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CB -10 Triathlon Bruno Leite Martins Fernanda R Conceição Kaique Henrique Mina Luiz Leite Martins Rubens Côrrea Pinto Requisitos de projeto: • Normas: Federal Aircraft Regulations – Part 23 (Normas americanas). JAR – VLA (Joint Airworthiness Requirements – Very Light Aeroplanes), normas européias. JAR-VLA • Peso máximo de decolagem menor ou igual a 750 kg; • Velocidade de estol não superior a 83 km/h; • Dois lugares no máximo; • Uso de um único motor; • Operações em voo diurno. Características pretendidas para a aeronave Simplicidade construtiva Possibilidade de construção por amadores Baixo custo de aquisição Elevada disponibilidade Manutenção Simples Versatilidade operacional Boas Características de voo lento (estol) Qualidade de voo superior Desempenho elevado na sua categoria Alcance compatível com o voo de turismo Diversos grupos de motor- propulsores Materiais nacionais em toda a célula Design Atual Aeronaves Similares PS4 Cessna 152 T-27 P51-Mustang Missão de dimensionamento Missão da aeronave de turismo Missão de dimensionamento Missão da aeronave acrobática Metodologia e Cálculos Iniciais básicos Tabelas Comparativas Tabelas com relação Wp/W Carga útil arbitrada Carga útil divida por Wp/W Peso máximo de decolagem W-Wp = Peso vazio da aeronave Pesos E u ro p a T u rb o P u ls ar T u rb o B an -B i K at an a S u p er -2 - A R V C u ru m im L an ca ir F al co C B -1 0 C ar ac te rí st ic as F ib ra d e v id ro , t re m re tr át il , R O T A X , 1 15 h p F ib ra d e v id ro , t re m fi xo , R O T A X , 11 5 h p F ib ra d e ca rb o n o p ré in p re g u in ad a, t re m fi xo R O T A X ,8 0 h p F ib ra d e v id ro , t re m fi xo ,g ra n d e en v er g ad u ra , R O T A X , 80 h p M et ál ic o , T re m f ix o R O T A X , 8 0 h p M ad ei ra e f ib ra , t re m fi xo , g rn ad e en v er g ad u ra , R O T A X 65 h p F ib ra d e v id ro , t re m re tr át il ,L y co m in g 1 60 h p M ad ei ra , t re m r et rá ti l, L y co m in g 1 60 h p F ib ra d e v id ro , t re m tr ic ic lo r et rá ti l, m o to r 15 0 h p Wp/W 0,41 0,45 0,56 0,32 0,39 0,39 0,35 0,46 ? Admite 0,42 como o valor da relação Wp/W Carga Útil: 2 tripulantes cada um com 86 kg = 172,0 kg 80 litros de combustível(0,72kg/l)= 57,6 kg 3 Litros de óleo (0,90 kg/l) = 2,7 kg 3 litros de água(radiador) = 3,0 kg Bagagem = 14,0 kg __________ 249,3 kg Pesos Peso vazio Peso Máximo de decolagem Peso Combustível 100 litros x 90g/litro = 9000g = 9kg Aerofólios Os perfis escolhidos devem possuir o melhor desempenho nas condições abaixo: • Velocidade de cruzeiro igual a 280 Km/h; • Peso máximo de decolagem igual a 600 Kg; • Área alar igual 8,57 m²; Aerofólios Parâmetros escolhidos para os aerofólios; • Melhor Cl/Cd (Cl de cruzeiro) ou menor arrasto para Cl de