado. Pela nova disposição, as pessoas jurídicas, nas hipóteses de aquisição no mercado interno ou de importação de máquinas e equipamentos novos, adquiridos a partir do dia 3 de agosto de 2011, destinados à produção de bens e prestação de serviços, poderão optar pelo desconto dos créditos da seguinte forma:
a) no prazo de 11 (onze) meses, no caso de aquisições ocorridas em agosto de 2011;
b) no prazo de 10 (dez) meses, no caso de aquisições ocorridas em setembro de 2011;
c) no prazo de 9 (nove) meses, no caso de aquisições ocorridas em outubro de 2011;
d) no prazo de 8 (oito) meses, no caso de aquisições ocorridas em novembro de 2011;
e) no prazo de 7 (sete) meses, no caso de aquisições ocorridas em dezembro de 2011;
f) no prazo de 6 (seis) meses, no caso de aquisições ocorridas em janeiro de 2012;
g) no prazo de 5 (cinco) meses, no caso de aquisições ocorridas em fevereiro de 2012;
h) no prazo de 4 (quatro) meses, no caso de aquisições ocorridas em março de 2012;
i) no prazo de 3 (três) meses, no caso de aquisições ocorridas em abril de 2012;
j) no prazo de 2 (dois) meses, no caso de aquisições ocorridas em maio de 2012;
k) no prazo de 1 (um) mês, no caso de aquisições ocorridas em junho de 2012;
l) imediatamente, no caso de aquisições ocorridas a partir de julho de 2012.
Destaca-se que, o regime de desconto de créditos no prazo de 12 (doze) meses continua aplicável aos bens novos adquiridos ou recebidos a partir do mês de maio de 2008 e anteriormente ao dia 3 de agosto de 2011, data da publicação desta Medida Provisória.
 
40- IMPOSTOS PAGOS NA AQUISIÇÃO DE IMOBILIZADO
 
De acordo com o par. 4. do art. 41. da lei nº 8.981/95 (incorporado ao par. 4º do art. 344 do Decreto 3.000/99 - RIR/99) os impostos pagos pela pessoa jurídica na aquisição de bens do Ativo Imobilizado, quando não recuperáveis, poderão, a seu critério, ser registrados como custo de aquisição ou deduzidos como despesa operacional, salvo os pagos na importação de bens, que se acrescerão ao custo de aquisição.
Interpretando essa norma legal, o Fisco (P.N. CST nº 02/79) firmou entendimento de que os impostos pagos na aquisição de bens a que se refere a lei são aqueles dos quais o adquirente seja o contribuinte de direito, isto é, aquele que tem a obrigação de efetuar o seu recolhimento aos cofres públicos.
Tal entendimento exclui da opção de serem deduzidos como despesas os impostos que o adquirente de bens no mercado interno paga juntamente com o preço de aquisição (IPI e ICMS), porque, neste caso, o contribuinte de direito é o vendedor, embora o ônus econômico da tributação seja repassado ao comprador. Segundo a ótica fiscal, não obstante essa repercussão do tributo no preço do bem, o adquirente não paga ICMS e/ou IPI, e, sim, o preço do bem (máquinas, veículos, etc.), constituído este pelo valor global da aquisição.
Neste mesmo sentido, o § 6º do referido artigo 41 da Lei no 8.981/1995, incluído pelo artigo 32 da Lei nº 10.865/2004, também determina que as contribuições sociais incidentes sobre o faturamento ou receita bruta e sobre o valor das importações, pagas pela pessoa jurídica na aquisição de bens destinados ao ativo imobilizado, quando não recuperáveis, também serão acrescidas ao custo de aquisição. 
41- IMOBILIZADOS FABRICADOS NA PRÓPRIA EMPRESA - CUSTO DE AQUISIÇÃO – PN CST 31/74 e DECRETO 332/91 , art. 11 a 13
  
O custo de aquisição a ser considerado no caso de bem do Ativo Imobilizado fabricado pela própria pessoa jurídica corresponde ao "custo de produção" composto pelos seguintes valores: 
a) custo dos materiais empregados; 
b) custo da mão-de-obra utilizada e respectivos encargos sociais; e 
c) demais custos, diretos e indiretos, relacionados com a produção do bem. 
Desse modo, tratando-se de empresa industrial, se o bem a ser fabricado fizer parte da linha de produção, seu custo corresponderá àquele apurado para os produtos da mesma linha, acrescido, porém, do IPI incidente sobre os materiais consumidos. 
Se, por outro lado, o bem fabricado não integrar a linha normal de produção da empresa, o custo deve ser apurado com base nos componentes citados nas letras "a" a "c". Neste caso, é conveniente elaborar e manter arquivada planilha de custo, para eventual comprovação do valor imobilizado. 
Mesmo nesta segunda hipótese, deve ser acrescido ao custo do bem o valor correspondente ao IPI incidente sobre materiais em relação aos quais, por ocasião da aquisição, tenha havido o crédito na escrita fiscal porque destinados, em princípio, à fabricação dos produtos que a empresa comercializa. PN CST 31/74 
42 - IMÓVEL CEDIDO GRATUITAMENTE AOS SÓCIOS E DIRETORES 
 
