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Questionario unidade III

Conjunto de questões de múltipla escolha sobre vigilância epidemiológica e notificação compulsória, abordando CID‑10 em atestados, tipos de dados que alimentam a vigilância, critérios para inclusão de doenças na lista de notificação e definição de caso para notificação.

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Mariana

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Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Após um atendimento em saúde, um paciente solicita ao profissional de saúde que emita um atestado e que neste conste a Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Portanto, a informação solicitada refere-se a
a. dados complementares de reconhecimento do indivíduo.
b. dados de identificação do profissional de saúde responsável pelo atendimento.
c. dados mínimos para a identificação da doença que motivou a consulta.
d. dados de identificação do local onde foi realizado o atendimento.
e. um pedido que não pode ser atendido, visto que o profissional de saúde não é obrigado a colocar o CID-10 em seus atestados.

São dados e informações que alimentam o sistema nacional de vigilância epidemiológica os seguintes, EXCETO:
a. Dados de mortalidade.
b. Investigação epidemiológica.
c. Dados de laboratório.
d. Dados de morbidade.
e. Dados de controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, relacionem-se à saúde.

Entre os parâmetros para inclusão de doenças e agravos na lista de notificação compulsória há alguns critérios. Assinale a alternativa em que a descrição está CORRETA:
a. Vulnerabilidade – representa as características que conferem relevância à doença ou agravo, tais como severidade – medida pela letalidade, hospitalidade –, relevância social – medo e indignação – e relevância econômica – perda de vida, custos previdenciários.
b. Magnitude – dependente diretamente da incidência, prevalência, mortalidade, anos potenciais de vida perdidos.
c. Transcendência – representa o quanto a doença é disseminada, seja por meio de vetores ou demais fontes de infecção, colocando sob risco a saúde coletiva.
d. Ocorrência de epidemias, surtos e agravos inusitados à saúde – relativo ao cumprimento de metas continentais ou mundiais, especificadas no Regulamento Sanitário Internacional (RSI).
e. Potencial de disseminação – representa o quanto há de disponibilidade na prevenção e controle da doença, propiciando a atuação efetiva dos serviços de saúde sobre os indivíduos e coletividades.

A vigilância epidemiológica precisa de qualidade de informação, com coleta de dados fidedigna para que possa propiciar decisões que subsidiem o planejamento, a avaliação e o aprimoramento das ações. Tal processo é conhecido como informação para ação. Para que haja a informação, foi criada a notificação compulsória das doenças transmissíveis, a qual deve ser realizada sempre que houver casos
a. internados.
b. informados no sistema de morbidade.
c. confirmados.
d. suspeitos.
e. informados no sistema de mortalidade.

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Questões resolvidas

Após um atendimento em saúde, um paciente solicita ao profissional de saúde que emita um atestado e que neste conste a Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Portanto, a informação solicitada refere-se a
a. dados complementares de reconhecimento do indivíduo.
b. dados de identificação do profissional de saúde responsável pelo atendimento.
c. dados mínimos para a identificação da doença que motivou a consulta.
d. dados de identificação do local onde foi realizado o atendimento.
e. um pedido que não pode ser atendido, visto que o profissional de saúde não é obrigado a colocar o CID-10 em seus atestados.

São dados e informações que alimentam o sistema nacional de vigilância epidemiológica os seguintes, EXCETO:
a. Dados de mortalidade.
b. Investigação epidemiológica.
c. Dados de laboratório.
d. Dados de morbidade.
e. Dados de controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, relacionem-se à saúde.

