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Um paciente internado em hospital público de determinado estado da Federação cometeu 
suicídio, atirando-se de uma janela próxima a seu leito, localizado no quinto andar do hospital. 
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção correta acerca da responsabilidade civil 
do Estado. 
Exclui-se a responsabilidade do Estado, por ter sido a culpa exclusiva da 
vítima, sem possibilidade de interferência do referido ente público. 
 
Ref.: 201604164816 
 
 1a Questão 
 
 
(Ano: 2015; Banca: FCC; Órgão: TRE-RR; Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária). Durante 
as eleições para Governador do Estado realizadas no ano de 2014, Simone, de 16 anos de 
idade, pegou escondido da família o carro de seu pai, João, para fazer propaganda com seus 
amigos de seu candidato preferido. Durante o percurso, Simone atropelou uma família matando 
um homem de cinquenta anos de idade ao invadir uma loja de alimentos. Neste caso, de acordo 
com o Código Civil brasileiro, João: 
 
 
responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha e poderá reaver de Simone 
somente 50% do valor total que pagar pelo ressarcimento do dano causado. 
 
só responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha se esta não possuir 
patrimônio pessoal 
 responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha mas não poderá reaver de 
Simone o que pagar pelo ressarcimento do dano causado. 
 
responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha e poderá reaver de Simone o 
valor total que pagar pelo ressarcimento do dano causado. 
 
não responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha uma vez que ela é 
relativamente incapaz. 
 
 
Explicação: 
Como regra geral, os pais são responsáveis pela reparação civil decorrente de atos ilícitos 
praticados pelos filhos menores que estiverem sob seu poder e em sua companhia. O atual 
Código Civil menciona os filhos que estiverem sob a ¿autoridade¿ dos pais, o que não muda o 
sentido da legislação anterior, dando-lhe melhor compreensão. 
A responsabilidade dos pais deriva, em princípio, da guarda do menor e não exatamente do 
poder familiar. Trata-se de aspecto complementar do dever de educar os filhos e sobre eles 
manter vigilância. Essa responsabilidade sustenta-se em uma presunção relativa, ou numa 
modalidade de responsabilidade objetiva, no vigente Código, o que vem a dar quase no mesmo. 
Há dois fatores que se conjugam nessa modalidade de responsabilidade: a menoridade e o fato 
de os filhos estarem sob o poder ou autoridade e companhia dos pais. 
A responsabilidade dos pais não pode ser afastada porque o menor ainda não tem capacidade 
de discernimento. Mais rigorosa deve ser a vigilância dos pais, quando os filhos não possuem 
ainda o mínimo discernimento. 
Portanto, nessa relação de responsabilidade envolvendo pais e filhos, prepondera a teoria do 
risco, que atende melhor aos interesses de Justiça e de proteção à dignidade da pessoa. 
Aponte-se que existe solidariedade entre o filho menor e o pai ou mãe pela reparação do ato 
ilícito. 
 
 
 
 
Ref.: 201604341029 
 
 2a Questão 
 
 
(XII Exame Unificado/2013/adaptada) - Pedro, dezessete anos de idade, mora com seus pais no 
edifício Clareira do Bosque e, certa manhã, se desentendeu com seu vizinho Manoel, dezoito 
anos. O desentendimento ocorreu logo após Manoel, por equívoco do porteiro, ter recebido e lido 
o jornal pertencente aos pais do adolescente. Manoel, percebido o equívoco, promoveu a imediata 
devolução do periódico, momento no qual foi surpreendido com atitude inesperada de Pedro que, 
revoltado com o desalinho das páginas, o agrediu com um soco no rosto, provocando a quebra de 
três dentes. Como Manoel é modelo profissional, pretende ser indenizado pelos custos com 
implantes dentários, bem como pelo cancelamento de sua participação em um comercial de 
televisão. Tendo em conta o regramento da responsabilidade civil por fato de outrem, assinale a 
afirmativa correta. 
 
 
Não há que se falar em responsabilidade civil pois o caso é de um fortuito externo. 
 
Os pais de Pedro terão responsabilidade subjetiva pelos danos causados pelo filho a 
Manoel, devendo, para tanto, ser comprovada a culpa in vigilando dos genitores. 
 Se os pais de Pedro não dispuserem de recursos suficientes para pagar a indenização, e 
Pedro tiver recursos, este responderá subsidiária e equitativamente pelos danos causados 
a Manoel. 
 
Somente os pais de Pedro terão responsabilidade objetiva pelos danos causados pelo filho, 
mas detêm o direito de reaver de Pedro, posteriormente, os danos indenizáveis a Manoel. 
 
Pedro responderá solidariamente com seus pais pelos danos causados a Manoel, inclusive 
com indenização pela perda de uma chance, decorrente do cancelamento da participação 
da vítima no comercial de televisão. 
 
 
Explicação: 
Como regra geral, os pais são responsáveis pela reparação civil decorrente de atos ilícitos praticados 
pelos filhos menores que estiverem sob seu poder e em sua companhia. O atual Código Civil 
menciona os filhos que estiverem sob a ¿autoridade¿ dos pais, o que não muda o sentido da 
legislação anterior, dando-lhe melhor compreensão. 
Essa responsabilidade tem como base o exercício do poder familiar que impõe aos pais um feixe 
enorme de deveres. Não se trata, destarte, exata-mente de um poder. Trata-se de aspecto 
complementar do dever de educar os filhos e sobre eles manter vigilância. Essa responsabilidade 
sustenta-se em uma presunção relativa, ou numa modalidade de responsabilidade objetiva, no 
vigente Código, o que vem a dar quase no mesmo. Há dois fatores que se conjugam nessa 
modalidade de responsabilidade: a menoridade e o fato de os filhos estarem sob o poder ou 
autoridade e companhia dos pais. 
Portanto, nessa relação de responsabilidade envolvendo pais e filhos, prepondera a teoria do risco, 
que atende melhor aos interesses de Justiça e de proteção à dignidade da pessoa. Aponte-se que 
existe solidariedade entre o filho menor e o pai ou mãe pela reparação do ato ilícito. Desse modo, 
o patrimônio do menor também responde pela reparação. 
 
 
 3a Questão 
 
 
Envolvendo-se o empregado em acidente de veículo, no qual ficou comprovada sua culpa, a 
responsabilidade do patrão é 
 
 
b) excluída, se, no contrato de trabalho, o empregado houver se responsabilizado pelos 
danos que ocasionar a terceiros. 
 
d) solidária, podendo, porém, escusar-se, provando que não teve culpa no evento porque 
bem selecionado o empregado entre os postulantes ao emprego e que o vigiou 
adequadamente. 
 
a) conjunta, ainda que não haja culpa de sua parte na escolha ou na vigilância de seu 
empregado. 
 
c) conjunta, dividindo-se a responsabilidade pelo valor da indenização em parte iguais. 
 e) solidária, não podendo escusar-se sob o fundamento de que inexiste culpa de sua 
parte na escolha ou na vigilância de seu empregado. 
 
 
Explicação: Art. 932 CC. São também responsáveis pela reparação civil: III - o empregador ou 
comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes 
competir, ou em razão dele; Além disso, a Súmula nº 341 do STF prevê que: É presumida a culpa 
do patrão ou comitente pelo ato culposo do empregado ou preposto. 
 
 
 
 4a Questão 
 
 
XVI EXAME DE ORDEM UNIFICADO A responsabilidade civil dos fornecedores de serviços e 
produtos, estabelecida pelo Código do Consumidor, reconheceu a relação jurídica qualificada 
pela presença de uma parte vulnerável, devendo ser observados os princípios da boa-fé, 
lealdade contratual, dignidade da pessoa humana e equidade. A respeito da temática, assinale a 
afirmativa correta. 
 
 A inversão do ônus da prova nas relações de consumo é questão de ordem pública e de 
imputação imediata, cabendo ao fabricantea carga probatória frente ao consumidor, em 
razão da responsabilidade civil objetiva. 
 
A responsabilidade civil do fabricante é subjetiva e subsidiária quando o comerciante é 
identificado e encontrado para responder pelo vício ou fato do produto, cabendo ao 
segundo a responsabilidade civil objetiva 
 A responsabilidade civil objetiva do fabricante somente poderá ser imputada se houver 
demonstração dos elementos mínimos que comprovem o nexo de causalidade que 
justifique a ação proposta, ônus esse do consumidor, salvo nos casos de inversão do 
ônus da prova. 
 
A responsabilidade civil subjetiva dos fabricantes impõe ao consumidor a comprovação da 
existência de nexo de causalidade que o vincule ao fornecedor, mediante comprovação 
da culpa, invertendo-se o ônus da prova no que tange ao resultado danoso suportado 
 
 
Explicação: 
A responsabilidade pelo fato do produto está disciplinada pelo artigo 12 do Código de Defesa do 
Consumidor, que estabelece o seguinte: ¿O fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou 
estrangeiro, e o importador, respondem independentemente da existência de culpa, pela 
reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos [¿], bem como por informações 
insuficientes ou inadequados [¿]¿. 
Através da regra legal citada, verifica-se que fato do produto é um acontecimento que decorre 
de um defeito do produto causando dano material ou moral ao consumidor, desta forma, 
entende-se que o fato gerador será sempre o defeito do produto. 
A responsabilidade do fornecedor é objetiva, ou seja, independente da existência de culpa. Para 
que haja a reparação do dano, basta a demonstração do evento danoso, do nexo de 
causalidade, do dano e sua extensão. 
Segundo Maria Helena Diniz a responsabilidade objetiva é aquela ¿fundada no risco, sendo 
irrelevante a conduta culposa ou dolosa do causador do dano, uma vez que bastará a existência 
do nexo causal entre o prejuízo sofrido pela vitima e a ação do agente para que surja o dever 
de indenizar." 
O fornecedor de produtos responde objetivamente, devendo indenizar o dano que foi causado 
ao consumidor decorrente do acidente de consumo devido ao defeito do produto. 
 
 
 
 
Ref.: 201603541702 
 
 5a Questão 
 
 
Mirtes gosta de decorar a janela de sua sala com vasos de plantas. A síndica do prédio onde 
Mirtes mora já advertiu a moradora do risco da queda dos vasos e de possível dano aos 
transeuntes e moradores do prédio. Num dia de forte ventania, os vasos de Mirtes caíram sobre 
os carros estacionados na rua, causando sérios prejuízos. Nesse caso, é correto afirmar que 
Mirtes: 
 
 
somente deverá indenizar os lesado se tiver agido dolosamente 
 deverá indenizar os lesados, pois tem responsabilidade objetiva pelo dano causado. 
 
está isenta de responsabilidade, pois não teve a intenção de causar prejuízo. 
 
poderá alegar motivo de força maior e não deverá indenizar os lesados. 
 
 
Explicação: 
Verificar art. 938 do CC. 
 
 
 
 
Ref.: 201604062943 
 
 6a Questão 
 
 
Durante as eleições para Governador do Estado realizadas no ano de 2014, Simone, 16 anos, 
pegou escondido da família o carro de seu pai, João, para fazer propaganda com seus amigos 
de seu candidato preferido. Durante o percurso, Simone atropelou uma família, matando um 
homem de cinquenta anos de idade ao invadir uma loja de alimentos. Neste caso, de acordo 
com o Código Civil Brasileiro, João: 
 
 responderá civilmente pelos ato praticados por sua filha, mas não poderá reaver de 
Simone o que pagar pelo ressarcimento do dano causado. 
 
só responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha, se esta não possuir 
patrimônio pessoal 
 
responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha e poderá reaver de Simone 
somente 50% do valor total que pagar pelo ressarcimento do dano causado. 
 
não responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha, uma vez que ela é 
relativamente incapaz 
 
responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha e poderá reaver de Simone o 
valor total que pagar pelo ressarcimento do dano causado. 
 
 
Explicação: 
Os pais respondem pelos atos dos filhos menores. Não há que se falar em ressarcimento dos 
pais pela indenização por danos causados pelo filho. 
 
 
 
 
Ref.: 201604510505 
 
 7a Questão 
 
 
Gisele, quinze anos de idade, modelo e atriz de sucesso, com ótima condição econômica, após 
se aborrecer com o vizinho de seu pai, pegou um paralelepípedo e quebrou o vidro do para-
brisa dianteiro de um veículo AUDI ano 2016, que se encontrava estacionado em frente a sua 
residência. Considerando que Gisele reside com seu pai, que é separado judicialmente de sua 
mãe, e que nenhum dos dois genitores dispõe de meios para ressarcir os danos causados, é 
correto afirmar que: 
 
 
a responsabilidade civil será exclusivamente da mãe de Gisele; 
 Gisele deverá ser responsabilizada civilmente pelos danos causados; 
 
a responsabilidade civil será dos pais de Gisele; 
 
a responsabilidade civil será exclusivamente do pai de Gisele; 
 
não há responsabilidade civil, já que Gisele é menor de idade, sendo civilmente 
incapaz. 
 
 
 
 
Ref.: 201604218676 
 
 8a Questão 
 
 
Considere: I. O empregador e os atos praticados por seus empregados no exercício do trabalho 
que lhes competir ou em razão dele. II. Os donos de hotéis e os atos praticados pelos seus 
hóspedes. De acordo com o Código Civil brasileiro, em se tratando de reparação civil, nas 
hipóteses I e II: 
 
 Ambos não respondem pelos atos praticados pelos terceiros ali referidos, existindo ou 
não culpa de sua parte. 
 
Somente os donos de hotéis respondem pelos atos de seus hóspedes 
independentemente da existência de culpa de sua parte. 
 
Somente o empregador responde pelos atos de seus empregados independentemente 
da existência de culpa de sua parte. 
 Ambos respondem pelos atos praticados pelos terceiros ali referidos, 
independentemente da existência de culpa de sua parte. 
 
Ambos respondem pelos atos praticados pelos terceiros ali referidos, desde que haja 
culpa de sua parte. 
 
Ref.: 201604249962 
 
 1a Questão 
 
 
(TRT 6ª 2012 - FCC - Técnico Judiciário ¿ Administrativa) Sendo o patrão responsável pela 
reparação civil dos danos causados culposamente por seus empregados no exercício do trabalho 
que lhes competir, ou em razão dele, É CORRETO AFIRMAR QUE: 
 
 
só será obrigado a indenizar se o patrão também tiver culpa. 
 
só será obrigado a indenizar se o ato também constituir crime e se o empregado for 
condenado no processo criminal. 
 
não será obrigado a indenizar, se o empregado for absolvido pelo mesmo ato, em 
processo criminal, por insuficiência de prova. 
 é obrigado a indenizar ainda que o patrão não tenha culpa. 
 
a obrigação de indenizar é subsidiária à do empregado que causou o dano. 
 
 
Explicação: 
Conforme determina o art. 933 do CC a responsabilidade civil do empredor é objetiva, ou seja, 
não há necessidade de analisar culpa. 
 
 
 
 
 
 2a Questão 
 
 
2015 - Banca: FCC - Órgão: TJ-PI - Prova: Juiz Substituto. O incapaz 
 
 
não responde com seus bens pelos prejuízos que causar, em nenhuma hipótese, se a 
incapacidade for absoluta. 
 responde pelos prejuízos que causar, se as pessoas por ele responsáveis não tiverem 
obrigação de fazê-lo ou não dispuserem de meios suficientes. 
 
apenas responde pelos prejuízos que causar, se as pessoas por ele responsáveis não 
tiverem obrigação de fazê-lo. 
 
não responde com seus bens pelos prejuízos que causar, devendo suportá-los somente 
seus responsáveis. 
 
apenas responde com seus bens pelos prejuízos que causar, se aincapacidade cessar, 
ficando até esse momento suspenso o prazo prescricional. 
 
 
Explicação: 
Verificar o art. 928 do CC. 
 
 
 
Ref.: 201604295981 
 
 3a Questão 
 
 
Sobre a responsabilidade civil por fato de outrem, é INCORRETO afirmar: 
 
 Todas as assertivas acima estão corretas. 
 
Os curadores são responsáveis pelos atos praticados pelos curatelados. 
 
Os tutores são responsáveis pelos atos praticados por seus pupilos. 
 
Os pais são solidariamente responsáveis pelos atos praticados pelos filhos menores. 
 
Os empregadores são responsáveis pelos atos praticados por seus empregados no 
exercício de sua função. 
 
 
 
Ref.: 201604160880 
 
 4a Questão 
 
 
XVI EXAME DE ORDEM UNIFICADO A responsabilidade civil dos fornecedores de serviços e 
produtos, estabelecida pelo Código do Consumidor, reconheceu a relação jurídica qualificada 
pela presença de uma parte vulnerável, devendo ser observados os princípios da boa-fé, 
lealdade contratual, dignidade da pessoa humana e equidade. A respeito da temática, assinale a 
afirmativa correta. 
 
 A responsabilidade civil do fabricante é subjetiva e subsidiária quando o comerciante é 
identificado e encontrado para responder pelo vício ou fato do produto, cabendo ao 
segundo a responsabilidade civil objetiva 
 
A inversão do ônus da prova nas relações de consumo é questão de ordem pública e de 
imputação imediata, cabendo ao fabricante a carga probatória frente ao consumidor, em 
razão da responsabilidade civil objetiva. 
 A responsabilidade civil objetiva do fabricante somente poderá ser imputada se houver 
demonstração dos elementos mínimos que comprovem o nexo de causalidade que 
justifique a ação proposta, ônus esse do consumidor, salvo nos casos de inversão do 
ônus da prova. 
 
A responsabilidade civil subjetiva dos fabricantes impõe ao consumidor a comprovação da 
existência de nexo de causalidade que o vincule ao fornecedor, mediante comprovação 
da culpa, invertendo-se o ônus da prova no que tange ao resultado danoso suportado 
 
 
Explicação: 
A responsabilidade pelo fato do produto está disciplinada pelo artigo 12 do Código de Defesa do 
Consumidor, que estabelece o seguinte: ¿O fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou 
estrangeiro, e o importador, respondem independentemente da existência de culpa, pela 
reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos [¿], bem como por informações 
insuficientes ou inadequados [¿]¿. 
Através da regra legal citada, verifica-se que fato do produto é um acontecimento que decorre 
de um defeito do produto causando dano material ou moral ao consumidor, desta forma, 
entende-se que o fato gerador será sempre o defeito do produto. 
A responsabilidade do fornecedor é objetiva, ou seja, independente da existência de culpa. Para 
que haja a reparação do dano, basta a demonstração do evento danoso, do nexo de 
causalidade, do dano e sua extensão. 
Segundo Maria Helena Diniz a responsabilidade objetiva é aquela ¿fundada no risco, sendo 
irrelevante a conduta culposa ou dolosa do causador do dano, uma vez que bastará a existência 
do nexo causal entre o prejuízo sofrido pela vitima e a ação do agente para que surja o dever 
de indenizar." 
O fornecedor de produtos responde objetivamente, devendo indenizar o dano que foi causado 
ao consumidor decorrente do acidente de consumo devido ao defeito do produto. 
 
 
 
Ref.: 201604473330 
 
 5a Questão 
 
 
(IX EXAME UNIFICADO/2012/adaptada) - Renato, menor com 17 anos, estava passeando com 
seu cachorro pelo parque da sua cidade, quando avistou José, com quem havia se 
desentendido, do outro lado do parque. Com a intenção de dar um susto em José, Renato solta 
a coleira do seu cachorro e o estimula a atacar José. Diante dessa situação hipotética, assinale 
a afirmativa correta. 
 
 
Renato ficará isento de qualquer responsabilidade civil, em razão da sua idade. 
 
Os pais de Renato não podem ser responsabilizados civilmente pelos atos de Renato. 
 
Renato ficará isento de qualquer responsabilidade civil, mesmo que seu desafeto seja 
atacado por seu cachorro, em razão da sua idade. 
 Renato responderá pelos prejuízos que causar apenas se as pessoas por ele 
responsáveis não tiverem obrigação de fazê-lo ou não dispuserem de meios suficientes. 
 
Caso Renato fosse maior de idade iria responder pelo dano causado pelo seu cachorro 
mesmo que tal dano fosse provocado por culpa exclusiva da vítima ou pela ocorrência de 
um evento de força maior. 
 
 
 
Ref.: 201604164767 
 
 6a Questão 
 
 
Ano: 2015; Banca: VUNESP; Órgão: Câmara Municipal de Itatiba ¿ SP; Prova: Advogado . 
Assinale a alternativa CORRETA sobre a responsabilidade civil do particular. 
 
 
A responsabilidade civil independe da criminal, podendo questionar-se sobre a existência 
do fato ou sobre quem é seu autor, mesmo que tais questões se achem decididas no 
juízo criminal. 
 O dono de um animal que avança sobre um transeunte e o fere, ressarcirá o dano 
causado, independentemente de existência de culpa. 
 
O incapaz jamais responderá pelos prejuízos por ele causado, pois não está apto aos atos 
da vida civil. 
 
Se um empregado, de forma negligente, colide com outro veículo, estando na direção de 
um automóvel de propriedade da empresa para a qual trabalha, tanto o motorista como 
seu empregador responderão subjetivamente perante a vítima do acidente. 
 
