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1. Manual DENTÍSTICA I professora Silvia (2)

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Acadêmicos de Odontologia:
Alyne Michelle O. Moraes
Camila Cavalcante de Oliveira 
Gleidiane Pereira Sousa
Professores orientadores: 
Profª . Drª Silvia Lustosa de 
Castro
Prof . Dr. Ricardo Maio Gagliardi
MANUAL DE : ORGANIZAÇÃO DE BANDEJAS
PARA PROCEDIMENTOS RESTAURADORES,
ERGONOMIA E BIOSSEGURANÇA NA
ODONTOLOGIA
BRASÍLIA – DF
2018
Este trabalho foi realizado pelas graduandas do curso de Odontologia do Cento
Universitário Euroamericano (UNIEURO), orientadas pelos professores Silvia Lustosa de
Castro e Ricardo Maio Gagliardi, com o objetivo de orientar os alunos de graduação, na
organização de bandejas, mesas clinicas, ergonomia e biossegurança aplicada a
odontologia.
Na clinica odontológica utiliza-se ampla variedades de instrumentos e
materiais cada um com sua finalidade. Diante dos procedimentos que serão realizados na
pratica clinica odontológica requer padronizações da sequencia dos procedimentos.
Utilizando o “Sistema de Bandejas”, onde prepara-se com antecedência uma ou mais
bandejas para ter-se condições de organiza-las adequadamente.
Essa organização favorece qualidade no atendimento realizado com o
paciente, monta-se as bandejas com todos os instrumentos e materiais a serem utilizados,
colocando-os na sequencia de uso.
Atualmente, observa-se cada vez mais a importância da adaptação do trabalho
ao homem, às suas características e restrições, aos seus valores e limitações. A
ergonomia busca tonar as tarefas diárias menos danosas, e ao mesmo tempo, mais
produtiva. Definida por van Wely como a “aplicação das ciências biológicas em conjunto
com as ciências mecânicas para conseguir a melhor adaptação mutua do homem ao seu
trabalho, visando melhor eficiência e prosperidade humana”.
Biossegurança é a práticas de trabalho seguras envolvem a implementação e o
desenvolvimento de uma politica especifica de revisão de procedimentos e alterações nas
atividades realizadas pelos profissionais de saúde, de forma a reduzir a probabilidade de
acidentes de trabalho envolvendo a exposição a materiais biológicos.
Sendo assim, as organizadoras desse manual focaram a atividade odontológica
dentro de parâmetros ajustados ao trabalho mais racionalizado possível, cabendo aos
colegas utilizar tais ferramentas para que o sucesso profissional seja acompanhado da
necessária qualidade de vida.
INSTRUMENTAIS: EXAME CLÍNICO
• Exame Clínico
1. Pinça clínica
2. Espelho Bucal
3. Sonda Exploradora
4. Sonda Milimetrada OMS
1
2
3
4
• Material de consumo
1. Fio dental
2. Evidenciadorde placa
3. Escova de Robinson
4. Pasta profilática
5. Pote dappen
6. Rolete de algodão
1
2
3
4
5
6
INSTRUMENTAIS: EXAME CLÍNICO
• Aplicação de flúor
1. Moldeira descartável (adulto ou infantil)
2. Flúor neutro
• Outros
1. Taça de borracha
2. Cânulas de sucção
3. Espelho para paciente
2
1
2
3
1
MATERIAIS PARA PROCEDIMENTOS BÁSICOS
• Anestesia
1. Anestésico tópico
2. Bolinha de algodão
3. Seringa carpule: com tubo de anestésico e agulha descartável
4. Tubos de anestésico e agulha descartável (extra)
1
2
3
4
• Isolamento do campo
1. Fio dental
2. Perfurador (Perfurador Ainsworth)
3. Lençol de borracha
4. Arco Young
5. Pinça de Palmer
6. Grampos
7. Guardanapo (pacientes alérgicos)
8. Tesoura
9. Vaselina sólida
10. Caneta (marcação de furos)
1
2
3
4
5
6
8
INSTRUMENTAIS: RESTAURAÇÃO EM AMÁLGAMA
• Preparo da cavidade
1. Fresas nº 245, 329 e 330 (alta-rotação)
2. Fresas esféricas (baixa-rotação)
3. Escavador de dentina
1 2
4. Recortadores de Black
5. Tiras de lixa de aço
6. Pinça Muller com carbono
245 329 330
3
4
5
6
• Restauração
1. Cápsula de amálgama
2.Matriz e porta matriz metálica
3. Cunhas de madeira
4. Porta amálgama
5. Pote Dappen
6. Condensadores
1 2
3
4
5
6
INSTRUMENTAIS: RESTAURAÇÃO EM AMÁLGAMA
• Brunidura e Escultura
1. Brunidor 29 e 33
2. Esculpidores de Frahn
1 2
3. Hollemback 3S
4. Discóide-Cleóide
3 4
• Acabamento e Polimento
1. Brocas multilaminadas
2.Borrachas abrasivas
3. Amalgloss
1
2
Bandeja clínica 02