cruzeiro; • Estol mais suave; • Espessura relativa (t/c),para uma asa mais robusta; • Clmáx. Aerofólios Asa Retirado de: http://airfoiltools.com/airfoil/details?airfoil=nlf0115-il Raiz da asa – NFL(1) -0215F Ponta da asa – Wortmann FX-62-K-131 Retirado de: http://airfoiltools.com/airfoil/details?airfoil=fx62k131-il Aerofólios Empenagem Empenagem vertical - 641 – 012. Empenagem horizontal - 641 – 012. Retirado de: http://airfoiltools.com/airfoil/details?airfoil=n64012-il Estimativa da área alar • S 8,55 m² • WDecolagem 600 kg • W/S 70,18 Kg/m² Inicialmente Instalação do motor Lycoming O235-L2A • S 8,67 m² • WDecolagem 610 kg • Refinamento dos valores pré-estabelecidos. Áreas e Cordas Parâmetros em planta da asa Asa trapezoidal • Melhor estruturalmente • Maior caixa de torção na raiz da asa (mais leve para a mesma resistência); • Pequeno arrasto induzido; • Menor inércia lateral favorecendo as acrobáticas; • Considerando bom, estaticamente. Enflechamento da asa 40 % da corda será nulo a 25% da corda será nulo • Longarina principal retilínea, facilitando a construção; • Boas características de estol. Parâmetros em planta da asa Parâmetros em planta da asa Diedro Positivo • Estabilidade estática lateral positiva, facilitando a pilotagem em cruzeiro e nos pousos. Fixação das asas sem montante • Mais eficiente aerodinamicamente que a asa como montante; • Mais pesada que a asa com montante. Parâmetros em planta da asa Posição vertical da asa Asa baixa • Melhor visibilidade do aeroporto nas curvas de aproximação para pouso; • Maior manobrabilidade; • Maior efeito – solo na decolagem; • Menor altura da cabine, logo, menor arrasto; • Mais adequado para vôo acrobático. Tipos de empenagem Empenagem Convencional Vantagens Desvantagem -Possui Maior rigidez -Estruturalmente mais rígido. -Possui quatro pontos de interferência aerodinâmica Vantagens Desvantagem -Possui maior desempenho aerodinâmico -Apenas 2 pontos de interferência -Função de end- plate para empenagem vertical -Redução de área da EH -Mais pesado que a empenagem convencional, devido ao reforço estrutural colocado na EV para suportar a EH. -Risco de Deep Stall Empenagem em T Vantagens Desvantagem - Para mesma resistência, mais leve que a solução em T, porém mais pesada que a solução convencional - 4 pontos de interferência aerodinâmica -Não redução da área da EH em relação a configuração em T Cauda em Cruz Configuração Empenagem convencional adotado ao projeto Parâmetros da empenagem R V 6 G la sa ir L an ca ir F al co P u ls ar E u ro p a K -5 1 T u ca n o P 5 1 M e- 10 9 Alongamento 3.11 4.71 3.32 4 4.15 3.00 4.24 4.6 4.54 3.64 Afilamento 0.6 0.54 0.62 0.5 0.73 0.75 0.58 0.5 0.65 0.65 Dados históricos Caracterização do estol para diferentes afilamentos EH EV Alongamento 4 6,4 Afilamento 0,5 0,5 Valores