O direito de exigir a reparação dos danos causados e a obrigação de prestá-la é pessoal e 
não se transmitem por herança. 
 
 
Explicação: 
A doutrina convencionou denominar essa responsabilidade como "responsabilidade pela guarda 
da coisa", ou "responsabilidade pela guarda das coisas inanimadas" ou, ainda, "responsabilidade 
pelo fato das coisas". 
Para esses casos, a legislação prevê a responsabilidade do dono ou detentor do animal, prevista 
no art. 936, do atual Código Civil: "O dono ou detentor do animal ressarcirá o dano por este 
causado, se não provar culpa da vítima ou força maior". 
Ensina Silvio de Salvo Venosa que: "a teoria da responsabilidade pela guarda da coisa representa 
um avanço em torno do princípio da responsabilidade objetiva. Presume-se a responsabilidade 
do dono da coisa pelos danos por ela ocasionados a terceiros. Somente se elide essa 
responsabilidade provando-se culpa exclusiva da vítima ou caso fortuito. Essa posição, no curso 
da história da responsabilidade civil, representa, sem dúvida, palpável avanço em relação à 
responsabilidade com culpa. 
Na lei atual, a responsabilidade do dono ou detentor do animal não pode ser elidida pela 
simples guarda ou vigilância com cuidado preciso do animal, como regulava o Código de 1916 
em seu art. 1527, pois, partindo-se da teoria do risco, o guardião somente se eximirá se provar 
quebra do nexo causal em decorrência da culpa exclusiva da vítima ou evento de força maior, 
não importando a investigação de sua culpa. 
Ressalte-se que, se o dano ocorre estando o animal em poder do próprio dono, dúvida não há 
no sentido de ser este o responsável pela reparação, pelo fato de ser o seu guardião presuntivo. 
Se, entretanto, transferiu a posse ou a detenção do animal a um terceiro (caso do comodato ou 
da entrega a amestrador), entende-se que o seu dono se exime de responsabilidade, por não 
deter o poder de comando sobre ele. 
 
 
 
Ref.: 201604463630 
 
 7a Questão 
 
 
( FGV - 2013 - OAB - XII Exame da Ordem Unificado - ADAPTADA) - Pedro, dezessete anos de 
idade, mora com seus pais no edifício Clareira do Bosque e, certa manhã, se desentendeu com 
seu vizinho Manoel, dezoito anos. O desentendimento ocorreu logo após Manoel, por equívoco 
do porteiro, ter recebido e lido o jornal pertencenteaos pais do adolescente. Manoel, percebido 
o equívoco, promoveu a imediata devolução do periódico, momento no qual foi surpreendido 
com atitude inesperada de Pedro que, revoltado com o desalinho das páginas, o agrediu com 
um soco no rosto, provocando a quebra de três dentes. Como Manoel é modelo profissional, 
pretende ser indenizado pelos custos com implantes dentários, bem como pelo cancelamento de 
sua participação em um comercial de televisão. Tendo em conta o regramento da 
responsabilidade civil por fato de outrem, assinale a afirmativa correta. 
 
 
Pedro responderá solidariamente com seus pais pelos danos causados a Manoel, 
inclusive com indenização pela perda de uma chance, decorrente do cancelamento da 
participação da vítima no comercial de televisão. 
 Se os pais de Pedro não dispuserem de recursos suficientes para pagar a indenização, e 
Pedro tiver recursos, este responderá subsidiária e equitativamente pelos danos 
causados a Manoel. 
 
Somente os pais de Pedro terão responsabilidade objetiva pelos danos causados pelo 
filho, mas detêm o direito de reaver de Pedro, posteriormente, os danos indenizáveis a 
Manoel. 
 
Os pais de Pedro terão responsabilidade objetiva e subsidiária pelos danos causados pelo 
filho a Manoel, devendo, para tanto, ser comprovada a culpa in vigilando e o dolo dos 
genitores 
 
Os pais de Pedro terão responsabilidade subjetiva pelos danos causados pelo filho a 
Manoel, devendo, para tanto, ser comprovada a culpa in vigilando dos genitores 
 
 
 
Ref.: 201604546870 
 
 8a Questão 
 
 
O prejuízo causado por um animal que alguém possui a guarda, é caso de: 
 
 
culpa in omitendo; 
 
n.d.a; 
 culpa in vigilando; 
 
culpa subjetiva; 
 culpa in custodiando; 
 
 
Explicação: Responsabilidade por animais 
 
 
Ref.: 201604170549 
 
 1a Questão 
 
 
Os menores Joaquim, com dezessete anos e João, com dezesseis anos de idade, causaram 
lesões corporais em um transeunte, quando praticavam esporte violento, tendo o pai deles, 
Manoel, sido condenado a pagar os danos. Nesse caso, Manoel: 
 
 
Só poderá reaver de João, depois que ele atingir a maioridade, metade do que pagou, 
porque era relativamente incapaz quando praticou o ato ilícito. 
 Não poderá reaver dos filhos o que pagou a título de indenização, mesmo depois de eles 
atingirem a maioridade. 
 
Poderá reaver de ambos o que pagou a título de indenização, mas não incidirá correção 
monetária, nem vencerão juros, até que cada um deles atinja a maioridade. 
 
Não poderá reaver o que pagou a título de indenização, mas esses filhos terão de trazer 
à colação o que o pai despendeu, se houver outro irmão, a fim de se igualarem as 
legítimas. 
 
Poderá reaver de ambos os filhos o que pagou a título de indenização com correção 
monetária, mas sem acréscimo de juros, mesmo depois que atingirem a maioridade. 
 
 
 
 
Ref.: 201604249794 
 
 2a Questão 
 
 
(CESPE - 2010 - OAB - Exame da Ordem) Acerca da responsabilidade civil por fato de outrem, 
assinale a opção CORRETA: 
 
 
De acordo com o regime da responsabilidade civil traçado no Código Civil brasileiro, 
inexistem causas excludentes da responsabilidade civil objetiva para condutas de 
terceiros. 
 O empregador é responsável por dano causado por empregado seu, ainda que praticado 
com desvio de atribuição, caso o ofendido não tenha conhecimento desse desvio. 
 
Para responsabilizar os pais por atos lesivos causados por filho menor, a vítima necessita 
demonstrar a culpa in vigilando desses pais. 
 
O simples afastamento do filho menor da casa dos pais exime-os da responsabilidade 
pelos atos lesivos que ele venha a praticar. 
 
Em razão da inexistência de relação de preposição, empresa locadora de veículos não 
possui responsabilidade sobre danos que o locatário cause a terceiros no uso do carro 
locado. 
 
 
Explicação: 
O afastamento do filho menor de casa não afasta a responsabilidade dos pais. 
Com a entrada em vigor do Código Civil de 2002 não há mais que se falar na análise de culpa 
nos casos de responsabilidade civil dos incapazes. A responsabilidade civil passou a ser objetiva. 
A empresa locadora de automóveis é responsável pelos danos causados por seus locatários. 
As excludentes de responsabilidade abrangem os casos envolvendo responsabilidade civil 
objetiva. 
O empregador é responsável pelos danos causados por seus empregados ¿ atr. 932, III do CC é 
a única opção correta. 
 
 
 
 
Ref.: 201604463022 
 
 3a Questão 
 
 
(TRT 6ª 2012 - FCC) - Sendo o patrão responsável pela reparação civil dos danos causados 
culposamente por seus empregados no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão 
dele, 
 
 
não será obrigado a indenizar, se o empregado for absolvido pelo mesmo ato, em 
processo criminal, por insuficiência de prova. 
 
só será obrigado a indenizar se o ato também constituir crime e se o empregado for 
condenado no processo criminal. 
 
só será obrigado a indenizar se o patrão também tiver culpa. 
 
a obrigação de indenizar é subsidiária à do empregado que causou o dano 
 é obrigado a indenizar ainda que o patrão não tenha culpa. 
 
 
 
 
Ref.: 201604250010 
 
 4a Questão 
 
 
(2016, Banca: CESPE, Órgão: TRT - 8ª Região (PA e AP), Prova: Analista Judiciário - Área 
Judiciária) A respeito da responsabilidade civil, assinale a opção CORRETA: 
 
 
Conforme o entendimento sumulado do STJ, a indenização em decorrência de publicação 
não autorizada de imagem de pessoa, com fins econômicos ou comerciais, depende da 
comprovação do prejuízo. 
 
A pessoa lesada não terá direito à indenização quando os danos que lhe foram causados 
decorrerem de conduta praticada em estado de necessidade, ainda que ela não seja 
responsável pelo perigo. 
 
Em decorrência da própria condição de incapacidade, o menor incapaz não pode 
responder pelos prejuízos que causar a terceiros. 
 De acordo com o entendimento sumulado do STF, presume-se a culpa do empregador 
pelos atos culposos de seus prepostos e empregados. 
 
A sentença criminal que absolve o réu, por qualquer dos fundamentos previstos em lei, 
impede o reexame dos mesmos fatos para fins de responsabilização civil. 
 
 
Explicação: GABARITO: Letra E A) Súmula 403 STJ: Independe de prova do prejuízo a 
indenização pela publicação não autorizada de imagem de pessoa com fins econômicos ou 
comerciais B) Art. 188. Não constituem atos ilícitos: II - a deterioração ou destruição da coisa 
alheia, ou a lesão a pessoa, a fim de remover perigo iminente. Art. 930. No caso do inciso II do 
art. 188, se o perigo ocorrer por culpa de terceiro, contra este terá o autor do dano ação 
regressiva para haver a importância que tiver ressarcido ao lesado. C) Art. 928. O incapaz 
responde pelos prejuízos que causar, se as pessoas por ele responsáveis não tiverem obrigação 
de fazê-lo ou não dispuserem de meios suficientes D) Errado, absolvição por falta de prova na 
esfera penal não elide a respectiva responsabilização na esfera cível Art. 935. A 
responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais sobre a 
existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando estas questões se acharem 
decididas no juízo criminal E) CERTO: Súmula 341 STF: É presumida a culpa do patrão ou 
comitente pelo ato culposo do empregado ou preposto. 
 
 
 
 
Ref.: 201604463626 
 
 5a Questão 
 
 
(CESPE - 2008 - OAB - Exame da Ordem - ADAPTADA) - Maria, menor com 14 anos de idade, 
filha de Henrique e Mônica, pintou flores coloridas em um carro da Polícia Rodoviária Federal 
que estava estacionado em frente à sua casa. O reparo do dano causado ao veículo custou R$ 
5.000,00aos cofres públicos. Considerando a situação hipotética apresentada, assinale a opção 
correta acerca da responsabilidade quanto ao prejuízo causado. 
 
 
A responsabilidade civil é inafastável, por isso Maria será responsável pelo prejuízo 
ainda que tenha de se privar do necessário a sua sobrevivência. 
 Os pais de Maria responderão objetivamente pelo prejuízo se dispuserem de meios 
suficientes para tanto. 
 
Maria não poderá ser responsabilizada pelo prejuízo porquanto é incapaz de deveres na 
ordem civil. 
 
Os pais de Maria somente poderão ser responsabilizados pelo prejuízo caso seja provado 
que tiveram culpa pelo dano. 
 
A responsabilidade por ato de terceiro é objetiva e permite estender a obrigação de 
reparar o dano a pessoa diversa daquela que praticou o ato doloso em face de outrem. 
 
 
 
 
Ref.: 201604300751 
 
 6a Questão 
 
 
(XII Exame Unificado/2013/ADAPTADA) - Pedro, dezessete anos de idade, mora com seus pais 
no edifício Clareira do Bosque e, certa manhã, se desentendeu com seu vizinho Manoel, dezoito 
anos. O desentendimento ocorreu logo após Manoel, por equívoco do porteiro, ter recebido e 
lido o jornal pertencente aos pais do adolescente. Manoel, percebido o equívoco, promoveu a 
imediata devolução do periódico, momento no qual foi surpreendido com atitude inesperada de 
Pedro que, revoltado com o desalinho das páginas, o agrediu com um soco no rosto, 
provocando a quebra de três dentes. Como Manoel é modelo profissional, pretende ser 
indenizado pelos custos com implantes dentários, bem como pelo cancelamento de sua 
participação em um comercial de televisão. Tendo em conta o regramento da responsabilidade 
civil por fato de outrem, assinale a afirmativa correta. 
 
 
Os pais de Pedro terão responsabilidade subjetiva pelos danos causados pelo filho a 
Manoel, devendo, para tanto, ser comprovada a culpa in vigilando dos genitores. 
 
Os pais de Pedro terão responsabilidade objetiva pelos danos causados pelo filho, não 
havendo necessidade de comprovarem a culpa in custodiando dos genitores. 
 
Pedro responderá solidariamente com seus pais pelos danos causados a Manoel, 
inclusive com indenização pela perda de uma chance, decorrente do cancelamento da 
participação da vítima no comercial de televisão. 
 
Somente os pais de Pedro terão responsabilidade objetiva pelos danos causados pelo 
filho, mas detêm o direito de reaver de Pedro, posteriormente, os danos indenizáveis a 
Manoel 
 Se os pais de Pedro não dispuserem de recursos suficientes para pagar a indenização, e 
Pedro tiver recursos, este responderá subsidiária e equitativamente pelos danos 
causados a Manoel 
 
 
 
 
Ref.: 201606212992 
 
 7a Questão 
 
 
XVI EXAME DE ORDEM UNIFICADO Daniel, morador do Condomínio Raio de Luz, após consultar 
a convenção do condomínio e constatar a permissão de animais de estimação, realizou um 
sonho antigo e adquiriu um cachorro da raça Beagle. Ocorre que o animal, muito travesso, 
precisou dos serviços de um adestrador, pois estava destruindo móveis e sapatos do dono. 
Assim, Daniel contratou Cleber, adestrador renomado, para um pacote de seis meses de 
sessões. Findo o período do treinamento, Daniel, satisfeito com o resultado, resolve levar o 
cachorro para se exercitar na área de lazer do condomínio e, encontrando-a vazia, solta a 
coleira e a guia para que o Beagle possa correr livremente. Minutos depois, a moradora Diana, 
com 80 (oitenta) anos de idade, chega à área de lazer com seu neto Theo. Ao perceber a 
presença da octogenária, o cachorro pula em suas pernas, Diana perde o equilíbrio, cai e 
fratura o fêmur. Diana pretende ser indenizada pelos danos materiais e compensada pelos 
danos estéticos. Com base no caso narrado, assinale a opção correta. 
 
 
Há responsabilidade civil valorada pelo critério subjetivo e solidária de Daniel e Cleber, 
aquele por culpa na vigilância do animal e este por imperícia no adestramento do Beagle, 
pelo fato de não evitarem que o cachorro avançasse em terceiros 
 
O dono do cachorro não pode ser responsabilizado pelos danos causados por seu animal. 
 
Há responsabilidade valorada pelo critério subjetivo e contratual apenas de Daniel em 
relação aos danos sofridos por Diana; subjetiva, em razão da evidente culpa na custódia 
do animal; e contratual, por serem ambos moradores do Condomínio Raio de Luz. 
 Há responsabilidade civil valorada pelo critério objetivo e extracontratual de Daniel, 
havendo obrigação de indenizar e compensar os danos causados, haja vista a ausência de 
prova de alguma das causas legais excludentes do nexo causal, quais sejam, força maior 
ou culpa exclusiva da vítima 
 
Não há responsabilidade civil de Daniel valorada pelo critério subjetivo, em razão da 
ocorrência de força maior, isto é, da chegada inesperada da moradora Diana, 
caracterizando a inevitabilidade do ocorrido, com rompimento do nexo de causalidade. 
 
 
Explicação: 
É importante a observância do art. 936 do CC. Nele há a determinação que a responsabilidade 
civil somente pode ser afastada se houver alguma excludente de responsabilidade. Dessa 
forma, estamos diante da responsabilidade civil objetiva. 
Também trata-se de responsabilidade civil extracontratual porque não há qualquer vínculo 
contratual entre o dono do animal e a pessoa que sofreu o dano. 
OBS: Trata-se de uma questão adaptada porque foi inserida a quinta opção de resposta. 
 
 
 
 
Ref.: 201604243898 
 
 8a Questão 
 
 
2015 - Banca: FCC - Órgão: TJ-PI - Prova: Juiz Substituto. O incapaz 
 
 
apenas responde pelos prejuízos que causar, se as pessoas por ele responsáveis não 
tiverem obrigação de fazê-lo. 
 
apenas responde com seus bens pelos prejuízos que causar, se a incapacidade cessar, 
ficando até esse momento suspenso o prazo prescricional. 
 
não responde com seus bens pelos prejuízos que causar, em nenhuma hipótese, se a 
incapacidade for absoluta. 
 responde pelos prejuízos que causar, se as pessoas por ele responsáveis não tiverem 
obrigação de fazê-lo ou não dispuserem de meios suficientes. 
 
não responde com seus bens pelos prejuízos que causar, devendo suportá-los somente 
seus responsáveis. 
 
 
Explicação: 
Verificar o art. 928 do CC. 
 
 
Ref.: 201604460525 
 
 1a Questão 
 
 
Lucas, menor de idade, filho de Mara e Júlio, praticou ato ilícito que culminou na morte de Pablo. 
Após tomar conhecimento do evento, Joana, mãe da vítima, ajuizou ação compensatória de danos 
morais contra Mara e Júlio, em decorrência da conduta praticada por seu filho. Durante a 
instrução processual, Júlio demonstrou que não mantinha mais vínculo matrimonial com Mara e 
que o menor estava coabitando com a mãe e sob a guarda desta. Comprovou, também, que 
Lucas não estava em sua companhia no momento da prática do ilícito e que, dias antes, Mara 
havia comprado uma arma, de forma irregular, que fora usada no cometimento do crime. Com 
referência a essa situação hipotética, assinale a opção correta à luz da legislação aplicável ao 
caso, do entendimento doutrinário sobre o tema e da jurisprudência do STJ. 
 
 O pleito de Joana deve ser julgado improcedente em relação a Júlio, pois o contexto 
fático demonstrou situação que exclui sua responsabilidade. 
 Há presunção absoluta do dever de vigilância dos pais em relação ao filho Lucas, 
decorrente do poder familiar. 
 
O limite humanitário da indenização, aplicável a Lucas, não é extensivo a seus pais, 
devido ao princípio da reparação integral do dano. 
 
Há presunção relativa do dever de vigilância dos pais em relação ao filho Lucas, 
decorrente do poder familiar. 
 
A responsabilidade de Lucas é objetiva, assim como a de seus pais, Mara e Júlio. 
 
 
Explicação: R: ¿No presente caso,sem adentrar-se no exame das provas, pela simples leitura da 
decisão recorrida, tem-se claramente que a genitora assumiu o risco da ocorrência de uma 
tragédia, ao comprar, três ou quatro dias antes do fato, o revólver que o filho utilizou para o 
crime, arma essa adquirida de modo irregular e guardada sem qualquer cautela (fls. 625/626). IV 
- Essa realidade, narrada no voto vencido do v. acórdão recorrido, é situação excepcional que 
isenta o genitor, que não detém a guarda e não habita no mesmo domicílio, de responder 
solidariamente pelo ato ilícito cometido pelo menor, ou seja, deve ser considerado parte ilegítima. 
¿V - Recurso especial desprovido. (STJ - REsp: 777327 RS 2005/0140670-7, Relator: Ministro 
MASSAMI UYEDA, Data de Julgamento: 17/11/2009, T3 - TERCEIRA TURMA, Data de Publicação: 
DJe 01/12/2009). (grifo nosso). 
 
 
 
 2a Questão 
 
 
É responsável pela reparação civil, objetivamente, por atos de terceiro: 
 
 o dono de hotel, pelos atos praticados por seu hóspede, albergado mediante pagamento 
em seu estabelecimento. 
 
o incapaz, pelos danos que causar, se as pessoas por ele responsáveis não tiverem a 
obrigação de fazê-lo. 
 
aquele que, obrigado a reparar, ressarcir o dano causado, se não for culpado do perigo. 
 
aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem, havendo condenação criminal anterior. 
 
o dono de animal que causou danos a terceiro, mesmo que exista motivo de força maior. 
 
 
 
 
Ref.: 201603541707 
 
 3a Questão 
 
 
Maria, menor com 14 anos de idade, filha de Henrique e Mônica, pintou flores coloridas em um 
carro da Polícia Rodoviária Federal que estava estacionado em frente a sua casa. O reparo do 
dano causado ao veículo custou cinco mil reais aos cofres públicos. Considerando a situação 
hipotética apresentada, assinale a opção CORRETA acerca da responsabilidade quanto ao 
prejuízo causado. 
 
 
A responsabilidade civil é inafastável, por isso Maria será responsável pelo prejuízo 
ainda que tenha de se privar do necessário a sua sobrevivência. 
 
Maria não poderá ser responsabilizada pelo prejuízo porquanto é incapaz de deveres na 
ordem civil. 
 
Os pais de Maria somente poderão ser responsabilizados pelo prejuízo caso seja 
provado que tiveram culpa pelo dano. 
 Os pais de Maria responderão objetivamente pelo prejuízo se dispuserem de meios 
suficientes para tanto. 
 
 
Explicação: 
Verificar art. 928 do CC. 
 