1. Recortadores de Black
2. Condensadores
3. Brunidor
4. Esculpidores de Frahn
5. Hollemback e Discóide-
Cleóide
BANDEJAS: RESTAURAÇÃO EM AMÁLGAMA
Bandeja clínica 01
1. Pinça clínica
2. Espelho bucal
3. Sonda exploradora e milimetrada
4. Pinça Muller
5. Tesoura
1 2
3 4
5
1 2
3
4
5
MESA CLÍNICA: RESTAURAÇÃO EM AMÁLGAMA
PROTOCOLO: RESTAURAÇÃO EM AMÁLGAMA
1. Verificarcontatos oclusais;
2. Anestesiar, se necessário;
3. Isolamento do campo operatório;
4. Remoção do tecido cariado: com baixa-rotação ou escavador de dentina. Ajustar
o formato do preparo com as brocas 245 ou 330 (alta-rotação), já provendo a
angulação correta, promovendo aretenção;
5. Preparar as paredes gengivais com os recortadores de Black;
6. Limpezada cavidade: Bolinha de algodão e clorexidina a 0,2%;
7. Proteção do complexo dentinopulpar, dependendoda profundidade da lesão;
8. Trituração mecânica do amálgama no tempo prescrito pelo fabricante;
9. Abertura da cápsula e inserção do material no pote dappen;
10. Inserção do material na cavidade com o porta amálgama;
11. Condensação do material, adaptando o amálgama em todas as paredes e
ângulos;
12. Brunidura pré-escultura: Passar o brunidor de forma arredondada no sentido
material-dente, para que seja removido algum excesso de mercúrio;
13. Escultura: Iniciar a escultura com os instrumentos cortantes, tendo em mente a
anatomia original, reproduzindo os sulcos principais e secundários, cristas marginais
e pontos de contato, previamente marcados;
14. Brunidura pós-escultura: No sentido material-dente, para deixar a restauração
mais homogêneae menos porosa;
15. Remoção do isolamento;
16. Ajustes oclusais: Remover pontos de contato prematuros que possaexistir;
Após 24 horas:
17. Acabamento e polimento: Com brocas multilaminadas e borrachas abrasivas,
com abrasividade decrescente (marrom, verde e azul). Podem ser utilizados
também escovade robsone pastas de polimento para das brilho.
INSTRUMENTAIS: RESTAURAÇÃO EM RESINA COMPOSTA
• Preparo da cavidade
1. Fresas esféricas diamantadas (alta-rotação)
2. Fresas esféricas (baixa-rotação)
3. Fresas cônicas
1 2
4. Escavador de dentina
5. Tiras de lixa de papel
6. Pinça Muller e carbono
3
4
5
6
• Restauração
1. Resina composta
2.Matriz e porta matriz metálica
3. Cunhas de madeira ou elásticas
4. Sistema adesivo
5. Espátula de inserção
6. Fotopolimerizador
1
2
3
4
5
6
7. Pincel
8. Microbush
7 8
INSTRUMENTAIS: RESTAURAÇÃO EM RESINA COMPOSTA
• Acabamento e polimento
1. Discos de lixa
2. Pontas diamantadas
3. Pasta diamantadas
1 2
4. Brocas multilaminadas 16 a 30
5. Tira de lixa
6. Pontas de borracha
3
4
5
6
Bandeja clínica 02
1. Kit Unieuro
2. Colher de dentina e espátula de 
inserção nº 01
3. Pincéis
BANDEJAS: RESTAURAÇÃO EM RESINA COMPOSTA
Bandeja clínica 01
1. Pinça clínica
2. Espelho bucal
3. Sonda exploradora e milimetrada
4. Pinça Muller
5. Tesoura
1 2
3
4
5
1
2
3
MESA CLÍNICA: RESTAURAÇÃO EM RESINA COMPOSTA
PROTOCOLO: RESTAURAÇÃO EM RESINA COMPOSTA
1. Verificarcontatos oclusais;
2. Profilaxia;
3. Seleção do matiz;
4. Anestesiar, se necessário;
5. Isolamento do campo operatório;
6. Remoção do tecido cariado: com baixa-rotação ou escavador de dentina. Ajustar
o formato do preparo, já provendo a angulação correta, promovendoa retenção;
7. Preparar as paredesgengivais com os recortadores de Black;
8. Limpezada cavidade: bolinha de algodão e clorexidina a 0,2%;
9. Colocação da matriz e cunhas interproximais;
10. Proteção do complexo dentinopulpar, dependendo da profundidade da lesão;
11. Se for utilizado sistema adesivo de três passos, é feito o condicionamento com
ácido fosfóricoa 35% (30 segundos em esmalte e 15 segundosem dentina);
12. Lavagem com água;
13. Secagem com papel absorvente, mantendo a dentina umida;
14. Aplicação do primer, secar com leves jatos de ar para evaporação do solvente;
15. Aplicação do adesivo (bond), secar com leves jatos de ar e fotopolimerizar por
60 segundos;
16. Inserção do compósito: técnica incremental;
17. Polimerização após cada incremento por 20 segundos;
18. Polimerização final: aplicar gel hidrossolúvel no fim da restauração e
sobrepolimerizar;
