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BITTENCOURT, Priscila de 
Oliveira Stuque; CLEMENTINO, 
José Carlos. Hierarquia das leis. 
Hierarquia das leis
LEIS BRASILEIRAS, TAIS COMO
• Constituição Federal, 
• Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, 
• Emendas Constitucionais, 
• Tratados e Convenções sobre direitos humanos, 
• Lei complementar, Lei ordinária, Lei delegada, 
• Medida Provisória, 
• Decreto Legislativo, 
• Resolução, 
• Tratados internacionais em geral, 
• Decreto, Portaria, Instrução normativa
• No Brasil, vigora o princípio da Supremacia da Constituição, segundo
o qual as normas constitucionais, obra do poder constituinte
originário, estão num patamar de superioridade em relação às demais
leis, servindo de fundamento de validade para estas.
• as normas podem ser separadas em 03 grupos: normas
constitucionais, normas infraconstitucionais e normas infralegais.
A hierarquia legal está entre os grupos:
Normas Constitucionais
• Constituição Federal (05/10/88)
• Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT)
• Emendas Constitucionais (nem tudo pode ser alterado, sendo que 
devem ser respeitadas as cláusulas Pétreas)
• Tratados e Convenções Internacionais sobre Direitos Humanos
Normas Infraconstitucionais
• Lei complementar – as hipóteses de regulamentação da constituição por
meio de lei complementar estão taxativamente previstas na CF.
• Lei ordinária – o campo por elas ocupado é residual, ou seja, tudo o que
não for regulamentado por lei complementar, decreto legislativo,
resoluções será regulamentado por lei ordinária.
Lei Ordinária nº 12.428/118 – Confere ao Município de Holambra, no Estado de São Paulo, o título de
Capital Nacional das Flores.
• Lei Delegada -É a espécie normativa utilizada nas hipóteses de
transferência da competência do Poder Legislativo para o Poder Executivo
• Medida provisória
• Decreto Legislativo
• Resolução
Normas Infralegais
• Decretos - São expedidos pelo Presidente de República, para dar fiel
execução a uma lei já existente
• Portaria - É o instrumento pelo qual Ministros ou outras autoridades de
alto escalão expedem instruções sobre procedimentos relativos à
organização e funcionamento de serviços e, ainda, podem orientar quanto
à aplicação de textos legais.
• Instrução Normativa
• Vem explicar de que forma será cumprido o que estabelece a portaria, o
processo de concretização do estabelecido em portaria.
Só para lembrar:
A Constituição de 1988
• Propõe a incorporação de sujeitos historicamente excluídos do direto à
Educação, expressa no princípio a “igualdade de condições para acesso e
permanência na escola” (art. 206, I).
• Outras importantes conquistas como o dever do Estado em prover creche e
pré-escola às crianças de 0 a 6 anos (art. 208, IV), a oferta de ensino noturno
regular (art.208, VI), o ensino fundamental obrigatório e gratuito inclusive aos
que não tiveram em idade próprio (art. 208, I), o atendimento educacional
especializado aos portadores de deficiências (art. 208, III).
• Esta é a primeira Carta Magna a tratar da autonomia universitária,
estabelecendo que as universidades gozem de autonomia didático-científica,
administrativa e de gestão financeira e patrimonial, obedecendo ao princípio
de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão (art. 207).
Planos e políticas públicas de educação: trajetória histórica. A Lei 9394/96
(LDB) no contexto das políticas públicas.
Princípios e objetivos da educação escolar.
LIBÂNEO, J.C.; OLIVEIRA, J.F.; TOSCHI, M.S. Educação Escolar: políticas,
estrutura e organização. 7ª Ed. São Paulo: Cortez, 2009.
Elementos para uma análise crítico-compreensiva das políticas
educacionais: aspectos sociopolíticos e históricos p127-145
• A história da estrutura e da organização do ensino no Brasil reflete as
condições socioeconômicas do país e revela o panorama político de
determinados períodos históricos.
• Na década de 1980 o panorama socioeconômico brasileiro indicava uma
tendência neoconservadora que acenava à minimização do Estado, o qual
se afastava de seu papel de provedor dos serviços públicos, como saúde e
educação.
• O país querendo formar trabalhadores mais qualificados para as novas
funções no processo de produção e de serviços remetem ao setor privado
não acreditando no setor público de ensino.
• Os neoliberais criticam o fato de a escola pública manter o monopólio do
ensino gratuito sugerindo que o Estado dê uma verba para as famílias
manterem o estudo de seus filhos cabendo ao setor de ensino público e
privado disputem essa verba.
Era Vargas
• Voltando ao ano de 1930, os seus acontecimentos político,
econômicos e sociais motivada pela industrialização e pelo
fortalecimento do Estado-Nação, a educação, ganhou importância, e
efetuaram ações governamentais com a perspectiva de organizar, em
plano nacional a educação escolar, criando o Ministério da Educação
e Saúde Pública (Mesp), a reforma elaborada pelo ministro Francisco
Campos atingiu a estrutura do ensino e o Estado nacional teve ação
mais objetava sobre a educação, oferecendo uma estrutura mais
orgânica aos ensinos secundário, comercial e superior.