 
 
 
Ref.: 201604249962 
 
 4a Questão 
 
 
(TRT 6ª 2012 - FCC - Técnico Judiciário ¿ Administrativa) Sendo o patrão responsável pela 
reparação civil dos danos causados culposamente por seus empregados no exercício do trabalho 
que lhes competir, ou em razão dele, É CORRETO AFIRMAR QUE: 
 
 
só será obrigado a indenizar se o patrão também tiver culpa. 
 
não será obrigado a indenizar, se o empregado for absolvido pelo mesmo ato, em 
processo criminal, por insuficiência de prova. 
 
só será obrigado a indenizar se o ato também constituir crime e se o empregado for 
condenado no processo criminal. 
 
a obrigação de indenizar é subsidiária à do empregado que causou o dano. 
 é obrigado a indenizar ainda que o patrão não tenha culpa. 
 
 
Explicação: 
Conforme determina o art. 933 do CC a responsabilidade civil do empredor é objetiva, ou seja, 
não há necessidade de analisar culpa. 
 
 
 
 
Ref.: 201604463021 
 
 5a Questão 
 
 
(TRT 20ª 2012 - FCC) - Os donos de hotéis, hospedarias, casas ou estabelecimentos onde se 
albergue por dinheiro, mesmo para fins de educação, são responsáveis pela reparação civil de 
seus hóspedes, moradores e educandos, porque: 
 
 
a ocorrência de ilícito nos referidos estabelecimentos caracteriza negligência dos 
respectivos donos. 
 
exercem as pessoas responsáveis, normalmente, atividade que, por sua natureza, 
representa risco a direito de outrem. 
 há presunção legal de que o ilícito não teria ocorrido se as vítimas não estivessem 
hospedadas, morando ou estudando nos estabelecimentos referidos. 
 há determinação legal expressa da solidariedade de tais pessoas com os efetivos autores 
do ilícito. 
 
as pessoas responsáveis têm obrigação legal de contratar empregados para realizarem a 
segurança dos seus estabelecimentos. 
 
 
 
 
Ref.: 201604463630 
 
 6a Questão 
 
 
( FGV - 2013 - OAB - XII Exame da Ordem Unificado - ADAPTADA) - Pedro, dezessete anos de 
idade, mora com seus pais no edifício Clareira do Bosque e, certa manhã, se desentendeu com 
seu vizinho Manoel, dezoito anos. O desentendimento ocorreu logo após Manoel, por equívoco 
do porteiro, ter recebido e lido o jornal pertencente aos pais do adolescente. Manoel, percebido 
o equívoco, promoveu a imediata devolução do periódico, momento no qual foi surpreendido 
com atitude inesperada de Pedro que, revoltado com o desalinho das páginas, o agrediu com 
um soco no rosto, provocando a quebra de três dentes. Como Manoel é modelo profissional, 
pretende ser indenizado pelos custos com implantes dentários, bem como pelo cancelamento de 
sua participação em um comercial de televisão. Tendo em conta o regramento da 
responsabilidade civil por fato de outrem, assinale a afirmativa correta. 
 
 
Pedro responderá solidariamente com seus pais pelos danos causados a Manoel, 
inclusive com indenização pela perda de uma chance, decorrente do cancelamento da 
participação da vítima no comercial de televisão. 
 
Somente os pais de Pedro terão responsabilidade objetiva pelos danos causados pelo 
filho, mas detêm o direito de reaver de Pedro, posteriormente, os danos indenizáveis a 
Manoel. 
 Se os pais de Pedro não dispuserem de recursos suficientes para pagar a indenização, e 
Pedro tiver recursos, este responderá subsidiária e equitativamente pelos danos 
causados a Manoel. 
 
Os pais de Pedro terão responsabilidade subjetiva pelos danos causados pelo filho a 
Manoel, devendo, para tanto, ser comprovada a culpa in vigilando dos genitores 
 
Os pais de Pedro terão responsabilidade objetiva e subsidiária pelos danos causados pelo 
filho a Manoel, devendo, para tanto, ser comprovada a culpa in vigilando e o dolo dos 
genitores 
 
 
 
 
Ref.: 201606213011 
 
 7a Questão 
 
 
XII EXAME DE ORDEM UNIFICADO Pedro, dezessete anos de idade, mora com seus pais no 
edifício Clareira do Bosque e, certa manhã, se desentendeu com seu vizinho Manoel, dezoito 
anos. O desentendimento ocorreu logo após Manoel, por equívoco do porteiro, ter recebido e 
lido o jornal pertencente aos pais do adolescente. Manoel, percebido o equívoco, promoveu a 
imediata devolução do periódico, momento no qual foi surpreendido com atitude inesperada de 
Pedro que, revoltado com o desalinho das páginas, o agrediu com um soco no rosto, 
provocando a quebra de três dentes. Como Manoel é modelo profissional, pretende ser 
indenizado pelos custos com implantes dentários, bem como pelo cancelamento de sua 
participação em um comercial de televisão. Tendo em conta o regramento da responsabilidade 
civil por fato de outrem, assinale a afirmativa correta. 
 
 Se os pais de Pedro não dispuserem de recursos suficientes para pagar a indenização, e 
Pedro tiver recursos, este responderá subsidiária e equitativamente pelos danos 
causados a Manoel. 
 
Pedro responderá solidariamente com seus pais pelos danos causados a Manoel, inclusive 
com indenização pela perda de uma chance, decorrente do cancelamento da participação 
da vítima no comercial de televisão. 
 
Os pais de Pedro terão responsabilidade subjetiva pelos danos causados pelo filho a 
Manoel, devendo, para tanto, ser comprovada a culpa in vigilando dos genitores. 
 
Os pais de Pedro não terão qualquer responsabilidade mesmo que possuam patrimônio.Somente os pais de Pedro terão responsabilidade objetiva pelos danos causados pelo 
filho, mas detêm o direito de reaver de Pedro, posteriormente, os danos indenizáveis a 
Manoel. 
 
 
Explicação: 
É importante observar o art. 928 do CC. Os pais do menor respondem pelos danos causados 
pelo filho menor. Porém, com o Código Civil de 2002 passou a existir a possibiidade de 
responsabilidade subsidiária do incapaz quando os responsáveis não possuirem patrimônio. 
 
 
 
 
Ref.: 201604164790 
 
 8a Questão 
 
 
Ano: 2015; Banca: FCC; Órgão: MANAUSPREV; Prova: Procurador Autárquico. Analise as 
proposições abaixo, a respeito da responsabilidade civil: I. O médico, em regra, responde 
civilmente somente se o autor da ação fizer prova de dolo ou culpa. II. O pai é objetivamente 
responsável pelos danos decorrentes de culpa do filho menor que estiver sob sua autoridade e 
companhia. III. Não se responsabiliza o incapaz se os seus responsáveis tiverem obrigação de 
fazê-lo e dispuserem de meios suficientes para tanto. Está CORRETO o que se afirma em: 
 
 
III, somente. 
 
I e II, somente. 
 I, II e III. 
 
I e III, somente. 
 
II e III, somente. 
 
 
Explicação: 
As alternativas de referem a forma de responsabilização, quanto ao menor é responsabilidade 
por ato de terceiro, por esta razão o pai deve realizar o pagamento e quanto ao médio é 
responsabilidade de meio por isso demanda a comprovação da culpa 
 
 
Ref.: 201606223630 
 
 1a Questão 
 
 
(FGV - 2013 - OAB - XII Exame da Ordem Unificado/adaptada) - Pedro, dezessete anos de 
idade, mora com seus pais no edifício Clareira do Bosque e, certa manhã, se desentendeu com 
seu vizinho Manoel, dezoito anos. O desentendimento ocorreu logo após Manoel, por equívoco 
do porteiro, ter recebido e lido o jornal pertencente aos pais do adolescente. Manoel, percebido 
o equívoco, promoveu a imediata devolução do periódico, momento no qual foi surpreendido 
com atitude inesperada de Pedro que, revoltado com o desalinho das páginas, o agrediu com 
um soco no rosto, provocando a quebra de três dentes. Como Manoel é modelo profissional, 
pretende ser indenizado pelos custos com implantes dentários, bem como pelo cancelamento de 
sua participação em um comercial de televisão. Tendo em conta o regramento da 
responsabilidade civil por fato de outrem, assinale a afirmativa correta. 
 
 
Os pais de Pedro terão responsabilidade subjetiva pelos danos causados pelo filho a 
Manoel, devendo, para tanto, ser comprovada a culpa in vigilando dos genitores. 
 
Os pais de Pedro não terão responsabilidade subjetiva e sim objetiva pelos danos 
causados pelo filho a Manoel, devendo, para tanto, ser comprovada a culpa in vigilando e 
culpa em relação a custódia dos genitores. 
 Se os pais de Pedro não dispuserem de recursos suficientes para pagar a indenização, e 
Pedro tiver recursos, este responderá subsidiária e equitativamente pelos danos 
causados a Manoel. 
 
Pedro responderá solidariamente com seus pais pelos danos causados a Manoel, inclusive 
com indenização pela perda de uma chance, decorrente do cancelamento da participação 
da vítima no comercial de televisão. 
 
Somente os pais de Pedro terão responsabilidade objetiva pelos danos causados pelo 
filho, mas detêm o direito de reaver de Pedro, posteriormente, os danos indenizáveis a 
Manoel. 
 
 
Explicação: 
Garantia de ressarcimento de danos causados por menores - A garantia de 
ressarcimento de danos causados por menores é o que se busca hoje em dia, preza-se, em 
primeiro lugar, não desamparar o lesado. Se o dano foi gerado terá que ser reparado, de forma 
peculiar. 
Alguns autores defendem que esse fundamento também não é suficiente para explicar a 
responsabilidade dos pais, não entendem o porquê de só existir na fase da menoridade dos 
filhos. 
No entendimento de Ana Paula Cazarini Ribas de Oliveira " a tese em comento é insuficiente 
por não explicar o porquê de tal responsabilidade existir só durante a menoridade, mormente 
considerando que, no Brasil, a menoridade cessa aos 18 anos e dificilmente, até vinte e poucos 
anos, o filho amealhou bens próprios para se manter e, por conseguinte, arcar com a 
integralidade do dano causado" 
É certo que o Estado deve proporcionar os melhores meio de reparação de dano, através de sua 
legislação, garantindo soluções justas a ambas as partes, a fim de que nenhum dos lados 
enriqueça ilicitamente, nem empobreça de maneira miserável, por isso a atual tendência da 
conciliação e da mediação, nos casos em que forem cabíveis normativamente e aceitas pelos 
litigantes. 
 
 
 
Ref.: 201604334345 
 
 2a Questão 
 
 
(OAB/ FGV/ 2013/adaptada) Ricardo, buscando evitar um atropelamento, realiza uma manobra 
e atinge o muro de uma casa, causando um grave prejuízo. Em relação à situação acima, é 
correto afirmar que Ricardo: 
 
 
não responderá pela reparação do dano, pois agiu em estado de necessidade. 
 
responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em legítima defesa. 
 
praticou um ato ilícito e deverá reparar o dano. 
 
Deverá o autor do fato responder com fulcro na regra dos artigos 930 c/c 927 do 
Código Civil. 
 responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em estado de necessidade. 
 
 
 
Ref.: 201604295981 
 
 3a Questão 
 
 
Sobre a responsabilidade civil por fato de outrem, é INCORRETO afirmar: 
 
 
Os empregadores são responsáveis pelos atos praticados por seus empregados no 
exercício de sua função. 
 
Os tutores são responsáveis pelos atos praticados por seus pupilos. 
 
Os pais são solidariamente responsáveis pelos atos praticados pelos filhos menores. 
 
Os curadores são responsáveis pelos atos praticados pelos curatelados. 
 Todas as assertivas acima estão corretas. 
 
 
 
Ref.: 201604460857 
 
 4a Questão 
 
 
(TRT/ 20ª REGIÃO/ 2012) - Os donos de hotéis, hospedarias, casas ou estabelecimentos onde 
se albergue por dinheiro, mesmo para fins de educação, são responsáveis pela reparação civil 
de seus hóspedes, moradores e educandos, porque: 
 
 
a ocorrência de ilícito nos referidos estabelecimentos caracteriza negligência dos 
respectivos donos. 
 
as pessoas responsáveis têm obrigação legal de contratar empregados para realizarem a 
segurança dos seus estabelecimentos. 
 
Exercem as pessoas responsáveis, normalmente, atividade que, por sua natureza, 
representa risco a direito de outrem. 
 há determinação legal expressa da solidariedade de tais pessoas com os efetivos autores 
do ilícito. 
 
há presunção legal de que o ilícito não teria ocorrido se as vítimas não estivessem 
hospedadas, morando ou estudando nos estabelecimentos referidos. 
 
 
 
Ref.: 201606337211 
 
 5a Questão 
 
 
Aplicada em: 2018 Banca: FGV Órgão: TJ-AL Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária 
 
Alessandra, ao passar ao lado do prédio em que se encontra estabelecido o Condomínio do Edifício Praia 
Bonita, é atingida por um carrinho de brinquedo, proveniente do alto da edificação. Ao olhar para cima, vê 
crianças saindo da janela do apartamento 502, mas não pode afirmar ao certo de onde veio o objeto. 
Nessas circunstâncias, responde pelos danos sofridos por Alessandra: 
 
 o condomínio. 
 o síndico do condomínio; 
 ninguém, pois inimputáveis os prováveis autores do dano; 
 o responsável pelas crianças do apartamento 502; 
 o morador do apartamento 502; 
 
 
Explicação: 
Art. 938, CC - Aquele que habitar prédio, ou parte dele, responde pelo dano 
proveniente das coisas que dele caírem ou forem lançadas em lugar indevido. 
Enunciado nº 557 das Jorrnadas de Direito Civil - Nos termos do art.938, CC, se a 
coisa cair ou for lançada de condomínioedilício, não sendo possível identificar de qual 
unidade, responderá o condomínio, assegurado o direito de regresso. 
 
 
 
Ref.: 201604546850 
 
 6a Questão 
 
 
Quanto à responsabilidade dos Pais pelos filhos, é possível afirmar que: 
 
 
a responsabilidade é objetiva, portanto persiste ainda que não haja culpa do filho pelo 
prejuízo; 
 
todas as alternativas estão incorretas. 
 
a responsabilidade dos Pais cessa com a Emancipação, apenas se for voluntaria, 
permanecendo das demais modalidades; 
 a responsabilidade dos Pais continua ainda que o filho seja emancipado; 
 a responsabilidade dos Pais cessa se houver Emancipação; 
 
 
Explicação: Fixar hipótese de responsabilidade dos pais 
 
 
 
Ref.: 201604473330 
 
 7a Questão 
 
 
(IX EXAME UNIFICADO/2012/adaptada) - Renato, menor com 17 anos, estava passeando com 
seu cachorro pelo parque da sua cidade, quando avistou José, com quem havia se 
desentendido, do outro lado do parque. Com a intenção de dar um susto em José, Renato solta 
a coleira do seu cachorro e o estimula a atacar José. Diante dessa situação hipotética, assinale 
a afirmativa correta. 
 
 Renato responderá pelos prejuízos que causar apenas se as pessoas por ele 
responsáveis não tiverem obrigação de fazê-lo ou não dispuserem de meios suficientes. 
 
Renato ficará isento de qualquer responsabilidade civil, em razão da sua idade. 
 
Os pais de Renato não podem ser responsabilizados civilmente pelos atos de Renato. 
 
Renato ficará isento de qualquer responsabilidade civil, mesmo que seu desafeto seja 
atacado por seu cachorro, em razão da sua idade. 
 
Caso Renato fosse maior de idade iria responder pelo dano causado pelo seu cachorro 
mesmo que tal dano fosse provocado por culpa exclusiva da vítima ou pela ocorrência de 
um evento de força maior. 
 
 
 
Ref.: 201604467337 
 
 8a Questão 
 
 
(OAB/MG/ADAPTADA) - João trafegava com seu táxi por via pública de grande movimento, 
acima da velocidade máxima permitida. Ao avistar criança (a mais ou menos 300m de seu 
veículo), que tentava concluir a travessia da via, buzinou para que a mesma retornasse ao 
passeio, pois o semáforo estava aberto para os automóveis. Em vão foi sua tentativa e João 
acabou por atropelar a criança, a qual sobreviveu. De quem é a culpa? 
 
 
Dos pais da criança - culpa "in vigilando". 
 
Dos pais da criança - culpa concorrente. 
 Há culpa concorrente. 
 
Da criança, porque tentou atravessar com o semáforo indicando sinal aberto para os 
automóveis. 
 De João, porque trafegava em alta velocidade, não dirigindo, assim, com a devida 
cautela e atenção. 
 
 
Ref.: 201606267371 
 
 
 
 1a Questão 
 
 
Acerca da contratação dos serviços de telecomunicações (SMP-¿ Serviço Móvel Pessoal, SCM 
- Serviço de Comunicação Multimídia e STA - Serviço de TV por Assinatura), com base nos 
postulados legais, resoluções da ANATEL e posicionamentos jurisprudenciais, julgue os itens 
abaixo e assinale a opção correta: 
I -Considera-se como USUÁRIO a pessoa natural ou jurídica que se utiliza do SMP, 
independentemente de contrato de prestação de serviço ou inscrição junto à 
prestadora; 
II - Os Usuários do SMP têm direito a transferência de titularidade de seu Contrato de 
Prestação do SMP; 
III - Considera-se como PRESTADORA a pessoa natural ou jurídica que mediante autorização 
presta o SCM; 
IV - Não é obrigatório constar no contrato de prestação do SCM a descrição do procedimento de 
contestação de débitos; 
V - É direito do ASSINANTE do STA: o restabelecimento da prestação dos serviços em 
até 48 (quarenta e oito) horas, contadas a partir da quitação dos débitos pendentes; ou 
em até 24 (vinte e quatro) horas, a partir da comprovação da quitação ou de erro de 
cobrança nos termos da legislação vigente 
 
 As afirmativas I, II e V estão corretas 
 As afirmativas I, II e III estão incorretas 
 
As afirmativas I, IV e V estão incorretas 
 
As afirmativas II, III e IV estão corretas 
 
As afirmativas II e IV estão corretas 
 
 2a Questão 
 
 
As agências reguladoras foram criadas para fiscalizar a prestação de serviços públicos praticados 
pela iniciativa privada. Desta forma elas criam parâmetros para a prestaçãodos serviços de 
telecomunicações. Diante disso indaga-se são funções das agências reguladoras que visam 
impedir ou minimizar danos aos consumidores e s consequentes ações de responsabilidade civil, 
EXCETO: 
 
 
 Gestão de contratos de concessão de serviços públicos delegados 
 
 
Incentivo à concorrência, minimizando os efeitos dos monopólios naturais e 
desenvolvendo mecanismos de suporte à concorrência 
 
Defesa de direitos do consumidor 
 definição do valor do dano depois de que ele é verificado 
 
Elaboração de normas disciplinadoras para o setor regulado e a fiscalização dessas 
normas 
 
 
Explicação: 
O equívoco da questão está no falto da Agência Reguladora não se responsável pela verificação e 
quantificação do dano, esta função é do judiciário 
 
 
 
 3a Questão 
 
 
A Lei n° 9.472, de 16 de julho de 1997, em seu artigo 19, define as competências da ANATEL. 
À Agência compete adotar as medidas necessárias para o atendimento do interesse público e 
para o desenvolvimento das telecomunicações brasileiras. São previsões de atuação da 
ANATEL, exceto: 
 
 
expedir ou reconhecer a certificação de produtos, observados os padrões e normas por 
ela estabelecidos 
 expedir e extinguir autorização para prestação de serviço no regime privado, sendo 
vedada a aplicação de sanções 
 reprimir infrações dos direitos dos usuários 
 
compor administrativamente conflitos de interesses entre prestadoras de serviço de 
telecomunicações 
 
implementar, em sua esfera de atribuições, a política nacional de telecomunicações 
 
 
Explicação: 
expedir e extinguir autorização para prestação de serviço no regime privado, sendo vedada a 
aplicação de sanções 
 
 
 
 
Ref.: 201606305511 
 
 
 
 4a Questão 
 
 
(FUMARC/2016/CEMIG) - A organização e a exploração dos serviços de telecomunicações 
competem: 
 
 
Aos Estados. 
 À União. 
 
Aos Territórios. 
 
Ao Distrito Federal. 
 
Aos Municípios. 
 