São indedutíveis as quotas de depreciação relativas a imóveis cedidos gratuitamente, para fins residenciais, a sócios, diretores, administradores ou empregados, salvo em relação a estabelecimentos que, pela sua localização, não tenham condições de operar sem que a empresa proporcione habitação às referidas pessoas. As filiais ou sucursais de empresas domiciliadasno exterior somente poderão fazer uso dessa excepcionalidade com respeito aos imóveis cedidos exclusivamente a seus próprios empregados ou administradores, inadmissíveis a dedução de quotas de depreciação relativas a imóveis utilizados para residência ou alojamento de dirigentes ou empregados da matriz ou de outras filiais ou sucursais da mesma empresa, localizadas no exterior.
(Art. 307, parágrafo único, inciso II, do RIR/99 e PN CST 126/75). 
43- VEÍCULOS CEDIDOS AOS EMPREGADOS 
 
Se o empregador concede um veículo ao empregado para uso exclusivamente durante o trabalho e, ao final do expediente o automóvel é devolvido à empresa, não há reflexos no salário do empregado. O veículo, neste caso, será considerado um instrumento para prestação do serviço e esta situação deve constar no contrato de trabalho. Por outro lado, se o empregado utiliza o carro também para sua locomoção em lazer, este beneficio integra o salário do empregado e o seu valor arbitrado será incluído na remuneração para todos os efeitos legais, inclusive para a incidência de INSS e FGTS (Arts. 457 e 458 da CLT)
44- MODELOS 
44.1. TERMO DE RESPONSABILIDADE
Na qualidade de responsável, comprometo-me pela guarda dos bens relacionados abaixo, que rubricado pelas partes, faz parte integrante e inseparável deste termo, obrigando-me a responder pela posse, sujeitando-me a responder pecuniariamente, perante a empresa ( nome da empresa ), inscrita no CNPJ 00.000.000/001-00, com sede na Rua..................., cidade de ............. em caso de extravio ou semelhante, quebra por mal uso, pelo valor do custo de aquisição integral ou parcial conforme parâmetro abaixo descrito.
Comprometo-me a zelar pela sua conservação, bem como, informar ao Departamento Pessoal ou ao Departamento do Patrimônio, bem como as autoridades policiais competentes, em caso sinistro, de roubo, perda , transferência para outro setor ou pessoa.
Declaro que conferi os bens da relacionados, abaixo, e que os mesmos encontram-se em perfeitas condições de uso, salvo observações.
	 / /
	
	Data:
	Local:
	Assinatura do Funcionário
	
	Nome Extenso:
	
	Centro de Custo/Depto.
	
	Valor do Aparelho:
	
	Responsável pelo Setor:
	
	Observação ( Observar eventuais avarias ou condições do aparelho):
	DESCRIÇÃO DO BEM
	VALORES REFERENCIA PARA REEMBOLSO:
1. Com uso de até 3 meses: 80% do Valor da Nota Fiscal .
2. Com uso de até 6 meses : 50% do valor da Nota Fiscal
3. Com uso de até 1 ano: 10% do valor da Nota Fiscal
Obs.: O mau uso do aparelho ou equipamento será comprovado por laudo técnico ou declaração fornecida por empresa de manutenção ou conserto do aparelho ou equipamento. 
 O reembolso deverá ser efetuado dentro de 30 dias a contar da data da notificação, podendo ser levado ao desconto em Folha de Pagamento, sob notificação da empresa.
44.2. CONTRATO DE COMODATO 
             Por este instrumento particular de CONTRATO DE COMODATO, que entre si fazem e assinam de um lado como COMODANTE ( nome da empresa devidamente identificada ) e do outro lado ora em diante denominado como COMODATÁRIA ( nome do funcionário devidamente identificado, tem justo e acordado o seguinte:
 
Cláusula 1ª - Do Objeto
O COMODANTE é proprietário do bem ( discriminar o bem e o documento de aquisição como a NF e todos os dados.
 
Cláusula 2ª - Das Condições de Uso 
O COMODANTE cede ao COMODATÁRIO o bem acima descrito, pelo prazo de 02 (dois) anos, contados da data da assinatura do presente, para o fim específico de ser utilizado nas atividades profissionais como funcionário.
O COMODATÁRIO obriga-se a não ceder o bem a quem quer que seja, nem a qualquer título, ainda que para outros parentes, sob pena de ser responsabilizado pelo descumprimento do presente contrato.
O COMODATARIO obriga-se a conservar o bem emprestado, realizando os reparos necessários a sua conservação, os quais ficarão incorporados ao bem e sobre o qual não terá direito a qualquer indenização, a fim de, no término do contrato ser devolvido em perfeita condições de uso.
Cláusula 3ª.- Disposições Especiais
O presente instrumento é regido pelo artigos 579 e seguintes do Código Civil, Lei 10.406/2002 os quais aplicam-se supletivamente ao mesmo
As partes se comprometem, por si, seus herdeiros ou sucessores a respeitar integralmente os termos deste contrato.
Para dirimir dúvidas ou questões que por ventura possam decorrer deste , elegem o foro da Comarca de .......................
E, por estarem assim justos e contratados, assinam o presente em duas vias , perante duas testemunhas.
Local e data
Comodante:
Comodatário:
Testemunha 1: 
CPF e RG
Testemunha 2 
CPF e RG
ATENÇÃO
Tratando-se de bens móveis constar no contrato a descrição do equipamento, marca, modelo, etc. e o número da nota fiscal, valor total da nota fiscal e eventual nota fiscal de remessa.
Pode e deve constar no contrato algo mais particular ou de interesse das partes para evitar futuros contratempos.
Bem cedido em comodato aos funcionários
Ao final do prazo de comodato, a empresa poderá doar ao funcionário o bem em seu poder e para tanto deverá emitir o Instrumento de Doação cujo modelo segue abaixo:
44.3. INSTRUMENTO DE DOAÇÃO
    Pelo presente instrumento particular de DOAÇÃO, de um lado,_ (nome da empresa), (identificar), e, de outro lado, nome da pessoa, (nacionalidade, estado civil, profissão, RG, CPF, endereço), ficou justo e contratado o seguinte: 
  
CLÁUSULA 1ª - O primeiro dos acima qualificados, de ora em diante denominado simplesmente DOADOR, declara e confessa que é legítimo possuidor de (identificar o bem marca modelo número da nota fiscal, valor etc.).
 