19. Acabamento e polimento: Discos de lixa, arredondando bordas próximo-oclusais.
Pontas diamantadas e brocas multilaminadas para remover pequenos excessos ou
contatos prematuros. Tira de lixa nas proximais, com cuidado para não remover
ponto de contato. Polimento com pasta de polimento e pontas de borracha;
20. Remoção do isolamento;
21. Ajustes oclusais: Remover pontos de contato prematuros que possaexistir.
MATERIAIS: PROTEÇÃO PULPAR
• Materiais
1. Hidróxido de cálcio
2.Cimento de ionômero de vidro
3. Placa de vidro
4. Espátula nº 11 e 24
1 2
3
4
“Ciência que trata das interações dos diferentes
elementos humanos e materiais, a ergonomia procura definir
a visão de tarefas entre operadores, instrumentos e
equipamentos; as condições de funcionamento ótimo de
conjunto de elementos; e a carga de trabalho para cada
operador. A execução de uma tarefa deve ocorrer em
condições de saúde, conforto funcional e eficiência”.
(ABENO,2013)
-Adequar o trabalho às condições naturais do homem;
-Aumentar a eficiência do trabalhador ao longo do tempo;
-Prevenir acidentes e doenças profissionais;
-Reduzir a fadiga, o desconforto físico e mental do trabalhador
Determinados requisitos são preconizados:
- Sua base deve ter preferentemente cinco 
rodízios, para permitir deslocamento sem 
risco de queda;
- Boa estabilidade;
- Permitir deslocamento acionado com os
pés;
- Estofado;
- Encosto regulável;
- Encosto regulável;
- Encosto regulável;
- Facilite movimento;
- Possibilite rotação
Mocho clinico 
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Determinados requisitos são preconizados:
- Sua forma deve acolher o paciente
confortavelmente instalado na posição
supina;
- O apoio da cabeça deve ser ajustável ,
propiciando a visão direta ou indireta a
todos os segmentos da cavidade bucal;
- A altura mínima do assento deverá ser de
35cm, e a máxima de 90cm;
- A espessura do espaldar dever ser entre 4
e 6cm;
- O comprimento total do assento e suporte
das pernas é de 122cm;
- O apoio de cabeça deve ter em torno de
25cm de comprimento e 3cm espessura.
- O comando da cadeira clinica deve ser
elétrico tanto para sua elevação e
descenso quando para os ajustes
horizontais.
- O apoio de braços da cadeira deve ter
movimentação lateral ou vertical,
permitindo fácil acesso do paciente. Ergonomia e Biossegurança em odontologia : Série ABENO
Determinados requisitos são preconizados:
- Presença de iluminação fria;
- A intensidade luminosa deve variar de um
mínimo de 8 mil a 25 mil luxes, 4 níveis
que permitam adequada iluminação de
todos os quadrantes da cavidade bucal.
- O ideal é que o refletor tenha 3 tipos de
movimentos: vertical, horizontal e lateral.
- O braço do refletor deve ter extesão
suficiente para ser posicionado ao lado da
cabeça do profissional e para que a
iluminação recaia perpendicularmente na
boca do paciente, quando este estiver na
posição supina.
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A unidade auxiliar é composta pela unidade
suctora ( suctor e salivador) e pela
cuspideira.
• Esta unidade apresenta uma haste
prolongadora que permite aproximar o
conjunto da área de ação do cirurgião-
dentista e do seu auxiliar.