 
Explicação: 
A Emenda Constitucional nº 8, de 15 de agosto de 1995, que altera a Constituição brasileira no 
tocante à competência para a exploração de serviços de telecomunicações, tem o seguinte teor: 
"Art. lI!. O inciso Xl e a alínea "a" do inciso XIl do artigo 21 da Constituição Federal passam a 
vigorar com a seguinte redação: "Art. 21. Compete à União: XI - explorar, diretamente ou 
mediante autorização, concessão ou permissão, os serviços de telecomunicações, nos termos 
da lei, que disporá sobre a organização dos serviços, a criação de um órgão regulador e outros 
aspectos institucionais; XII - explorar diretamente ou mediante autorização, concessão ou 
permissão: a) os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens;" Art. 21!. É vedada a 
adoção de medida provisória para regulamentar o disposto no inciso Xl do artigo 21 com a 
redação dada por esta emenda constitucional." A leitura desta Emenda Constitucional evidencia, 
desde logo, que a exclusividade conferida à União para explorar todo e qualquer serviço de 
telecomunicações continua a existir. 
Prevê a Emenda Constitucional que explorar serviços públicos essenciais (dentre os quais os 
telefônicos, telegráficos e de transmissão de dados) deixou de ser matéria constitucional. 
Agora, estes serviços, como quaisquer outros, poderão continuar a ser explorados pela União, 
mas também poderão ser delegados à iniciativa privada, mediante concessões, permissões ou 
autorizações.A Emenda Constitucional poderia dizer apenas isto, repetindo a redação que fora 
adotada pela Constituição de 1967 e mantida pelo texto de 1969, verbis: "Art. se. Compete à 
União: xv - explorar, diretamente ou mediante autorização ou concessão: a) os serviços de 
telecomunicações." 
 
 
 
 
Ref.: 201606289899 
 
 
 
 5a Questão 
 
 
Os contratos de serviço de comunicação multimídia devem conter, EXCETO: 
 
 
 a descrição do sistema de atendimento ao Assinante e o modo de proceder em caso de 
solicitações ou reclamações; 
 
 
a descrição do seu objeto, dos direitos e obrigações da Prestadora 
 
 
 as hipóteses de rescisão do Contrato de Prestação do SCM e de suspensão dos serviços 
a pedido ou por inadimplência do Assinante; 
 
 
os direitos e deveres dos Assinantes e os encargos moratórios aplicáveis ao Assinante; 
 
 a descrição do impedimento de contestação de débitos, pois os débitos 
sempre devem ser integramente pagos; 
 
 
 
Explicação: 
Resolução ANATEL nº 614 de 2013 - SCM 
Art. 39. Deve constar do contrato de prestação do serviço com o Assinante: 
I - a descrição do seu objeto; 
II - os direitos e obrigações da Prestadora, constantes do Capítulo III deste Título; 
III - os direitos e deveres dos Assinantes, constantes do Capítulo V deste Título; 
IV - os encargos moratórios aplicáveis ao Assinante; 
V - a descrição do sistema de atendimento ao Assinante e o modo de proceder em caso de 
solicitações ou reclamações; 
VI - o número do Centro de Atendimento da Prestadora, a indicação dos endereços para 
atendimento por correspondência e por meio eletrônico, e os endereços dos Setores de 
Atendimento da Prestadora, quando existirem, ou a indicação de como o Assinante pode obtê-
los; 
VII - as hipóteses de rescisão do Contrato de Prestação do SCM e de suspensão dos serviços a 
pedido ou por inadimplência do Assinante; 
VIII - a descrição do procedimento de contestação de débitos; 
IX - os critérios para reajuste de preços, cuja periodicidade não pode ser inferior a doze meses, 
a menos que a lei venha regular a matéria de modo diverso; 
X - os prazos para instalação e reparo. 
 
 
 
 
Ref.: 201606212852 
 
 
 
 6a Questão 
 
 
As agências reguladoras foram criadas para fiscalizar a prestação de serviços públicos 
praticados pela iniciativa privada. Além de controlar a qualidade na prestação do serviço, 
estabelecem regras para o setor. Além disso, devem garantir a participação do consumidor nas 
decisões pertinentes do setor regulado. Elas são criadas por leis e, entre as principais funções 
de uma agência reguladora, estão, exceto: 
 
 
Incentivo à concorrência, minimizando os efeitos dos monopólios naturais e 
desenvolvendo mecanismos de suporte à concorrência 
 
Fiscalização das normas disciplinadoras 
 
Defesa dos direitos do consumidor 
 Elaboração de leis gerais para o setor regulado 
 
Gestão de contratos de concessão de serviços públicos delegados 
 
 
Explicação: 
Tem por objetivo elaborar as leis gerais. 
 
 
 
 
Ref.: 201603539457 
 
 
 
 7a Questão 
 
 
(TRT5/2009) A respeito da responsabilidade civil, considere: I. Os donos de hotéis, hospedarias, 
casas ou estabelecimentos onde se albergue por dinheiro, mesmo para fins de educação, são 
responsáveis pela reparação civil pelos atos praticados por seus hóspedes, moradores e 
educandos. II. A responsabilidade civil é independente da criminal, motivo porque se pode 
questionar no juízo cível sobre a existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando 
estas questões se acharem decididas no juízo criminal. III. Aquele que habitar prédio, ou parte 
dele, responde pelo dano proveniente das coisas que dele caírem ou forem lançadas em lugar 
indevido. Está correto o que se afirma SOMENTE em 
 
 
I. 
 II e III. 
 
I e II. 
 
II. 
 I e III. 
 
 
Explicação: 
Existe independência entre as esferas, por exemplo: o autor do dano pode ser absolvido na esfera 
criminal e mesmo assim ter o dever de indenizar na esfera cível. 
 
 
 
 8a Questão 
 
 
São direitos dos usuários da ANATEL no tocante a liberdade de escolha de sua 
prestadora; EXCETO: 
 
 
conhecimento prévio de toda e qualquer alteração nas condições de prestação do serviço 
que lhe atinja; 
 
obter, mediante solicitação, a suspensão do serviço prestado; 
 
 não há liberdade de escolha, mas a vinculação do cliente por escolha da operadora 
 
reparação pelos danos causados pela violação dos seus direitos; 
 
resposta eficiente e pronta, pela prestadora, às suas reclamações, solicitações de 
serviços, pedidos de informação, consultas e correspondências; 
 
 
 
Explicação: 
A escolha deve ser livre do cliente, não podendo haver nenhuma forma de pressão por parte da 
ANTEL ou da prestadora de serviço 
 
 
 1a Questão 
 
(Exame de Ordem Unficado/XIX/2016 - adaptada) - Amadeu, aposentado, aderiu ao plano de 
saúde coletivo ofertado pelo sindicato ao qual esteve vinculado por força de sua atividade 
laborativa por mais de 30 anos. Ao completar 60 anos, o valor da mensalidade sofreu aumento 
significativo (cerca de 400%), o que foi questionado por Amadeu, a quem os funcionários do 
sindicato explicaram que o aumento decorreu da mudança de faixa etária do aposentado. 
A respeito do tema, assinale a afirmativa correta. 
 
 
O aumento do preço não é abusivo, mas o microssistema consumerista e a legislação 
civil não devem ser utilizados na hipótese, sob pena de incorrer em colisão de normas, 
uma vez que o Estatuto do Idoso estabelece a disciplina aplicável às relações jurídicas 
que envolvam pessoa idosa. 
 
O aumento do preço é legítimo, tendo em vista que o idoso faz maior uso dos serviços 
cobertos e o equilíbrio contratual exige que não haja onerosidade excessiva para qualquer 
das partes, não se aplicando o CDC à hipótese, por se tratar de contrato de plano de 
saúde coletivo envolvendo pessoas idosas. 
 
O aumento do valor da mensalidade é legítimo, uma vez que a majoração de preço é 
natural e periodicamente aplicada aos contratos de trato continuado, motivo pelo qual o 
CDC autoriza que o critério faixa etária sirva como parâmetro para os reajustes 
econômicos. 
 O aumento do preço é abusivo e a norma consumerista deve ser aplicada ao caso, 
mesmo em se tratando de plano de saúde coletivo e, principalmente, que envolva 
interessado com amparo legal no Estatuto do Idoso. 
 
O aumento do preço é abusivo, mas o microssistema consumerista não deve ser utilizado 
na hipótese, sob pena de incorrer em colisão de normas, uma vez que o Estatuto do 
Idoso estabelece a disciplina aplicável às relações jurídicas que envolvam pessoa idosa. 
 
 
Explicação: 
O reajuste por mudança de faixa etária é o aumento imposto ao consumidor de plano 
de saúde com base na variação de sua idade. A Lei de Planos de Saúde ¿ Lei nº 9.656/98, em 
seu artigo art. 15, previu a possibilidade das operadoras efetuarem este reajuste, desde que o 
contrato preveja as faixas etárias e os percentuais de reajustes incidentes em cada uma delas. 
Mas também fez uma única ressalva: proíbe tal reajuste aos consumidores com mais de 60 
anos, desde que participassem do plano de saúde há mais de 10 anos. 
Em princípio, o reajuste após os 60 (sessenta) anos é ilegal, não importando se se trata de 
contrato firmado antes ou após a entrada em vigor do Estatuto do Idoso. 
Válido acrescentar que o Tribunal de Justiça tem entendido que os reajustes nas faixas 
anteriores aos 60 (sessenta) anos, quando superior a 30% (trinta por cento) do valor 
anteriormente pago, caracteriza-se a abusividade na cobrança, possibilitando a revisão judicial 
do valor. 
 
 
 
 
Ref.: 201606212849 
 
 2a QuestãoA ANS define uma lista de consultas, exames e tratamentos, denominada Rol de Procedimentos 
e Eventos em Saúde, que os planos de saúde são obrigados a oferecer, conforme cada tipo de 
plano - ambulatorial, hospitalar com ou sem obstetrícia, referência ou odontológico. Com 
relação ao plano-referência de assistência à saúde, previsto no art. 10 da Lei 9656/98, assinale 
a única opção que apresenta uma exigência mínima: 
 
 
Cobertura para inseminação artificial 
 Cobertura de serviços de apoio diagnóstico, tratamentos e demais procedimentos 
ambulatoriais, solicitados pelo médico assistente, quando incluir atendimento 
ambulatorial 
 
Fornecimento de medicamentos importados não nacionalizados 
 
Cobertura de internações hospitalares com limitação de prazo, quando incluir internação 
hospitalar 
 
Cobertura para tratamento clínico ou cirúrgico experimental 
 
 
Explicação: 
Art. 10 e incisos c/c art. 12, incisos e alíneas da Lei 9656/98 
 
 
 
 
Ref.: 201606212847 
 
 3a Questão 
 
 
Em relação à disposições legais e regulamentares relativas ao contrato de Plano de 
Saúde/Odontológico, assinale a opção incorreta: 
 
 
Está subordinada às normas e à fiscalização da ANS qualquer modalidade de produto, 
serviço e contrato que apresente, além da garantia de cobertura financeira de riscos de 
assistência médica, hospitalar e odontológica, outras características que o diferencie de 
atividade exclusivamente financeira 
 
As entidades ou empresas que mantêm sistemas de assistência à saúde, pela modalidade 
de autogestão ou de administração também estão incluídas na lei 9656/98 que dispõe 
sobre os planos e seguros de assistência à saúde 
 Poderão ser Operadoras de Plano de Saúde a pessoa jurídica ou física, privada apenas, 
internacional ou nacional, empresarial ou simples 
 
Para obter a autorização de funcionamento, as operadoras de planos privados de 
assistência à saúde devem demonstrar a capacidade de atendimento em razão dos 
serviços a serem prestados 
 
As pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior podem constituir ou 
participar do capital, ou do aumento do capital, de pessoas jurídicas de direito privado 
constituídas sob as leis brasileiras para operar planos privados de assistência à saúde 
 
 
Explicação: 
Com base na lei 9656/98 - art. 1º, II, apenas as pessoas jurídicas podem ser consideradas 
como Operadoras de Plano de Saúde. V. também art. 1, §4º do mesmo Diploma Legal 
 
 
 
 
Ref.: 201606223615 
 
 4a Questão 
 
 
(CESGRANRIO/Petrobras /2017) - De acordo com a Lei no 9.656/1998 e posteriores alterações, 
cabe às operadoras de plano de assistência à saúde oferecer qualquer modalidade de produto, 
serviço e contrato que apresente, além da garantia de cobertura financeira de riscos de 
assistência médica, hospitalar e odontológica, outras características que o diferencie de 
atividade exclusivamente financeira, tais como: custeio de despesas; oferecimento de rede 
credenciada ou referenciada; reembolso de despesas; mecanismos de regulação; qualquer 
restrição contratual, técnica ou operacional para a cobertura de procedimentos solicitados por 
prestador escolhido pelo consumidor; e vinculação de cobertura financeira à aplicação de 
conceitos ou critérios médico- -assistenciais. 
O ente público competente para normatizar e fiscalizar o cumprimento do dispositivo legal é 
o(a): 
 
 Agência nacional de saúde suplementar 
 Conselho federal de medicina 
 
Agência nacional de vigilância sanitária 
 
Sindicato dos trabalhadores da categoria 
 
Associação dos agentes nacionais de saúde 
 
 
Explicação: 
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é a agência reguladora vinculada ao 
Ministério da Saúde responsável pelo setor de planos de saúde no Brasil. 
Promover a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde, regular 
as operadoras setoriais - inclusive quanto às suas relações 
com prestadores e consumidores - e contribuir para o desenvolvimento das ações de saúde 
no país. 
A ANS tem por valores institucionais a transparência e ética dos atos, o conhecimento como 
fundamento da regulação, o estímulo à inovação para busca de soluções e sustentabilidade 
setorial e o foco no compromisso social. 
 
 
 
 
Ref.: 201606221397 
 
 5a Questão 
 
 
Doença ou lesão preexistente é a patologia que o consumidor que deseja contratar um 
plano de saúde tem conhecimento de ser portador ou sofredor à época de ingresso no 
plano. A terminologia: doença preexistente não é um conceito médico mas apenas um 
conceito que visa atender à necessidade dos planos de saúde no tocante à atualização do 
cálculo atuarial. Desta forma indaga-se, caso o associado não tenha declarado sua doença, 
nem o plano realizado exames prévios, se o atendimento for negado com esta base oque 
você orientaria ao seu cliente? 
 
 
Nada deve ser feito, pois o cliente é que agiu com dolo ao não declarar a sua doença, 
sendo este dolo excludente da culpabilidade do plano de saúde 
 Deve ser intentada uma ação juducial, pois devido a negligência do plano de saúde ele 
não pode alegar esta excludente, doença pré-existente, para o não atendimento, e deve 
o plano de saúde prestar o serviço para o qual foi contratado, devendo inclusive indenizar 
eventuais prejuízos. 
 
Nada deve ser feito, pois o associado deve ou declarar a doença pré-existente e pagar o 
valor correspondente fixado pelo plano de saúde, ou aguardar o período de carência, 
como ele não realizou nehuma das duas ações, não possui direito a ser juridicamente 
reivindicado. 
 
deve ser intentada apenas uma obrigação de fazer do plano de saude e não mais, pois 
não é caso de responsabilidade civil, pois não há dano com o simples não atendimento. 
 
o plano de saúde não pode ser juridicamente obrigado a realizar o atendimento, mas 
pode haver um eventual dano e o respectivo dever de indenizar, desta forma a orientação 
deveria ser apenas uma eventual ação de indenização 
 
 
Explicação: 
A orientação deve ser no sentido de que o plano de saúde não pode negar o antendimento pois, 
ele foi negligente ao não realizar os exames que são suas responsabilidades. Desta forma deve 
ser judiciamente compelido a realizar a ação de atendimento, bem como indenização por 
eventuais danos sofridos pelo cliente. 
 
 
 
 
Ref.: 201606212846 
 
 6a Questão 
 
 
Assinale a alternativa que se refere ao seguinte conceito legal: "prestação continuada de serviços 
ou cobertura de custos assistenciais a preço pré ou pós estabelecido, por prazo indeterminado, com 
a finalidade de garantir, sem limite financeiro, a assistência à saúde, pela faculdade de acesso e 
atendimento por profissionais ou serviços de saúde, livremente escolhidos, integrantes ou não de 
rede credenciada, contratada ou referenciada, visando a assistência médica, hospitalar e 
odontológica, a ser paga integral ou parcialmente às expensas da operadora contratada, mediante 
reembolso ou pagamento direto ao prestador, por conta e ordem do consumidor" : 
 
 
Sistema Único de Saúde 
 
Regulamentação da ANS 
 
Operadora de Plano de Assistência à Saúde 
 Plano Privado de Assistência à Saúde 
 
Carteira 
 
 
Explicação: 
art. 1º, I da Lei 9656/98 
 
 
 
 7a Questão 
 
 
(CESPE - 2006 - OAB - Exame da Ordem) A respeito da responsabilidade civil, assinale a opção 
CORRETA: 
 
 
Se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, desaparece a 
responsabilidade do agente causador, deixando de existir a relação de causa e efeito 
entre o ato e o prejuízo experimentado pela vítima. 
 Contratada a realização de uma cirurgia estética embelezadora, o cirurgião assume uma 
obrigaçãode resultado, sujeitando-se à obrigação de indenizar pelo não-cumprimento do 
resultado pretendido pela outra parte contratante, ou decorrente de eventual deformidade 
ou de alguma irregularidade, de modo que o insucesso importa em responsabilidade civil 
pelos danos materiais e morais que acarretar. 
 
Em razão da inexistência de relação de preposição, empresa locadora de veículos não 
possui responsabilidade sobre danos que o locatário cause a terceiros no uso do carro 
locado. 
 
Não se admite a cumulação de indenização por danos morais e estéticos, em parcelas 
quantificáveis autonomamente, decorrentes do mesmo fato, por configurar um indevido 
bis in idem (duas vezes sobre a mesma coisa), porque no dano estético está 
compreendido o dano moral. 
 
A fixação judicial do valor da indenização a título de danos morais está vinculada 
estritamente ao valor do prejuízo efetivamente experimentado e demonstrado pela 
vítima. Para a adequada fixação do dano moral, há de se levar em conta o poder 
econômico das partes e o caráter educativo da sanção. 
 
 
Explicação: 
É predominate em sede de doutrina que nos casos de cirurgia estética estamos diante de uma 
obrigada de resultado. 
 
 
 
 
Ref.: 201606221363 
 
 8a Questão 
 
 
Os planos de saúde poem escolher funcionar no modelo de livre escolha de médicos e hospitais. 
Nesta forma de contratação indaga-se, caso Maria Guilhermina não ficasse satisfeita com o 
atendimento do Dr Avelino Silva e Silva ela poderia acionar o plano de saúde? 
 
 
Sim, pois o médico é o preposto do plano de saúde asssim como o hospital, devendo a 
paciente realizar o processo com litisconsórcio passivo obrigatório 
 Não, pois não há nexo de causalidade e consequentemente não se pode 
responsabilizar o plano de saúde pela desídea do médico. 
 
Não, pois não se pode considerar que a insatisfação e o descontentamento seja motivo 
de indenização, vez que nesta modalidade de responsabilidade civil não se admite dano 
moral 
 
Sim, mas apenas o médico, responsável direto pelo atendimento, pois só ele é preposto 
do plano de saúde 
 
Sim, mas apenas o hosital, credenciado direto do hospital, pois o médico só possi relação 
empregatícia com o hospital e não com o plano de saúde 
 
 
Explicação: 
As ações ineficientes por parte do médico ou do hospital não são de responsabilidade do plano 
de saúde pela lei 9656/98 
 
 
7a Questão 
 
Paulo, consumidor do serviço de telecomunicação com a empresa X, faz uma reclamação junto 
a ANATEL. Diante da premissa acima fixada, assinale a opção correta: 
 
 Os regulamentos expedidos pela ANATEL poderão se sobrepor às normas do CDC se mais 
benéficos ao consumidor 
 
Os direitos previstos no CPDC excluem outros decorrentes de regulamentos expedidos 
pelas autoridades administrativas competentes, em virtude da hierarquia das leis 
 
A ANATEL apenas possui poder de fiscalização 
 
A ANATEL apenas poderá aplicar qualquer sanção administrativa à empresa X, após 
autorização judicial 
 
A ANATEL não possui poderes de outorga 
 
 
Explicação: 
Os regulamentos expedidos pela ANATEL poderão se sobrepor às normas do CDC se mais 
benéficos ao consumidor 
 
 
 6a Questão 
 
(OAB Nacional 2009-II) De acordo com o que dispõe o Código Civil a respeito da 
responsabilidade civil, assinale a opção correta. 
 
 
O dono de edifício responderá pelos danos causados pela ruína do predito, estando o 
lesado dispensado de provar que a ruína decorreu de falta de reparos e que a 
necessidade dessas reparações é manifesta 
 
No caso de responsabilidade civil em virtude de ofensa à saúde, o ofendido não tem 
direito de ser indenizado das despesas dos lucros cessantes. 
 O Código Civil consagra a responsabilidade civil objetiva das empresas pelos danos 
causados pelos produtos postos em circulação. 
 
Somente há responsabilidade do empregador pelos danos que seus empregados, no 
exercício de suas funções, causarem a terceiros, se ficar demonstrado que o 
empregador infringiu o dever de vigilância. 
 
 
Explicação: 
As empresas são responsabilizadas pelos danos que seus produtos causem, pois ao realizarem 
o desenvolvimento do mesmo buscando um lucro estão sujeitas ao risco do empreendimento, 
ou seja, possuem o direito de lucrar com o que produzem mas também são responsáveis por 
todos os danos que eventualmente causem. 
 
