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1. (TJSP/Juiz de Direito/182º Concurso/VUNESP/2009) A responsabilidade civil extracontratual no direito brasileiro
a) É afastada em caso de estado de necessidade, pois o autor do dano não responde pelos prejuízos causados.
b) Não é afastada em caso de estado de necessidade, pois o autor do dano responde pelos prejuízos causados. Vide art. 929 do CC.
c) Não é afastada em caso de estado de necessidade, mas apenas o causador do perigo responde pelos danos causados.
d) É afastada, respondendo apenas aquele em defesa de quem se causou o dano.
2. (MP/SP/Promotor de Justiça/85º Concurso/2006) O art. 188 do Código Civil prevê três causas de exclusão de ilicitude, que não acarretam o dever de indenizar. São elas:
a) Legítima defesa, erro substancial e estado de necessidade.
b) Legítima defesa, estado de necessidade e dolo bilateral.
c) Exercício regular de direito reconhecido, estado de necessidade e dolo bilateral.
d) Exercício regular de direito reconhecido, estado de necessidade e erro substancial.
e) Legítima defesa, exercício regular de direito reconhecido e estado de necessidade.
3. (MP/SP/Promotor de Justiça/85º Concurso/2006) A teoria da responsabilidade civil integra o direito obrigacional, pois a principal consequência prática de um ato ilícito é a obrigação que acarreta, para o seu autor, de reparar o dano. A lei prevê, no entanto, as excludentes da responsabilidade civil, que afastam a responsabilidade do agente porque:
a) descaracterizam a culpa.
b) rompem o nexo de causalidade.
c) excluem a autoria.
d) afastam o dolo.
e) tornam o dano incomprovável.
4. (TRT/15ª Região/Campinas/Juiz do Trabalho/Fundação Carlos Chagas/2008) Assinale a alternativa CORRETA. Não constitui ato ilícito:
a) A lesão a pessoa, a fim de remover perigo iminente, desde que as circunstâncias tornem o ato absolutamente necessário, não excedendo os limites do indispensável para a remoção do perigo; Vide art. 188, II, e parágrafo único, do CC.
b) Aquele decorrente de omissão violadora de direito e causadora de dano exclusivamente moral;
c) Aquele praticado pelo titular do direito que excede manifestamente os limites impostos pelos bons costumes;
d) A deterioração da coisa alheia para remover perigo iminente;
e) O praticado em legítima defesa, a fim de remover perigo iminente, desde que as circunstâncias o tornem absolutamente
necessário, não excedendo os limites do indispensável para a remoção do perigo.
5. (TRT/2ª Região/SP/Juiz do Trabalho/XXXI Concurso/Fundação Carlos Chagas/2005) A indenização, em matéria de responsabilidade civil, excluída a hipótese de dano moral:
a) Mede -se sempre pela extensão do dano;
b) É maior em caso de dolo do que em caso de culpa;
c) Pode ser maior do que o dano em caso de dolo;
d) Pode ser maior do que o dano em caso de dolo direto, não em caso de dolo eventual;
e) Pode ser reduzida em caso de culpa. Vide arts. 944 e 945 do CC.
6. (TJSP/Juiz de Direito/179º Concurso/VUNESP/2006) Considere as seguintes afirmações sobre responsabilidade civil:
I. A indenização devida pelo incapaz não terá lugar se privar do necessário as pessoas que dele dependem;
II. O empregador responde pelos atos dos seus empregados, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele, ainda que não haja culpa de sua parte;
III. Na hipótese de indenização que deva em princípio ser medida pela extensão do dano, se houver excessiva desproporção entre a gravidade da culpa e o dano, o juiz poderá reduzir, equitativamente, seu valor.
Pode -se dizer que são verdadeiras:
a) Apenas as assertivas I e III.
b) Apenas as assertivas I e II.
c) Todas as assertivas. Vide arts. 928, parágrafo único, 932, III, e 944, parágrafo único, do CC.
d) Apenas as assertivas II e III.
7. (PGE/SP/Procurador do Estado/VUNESP/2005) É INCORRETO afirmar que:
a) A reparação por danos materiais poderá não ser equivalente ao prejuízo efetivamente sofrido.
b) Para o instituto da responsabilidade civil, incide a avaliação de grau de culpa do agente.
c) A responsabilidade objetiva é somente aquela decorrente de risco.
d) A responsabilidade dos pais pelos atos praticados pelos filhos menores é objetiva.
e) Havendo vários autores do ato ilícito, todos responderão solidariamente.
8. (Procurador Municipal/SP/Fundação Carlos Chagas/2008) Os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem ficam sujeitos à reparação do dano:
a) Mas se o ofensor for incapaz e não tendo seus responsáveis obrigação de indenizar ou não dispuserem de meios suficientes, a indenização será indevida.
b) E, se tiver mais de um autor, o valor da indenização terá caráter de obrigação conjunta.
c) E, se tiver mais de um autor, entre eles existirá solidariedade. Vide art. 942 do CC.
d) Mas a indenização será indevida sempre que ficar provado que o autor da ofensa agiu em estado de necessidade.
e) Mas a indenização ficará excluída sempre que o autor do dano vier a ser absolvido em ação penal pelo mesmo fato.