CLÁUSULA 2ª - Por livre e espontânea vontade do DOADOR, sem coação ou influência de quem quer que seja, faz DOAÇÃO, inter vivos, ao segundo dos acima qualificados, de ora em diante denominado DONATÁRIO, gratuitamente, sem condições ou encargo de qualquer natureza, do bem acima caracterizado, dando o valor de R$__, (por extenso), transferindo desde já e irrevogavelmente ao DONATÁRIO toda posse, jus, ação, domínio que exercia sobre o referido bem. 
 
CLÁUSULA 3ª - O DONATÁRIO declara que aceita esta doação na forma estipulada, para que lhe fique pertencendo o bem doado pelo DOADOR, sem qualquer condição. 
 
    Para firmeza e como prova de assim justos e contratados estarem, assinam o presente instrumento particular de DOAÇAO, em duas vias de igual teor, na presença de testemunhas que a tudo assistiram e conhecimento tiveram.
 
Local e data.
 
DOADOR___________
 DONATARIO _______
TESTEMUNHAS 
 
 
CURSO DE
ORGANIZAÇÃO E
CONTROLE DO
ATIVO IMOBILIZADO
EXERCÍCIO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ATIVO
IMOBIILIZADO
EXERCÍCIO 01
Determinar as taxas de depreciações dos bens abaixo:
 a) Terrenos.............................................
 b) Edifícios , casas , sobrados e apto......
 c) Moveis e Utensílios............................
 d) Maquinismos.....................................
 e) Veículos de Passeios..........................
 f) Veículos de Cargas.............................
 g) Computadores e Periféricos...............
 h) Semoventes.......................................
Solução - 01
	
	Contas
	Em Anos
	Em Meses
	% anual
	a)
	Terrenos
	 
	
	
	b) 
	Edifícios, Casas, Sobrados,
	
	
	
	c)
	Moveis e Utensílios
	
	
	
	d)
	Maquinismos
	
	
	
	e)
	Veículos de Passeios
	
	
	
	f)
	Veículos de Cargas
	
	
	
	g)
	Computadores/Periféricos
	
	
	
	h)
	Semoventes.
	
	
	
EXERCÍCIO -02
 Determinar o período de amortização de uma benfeitoria feita no conjunto comercial ,
 alugado por prazo de 5 anos, imóvel este pertencente ao sócio da empresa.
Solução-
De acordo com o PN-CST nr. 869/71e 210/73, 
EXERCÍCIO -03
 Com base nos dados contábeis abaixo, determinar a vida residual em anos, meses e dias.
 Conta: Móveis e Utensílios...................................... 4.357,25
 Conta: Depreciação Acumulada de M. Utensílios..... 1.722,13
Solução-
 Moveis e Utensílios...................... 
 Depreciação Acumulada................ ._________
 Valor Residual ou Custo.............. 
 
 120 meses (x) 
 Portanto: .
OUTRO EXEMPLO DADO EM AULA
EXERCÍCIO -04
 Com base nos dados contábeis abaixo, determinar o tempo depreciado em anos, meses e dias:
 Conta: Depreciação Acumulada Veículos................. .. 6.289,40
 Valor Residual................................................... 2.655,73
Solução-
 Veículos.....................,..... 
 Depreciação Acumulada... 
 Valor Contábil/Vr. Resid. 
 60 meses (x) 
 Portanto: 
 
EXERCÍCIO -05
 Venda de uma máquina industrial em 30.06.2007 pelo valor de $. 416.500,00, máquina esta adquirida em 10.09.03 pelo valor de $. 843.335,00, com ICMS de 18% . 
Contabilizar venda, baixa, depreciação. LC 87/96 e 102/2000 ( CIAP )
Pela Compra:
D- MAQUINISMOS............................. 691.534,70 depreciar 120 meses
D- ICMS A RECUPERAR S/ IMOB.. 151.800,30 compensar em 48 meses
C- BANCOS/FORNECEDOR............. 843.335,00 pagar conf. Prazo.
Solução- 05
Valor da Venda: 
Meses depreciados = 
Imobilizado :
691.534,70
Estorno ICMS = 
Cálculo do Valor Residual/ Custo da Venda: 
 
