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FILO 
BASIDIOMYCOTA 
FILO BASIDIOMYCOTA 
INFORMAÇÕES GERAIS 
● 22.300 espécies 
● Cogumelos comestíveis, cogumelos venenosos, 
orelhas-de-pau, gasteromicetos, ferrugens e carvões 
● Sapróbios, parasitas, micorrízicos 
● Frequentemente constituindo 2/3 da biomassa viva 
(não incluindo os animais) do solo 
FILO BASIDIOMYCOTA 
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA 
● Alimentação: cultivo comercial de espécies 
comestíveis como Agaricus bisporus (champignon), 
Lentinula edodes (shiitake) → 86% da produção mundial 
de cogumelos 
 
● Grupos que causam doenças em plantas 
(fitopatogênicos): vassoura de bruxa, ferrugens 
(Teliomycetes) e carvões (Ustomycetes) 
FILO BASIDIOMYCOTA 
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA 
Crinnipelis perniciosa: 
 
cogumelo da Classe Basidiomycetes 
causador da doença conhecida como 
“vassoura de bruxa” em plantas de cacau 
FILO BASIDIOMYCOTA 
IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA 
● Ciclagem de nutrientes 
 
→ Preocupação com as consequências da extração 
desenfreada, particularmente na Europa e Estados Unidos 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA 
- Talo multicelular; poucas espécies ocorrem como leveduras 
- Hifas septadas - Micélio celular 
septos perfurados (poro) 
Funcionalmente como um cenócito, permitindo a 
passagem de núcleos e organelas. 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA 
- Talo multicelular 
Micélio 
Hifas 
Estruturas 
reprodutivas 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA 
O micélio da maioria dos Basidiomycota passa por três 
estágios de desenvolvimento ao longo de seu ciclo de vida: 
→ MICÉLIO PRIMÁRIO: 
apresenta células uninucleadas; nunca produz basídios nem 
esporos; multiplicação por conídios 
→ MICÉLIO SECUNDÁRIO (dicariótico): 
desenvolve-se quando dois micélios homocarióticos compatíveis 
se encontram, formando células binucleadas mantidas graças à 
formação de FÍBULAS (também chamadas de ansas) 
→ MICÉLIO TERCIÁRIO: 
micélio dicariótico que forma os basidiocarpos 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA 
FÍBULAS 
(“clamp connections”): 
característica marcante do Filo Basidiomycota; 
permitem a manutenção do estágio dicariótico 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
BASIDIOMA OU 
BASIDIOCARPO 
estrutura que sustenta os 
esporângios (basídios) 
BASÍDIO 
BASIDIÓSPOROS 
tipo especial de esporângio 
esporos produzidos nos 
basídios 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
Exemplos de 
BASIDIOCARPOS 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
Classificação dos fungos quanto ao 
BASIDIOCARPO: 
 
● GIMNOCÁRPICOS 
● HEMIANGIOCÁRPICOS 
● ANGIOCÁRPICOS 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
● Fungos GIMNOCÁRPICOS: apresentam basidiocarpos 
em que o himênio encontra-se exposto desde o início de 
seu desenvolvimento. 
● Exemplo: orelhas-de-pau (Ordem Aphyllophorales) 
Himênio (superfície inferior 
do píleo) 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
● Fungos HEMIANGIOCÁRPICOS: apresentam 
basidiocarpos em que o himênio encontra-se inicialmente 
recoberto, mas depois exposto antes da maturação. 
● Exemplo: vários fungos da ordem Agaricales 
Cryptotrama 
Estágio inicial de 
crescimento de um fungo 
hemiangiocárpico; alguns 
dias depois destas fotos, o 
himênio destes fungos 
encontrava-se exposto 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
● Fungos HEMIANGIOCÁRPICOS: 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
● Fungos ANGIOCÁRPICOS: apresentam basidiocarpos 
em que o himênio encontra-se recoberto durante todo seu 
desenvolvimento. 
● Exemplo: gasteromicetos 
Scleroderma 
Phallus 
Exemplos de 
gasteromicetos 
2) Estrelas-da-terra: 
camada externa do perídio 
se dobra para trás e expõe a 
massa de esporos 
1) Fungos malcheirosos: desenvolvem-se 
abaixo da superfície, na maturidade 
emergem o estipe e píleo apical (= gleba, 
porção fértil) 
 gleba = massa viscosa e 
 malcheirosa de basidiósporos 
 