9. (Procurador/Faz. Nacional/ESAF/2007) Quanto ao conteúdo da conduta culposa, a culpa poderá ser:
a) grave, leve ou levíssima;
b) in committendo, in ommittendo, in eligendo, in vigilando ou in custodiendo;
c) in abstracto ou in concreto;
d) aquiliana ou juris et de jure;
e) contratual ou extracontratual.
10. (PGE/PA/Procurador do Estado/2009) Analise as proposições abaixo e assinale a alternativa INCORRETA:
a) O incapaz responde pelos prejuízos que causar, se as pessoas por ele responsáveis não tiverem obrigação de fazê -lo ou não dispuserem de meios suficientes.
b) Consoante a jurisprudência do STJ, o dano reflexo enseja a responsabilidade civil do infrator, desde que seja demonstrado o prejuízo à vítima indireta.
c) A compensação devida à vítima do dano, ainda que este resulte de dolo do devedor, deverá incluir os danos emergentes e os lucros cessantes decorrentes diretamente da conduta infracional, excluídos os danos remotos.
d) À configuração do abuso de direito, consoante o Código Civil de 2002, é essencial a prova de que o agente tinha a intenção de prejudicar terceiro. Vide art. 187 do CC.
11. (TJPR/Juiz de Direito/2008) Assinale a alternativa CORRETA:
a) É subjetiva, por culpa presumida, a responsabilidade dos pais pelos atos praticados pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia.
b) O direito de exigir a reparação civil somente se transmite com a herança quando se tratar de dano patrimonial.
c) A desproporção entre a gravidade da culpa e o dano pode ser critério hábil a intervir na fixação do quantum indenizatório. Vide art. 944, parágrafo único, do CC.
d) A culpa leve não gera dever de indenizar, ao passo que a culpa gravíssima enseja responsabilidade objetiva do agente causador do dano.
12. (PGE/PR/Procurador do Estado/2007) Sobre a disciplina do dever de indenizar é CORRETO afirmar que:
a) O Código Civil de 2002 não diferencia a imputação do dever de indenizar contratual e extracontratual.
b) O incapaz para celebrar negócios jurídicos não tem capacidade para praticar ilícitos civis.
c) O elemento da culpa pode servir para interpretação tanto sobre o dever de indenizar como sobre a quantificação do valor da indenização. Vide art. 944, parágrafo único, do CC.
d) Em regra, não há solidariedade passiva entre os autores e coautores do dano.
e) A ilicitude da conduta é indispensável para a configuração do dever de indenizar.
13. (DEL/POL/RJ/XI Concurso/Acadepol/RJ/2009) Considere as seguintes afirmações sobre responsabilidade civil e indique a assertiva INCORRETA:
a) O incapaz responde pelos prejuízos que causar, exceto se ficar privado do necessário, assim como as pessoas que dele dependem.
b) São também responsáveis pela reparação civil os que gratuitamente houverem participado nos produtos do crime, até a concorrente quantia.
c) A indenização por injúria, difamação ou calúnia consistirá na reparação do dano que delas resulte ao ofendido.
d) Súmula do Superior Tribunal de Justiça adota entendimento de que não é possível a cumulação dasindenizações de dano estético e dano moral.
e) A responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais sobre a existência do fato, ou sobre quem seja seu autor, quando estas questões se acharem decididas no juízo criminal.
14. (OAB/Brasil/Exame de Ordem 2009.2/CESPE/UnB/2009) De acordo com o que dispõe o Código Civil a respeito da responsabilidade civil, assinale a opção CORRETA:
a) O dono do edifício responderá pelos danos causados pela ruína do edifício, estando o lesado dispensado de provar que a ruína decorreu de falta de reparos e que a necessidade dessas reparações é manifesta.
b) No caso de responsabilidade civil em virtude de ofensa à saúde, o ofendido não tem direito de ser indenizado das despesas dos lucros cessantes.
c) Somente há responsabilidade do empregador pelos danos que seus empregados, no exercício de suas funções, causarem a terceiros, se ficar demonstrado que o empregador infringiu o dever de vigilância.
d) O Código Civil consagra a responsabilidade civil objetiva das empresas pelos danos causados pelos produtos postos em circulação. Vide art. 931 do CC. Observação: a opinião dominante na doutrina é no sentido de que a alternativa “a” também está CORRETA (Vide art. 937 do CC).
15. (TJSP/Cartórios de Notas e Registros/6º Concurso/2009) A obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, é denominada responsabilidade civil:
a) completa.
b) subjetiva.
c) objetivo -subjetiva.
d) objetiva.
