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Tema: Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados 
 
 
 
 
 
 
 
 
JOÃO PAULO SILVA DOS REIS 
 
 
 
 
 
 
 
 
Araguaína/TO 
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SGBDs relacionais mais usados 
 
 
 
Trabalho apresentado como requisito para 
obtenção de nota parcial da disciplina de 
Banco de dados I, pelo curso de Tecnólogo 
em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 
do Instituto Federal do Tocantins. 
 
Professor: Paulo Ricardo da Silva Pontes 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Araguaína/TO 
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SUMÁRIO 
 
1 INTRODUÇÃO…………………………………………………….…..4 
 
2 DESENVOLVIMENTO……………………………………….…….….5 
2.1 POSTGRESQL…………………………………………………..…..5 
2.2 MYSQL………………………………………………………………..6 
2.3 ORACLE………………………………………………………….…..8 
2.4 MICROSOFT SQL SERVER………………………………………9 
2.5 FIREBIRD…………………………………………………………….11 
 
3 CONCLUSÃO………………………………………………………….13 
 
4 REFERÊNCIAS………………………………………………………..14 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
1 INTRODUÇÃO 
 
Neste trabalho será abordado sobre os principais sistemas de 
gerenciamento de banco de dados relacionais e suas funcionalidades, 
características, recursos, histórico e arquiteturas. 
Os SGBDs são aglomerados de programas de armazenamento, 
gerenciamento e acesso aos dados, com finalidade de tornar eficiente e 
rápida a manipulação dos mesmos. 
Os principais disponíveis no mercado são: PostgreSQL, MySQL, 
Oracle, Microsoft SQL Server e Firebird. No desenvolvimento será 
exposto sobre cada um deles separadamente. E ao fim, será discorrida 
uma conclusão sobre o uso dos mesmos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
2 DESENVOLVIMENTO 
 
2.1 POSTGRESQL 
 
O PostgreSQL é um Sistema Gerenciador de Bancos de Dados 
com código aberto muito avançado, o mesmo tem recursos como 
consultas complexas, chaves estrangeiras, integridade transacional, 
controle de concorrência multi-versão, suporte ao modelo híbrido 
objeto-relacional, facilidade de acesso, gatilhos, visões, linguagem 
procedural em várias linguagens (PL/pgSQL, PL/Python, PL/Java, 
PL/Perl) para procedimentos armazenados, indexação por texto dentre 
outros recursos. Ele suporta grande parte do SQL ANSI como também o 
SQL 2003. 
O Postgresql foi iniciado a partir da evolução do projeto Ingres e 
foi lançado por na década de 1990. Um dos líderes do projeto e pioneiro 
dos bancos de dados relacionais foi Michael Stonebraker, o mesmo 
colaborou no projeto na Universidade de Berkeley. 
Atualmente é desenvolvido via Internet por um grupo de 
desenvolvedores espalhados pelo globo. É uma alternativa de código 
fonte-aberta para SGBDs comerciais como Oracle e Informix. Em 1996, 
um grupo começou o desenvolvimento do mesmo na Internet. Eles 
usam e-mail para compartilhar idéias e servidores de arquivos para 
compartilhar código. 
Postgresql é agora comparável à SGBDs comerciais em termos 
de características, desempenho e confiança. Hoje tem transações, 
views, procedimentos armazenados, e constranints de integridade 
referencial. Apóia um número grande de interfaces de programação, 
como ODBC, Java (JDBC), TCL/TK, PHP, Perl e Python, entre outros. 
Ele continua avançando a um tremendo passo, graças a um grupo 
talentoso de desenvolvedores via Internet. 
Esse SGBD é formado por bancos de dados, tablespaces, 
usuários e alguns programas auxiliares. 
Sua licença é BSD, portanto pode ser utilizado, modificado e 
distribuído por qualquer pessoa ou empresa para qualquer finalidade, 
sem encargo, em quaisquer dos sistemas operacionais suportados. 
5 
A principal linguagem de programação utilizada no 
desenvolvimento do PostgreSQL 8.3.0 é o ANSI C. Entretanto, também 
são utilizadas em menor quantidade outras linguagens. 
Uma das maiores implantações de PostgreSQL no Brasil é na 
Atrium Telecom, empresa de telefonia corporativa de São Paulo. Ele é 
utilizado como banco de dados do sistema de billing e tem uma base de 
dados de mais de 100GB e efetua 1 milhão de transações diárias. As 
maiores tabelas do sistema contam com mais de 70 milhões de linhas. 
 