4a Questão 
 
Acerca da ANATEL assinale a opção correta: 
 
 
A ANATEL tem independência administrativa e financeira 
 
Realizadas as reclamações, processos administrativos são instaurados e, dependendo do 
caso, a empresa poderá ser multada ou sofrer sanções administrativas 
 
A ANATEL tem a capacidade de expedir normas operacionais e de serviço, como forma 
de regulamentar a atividade econômica fiscalizada 
 Para o melhor entendimento, a ANATEL não está subordinada a nenhum órgão de 
governo 
 
a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), criada em 1997, promove o 
desenvolvimento das telecomunicações no país 
 
 
Explicação: 
A criação da Anatel fez parte do processo de reformulação das telecomunicações brasileiras 
iniciado com a promulgação da Emenda Constitucional 8/1995, que eliminou a exclusividade na 
exploração dos serviços públicos a empresas sob controle acionário estatal, permitindo a 
privatização e introduzindo o regime de competição. O Estado passava da função de provedor 
para a de regulador dos serviços. 
De acordo com o planejamento estratégico da Anatel para o período 2015 a 2024, sua missão é 
"regular o setor de telecomunicações para contribuir com o desenvolvimento do Brasil." 
A Agência é uma autarquia administrativamente independente, financeiramente autônoma, não 
subordinada hierarquicamente a nenhum órgão de governo. Última instância 
administrativa, as decisões da Anatel só podem ser contestadas judicialmente. As normas 
elaboradas pela Agência são antes submetidas a consulta pública, seus atos são acompanhados 
por exposição formal de motivos que os justifiquem. 
 
 
3a Questão 
 
Com relação à mora é incorreto afirmar: 
 
 a mora será sempre do devedor; 
 
a mora ex re ocorre quando a obrigação é positiva, líquida e tem termo certo para o 
cumprimento; 
 
o devedor em mora responde pelo caso fortuito e a força maior se estes ocorrerem 
durante o atraso. 
 
na mora ex persona é indispensável a notificação do devedor; 
 
é o retardamento no cumprimento de uma obrigação persistindo, todavia, a 
possibilidade de cumpri-la; 
 
 
Explicação: 
A mora é o atraso no cumprimento de alguma obrigação, desta forma pode recair sobre o 
credor ou o devedor, pois a ambos assiste obrigações ainda que diversas entre si. 
 
 
4 
 
 
A Lei n° 9.472, de 16 de julho de 1997, em seu artigo 19, define as competências da 
ANATEL. À Agência compete adotar as medidas necessárias para o atendimento do 
interesse público e para o desenvolvimento das telecomunicações brasileiras. São 
previsões de atuação da ANATEL, exceto: 
 
 
compor administrativamente conflitos de interesses entre prestadoras de serviço de 
telecomunicações 
 
 
implementar, em sua esfera de atribuições, a política nacional de telecomunicações 
 
 
expedir ou reconhecer a certificação de produtos, observados os padrões e normas 
por ela estabelecidos 
 
 
expedir e extinguir autorização para prestação de serviço no regime 
privado, sendo vedada a aplicação de sanções 
 
 
reprimir infrações dos direitos dos usuários 
 
 
À ANATEL compete adotar as medidas necessárias para o atendimento do interesse público e 
para o desenvolvimento das telecomunicações brasileiras, atuando com independência, 
imparcialidade, legalidade, impessoalidade epublicidade, com especial atenção a alguns itens, 
EXCETO: 
 
 
reprimir infrações dos direitos dos usuários; 
 
 
compor apenas judiciamente conflitos de interesses entre prestadoras de 
serviço de telecomunicações; 
 
 
expedir ou reconhecer a certificação de produtos, observados os padrões e normas 
por ela estabelecidos; 
 
 
implementar, em sua esfera de atribuições, a política nacional de telecomunicações; 
 
 
celebrar e gerenciar contratos de concessão e fiscalizar a prestação do serviço no 
regime público, aplicando sanções e realizando intervenções; 
 
 
1)Dúvida: Em contrato de conta-corrente conjunta, pode o banco 
negativar o CPF dos dois correntistas se apenas um fez 
a dívida por meio de cheque para despesas pessoais? 
Resposta: A solidariedade não se presume: decorre da lei ou da 
vontade das partes. Portanto, o simples fato de terem 
duas pessoas aberto conjuntamente uma conta-corrente 
não as torna devedoras solidárias. Segundo a 
jurisprudência, em contratos de conta-corrente conjunta 
apenas o emissor do cheque responde pela dívida 
contraída. Já com relação a eventuais créditos desta 
conta, consideram-se solidariamente credores. Portanto, 
se o banco negar os dois correntistas responderá pelos 
danos indevidamente causados ao correntista não 
responsável pela dívida contraída. 
 
 
2)D
úvid
a: 
Posso ajuizar ação revisional do contrato de concessão de 
crédito por conta de juros abusivos, mesmo tendo lido o 
contrato e assinado de livre vontade o documento? 
Resp
osta
: 
O art. 6º, inciso V, do CDC garante como direito básico ao 
consumidor ¿a modificação das cláusulas contratuais que 
estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em 
razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente 
onerosas¿. Portanto, se a abusividade dos juros decorre de 
fato superveniente, a resposta é positiva, com fundamento 
inclusive em diversos princípios, como a vulnerabilidade, o 
equilíbrio contratual e a boa-fé objetiva. Vale refletir, porém, 
quando essa abusividade já estava presente no ato da 
celebração do contrato de concessão de crédito. Para ter uma 
resposta mais segura, seria importante observar alguns 
fatores, como, a título de exemplo: a informação que foi dada 
ao consumidor e sua capacidade de discernir; se estava 
premido por alguma necessidade que lhe tirava ou reduzia o 
direito de escolha, se o contrato é de adesão ou não; se se 
encontrava superendividado o consumidor, entre outros 
aspectos. Resumindo, pode ser que o consumidor, nesse caso, 
consiga ou não a revisão contratual. 
 
 
Ref.: 201606267362 
 
 1a Questão 
 
 
Consoante magistério do Prof. Carlos Roberto Gonçalves, "_________ é aquele em que 
o banco registra, em contabilidade própria, o débito e o crédito, as remessas e os 
saques, podendo o depositante verificar o saldo a qualquer tempo. Os depósitos são 
escriturados em conta individual dos depositantes. As partes são o banco e o 
correntista e os depósitos denominam-se remessas". Assinale a opção correta que 
completa a frase: 
 
 
contrato de mútuo 
 
contrato de seguro 
 contrato de conta-corrente 
 
contrato de empréstimo 
 
contrato de previdência privada 
 
 
Explicação: 
A definição de contrato conte corrente é: aquele em que o banco registra, em 
contabilidade própria, o débito e o crédito, as remessas e os saques, podendo o 
depositante verificar o saldo a qualquer tempo. Os depósitos são escriturados em conta 
individual dos depositantes. As partes são o banco e o correntista e os depósitos 
denominam-se remessas 
 
 
 
 2a Questão 
 
 
(CESGRANRIO/PETROBÁS/2012) - Ao contratar um empréstimo a ser pago em quatro 
parcelas, no valor total de R$ 20.000,00, junto à sua instituição financeira, um 
correntista optou por pagar juros compostos no valor de 2,5% a.m. Após a quitação 
do empréstimo e considerando que não houve antecipação de pagamento, o valor dos 
juros pagos será, em reais, de Dado: 
(Considerar duas casas decimais após a vírgula). 
 
 
2.076,26 
 
 
2.000,00 
 
1.537,81 
 
500,00 
 1.500,00 
 
 
Explicação: 
O contrato de empréstimo, independente da linha, trabalha com juros compostos. 
Trata-se de juros cobrados sobre juros. Entenda a diferença entre juros simples e 
compostos. 
 Atualmente o sistema financeiro utiliza apenas juros compostos, pois esse é um 
regime mais lucrativo. Portanto, se você solicitar um empréstimo no banco ou com 
alguma instituição financeira, saiba que estará pagando juros compostos. 
Você paga juros em cima do acumulado da dívida, o montante, por isso é mais 
lucrativo para os bancos. Na prática, trata-se de juro sobre juro. 
Por exemplo, se você paga 10% em cima de R$ 10 mil, na segunda parcela o 
montante será R$ 11 mil (R$10 mil da dívida mais R$ 1 mil dos juros), então os juros 
da segunda parcela serão recalculados em cima de R$ 11 mil ao invés de R$ 10 mil. 
Interessante observar que o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990) 
não objeta a capitalização de juros. Inteligentemente, exige que os contratos de 
financiamento informem a taxa de juros efetiva anual. a Súmula 297 do Superior 
Tribunal de Justiça esclareceu que o CDC aplica-se às instituições financeiras. 
 
 
 
 
 
Ref.: 201606289878 
 
 3a Questão 
 
 
O CDC é aplicado as instituições financeiras em todas as situações abaixo, exceto: 
 
 
nos contratos de poupança e CDB 
 
no fornecimento de produtos como o talonário de cheques 
 
Na disponibilidade de cartões de crédito 
 Na fixação dos juros de mercado 
 
nos contratos de conta corrente 
 
 
Explicação: 
A Adin 2.591, julgada em 07/06/2006, foi assim ementada: 
 
Entretanto, não foi sempre assim. A Adin 2.591, julgada em 07/06/2006, foi assim 
ementada: 
 
Ementa: Código de defesa do consumidor. Art. 5º, XXXII, da CB/88. Art. 170, v, da 
CB/88. Instituições financeiras. Sujeição delas ao código de defesa do consumidor, 
excluídas de sua abrangência a definição do custo das operações ativas e a 
remuneração das operações passivas praticadas na exploração da intermediação de 
dinheiro na economia [art. 3º, § 2º, do CDC]. Moeda e taxa de juros. Dever-poder do 
Banco Central do Brasil. Sujeição ao código civil. 
Logo, a decisão revelou-se aplicável o CDC às instituições financeiras, exceto com 
relação à volatilidade do mercado (juros). 
Outra consequência, e não poderia ser diferente, considerando a hierarquia e as 
competências atribuídas têm a decisão o STJ o seguinte: 
 
Súmula STJ nº 297- O código de defesa do consumidor é aplicável às instituições 
financeiras. 
 
 
 
 4a Questão 
 
 
Acerca das relações consumeristas com instituições financeiras e, especificamente, 
sobre os juros, assinale a opção incorreta: 
 
 
Juro é o fruto do dinheiro. É o que o credor recebe do devedor, além da 
importância da dívida 
 
É insuscetível de exame na via do recurso especial questão relacionada com a 
existência da incidência de capitalização de juros em contrato bancário, pois, para 
tanto, é necessário o reexame do respectivo instrumento contratual 
 
Entende-se por juros o que o credor pode exigir pelo fato de ter prestado ou de 
não ter recebido o que se lhe devia prestar 
 
 
Do ponto de vista jurídico, são abusivos apenas os juros remuneratórios que 
destoam da média do mercado, ainda que possam ser justificados pelo risco 
próprio do negócio - conclusão que, no entanto, depende de prova in concreto 
 
A previsão no contrato bancário de taxa de juros anual superior ao duodécuplo da 
mensal é suficiente para permitir a cobrança da taxa efetiva anual contratada 
 
 
Explicação: 
 Juros sãopermitidos no sistema legal braslieiro, excetuando-se os que passam do 
razoável, que são exprocivos e dstroe a livre concorência e o mercado 
 
 
 
 5a Questão 
 
 
De acordo com Carlos Roberto Gonçalves, ¿contrato de conta-corrente é aquele em 
que o banco registra, em contabilidade própria, o débito e o crédito, as remessas e os 
saques, podendo o depositante verificar o saldo a qualquer tempo. Os depósitos são 
escriturados em conta individual dos depositantes. As partes são o banco e o 
correntista e os depósitos denominam-se remessas¿ (Direito civil brasileiro, vol. III. 
São Paulo: Saraiva, 2004, p. 643). 
O banco onde Angela Angelicas tem uma conta corrente realizou atividades com o 
dinheiro desta, resaltando que esta não havia concedido autorização para tal. Diante 
disto indaga-se o banco pode se considerado fornecedor e ter a ele aplicado o CDC 
para a rsponsabilizaçãopelos seus atos? 
 
 
 
O banco é fornecedor, mas não é responsabilizado pois não cometeu ato 
indevido, ao depositar o dinheiro a cliente autoriza o uso deste pelo banco 
 O CDC pode ser aplicado por decisão sumulada do STJ a institnuições 
financeiras 
 
Não, pois ao contratar a cliente assumiu o risco 
 
O CDC só se aplica a produtos adquididos da instituição financeira o que não 
é o caso de uma conta corrente e aplicações 
 
Não,pois fornecedor no CDC são apenas os fornecedores de produtos 
 
 
Explicação: 
Súmula STJ nº 297- O código de defesa do consumidor é aplicável às instituições 
financeiras. 
 
 
 
 
Ref.: 201606298207 
 
 6a Questão 
 
 
(Procurador da República/24º concurso/adaptada) - COM O CRESCENTE 
DESENVOLVIMENTO DAS RELAÇÕES COMERCIAIS E BANCÁRIAS, COMPLEXAS E DINÂMICAS, 
CRIARAM-SE OS CHAMADOS REGISTROS DE PROTEÇÃO AO CRÉDITO, NELES FIGURANDO 
INFORMAÇÕES NEGATIVAS DE INADIMPLENTES CONTUMAZES. O PRAZO PRESCRICIONAL PARA 
A MANUTENÇÃO DESSES REGISTROS DE CONSUMIDORES EM DÉBITO, SEGUNDO O SUPERIOR 
TRIBUNAL DE JUSTIÇA É: 
 
 
 é o mesmo do prazo previsto para a ação de execução. 
 de 5 (cinco) anos 
 
 trienal (Código Civil, art. 206, parágrafo 3º, inciso VIII) 
 
de 05 (três) anos, dependendo da natureza da dívida (Código Civil, art. 205) 
 
de 10 (dez) anos, dependendo da natureza da dívida (Código Civil, art. 205) 
 
 
Explicação: 
 A pretensão de cobrança de dívida decorrente de contrato particular prescreve em 5 
(cinco), nos termos do art. 206 , § 5º , I do Código Civil , sendo este também o prazo 
de permanência de informações negativas em bancos de dados e cadastros de 
consumidores, consoante o art. 43 , § 1º do Código de Defesa do Consumidor . Em 
conformidade com o teor da Súmula n. 323 do Superior Tribunal de Justiça, a 
inscrição do nome do devedor pode ser mantida por tal prazo nos serviços de 
proteção ao crédito, independentemente da prescrição da execução. 
 
 
 
 
Ref.: 201606212851 
 
 7a Questão 
 
 
Em relação a responsabilidade civil das instituições financeiras e afins, temos que o 
Código de Ética e Autorregulação é um sistema de autodisciplina complementar às 
normas já existentes. A seguir, assinale a opção que não apresenta um de seus 
princípios fundamentais: 
 
 
a transparência das relações 
 
a expansão sustentável do número de portadores de cartões no mercado 
brasileiro e de estabelecimentos credenciados 
 o aumento do lucro das instituições financeiras, em compatibilidade com o 
aumento social 
 
a adoção de comportamento ético e compatível com as boas práticas 
comerciais 
 
a liberdade de iniciativa, livre concorrência e função social 
 
 
Explicação: 
o aumento do lucro das instituições financeiras, em compatibilidade com o aumento 
social 
 
 
 
 
Ref.: 201606298179 
 
 8a Questão 
 
 
(BANPARÁ/2017/adaptada) - Tendo em vista o vigente entendimento dos Tribunais 
Superiores, marque a única resposta CORRETA. 
 
 
As disposições do Decreto nº 22.626/33 se aplicam às taxas de juros e aos 
outros encargos cobrados nas operações realizadas por instituições públicas ou 
privadas que integrem o Sistema Financeiro Nacional. 
 
A fiança prestada em contrato sem autorização de um dos cônjuges casados no 
regime da comunhão universal de bens, implica a ineficácia total da garantia. 
 
A fiança prestada em contrato sem autorização de um dos cônjuges casados no 
regime da comunhão parcial de bens, não implica a ineficácia total da garantia. 
 Nos contratos bancários, na impossibilidade de comprovar a taxa de juros 
efetivamente contratada ¿ por ausência de pactuação ou pela falta de juntada 
do instrumento aos autos ¿ aplica-se a taxa média de mercado, divulgada pelo 
Banco Central do Brasil, praticada nas operações da mesma espécie, salvo se a 
taxa cobrada for mais vantajosa para o devedor. 
 
É vedada a capitalização de juros com periodicidade inferior à anual em 
contratos celebrados com instituições integrantes do Sistema Financeiro 
Nacional a partir de 31/03/2000 (MP nº 1.963-17/2000, reeditada como MP nº 
2.170-36/2001), desde que expressamente pactuada. 
 
 
Explicação: 
Para cada modalidade e período dos contratos de empréstimos concedidos pelas 
instituições financeiras, o Banco Central do Brasil (BC) apresenta a média de juros e 
outros encargos praticados pelo o mercado. Esse dado tem sido utilizado pela Justiça 
para constatação de abusividade de cobrança de juros. 
Assim, apesar de não haver limite legal para juros em contratos bancários, o Poder 
Judiciário pode revisar a taxa se no caso concreto houve manifesta discrepância em 
relação àquela que em média se aplica no mercado, com base nos 
art. 39, V, 51 caput e § 1º, III do CDC. 
Exemplificando: conforme entendimento jurisprudencial, julgamento do REsp. 
1.061.530/RS, Relatora Ministra Nacy Andrighi do Superior Tribunal de Justiça (STJ), 
a taxa de juros prevista no contrato não pode ser superior ao dobro da média do 
mercado, pois configura abusividade por parte do fornecedor sobre a desvantagem do 
consumidor. 
Sendo assim, o sistema financeiro além de seguir as normas estipuladas pelo Banco 
Central, deve estar atento ao Código de Defesa do Consumidor. 
 
 
 1a Questão 
 
(Ano: 2015; Banca: FCC; Órgão: TCE-CE; Prova: Analista de Controle Externo-Atividade 
Jurídica). João é dono de um cão feroz que atacou Maicon quando este passava em frente de 
sua residência. João responderá de maneira: 
 
 
objetiva pelos danos causados pelo animal, não se admitindo causa excludente de 
responsabilização. 
 
subjetiva pelos danos causados pelo animal, não se admitindo causa excludente de 
responsabilização. 
 
subjetiva pelos danos causados pelo animal, salvo se provar força maior. 
 objetiva pelos danos causados pelo animal, salvo se provar culpa exclusiva da vítima 
ou força maior. 
 
subjetiva pelos danos causados pelo animal, salvo se provar que não agiu com dolo ou 
culpa. 
 
 
Explicação: 
O Código Civil em seu artigo 936 descreve a responsabilidade que o dono tem pelos danos e 
prejuízos causados por seus animais. Por exemplo: se um animal atacar alguém, ou destruir 
algo de outra pessoa, o dono deverá ressarcir o prejuízo. 
A responsabilidade referida no mencionado artigo trata-se de responsabilidade objetiva, ou 
seja, não há necessidade de prova da culpa do proprietário do animal, basta que o animal cause 
um prejuízo que seu dono responde. 
A lei permite que, se o proprietário provar que houve culpa da vítima, ou que o fato decorreu 
de força maior, ele não seja responsabilizado. 
Ao analisar a culpa exclusiva da vítima ou a força maior na hipótese de dano ocasionado por 
animal, certamente o juiz analisará se o dono ou detentor o guardava e vigiava com o preciso 
cuidado; se o animal foi provocadopor outro da própria vítima, o que lhe imputa a 
responsabilidade; se houve culpa, em sentido amplo por parte da vítima. Contudo, toda essa 
análise pertencerá ao raciocínio do magistrado para chegar à conclusão sobre a procedência ou 
não do pedido. Lembre-se que, de qualquer modo, assim como no Código Civil de 1916, todo o 
ônus probatório para evidenciar culpa da vítima ou caso fortuito é do ofensor, que se não se 
desincumbir a contento nesse encargo, indenizará a vítima. 
 
 
 
 
Ref.: 201604219965 
 
 2a Questão 
 
 
Estão obrigados a reparação civil, exclusivamente pelo regime da responsabilidade subjetiva, 
 
 
e)os pais pelos atos dos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua 
companhia. 
 
c)os tutores e curadores pelos atos dos pupilos e curatelados. 
 a)aqueles que, por ato ilícito, causarem dano a outrem 
 
b)os donos de hotéis, pelos atos de seus hóspedes. 
 
d)aqueles que habitarem prédio pelo dano proveniente das coisas que dele caírem. 
 
 
Explicação: Responsabilidade subjetiva em regra. Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 
e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.Em regra a responsabilidade civil será 
subjetiva, devendo-se comprovar o dolo ou a culpa. 
 
 
 
 
Ref.: 201604164761 
 
 3a Questão 
 
 
Ano: 2015; Banca: VUNESP; Órgão: TJ-MS; Prova: Juiz Substituto. De acordo com o Código 
Civil de 2002, é responsável pela reparação civil, independentemente de culpa, aquele que: 
 
 
relativamente incapaz, pelos atos praticados pelo absolutamente incapaz em sua 
companhia. 
 
síndico, pelos atos praticados pelo condômino. 
 
militar, pelos atos praticados pelos seus subordinados. 
 
comandante de aeronave ou embarcação, pelos atos praticados pelos tripulantes. 
 que houver gratuitamente participado no produto de crime, até a concorrente quantia. 
 
