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Pagamento Indevido
 “Pagamento indevido é uma das 
formas de enriquecimento ilícito, por 
decorrer de uma prestação feita por 
alguém com o intuito de extinguir uma 
obrigação erroneamente pressuposta, 
gerando ao accipiens, por imposição 
legal, o dever de restituir, uma vez 
estabelecido que a relação obrigacional 
não existia, tinha cessado de existir ou 
que o devedor não era o solvens ou o 
accipiens não era o credor.” Maria Helena 
Diniz
Espécies de Pagamento 
Indevido
• Pagamento objetivamente indevido: 
ocorrerá quando uma pessoa paga uma dívida 
que não mais exista, por não haver qualquer 
vínculo obrigacional, ou paga um débito 
existente, mas que já se extinguiu.
• Pagamento subjetivamente indevido: 
haverá quando um débito existente for pago 
por quem equivocadamente se julgava como 
sendo o devedor; e também poderá ocorrer 
quando o pagamento é feito a uma pessoa 
diversa do verdadeiro credor.
Requisitos para caracterização 
do pagamento indevido:
• Enriquecimento do accipiens à custa de outra 
pessoa;
• Empobrecimento do solvens;
• Relação de imediatidade, ou seja, o 
enriquecimento de um deve decorrer diretamente 
da diminuição patrimonial do outro;
• Ausência de culpa do empobrecido;
• Falta de causa jurídica justificativa do pagamento 
efetuado pelo solvens;
• Subsidiariedade da ação de in rem verso, ou seja, 
inexistência de outro meio jurídico pelo qual o 
empobrecido possa corrigir a situação de 
enriquecimento sem causa, ressarcindo-se do 
prejuízo sofrido.
Casos e efeitos da repetição do 
pagamento:
• CASOS:
• Fica obrigado a restituir não só aquele 
que receber o que não lhe era devido, 
como também quem recebe dívida 
condicional antes de realizada a condição
 (art. 876 do CC)
• Caso haja o pagamento de imposto ilegal 
ou inconstitucional.
• EFEITOS: Artigos 878 e 879, parágrafo 
único do CC.
Exclusão do direito a restituição 
do indébito:
• Quando o accipiens, que recebe de quem 
não é o devedor o pagamento por conta de 
dívida verdadeira, inutilizou o título, 
deixou prescrever ação ou abriu mão das 
garantias de seu crédito (art. 880 do CC);
• Se o pagamento se destinou a solver 
dívida prescrita ou obrigação natural ou 
judicialmente inexigível (art. 882 do CC);
• Sempre que o pagamento tiver por escopo 
obter fim ilícito e imoral (art. 883 do CC).
Exclusão do direito a restituição 
do indébito:
• Quando o accipiens, que recebe de quem 
não é o devedor o pagamento por conta de 
dívida verdadeira, inutilizou o título, 
deixou prescrever ação ou abriu mão das 
garantias de seu crédito (art. 880 do CC);
• Se o pagamento se destinou a solver 
dívida prescrita ou obrigação natural ou 
judicialmente inexigível (art. 882 do CC);
• Sempre que o pagamento tiver por escopo 
obter fim ilícito e imoral (art. 883 do CC).

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