2.2 MYSQL 
 
Esse SGBD de bancos de dados SQL (Structured Query 
Language - Linguagem Estruturada para Pesquisas) é muito rápido, 
multitarefa e multiusuário. Pode ser utilizado em sistemas de produção 
com alta quantidade de dados e missão crítica como também pode ser 
embutido em programa de uso em massa. 
Ele foi criado na Suécia por David Axmark, Allan Larsson e 
Michael "Monty" Widenius, os mesmos desenvolvem juntos desde a 
década de 1980. Hoje seu desenvolvimento e manutenção utilizam mais 
ou menos 400 profissionais em todo mundo e mais de mil contribuem 
testando o software, integrando-o a outros produtos, e escrevendo a 
dando feedback dele. 
Ele surgiu a partir da necessidade da equipe de utilizar 
mecanismos que permitissem a conexão de tabelas criadas na 
linguagem SQL para um determinado fim. A princípio, o grupo iria 
utilizar o mSQL, mas logo perceberam que esta ferramenta não era 
rápida o suficiente para atender às necessidades do projeto. O jeito foi 
criar uma solução própria. Então surgia o MySQL. 
Em relação a sua engines são tipos de tabelas que fazem parte do 
MySQL. Para usar esse recurso, nada se faz necessário na instalação, 
que já contempla diversos tipos diferentes a serem configurados. 
Sua vantagem são as diferentes características de cada uma, o 
que afeta a velocidade de leitura, escrita, transações, integridade, forma 
de armazenamento e escrita no log. Portanto, fica claro ver que a 
escolha de qual engine usar afeta diretamente o desempenho das 
6 
consultas realizadas, por exemplo. As engines podem ser divididas em 
dois grupos: transacionais e não transacionais. Uma transação, o banco 
de dados precisa respeitar o acrônimo ACID, que significa: 
● Atomicidade: toda transação executada por um banco deve ser 
atômica. Ou todas as operações funcionam ou nenhuma delas é 
realizada. Tecnicamente falando, caso haja alguma falha em 
qualquer ponto da transação, é efetuado um ROLLBACK e nada é 
alterado; 
● Consistência: a execução de uma transação deve permitir um 
estado consistente do banco de dados; 
● Isolamento: uma transação não pode interromper outra transação 
em curso; 
● Durabilidade: após a execução de uma transação, os dados 
devem ser salvos e mantidos no banco de dados, mesmo que haja 
qualquer tipo de falha posterior. Tecnicamente falando, após a 
execução de todas as operações, a transação será concluída com 
um COMMIT e os dados serão salvos no banco de dados. 
Em relação às características do MYSQL vemos: 
● Portabilidade (suporta praticamente qualquer plataforma atual); 
● Compatibilidade (existem drivers ODBC, JDBC e .NET e módulos 
de interface para diversas linguagens de programação, como 
Delphi, Java, C/C++, C#, Visual Basic, Python, Perl, PHP, ASP e 
Ruby) 
● Excelente desempenho e estabilidade; 
● Pouco exigente quanto a recursos de novos hardware; 
● Facilidade no manuseio; 
● É um Software Livre com base na GPL (entretanto, se o programa 
que acessar o Mysql não for GPL, uma licença comercialdeverá 
ser adquirida). 
● Contempla a utilização de vários Storage Engines como MyISAM, 
InnoDB, Falcon, BDB, Archive, Federated, CSV, Solid. 
● Suporta controle transacional; 
● Suporta Triggers; 
● Suporta Cursors (Non-Scrollable e Non-Updatable); 
● Suporta Stored Procedures e Functions; 
7 
● Replicação facilmente configurável; 
● Interfaces gráficas (MySQL Toolkit) de fácil utilização cedidos pela 
MySQL Inc. 
Entre os usuários do banco de dados MySQL estão: NASA, 
Friendster, Banco Bradesco, Dataprev, HP, Nokia, Sony, Lufthansa, 
U.S. Army, U.S. Federal Reserve Bank, Associated Press, Alcatel, 
Slashdot, Cisco Systems, Google, entre outros. 
 