adotado ao projeto GRUPO MOTO PROPULSOR Vantagens Desvantagem -Possui uma melhor distribuição de massa, facilitando a centragem. -Mais adequado ao voo acrobático -Rendimento propulsivo provocado pelo maior arrasto do jato da hélice contra a fuselagemMOTOR DIANTEIRO Vantagens Desvantagem -Melhor visibilidade - Melhor rendimento propulsivo. -Escoamento na parte anterior da fuselagem. -Distribuição desfavorável de massa, dificultando a centragem -Pouco adequado para o voo acrobático. MOTOR INTERMEDIÁRIO Adotado o Motor Dianteiro Parâmetros W/S(Carga Alar) e T/w(potência peso) • Aeronave monomotora com potencia na faixa 100 a 150 hp; • Velocidade máxima em voo nivelado igual ou superior a 280 Km/h; • Velocidade de cruzeiro a 75% da potência, igual ou superior a 260 Km/h; • Velocidade de estol com flaps, igual ou inferior a 83 Km/h(Norma do JAR-VLA); • Razão de subida igual ou superior a 6 m/s. Requisitos de desempenho almejado do projeto Estimativa Carga Alar W/S 20 40 60 80 100 120 140 150 200 250 300 350 400 450 Carga Alar [Kgf/m2] ve lo ci da de M áx im a [K m /h ] Europa Europa Turbo Pulsar Xp Pulsar Turbo BAN-BI KR 2S Katana Robin 200 Grob 115 F22-A Cessna 152 Aero Boero 115 variEzes T-23 Tallwind 160 Super 2ARV Curumim GP4 RV-6 Lancair 360 Glassair 360 Falco F22 R SF 260 CAP 10-B K51 T-25 T-27 Tucano Gráfico entre velocidade máxima e Carga alar Estimativa Carga Alar W/S 20 40 60 80 100 120 140 50 60 70 80 90 100 110 120 130 Carga Alar [Kgf/m2] Ve loc ida de d e es to l c om fl ap e [K m /h ] Europa Europa Turbo Pulsar Xp Pulsar Turbo BAN-BI KR 2S Katana Robin 200 Grob 115 F22-A Cessna 152 Aero Boero 115 variEzes T-23 Tallwind 160 Super 2ARV Curumim GP4 RV-6 Lancair 360 Glassair 360 Falco F22 R SF 260 CAP 10-B K51 T-25 T-27 Tucano Gráfico entre velocidade de estol com flapes e Carga alar Estimativa da potência peso. E u ro p a T u rb o P u ls ar T u rb o B an B i K R -2 S R o b in 2 00 G ro b 1 15 F 22 -A C es sn a 15 2 G la st ar R V -6 F al co Hp/Kg 0,19 0,21 0,18 0,16 0,15 0,14 0,15 0,15 0,22 0,24 0,16 Comparação das razões potência / peso de aeronaves utilitárias similares S u p er D ec at h lo n R an s S -1 6 S h ek ar S k y b o lt C h ri st en E ag le G -2 02 E x tr a 30 0 S u k h o i 29 P it ts S -1 Z li n Z -5 0L C A P 2 31 G 20 0 Hp/Kg 0,22 0,23 0,24 0,27 0,29 0,32 0,33 0,35 0,36 0,37 0,38 Comparação das razões potência / peso de aeronaves acrobáticas similares Utilitário Acrobático P/W 0.20 0.25 Valores de potência peso adotado Estimativa da potência peso. 0.1 0.12 0.14 0.16 0.18 0.2 0.22 0.24 0.26 3 4 5 6 7 8 9 10 Peso Potencia [Hp/Kgf] Ra zã o de S ub id a [m /s ] Europa Europa TurboPulsar Xp Pulsar Turbo BAN-BI KR 2SKatana Robin 200 Grob 115 F22-A Cessna 152 Aero Boero 115 variEzes T-23 Tallwind 160 Super 2ARV Curumim GP4 RV-6 Lancair 