Valor contábil do imobilizado....................... 
Estorno do ICMS de ..................................... +
Depreciação Acumulada............................... –
Valor Residual.............................................. 
Cálculo do Lucro ou Prejuízo na Venda.
Valor da Venda............................................ 
(-) Custo Venda Imobilizado....................... 
(=) Prejuízo na Venda Imobilizado............ 
LANÇAMENTO CONTÁBIL DA BAIXA PELA VENDA.
	D- CUSTO VENDA IMOBILIZADO................. 
	D- DEPRECIAÇÃO ACUMULADA.................. 
	C- ICMS A RECUPERAR S/ IMOBILIZADO. 
	C- MAQUINISMOS............................................. 
EXERCÍCIO -06
 Um veículo vendido em 31.10.2011 pelo valor de $. 14.200,00, veículo esse adquirido em 10.04.2010 pelo valor de $.12.320,00. Determinar o valor do lucro ou prejuízo. Destaque ICMS de 18% e L.C 102/2000 ( Empresa Comercial)
Solução-06
Valor imobilizado......... = 
Tempo Depreciado........ = 
Depreciação Acumulada = 
Estorno ICMS ................=
Portanto: Valor original de compra.......... 
 ICMS estorno de ..................... 
 Depreciação Acumulada.......... __________ .
 (=) Custo das Vendas............... 
Valor da Venda................................. 
(-) Custo da Venda............................ 
(=) Lucro na Venda Imobilizado...... 
EXERCÍCIO -07
 Uma máquina industrial adquirida em 15.01.2000 possui um valor contábil devidamente corrigido em 31.12.2010 de R$. 14.116,45 e foi vendido em 10.04.2011 pelo valor de R$. 5.700,00. Determinar o valor do lucro ou prejuízo.
Solução-
A máquina em 31.12. 
Portanto, o valor
EXERCÍCIO -08
 Um veículo adquirido em setembro/08 pelo valor de $. 18.640,00 , o presidente da empresa, por estar o veículo muito bem conservado , quer ter 20 % de lucro líquido com base nos dados contábeis .Determinar o preço de venda em 20.06.2011 . ICMS de 18%. E LC 102/2000 (Empresa Comercial)
Solução-
Depreciação Acumulada = 
Valor imobilizado......... = 
Depreciação Acumulada = 
Estorno ICMS .= 
Portanto: Valor original de compra........ 
 ICMS estorno de .................... 
 Depreciação Acumulada.......... ___________ .
 (=) Custo da Venda.................. 
Valor contábil.............................. 
Valor da Venda com 20% de lucro = 
Prova : 
EXERCÍCIO -09
 Reportando ao exercício anterior contabilizar:
 a) Venda a vista do veículo.
 b) Despesas de Depreciação 
 c) Baixa do veículo pela venda.
 d) Demonstrativo de ganho ou perda.
Solução- 09
a) da venda:
 D- Bancos ............................ 
 C- Venda de Imobilizado...... 
b) Despesas de Depreciação
Despesas com Depreciação..
D- PIS a Recuperar s/ Depreciação 
D- Cofins a Recuperar............... 
 C- Depreciação Acumulada...... 
c) pela Baixa do Veículo:
 D- Custo da Venda Imobilizado.... 
 D- Depreciação Acumulada.......... 
 C- ICMS a Recuperar.................... 
 C- Veículos.................................... 
d) Demonstrativo de Ganho: Correto Errado 
Valor da Venda.............................. 
(=) Vendas Líquidas...................... 
(-) Custo das Vendas Imobilizado.. 
(=) Lucro na Venda....................... 
EXERCICIO 10
Para uma compra de moletom na fábrica no valor de R$. 40,00, deseja-se obter um lucro de 20% após todos os tributos. Calcular o valor da venda. Valor médio do moletom nas lojas 80,00
cálculos
	Custo de compra do moletom
	51,35%
	40,00
	MAIS
	
	
	ICMS de 18%
	18%
	
	PIS/COFINS 3,65%
	3,65%
	
	Comissão para o Vendedor 5%
	5%
	
	Despesas Fixas 2%
	2%
	
	Lucro Desejado 20%
	20%
	
	Valor da Venda
	100%
	77,89
Calculo do Valor da Venda 40,00 / 0,5135 = 77,89
EXERCÍCIO -11
 Compra de um veiculo Palio, pelo consorcio, em 12 prestações de $. 1.500,00 reajustável conf. aumento da tabela de veículo, dado pelo fabricante de :
 Na 7a. prestação : aumento de 6 % e sorteio do carro pelo valor de $. 18.100,00. ICMS 18% ( Empresa comercial )
Na 10a. prestação aumento de 4,5 %.
Contabilizar todas as fases.
Solução- 
Consorcio:
I- Pelo pagamento das prestações: 
 D- Consorcio Em Andamento
 C- Bancos......................... 
II- Pelo pagamento da 7a. prestação com aumento de 6%:
 1.500,00 (x) 
 D- Consorcio Em Andamento 
 C- Bancos....................... 
III- Recebimento do Veículo conf. Nota Fiscal nr. 11.196 no valor de 
 R$. 18.100,00, com ICMS de 18%.
 a) Contabilização do Veículo:
 D- Veículo......................
 D- ICMS a Recuperar.... 
 C- Consorcio a Pagar
 
 b- Transferência da conta de Consorcio em Andamento para conta Consorcio a Pagar:
 D- Consorcio a Pagar 
 C- Consorcio em Andamento 
 Portanto:
 Valor do Veículo/Fornecedor...... 
 (-) Quotas Pagas......................... 
 (=) Saldo a Pagar........................ 
 c- Cálculo da Variação Monetária Passiva:
 5 prestações a vencer de 
 (-) Saldo contábil a Pagar ............. = 
 (=) Variação Monetária Passiva.... = 
 D- Desp. Variação Monetária Passiva 
 C- Consorcio a Pagar.......................
 