16. (TRF/1ª Região/Juiz Federal/XIII Concurso/CESPE/UnB/2009) Considerando o que dispõe o Código Civil, assinale a opção CORRETA no que se refere à responsabilidade civil.
a) No caso de responsabilidade civil em virtude de ofensa à saúde, o ofendido não tem direito a ser indenizado das despesas e dos lucros cessantes.
b) O dono de edifício responde pelos danos causados pela ruína da edificação, dispensando o lesado de provar que a ruína foi devida à falta de reparos e que a necessidade dessas reparações era manifesta.
c) Somente há responsabilidade do empregador pelos danos que seus empregados, no exercício de suas funções, causarem a terceiros se ficar demonstrado que o empregador infringiu o dever de vigilância.
d) O Código Civil consagra a responsabilidade civil objetiva das empresas pelos danos causados pelos produtos postos em circulação. Vide art. 931 do CC. Observação: a opinião dominante na doutrina é no sentido de que a alternativa “b” também está CORRETA (Vide art. 937 do CC).
e) Em caso de responsabilidade civil subjetiva, fica afastada a possibilidade de o juiz reduzir o montante da indenização considerando o grau de culpa do agente, tendo em vista o princípio da reparação integral do dano.
17. (OAB/Exame de Ordem 2010.3/FGV Projetos/2011) Ricardo, buscando evitar um atropelamento, realiza uma manobra e atinge o muro de uma casa, causando um grave prejuízo. Em relação à situação acima, é CORRETO afirmar que Ricardo
a) não responderá pela reparação do dano, pois agiu em estado de necessidade.
b) responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em estado de necessidade. art. 929 do CC.
c) responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em legítima defesa.
d) praticou um ato ilícito e deverá reparar o dano.
18. (TJPR/Outorga de delegações de notas e de registro/IBFC/2014) Sobre responsabilidade civil do Estado, marque a proposição INCORRETA:
a) É impertinente a investigação da conduta da vítima ou de sua culpa, tendo em vista ser objetiva a responsabilidade do Estado. A CF adotou a teoria da responsabilidade objetiva do Poder Público, mas sob a modalidade do risco administrativo. Desse modo, pode ser atenuada a responsabilidade do Estado, provada a culpa parcial e concorrente da vítima, e até mesmo excluída, provada a culpa exclusiva desta.
b) A responsabilidade do Estado por erro judiciário independe de ter o Juiz atuado com dolo ou culpa.
c) O caso fortuito, a força maior e a conduta da vítima podem excluir total ou parcialmente a responsabilidade do Estado.
d) Embora objetiva a responsabilidade do Estado, com base no nexo de causalidade, é subjetiva relativamente a este a responsabilidade do agente causador do dano, embasada no dolo e na culpa.
19. (MP/SP/Promotor de Justiça/90º Concurso/2013) Em tema de responsabilidade civil, assinale a assertiva INCORRETA.
a) A empresa locadora de veículos não responde civilmente pelos prejuízos causados pelo locatário a terceiros, no uso do carro locado. Vide a Súmula 492 do Supremo Tribunal Federal: “A empresa locadora de veículos responde, civil e solidariamente com o locatário, pelos danos por este causados a terceiro, no uso do carro locado”.
b) São responsáveis pela reparação civil o empregador ou comitente, por conduta de seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir ou em razão dele.
c) São responsáveis pela reparação civil o tutor e o curador, pelos pupilos e curatelados que estiverem sob sua autoridade ou em sua companhia.
d) O dono, ou detentor, do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maior.
e) São responsáveis pela reparação civil os pais, pelos atos de filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia.
20. (TJSP/Juiz de Direito/184º Concurso/VUNESP/2013) Acerca da responsabilidade civil, e considerada a jurisprudência assente, é certo afirmar que:
a) se sentença criminal definir que determinado ato existiu, a existência desse fato não pode mais ser discutida na ação de responsabilidade civil. Vide art. 935 do CC.
b) aquele que cobra dívida já paga na sua inteireza é obrigado a pagar ao devedor o dobro do que houver pago, ainda que tenha agido de boa-fé.
c) na responsabilidade objetiva não se exige culpa e nem nexo de causalidade.
d) a perda de uma chance, por não se caracterizar como dano real e concreto, não pode ser indenizada.
1. (TJSP/Juiz de Direito/182º Concurso/VUNESP/2009) Prescrição e decadência
a) extinguem o direito de ação.
b) extinguem, respectivamente, o direito potestativo e a pretensão.
c) extinguem, respectivamente, a pretensão e o direito potestativo.
d) extinguem a pretensão.
2. (TJSP/Juiz de Direito/179º Concurso/VUNESP/2006) Considere as seguintes afirmações:
I. A prescrição não corre contra os que estiverem ausentes do país a serviço das Forças Armadas em tempo de paz;
II. Sendo a obrigação divisível ou indivisível, a suspensão da prescrição em favor de um dos credores solidários aproveita aos outros;
III. O ato extrajudicial de reconhecimento do direito pelo devedor interrompe a prescrição, desde que seja inequívoco;
IV. A renúncia à decadência fixada em lei só valerá, sendo feita, sem prejuízo de terceiro, depois de a decadência se consumar.