360 Glassair 360 Falco F22 R SF 260 CAP 10-B K51 T-25 T-27 Tucano Estimativa da potência peso. Portanto, para versão Utilitário: 𝑃 = 𝑃 𝑊 𝑢𝑡𝑖𝑙𝑖𝑡á𝑟𝑖𝑜 ∗ 𝑊 = 0.20 ∗ 600 = 120 ℎ𝑝 Para versão acrobático: 𝑃 = 𝑃 𝑊 𝐴𝑐𝑟𝑜𝑏á𝑡𝑖𝑐𝑜 ∗ 𝑊 = 0.25 ∗ 600 = 150 ℎ𝑝 Relação Potência/Peso R O T A X 91 4 (1 15 H P ) L Y C O M IN G O -2 35 - L A ( 11 8H P ) L Y C O M IN G O -2 90 - D 2C ( 13 5H P ) L Y C O M IN G O -3 20 - E 2D ( 15 0H P ) L Y C O M IN G O -3 20 - H 2A 1 (1 60 H P ) C O N T IN E N T A L I O - 24 0 (1 25 H P ) N S I- A E 81 -1 20 -T B (1 20 H P ) N S I- A E 81 -1 40 - T B B (1 40 H P ) Utilitária 0,19 0,20 0,23 0,25 0,27 0,21 0,20 0,23 Acrobática 0,25 0,26 0,30 0,33 0,35 0,27 0,26 0,31 Possíveis motores a serem utilizados e suas relações Potência/Peso Relação Potência/Peso R O T A X 91 4 (1 15 H P ) L Y C O M IN G O -2 35 -L A ( 11 8H P ) L Y C O M IN G O -2 90 -D 2C ( 13 5H P ) L Y C O M IN G O -3 20 -E 2D ( 15 0H P ) L Y C O M IN G O -3 20 -H 2A 1 (1 60 H P ) C O N T IN E N T A L IO -2 40 ( 12 5H P ) N S I- A E 81 -1 20 -T B ( 12 0H P ) N S I- A E 81 -1 40 -T B B (1 40 H P ) Peso do motor com óleo [Kg] 75,70 104,50 111,50 117,50 118,50 107,50 101,00 109,00 Peso vazio estimado [Kg] 329,45 358,25 365,25 371,25 372,25 361,25 354,75 362,75 Peso máximo estimado [Kg] 579,45 608,25 615,25 621,25 622,25 611,25 604,75 612,75 Área alar estimada [m2] 8,57 8,69 8,79 8,88 8,89 8,73 8,64 8,75 Acréscimo de área alar [%] 0,0 1,4 2,6 3,6 3,7 1,9 0,8 2,2 Pesos dos motores considerados, para se manter a mesma carga alar e velocidade de estol. Dimensionamento Tabela geral das características das aeronaves Dimensionamento R V -6 G al sa ir L an ca ir F al co P u ls ar E u ro p a K -5 1 T u ca n o Wp/W 0,38 0,35 0,35 0,46 0,44 0,52 0,4 0,43 W/S 71,14 108,36 125,58 102,1 67,01 64,74 76,09 163,66 A 4,81 7,26 7,5 6,41 7,11 7,81 6,54 6,4 P/W 0,25 0,24 0,26 0,16 0,14 0,17 0,19 0,24 Tabela reduzida para escolha de parâmetros iniciais 𝑊 𝑆 ≅ 70 𝑘𝑔𝑓/𝑚2 𝑊 ≅ 600 𝐾𝑔𝑓 𝑆 = 𝑊 𝑊/𝑆 = 600 70 = 8,57 𝑚2 𝑏 = 𝐴 ∗ 𝑆 = 6,4 ∗ 8,57 = 7,4 𝑚 Foi adotado um afilamento de 0,5, pois um valor menor poderá gerar problemas de estol na ponta da asa, a menos que seja feita uma torção ou instale slots, sendo estes recursos fatores complicadores no processo construtivo. 𝐶 = 𝑆 𝑏 = 1,158 𝑚 𝐶𝑃 = 0,5 ∗ 𝐶𝑅 𝐶 = 𝐶𝑃 + 𝐶𝑅 2 = 0,5𝐶𝑅 + 𝐶𝑅 2 = 1,158 𝐶𝑅 = 1,544𝑚 ; 𝐶𝑃 = 0,772𝑚 Dimensionamento Visualização das proporcionalidades de áreas Visualização das proporcionalidades lineares Dimensionamento R V -6 G al sa ir L an ca ir F al co P u ls ar E u ro p a K -5 1 T u ca n o P -5 1 M e- 10 9 C B -1 0 𝐋𝐇 𝐂 2,19 3,10 3,33 2,93 2,86 2,21 2,95 2,97 2,50 3,06 2,93 𝐋𝐕 𝐛 0,46 0,44 0,42 0,44 0,42 0,36 0,46 0,45 0,47 0,54 0,46 𝐋𝐅 𝐛 0,87 0,79 0,90 0,83 0,78 0,74 0,83 0,88 0,88 0,89 0,83 𝐛𝐇 𝐛 0,38 0,37 0,27 0,37 0,31 0,31 0,38 0,42 0,35 0,32 0,37 