Figura 2.0 Unidade Auxiliar
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No documento da ESDE “Requisitos para trabalhar de uma forma saudável” são especificados os
princípios para a concepção de equipamentos odontológicos. Esses princípios são fundamentados nos
seguintes documentos:
- Norma ISO 6.385 – “Princípios ergonômicos na concepção de sistemas de trabalho”;
- Norma ISO 11.226 – “Ergonomia – Avaliação de posturas estáticas no trabalho”;
- Posturas e movimentos de trabalho. Ferramentas de avaliação e engenharia.
Para obter melhor postura de trabalho, as
condições são:
- Sentar-se em uma postura de trabalho ereta
equilibrada;
- Colocar o campo de trabalho simetricamente à
frente do tronco, no plano médio-sagital que dividi
o corpo verticalmente em metades esquerda e
direita.
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Visão direcionada perpendicularmente ao
campo de trabalho.
Altura do campo de trabalho: o
posicionamento para manusear
instrumentos na boca.
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O
- Características de postura saudável 
•Inclinação da cabeça > 25º (considera-se a 
inclinação de 10º do tronco, mais 15º do 
pescoço.
•Braços junto ao tronco e inclinados no máximo 
10º à frente;
•Antebraços levantados no mínimo 10º e no 
máximo 25º;
•Planta dos pés paralela ao solo;
• Afastamento das pernas entre si no máximo 
de 45º.
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O
- Posicionamento da cabeça do paciente
•(A)Movimentação da cabeça para
frente:plano oclusal mandibular
aproximadamente na horizontal.
•(B)Movimentação da cabeça para trás:
plano oclusal na maxila entre 20 e 25º.
•(C) Flexão lateral da cabeça em 30º para a
esquerda.
•(D) Flexão lateral da cabeça em 30 para a
direita.
•(E) Rotação da cabeça em 45º para a
esquerda.
•(F) Rotação da cabeça em 45º para a
direita.
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O
- Intervenções na mandíbula 
Para intervenção na lingual dos dentes
anteriores inferiores, o plano oclusal
mandibular deve estar em aproximadamente
35º para trás, inclinado o mento em direção
ao tórax. Profissional em 1 2horas.
O plano oclusal mandibular é inclinado 40º
para trás para tratamento da região de pré
molares
O plano oclusal mandibular é inclinado um
pouco mais para trás, cerca de 45º, para
tratamento da região de molares.
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- Intervenções na maxila 
Para visão indireta das superfícies palatina da região da
bateria anterior. Profissional em posição 11-12h.
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O
- Posição de trabalho 
A posição de referência de trabalho é a
de 11h, mas é necessário variar entre 9 e
13h.Em superfícies voltadas para o lado
esquerdo da boca, o cirurgião-dentista se
move para a esquerda em direção à posição
de 12h, e a cabeça do paciente deve ser
rotacionada para a direita
Em superfícies voltadas para o lado
direito do paciente, o cirurgião-dentista se
move para a direita em direção à posição de
9h, e a cabeça do paciente deve ser
rotacionada para a esquerda. Quando for
necessário, essa posição é complementada
com lateroflexão para a esquerda.
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A
B
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O
- Posição de trabalho 
Para procedimentos nas faces oclusal,
lingual ou palatina, utiliza-se a posição de 11h.
Como exemplo, temos profilaxia e polimento
oclusal do dente 36: cirurgião-dentista em
11h; visão direta; plano oclusal mandibular
inclinado 40-45º para trás; refletor paralelo ao
eixo de visão do profissional.
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O
“ Conjunto de ações voltadas para a prevenção ou
eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa,
produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e
prestação de serviços, riscos que podem comprometer a
saúde do homem, dos animais, do meio ambiente ou a
qualidade dos trabalhos desenvolvidos.”
( Oswaldo Cruz et al.,1996)
Paciente
Diversas Vias
Contaminação do pessoal auxiliar
Paciente
Paciente
Instrumental
Profissional
Paciente PacienteProfissional
Imunização
- Vacina anti-HB: três doses
- Tétano e difteria 
- Tuberculose (BCG)
- Rubéola
- Sarampo, parotidite e 
varicela
- Gripe
Uso de EPI
- Jaleco de mangas compridas 
e punho
- Luva 
- Gorro, máscara
- Óculos de proteção
- Sapato fechado 
- Pro pé
- Roupas com tecido mais 
grosso.
https ://www.emaze.com/@AOQTZIFW/Doen%C3%A7as
- O paciente deve fazer o bochecho prévio com 
clorexidina a 0,12% (Periogard ou similar).