Pode -se afirmar que são CORRETAS:
a) I e III, somente. A afirmação I também está incorreta . Art. 198. Também não corre a prescrição:
I - contra os incapazes de que trata o art. 3o;
II - contra os ausentes do País em serviço público da União, dos Estados ou dos Municípios;
III - contra os que se acharem servindo nas Forças Armadas, em tempo de guerra.
b) II e III, somente.
c) I, II, III e IV.
d) II, III e IV, somente.
3. (MP/SP/Promotor de Justiça/85º Concurso/2006) Segundo Pontes de Miranda, “a prescrição seria uma exceção que alguém tem contra o que não exerceu, durante um lapso de tempo fixado em norma, sua pretensão ou ação”. É característica da prescrição:
a) correr contra os incapazes de que trata o art. 3º do Código Civil.
b) ser reconhecida de ofício pelo juiz em qualquer caso. A resposta sob a letra “b” só se tornou possível com a revogação, pela Lei n. 11.280, de 16.2.2006, do art. 194 do CC, que favorecia o absolutamente incapaz. As duas respostas foram consideradas corretas porque a prescrição não tem uma única característica.
c) poder ser alterada por acordo das partes.
d) não poder ser alegada em Segunda Instância, em nenhuma hipótese.
e) ser renunciável somente depois de consumada. 
4. (MP/SP/Promotor de Justiça/84º Concurso/2005)Assinale a alternativa verdadeira.
a) A prescrição é irrenunciável e pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição.
b) A prescrição, uma vez consumada, não é passível de renúncia.
c) Admite -se renúncia prévia de prescrição, desde que não prejudique terceiro.
d) Não é admissível renúncia prévia de prescrição, nem de prescrição em curso, mas só da consumada. Vide art. 191 do CC.
e) A renúncia da prescrição deve ser expressa e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de terceiro.
5. (PGE/SP/Procurador do Estado/Fundação Carlos Chagas/2009) Em tema de prescrição, é correto afirmar:
a) Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários, só aproveitam os outros se a obrigação for indivisível. Vide art. 201 do CC.
b) Serão os da lei anterior os prazos, quando reduzidos pelo Código Civil, e se, na data de sua entrada em vigor, já houver transcorrido mais de 1/3 (um terço) do tempo decorrido estabelecido na lei revogada.
c) Não corre prescrição pendendo condição resolutiva expressa.
d) Quando a ação se originar de fato que deva ser apurado no juízo criminal, a prescrição terá seu curso normal, devendo ser comunicado àquele juízo eventual apuração de responsabilidade civil para fins probatórios.
e) A prescrição ocorre em 20 (vinte) anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor.
6. (OAB/Exame de Ordem 2009.2/CESPE/UnB/2009) Assinale a opção CORRETA a respeito da prescrição e da decadência.
a) Pode haver renúncia à decadência prevista em lei por aquele que a aproveita.
b) A pretensão condenatória não exercitada no prazo legal sujeita -se aos efeitos da decadência.
c) A prescrição iniciada contra o credor continua a correr contra o sucessor universal absolutamente incapaz.
d) Não corre prescrição enquanto pendente a condição suspensiva em relação ao negócio jurídico. Vide art. 199, I, do CC.
7. (TJMG/Juiz de Direito/EJEF/2009) Relativamente à disciplina da prescrição e da decadência, assinalar a questão CORRETA:
a) Aplicam -se à decadência, salvo disposição legal em contrário, as normas que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição.
b) A prescrição e a decadência consolidam um estado de fato, transformando -o em estado de direito.
c) Ambas constituem -se causa e disciplina de extinção de direitos, mas a prescrição funda -se em princípio de natureza privada, protegendo interesses privados.
d) A prescrição e a decadência são formas de extinção de direitos, consumando -se as duas em prazos extintivos.
8. (TRT/15ª Região/Campinas/Juiz do Trabalho/XXIII Concurso/Fundação Carlos Chagas/2008) Assinale a alternativa INCORRETA:
a) A pessoa jurídica tem ação contra seus representantes legais que não alegarem a prescrição oportunamente.
b) A interrupção da prescrição poderá ocorrer mais de uma vez por meio de protesto judicial. Vide art. 202 do CC.
c) A exceção prescreve no mesmo prazo em que a pretensão, cujo prazo não pode ser alterado por acordo das partes.
d) Prescreve em 03 (três) anos a pretensão de reparação civil.
e) É nula a renúncia à decadência legal.
