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Observação de Poríferas e preparação de espículas Ciências Biológicas Zoologia de Invertebrados I – Profª Ana Claudia Aluna: Jessica Ribeiro Matrícula: 201617009-1 Disciplina: IB-117 ______________________________________________ Seropédica, 30 de maio de 2016 Introdução: Ainda existe muita discussão sobre o surgimento dos animais, uma das hipóteses mais aceitas sobre a origem dos metazoários, chamada de Teoria Colonial, propõe que os poríferos teriam derivado de protistas flagelados coloniais, dando origem primeiramente à linhagem dos parazoários (sub-reino Parazoa), representada pelos poríferos, e depois à linhagem dos eumetazoários. As esponjas são animais sem simetria ou com simetria radiada, diploblásticos, acelomados e sem cavidade digestiva. São fixas na fase adulta e coloniais, vivendo em meio aquático. Crescem sempre aderidas a substratos imersos, muitas apresentam um aspecto quase vegetal (tendo sido consideradas plantas durante muitos séculos), embora possam ser brilhantemente coloridas devido a sua coloração natural ou a endossimbioses. Objetivo: Observar diferentes tipos de representantes do Filo Porifera. Aprender a fazer uma montagem simples de lâmina para a observação de espículas de esponjas Material e métodos: Inicialmente, foram disponibilizados diversas amostras de diferentes representantes dos poríferos para que se pudesse esquematizar e identificar as estruturas estudadas em aula. Escolheu-se um tipo de esponja para a preparação da lâmina, retirou-se um fragmento do animal com uma pinça e, já na lâmina, foram adicionadas duas gotas de água sanitaria, o tecido da esponja foi desmembrado para facilitar a visualização das espículas. O material foi coberto com uma lamínula e levado ao microscópio óptico para observação. Em lâminas permanentes concedidas a turma, foram observadas e esquematizadas espículas e esponginas. O microscópio se encontrava na menor objetiva e com a mesa abaixada. O material foi inserido, visualizado e focado nas objetivas de 4×, 10× e 40× e foi esquematizado na objetiva que proporcioou a melhor visualização. Resultados: A esquematização dos poríferos observados a olho nu se encontra no Anexo I. Um fragmento de esponja foi colocado em uma lâmina e ele pingou-se água sanitária para que a matéria orgânica do corpo do animal se dissolva e permaneçam somente as espículas (inorgânica) e o tecido foi desmembrado para facilitar a visualização. Com a objetiva de 40X (aumento de 400X) pôde-se visualizar o tamanho e a forma das espículas que se assemelhavam a pequenas agulhas.Figura 1. Representação das espículas observada no campo de visão do microscópio (Aumento de 400X) Na primeira lâmina permanente, observaram-se espículas na objetiva de 40X. Diferente das anteriores, estas espículas eram um pouco mais compridas e suas extremidades eram esféricas. Na segunda, observou-se uma rede de coloração avermelhada, que seria a espongina, e entre ela tinham espículas de três pontas. Neste caso a objetiva utilizada foi a de 10X para melhor visualizaçãoFigura 3. Representação das espículas e espongina da lâmina permanente II observada no campo de visão do microscópio (Aumento de 100X) Figura 2. Representação das espículas da lâmina permanente I observada no campo de visão do microscópio (Aumento de 400X) Conclusão: Com os resultados obtidos em prática, pode-se notar que existe uma grande diversidade e quantidade de esponjas no ambiente. A partir de estruturas observadas, pesquisadores podem identificar, classificar e descobrir espécies de poríferas. Esta pratica teve grande importância, pois mostrou espécies que geralmente não são associadas com animais devido a vida séssil e possibilitou a quebra desses estereótipos. Referências: SÓ BIOLOGIA. Filo Porifera. Disponível em: <http://www.sobiologia.com.br/conteudos/reinos2/bioporifero.php>. Acesso em: 26 mai. 2016.