𝐂𝐑 𝐋𝐅 0,24 0,20 0,18 0,25 0,23 0,25 0,25 0,23 0,26 0,27 0,25 𝐒𝐏𝐑𝐎𝐅 𝐒𝐇 0,44 0,35 0,40 0,36 0,31 1,00 0,42 0,42 0,33 0,40 0,30 𝐒𝐋𝐄𝐌𝐄 𝐒𝐕 0,40 0,45 0,25 0,35 0,25 0,30 0,40 0,38 0,38 0,43 0,30 Principais proporções de aeronaves semelhantes. Por exemplo: 𝐿𝐹 = 𝐿𝐹 𝑏 ∗ 𝑏 = 0,83 ∗ 7,4 = 6,14 𝑚 Dimensionamento 𝑉𝐻 = 𝑆𝐻 ∗ 𝐿𝐻 𝑆𝑊 ∗ 𝐶 𝑉𝑉 = 𝑆𝑉 ∗ 𝐿𝑉 𝑆𝑊 ∗ 𝑏 RV -6 G al sa ir L an ca ir F al co P u ls ar E u ro p a K -5 1 T u ca n o P -5 1 M e- 10 9 C B -1 0 Vh 0,48 0,7 0,57 0,64 0,48 0,58 0,64 0,72 0,44 0,6 0,63 Vv 0,058 0,051 0,055 0,045 0,044 0,056 0,051 0,083 0,046 0,062 0,063 Valores dos volumes de cauda dos modelos similares No cálculo da geometria da empenagem foi adotado um alongamento de 4 (escolheu-se o menor valor visando obter uma estrutura mais resistente) 𝑆𝐻 = 𝑉𝐻 ∗ 𝑆𝑊 ∗ 𝐶 𝐿𝐻 = 1,85 𝑚2 𝑆𝑉 = 𝑉𝑉 ∗ 𝑆𝑊 ∗ 𝑏 𝐿𝑉 = 1,17 𝑚2 𝑏 = 𝐴 ∗ 𝑆 = 4,0 ∗ 1,85 = 2,72 𝑚 𝐶 = 𝑆𝐻 𝑏 = 0,68 𝑚 𝐶𝑃 = 0,5 ∗ 𝐶𝑅 𝐶 = 𝐶𝑃 + 𝐶𝑅 2 = 0,5𝐶𝑅 + 𝐶𝑅 2 = 0,68 𝐶𝑅 = 0,90𝑚 ; 𝐶𝑃 = 0,45𝑚 𝑆𝑃𝑅𝑂𝐹 𝑆𝐻 = 0,30 ; 𝑆𝑃𝑅𝑂𝐹 = 0,555𝑚 𝐶𝑃𝑅𝑂𝐹 = 𝑆𝑃𝑅𝑂𝐹 𝑏 = 0,20 𝑚 𝑏 = 𝐴 ∗ 𝑆 = 6,4 ∗ 1,17 = 2,74 𝑚 𝐶 = 𝑆𝑉 𝑏 = 0,43 𝑚 𝐶𝑃 = 0,5 ∗ 𝐶𝑅 𝐶 = 𝐶𝑃 + 𝐶𝑅 2 = 0,5𝐶𝑅 + 𝐶𝑅 2 = 0,43 𝐶𝑅 = 0,58𝑚 ; 𝐶𝑃 = 0,29𝑚 𝑆𝐿𝐸𝑀𝐸 𝑆𝑉 = 0,30 ; 𝑆𝐿𝐸𝑀𝐸 = 0,352 𝑚 𝐶𝐿𝐸𝑀𝐸 = 𝑆𝐿𝐸𝑀𝐸 𝑏 = 0,13 𝑚 Quanto menores forem os volumes de cauda, vertical e horizontal, menores serão seus arrastos (empenagem e total) e melhor serão seus desempenhos aerodinâmicos. Por outro lado, pior será a estabilidade e controle da aeronave, principalmente no pouco e decolagem. Para o caso de volumes de cauda maiores, ocorrerá a situação oposta. Conjunto Moto-propulsor • Adotado conjunto moto-propulsor dianteiro: Adequado para aeronaves acrobáticas Facilita a centragem das massas da aeronave Lista comparativa de aeronaves similares adotam o mesmo tipo de configuração Configuração interna • Layout lado-a-lado Adequado para categoria utilitária – treinamento avançado de pilotagem (instrutor+aluno) Lista de aeronaves similares apresenta preponderância do layout adotado Configuração interna • Localização/Posição do piloto Projeto adota conceito de “solução mínima” Ergonomia deve ser observada Assentos localizados no fundo da cabine – similaridade com carros esportivos Cálculo de Cargas • É realizado um cálculo de cargas atuantes na fuselagem, asas e empenagens: Define-se fator de carga de manobra, conforme norma JAR-VLA adotada (requisitos); Revisita-se o cálculo dos pesos da aeronave; Define-se o envelope de voo (gráfico que relaciona fator de carga em função da velocidade da aeronave e questão de rajadas atuantes na aeronave); Cálculo de Cargas As cargas são calculadas conforme norma. Importante ressaltar a distribuição das cargas ao longo da estrutura da aeronave. Ainda que não se calculassem os valores, é necessário verificar a distribuição de cargas para previsão da estrutura da aeronave Exemplo: Carga na