9. (TRF/13ª Região/SP -MS/Juiz Federal/XIV Concurso/Fundação Carlos Chagas/2007) Assinale a alternativa CORRETA:
a) Não corre prescrição pendendo ação de evicção.
b) A decadência pode ser declarada de ofício em ação de usucapião.
c) A prescrição fixada por convenção somente pode ser alegada pela parte a quem aproveita em qualquer grau de jurisdição, mas o juiz não pode suprir a alegação.
d) Não corre a prescrição contra “os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo”.
10. (DEL/POL/SP/Acadepol/SP/2008) A prescrição, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor, ocorre em:
a) oito anos.
b) vinte anos.
c) doze anos.
d) dez anos. Vide art. 205 do CC.
e) quinze anos.
11. (OAB/Exame da Ordem Unificado/2010.2) A respeito das diferenças e semelhanças entre prescrição e decadência, no Código Civil, é CORRETO afirmar que:
a) A prescrição acarreta a extinção do direito potestativo, enquanto a decadência gera a extinção do direito subjetivo.
b) Os prazos prescricionais podem ser suspensos e interrompidos, enquanto os prazos decadenciais legais não se suspendem ou interrompem, com exceção da hipótese de titular de direito absolutamente incapaz, contra o qual não corre
nem prazo prescricional nem prazo decadencial. Vide arts. 207 e 208 do CC.
c) Não se pode renunciar à decadência legal nem à prescrição, mesmo após consumadas.
d) A prescrição é exceção que deve ser alegada pela parte a quem beneficia, enquanto a decadência pode ser declarada de ofício pelo juiz.
12. (Receita Federal/Auditor -Fiscal/ESAF/2009) Assinale a opção CORRETA.
a) A pendência de ação de evicção não é causa suspensiva da prescrição.
b) As causas impeditivas da prescrição são as circunstâncias que impedem que seu curso inicie, por estarem fundadas no status da pessoa individual ou familiar, atendendo razões de confiança, parentesco, amizade e motivos de ordem moral. Vide arts. 197 e 198 do CC.
c) A prescrição iniciada contra uma pessoa não continua a correr contra o seu sucessor a título universal ou singular.
d) As partes podem aumentar ou reduzir prazo prescricional.
e) A incapacidade absoluta não impede a prescrição.
13. (TJMS/Juiz de Direito/Fundação Carlos Chagas/2010) Prescrição e decadência.
a) A prescrição interrompe -se ou suspende -se nos casos taxativos enumerados em lei; na interrupção o prazo anterior é computado e na suspensão deduz -se o anterior ao seu início.
b) A prescrição interrompe -se ou suspende -se nos casos taxativos enumerados em lei; na interrupção o prazo anterior não é computado e na suspensão soma -se o prazo anterior ao seu início. Vide arts. 197, 198, 199 e 202, parágrafo único, do CC.
c) Da prescrição e da decadência convencional não pode o juiz conhecer de ofício.
d) As ações de cobrança, de reparação de danos materiais ou morais e de lucros cessantes, assim como as de execução de obrigação de dar, fazer e não fazer estão relacionadas a prazos prescricionais e decadenciais.
e) A dívida prescrita não pode ser paga e quem a pagou pode exigir a sua devolução.
14. (MP/SP/Promotor de Justiça/2010) Assinale a alternativa INCORRETA:
a) O pagamento espontâneo de dívida prescrita não pode ser repetido.
b) Tratando -se de obrigação não suscetível de fracionamento, suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários, aos demais será estendida.
c) A prescrição e a decadência legal podem ser conhecidas de ofício pelo juiz. A prescrição pode ser renunciada. A decadência fixada em lei não pode ser objeto de renúncia.
d) O direito a alimentos, como é sabido, é imprescritível. Há previsão na lei civil, porém, estabelecendo que a pretensão para haver prestações alimentares estabelecidas judicialmente prescreve, a partir do vencimento, em cinco anos. Vide art. 206, § 2º, do CC.
e) A responsabilidade dos assistentes dos relativamente incapazes e dos representantes legais da pessoas jurídicas, que derem causa à prescrição ou não a alegarem oportunamente, não é objetiva.
15. (TJMG/Juiz de Direito/VUNESP/2012) Assinale a alternativa que apresenta informação INCORRETA no que concerne à prescrição.
a) A prescrição só pode ser alegada a quem aproveita em primeiro grau de jurisdição. art. 193 do CC.
b) A exceção prescreve no mesmo prazo em que a pretensão.
c) A interrupção da prescrição, que somente poderá ocorrer uma vez, dar -se -á por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor.
d) A prescrição pode ser interrompida por qualquer interessado.