2.3 ORACLE 
 
Esse SGBD surgiu no fim dos anos 70, quando Larry Ellison viu 
uma oportunidade que outras companhias não haviam percebido, 
quando encontrou uma descrição de um protótipo funcional de um 
banco de dados relacional e descobriu que nenhuma empresa tinha se 
empenhado em comercializar essa tecnologia. Ellison e os 
co-fundadores da Oracle Corporation, Bob Miner e Ed Oates, 
perceberam que havia um tremendo potencial de negócios no modelo 
de banco de dados relacional tornando assim a maior empresa de 
software empresarial do mundo. 
O Oracle se divide em duas versões: Oracle Server Standard 
(Padrão), uma versão que compreende as ferramentas mais comuns da 
solução Oracle, e Oracle Server Enterprise Edition. 
O Oracle é um SGBD ou seja, um sistema de gestão de banco de 
dados, que garante a definição e a manipulação dos dados, a coerência 
dos dados, a confidencialidade dos dados, a integralidade dos dados, o 
backup e a restauração dos dados e o acesso aos dados. 
Possui várias ferramentas que permitem simplificar a 
administração do banco de dados. As mais conhecidas são o Oracle 
Manager (SQL*DBA), o NetWork Manager, o Oracle Enterprise Manager 
e o Import/Export, uma ferramenta para trocar dados entre dois bancos 
de dados Oracle. 
O Oracle dispõe de um grande número de interfaces (API) que 
permitem aos programas escritos em diversas línguas se comunicarem 
com o banco de dados (chamados de pré-compiladores), que formam 
8 
uma família cujo nome começa por PRO*: Pro*C, Pro*Cobol, 
Pro*Fortran, Pro*Pascal e Pro*PLI. 
A arquitetura é subdividida em duas estruturas: a física, que 
abrange os arquivos físicos armazenados no disco; a lógica, que 
abrange memória, armazenamento lógico e estruturas lógicas do banco 
de dados. Os dois componentes que o compõem são: a Instância e o 
Banco de dados. Em outras arquiteturas concorrentes, como o Microsoft 
SQL Server e o IBM DB2, estes termos são utilizados sem qualquer 
distinção por seus respectivos usuários. Isto se dá porque nelas, uma 
coleção de bancos de dados que compartilham recursos de memória 
comuns são referenciados como instância. 
 
2.4 MICROSOFT SQL SERVER 
 
Em 1988 a Microsoft lançou sua primeira versão do SQL Server. 
Essa foi desenvolvida para a plataforma OS/2 juntamente com a 
Microsoft e a Sybase. Durante os anos 90 a Microsoft iniciou o 
desenvolvimento de uma versão para a plataforma NT. Enquanto o SQL 
Server estava sendo desenvolvido a Microsoft decidiu que ele deveria 
ser uma camada encapsulada sobre o sistema operacional NT. Em 
1992 a Microsoft assumiu a responsabilidade maior sobre o futuro do 
SQL Server para o NT. Em 1993 o Windows NT 3.1 e o SQL Server 4.2 
para NT foram lançados. A filosofia da Microsoft em combinar um banco 
de alta performance com uma interface fácil de usar mostrou-se um 
sucesso. A Microsoft de forma rápida, tornou-se o segundo mais popular 
vendedor de softwares de bancos de dados relacionais. 
Atualmente, temos várias edições diferentes do Microsoft SQL 
Server original, que são destinadas a diferentes públicos e se 
direcionam a diversas cargas de trabalho. Sua preparação específica 
investe em variáveis aplicações, que são capazes de armazenar e 
recuperar dados do mesmo computador mesmo com um grande número 
de acessos de dados ao mesmo tempo. O sistema usa como linguagens 
de consulta primárias as formas T-SQL e ANSI SQL, mas seus serviços 
variados contam com funções específicas e diferentes formas de 
execução. 
9 
Para citar alguns serviços, contamos com o Database Engine 
(responsável por armazenar dados OLTP), Reporting Services (capaz 
de fazer relatório de dados), Analysis Services (faz análise de dados 
OLAP), Integration Services (obtém os fluxos de dados), Data Quality 
Services (realiza a limpeza de dados), Master Data Services (hábil para 
trabalhar com repositório único de dados) e Replicação (realiza 
replicação de dados entre servidores). As funções do MS-SQL Server 
ainda variam entre o Trigger, Stored Procedure, SQL User Function e 
Extended Stored Procedure. 
Ele possui instâncias que é uma instalação de um serviço ou um 
mecanismo do banco de dados SQL Server, podemos ter até cinquenta 
instâncias diferentes no mesmo computador, atuando de forma 
independente uma da outra, contanto que apenas pode existir uma 
instância padrão, outra informação importante e até óbvia, é que se 
existir mais de uma instância instalada, os recursos de hardware serão 
compartilhados entre as mesmas. 
Abaixo está listado componentes do SQL Server que suportam o 
recurso de instância: 
● Database Engine; 
● Analisys Services; 
● Reporting Services. 
Agora os componentes que não suportam o recurso de instância: 
● Integration Services; 
● Books Online; 
● Ferramentas de Gerenciamento 
 