 d) Pagamento da 8ª e 9ª prestação
		D- Consorcio a Pagar..................
 C- Bancos....................................
IV- Aumento da prestação após o recebimento do veículo de 4,5%, a partir da 10a. prestação.
 Cálculo da nova Variação Monetária Passiva.
 3 parcelas restantes (x) 1.590,00 = 4.770,00 (x) 1,045 = 
 (-) O saldo da Conta de Fornecedor nesta data................ = 
 (=) Valorda Variação Monetária Passiva......................... = 
 D- Variação monetária Passiva............................. 
 C- Consorcio a Pagar........................................... 
V- Pelo Pagamento da 10a. prestação:
 4.984,65 (:) 
 D- Consorcio a Pagar.............................. 
 C- Bancos............................................... 
VI – Pelo pagamento da 11ª e 12ª prestação
	D- Consorcio a Pagar.....................................
	C- Bancos.......................................................
EXERCÍCIO -13
 Compra de um veículo em 28.06.11, marca Monza SLE. , Placa HTF- 4096, Ano 2009, pelo valor de $. 22.300,00, pago com cheque. Contabilizar a compra e a depreciação do mês, sem ICMS.
Solução-
a) Lançamento da Compra.
 D- Veículos....................... 
 C- Banco.......................... 
b) Cálculo da Vida útil:
 1- 50% de vida útil por ser veículo usado: 
 2- Dois anos e meio : 
c) Depreciar pela vida restante maior ou seja, 
D- Despesas com Depreciação...............
C- Depreciação Acumulada...................
Obs.: a partir de agosto/2004 não poderá creditar-se do PIS/COFINS de imobilizado adquiridos antes de maio/2004. A partir de maio/2004 poderá creditar-se do PIS/COFINS somente dos imobilizados utilizados na produção de bens ou serviços.
OBSERVAÇÃO:
A partir de 2004 a Contabilidade deverá manter nos seus registros contábeis os imobilizados segregados por:
Imobilizados adquiridos até 30.04.2004
Imobilizados adquiridos após 30.04.2004 creditamento PIS/COFINS em 48 meses.
Imobilizados com Creditamento do PIS/COFINS em 24 meses
Imobilizados com creditamento do PIS/COFINS em 12 meses
Imobilizados com tributação de CSLL adquiridos a partir de outubro/2004 a dezembro/2006. ( tributação bulímica) 
EXERCÍCIO -14
 Financiamento de uma máquina industrial no valor de $. 43.650,00 a ser liquidado em 12 prestações mensais e iguais de $ 4.870,00. Contabilizar este financiamento, sem ICMS.
Solução-
 D- Máquina Industrial .......................... 
 D- PIS/COFINS a Recuperar............... 
 D- Desp. 
 C- Financiamento Bancário................... 
PIS/COFINS= Não pode creditar , nas despesas com empréstimos e financiamentos.
PIS/COFINS= Amortização desp. Financeira dá direito créd. PIS/COFINS, até abril/2004. O PIS fica revogada o crédito a partir de 01.08.2004.
EXERCÍCIO –15
 Alienação de um imóvel ( terreno ) no valor constante de registros contábeis de $. 36.400,00 e mais a torna recebida em cheque no valor de $. 3.600,00, por um outro imóvel, de terceiros, conf. Escritura de Permuta com Torna. O que pagou a Torna, possui o valor contábil do imóvel de $. 32.120,00.
Solução-
FUNDAMENTO LEGAL DEC 3.000/99 ART. 121. RIR/99 E IN 107/88
a) Pela empresa recebedora da torna :
 . Cálculo do custo da “torna” de $. :
 . 3.600,00 . = ou 
 
 9 % (x) = ( Custo da Torna)
 
 Valor da Torna.................................. 
 (-) Custo da Torna............................ .
 (=) Ganho........................................ 
 
 Lançamento da Baixa e recebimento de outro imóvel:
 D- Imóvel ( novo )......................... 
 C- Imóvel ( dado em permuta )...... 
 Lançamento do recebimento da torna:
 D- Banco..................................... 
 C- Receita de Torna................... 
 Lançamento do Custo da Torna:
 D- Custo da Torna...................... 
 C- Imóvel ( novo )..................... 
b) Pela empresa pagadora da Torna:
 . Pela Baixa e Recebimento de outro imóvel.
 D- Imóvel ( novo ).......................... 
 C- Imóvel ( dado por permuta)....... 
 . Pelo pagamento da “torna”:
 D- Imóvel ( novo )......................... 
 C- Bancos...................................... 
EXERCÍCIO-16
 Aquisição de uma Prensa Schuller industrial no valor de $. 648.720,00 com produção diária em 2 turnos consecutivos. Calcular o valor da despesa de depreciação e a respectiva contabilização em 30.07.11. Data da compra 14.11.2004
 