16. (TJPI/Juiz de Direito/CESPE/UnB/2012) Com relação ao que dispõe o CDC acerca da prescrição e da decadência, e ao entendimento do STJ a esse respeito, assinale a opção CORRETA.
a) Inicia -se a contagem do prazo prescricional para a reclamação contra vício constatado em produto ou serviço a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços.
b) Obsta a decadência a reclamação formal formulada pelo consumidor perante a autoridade administrativa competente.
c) O prazo prescricional para a reparaçãode danos causados por fato do produto aos consumidores é de cinco anos, em se tratando de produtos duráveis, e de três anos, no caso de produtos não duráveis.
d) O prazo de decadência para a reclamação por vícios do produto não corre durante o período de garantia contratual em cujo curso o produto tenha sido reiteradamente apresentado com defeitos ao fornecedor, desde o primeiro mês da compra. Vide arts. 446 do CC e 26 do CDC.
e) O consumidor que adquirir produto durável viciado perderá o direito de reclamar pelos vícios aparentes e de fácil constatação decorridos trinta dias da data de aquisição do bem.
17. (DEL/POL/RJ/Delegado de Polícia/XII Concurso/FUNCAB/2012) Tício adquiriu, em 20 de fevereiro de 2012, uma churrasqueira a gás em uma loja de eletrodomésticos. Ao tentar usar a churrasqueira pela primeira vez, Tício percebeu um forte cheiro de gás e apertou imediatamente o botão de desligar. A churrasqueira explodiu. Tício contrata um advogado, que propõe, em 20 de maio de 2012, uma ação judicial para reparação dos danos patrimoniais sofridos. O juiz julga improcedente o pedido de reparação por decadência. Assinale a alternativa CORRETA.
a) A sentença está correta, pois o prazo para reclamar de vício do produto é de 30 (trinta) dias.
b) A sentença deve ser reformada, pois o prazo para reclamar de vício de produto durável, como é o caso da churrasqueira elétrica, é de 90 (noventa) dias.
c) A sentença deve ser reformada, pois a pretensão de reparação de danos causados ao consumidor, reconhecidamente vulnerável, é imprescritível.
d) A sentença deve ser reformada, pois prescreve em 5 (cinco) anos a pretensão de reparação de danos decorrentes de fato do produto. Vide art. 27 do CDC.
e) A sentença deve ser reformada, pois se aplica ao caso o prazo geral de 20 (vinte) anos do Código Civil.
18. (TJSP/Juiz de Direito/186º Concurso/VUNESP/2015) Assinale a alternativa CORRETA.
a) A exceção possui prazo autônomo e diverso que a pretensão.
b) A interrupção da prescrição por um credor aproveita aos outros.
c) A suspensão da prescrição em favor de um dos credores solidários aproveita incondicionalmente aos demais.
d) A decadência convencional não é suprível por declaração judicial não provocada.
19. (MP/SP/Promotor de Justiça/90º Concurso/2013) Sobre as regras dispostas no Código Civil a respeito da interrupção da prescrição, assinale a proposição que está INCORRETA.
a) A prescrição pode ser interrompida por qualquer interessado.
b) A interrupção da prescrição por um credor não aproveita aos outros.
c) A interrupção operada contra um dos herdeiros do devedor solidário não prejudica os outros herdeiros ou devedores, senão quando se trate de obrigações e direitos indivisíveis.
d) A interrupção produzida contra o principal devedor não prejudica o fiador. Vide art. 204, § 3º, do CC.
e) A interrupção efetuada contra o devedor solidário envolve os demais e seus herdeiros.
20. (TJSP/Juiz de Direito/184º Concurso/VUNESP/2013) Acerca da prescrição e da decadência, é correto afirmar-se:
a) Na forma do disposto no art. 202 do Código Civil, a prescrição e a decadência só podem ser interrompidas uma única vez.
b) A pretensão para haver prestações de natureza alimentar é imprescritível.
c) Quando a lei não fixar prazo menor, a prescrição ocorre em 10 anos. Vide art. 205 do CC.
d) A prescrição deve ser alegada pelo réu na contestação, sob pena de preclusão.
21. (MP/AC/Promotor de Justiça/CESPE/UnB/2014) Com base nos conceitos e características referentes à prescrição, assinale a opção CORRETA.
a) Não corre a prescrição contra os incapazes, bastando, para os menores, a averiguação da idade; para os demais, é necessário processo próprio de interdição por meio do qual se declare tal fato.
b) A interrupção da prescrição somente poderá ocorrer uma vez, recomeçando o respectivo prazo a correr a partir da data do ato de interrupção ou do último ato do processo de interrupção.
c) Além do titular do direito, todo aquele que tiver interesse, moral ou material, poderá promover a interrupção da prescrição. Vide art. 203 do CC.
d) A renúncia à prescrição pode ser expressa ou tácita e ocorrer mesmo antes de a prescrição se consumar.
e) É lícito às partes, de comum acordo, estender ou reduzir os prazos prescricionais, bem como criar motivos de interrupção e suspensão desses prazos.
1. (Procurador do Trabalho/2006) A respeito da prova e dos meios de prova, assinale a alternativa INCORRETA:
a) É válido o meio de prova, ainda que não especificado no Código de Processo Civil, bastando que moralmente legítimo;
b) Ao réu cabe o ônus da prova dos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor e, a este, os fatos que constituem o seu direito;
c) É possível a convenção que distribui de maneira diversa o ônus da prova, mesmo que recaia sobre direito indisponível, desde que ocorra livre manifestação das partes;
d) Não dependem de prova os fatos notórios e aqueles em cujo favor milita presunção legal de existência ou de veracidade;
e) Não respondida.