É padrão quando os componentes do SQL Server não possuem 
nome associado. Para se conectar basta fornecer o nome do 
computador ou endereço IP. Para se conectar tem que informar o nome 
do computador ou o IP mais o nome da instância. Abaixo está listado 
para quer serve cada banco de dados do sistema no SQL Server. 
Master: É o banco de dados “mestre”, nele é armazenado 
informações de metadados de toda a instância, configuração do 
servidor, informações sobre todos os bancos da instância e informações 
de inicialização, muito cuidado com este banco, é sempre bom ter uma 
10 
cópia deste banco guardada. 
Resource: Esse banco é apenas de leitura, ele foi adicionado 
desde o SQL Server 2005 e armazena objetos do sistema. 
Model: Ele é um modelo para todos os bancos de dados que 
serão criados, é como se a cada banco criado fosse uma cópia do 
banco model. 
Tempdb: É onde fica armazenado dados temporários, ex: tabelas 
temporárias. 
Msdb: É o banco onde fica um serviço chamado de SQL Agent e 
onde são armazenados seus dados, o SQL Agent é o responsável pela 
automação de alguns serviços. 
 
2.5 FIREBIRD 
 
O Firebird é derivado do código do Borland InterBase 6.0. Ele tem 
código aberto e não possui qualquer outro licenciamento, permite a sua 
utilização em qualquer tipo de aplicação, sendo comercial ou não, sem 
quaisquer cobrança. A tecnologia usada no Firebird tem mais de 20 
anos, gerando com que este seja um produto deveras maduro e estável. 
Foi originalmente criado por um grupo de engenheiros de 
sistemas, funcionáriosda DEC (Digital Equipment Corporation), que 
queriam produzir um SGBDR - sistema gerenciador de banco de dados 
relacional, inovador e que substancialmente oferecesse maiores 
benefícios que os outros sistemas até então já usados. Na época de sua 
concepção, muita tecnologia já era usada como proposta de inovação, 
mas nenhuma oferecia como recurso ou característica disponível. 
Tendo iniciado em 1985 como Groton Database System, logo mudou de 
nome para Interbase. Inicialmente comercializado pela Ashton Tate 
(Dbase) e em 1992 foi entregue à Borland como parte de uma 
negociação de produtos. 
Ao longo de seu desenvolvimento, foram consistentemente 
introduzidas um número de tecnologias de qualidade. Muitas dessas 
são : Arquitetura Multi-geradora, Commit automático em duas fases, 
sombreamento do Banco de Dados (replicação), admissão e tratamento 
de Blobs, Índices em mapa de bits disperso, Colunas Vetoriais 
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Multidimensionais, Subsistema de Eventos de alertas e o primeiro a 
disponibilizar acesso nativo a driver de JDBC. 
O FireBird é desenvolvido e mantido por uma comunidade de 
desenvolvedores (algumas do projeto original) e pela Fundação 
FireBird. 
É completo e poderoso, pode gerenciar bancos de dados de 
alguns Kbytes até dezenas de Gigabytes com boa performance e 
praticamente sem necessidade de manutenção. Abaixo segue uma lista 
dos principais recursos do Firebird: Suporte total a Stored Procedures e 
Triggers, Transações compatíveis com ACID, Integridade Referencial, 
Multi Generational Architecture, Consome poucos recursos de 
processamento, Linguagem nativa para Stored, Procedures e Triggers 
(PSQL), Suporte para Funções Externas (UDFs), praticamente não 
necessita de DBAs especializados. Diversas formas de acesso ao 
banco de dados: nativo/API, dbExpress, ODBC, OLEDB, .Net provider, 
JDBC nativo tipo 4, Python module, PHP, Perl, etc. 
Suporte nativo para os maiores sistemas operacionais, incluindo o 
Windows, Linux, Solaris, MacOS. Backups incrementais, Builds de 64 
bits disponíveis, total controle de cursores em PSQL, tabelas de 
Monitoramento, triggers de conexão e transação, tabelas temporárias, 
traceAPI. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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3 CONCLUSÃO 
 
Foi visto que os SGBDs são aplicativos responsáveis pela 
administração e gerenciamento de uma ou mais base de dados. O 
objetivo principal é gerenciar o acesso, manipulação e organização dos 
dados. Eles oferecem uma interface para que os seus usuários possam 
inserir, editar, excluir ou pesquisar dados sendo assim muito 
importantes para um bom funcionamento. 
Este trabalho buscou informar brevemente sobre o histórico, 
características, funcionalidades e alguns recursos de SGBDS 
relacionais de maior uso atualmente. E através desta explanação foi 
apresentado esses softwares de forma inicial para aprofundamento e 
uso do que for de melhor opção para a atividade desenvolvida pelo 
analista de sistemas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4 REFERÊNCIAS 
 
Site: ​http://pt.wikipedia.org 
 
Site: ​http://www.devmedia.com.br 
 
Site: ​http://dev.mysql.com 
 
Livro: ELMASRI, Ramez e NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de 
Banco de Dados. Pearson Addison Wesley. 6a Edição, 2011. 
 
 
 
 
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