Solução- 16
Vida Útil : meses normal
Vida Acelerada = 
Vida útil Acelerada = 
Valor da Depreciação mensal = 
Vida Depreciada 2004 = 
 2005 à 2010 = 
 2011 = 
Total de meses....... = meses
A depreciação .
EXERCÍCIO-17
Leasing de um veículo no valor mensal de $. 1.325,00 sem amortização do valor residual . Contabilizar o pagamento do leasing.
Solução-
Lançamento :
D- Despesas com Leasing .............
D- Pis Recuperar s/ Leasing............
D- Cofins a recuperar s/ Leasing..... 
C- Bancos.......................... ............ 
EXERCICIO EXTRA-18
Leasing de uma maquina no valor mensal de R$ 5.494,00 por prazo de 12 meses com valor residual inclusa na prestação de R$ 494,00. Contabilizar o pagamento mensal.
Solução
D- Despesas com Leasing..................... 4.537,50
D- PIS/Cofins sobre Leasing................ 462,50
D- Leasing em Andamento.................. 494,00
C- Bancos............................................... 5.494,00
Prazo de Depreciação.
a) Depreciação normal de imobilizado usado: 
b) Vida Restante do Bem : 
Neste caso a máquina deverá ser depreciada em 
R$ 5.928,00 / 108 = R$ 
EXERCÍCIO-19
Compra de um terreno no valor de $. 35.000,00, dando como pagamento de 2 veículos Vectra 2.0 :
 Dados contábeis.
 Valor do veículo a : ........................... 25.120,00
 Depreciação Acumulada.................... 12.746,00
 Valor do veículo b:........................... 28.500,00
 Valor da Depreciação Acumulada..... 13.800,00
Solução-
Cálculos dos valores residuais:
Veículo “A”............................... 
Depreciação Acumulada............. 
(=) Valor residual...................... 
Veículo “B”................................ 
Depreciação Acumulada............. 
(=) Valor Residual...................... 
Custos totais dos veículos dado em pagamento: .
Lançamento contábil da compra do terreno:
D- Terreno.......................................... 
D- Depreciação Acumulada Veículos.. 
C- Veículos......................................... 
C- Ganho na Alienação de Imobilizado 
Prejuízo= resultado negativo na operação de compra e venda.
Perda = diminuição patrimonial em decorrência de um sinistro ou fato natural.
Lucro = Resultado positivo na operação de compra e venda.
Ganho= aumento patrimonial sem ser decorrente de compra .
EXERCÍCIO-20
Uma Máquina industrial possui os seguintes dados contábeis:
 a) Valor da conta Maquinismo.......................... 72.450,00
 b) Depreciação Acumulada - Maquinismo....... 68.480,00
 De acordo com o Laudo de Reavaliação expedido nesta data o valor é de $ 50.000,00 e a nova vida útil estimada é de 7,5 anos.
 