2. (Defensor Público/SE/2005) Julgue os seguintes itens:
a) Na apreciação da prova, no sistema jurídico brasileiro, vigora o princípio da persuasão racional, ou do livre convencimento fundamentado. Assim, na valoração da prova, prevalece a convicção do juiz sobre a certeza dos fatos que interessam à solução do litígio.
b) O sistema jurídico brasileiro adota a premissa básica de que quem alega deve provar a veracidade do fato. Dessa forma, impõe -se ao autor a comprovação dos fatos constitutivos de seu direito, ainda que esses fatos sejam notórios ou admitidos
como incontroversos no processo. Entretanto, a lei dispensa, por desnecessária, a prova relativa aos fatos afirmados por uma parte e confessado pela parte contrária, ou seja, a confissão real ou fictícia, seja por meio dos efeitos da revelia ou inobservância da impugnação específica.
c) Para o autor, a prova deve ser requerida na inicial e para o réu, na contestação. Assim, quando é trazido fato novo em contestação ou há o surgimento de fato superveniente no curso do processo, surge a atividade probatória do juiz no
processo, passando ele a agir de ofício na atividade probatória.
3. (PGE/PA/Procurador do Estado/2009) Analise as proposições abaixo e assinale a alternativa INCORRETA:
a) As declarações enunciativas, constantes de documentos assinados, presumem -se verdadeiras em relação aos signatários e, desde que tenham relação direta com as disposições principais ou com a legitimidade das partes, eximem os interessados em sua veracidade do ônus de prová-las.
b) Em ação de investigação de paternidade, consoante a jurisprudência do STJ, a recusa do suposto pai a submeter -se ao exame de DNA constitui presunção absoluta da sua paternidade. Vide Súmula 301 do STJ: “Em ação investigatória, a recusa do suposto pai a submeter -se ao exame de DNA induz presunção juris tantum de paternidade”.
c) O novo Código Civil equiparou as cópias (reproduções) inautênticas aos documentos originais e autenticados, desde que sejam comuns às partes e inexista impugnação à sua exatidão.
d) Nos casos em que a lei exclui a prova testemunhal, não se admite, como meio de prova, a presunção, exceto se prevista em lei.
4. (TJAL/Juiz de Direito/Fundação Carlos Chagas/2007) Em ação de investigação de paternidade, a recusa do suposto pai à perícia médica ordenada pelo juiz:
a) Não gera qualquer presunção e nada impede o réu de alegar a falta do exame em seu benefício.
b) Firma presunção absoluta de paternidade.
c) Autoriza a condição coercitiva do réu para a realização do exame.
d) Poderá suprir a prova que se pretendia obter com o exame. Vide art. 232 do CC.
e) Acarreta, necessariamente, a prolação de sentença por julgamento antecipado da lide.
5. (TRT/15ª Região/Juiz do Trabalho/XIX Concurso/Fundação Carlos Chagas/2004) Quanto à falsidade do documento, assinale a alternativa INCORRETA:
a) Suscitado o incidente de falsidade, o juiz suspenderá o processo principal.
b) Incumbe à parte quecontestar ser sua assinatura, no documento produzido e apresentado pela outra parte, o ônus da respectiva prova.
c) Os registros domésticos fazem prova contra quem os escreveu, quando declaram o recebimento de um crédito.
d) O documento particular escrito e assinado, ou ainda que somente assinado, presume -se verdadeiro quanto ao signatário; se contiver declaração de ciência relativa a determinado fato, prova apenas a declaração, mas não o fato.
e) A nota escrita pelo credor, em qualquer parte de documento, que está em poder do devedor, ainda que não assinada, faz prova em benefício deste último.
6. (Auditor/TCE/PI/Fundação Carlos Chagas/2005) A presunção hominis, ou seja, decorrente da observação do que ordinariamente acontece
a) prova obrigação de qualquer natureza.
b) não é admitida nos casos em que a lei exclui a prova testemunhal. Vide art. 230 do CC.
c) supre a falta da escritura pública na alienação de imóveis de qualquer valor.
d) em nenhuma hipótese é admitida para suprir a falta de outras provas.
e) equipara -se às presunções absolutas.
7. (TRT/9ª Região/Juiz do Trabalho/Fundação Carlos Chagas/2006) A respeito da prova assinale a alternativa CORRETA:
a) São amplos os poderes decisórios do juiz, limitados pelas garantias constitucionais, mas não detém o magistrado poderes probatórios.
b) Dependem de prova os fatos tidos por verdadeiros por presunção legal.
c) O direito invocado, em regra, depende de prova.
d) Admite -se como prova a confissão real quando disser respeito a direitos indisponíveis, quando não exigida forma especial para a prova do fato e quando presente a capacidade civil de quem confessa.
e) As presunções legais absolutas não admitem prova em contrário, enquanto as presunções legais relativas podem ser afastadas por prova em contrário.