 
Explicação: 
Código Civil Art. 932. São também responsáveis pela reparação civil: 
V - os que gratuitamente houverem participado nos produtos do crime, até a 
concorrente quantia. 
 
 
 
 
Ref.: 201604252454 
 
 4a Questão 
 
 
A respeito da responsabilidade civil da Administração Pública pode-se afirmar que respondem 
objetivamente pelos danos que seus agentes causarem a terceiros, exceto: 
 
 
As agências reguladoras de atividades econômicas. 
 
as agencias reguladoras de serviços públicos. 
 as estatais que explorem atividades econômicas. 
 
as concessionárias e permissionárias de serviço público. 
 as fundações públicas, desde que possuam natureza jurídica de direito privado. 
 
 
 
 
Ref.: 201604026688 
 
 5a Questão 
 
 
O abuso de direito acarreta 
 
 
consequências jurídicas apenas se decorrente de coação, ou de negócio fraudulento ou 
simulado. 
 
indenização apenas em hipóteses previstas expressamente em lei. 
 
apenas a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pela parte prejudicada, 
independentemente de decisão judicial. 
 indenização a favor daquele que sofrer prejuízo em razão dele. 
 
somente a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pelo juiz. 
 
 
Explicação: 
art. 187 do Código Civil "também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, 
excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico e social, pela boa fé ou 
pelos bons costumes". 
 
 
 
 
Ref.: 201604460853 
 
 6a Questão 
 
 
(LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO) - Na origem da ideia de culpa, elemento fundamental da 
responsabilidade civil subjetiva, encontra-se a(o): 
 
 noção de infração à obrigação preexistente de que a lei ordena a reparação, 
havendo dano. 
 regra que determina que só é condição apta a ensejar a responsabilidade civil 
aquela apta a produzir o dano. 
 
conceito de patrimônio jurídico como unidade de valor que deve ser protegido de 
qualquer lesão. 
 
noção de causa suficiente para provocar dano, o que resultará em indenização. 
 
princípio da dignidade da pessoa humana, que será invariavelmente atingido. 
 
 
Explicação: 
Conforme ensina Sérgio Cavalieri Filho (2009), extrai-se os pressupostos da responsabilidade civil 
subjetiva, a saber: a) conduta culposa, que se extrai da expressão ¿aquele que, por ação ou omissão 
voluntária, negligência ou imperícia¿; b) nexo causal, expresso no verbo ¿causar¿; c) dano, revelado nas 
expressões ¿violar direito ou causar dano a outrem¿. 
E importante mencionar que o citado autor elenca expressamente tais elementos como sendo os requisitos 
da responsabilidade civil subjetiva, a qual é tratada no dispositivo legal supra transcrito. Isso porque, na 
responsabilidade civil objetiva, também existente em nosso ordenamento jurídico, não há que se perquirir 
do elemento culpa. Por tal razão, Pablo Stolze Gagliano e Rodolfo Pamplona Filho (2012, p. 70) expõem 
que: Embora mencionada no referido dispositivo de lei por meio das expressões ¿ação ou omissão 
voluntária, negligência ou imprudência¿, a culpa (em sentido lato, abrangente do dolo) não é, em nosso 
entendimento, pressuposto geral da responsabilidade civil, sobretudo no novo Código, considerando a 
existência de outra espécie de responsabilidade, que prescinde desse elemento subjetivo para a sua 
configuração (a responsabilidade objetiva). 
De fato, o elemento culpa não é pressuposto da responsabilidade civil objetiva, sendo-o apenas da 
responsabilidade civil subjetiva. 
 
 
 
 7a Questão 
 
 
(TRT 4ª 2012 - FCC - Juiz do Trabalho Substituto) Ao arbitrar indenização decorrente de 
responsabilidade civil é CORRETO afirmar: 
 
 
no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do 
tratamento e dos lucros cessantes, até ao fim da convalescença, excluídos os demais 
prejuízos que tenha sofrido. 
 
o grau de culpa jamais interfere no valor da indenização. 
 
no caso de homicídio, a indenização consiste, sem excluir outras reparações, na prestação de 
alimentos às pessoas a quem o morto os devia, a serem pagos até a morte dos alimentados. 
 
se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer seu ofício ou profissão, 
ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento 
e lucros cessantes, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se 
inabilitou, a qual deverá, necessariamente, ser paga mensal e periodicamente. 
 
 
se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, o juiz poderá reduzir o valor 
da indenização. 
 
 
Explicação: 
Art. 945. Se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, a sua indenização será 
fixada tendo-se em conta a gravidade da sua culpa, em confronto com a do autor do dano.¿ 
 
 
 
 8a Questão 
 
 
(TRT 1ª 2013 - FCC - ANALISTA JUDICIÁRIO) - O motorista de um automóvel de passeio 
trafegava na contra-mão de direção de uma avenida quando colidiu com uma ambulância 
estadual que transitava na mão regular da via, em alta velocidade porque acionada a atender 
uma ocorrência. A responsabilidade civil do acidente deve ser imputada: 
 
 ao civil que conduzia o veículo e invadiu a contramão, dando causa ao acidente, não 
havendo nexo de causalidade para ensejar a responsabilidade do Estado. 
 
ao Estado, uma vez que um veículo estadual (ambulância) estava envolvido no 
acidente, o que enseja a responsabilidade objetiva. 
 
ao civil que conduzia o veículo, que responde sob a modalidade objetiva no que 
concerne aos danos apurados na viatura estadual. 
 
ao Estado, sob a modalidade subjetiva, devendo ser comprovada a culpa do motorista 
da ambulância. 
 
tanto ao civil quanto ao Estado, sob a responsabilidade subjetiva, emrazão de culpa 
concorrente. 
 
 1a Questão 
 
Analise o caso e, em seguida, marque a alternativa CORRETA. 
O Jornal ZY divulgou em sua página da internet a notícia de que Erínia, por vingança, havia 
matado sua enteada de três anos. Entretanto, a foto divulgada, por erro da edição do jornal, 
não era da criminosa, mas de Angélica, professora do ensino infantil. 
No plano Civil, o caso narrado revela a ocorrência de: 
 
 
ato ilícito, embora não haja causação de danos a Angélica, pois a notícia referia-se a 
Ermínia. 
 ato ilícito, que causou danos a Angélica em razão da conduta culposa dos editores do 
jornal. 
 
ato abusivo, pois diante do equívoco cometido, a conduta desviou-se do seu propósito 
informativo. 
 
erro escusável quanto à identidade de Angélica, que não foi percebido pela edição do 
jornal. 
 
ato abusivo, pois sem a autorização de Erínia a edição não tinha poderes para veicular 
a notícia. 
 
 
Explicação: 
ato ilícito, que causou danos a Angélica em razão da conduta culposa dos editores do jornal. 
 
 
 
 
Ref.: 201604261870 
 
 2a Questão 
 
 
A indenização por ato ilícito: 
 
 será devida, ainda que o dano seja exclusivamente moral. 
 
só será devida quando ficar configurado dano material. 
 
não será devida, se ficar configurado apenas abuso de direito. 
 
Em todas as possibilidades de responsabilização, só será devida na hipótese de se 
apurar dolo ou culpa grave do agente. 
 
Súmula do Superior Tribunal de Justiça adota entendimento de que não é possível a 
cumulação das indenizações de dano estético e dano moral 
 
 
Explicação: a letra "a" está errada porque a Constituição, o código civil e o código consumerista 
consagram a possibilidade jurídica de responsabilização por danos que atingem a esfera 
extrapatrimonial da vítima, não apenas a material. A letra b" é falsa porque o regramento 
contido no artigo 187 do código civil autoriza a responsabilização por ato decorrente do 
excesso, ainda que no exercício de um direito. a letra "c" é a opção correta a letra d" está 
errada porque apenas a responsabilidade subjetiva prescinde de aferição do dolo e da culpa do 
agente. e a letra "e" está em dissonância com a súmula 387 do STJ que autoriza de forma 
expressa a acumulação de dano estético com dano moral. 
 
 
 
 
Ref.: 201604510087 
 
 3a Questão 
 
 
Sobre dano moral, é correto afirmar: 
 
 
Como indenização por dano moral, não é possível, por exemplo, que uma 
vítima obtenha direito de resposta em caso de atentado contra honra 
praticado por veículo de comunicação, sendo possível apenas o recebimento 
de quantia em dinheiro. 
 
A quantificação por danos morais está sujeita a tabelamento e a valores 
fixos. 
 
O dano moral indenizável pressupõe necessariamente a verificação de 
sentimentos humanos desagradáveis, como dor ou sofrimento, por isso não 
se pode falar em dano moral da pessoa jurídica. 
 
O descumprimento de um contrato não gera dano moral, ainda que 
envolvido valor fundamental protegido pela Constituição Federal de 1988. 
 A natureza de reparação dos danos morais, e não de ressarcimento, é o que 
justifica a não incidência de imposto de renda sobre o valor recebido a título 
de compensação por tal espécie de dano. 
 
 4a Questão 
 
 
(Ano: 2015, Banca: CETAP, Órgão: MPCM, Prova: Analista - Direito) Um navio da empresa X 
deixou vazar substancia química em águas onde a pesca era regularmente autorizada. Em 
decorrência da poluição das águas provocadas pelo vazamento, a pesca na região foi proibida 
pelos órgãos municipais e ambientais por um mês. Por conta disso, João, pescador profissional, 
ficou privado de exercer suas atividades nesse período. Neste caso, de acordo com a 
jurisprudência consolidada do STJ, João tem direito a ser indenizado pela empresa X: 
 
 
apenas pelos danos emergentes. O termo inicial dos juros moratórios e a data da 
citação da empresa. 
 pelos danos materiais e morais. O termo inicial dos juros moratórios e a data do 
evento danoso. 
 
pelos danos materiais e morais. O termo inicial dos juros moratórios e a data da 
citação da empresa. 
 apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros 
moratórios e a data do evento danoso. 
 
apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros 
moratórios e a data da citação da empresa. 
 
 
Explicação: 
Art. 402. Salvo as exceções expressamente previstas em lei, as perdas e danos devidas ao credor 
abrangem, além do que ele efetivamente perdeu, o que razoavelmente deixou de lucrar. 
O dano emergente envolve efetivamente a repação pelo dano acusado. Já o lucro cessante está 
ligado ao período que ficará sem poder atuar em suas atividades e deve ser contadao da data em 
que sofreu um dano. 
 
 
 
 5a Questão 
 
 
(Juiz do Trabalho Substituto TRT 8ª Região 2015 - TRT 8ª REGIÃO) Sobre a responsabilidade 
civil no Código Civil Brasileiro, é CORRETO afirmar que: 
 
 
Em caso de usurpação ou esbulho do alheio, quando não mais exista a própria coisa, a 
indenização será estimada pelo seu preço ordinário, não sendo considerado o preço de 
afeição. 
 Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou 
profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas 
do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão 
correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, ou da depreciação que 
ele sofreu. 
 
O incapaz não responde pelos prejuízos que causar tendo em vista a responsabilidade dos 
pais ou responsáveis. 
 
Haverá obrigação de reparar o dano, através da averiguação de culpa, nos casos 
especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do 
dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem. 
 
O prejudicado não poderá exigir que a indenização seja arbitrada e paga de uma só vez, 
salvo se demonstrado o estado de solvência do devedor. 
 
 
Explicação: 
Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou profissão, 
ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e 
lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão correspondente à importância do 
trabalho para que se inabilitou, ou da depreciação que ele sofreu. 
 
 
 
 
Ref.: 201604249965 
 
 6a Questão 
 
 
(TRT 4ª 2012 - FCC - Juiz do Trabalho Substituto) De acordo com o Código Civil, assinale a 
opção CORRETA: 
 
 
os empresários individuais e as sociedades empresárias respondem somente nos casos 
de culpa pelos danos causados pelos produtos postos em circulação. 
 
o incapaz nunca responde pelos prejuízos que causar. 
 
a regra geral é a da responsabilidade objetiva, sendo excepcional a responsabilidade 
subjetiva. 
 
por expressa disposição, a configuração do abuso do direito demanda a comprovação de 
culpa. 
 a ofensa à boa-fé objetiva, quando implicar danos, dá azo a obrigação de indenizar. 
 
 
Explicação: 
Nos casos de abuso de direito não há necessidade de comprovação de culpa. 
A responsabililidade civil subjetiva será ultizada sempre que não for o caso de responsabilidade 
objetiva, por isso, não é uma situação excpecional e sim residual. 
O incapaz pode responder pelos prejuízos que causar estando diante do que determina o art. 
928 do CC. 
Os empresários irá responder independentemente de culpa, ou seja, trata-se de 
responsabilidade civil objetiva. 
É importante saber que tanto a boa-fé objetiva quanto a boa-fé subjetiva dá margem a 
indenização. É a opção correta. 
 
 
 
 
Ref.: 201604469949 
 
 7a Questão¿É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano 
material, moral ou a imagem¿ (inciso V do Art. 5º. da Constituição Federal). Os juristas 
entendem que 
 
 
o valor das indenizações relacionadas ao direito de resposta fica pendente até a 
aprovação de nova norma. 
 
o direito de resposta não ficou prejudicado com a extinção da Lei de Imprensa. 
 
nos conglomerados de comunicação o direito de resposta deve ser divulgado em todas 
as mídias. 
 
a publicação de fotografia sem a autorização do fotografado não constitui dano à 
imagem. 
 por dano moral deve-se entender todo aquele que não venha a afetar o patrimônio 
material da vítima. 
 
 
Explicação: R:Considera-se dano moral quando uma pessoa se acha afetada em seu ânimo 
psíquico, moral e intelectual, seja por ofensa à sua honra, na sua privacidade, intimidade, 
imagem, nome ou em seu próprio corpo físico, e poderá estender-se ao dano patrimonial se a 
ofensa de alguma forma impedir ou dificultar atividade profissional da vítima. O dano moral 
corresponderia às lesões sofridas pela pessoa humana, consistindo em violações de natureza 
não econômica. É quando um bem de ordem moral, como a honra, é maculado. 
 
 
 
 
Ref.: 201603539450 
 
 8a Questão 
 
 
(PGE/SC 2009) Assinale a alternativa incorreta. 
 
 
A indenização mede-se pela extensão do dano. 
 
De acordo com o Novo Código Civil, a responsabilidade civil dos pais pelos atos dos filhos 
é regulada pela teoria da responsabilidade objetiva. 
 
A teoria do dano direto e imediato é aplicável ao sistema de responsabilidade civil 
brasileiro. 
 O fato exclusivo da vítima e o caso fortuito e de força maior são excludentes da 
causalidade. 
 De acordo com o Novo Código Civil, o grau de culpa do agente nunca poderá 
influenciar na quantificação do prejuízo. 
 
 
Explicação: 
De acordo com o Novo Código Civil, o grau de culpa do agente PODERÁ influenciar na 
quantificação do prejuízo. 
 
 
1a Questão 
 
(Juiz do Trabalho Substituto TRT 8ª Região 2015 - TRT 8ª REGIÃO) Sobre a responsabilidade 
civil no Código Civil Brasileiro, é CORRETO afirmar que: 
 
 Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou 
profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas 
do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão 
correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, ou da depreciação que 
ele sofreu. 
 
Em caso de usurpação ou esbulho do alheio, quando não mais exista a própria coisa, a 
indenização será estimada pelo seu preço ordinário, não sendo considerado o preço de 
afeição. 
 
O prejudicado não poderá exigir que a indenização seja arbitrada e paga de uma só vez, 
salvo se demonstrado o estado de solvência do devedor. 
 
O incapaz não responde pelos prejuízos que causar tendo em vista a responsabilidade 
dos pais ou responsáveis. 
 
Haverá obrigação de reparar o dano, através da averiguação de culpa, nos casos 
especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do 
dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem. 
 
 
Explicação: 
Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou profissão, 
ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e 
lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão correspondente à importância do 
trabalho para que se inabilitou, ou da depreciação que ele sofreu. 
 
 
2a Questão 
 
(TRT 4ª 2012 - FCC - Juiz do Trabalho Substituto) De acordo com o Código Civil, assinale a opção 
CORRETA: 
 
 a ofensa à boa-fé objetiva, quando implicar danos, dá azo a obrigação de indenizar. 
 
por expressa disposição, a configuração do abuso do direito demanda a comprovação de 
culpa. 
 
a regra geral é a da responsabilidade objetiva, sendo excepcional a responsabilidade 
subjetiva. 
 
o incapaz nunca responde pelos prejuízos que causar. 
 
os empresários individuais e as sociedades empresárias respondem somente nos casos de 
culpa pelos danos causados pelos produtos postos em circulação. 
 
 
Explicação: 
Nos casos de abuso de direito não há necessidade de comprovação de culpa. 
A responsabililidade civil subjetiva será ultizada sempre que não for o caso de responsabilidade 
objetiva, por isso, não é uma situação excpecional e sim residual. 
O incapaz pode responder pelos prejuízos que causar estando diante do que determina o art. 928 
do CC. 
Os empresários irá responder independentemente de culpa, ou seja, trata-se de responsabilidade 
civil objetiva. 
É importante saber que tanto a boa-fé objetiva quanto a boa-fé subjetiva dá margem a 
indenização. É a opção correta. 
 
 5a Questão 
 
 
Prova: FCC - 2014 - TRT - 24ª REGIÃO (MS) - Juiz do Trabalho Substituto O ator Celso, ao 
atravessar a rua, em local proibido, foi atropelado por um carro, cujo motorista não tinha 
habilitação para dirigir e que trafegava em velocidade incompatível com aquele local. Do acidente 
resultaram cicatrizes que lhe comprometeram a aparência, tendo perdido trabalhos durante 
alguns meses. Neste caso, poderá pleitear 
 
 
indenização por danos materiais, morais e estéticos, cumulativamente, mas o juiz não 
poderá levar em conta a culpa da vítima, porque o motorista não possuía habilitação para 
dirigir. 
 
apenas indenização por danos materiais e morais ou, alternativamente, por danos 
materiais e estéticos, mas o juiz deverá, ao fixar a indenização, ter em conta a gravidade 
de sua culpa em confronto com a do autor do dano. 
 
somente metade da indenização dos dias em que ficou sem trabalhar e que, 
comprovadamente, não lhe tiverem sido ressarcidos pelo empregador, em razão da culpa 
recíproca. 
 
apenas indenização por danos materiais, porque de acidentes de veículo não se podem 
extrair danos morais, e os estéticos só serão indenizáveis quando, também, se 
reconhecerem danos morais. 
 indenização por danos materiais, morais e estéticos cumulativamente, mas o juiz deverá, 
ao fixar a indenização, ter em conta a gravidade de sua culpa em confronto com a do 
autor do dano. 
 
 
6a Questão 
 
Aplicada em: 2018 Banca: FGV Órgão: TJ-AL Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária 
 
Em 31 de janeiro de 2018, Renato, avisado por amigos, acessou sua rede social e verificou que Felipe, seu 
desafeto, dirigiu-lhe palavras de baixo calão, desonrando-o, mediante postagem pública ocorrida em 22 de 
janeiro de 2018. Em 05 de fevereiro do mesmo ano, Felipe recebe notificação de Renato, solicitando que 
fosse apagada a mensagem desonrosa. Ante a inércia de Felipe, Renato ajuíza, em 09 de março de 2018, 
ação pleiteando a retirada da mensagem, bem como a condenação de Felipe ao pagamento de indenização 
pelos danos morais sofridos. 
 
A mora da obrigação de indenizar é verificada: 
 
 em 31 de janeiro de 2018; 
 em 22 de janeiro de 2018; 
 quando do trânsito em julgado da sentença; 
 em 09 de março de 2018. 
 em 05 de fevereiro de 2018; 
 
 
Explicação: 
CC 
Art. 398. Nas obrigações provenientes de ato ilícito, considera-se o devedor em mora, 
desde que o praticou. 
 
 
 
7a Questão 
 
(Ano: 2015; Banca: MPE-BA; Órgão: MPE-BA; Prova: Promotor de Justiça Substituto). Assinale 
a alternativa INCORRETA sobre a responsabilidade civil, segundo o Código Civil Brasileiro: 
 
 
A responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais 
sobre a existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando estas questões se 
acharem decididas no juízo criminal. 
 
O incapaz pode ser responsabilizado pelos prejuízos que causarse as pessoas por ele 
responsáveis não tiverem obrigação de fazê-lo ou não dispuserem de meios suficientes. 
 O direito de exigir a reparação se transmite com a herança, mas não a obrigação de 
prestá-la. 
 
Aquele que ressarcir o dano causado por outrem pode reaver o que houver pago daquele 
por quem pagou, salvo se o causador do dano for descendente seu, absoluta ou 
relativamente incapaz. 
 
Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo. 
 