A PARTIR DE 2008:
A LEI DA REAVALIAÇÃO NÃO FOI EXTINTA, E SIM VEDADA A SUA CONTABILIZAÇÃO.
A REVALIAÇÃO DE BENS TEM VALOR LEGAL, PORÉM NÃO TEM EFEITO CONTABIL DE ACORDO COM A LEI 11.638/2007, POR ENQUANTO.
O SALDO DA CONTA DE RESERVA DE REAVALIAÇÃO, CONFORME A LEI 11.638/2007, PODE SER ESTORNADO 
OU MANTIDA A SUA REALIZAÇÃO CONFORME A LEGISLAÇÃO ANTERIOR.
 .
QUANDO FAZER A REAVALIAÇÃO:
 Reavaliação é a atualização do bem ao valor venal de mercado.
Numa concorrência publica, que exige um patrimônio liquido maior.
Dação em Pagamento de débitos tributários ou previdenciários.
Cisão, fusão,incorporação.
Nova capitalização em empresa como novo sócio.
Partilha de inventário.
Adiantamento a legítima.
A Reavaliação não tem valor contábil, conf. Lei 11.638/2007.
DEPRECIAÇÃO ACELERADA INCENTIVADA ( INCENTIVO FISCAL )
Normalmente este beneficio é para incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias de ponta.
A Depreciação Acelerada Incentivada é duas vezes a taxa de depreciação normal, sem prejuízo da normal, não podendo o seu somatório ultrapassar 100%.
Exemplo de uma maquina industrial.
Depreciação normal na contabilidade:
Normal = 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 = 100% na contábil.
Incentivada = 20 20 20 = No Lucro Real
EXERCÍCIO-21
 Uma determinada empresa para o reforço do seu capital circulante resolveu fazer lease-back de uma máquina industrial constante do seu Ativo Imobilizado, devidamente corrigido, como segue:
 a) Valor da conta maquinismo....................... 128.640,00
 b) valor da Depreciação Acumulada.............. 73.324,00
 c) O Leasi-Back será feito por um prazo de 18 meses, com valor mensal de $.5.249,00 , com amortização do valor residual mensal, inclusa, de $, 494,00. A máquina industrial foi avaliada pela empresa de Leasing em $. 60.000,00.
 Solução- conf. Resolução 921/2002 do CFC.
Cálculo do Valor Residual:
Maquinismo........................................... 
Depreciação Acumulada......................... 
Valor Residual...................................... 
Lançamentos contábeis:
a) Pela venda da máquina à empresa de leasing:
 D- Banco............................................. 
 C- Venda de Imobilizado..................... 
b) Pela baixa de imobilizado:
 D- Custo da Venda Imobilizado........... 
 D- Depreciação Acumulada................. 
 C- Maquinismos................................... 
c) Pelo contrato do lease-back:
 D- Maquinismo....................................... 
 D- Desp. Com Leasi-Back Amortizar....
 C- Leasing a Pagar.................................. 
EXERCÍCIO 22
Baixa numa empresa prestadora de serviços de um veículo em 26.08.2011, sinistrado com perda total e com recebimento de indenização da seguradora no valor de R$. 15.000,00. 
Dados do veículo:
Valor da aquisição R$. 18.350,00 em 15.01.2010, com ICMS de 12%.
Solução :
Vida útil : meses
Valor do Veículo.......................................... 
(-) Depreciação Acumulada meses....... 
(=) Valor Residual ou custo......................... 
Apuração do Lucro ou prejuízo.:
	Valor da Indenização..................... 
	(-) Custo Contábil.......................... 
	Ganho no Sinistro.......................... 
LANÇAMENTOS CONTÁBEIS
PELO RECEBIMENTO DO SEGURO
D- BANCO.................................................. 15.000,00
	C- RECEITA SINISTRO DE VEICULO 15.000,00
BAIXA PELO SINISTRO:
D- CUSTO DO SINISTRO........................ 12.233,33
D- DEPRECIAÇÃO ACUMULADA....... 6.116,67
C- VEICULO.............................................. 18.350,00
EXERCÍCIO 23:
SERVIÇO DE MANUTENÇÃO EM UMA MÁQUINA INDUSTRIAL NO VALOR DE R$ 3.500,00.
DADOS DO MAQUINISMO
VALOR ORIGINAL DA COMPRA................................ 18.000,00
DEPRECIAÇÃO ACUMULADA..................................... 18.000,00
OBS: EXPECTATIVA DE USO PARA 2 ANOS.
LANÇAMENTO CONTÁBIL:
DESPESAS COM MANUTENÇÃO A AMORTIZAR..... 3.500,00
FORNECEDOR/BANCOS................................................... 3.500,00
PELA AMORTIZAÇÃO MENSAL 1/24
VALOR DA AMORTIZAÇÃO MENSAL : 145,83
D- DESPESAS COM MANUTENÇÃO.................... .......... 145,83
C- DESPESAS COM MANUTENÇÃO AMORTIZAR..... 145,83
EXERCICIO -24
UMA DETERMINA MAQUINA INDUSTRIAL POSSUI SEGUINTES DADOS CONTÁBEIS:
VALOR ORIGINAL DE IMOBILIZAÇÃO = 23.742,54 E JÁ DEPRECIADO 42%.
A EMPRESA FEZ UMA REFORMA COM GASTO TOTAL DE r$ 8.540,00. CALCULAR A QUOTA DE DEPRECIAÇÃO ANTES DA REFORMA E DEPOIS DA REFORMA.
SOLUÇÃO
VALOR DA MAQUINA................................... 23.742,54
(-) DEPRECIAÇÃO ACUMULADA............... 9.971,87 ( 23.742,54 x 42%)
(=) VALOR RESIDUAL................................... 13.770,67
TEMPO DEPRECIADO ..... 120 MESES x 42% = 50,4º meses = 2 meses 12 dias = 50 meses
TEMPO RESTANTE A DEPRECIAR........................................................................... =70 meses
GASTO DA REFORMA
8.540,00 = 42%............................... 3.586,80 agregar ao imobilizado
8.540,00 = 58%............................... 4.953,20 despesa manutenção.
TOTAL.. 100% 8.540,00
LANÇAMENTO CONTABIL
	D- MAQUINISMOS.................................... 3.586,80
	D- DESPESAS COM MANUTENÇÃO.... 4.953,20
	C- BANCOS/FORNCEDOR....................... 8.540,00
VALOR RESIDUAL DO BEM APÓS A MANUTENÇÃO
	VALOR RESIDUAL ANTES...................... 13.770,67
	(+) REFORMA 42% .................................... 3.586,80
	(=) TOTAL.................................................... 17.357,47
QUOTA DEPRECIAÇÃO ANTES DA REFORMA = 23.742,54 / 120 meses = R$ 197,85
QUOTA DEPRECIAÇÃO APÓS REFORMA = 17.357,47 / 70 meses = R$ 247,96
EXERCICIO - 25
DOAÇÃO DE UM IMOBILIZADO CONF. DADOS CONTÁBEIS
IMOBILIZADO.................... 25.000,00
DEPRECIAÇAO ACUMUL 20.000,00
VALOR RESIDUAL............. 5.000,00
D-DOAÇÃO DEDUTÍVEL ( ou indedutível ) 5.000,00
D- DEPRECIAÇÃO ACUMULADA............. 20.000,00
C- IMOBILZADO............................................ 25.000,00
Obs.: Quando a doação for de bens móveis, é necessário o TERMO DE DOAÇÃO ou emissão de NF de Doação. Quando a doação referir-se a imóveis é obrigatório a ESCRITURA DE DOAÇÃO, devidamente averbada no Cartório de Registro de Imóveis da Comarca.
DESPESAS ACESSÓRIAS QUANDO DA COMPRA DE IMOBILIZADO.
QUANDO AS DESPESAS SOBRE COMPRAS FOR NECESSÁRIO E CONDIÇÃO VICULADA E INDISSOCIÁVEL A COMPRA , DEVE O MESMO SER INTEGRANTE DO BEM.
QUANDO O GASTO FOR DE LIVRE ESCOLHA , DEVE SER LANÇADO COMO DESPESA.
TEORIA DAS CONTAS
BENS QUE COMPÕEM O ATIVO IMOBILIZADO:
Objetivos:
Este evento tem por objetivo definir e implantar o procedimentos e definições quando um bem deve ser registrado como IMOBILIZADO ou como DESPESA.
Muitas confusões se fazem pelo desconhecimento dos conceitos utilizados pelo FISCO e pelo Conselho Federal de Contabilidade que são os mesmo.
Assim, o Ativo Imobilizado de uma empresa representa os bens adquiridos que são necessários na sua atividade, na área da produção ou na administração, ou usados na sua atividade embora não seja necessário.
Exemplo: Compra de uma geladeira, embora não seja necessário na atividade da EMPRESA mas é usada pelos funcionários da mesma.
BENS TANGÍVEIS
Os bens podem ser tangíveis ou intangíveis.
Tangíveis= que tem forma, peso, ou seja, ocupa espaço.
* TERRENOS
Compõem esse grupo qualquer imóvel de terra nua independentemente do tamanho, tais como lote, gleba, fazenda, chácara, sítio, etc. Terreno não sofre depreciação.
* EDIFÍCIOS
Compõem esse grupo qualquer imóvel edificado independentemente do tamanho, tais como casa, apartamento, sala, edifício e congêneres, sofrendo depreciação no mínimo durante 25 anos.
* VEÍCULOS
Compõem esse grupo qualquer veículo automotores, independentemente do tamanho, marca ou modelo tais automóvel de passeio ou de carga: automóvel de passeio, caminhão de carga, vans, ônibus, barcos, bicicletas, motocicletas, carroças, charretes, aeronave, chat, chalana, trens e congêneres, sofrendo depreciação no mínimo durante 5 a 25 anos.
* MÓVEIS E UTENSÍLIOS
Compõe esse grupo qualquer móvel de uso na administração, independentemente de setor,departamento, diretoria, filiais, depósitos, fábrica, etc. tais como mesa, cadeira, aparelho de ar condicionado, geladeira domestica, armário, arquivo de aço, arquivos desmontáveis ou modulados e congêneres, sofrendo depreciação no mínimo durante 10. Anos, salvo de valores inferiores a R$ 327,00 que será considerados como despesa.
* MÁQUINISMOS 
Compõe esse grupo qualquer maquinismo, normalmente utilizados na produção, tais como máquinas industriais em geral e máquinas usadas em engenharia, tais maquina de terraplanagem, compactadora, empilhadeiras, escavadeira, e congêneres, sofrendo depreciação no mínimo durante 5 a 10 anos.
Também devem ser incluídas neste grupo as máquinas copiadoras, e outras usadas na administração, ou ainda de uso na agropecuária.
EQUIPAMENTOS e FERRAMENTAS
Compõem esse grupo qualquer equipamentos manuais ou automatizados, independentemente do tamanho, tais como furadeiras manuais, serras manuais, densímetros, paquímetros, equipamento de mediação de temperaturas, de proteção pessoal, e congêneres, sofrendo depreciação no mínimo durante 5 a 10 anos, salvo de valores inferiores a R$ 327,00 ou de vida útil inferior a 1 anos, os quais deverão ser registrados como despesa.
Nesta rubrica, entram os equipamentos de copa e cozinha, tais como panelas, cafeteiras, garrafas térmicas, pratos, talheres, etc.
 