8. (Promotor de Justiça/ES/2005) No que pertine à prova, é INCORRETO afirmar:
a) a confissão espontânea somente pode ser feita pela própria parte. Vide art. 213, parágrafo único, do CC.
b) a confissão é, de regra, indivisível.
c) não dependem de prova os fatos notórios e os admitidos, no processo, como incontroversos.
d) a confissão judicial pode ser espontânea ou provocada.
e) salvo disposição especial em contrário, as provas devem ser produzidas em audiência.
9. (OAB/RJ/27º Exame) A presunção juris et de jure:
a) Admite apenas prova documental.
b) Não admite prova testemunhal.
c) Admite prova em contrário.
d) Não admite prova em contrário.
10. (TJPR/Juiz de Direito/PUC -PR/2011) Aponte se as assertivas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a única alternativa CORRETA:
(V) A confissão é irrevogável e pode ser anulada se decorreu de erro de fato ou de coação.
(V) Aquele que se nega a submeter -se a exame médico necessário não poderá aproveitar -se de sua recusa.
(V) Não ocorre a prescrição quando pendente ação de evicção.
(V) Se a decadência for convencionada, a parte a quem aproveita poderá alegá-la em qualquer grau de jurisdição, mas o juiz
não pode suprir a alegação.
a) V, V, F, V
b) V, V, V, V Vide arts. 214, 231, 199, III, e 211 do CC, respectivamente.
c) F, F, F, V
d) V, F, F, F
11. (MP/BA/Promotor de Justiça/2010) Segundo a melhor doutrina, provar consiste em criar o convencimento no espírito do julgador. Logo, consubstancia -se a prova em elemento idôneo à formação de um estado psíquico. Assim, assinale a alternativa CORRETA, após aferir a veracidade das assertivas abaixo. 
I. A presunção hominis inadmite prova em contrário.
II. O exame, vistoria e arbitramento são formas de prova pericial.
III. O Código Civil em vigor estabelece, de forma exaustiva, a presunção, indícios, a testemunhal, a confissão, a perícia e o documento, como meios de prova do negócio jurídico.
IV. A confissão pode ser anulada por vício de consentimento.
V. São requisitos da prova: pertinência, concludência e licitude.
a) F, F, V, F, F.
b) V, F, F, F, F.
c) V, V, F, F, V.
d) V, V, F, V, F.
e) F, V, F, V, V.
12. (TJPI/Juiz de Direito/CESPE/UnB/2012) Em referência à prova no âmbito civil, assinale a opção CORRETA.
a) Não havendo impugnação, não se discutirá a exatidão de cópia reprográfica de documento particular, ainda que não autenticada. Vide art. 225 do CC.
b) É lícito ao juiz exigir, em qualquer caso, para a instrução do processo, que o hospital forneça prontuário e arquivos médicos do réu.
c) Não se admite recusa de prestação de depoimento por testemunha, ainda que o fato a ser relatado possa causar desonra a amigo íntimo.
d) Caso acompanhe a realização da perícia que determinou, o juiz não poderá repelir as conclusões dela em momento posterior.
e) Reprodução de título de crédito por microfilme não tem o mesmo valor do original para fins de protesto, ainda que autenticada por tabelião.
13. (MP/RO/Promotor de Justiça/CESPE/UnB/2013) Em relação às provas no direito civil, assinale a opção CORRETA.
a) Não tem eficácia a confissão feita por menor de dezesseis anos de idade. Vide arts. 213 e 3º, I, do CC.
b) A vedação à admissão de prova exclusivamente testemunhal em determinado caso não impede que o juiz se utilize da presunção simples.
c) Ao contrário da testemunha impedida, a testemunha suspeita pode ser ouvida como informante do juízo.
d) Arquivos eletrônicos não são aceitos como provas documentais.
e) À confissão não se aplica a proibição de comportamento contraditório.
14. (DEL/POL/SP/Acadepol/VUNESP/2014) De acordo com o Código Civil de 2002, assinale a alternativa CORRETA acerca dos meios de prova e suas particularidades.
a) A prova exclusivamente testemunhal é admitida para negócios jurídicos de qualquer valor, desde que a testemunha não seja única.
b) No ordenamento civil brasileiro, a presunção não é admitida como meio de prova.
c) Em regra, os parentes da linha colateral são admitidos como testemunhas, salvo se tiverem interesse no litígio.
d) Não é lícita a recusa de prestar depoimento que leve à desonra própria, de seu cônjuge, parente ou amigo íntimo.
e) Admite-se o depoimento de menor, com idade entre 16 (dezesseis) e 18 (dezoito) anos, como prova testemunhal. Vide art. 228, I, do CC.

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