 
 
 
1a Questão (Ref.:201410192629) Acerto: 1,0 / 1,0 
(TRT/ 4ª REGIÃO / 2012) - Ao arbitrar indenização decorrente de responsabilidade civil, 
 
 
o grau de culpa jamais interfere no valor da indenização. 
 
se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer seu ofício ou 
profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas 
do tratamento e lucros cessantes, incluirá pensão correspondente à importância do 
trabalho para que se inabilitou, a qual deverá, necessariamente, ser paga mensal e 
periodicamente. 
 se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, o juiz poderá reduzir o 
valor da indenização. 
 
no caso de homicídio, a indenização consiste, sem excluir outras reparações, na 
prestação de alimentos às pessoas a quem o morto os devia, a serem pagos até a morte 
dos alimentados. 
 
no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas 
do tratamento e dos lucros cessantes, até ao fim da convalescença, excluídos os demais 
prejuízos que tenha sofrido. 
 
 
 
2a Questão (Ref.:201411702035) Acerto: 1,0 / 1,0 
(CESPE - 2012 - MPE-PI - Promotor de Justiça/ADAPTADA) - Assinale a opção correta no que diz 
respeito à responsabilidade civil. 
 
 
A indenização pela publicação não autorizada, com fins econômicos ou comerciais, de 
imagem de pessoa dependerá de prova do prejuízo causado à pessoa. 
 
Como os direitos da personalidade são inerentes à pessoa humana, não é juridicamente 
possível a pretensão de dano moral em relação à pessoa jurídica. 
 
De acordo com a teoria perte d¿une chance, o agente que frustrar expectativas fluidas e 
hipotéticas deverá responder por danos emergentes. 
 
No ordenamento jurídico brasileiro, para que haja responsabilidade civil, é preciso que 
haja conduta ilícita. 
 A correção monetária do valor da indenização do dano moral incide desde a data do 
arbitramento. 
 
 
 
3a Questão (Ref.:201409890543) Acerto: 1,0 / 1,0 
XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO Devido à indicação de luz vermelha do sinal de trânsito, 
Ricardo parou seu veículo pouco antes da faixa de pedestres. Sandro, que vinha logo atrás de 
Ricardo, também parou, guardando razoável distância entre eles. Entretanto, Tatiana, que 
trafegava na mesma faixa de rolamento, mais atrás, distraiu-se ao redigir mensagem no celular 
enquanto conduzia seu veículo, vindo a colidir com o veículo de Sandro, o qual, em seguida, 
atingiu o carro de Ricardo. Diante disso, à luz das normas que disciplinam a responsabilidade 
civil, assinale a afirmativa correta. 
 
 
Caberá a Tatiana indenizar os prejuízos causados ao veículo de Sandro, e este 
deverá indenizar os prejuízos causados ao veículo de Ricardo 
 Caberá a Tatiana indenizar os prejuízos causados aos veículos de Sandro e 
Ricardo 
 
Cada um arcará com seu próprio prejuízo, visto que a responsabilidade pelos 
danos causados deve ser repartida entre todos os envolvidos. 
 
Tatiana e Sandro têm o dever de indenizar Ricardo, na medida de sua culpa 
 
 
 
4a Questão (Ref.:201410194788) Acerto: 1,0 / 1,0 
(DPE/SP 2012) - Em tema de Responsabilidade Civil, considere asserções abaixo. I. Atos lícitos 
não podem engendrar responsabilidade civil contratual nem aquiliana. II. A prática de bullying 
entre crianças e adolescentes, em ambiente escolar, pode ocasionar a responsabilização de 
estabelecimento de ensino, quando caracterizada a omissão no cumprimento no dever de 
vigilância. III. Nos termos de reiteradas decisões do Superior Tribunal de Justiça, a cláusula de 
incolumidade, inerente ao contrato de transporte, não pode ser invocada nos casos de fortuito 
interno. IV. A responsabilidade do dono ou detentor de animal pelos danos por este causado é 
objetiva. V. O consentimento informado constitui excludente de responsabilidade dos 
profissionais liberais em caso de erro médico. Dentre as asserções acima APENAS estão 
corretas. 
 
 
I e IV. 
 
II e V. 
 
I e III. 
 II e IV. 
 
III e V. 
 
 
 
5a Questão (Ref.:201409273451) Acerto: 1,0 / 1,0 
Ao analisar o nexo causal é CORRETO afirmar que: I- Mesmo diante dos casos de 
responsabilidade civil subjetiva e objetiva, caso esteja presente alguma excludente o dever de 
indenizar será afastado. II- A excludente de nexo causal não afastará o dever de indenizar nos 
casos em que se adota a teoria do risco integral. III- São excludentes de nexo causal: fato 
exclusivo da vítima, fato de terceiro, caso fortuito e força maior. 
 
 
Somente a I e III estão corretas. 
 Todas estão corretas. 
 
Somente a I e II estão corretas. 
 
Somente a II e III estão corretas. 
 
 
 
6a Questão (Ref.:201409975670) Acerto: 1,0 / 1,0 
2015 - Banca: FAPEC - Órgão: MPE-MS - Prova: Promotor de Justiça Substituto. Tratando-se de 
indenização, é correto afirmar que: 
 
 
A indenização é mensurada pela extensão do dano, inexistindo a possibilidade de sua 
redução pela via da equidade. 
 
O acidente que cause morte de filho menor, caso este não exerça trabalho remunerado, 
não é indenizável. 
 
Não se cumulam as indenizações por dano moral e dano material oriundos do mesmo 
fato. 
 
Não se deduz o valor do seguro obrigatório da indenização judicialmente fixada.| 
 A teoria da causalidade adequada é aplicável na fixação da indenização. 
 
 
 
7a Questão (Ref.:201409896578) Acerto: 1,0 / 1,0 
(Ano: 2015; Banca: FGV; Órgão: DPE-MT; Prova: Advogado). Maria, famosa atriz, foi 
contratada pela sociedade empresária XPTO Bebidas S.A., em junho de 2012, para ser ¿garota- 
propaganda¿ da marca de refrigerante Oba. Pelo contrato, obrigou-se Maria a ceder, de forma 
remunerada e temporariamente, o uso e a exploração de sua imagem para a representação da 
marca Oba. Em janeiro de 2013, Maria depara com um anúncio publicitário em uma revista em 
que é retratada segurando uma cerveja, a Shiva, também fabricada por XPTO Bebidas S.A. 
Sobre os fatos descritos, assinale a afirmativa CORRETA: 
 
 
Não houve descumprimento contratual por parte da Sociedade XPTO Bebidas S.A., pois 
Maria cedeu o uso e a exploração de sua imagem à sociedade empresária em questão. 
 Houve descumprimento contratual por parte de XPTO Bebidas S.A. e Maria sofreu 
violação em seu direito de imagem, sendo legítima a reparação por danos morais e 
patrimoniais. 
 
A XPTO Bebidas S.A. ofendeu a boa-fé objetiva contratual ao violar o direito à 
privacidade de Maria. 
 
Houve descumprimento contratual por parte da XPTO Bebidas S.A. e Maria sofreu 
violação em seu direito de imagem, sendo legítima a reparação por danos morais, 
somente. 
 
A XPTO Bebidas S.A. violou a função social do contrato ao explorar indevidamente 
imagem de pessoa sem a sua autorização. 
 
 
 
8a Questão (Ref.:201409784590) Acerto: 1,0 / 1,0 
Prova: FCC - 2014 - TRT - 24ª REGIÃO (MS) - Juiz do Trabalho Substituto O ator Celso, ao 
atravessar a rua, em local proibido, foi atropelado por um carro, cujo motorista não tinha 
habilitação para dirigir e que trafegava em velocidade incompatível com aquele local. Do 
acidente resultaram cicatrizes que lhe comprometeram a aparência, tendo perdido trabalhos 
durante alguns meses. Neste caso, poderá pleitearindenização por danos materiais, morais e estéticos, cumulativamente, mas o juiz não 
poderá levar em conta a culpa da vítima, porque o motorista não possuía habilitação 
para dirigir. 
 
apenas indenização por danos materiais, porque de acidentes de veículo não se podem 
extrair danos morais, e os estéticos só serão indenizáveis quando, também, se 
reconhecerem danos morais. 
 
somente metade da indenização dos dias em que ficou sem trabalhar e que, 
comprovadamente, não lhe tiverem sido ressarcidos pelo empregador, em razão da 
culpa recíproca. 
 indenização por danos materiais, morais e estéticos cumulativamente, mas o juiz 
deverá, ao fixar a indenização, ter em conta a gravidade de sua culpa em confronto 
com a do autor do dano. 
 
apenas indenização por danos materiais e morais ou, alternativamente, por danos 
materiais e estéticos, mas o juiz deverá, ao fixar a indenização, ter em conta a 
gravidade de sua culpa em confronto com a do autor do dano. 
 
 
 
9a Questão (Ref.:201409984198) Acerto: 0,0 / 1,0 
A responsabilidade civil de um servidor público e a de um empregado de empresa privada 
concessionária de serviço público, ambos atuando no exercício de suas funções, por danos 
causados a um terceiro, é, respectivamente? 
 
 
objetiva e objetiva. 
 subjetiva e subjetiva. 
 
inexistente e inexistente. 
 
objetiva e subjetiva. 
 subjetiva e objetiva. 
 
 
 
10a Questão (Ref.:201409959832) Acerto: 0,0 / 1,0 
Marque a alternativa correta. A teoria do risco integral consiste em: 
 
 
b) no fato de que a responsabilidade daquele que tira proveito ou vantagem do fato 
causador do dano seja obrigado a repará-lo; 
 a) naquela em que qualquer atividade ou ato humano que possa gerar danos aos 
demais, independe do aspecto econômico ou profissional, surgindo à obrigação de 
indenizar. 
 
d) naquela em que a vítima do fato deve provar que o dano indireto resultou de uma 
vantagem ou de um benefício obtido pelo causador do dano. 
 c) no fato de que a atividade de risco tenha sido a ocasião, mera causa mediata ou 
indireta do evento, ainda que este tenha tido por causa direta e imediata fato irresistível 
ou inevitável, como a força maior e o caso fortuito. 
 
 
 
1a Questão (Ref.:201410278587) Acerto: 1,0 / 1,0 
Com relação à responsabilidade é possível se afirmar: 
 
 
será ela sempre decorrente da violação de uma obrigação em razão de termos adotado o 
método alemão; 
 
n.d.a. 
 
a responsabilidade é um antecedente lógico da obrigação; 
 que nem sempre é decorrência de uma violação da obrigação já que é possível se falar 
em responsabilidade sem obrigação pré existente; 
 
obrigação e responsabilidade são expressões sinônimas; 
 
 
 
2a Questão (Ref.:201410307854) Acerto: 1,0 / 1,0 
Juliana, por meio de contrato de compra e venda, adquiriu de Ricardo, profissional liberal, um 
carro seminovo (30.000km) da marca Y pelo preço de R$ 24.000,00. Ficou acertado que 
Ricardo faria a revisão de 30.000km no veículo antes de entregá-lo para Juliana no dia 23 de 
janeiro de 2017. Ricardo, porém, não realizou a revisão e omitiu tal fato de Juliana, pois 
acreditava que não haveria qualquer problema, já que, aparentemente, o carro funcionava 
bem. No dia 23 de fevereiro de 2017, Juliana sofreu acidente em razão de defeito no freio do 
carro, com a perda total do veículo. A perícia demostrou que a causa do acidente foi falha na 
conservação do bem, tendo em vista que as pastilhas do freio não tinham sido trocadas na 
revisão de 30.000km, o que era essencial para a manutenção do carro. Considerando os fatos, 
assinale a afirmativa correta. 
 
 
Ricardo deverá ressarcir o valor da revisão de 30.000km do carro, tendo em vista que 
ela não foi realizada conforme previsto no contrato. 
 
Ricardo não tem nenhuma responsabilidade pelo dano sofrido por Juliana (perda total 
do carro), tendo em vista que o carro estava aparentemente funcionando bem no 
momento da tradição. 
 Ricardo é responsável por todo o dano sofrido por Juliana, com a perda total do carro, 
tendo em vista que o perecimento do bem foi devido a vício oculto já existente ao 
tempo da tradição. 
 
Ricardo deverá ressarcir o valor das pastilhas de freio, nada tendo a ver com o acidente 
sofrido por Juliana. 
 
Ricardo não responde por qualquer dano. 
 
 
 
3a Questão (Ref.:201409890543) Acerto: 1,0 / 1,0 
XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO Devido à indicação de luz vermelha do sinal de trânsito, 
Ricardo parou seu veículo pouco antes da faixa de pedestres. Sandro, que vinha logo atrás de 
Ricardo, também parou, guardando razoável distância entre eles. Entretanto, Tatiana, que 
trafegava na mesma faixa de rolamento, mais atrás, distraiu-se ao redigir mensagem no celular 
enquanto conduzia seu veículo, vindo a colidir com o veículo de Sandro, o qual, em seguida, 
atingiu o carro de Ricardo. Diante disso, à luz das normas que disciplinam a responsabilidade 
civil, assinale a afirmativa correta. 
 
 
Caberá a Tatiana indenizar os prejuízos causados ao veículo de Sandro, e este deverá 
indenizar os prejuízos causados ao veículo de Ricardo 
 
Cada um arcará com seu próprio prejuízo, visto que a responsabilidade pelos danos 
causados deve ser repartida entre todos os envolvidos. 
 
Tatiana e Sandro têm o dever de indenizar Ricardo, na medida de sua culpa 
 Caberá a Tatiana indenizar os prejuízos causados aos veículos de Sandro e Ricardo 
 
 
 
4a Questão (Ref.:201410194788) Acerto: 1,0 / 1,0 
(DPE/SP 2012) - Em tema de Responsabilidade Civil, considere asserções abaixo. I. Atos lícitos 
não podem engendrar responsabilidade civil contratual nem aquiliana. II. A prática de bullying 
entre crianças e adolescentes, em ambiente escolar, pode ocasionar a responsabilização de 
estabelecimento de ensino, quando caracterizada a omissão no cumprimento no dever de 
vigilância. III. Nos termos de reiteradas decisões do Superior Tribunal de Justiça, a cláusula de 
incolumidade, inerente ao contrato de transporte, não pode ser invocada nos casos de fortuito 
interno. IV. A responsabilidade do dono ou detentor de animal pelos danos por este causado é 
objetiva. V. O consentimento informado constitui excludente de responsabilidade dos 
profissionais liberais em caso de erro médico. Dentre as asserções acima APENAS estão 
corretas. 
 
 
I e III. 
 II e IV. 
 
III e V. 
 
I e IV. 
 
II e V. 
 
 
 
5a Questão (Ref.:201409981706) Acerto: 0,0 / 1,0 
(CESPE - 2008 - OAB - Exame da Ordem) No que concerne ao ato ilícito e à responsabilidade 
civil, assinale a opção CORRETA: 
 
 
não será obrigado a indenizar, se o empregado for absolvido pelo mesmo ato, em 
processo criminal, por insuficiência de prova. 
 
Quando inúmeras e sucessivas causas contribuem para a produção do evento danoso, 
todas essas causas são consideradas como adequadas a produzir o acidente e a gerar a 
responsabilidade solidária para aqueles que o provocaram. Nessa situação, cabe à vítima 
escolher a quem imputar o dever de reparar. 
 Os atos praticados em legítima defesa, no exercício regular de um direito ou em estado 
de necessidade, que provoquem danos morais ou materiais a outrem, embora sejam 
considerados como atos ilícitos, exoneram o causador do dano da responsabilidade pela 
reparação do prejuízo causado. 
 A responsabilidade por ato de terceiro é objetiva e permite estender a obrigação de 
reparar o dano a pessoa diversa daquela que praticou a conduta danosa, desde que 
exista uma relação jurídica entre o causador do dano e o responsável pela indenização. 
 
A concorrência de culpas do agente causador do dano e da vítima por acidente de 
trânsito, por exemplo, no caso de colisão de veículos, acarreta a compensaçãodos 
danos, devendo cada parte suportar os prejuízos sofridos. 
 
 
 
6a Questão (Ref.:201409274866) Acerto: 1,0 / 1,0 
Ação indenizatória por danos materiais e morais movida por Antonio em face de José, fundada 
no seguinte fato: o veículo do réu (José) colidiu com a porta do veículo do autor (Antonio) no 
momento em que este desembarcava do mesmo, decepando-lhe três dedos da mão esquerda. 
Em contestação, o réu alega e prova que o autor, além de estar parado em fila dupla, abriu a 
porta do veículo inadvertidamente no momento em que passava o veículo do réu. Dando os 
fatos como provados, assinale a afirmativa correta, justificadamente: 
 
 O réu (José) não terá que indenizar porque houve culpa exclusiva da vítima. 
 
O réu terá que indenizar porque o caso é de responsabilidade objetiva, pelo que 
irrelevante a ocorrência de culpa. 
 
A indenização deverá ser reduzida porque houve na espécie culpa concorrente (art. 
945 do C.Civil). 
 
O réu terá que indenizar porque violou o dever de cuidado ¿ era previsível que alguém 
poderia saltar de um veículo parado em fila dupla. 
 
 
 
7a Questão (Ref.:201410086389) Acerto: 1,0 / 1,0 
Analise o caso e, em seguida, marque a alternativa CORRETA. 
O Jornal ZY divulgou em sua página da internet a notícia de que Erínia, por vingança, havia 
matado sua enteada de três anos. Entretanto, a foto divulgada, por erro da edição do jornal, 
não era da criminosa, mas de Angélica, professora do ensino infantil. 
No plano Civil, o caso narrado revela a ocorrência de: 
 
 
ato abusivo, pois sem a autorização de Erínia a edição não tinha poderes para veicular 
a notícia. 
 ato ilícito, que causou danos a Angélica em razão da conduta culposa dos editores do 
jornal. 
 
ato ilícito, embora não haja causação de danos a Angélica, pois a notícia referia-se a 
Ermínia. 
 
ato abusivo, pois diante do equívoco cometido, a conduta desviou-se do seu propósito 
informativo. 
 
erro escusável quanto à identidade de Angélica, que não foi percebido pela edição do 
jornal. 
 
 
 
8a Questão (Ref.:201410027713) Acerto: 1,0 / 1,0 
Sobre o dano moral, é correto afirmar: 
 
 
Pessoa jurídica é detentora de honra subjetiva. 
 
Não é possível cumular indenizaçãopor dano material com indenização por dano moral, 
decorrentes de um mesmo evento. 
 
Pessoa jurídica não sofre dano moral. 
 
Lucros cessantes são uma espécie de dano moral. 
 Pessoa jurídica é detentora de honra objetiva. 
 
 
 
9a Questão (Ref.:201410307865) Acerto: 1,0 / 1,0 
Pedro, engenheiro elétrico, mora na cidade do Rio de Janeiro e trabalha na Concessionária 
Iluminação S.A.. Ele é viúvo e pai de Bruno, de sete anos de idade, que estuda no colégio 
particular Amarelinho. Há três meses, Pedro celebrou contrato de financiamento para aquisição 
de um veículo importado, o que comprometeu bastante seu orçamento e, a partir de então, 
deixou de arcar com o pagamento das mensalidades escolares de Bruno. Por razões de 
trabalho, Pedro será transferido para uma cidade serrana, no interior do Estado e solicitou ao 
estabelecimento de ensino o histórico escolar de seu filho, a fim de transferi-lo para outra 
escola. Contudo, teve seu pedido negado pelo Colégio Amarelinho, sendo a negativa justificada 
pelo colégio como consequência da sua inadimplência com o pagamento das mensalidades 
escolares. Para surpresa de Pedro, na mesma semana da negativa, é informado pela diretora do 
Colégio Amarelinho que seu filho não mais participaria das atividades recreativas diuturnas do 
colégio, enquanto Pedro não quitar o débito das mensalidades vencidas e não pagas. Com base 
no caso narrado, assinale a afirmativa correta. 
 
 
Quem responde pelos danos no caso é o Estado. 
 
Para existir obrigação de indenizar do Colégio Amarelinho, com fundamento no abuso de 
direito, é imprescindível a presença de dolo ou culpa, requisito necessário para 
caracterizar o comportamento abusivo e o ilícito indenizável. 
 
O Colégio Amarelinho atua no exercício regular do seu direito de cobrança e, portanto, 
não age com abuso de direito ao reter o histórico escolar de Bruno, haja vista a 
comprovada e imotivada inadimplência de Pedro. 
 
As condutas adotadas pelo Colégio Amarelinho configuram abuso de direito, pois são 
eticamente reprováveis, mas não configuram atos ilícitos indenizáveis. 
 Tanto a retenção do histórico escolar de Bruno, quanto a negativa de participação do 
aluno nas atividades recreativas do colégio, configuram atos ilícitos objetivos e abusivos, 
independente da necessidade de provar a intenção dolosa ou culposa na conduta 
adotada pela diretora do Colégio Amarelinho. 
 
 
 
10a Questão (Ref.:201409984165) Acerto: 0,0 / 1,0 
A teoria que responsabiliza o estado pelos danos que seus agentes causarem a terceiros sem 
admitir qualquer excludente de responsabilidade em defesa do estado denomina-se teoria? 
 
 do risco integral. 
 
subjetiva. 
 
da irresponsabilidade. 
 
da falta do serviço. 
 objetiva. 
 
