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LESÃO DO PLEXO BRAQUIAL dISCIPLINA: fisioterapia em pediatria Discentes: Adriéle Azevedo Rodrigues João Cesar Machado Veronica Souza de Almeida Curso: Bacharelado em Fisioterapia Turma: 8º semestre, Matutino Disciplina: Pediatria Docente: Carla Lorena LESÕES DO PLEXO BRAQUIAL ARTICULAÇÃO DO OMBRO PLEXO BRAQUIAL É formado pelas raízes ventrais dos nervos espinhais de C5 a T1 Tronco superior C5-C6 Tronco médio C7 Tronco inferior C8-T1 Dos troncos surgem os fascículos e destes emergem os nervos (GRAY,GROSS,2005) Fonte: emazi.com É responsável pela movimentação e sensibilidade das mãos, braços e dedos (COELHO ET AL ,2014) FATORES DE RISCO Fonte: fisio.blogspot.com.br (COELHO ET AL ,2014) FISIOPATOLOGIA Fonte: estened.com Compromete as fibras nervosas que compõem o plexo na região cervical, de cintura escapular e ombro, abrangendo as raízes de C5 a T1. Adoção de uma postura típica; Crescimento alterado do membro afetado. (COELHO ET AL ,2014) PREVALÊNCIA 0,13 a 5,1 por 1000 nascidos vivos Ambos os sexos MSD – 50% MSE – 43% Bilateral - 8,23% Com indicação cirúrgica 5 a 25% (COELHO ET AL ,2014) CLASSIFICAÇÃO DAS LESÕES DA PARALISIA OBSTÉTRICA São classificadas de acordo com a altura e o tipo da lesão: Paralisia de Erb-Ducheme: Acomete C5-C6, é chamada de lesão superior, os músculos inervados por essas raízes( grande parte do braço) se torna flácida. (Pressão palmar integra); (COELHO ET AL ,2014) Fonte: Pinterest.pt CLASSIFICAÇÃO DAS LESÕES DA PARALISIA OBSTÉTRICA Paralisia de Klumpker: São afetados(C7, C8 e T1). Nessa paralisia a motricidade do braço e antebraço permanecem íntegras. A parte acometida são os flexores de dedos e punho e há déficit sensitivo; Fonte: Pinterest.pt CLASSIFICAÇÃO DAS LESÕES DA PARALISIA OBSTÉTRICA Paralisia de Erb-Klumpke: A mais rara, onde há paralisia de todo o Plexo Braquial. O Braço fica completamente flácido. Fonte: Pinterest.pt LESÃO DO PLEXO BRAQUIAL TRAUMÁTICA Estão entre as causas: Trauma por arma branca, hérnia de disco cervical e luxações do ombro; Atingem 90% dos jovens do sexo masculino em acidentes automotores. No Brasil a incidência é de 1,75 casos por 100.000 habitantes. (COELHO ET AL ,2014) SEQUELAS E PADRÕES ADOTADOS EM CONSEQUÊNCIA DAS LESÕES DO PLEXO BRAQUIAL Escapula alada: Deformidade que afeta o nervo escapular dorsal trácigeo; No ombro é comum deformidades na articulação glenoumeral, ativando sua força muscular; Pode ocorrer uma hiperabdução do braço; Fraqueza muscular principalmente na flexão de cotovelo e retração biceptais; Comprometimento da extensão do punho e dedos e sensibilidade. (COELHO ET AL ,2014) OBJETIVO DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO A fisioterapia tem como objetivo manter a amplitude de movimento articular, retardar a atrofia muscular por desuso, reeducar os grupamentos musculares e dar melhores condições para a capacidade funcional. (COELHO ET AL ,2014) TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO Imobilização tipo enfaixamento; Movimentos passivos e suaves; Mobilização passiva; Estimulação sensorial; Alongamento; Orientação familiar; Cirurgia. (COELHO ET AL ,2014) CONCLUSÃO O tratamento fisioterápico tem demostrado resultado benéficos e positivos estando não associados a procedimentos cirúrgicos. A abordagem fisioterapêutica do paciente com lesão do plexo braquial tem como objetivos a recuperação funcional e a redução de possíveis complicações, visando maior independência e melhor qualidade de vida. REFERENCIA Coelho, Bruno Reszel, et al. "Lesões do plexo braquial: a utilização da fisioterapia no tratamento." Ensaios e Ciência: C. Biológicas, Agrárias e da Saúde 16.6 (2015).3 DRAKE, Richard L.; MITCHELL, Adam WM; VOGL, Wayne. Gray ́s anatomia para estudantes. Elsevier Brasil, 2005.