De 1937 a 1945, vigorou o Estado Novo, período de Getúlio Vargas no
poder, o poder é categoria essencial para compreender o processo de
centralização ou descentralização na problemática de organização do
ensino.
Nesse período o Brasil caracteriza-se como centralizador, pois como o país
se industrializava o ensino técnico profissionalizante, o secundário e
universitário estava sob a competência do governo federal e o ensino
primário e a formação dos professores em âmbito estadual.
Em 1942 foi criado o Senai, Serviço Nacional de Aprendizado industrial,
em que decretava a reforma do ensino industrial, comercial e
secundário e em 1946 foi criado o Senac, Serviço Nacional de
Aprendizagem Comercial.
• O debate realizado durante a votação da Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (LDB), exigência da Constituição Federal de 1946,
envolveu a sociedade civil, e a lei resultante, n°4.024, de 20 de
dezembro de 1961, institui a descentralização, ao determinar que
cada estado organizasse seu sistema de ensino, pois o momento
democrático que o país estava vivendo não combinava com a
centralização ditadorial.
• Embora a Lei de 5.692 de 11 de agosto de 1971, prescrevesse a
passagem gradativa do ensino fundamental para o município, as
concentrações dos recursos continuavam centralizadas no âmbito
federal tornando estados e municípios dependentes da União.
• O descontentamento com a deteriorização da gestão das redes
públicas, o rebaixamento salarial dos professores, a elevação das
despesas escolares pela ampliação da escolaridade sem aumento dos
recursos, os inúmeros casos de desvio de recursos, além de abrirem
portas para a iniciativa privada;
• por ocasião das eleições de 1982, em virtude da vitória do PMDB, que
era o principal partido de oposição a ditadura, ocupando cargos na
administração pública, realizou-se alterações como a
descentralização da administração, com formas de gestão
democráticas da escola, com participação de professores, de
funcionários, de alunos e de seus pais e também com eleição direta
de diretores.
• Anos de 1990 - A política educacional adotada com a eleição de Fernando
Henrique Cardoso para a presidência, concebida de acordo com a proposta
do neoliberalismo, assumiu dimensões tanto centralizadoras como
descentralizadoras.
• As ações na educação no ano de 1995 foram tomadas sem consulta dos
setores sociais centralizando o sistema educacional, sendo a única ação
para a descentralização referente a destinação dos recursos financeiros
diretamente para as escolas. (PDDE)
• As categorias centralização /descentralização estão vinculadas à questão
do exercício do poder político,mesmo porque, desde o final do século XX,
a descentralização vem atrelada aos interesses neoliberais de diminuir
gastos sociais do Estado.
• A expansão da ofertas de vagas, nos diversos níveis de ensino, teve
como consequência o comprometimento da qualidade de serviços
prestados, em razão da crescente degradação das condições de
exercício do magistério e da desvalorização do professor.
• A ampliação das vagas deu-se pela redução da jornada escolar, pelo
aumento do número de turnos, pela multiplicação de classes e pela
absorção de professores leigos, somando o trabalho precoce e o
empobrecimento da população, aliados às condições precárias de
oferecimento de ensino, levaram a baixa qualidade do processo, com
altos índices de reprovação escolar.
Ampliação da faixa de obrigatoriedade do ensino no Brasil
A Estrutura da LDB 9394/96
• Pode não ser um consenso, mas mesmo com críticas e limitações a
legislação vigente no Brasil, sobretudo a Constituição Federal de 1988
com a redação dada pela Emenda Constitucional 14/96 e a Lei
9394/96, representam um significativo avanço na organização da
Educação nacional, pois aponta na direção da descentralização
política e administrativa e, na sequência, da construção de um
federalismo cooperativo.
• LDB (Lei nº. 9.394/96, de 20/12/96) foi publicada no Diário Oficial da
União de 23/12/1996, Seção 1. É composta de 92 artigos,
estruturados em nove (9) Títulos e cinco (5) Capítulos.
• O texto aprovado em 1996 é resultado de um longo embate, que
durou cerca de seis anos.
• As matérias de que trata a Lei estão estruturadas da seguinte forma:
Princípios e fins da Educação Nacional 
• Princípios são ideias ou proposições básicas e fundamentais que
condicionam estruturações subsequentes. São os alicerces da Ciência. Os
Princípios Gerais do Direito são enunciações normativas de valor genérico,
que condicionam e orientam a compreensão do ordenamento jurídico em
sua aplicação e integração ou mesmo para a elaboração de novas normas.
• No Art. 2º da LDB temos insculpido os fins da Educação Nacional. Vejamos: 
Art. 2º. A Educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios
de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o
pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da
cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Acessar os sites:
BRASIL. Lei n.º 9394, de 20 de dezembro de 1996. Disponível
em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm
MEC – Ministério da Educação. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/index.php

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