empenagem vertical e carga na fuselagem Considerações sobre Trem-de-pouso • Tipo adotado : triciclo retrátil. Vantagem aerodinâmica – não aumenta arrasto do avião em voo, uma vez que é recolhido Manobrabilidade em solo (evita tendência da aeronave das “cavalo de pau” Layout preliminar Roda frontal Rodas principais Considerações sobre Subsistemas • Sistemas de comando (profundor, rolamento, hipersustentação) mecânico – braços de alavancas • Sistema elétrico simplificado – aeronave não apresenta sistema complexo de iluminação, ou mesmo aviônica com componentes eletrônicos de grande potência que demandariam fontes de energia elétrica mais robustas. Admite-se o uso de baterias veiculares para suprir a demanda de energia elétrico do motor, dos instrumentos da aeronave,iluminação da cabine, sistema de alimentação de combustível Considerações sobre Proteção contra colisão • Posição relativa motor-piloto Reforços estruturais e considerações da estrutura e fuselagem atuarem como absorvedores de energia quando da ocorrência de uma colisão devem ser sinalizados para etapa de detalhamento do projeto da aeronave. • Para-brisa: Levar em conta possível choque contra pássaros durante o voo. Considerações sobre Produtibilidade e Mantenabilidade • No que se refere à produtibilidade, os seguintes guidelines foram considerados: o Simplicidade construtiva; o Utilização de materiais compostos sem utilização de moldes; o Alternativa de utilização de motores aeronautizados ou aeronáuticos não homologados (norma permite). Considerações sobre Produtibilidade e Mantenabilidade • Quanto à manutenção da aeronave: o Simplicidade construtiva possibilita realização da manutenção de maneira facilitada; o Planos de manutenção simples (sem complexidade); o Construção para transporte oficina/aeroporto/oficina - possibilidade de transporte sem grandes intervenções na aeronave, projetada para ser separada – cone de cauda com empenagens destacável. Fuselagem Fuselagem Base • Cessna 182 Dimensionamento inicial Variáveis ajustadas • Comprimento; • Curvatura; • Curvatura localizada; • Inclinação do tail; • Angulação do nariz; • Angulação da parte dianteira da fuselagem; • Dimensionamento do spinner; • Dimensionamento da espessura da cauda; • Peso (altura da fuselagem); • Largura. Seções da fuselagem Seção transversal detalhada Comparativo entre a fuselagem inicial e a final. Asa, profundor e leme. Asas e empenagem • Cessna 182 Dimensionamento inicial das asas Definição da geometria da asa e da empenagem Definição do diedro Perfis da asa Perfis do profundor e leme Variáveis ajustadas • Área; • Corda na raiz; • Corda na ponta; • Envergadura; • Razão de afilamento; • Ângulo de diedro; • Camber; • Camber localizado; • Espessura. Comparativo entre asa e empenagem inicial com a final Avião completo