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Retículo endoplasmático Luana Borba luanaborba@biof.ufrj.br biocelxerem2016.2@gmail.com Senha: biocelxerem UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO POLO DE XERÉM DISCIPLINA: BIOLOGIA CELULAR 2016.2 Retículo endoplasmático Retículo endoplasmático RE liso RE rugoso Flagelo Centrossomo Citoesqueleto microfilamentos filamentos intermediários microtúbulos Microvilosidades Perroxissomos Mitocôndrias Lisossomos Complexo de Golgi Ribossomos Membrana plasmática Núcleo Envelope nuclear Nucléolo Cromatina Invaginações da membrana plasmática teriam gerado organelas como o núcleo e o RE. O RE teria se originado a partir de invaginações da membrana plasmática Compartimentos intracelulares como retículo endoplasmático, complexo de Golgi, endossomos e lisossomos, possuem seu conteúdo mais semelhante ao meio extracelular do que com o citosol. Os compartimentos intracelulares da célula Via biossintética-secretora e via endocítica Um conceito importante: Endocitose X Exocitose Retículo endoplasmático corresponde a cerca de metade da área total de membrana em uma célula eucariótica. RE corresponde a metade da área de membrana de uma célula O RE está organizado em um labirinto de túbulos ramificados e de vesículas achatadas que se estendem através do citosol. O RE se estende por todo o citosol Os túbulos e as vesículas interconectam-se e suas membranas são contínuas com a membrana nuclear externa. A membrana do RE é contínua com a membrana nuclear Retículo endoplasmático - Síntese de proteínas solúveis e transmembrana; - Glicosilação de proteínas; - Produz a maioria dos lipídeos da célula; - Armazenamento intracelular de Ca2+. - Detoxificação de substâncias. Funções do retículo endoplasmático RE rugoso ribossomos aderidos RE liso sem ribossomos aderidos RE liso X RE rugoso: regiões especializadas de uma organela O RE é com frequência parcialmente liso e rugoso. RE liso - Metabolismo lipídico - Reações de detoxificação (fígado) As principais classes de lipídeos são sintetizadas na membrana do RE RE rugoso - Síntese de proteínas Ribossomos e síntese de proteínas tRNA transportam os aminoácidos para os códons no mRNA (Capítulo 6) Importação das proteínas para o RE é um processo cotraducional Células de mamíferos começam a importação de proteínas para o RE antes da síntese completa da cadeia polipeptídica. O ribossomo que está sintetizando a proteína se adere a membrana do RE. RE rugoso Sequências-sinal direcionam o ribossomo para o RE Partícula de reconhecimento de sinal (SPR) e receptor de SPR Translocação da cadeia polipeptídica em formação Translocação da cadeia polipeptídica em formação Ribossomos livres e ligados à membrana do RE Como diferentes proteínas são translocadas? Proteínas solúveis Proteínas transmembrana de passagem única Proteínas transmembrana de múltiplas passagens Proteínas transmembrana de múltiplas passagens Também ocorre translocação pós-traducional de proteínas para o RE BIP é uma chaperona de RE BIP é uma chaperona de RE (Hsp70 especial). Chaperonas auxiliam o enovelamento de proteínas Chaperonas são uma classe especial de proteínas que auxiliam outras proteínas a enovelarem-se corretamente dobrarem-se corretamente Exemplo: Heat shock proteins (Hsp) Hsp 70, Hsp 60... Exemplo de chaperona: Hsp70 A chaperona BIP - BIP é uma chaperona de RE (Hsp70 especial). - BIP reconhece proteínas enoveladas incorretamente → sequências de aminoácidos expostas. Uma vez no RE, as cadeias polipeptídicas formadas são enoveladas no lúmen do RE. Glicosilação de proteínas no RE: oligossacarídeos ligados ao N Glicosilação de proteínas no RE e controle do enovelamento Glicosilação de proteínas no RE e controle do enovelamento Chaperonas do RE atuam cooperativamente Proteínas mal enoveladas são degradadas em proteassomos Outras modificações que ocorrem no RE: Formação de pontes dissulfeto Proteína dissulfeto-isomerase - PDI Proteínas também pode adquirir uma âncora de GPI no RE Proteínas corretamente enoveladas partem para o complexo de Golgi Proteínas corretamente enoveladas partem para o complexo de Golgi As proteínas são transportadas em vesículas do RE para o Golgi. Princípios do transporte vesicular Proteínas SNAREs medeiam a fusão de membranas SNAREs fazem a mediação da fusão de membranas Modelo de como as proteínas SNARE podem catalisar fusões de membranas. SNAREs fazem a mediação da fusão de membranas Vesícula revestidas de COPII partem do RE para o Golgi Vesícula revestidas de COPII partem do RE para o Golgi GTPases monoméricas controlam a montagem do revestimento GTPase solúvel no citoplasma membrana do compartimento de onde vai brotar a vesícula GTPase inserida e ativa Transporte entre RE e Golgi Recuperação de proteínas solúveis residentes Sequência KDEL (Lis-Asp-Glu-Leu) TRANSPORTE RETRÓGRADO TRANSPORTE ANTERÓGRADO Recuperação de proteínas solúveis residentes Bibliografia Capítulo 12 – Compartimentos intracelulares e endereçamento de proteínas. Capítulo 13 – Tráfego intracelular de vesículas. Biologia Molecular da Célula, 2008.