4) Puffballs: bolotas que 
liberam “nuvens” de 
basidiósporos quando 
tocados 
 
3) Ninhos de passarinho: 
iniciam desenvolvimento como 
bolotas, mas sofrem 
desintegração de estruturas 
internas 
 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
(Classe Basidiomycetes) 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
(Classe Basidiomycetes) 
BASIDIOCARPO: 
Píleo 
Poros* (portam 
os basídios) 
Estipe 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
(Classe Basidiomycetes) 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
(Classe Basidiomycetes) 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
(Classe Basidiomycetes) 
esterigma 
basidiósporos 
basídios 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
(Classe Basidiomycetes) 
FILO BASIDIOMYCOTA 
MORFOLOGIA – Estruturas reprodutivas 
(Classe Basidiomycetes) 
Ciclo de vida de um 
himenomiceto 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Filo BASIDIOMYCOTA: 4 Classes 
Classe BASIDIOMYCETES (basidiocarpo aberto) 
Classe GASTEROMYCETES* 
(basidiocarpo fechado - angiocárpicos) 
Classe TELIOMYCETES (ferrugens) 
Classe USTOMYCETES (carvões) 
*Dependendo do sistema de classificação, os gasteromicetos não mais são 
considerados uma classe taxonômica, mas um grupo geral sem posição 
sistemática definida 
Formam 
basidiocarpo 
macroscópico 
NÃO formam 
basidiocarpo 
Classe 
BASIDIOMYCETES 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Filo BASIDIOMYCOTA: 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Classe BASIDIOMYCETES: mais de 15 Ordens. 
 Destaque para: 
 Ordem AGARICALES 
 Ordem APHYLLOPHORALES 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Ordem AGARICALES 
● Cogumelos carnosos, em geral 
efêmeros 
● Saprofíticos, micorrízicos 
● Píleo com lamelas ou poros 
● Estipe 
● Agaricus bisporus: champignon 
● Amanita muscaria: 
cogumelo alucinógeno 
Amanita muscaria 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA - Agaricales 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Ordem APHYLLOPHORALES 
Posição taxonômica muito discutida, tendo sido 
recentemente separada em outras ordens 
De modo geral, distinguem-se: 
→ pelos basidiocarpos, em geral, coriáceos, 
→ gimnocárpicos (himênio sempre exposto, 
desde a fase inicial até a maturação dos basidiósporos) 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Ordem APHYLLOPHORALES 
● Orelhas-de-pau, fungos coralóides... 
 