 
 
1a Questão (Ref.:201410307854) Acerto: 1,0 / 1,0 
Juliana, por meio de contrato de compra e venda, adquiriu de Ricardo, profissional liberal, um 
carro seminovo (30.000km) da marca Y pelo preço de R$ 24.000,00. Ficou acertado que 
Ricardo faria a revisão de 30.000km no veículo antes de entregá-lo para Juliana no dia 23 de 
janeiro de 2017. Ricardo, porém, não realizou a revisão e omitiu tal fato de Juliana, pois 
acreditava que não haveria qualquer problema, já que, aparentemente, o carro funcionava 
bem. No dia 23 de fevereiro de 2017, Juliana sofreu acidente em razão de defeito no freio do 
carro, com a perda total do veículo. A perícia demostrou que a causa do acidente foi falha na 
conservação do bem, tendo em vista que as pastilhas do freio não tinham sido trocadas na 
revisão de 30.000km, o que era essencial para a manutenção do carro. Considerando os fatos, 
assinale a afirmativa correta. 
 
 
Ricardo deverá ressarcir o valor das pastilhas de freio, nada tendo a ver com o acidente 
sofrido por Juliana. 
 
Ricardo não responde por qualquer dano. 
 
Ricardo não tem nenhuma responsabilidade pelo dano sofrido por Juliana (perda total 
do carro), tendo em vista que o carro estava aparentemente funcionando bem no 
momento da tradição. 
 Ricardo é responsável por todo o dano sofrido por Juliana, com a perda total do carro, 
tendo em vista que o perecimento do bem foi devido a vício oculto já existente ao 
tempo da tradição. 
 
Ricardo deverá ressarcir o valor da revisão de 30.000km do carro, tendo em vista que 
ela não foi realizada conforme previsto no contrato. 
 
 
 
2a Questão (Ref.:201411702035) Acerto: 1,0 / 1,0 
(CESPE - 2012 - MPE-PI - Promotor de Justiça/ADAPTADA) - Assinale a opção correta no que diz 
respeito à responsabilidade civil. 
 
 
Como os direitos da personalidade são inerentes à pessoa humana, não é juridicamente 
possível a pretensão de dano moral em relação à pessoa jurídica. 
 
De acordo com a teoria perte d¿une chance, o agente que frustrar expectativas fluidas e 
hipotéticas deverá responder por danos emergentes. 
 A correção monetária do valor da indenização do dano moral incide desde a data do 
arbitramento. 
 
No ordenamento jurídico brasileiro, para que haja responsabilidade civil, é preciso que 
haja conduta ilícita. 
 
A indenização pela publicação não autorizada, com fins econômicos ou comerciais, de 
imagem de pessoa dependerá de prova do prejuízo causado à pessoa. 
 
 
 
3a Questão (Ref.:201409955930) Acerto: 1,0 / 1,0 
Joana deu seu carro a Lúcia, em comodato, pelo prazo de 5 dias, findo o qual Lúcia não 
devolveu o veículo. Dois dias depois, forte tempestade danificou a lanterna e o parachoque 
dianteirodo carro de Joana. Inconformada com o ocorrido Joana exigiu que Lúcia a indenizasse 
pelos danos causados ao veículo. 
 
 
Não há de se falar em responsabilidade civil no caso em tela. 
 
Lúcia não responde pelos danos causados ao veículo, pois foram decorrentes de força 
maior. 
 Lúcia deve indenizar Joana pelos danos causados ao veículo, salvo se provar que os 
mesmos ocorreriam ainda que tivesse adimplido sua prestação no termo ajustado. 
 
Lúcia não está em mora, pois Joana não a interpelou, judicial ou extrajudicialmente. 
 
Lúcia incorreu em inadimplemento absoluto, pois não cumpriu sua prestação no termo 
ajustado, o que inutilizou a prestação para Joana. 
 
 
 
4a Questão (Ref.:201410301634) Acerto: 1,0 / 1,0 
(TJ/PE 2013 - FCC) - O abuso de direito acarreta: 
 
 indenização a favor daquele que sofrer prejuízo em razão dele. 
 
consequências jurídicas apenas se decorrente de coação, ou de negócio fraudulento ou 
simulado. 
 
indenização apenas em hipóteses previstas expressamente em lei. 
 
somente a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pelo juiz. 
 
apenas a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pela parte prejudicada, 
independentemente de decisão judicial. 
 
 
 
5a Questão (Ref.:201409981706) Acerto: 1,0 / 1,0 
(CESPE - 2008 - OAB - Exame da Ordem) No que concerne ao ato ilícito e à responsabilidade 
civil, assinale a opção CORRETA: 
 
 
Quando inúmeras e sucessivas causas contribuem para a produção do evento danoso, 
todas essas causas são consideradas como adequadas a produzir o acidente e a gerar a 
responsabilidade solidária para aqueles que o provocaram. Nessa situação, cabe à vítima 
escolher a quem imputar o dever de reparar. 
 
não será obrigado a indenizar, se o empregado for absolvido pelo mesmo ato, em 
processo criminal, por insuficiência de prova. 
 A responsabilidade por ato de terceiro é objetiva e permite estender a obrigação de 
reparar o dano a pessoa diversa daquela que praticou a conduta danosa, desde que 
exista uma relação jurídica entre o causador do dano e o responsável pela indenização. 
 
A concorrência de culpas do agente causador do dano e da vítima por acidente de 
trânsito, por exemplo, no caso de colisão de veículos, acarreta a compensação dos 
danos, devendo cada parte suportar os prejuízos sofridos. 
 
Os atos praticados em legítima defesa, no exercício regular de um direito ou em estado 
de necessidade, que provoquem danos morais ou materiais a outrem, embora sejam 
considerados como atos ilícitos, exoneram o causador do dano da responsabilidade pela 
reparação do prejuízo causado. 
 
 
 
6a Questão (Ref.:201409758445) Acerto: 1,0 / 1,0 
O Direito Civil aceita determinadas causas de exclusão de responsabilidade. Indique, dentre as 
alternativas abaixo, aquela que NÃO exerce essa função. 
 
 
Exercício regular de direito 
 Culpa concorrente da vítima 
 
Culpa exclusiva da vítima 
 
Caso fortuito ou força maior 
 
Culpa ou fato de terceiro 
 
 
 
7a Questão (Ref.:201410027713) Acerto: 1,0 / 1,0 
Sobre o dano moral, é correto afirmar: 
 
 Pessoa jurídica é detentora de honra objetiva. 
 
Não é possível cumular indenizaçãopor dano material com indenização por dano moral, 
decorrentes de um mesmo evento. 
 
Pessoa jurídica é detentora de honra subjetiva. 
 
Pessoa jurídica não sofre dano moral. 
 
Lucros cessantes são uma espécie de dano moral. 
 
 
 
8a Questão (Ref.:201409271219) Acerto: 1,0 / 1,0 
(PGE/SC 2009) Assinale a alternativa incorreta. 
 
 De acordo com o Novo Código Civil, o grau de culpa do agente nunca poderá influenciar 
na quantificação do prejuízo. 
 
A teoria do dano direto e imediato é aplicável ao sistema de responsabilidade civil 
brasileiro. 
 
De acordo com o Novo Código Civil, a responsabilidade civil dos pais pelos atos dos filhos 
é regulada pela teoria da responsabilidade objetiva. 
 
A indenização mede-se pela extensão do dano. 
 
O fato exclusivo da vítima e o caso fortuito e de força maior são excludentes da 
causalidade. 
 
 
 
9a Questão (Ref.:201410242292) Acerto: 1,0 / 1,0 
Sobre a responsabilidade civil extracontratual, é correto afirmar que: 
 
 
o ato ilícito que dá ensejo à responsabilização civil não pode decorrer de omissão do 
agente. 
 
a responsabilidade objetiva, para ser configurada, requera culpa do agente. 
 
o direito de exigir reparação civil não se transmite com a herança. 
 
o dano experimentado pela vítima não pode ser de natureza moral. 
 depende da verificação dos seguintes elementos: ação ou omissão do agente, dano e 
nexo de causalidade. 
 
 
 
10a Questão (Ref.:201410241846) Acerto: 1,0 / 1,0 
Um oficial do corpo de bombeiros arrombou a porta de determinada residência para ingressar 
no imóvel vizinho e salvar uma criança que corria grave perigo em razão de um incêndio. A 
respeito dessa situação hipotética e conforme a doutrina dominante e o Código Civil, assinale a 
opção correta. 
 
 Não se aplica ao referido oficial a regra do Código Civil segundo a qual o agente que 
atua para remover perigo iminente pode ser chamado a indenizar terceiro inocente. 
 
Conforme disposição do Código Civil, o oficial teria o dever de indenizar o dono do 
imóvel no valor integral dos prejuízos existentes, tendo direito de regresso contra o 
responsável pelo incêndio. 
 
Não se pode falar em responsabilidade civil nesse caso, pois, na hipótese de estado de 
necessidade, o agente causador do dano nunca terá o dever de indenizar. 
 
O ato praticado pelo oficial é ilícito porque causou prejuízo ao dono do imóvel, 
inexistindo, entretanto, o dever de indenizar, dada a ausência de nexo causal. 
 
O oficial tem o dever de indenizar o proprietário do imóvel danificado, devendo o valor 
da indenização ser mitigado em razão da presença de culpa concorrente. 
 
 
1a Questão (Ref.:201703602973) Acerto: 1,0 / 1,0 
Quanto à Responsabilidade Civil entre os cônjuges, segundo a jurisprudência atual: 
 
 
na verdade, todas as alternativas estão incorretas; 
 
é possível reconhecê-la nos casos de dever de assistência, tão somente; 
 é possível reconhecê-la nos casos de dever de assistência e nos casos de indenização por 
danos materiais ou morais eventualmente sofridos; 
 
só poderá ser reconhecida se houver pacto antenupcial; 
 
é possível reconhecê-la nos casos de danos materiais ou morais, tão somente; 
 
 
 
2a Questão (Ref.:201703346832) Acerto: 1,0 / 1,0 
São elementos da responsabilidade civil subjetiva, EXCETO: 
 
 
Nexo de Causalidade 
 Dano moral. 
 
Dano 
 
Conduta comissiva ou omissiva. 
 
Dolo ou culpa em sentido estrito. 
 
 
 
3a Questão (Ref.:201703516996) Acerto: 1,0 / 1,0 
(TRT /1ª REGIÃO/ 2013) - O motorista de um automóvel de passeio trafegava na contra-mão 
de direção de uma avenida quando colidiu com uma ambulância estadual que transitava na mão 
regular da via, em alta velocidade porque acionada a atender uma ocorrência. A 
responsabilidade civil do acidente deve ser imputada: 
 
 
ao Estado, uma vez que um veículo estadual (ambulância) estava envolvido no 
acidente, o que enseja a responsabilidade objetiva 
 
ao Estado, sob a modalidade subjetiva, devendo ser comprovada a culpa do motorista 
da ambulância. 
 
ao civil que conduzia o veículo, que responde sob a modalidade objetiva no que 
concerne aos danos apurados na viatura estadual 
 
tanto ao civil quanto ao Estado, sob a responsabilidade subjetiva, em razão de culpa 
concorrente. 
 ao civil que conduzia o veículo e invadiu a contramão, dando causa ao acidente, não 
havendo nexo de causalidadepara ensejar a responsabilidade do Estado. 
 
 
 
4a Questão (Ref.:201703336413) Acerto: 1,0 / 1,0 
Fabíola, na tentativa de evitar um atropelamento realiza uma manobra arriscada e atinge um 
muro de uma casa causando graves prejuízos. Quanto a situação acima é correto afirmar: 
 
 
Nenhuma das alternativas. 
 
Praticou um ato ilícito e deverá reparar o dano; 
 Responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em estado de necessidade; 
 
Não responderá pela reparação do dano, pois agiu em estado de necessidade; 
 
Responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em legítima defesa; 
 
 
 
5a Questão (Ref.:201703306081) Acerto: 1,0 / 1,0 
(CESPE - 2008 - OAB - Exame da Ordem) No que concerne ao ato ilícito e à responsabilidade 
civil, assinale a opção CORRETA: 
 
 
Os atos praticados em legítima defesa, no exercício regular de um direito ou em estado 
de necessidade, que provoquem danos morais ou materiais a outrem, embora sejam 
considerados como atos ilícitos, exoneram o causador do dano da responsabilidade pela 
reparação do prejuízo causado. 
 
não será obrigado a indenizar, se o empregado for absolvido pelo mesmo ato, em 
processo criminal, por insuficiência de prova. 
 A responsabilidade por ato de terceiro é objetiva e permite estender a obrigação de 
reparar o dano a pessoa diversa daquela que praticou a conduta danosa, desde que 
exista uma relação jurídica entre o causador do dano e o responsável pela indenização. 
 
A concorrência de culpas do agente causador do dano e da vítima por acidente de 
trânsito, por exemplo, no caso de colisão de veículos, acarreta a compensação dos 
danos, devendo cada parte suportar os prejuízos sofridos. 
 
Quando inúmeras e sucessivas causas contribuem para a produção do evento danoso, 
todas essas causas são consideradas como adequadas a produzir o acidente e a gerar a 
responsabilidade solidária para aqueles que o provocaram. Nessa situação, cabe à vítima 
escolher a quem imputar o dever de reparar. 
 
 
 
6a Questão (Ref.:201703517005) Acerto: 1,0 / 1,0 
(OAB/ VII Exame Unificado/2012/adaptada) - Em relação à responsabilidade civil, assinale a 
alternativa correta. 
 
 
A responsabilidade civil objetiva indireta é aquela decorrente de ato praticado por 
animais. 
 
Na ação de indenização por dano moral, a condenação em montante inferior ao 
postulado na inicial implica em sucumbência recíproca 
 
No que tange ao pagamento da indenização, o ordenamento jurídico brasileiro veda 
expressamente a cumulação de pedidos. 
 O Código Civil prevê expressamente como excludente do dever de indenizar os 
danos causados por animais, a culpa exclusiva da vítima e a força maior 
 
Empresa locadora de veículos responde, civil e subsidiariamente, com o locatário, pelos 
danos por este causados a terceiro, no uso do carro alugado 
 
 
 
7a Questão (Ref.:201703318014) Acerto: 1,0 / 1,0 
A indenização por ato ilícito: 
 
 
só será devida quando ficar configurado dano material. 
 
não será devida, se ficar configurado apenas abuso de direito. 
 
Em todas as possibilidades de responsabilização, só será devida na hipótese de se apurar 
dolo ou culpa grave do agente. 
 
Súmula do Superior Tribunal de Justiça adota entendimento de que não é possível a 
cumulação das indenizações de dano estético e dano moral 
 será devida, ainda que o dano seja exclusivamente moral. 
 
 
 
8a Questão (Ref.:201703306202) Acerto: 1,0 / 1,0 
(Ano: 2015, Banca: CETAP, Órgão: MPCM, Prova: Analista - Direito) Um navio da empresa X 
deixou vazar substancia química em águas onde a pesca era regularmente autorizada. Em 
decorrência da poluição das águas provocadas pelo vazamento, a pesca na região foi proibida 
pelos órgãos municipais e ambientais por um mês. Por conta disso, João, pescador profissional, 
ficou privado de exercer suas atividades nesse período. Neste caso, de acordo com a 
jurisprudência consolidada do STJ, João tem direito a ser indenizado pela empresa X: 
 
 pelos danos materiais e morais. O termo inicial dos juros moratórios e a data 
do evento danoso. 
 
pelos danos materiais e morais. O termo inicial dos juros moratórios e a data da 
citação da empresa. 
 
apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros 
moratórios e a data da citação da empresa. 
 
apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros 
moratórios e a data do evento danoso. 
 
apenas pelos danos emergentes. O termo inicial dos juros moratórios e a data da 
citação da empresa. 
 
 
 
9a Questão (Ref.:201703499201) Acerto: 1,0 / 1,0 
(XV Exame Unificado/16/11/14 - adaptada) - Devido à indicação de luz vermelha do sinal de 
trânsito, Ricardo parou seu veículo pouco antes da faixa de pedestres. Sandro, que vinha logo 
atrás de Ricardo, também parou, guardando razoável distância entre eles. Entretanto, Tatiana, 
que trafegava na mesma faixa de rolamento, mais atrás, distraiu-se ao redigir mensagem no 
celular enquanto conduzia seu veículo, vindo a colidir com o veículo de Sandro, o qual, em 
seguida, atingiu o carro de Ricardo. Diante disso, à luz das normas que disciplinam a 
responsabilidade civil, assinale a afirmativa correta. 
 
 
Caberá a Tatiana indenizar os prejuízos causados ao veículo de Sandro, e este deverá 
indenizar os prejuízos causados ao veículo de Ricardo 
 
Caberá apenas a Tatiana indenizar Ricardo e Sandro pelos prejuízos causados. 
 
Tatiana e Sandro têm o dever de indenizar Ricardo, na medida de sua culpa. 
 
Cada um arcará com seu próprio prejuízo, visto que a responsabilidade pelos danos 
causados deve ser repartida entre todos os envolvidos 
 Caberá a Tatiana indenizar os prejuízos causados aos veículos de Sandro e 
Ricardo. 
 
 
 
10a Questão (Ref.:201703603016) Acerto: 0,0 / 1,0 
A Responsabilidade do Estado é objetiva, mas pode ser excluída, nos casos de: 
 
 força maior, culpa exclusiva da vítima e ato de terceiro; 
 
somente por força maior a ato de terceiro; 
 
força maior, caso fortuito e culpa exclusiva da vítima. 
 
força maior, caso fortuito e ato de terceiro; 
 força maior, caso fortuito, culpa exclusiva da vítima e ato de terceiro; 
 
 
 
 
 
 
(Juiz do Trabalho Substituto TRT 8ª Região 2015 - TRT 8ª REGIÃO) Sobre a responsabilidade 
civil no Código Civil Brasileiro, é CORRETO afirmar que: 
 
 
Em caso de usurpação ou esbulho do alheio, quando não mais exista a própria coisa, a 
indenização será estimada pelo seu preço ordinário, não sendo considerado o preço de 
afeição. 
 
O prejudicado não poderá exigir que a indenização seja arbitrada e paga de uma só vez, 
salvo se demonstrado o estado de solvência do devedor. 
 Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou 
profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas 
do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão 
correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, ou da depreciação que 
ele sofreu. 
 
Haverá obrigação de reparar o dano, através da averiguação de culpa, nos casos 
especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do 
dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem. 
 
O incapaz não responde pelos prejuízos que causar tendo em vista a responsabilidade 
dos pais ou responsáveis. 
 
 
9a Questão (Ref.:201703308529) Acerto: 1,0 / 1,0 
Assinale, entre as entidades abaixo, aquela que não se submete á responsabilidade objetiva 
pelos danos que seus agentes (art. 37 § 6º CRFB), nessa qualidade, causem a terceiros. 
 
 
FUNASA ¿ Fundação Nacional de SaúdeREDE GLOBO DE TELEVISÂO 
 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL 
 
TELEMAR/OI 
 
ANATEL ¿ Agência Nacional de Telecomunicação 
 
 
10a Questão (Ref.:201703306114) Acerto: 0,0 / 1,0 
(TRT 4ª 2012 - FCC - Juiz do Trabalho Substituto) Ao arbitrar indenização decorrente de 
responsabilidade civil é CORRETO afirmar: 
 
 se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, o juiz poderá reduzir o 
valor da indenização. 
 
no caso de homicídio, a indenização consiste, sem excluir outras reparações, na 
prestação de alimentos às pessoas a quem o morto os devia, a serem pagos até a morte 
dos alimentados. 
 se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer seu ofício ou 
profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas 
do tratamento e lucros cessantes, incluirá pensão correspondente à importância do 
trabalho para que se inabilitou, a qual deverá, necessariamente, ser paga mensal e 
periodicamente. 
 
o grau de culpa jamais interfere no valor da indenização. 
 
no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas 
do tratamento e dos lucros cessantes, até ao fim da convalescença, excluídos os demais 
prejuízos que tenha sofrido. 
 
 
6a Questão (Ref.:201703112266) Acerto: 0,0 / 1,0 
Ricardo, buscando evitar um atropelamento, realiza uma manobra e atinge o muro de uma csa, 
causando grave prejuízo. Em relação a situação acima, é correto afirmar que Ricardo: 
 
 Responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em legítima defesa 
 
Pratico um ato ilícito e deverá reparar o dano 
 
Não responderá pela reparação do dano, pois agiu em estado de necessidade 
 Responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em estado de 
necessidade. 
 
 
2a Questão (Ref.:201703140102) Acerto: 0,0 / 1,0 
A Lei n. 10.406 de 2002 (Código Civil), reconheceu formalmente a reparabilidade dos danos 
morais, embora a questão já estivesse pacificada pela Constituição Federal de 1988, fazendo-se 
a atualização legislativa obrigatória, marque a alternativa cujo texto retrata fiel e claramente 
esse reconhecimento no Código Civil de 2002. 
 
 Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e 
causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. 
 
Nenhuma das alternativas. 
 
São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, 
assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua 
violação. 
 
As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços 
públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a 
terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou 
culpa. 
 É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por 
dano material, moral ou à imagem.

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