- Usar EPI ( touca, oculos deproteção e pro pé, 
babador)
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- Lavar as mãos com água, sabão ou sabonete líquido e escova antes 
de calçar as luvas, pois 80% das infecções cruzadas se dão pelas 
mãos. Este procedimento deve obedecer aos seguintes passos: 
palmas, dorso, espaços interdigitais, polegar , unhas e extremidades 
dos dedos, punhos e antebraços;
- Sempre usar toalha de papel para enxugar as mãos;
- Friccionar as mãos álcool a 70%.
https ://www.emaze.com/@AOQTZIFW/Doen%C3%A7as-Infecto-Contagiosas
- Degermação 
- Equipo e elementos complementares:
Friccionar gaze com álcool a 70%;
- Bancadas: friccionar álcool a 70%;
- Pontas ativas: esterilizar ou desinfetar
friccionando com álcool a 70%;
- Unidade auxiliar (cuspideira e pontas
ativas): Hipoclorito a 1%
- Piso: Hipoclorito 1% limpando da parte
mais contaminada para menos
contaminada;
- Barreiras físicas: recobrimento de
pontas ativas, tubulação da sucção,
superfície de armário clínico, apoio de
cabeça e costas, alça do refletor,
botões do equipamento, puxadores,
filmes de raio X; sobreluvas para
revelar raio X e para pegar bisnagas e
frascos.
- Desinfecção 
Fases da esterilização:
- Pré-lavagem: Instrumental mergulhado
em detergente enzimático por 5 minutos;
em seguida, mergulhar em PAA a 2% por
30 minutos;
- Lavagem (paramentação e luvas de
borracha), escovação na vertical;
- Secagem (jatos de ar nos instrumentos
em posição vertical ou compressa com
gaze);
- Embalagem em seladora ou papel-grau
cirúrgico (data na lateral da embalagem) ,
com fita indicadora para autoclave.
- Esterilização;
- Acondicionamento do instrumental em
armário ou gaveta sem dobrar e bem
ventilado.
- Validade da esterilização : 7 dias
- Desinfecção 
Lixo Comum : saco plástico preto Lixo contaminado : saco branco leitoso
com a inscrição “contaminado”
Perfurocortantes: caixa de papelão ou
de plástico (descarpack) 
Resíduos mercuriais: recipiente de 
Plástico com tampa e água e aguarda a 
Coleta de lixo hospitalar
O profissional deve:
- Lavar a área acidentada com água corrente e sabão ou solução antisséptica ( PVP – iodo ou
clorexidina a 2%). Havendo exposição em mucosas, recomenda-se a lavagem exaustiva com
água ou solução fisiológica.
- Informar ao paciente sobre a necessidade da realização do teste rápido anti-HIV, preencher o
relatório de ocorrência do acidente e solicitar ao paciente a assinatura do Termo de
Consentimento para a realização deste exame, em conformidade com o protocolo
estabelecido pela Secretaria de Saúde.
- Encaminhar-se juntamente com o paciente ao estabelecimento determinado para a
realização de exames;
- Comunicar, no balcão de atendimento do estabelecimento, que é um acidente de trabalho
com instrumento perfurocortante ou contuso. O funcionário preencherá uma ficha para o
profissional e outra para o paciente. Com a ficha em mãos, ambos passam por avaliação
médica da condição do acidente e preenchimento da ficha que os encaminhará para a sala de
vacina . A coleta de sangue será encaminhada ao laboratório, aguardando-se o resultado do
reste rápido de anti-HIV.
- Mediante resultado dos exames e for positivo o profissional deve iniciar imediatamente o
esquema antirretroviral durante 30 dias. Toda medicação é fornecida pela secretaria de Saúde
(SUS). O paciente deverá ser encaminhado ao médico para avaliação do estágio atual da
doença, para receber os cuidados necessários.
- Se o resultado por negativo, o profissional deve realizar a proservação médica por seis meses;
se for positivo, por 18 meses;
- Este protocolo deve ser cumprido o mais precocemente possível e dentro de um período
máximo de 72h após o acidente para que se obtenha eficácia profilática adequada.
• Manual para organização de bandejas e mesas clinicas em procedimentos restauradores
– 1997
• Ergonomia e Biossegurança em Odontologia – 2013 ed:01 Série ABENO
• Serviços Odontológicos - Prevenção e Controle de Riscos profissionais da área
instrumentos práticos para o gerenciamento dos Tecnologia em Serviços de Saúde
Ministério da Saúde – Brasília 2006.

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