● Saprofíticos (lignícolas), parasitas, micorrízicos 
● Grande variedade de formas de basidiocarpos, desde 
tamanhos inconspícuos até diâmetros enormes 
● Grande importância na ciclagem de nutrientes 
● Em geral, o basidiocarpo não é efêmero 
● Espécies comestíveis: shiitake (Lentinula edodes) 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA- Aphyllophorales 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA- Aphyllophorales 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Outras ordens de Basidiomycetes: 
Basidiocarpo com consistência gelatinosa: 
Ceratobasidiales, Dacrymycetales, Tremellales 
(Candida, Cryptococcus) e Tulanellales 
Espécies comestíveis: 
Auricularia auricula-judae (orelha-dejudeu), 
A. polytricha, A. cornea 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA- Basidiomycetes, 
Tremellales 
Tremella spp. 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA- Basidiomycetes, 
Auriculariales 
Classe 
GASTEROMYCETES 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Filo BASIDIOMYCOTA: 
Classe 
GASTEROMYCETES 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICAFilo BASIDIOMYCOTA: 
*Sistemática atual indefinida; alguns autores não 
consideram o grupo como uma categoria taxonômica, 
neste caso, o Filo Basidiomycota apresentaria apenas 3 
classes: Basidiomycetes, Teliomycetes e Ustomycetes) 
Geastrum 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Classe GASTEROMYCETES: 
􀂙 Grupo polifilético 
􀂙 Formam basidiocarpos do tipo ANGIOCARPO, onde o 
himênio não fica exposto 
􀂙 Maturação dos basidiósporos ocorre internamente no 
basidiocarpo 
􀂙 Esporos dispersos passivamente: ESTATIMOSPOROS 
􀂙 Grande variedade de formas do basidiocarpo 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA- Gasteromycetes, 
Ordem Phallales 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA- Gasteromycetes, 
Ordem Nidulariales 
Classe 
TELIOMYCETES 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Filo BASIDIOMYCOTA: 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA- Teliomycetes 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Classe TELIOMYCETES: 2 Ordens. 
 Ordem UREDINALES (ferrugens) 
 Ordem SEPTOBASIDIALES 
 (simbiontes obrigatórios de coccídeos – 
 piolhos-vegetais) 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA- Teliomycetes, 
Ordem Uredinales 
􀂙 ~7.000 espécies conhecidas de ferrugens 
􀂙 NÃO FORMAM BASIDIOCARPOS 
􀂙 Esporos ocorrendo em aglomerados denominados soros 
􀂙 Todas as espécies são parasitas – FITOPATÓGENOS 
􀂙 Ciclos de vida complexos; 
muitos ainda não conhecidos 
􀂙 Puccinia graminis: ataca cereais 
 como trigo, cevada, aveia, 
centeio, além de espécies 
selvagens de gramíneas 
􀂙 Puccinia graminis: requer dois hospedeiros diferentes para 
completar seu ciclo de vida (heteroécia) 
􀂙 Para que a reprodução sexuada ocorra, a ferrugem precisa 
passar parte de seu ciclo de vida sobre a planta Berberis e 
parte sobre a gramínea (cereal). 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA- Teliomycetes, 
Ordem Uredinales 
Berberis 
Soros de 
Puccinia graminis 
Classe 
USTOMYCETES 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Filo BASIDIOMYCOTA: 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA- Ustomycetes 
Popularmente conhecidas como “carvão” 
 massa de teliósporos, escura e pulverulenta 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA 
Classe USTOMYCETES: 7 Ordens. 
 
Cryptobasidiales, Cryptomycocolacales, 
Exobasidiales, Graphiolales, Platygloleales, 
Sporidiales e Ustilaginales. 
Destaque para 
Ordem USTILAGINALES 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA- Ustomycetes, 
Ordem Ustilaginales 
􀂙 ~1.200 espécies, todas parasitas de angiospermas 
􀂙 NÃO FORMAM BASIDIOCARPOS 
􀂙 Conhecidas como “carvões”, devido às massas escuras de 
esporos (TELIÓSPOROS) formadas na planta infectada 
􀂙 Causam enorme prejuízos na agricultura e no cultivo de 
plantas ornamentais 
􀂙 Ustilago maydis (carvão do milho), Ustilago avenae 
(carvões da aveia), Urocystis cepulae (carvão da cebola) 
􀂙 Requerem apenas um hospedeiro 
FILO BASIDIOMYCOTA 
SISTEMÁTICA- Ustomycetes, 
Ordem Ustilaginales 
Carvão do milho 
(Ustilago maydis) 
Carvão da cebola 
(Urocystis cepulae) 
PARA SABER MAIS: 
ALEXOPOULOS, C.J., MIMS, C.W. & BLACKWELL, M. 1996. Introduction 
to Micology. New York: John Wiley & Sons. 869p. 
 
BONONI, V.L.R. (org.) 1998. Zigomicetos, Basidiomicetos e Deuteromicetos: 
noções básicas de taxonomia e aplicações biotecnológicas. São Paulo: 
Instituto de Botânica, Secretaria de Estado do Meio Ambiente. 184p. 
 
PUTZKE, J. & PUTZKE, M.T.L. 2004. Os Reinos dos Fungos. Vol. 1. Santa 
Cruz do Sul: EDUNISC. 2a. Edição. 605p. 
 
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F. & EICHHORN, S.E. 2001. Biologia Vegetal. Rio 
de Janeiro: Guanabara Koogan. 6a. Edição. 384-407.

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