Entre os parâmetros para inclusão de doenças e agravos na lista de notificação compulsória há alguns critérios. Assinale a alternativa em que a descrição está CORRETA:
a. Vulnerabilidade – representa as características que conferem relevância à doença ou agravo, tais como severidade – medida pela letalidade, hospitalidade –, relevância social – medo e indignação – e relevância econômica – perda de vida, custos previdenciários.
b. Magnitude – dependente diretamente da incidência, prevalência, mortalidade, anos potenciais de vida perdidos.
c. Transcendência – representa o quanto a doença é disseminada, seja por meio de vetores ou demais fontes de infecção, colocando sob risco a saúde coletiva.
d. Ocorrência de epidemias, surtos e agravos inusitados à saúde – relativo ao cumprimento de metas continentais ou mundiais, especificadas no Regulamento Sanitário Internacional (RSI).
e. Potencial de disseminação – representa o quanto há de disponibilidade na prevenção e controle da doença, propiciando a atuação efetiva dos serviços de saúde sobre os indivíduos e coletividades.

A vigilância epidemiológica precisa de qualidade de informação, com coleta de dados fidedigna para que possa propiciar decisões que subsidiem o planejamento, a avaliação e o aprimoramento das ações. Tal processo é conhecido como informação para ação. Para que haja a informação, foi criada a notificação compulsória das doenças transmissíveis, a qual deve ser realizada sempre que houver casos
a. internados.
b. informados no sistema de morbidade.
c. confirmados.
d. suspeitos.
e. informados no sistema de mortalidade.

Prévia do material em texto

1. Após um atendimento em saúde, um paciente solicita ao profissional de saúde que emita um 
atestado e que neste conste a Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Portanto, a 
informação solicitada refere-se a 
 
a. dados de identificação do local onde foi realizado o atendimento. 
 
b. um pedido que não pode ser atendido, visto que o profissional de saúde não é obrigado a 
colocar o CID-10 em seus atestados. 
 
c. dados complementares de reconhecimento do indivíduo. 
 
d. dados de identificação do profissional de saúde responsável pelo atendimento. 
 
e. dados mínimos para a identificação da doença que motivou a consulta. 
0,2 pontos 
PERGUNTA 2 
1. São dados e informações que alimentam o sistema nacional de vigilância epidemiológica os 
seguintes, EXCETO: 
 
a. Dados de morbidade. 
 
b. Dados de mortalidade. 
 
c. Dados de controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, relacionem-se à saúde. 
 
d. Dados de laboratório. 
 
e. Investigação epidemiológica. 
0,2 pontos 
PERGUNTA 3 
1. Entre os parâmetros para inclusão de doenças e agravos na lista de notificação compulsória há 
alguns critérios. 
 
Assinale a alternativa em que a descrição está CORRETA: 
 
a. Magnitude – dependente diretamente da incidência, prevalência, mortalidade, anos 
potenciais de vida perdidos. 
 
b. Vulnerabilidade – representa as características que conferem relevância à doença ou 
agravo, tais como severidade – medida pela letalidade, hospitalidade –, relevância social – 
medo e indignação – e relevância econômica – perda de vida, custos previdenciários. 
 
c. Transcendência – representa o quanto a doença é disseminada, seja por meio de vetores ou 
demais fontes de infecção, colocando sob risco a saúde coletiva. 
 
d. Potencial de disseminação – representa o quanto há de disponibilidade na prevenção e 
controle da doença, propiciando a atuação efetiva dos serviços de saúde sobre os indivíduos 
e coletividades. 
 
e. Ocorrência de epidemias, surtos e agravos inusitados à saúde – relativo ao cumprimento de 
metas continentais ou mundiais, especificadas no Regulamento Sanitário Internacional 
(RSI). 
0,2 pontos 
PERGUNTA 4 
1. A vigilância epidemiológica precisa de qualidade de informação, com coleta de dados fidedigna para 
que possa propiciar decisões que subsidiem o planejamento, a avaliação e o aprimoramento das 
ações. Tal processo é conhecido como informação para ação. Para que haja a informação, foi criada 
a notificação compulsória das doenças transmissíveis, a qual deve ser realizada sempre que houver 
casos 
 
a. informados no sistema de mortalidade. 
 
b. internados. 
 
c. suspeitos. 
 
d. informados no sistema de morbidade. 
 
e. confirmados.

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