* INSTALAÇÕES
Instalação de qualquer equipamento, visa melhoria de qualidade e quantidade ou de produção.
Por exemplo: instalação de Ar Condicionado Central, Instalação de Antenas Parabólicas ou de Para-raios, Instalação de Sons, Instalação de Proteção e Segurança Patrimonial ou Pessoal, instalação de equipamento de refrigeração, etc.
Assim, compõem esse grupo qualquer instalações de equipamentos, independentemente do tamanho, desde que tenha tal finalidade acima exposto, sofrendo depreciação no mínimo durante 5 a 10 anos, salvo de valores inferiores a R$ 327,00 que serão registrados como despesa.
* COMPUTADORES – PERIFÉRICOS E EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA
Compõem esse grupo quaisquer computadores fixos ou manuais independentemente do tamanho, tais como computador de grande porte, micro computadores, notebook, CPU, Impressora, descarbonadoras, e congênere, sofrendo depreciação no mínimo durante cinco anos.
* IMOBILIZADOS EM CONSTRUÇÃO.
Entende-se como imobilizados em construção, todas os equipamentos, maquinismos, moveis e utensílios produzidos na própria empresa, com finalidade de uso na sua atividade, inclusive prédios.
Por exemplo, a empresa pode fabricar suas próprias máquinas, equipamentos, ferramentas, construções de edifícios etc., a serem usadas na sua atividade e sem objetivo de manter em estoque para posterior venda.
Nestes casos, todas as compra de s insumos, inclusive o pagamento mão de obra própria ou de terceiros devem ser alocados nessa fabricação para posterior custeio do imobilizado, quando concluído.
Neste procedimento incluem-se, ainda, os abaixo relacionados:
* Importação em Andamento de Imobilizado
* Obras em Andamento
* Consórcios Em andamento
* Benfeitorias em Bens Alugados
OBSERVAÇÃO: quando qualquer material estocados na empresa for requisitado para Imobilizados em Andamento, devem ser alocados a cada Ordem de Serviços, para o custeio final, inclusive Folha de Pagamento, com apontamento de horas trabalhadas.
* LEASING FINANCEIRO
Na nossa linguagem brasileira, significa Arrendamento ou Aluguel ou ainda uma forma de financiamento de bens via leasing.
Portanto, devemos tomar cuidado nesta operação.
Se, o objetivo do leasing for, meramente, como forma de alugar alguma coisa por um tempo determinado, chama-se LEASING OPERACIONA, e, neste caso os pagamentos mensais são considerados Despesas de Leasing.
Porém, se o leasing de um bem for com objetivo de possuir um bem, sob forma de financiamento, chama-se LEASING FINANCEIRO, e este, deve ser considerado como Financiamento de Bem, como outras formas de financiamentos que conhecemos.
Neste caso o bem financiado deve ser imobilizado.
BENS INTANGÍVEIS
Bens intangíveis: que não possuem corpo físico, tais como ações. Marcas e patentes, fundo de comercio, obras de arte, direito de uso de software, direitos autorais, direito de exploração de marcas, goodwill, capital intelectual, etc.
Este assunto não será tratado neste evento.
FIM
Prof. Honório t. Futida
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